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  1. 1. INTERAÇÃO E PEA PRAPETEC - Prática Pedagógica no Ensino e Aprendizagem com Tecnologias Educacionais PPGE - PUCPR - Grupo de Pesquisa - 2014 Prof.ª Dra. Patrícia Lupion Torres Camila Ferreira da Costa Teixeira Danielle Cristine Boaron Giovana Vaz da Silva Katia Ethiénne Esteves dos Santos Luciane Hilu Neide Mitiyo Shimazaki Tsukamoto Neusa Nogueira Fialho Raquel Pasternak Glitz Kowalski Rita de Cássia Veiga Marriott Suyanne Tolentino de Souza PRAPETEC
  2. 2. PRAPETEC REVOLUÇÃO EDUCACIONAL CULTURAL Ah! 2014! A ação que une Interação que gera produções múltiplas Que embarcadas de contexto Oferecem pontes pra mudar! Cooperação, palavra-chave Para a construção do conhecimento Aprendizes como agentes transformadores Aprendizados aplicados, no real. Cocriar? Cocriar! Produzir coletivamente Comunicar, criar, recriar... Um olhar novo e flexível Uma ação inovadora Que gera espaço para todos Uso com liberdade Aprimorar com criatividade Recombinar com propriedade Distribuir, compartilhar e assim aprender. Chegou a hora! Faça parte dessa revolução Afinal, a educação clama Por um novo caminho REA e muito mais A inovação na diversidade! Katia Ethiénne Esteves dos Santos
  3. 3. PRAPETEC RECURSOS EDUCACIONAIS ABERTOS Kelvin Blac Um tempo passou Nada se criou... Apesar de frutos não gerar A educação nada de se espertar Mas a tecnologia Com mentes a pensar Fez muita gente trabalhar E REAS se puseram a criar A interação passou a acontecer Criação e cocriação a todo momento A coaprendizagem a desafiar Redes criadas pela ação e colaboração O compartilhamento e a flexibilização Dão a base dessa inovação Que a disposição de educadores e estudantes Podem causar a revolução dos paradigmas da educação... PRAPETEC
  4. 4. PRAPETEC Você quer saber o que esse grupo de pesquisadores preparou para ampliar seus conhecimentos? Clique sobre a imagem...
  5. 5. PRAPETEC SUMÁRIO • Conceitos de interação • Interação e a aprendizagem colaborativa • Interação na aprendizagem • Interação social • Interação em rede Neste material vamos discutir sobre a interação e sobre as Práticas Educacionais Abertas (PEA) abordando os seguintes itens: • Contextualização • Conceitos de PEA • Benefícios • Barreiras • Criação de PEA • MOOC
  6. 6. PRAPETEC INTERAÇÃO
  7. 7. PRAPETEC Para essa reflexão é importante verificarmos em que contextos a interação é citada. Veremos a definição do dicionário e depois o que diz Piaget e Vygotsky.
  8. 8. PRAPETEC O QUE É INTERAÇÃO? • comunicação entre pessoas que convivem; • diálogo, trato, contato; • atividade ou trabalho compartilhado, em que existem trocas e influências recíprocas; • ação recíproca de dois ou mais corpos; • intervenção e controle, feitos pelo usuário, do curso das atividades num programa de computador, num CD-ROM etc. pixabay No Dicionário Houaiss (2002): A palavra interação é formada por inter+ação, cujo significado pode ser:
  9. 9. PRAPETEC INTERAÇÃO PARA PIAGET Piaget o conhecimento não está no sujeito nem no objeto, mas ele se constrói na interação do sujeito com o objeto. Na medida em que o sujeito interage ele vai produzindo sua capacidade de conhecer e o próprio conhecimento. pixabay
  10. 10. PRAPETEC Vygotsky que aborda este processo do ponto de vista de interatividade entre o indivíduo e o meio social. Ele afirma também que há uma relação de interdependência entre os processos de desenvolvimento do sujeito e os processos de aprendizagem, sendo esta um importante elemento mediador da relação do homem com o mundo, interferindo no desenvolvimento humano. INTERAÇÃO PARA VYGOTSKY
  11. 11. PRAPETEC INTERAÇÃO PARA BELLONI Para Belloni (1999, p.58) é uma “ação recíproca entre dois ou mais atores onde ocorre a intersubjetividade, isto é, o encontro de dois sujeitos, que pode ser direta ou indireta (mediatizada por algum veículo de comunicação)”. pixabay
  12. 12. PRAPETEC Vamos nos aprofundar mais um pouco nas reflexões vendo em quais momentos a interação acontece...
