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Gestão do Conhecimento e Centro de Memórias

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Entramos em uma nova fase da Gestão do Conhecimento. Além de se gerenciar a s tecnologias, os processos e as pessoas deve-se imaginar como gerenciar os conteudos. Chamamos oso Centros de Memórias empresariais para assumir este importantíssimo papel para a competitividade das empresas brasileiras.

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Gestão do Conhecimento e Centro de Memórias

  1. 1. CENTRO DE MEMÓRIA COMO UM GESTOR DO CONHECIMENTO ORGANIZACIONAL, Um novo papel estratégico.
  2. 2. agenda  Por que GC?  O que é GC?  Por que o Centro de Memória como GC?  Como implantar a GC?  Cases Patricia de Sá Freire, Dra.Eng.
  3. 3. CENTRO DE MEMÓRIA COMO UM GESTOR DO CONHECIMENTO ORGANIZACIONAL, Um novo papel estratégico.
  4. 4. Por que GC?
  5. 5. Os clientes e colaboradores são “novos”
  6. 6. As tecnologias são “novas”
  7. 7. As mídias são “novas”
  8. 8. Ficou mais difícil conseguir clientes e reter talentos
  9. 9. Os tempos estão mais curtos
  10. 10. As decisão estão mais complexas Patricia de Sá Freire, Dra.Eng.
  11. 11. Há um excesso de informações não estruturadas e não confiáveis
  12. 12. Não há tempo para uma busca e análise mais cuidadosa. Patricia de Sá Freire, Dra.Eng.
  13. 13. E, neste contexto... O mundo percebeu a importância da GC... para a retenção de conhecimentos essenciais, compartilhamento de boas práticas e lições aprendidas diminuição dos erros nas tomadas de decisão solitárias; reaproveitamento dos conhecimentos criados, Patricia de Sá Freire, Dra.Eng. e para a inovação!
  14. 14. E, assim... as empresas mudaram! Mudaram ao aprender a gerenciar:  Muito além da disponibilização de dados ....  e a simples disseminação de informações. Para o compartilhamento de conhecimento inidvidual Grupos Patricia de Sá Freire, Dra.Eng. ORGA NIZA CIONAL
  15. 15. Estamos na economia do conhecimento... Patricia de Sá Freire, Dra.Eng.
  16. 16. Compartilhamento que gera o Novo conhecimento
  17. 17. Compreender o Centro de Memória como GC.
  18. 18. Para que serve a memória? Acelerar meu dia a dia, minhas tomadas de decisões, meus acertos, ... Patricia de Sá Freire, Dra.Eng. 3573 P3QU3N0 73X70 53RV3 4P3N45 P4R4 M057R4R C0M0 N0554 C4B3Ç4 C0NS3GU3 F423R C01545 1MPR3551ON4N735!!! R3P4R3 N1550!!! N0 C0M3Ç0 3574V4 M310 C0MPL1C4D0, M415 N3574 L1NH4 5U4 M3N73 V41 D3C1FR4ND0 0 C0D1G0 QU453 4UTOM471C4M3N73, 53M PR3C1S4R P3N54R MU170, C3R70? P0D3 F1C4R B3M 0RGULH050 D1550!!! 5U4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4B3N5!!!