  13. 13. PRAPETEC INTERAÇÃO NA APRENDIZAGEMpixabay
  14. 14. PRAPETEC De acordo com Torres e Irala (2007, p. 65), a aprendizagem colaborativa e a aprendizagem cooperativa possibilitam a adequação às necessidades dos envolvidos e [...] são defendidas pelo meio acadêmico atual, que reconhece nessas metodologias o potencial de promover uma aprendizagem mais ativa por meio do estímulo: ao pensamento crítico; ao desenvolvimento de capacidades de interação, de negociação de informações e de resolução de problemas; ao desenvolvimento da capacidade de auto regulação do processo de ensino- aprendizagem. Essas formas de ensinar e de aprender, segundo seus defensores, tornam os alunos mais responsáveis por suas aprendizagens, levando-os a assimilar conceitos e a construir conhecimentos de uma maneira mais autônoma. INTERAÇÃO E APRENDIZAGEM COLABORATIVA
  15. 15. PRAPETEC A INTERAÇÃO COM O OUTRO... Traz a importância das relações sociais no espaço virtual, mais propriamente na internet (redes sociais). As relações sociais crescem a cada dia no espaço virtual e passam a formar novos sujeitos capazes de comunicar-se, trocar ideias, informações, compartilhando saberes e construindo novos conhecimentos. pixabay
  16. 16. PRAPETEC INTERAÇÃO SOCIAL A aprendizagem se dá por um longo processo de apropriação e transformação de conhecimentos que ocorre na atividade mediada, na relação com os outros. Fatores de diversas naturezas influenciam o aprendente, como: • físico • ambiental • cognitivo • afetivo pixabay • cultural • econômico • social
  17. 17. PRAPETEC INTERAÇÃO NA REDE Valente (2003, p.140-141), apresenta três abordagens mais usuais: [...] ‘broadcast’, na qual não há interação entre professor e aluno; ‘virtualização da sala de aula tradicional’, onde ocorre a reprodução do ambiente presencial tradicional para o virtual, com uma interação ínfima entre professor e aluno e; ‘estar junto virtual’, que se pauta nas interações e na mediação pedagógica como fundamentais no processo de aprendizagem, buscando nos desafios propostos aos sujeitos aprendentes, situações significativas para a construção de novos conhecimentos.
  18. 18. PRAPETEC Veja um pouco agora sobre a interação na prática do uso de Recursos Educacionais Abertos...
  19. 19. PRAPETEC INTERAÇÃO COM O USO DE REA “Os REA favorecem a participação colaborativa, atendem a bidirecionalidade dialógica necessária no processo ensino-aprendizagem e promovem conexão de redes abertas que traçam uma trama de relações, importantes para a cognição distribuída”. (PICONEZ; NAKASHIMA, 2012, p. 5) pixabay
  20. 20. PRAPETEC REA COMO FERRAMENTA PARA FAVORECER A INTERAÇÃO “Os REA têm como papel oferecer interfaces tecnológicas favoráveis à criação de conexões, multiplicidade, usabilidade e integração de várias linguagens (textos, imagens, vídeos, áudio, animações)”. (PICONEZ; NAKASHIMA, 2012, p. 5) pixabay
  21. 21. PRAPETEC PAPEL DO PROFESSOR NA INTERAÇÃO COM USO DE REA “Aos professores cabe a transformação de posturas didáticas, de mero transmissor de saberes, modelo da educação tradicional, para “provocador cognitivo” (Piconez, 2004), isto é, uma espécie de arquiteto que acompanha percursos e cenários de aprendizagem na construção significativa de conhecimentos”. (PICONEZ; NAKASHIMA, 2012, p. 5) pixabay
  22. 22. PRAPETEC A interação pode propiciar momentos de curiosidade, debate, construção coletiva, reflexão, diversão etc. Sua inserção nos mais diversos momentos de ensino e de aprendizagem, na escola ou não, pode se tornar uma estratégia significativa para a construção do conhecimento. INTERAÇÃO É FUNDAMENTAL
  23. 23. PRAPETEC PRÁTICA EDUCACIONAL ABERTA
  24. 24. PRAPETEC CONTEXTUALIZAÇÃO O conceito de Prática Educacional Aberta (PEA), foi cunhado em 2010 por meio do projeto The Open Educational Quality Initiative (OPAL). De acordo com Cardoso (2014) este conceito decorre de um processo de amadurecimento do movimento dos Recursos Educacionais Abertos (REA).