  19. 19. Resgate importante para sobreviver e crescer! A memória permite o resgate de algo pertencente ao passado, comparando-os com os dados do presente, proporcionando a preservação de determinadas informações essenciais para a experiência individual e o conhecimento de natureza científica, filosófica ou Patricia de Sá Freire, Dra.Eng. técnica. Crippa (2010, p.81)
  20. 20. •PENSAMENTOS •SENTIMENTOS •PALAVRAS •ATITUDES •MEMÓRIAS... •MEMÓRIA GENÉTICA •MEMÓRIA FAMILIAR •APRENDIZADOS FORMAIS •SABEDORIA INFORMAL •PRE- CONCEITOS •IMPRIMING •SITUAÇÃO ATUAL •EXPECTATIVAS •SONHOS •CONSCIÊNCIA •RESPONSABILIDADE... •INTERCONEXÕES •INTERPENETRAÇÃO •INTERATIVIDADE •INTERDEPENDÊNCI A Confirmação ou Substituição Expressão
  21. 21. •O QUE SOMOS... •Cultura •Perfil de Liderança •Estratégia •Clima •Relacionamentos •Manuais •Publicidade •Propaganda •Relatórios •Processos •Boas Práticas •Lições Aprendidas •Inteligência Competitiva •Histórico de Vendas •Identidade Organizacional •.... O que DIZEMOS SER ... •...... O QUE PRODUZIMOS... •..... O QUE PENSAM DE NÓS... •INTERCONEXÕES •INTERPENETRAÇÃO •INTERATIVIDADE •INTERDEPENDÊNCIA Confirmação ou Substituição Expressão
  22. 22. Nossa memória nos ajuda a ser o que queremos ser hoje e +++ vir a ser no futuro! Copyright © IGMEP Patricia de Sá Freire, Dra.Eng. tempo
  23. 23. OBJETIVO ESSENCIAL DA GI reter informações que interessem ao funcionamento da organização. Patricia de Sá Freire, Dra.Eng.
  24. 24. QUESTÃO ESSENCIAL DA GC reter informações que interessem ao funcionamento da organização? Patricia de Sá Freire, Dra.Eng. escopo A nova pergunta é: quais informações interessam?
  25. 25. Dados Informações Conhecimentos CRÍTICOS Copyright © IGMEP Patricia de Sá Freire, Dra.Eng.
  26. 26. DAR SENTIDO PARA A COMPETITIVIDADE Patricia de Sá Freire, Dra.Eng.
  27. 27. PMI and the RELACIONANDO CONTINUAMENTE... A SEMELHANÇA DA MENTE HUMANA.
  28. 28. A EMPRESA INTELIGENTE
  29. 29. O que é GC?
  30. 30. BASE DE DADOS BEM RABUGENTO: VEM ME BUSCAR QUEM QUISER! disponibiliza Patricia de Sá Freire, Dra.Eng. DADOS
  31. 31. BASE DE INFORMAÇÕES MAIS SIMPÁTICO: ME LEVO ATÉ VOCÊ! dissemina Patricia de Sá Freire, Dra.Eng. INFORMAÇÕES DADOS
  32. 32. BASE DO CONHECIMENTO CONHECIMENTO INFORMAÇÕES Patricia de Sá Freire, Dra.Eng. DADOS MAIS COLABORATIVO: RECEBO SUAS IDÉIAS E PERCEBO O QUE VOCÊ QUER! compartilha
  33. 33. MAIS INTELIGENTE: BASE DO CONHECIMENTO REPRESENTAÇÃO Patricia de Sá Freire, Dra.Eng. DO CONHECIMENTO CONHECIMENTO INFORMAÇÕES DADOS ASSIM FICA BEM MAIS RÁPIDO TOMAR DECISÕES! interrelaciona
  34. 34. BASE DO CONHECIMENTO REPRESENTAÇÃO Patricia de Sá Freire, Dra.Eng. DO CONHECIMENTO CONHECIMENTO INFORMAÇÕES DADOS retroalimenta MAIS INOVAÇÃO: APRENDIZADO E PROSPECÇÃO!!!
  35. 35. Importância da visão do COLETIVO sobre a GI  Precisa do canal, mas não se limita a ele;  Precisa do agente, mas não se limita a ele;  Diminui os danos que a perda do portador da memória provoca;  permite o aumento da qtde de informação armazenada, não somente individualmente, mas em formas compartilhadas com outras memórias;  Potencializa a reutilização do conhecimento criado;  Diminui o desperdício do conhecimento criado.  ... Patricia de Sá Freire, Dra.Eng. (CRIPPA, 2010, p.83).