  25. 25. PRAPETEC Mas o que é uma Prática Educacional Aberta? Veremos a seguir a definição adotada por alguns grupos de pesquisa e estudiosos da área.
  26. 26. PRAPETEC O QUE É UMA PRÁTICA EDUCACIONAL ABERTA? As Práticas Educacionais Abertas são [...] um conjunto de atividades em torno do design instrucional e execução de eventos e processos destinados a apoiar a aprendizagem. Eles também incluem a criação, uso e reaproveitamento de Recursos Educacionais Abertos (REA) e sua adaptação ao ambiente contextual. (OPAL, 2011, p. 13)
  27. 27. PRAPETEC O QUE É UMA PRÁTICA EDUCACIONAL ABERTA? Ehlers (2010 apud Santos, 2012, p. 86) afirma que as [...] práticas educacionais abertas correspondem ao uso de recursos educacionais abertos de forma a aumentar a qualidade da experiência educacional. Enquanto REA foca em conteúdos e recursos, PEA representa a prática na qual um método educacional é empregado para criar um ambiente educacional no qual REA são utilizados ou criados como recursos de aprendizagem.
  28. 28. PRAPETEC O QUE É UMA PRÁTICA EDUCACIONAL ABERTA? De acordo com Ehlers (2011, p. 3) PEA são [...] práticas que sustentam a (re) utilização e produção de REA por meio de políticas institucionais, promovendo modelos pedagógicos inovadores, respeitando e capacitando alunos como coprodutores no seu caminho de aprendizagem. As PEA estão dirigidas à comunidade de REA: gestores de políticas, gestores/administradores de Instituições, profissionais da educação e alunos.
  29. 29. PRAPETEC O QUE É UMA PRÁTICA EDUCACIONAL ABERTA? Para Conole (2010) PEA são um conjunto de atividades e práticas de apoio à criação, uso e reuso de REA. A autora destaca que existem três importantes dimensões que devem ser levadas em consideração: (Fig. 01) • Os atores sociais engajados na criação, uso, reuso e apoio a utilização de práticas que envolvem REA (criadores, usuários,...); • Os artefatos mediadores que podem ser utilizados para criar e apoiar o uso de REA, ou seja, as ferramentas, recursos e tecnologias; • Os fatores contextuais que impactam sobre a criação, uso ou suporte de REA.
  30. 30. PRAPETEC Fig. 01 – Adaptação de “OEP diagram“. Disponível em: http://e4innovation.com/?p=373
  31. 31. PRAPETEC Vamos conhecer os benefícios da utilização de uma abordagem baseada em PEA? Siga em frente.
  32. 32. PRAPETEC QUAIS SÃO OS BENEFÍCIOS? Pesquisadores e estudiosos como Ehlers, Conole (2010); Amiel (2012); Santos (2012), discutem os benefícios da utilização de uma abordagem baseada em PEA: • Livre acesso ao conhecimento; • Promove a coaprendizagem interinstitucional; • Direcionam para uma postura crítica diante do conhecimento, principalmente diante da expansão do conceito de autoria; • Promovem a flexibilização das configurações de ensino e aprendizagem;
  33. 33. PRAPETEC QUAIS SÃO OS BENEFÍCIOS? • Leva em conta a interação entre as partes interessadas, os elementos organizacionais e recursos; • Pode fornecer uma ponte entre as experiências formais e informais de aprendizagem; • “[...] ajudam a abrir a "caixa preta" da educação, para que todos os atores envolvidos (pais/responsáveis, gestores, alunos, etc.) possam compreender e adotar uma postura crítica diante dos processos de ensino e aprendizagem. É também um convite ao desconhecido.” (AMIEL, 2012, p. 27)
  34. 34. PRAPETEC Mesmo com os diversos benefícios, que vimos anteriormente, existem algumas barreiras para a adoção de PEA.
  35. 35. PRAPETEC QUAIS SÃO AS BARREIRAS? Banzato (2012, p. 155) apresenta as principais barreiras para a adoção de PEA. Veja a seguir: • Tecnologia – Ausência de banda larga e facilidades de acesso à internet e/ou softwares para a criação, compartilhamento e hospedagem de conteúdos; • Financeiro – Falta ou investimento insuficiente em software e hardware necessários para o desenvolvimento e atualização de REA e repositórios;
  36. 36. PRAPETEC QUAIS SÃO AS BARREIRAS? Banzato (2012, p. 155) apresenta as principais barreiras para a adoção de PEA. Veja a seguir: • Social e cultural – Falta de uma cultura de partilha de recursos, típica em um movimento de acesso aberto; • Política e jurídica – A existência de políticas editoriais legais e regulamentares que impedem o movimento de conteúdo aberto.