  36. 36. São processos de GC: adquirir, Compartilhar, Institucionalizar, armazenar, e aplicar conhecimento! Patricia de Sá Freire, Dra.Eng. A Gestão do Conhecimento é a adm. de uma ‘(...) ampla coleção de práticas organizacionais relacionadas à geração, à captura, à disseminação de know-how para promover o compartilhamento do conhecimento na organização e com o mundo exterior (OCDE*, 2003). Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico
  37. 37. O que é GC, precisamente? Institucionalização de conteúdos críticos ... ... com base no uso e combinação de fontes (humanas e não humanas) ... e de tipos de conhecimentos (tácitos, implícitos e explícitos) ... para apoiar as tomadas de decisão (estratégicas, táticas e operacionais) ... agregando valor aos produtos (bens e serviços) de maneira a criar riqueza e aumentar a competitividade e sustentabilidade de todo o sistema organizacional. (IPEA, 2011; APO, 2005; Nonaka e Takeuchi, 2005; Terra, 2010; Freire, 2013)
  38. 38. POR QUE O CENTRO DE MEMÓRIA?
  39. 39. Fases da GC Tecnologia TI Processos PO Pessoas RH Conteúdo Centros de Memória Patricia de Sá Freire, Dra.Eng.
  40. 40. Estrutura da espiral do conhecimento O MÉTODO OKA (FONSECA, 2006) para Gestão do Conhecimento determina a gestão de 3 elementos e suas 14 dimensões : SISTEMAS: infraestrutura tecnológica da GC; infraestrutura de acesso ao conhecimento; gestão tecnológica de conteúdo; e infraestrutura do ambiente de GC. TI - Tecnologia
  41. 41. Estrutura da espiral do conhecimento O MÉTODO OKA (FONSECA, 2006) para Gestão do Conhecimento determina a gestão de 3 elementos e suas 14 dimensões : PROCESSOS: Liderança e estratégia (direcionadores); Fluxo de conhecimento; Operacionalização do conhecimento; Alinhamento tático; indicadores e monitoramento; Processos
  42. 42. Estrutura da espiral do conhecimento O MÉTODO OKA (FONSECA, 2006) para Gestão do Conhecimento determina a gestão de 3 elementos e suas 14 dimensões : PESSOAS: Cultura e incentivos (direcionadores); Identificação e criação do conhecimento na mente humana; Compartilhamento do conhecimento individual; Comunidades de prática e equipes de conhecimento; Aprendizagem. Pessoas
  43. 43. Patricia de Sá Freire, Dra.Eng. SISTEMAS (Infraestrura para diisponibilização) PROCESSOS (Fluxos informacional) PESSOAS (Criatividade e colaboração) É preciso somar esforços: TI PO RH
  44. 44. E o CENTRO DE MEMÓRIA na espiral do conhecimento FOCO NO CONTEÚDO!! CONTEÚDO: resgata, organiza disponibiliza Resgatar o que foi gerenciado pelo RH; Organizar o que foi alinhado pelo Processo; Disponibilizar o que foi tratado pela TI; Conteúdo Gestão da Informação tradicional Gestão do conhecimento
  45. 45. Criar novos conhecimentos Institucionalizar Patricia de Sá Freire, Dra.Eng. Identificar o conhecimento Mapear os processos de construção Inventariar as interrelações Tratar os conhecimentos GI Armazenar Compartilhar resgatar, organizar disponibilizar GC
  46. 46. Pensa no ONTEM para ajudar o hoje Além de preservar a MEMÓRIA INSTITUCIONAL para CONTAR HISTÓRIAS da empresa, Deve-se promover a MEMÓRIA ORGANIZACIONAL para a CRIAÇÃO DO CONHECIMENTO institucionalizado. Patricia de Sá Freire, Dra.Eng. Contar histórias Criar histórias Pensa no AMANHÃ para ajudar o hoje
  47. 47. Como implantar a GC?
  48. 48. Como? implementando coordenadamente métodos, técnicas e ferramentas de GC. Patricia de Sá Freire, Dra.Eng.
  49. 49. CENTRO DE MEMÓRIA ORGANIZACIONAL SISTEMA INTELIGENTE DE GC Identificar Mapear Inventariar tratar Armazenar Comparti-lhar Instituciona lizar Criar BASE DO CONHECIMENTO CRIAÇÃO CONTÍNUA DO CONHECIMENTO
  50. 50. Assim, além de preservar a memória institucional, estaremos construindo uma memória VIVA compartilhada e alinhada à estratégia. Patricia de Sá Freire, Dra.Eng.
  51. 51. Desafios de implantação de GC EGC/UFSC
  52. 52. A GOVERNANÇADO CONHECIMENTO Patricia de Sá Freire, Dra.Eng. A governança de GC está sem dono!
  53. 53. Governança do Conhecimento Mesmo sabendo que é necessária; Está sem dono; Só dará resultados se for colaborativa; Mas precisa de um líder. Patricia de Sá Freire, Dra.Eng.
  54. 54. 1 Líder + 2 INSTÂNCIAS DE PODER DE GOVERNANÇA DO CONHECIMENTO interrelacionadas, interconectadas e interdependentes. Patricia de Sá Freire, Dra.Eng.
  55. 55. Grupos Colaborativos para o mapeamento e criação do conhecimento Verticais Centro de Memória Para criar, organizar e “disponibilizar” conteúdos, GOVERNANÇA DO CONHECIMENTO Líder da GC Conselho de GC Definição de estratégias, políticas e ações de GC Across Network CENTRO DE MEMÓRIA PROCESSOS RH TI
  56. 56. Construção colaborativa, metodologias interacionistas e técnicas de design thinking.
  57. 57. GOVERNANÇA DO CONHECIMENTO Patricia de Sá Freire, Dra.Eng.
  58. 58. Patricia de Sá Freire, Dra.Eng.
  59. 59. Centros de Memória Instituto Stela Sistema colaborativo de mapeamento, classificação, registro e compartilhamento dos conhecimentos críticos para o sucesso. http://withfriendship.com/images/i/40607/Folksonomy-picture.gif Base de conhecimento Mapas de termos Interdependências de mapas Aprendizagem significativa Inteligência coletiva
  60. 60. Arquitetura sistêmica, flexível e abrangente Instituto Stela domínio das ferramentas GC tecnológico ou não; presencial ou à distância
  61. 61. Múltiplos modelos para a GC Práticas e tecnologias GC Fonte: Terra (2008) Alinhamento de estratégias Fonte:APO KM Facilitator’s guide (2009) (i) Perspectiva Produto ou Processos (ii) Diversidade de estratégias organizacionais (ex. inovação, competências, liderança, memória, aprendizagem, etc.) (iii) Diversos processos de GC (iv) Propósito/estágio da GC (avaliação, difusão, etc.) (v) Setor da organização (ex. engenharia, finanças) (vi) Natureza da organização (público, privado) (vii) Diversidade de práticas e técnicas Adoção incremental da GC Fonte:APQC roadmap do KM (2003) Método OKA - Avaliação de GC Fonte:Fresneda (2009) Modelo de Choo (1998) Instituto Stela Fonte:Dalkir (2005)
  62. 62. Patricia de Sá Freire, Dra.Eng. Técnicas e práticas
  63. 63. Casos de GC Patricia de Sá Freire, Dra.Eng.
  64. 64. GCO X GCP  Reconhece-se a importância de GC em Projetos como um processo sistemático para transformar informação e conhecimento gerados durante os “projetos presentes” em valor para “projetos futuros” (O’DELL e HUBERT, 2011; KNIGHT, 2003; BENNET e BENNET, 2004).  Mas, não existe metodologia específica validada na literatura para a GC de Projetos;  Não existe um modelo para sua aplicação. Só a certeza de que a GCProjetos é diferente de GCOrg:  finitude x continuidade;  resultados específicos x geração de valor;  ativos tangíveis x ativos intangíveis;  equipe multidisciplinar x equipe interdisciplinar; ...
  65. 65. Desenhar a Base do Conhecimento Integração de D.I.P.’S Empresa com contrato de sigilo Documentos físicos Patricia de Sá Freire, Dra.Eng. Documentos eletrônicos
  66. 66. Patricia de Sá Freire, Dra.Eng. GC de Projetos Reaproveitamento e Alinhamento do conhecimento Inteligência Organizacional  Reunir e gerenciar os conhecimento construídos durante o desenvolvimento do Projeto;  Identificar, Documentar e armazenar os conhecimentos e experiências entre os participantes da equipe;  Aprender continuamente pelo conhecimento compartilhado das experiências das pessoas e dos processos que levaram à conclusão;  Aprender com os resultados de outros projetos já realizados;  Relacionar conhecimentos criados em diferentes projetos buscando boas práticas e lições aprendidas para serem utilizados em projetos futuros.  Construir uma Base de Conhecimento!!! Aprendizagem coletiva
  67. 67. Objetivo da Base do Conhecimento  Apoiar a aquisição e compartilhamento de conhecimentos;  Agilizar e tornar mais confiável o processo de tomada de decisão durante e após findado o Projeto;  Ser repositório único de conhecimentos e informações estratégicas relevantes para o alinhamento intra e inter Projetos;  Reduzir os custos e retrabalhos com o armazenamento dos resultados dos levantamentos de dados e informações;  Armazenar todo o histórico dos projetos para consulta posterior;  Explicitar graficamente o caminho utilizada para a criação do conhecimento facilitando a reanálise e o reaproveitamento por outros analistas;  Estimular a troca de conhecimento entre os envolvidos. Patricia de Sá Freire, Dra.Eng.
  68. 68. PREMISSAS DA BASE DO CONHECIMENTO As premissas básicas para a existência da base de conhecimento são:  As informações devem ser confiáveis;  Disponível a todos com permissão;  Disponível, preferencialmente, a qualquer hora e em qualquer lugar (internet; intranet; papel);  Simples e de linguagem acessível ao público que irá acessá-la;  Auto Explicativa;  Interativa;  Deve estar sempre atualizada. Patricia de Sá Freire, Dra.Eng.
  69. 69. PASSO A PASSO Metodologia de Construção da Base do Conhecimento 1. ELABORAÇÃO DA METODOLOGIA para a construção, Patricia de Sá Freire, Dra.Eng. implementação e avaliação da base de conhecimentos: 2. APLICAÇÃO DA METODOLOGIA em ESTUDOS DE CASOS 3. APLICAÇÃO DA METODOLOGIA em outros Projetos. 4. VALIDAÇÃO DA METODOLOGIA, seus métodos, práticas e ferramentas para a construção da Base do Conhecimento dos Projetos.
  70. 70. Mapeamento, organização e integração de sistemas de conhecimento distribuídos
  71. 71. Resumindo... Começo como? Patricia de Sá Freire, Dra.Eng.
  72. 72. Grupos Colaborativos para o mapeamento e criação do conhecimento Verticais Centro de Memória Para criar, organizar e “disponibilizar” conteúdos, GOVERNANÇA DO CONHECIMENTO Líder da GC Conselho de GC Definição de estratégias, políticas e ações de GC Across Network CENTRO DE MEMÓRIA PROCESSOS RH TI
  73. 73. Desenhar a Base do Conhecimento PASSO A PASSO PARA CRIAÇÃO E IMPLANTAÇÃO Patricia de Sá Freire, Dra.Eng. DE METODOLOGIA Empresa com contrato de sigilo
  74. 74. Arquitetura sistêmica, flexível e abrangente domínio das ferramentas GC tecnológico ou não; presencial ou à distância
  75. 75. Patricia de Sá Freire, Dra.Eng. Técnicas e práticas
  76. 76. Vamos Vamos promover a MEMÓRIA ORGANIZACIONAL para a CRIAÇÃO DO CONHECIMENTO institucionalizado? Patricia de Sá Freire, Dra.Eng. Criar histórias Pensar no AMANHÃ para ajudar o hoje? Vamos fazer GC?
  77. 77. Patriciadesáfreire@gmail.com Patricia de Sá Freire, Dra.Eng.

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  • Fabiogui

    Jan. 25, 2016

Entramos em uma nova fase da Gestão do Conhecimento. Além de se gerenciar a s tecnologias, os processos e as pessoas deve-se imaginar como gerenciar os conteudos. Chamamos oso Centros de Memórias empresariais para assumir este importantíssimo papel para a competitividade das empresas brasileiras.

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