  37. 37. PRAPETEC Mas como criar uma Prática Educacional Aberta?
  38. 38. PRAPETEC COMO CRIAR UMA PEA? De acordo com McGill et al (2012) a criação de uma PEA envolve muito mais do que apenas o desenvolvimento, difusão e utilização de REA. Assim, a seguir veremos algumas ações para adoção de PEA pela instituição, alunos e professores.
  39. 39. PRAPETEC COMO CRIAR UMA PEA? A instituição pode: • fornecer sistemas institucionais para fazer os recursos educacionais abertos; • mudar estratégias ou políticas institucionais para refletir sobre abordagens abertas; • reconhecer e recompensar a equipe por criar e usar recursos educacionais abertos; • criar cursos abertos como os MOOCs* *Na sequência abordaremos o que é um MOOC.
  40. 40. PRAPETEC COMO CRIAR UMA PEA? Os alunos podem: • encontrar e utilizar os recursos adequados para apoiar a aprendizagem; • criar conteúdo aberto como parte das atividades de aprendizagem; • comentar/avaliar os REA que já foram utilizados; • usar REA para a aprendizagem informal ou aprendizagem baseada na criação.
  41. 41. PRAPETEC COMO CRIAR UMA PEA? Os professores podem: • procurar, adaptar REA para usar em suas aulas; • fazer seus próprios recursos e dispobilizar online; • refletir sobre as abordagens de ensino e aprendizagem – mudar a pedagogia e como os recursos são utilizados, repensar a experiência educacional; • mudar a relação com os alunos – na negociação do currículo e no desenvolvimento e utilização de conteúdos.
  42. 42. PRAPETEC O que é um MOOC?
  43. 43. PRAPETEC O QUE É UM MOOC? Em meio ao cenário de abertura e acesso livre de recursos, uma das mais recentes iniciativas na área educacional é a criação de cursos abertos online: o MOOC (Massive Open Online Courses). Para João Mattar (2012) um MOOC é [...] um curso online (que utiliza diversas plataformas web 2.0 e redes sociais), aberto (gratuito e sem pré-requisitos para participação, mas também sem emissão de certificado de participação) e massivo (oferecido para um grande número de alunos e com grande quantidade de material).
  44. 44. PRAPETEC O QUE É UM MOOC? De acordo com Mota e Inamorato (2012), duas são as características essenciais dos MOOCs: • São cursos abertos – Mesmo estudantes que não estão regularmente matriculados na instituição promotora podem participar. • Permitem escalabilidade – O curso é desenvolvido com o objetivo de atender o crescimento exponencial de matrículas, podendo chegar a centenas de milhares de estudantes participando em cada oferta de curso.
  45. 45. PRAPETEC EXEMPLOS DE MOOC O primeiro curso com características de MOOC foi ofertado em 2007 na Utah State University, por David Wiley. Entretanto, somente em 2011o MOOC “Inteligência Artificial”, promovido pela Universidade de Stanford (com quase 160.000 alunos), ganhou notoriedade (MOTA; INAMORATO, 2012). Desde então, várias iniciativas semelhantes surgiram. Veja a seguir algumas delas.
  46. 46. PRAPETEC EXEMPLOS DE MOOC MITx2 - criado pelo MIT - Massachusetts Institute of Technology - http://ocw.mit.edu/index.htm Udacity - criado em Stanford - http://www.udacity.com edX4 - criado em Harvard em parceria com MIT e Berkeley - https://www.edx.org MOOCEaD - criado por João Mattar e Paulo Simões, primeira experiência de MOOC no Brasil - http://moocead.blogspot.co.uk/
  47. 47. PRAPETEC Chegamos ao fim deste material. Para finalizarmos, vamos refletir sobre o ensino baseado em PEA.
  48. 48. PRAPETEC REFLEXÃO FINAL O ensino baseado em PEA permite a transposição de um paradigma conservador, para um paradigma em que as informações estão disponíveis gratuitamente e professores e alunos são parceiros na criação do conhecimento. Dessa forma, tendo autonomia para produzir seu próprio conhecimento, o aluno torna-se ator no processo ensino-aprendizagem e pode criar, usar ou modificar os REA que podem ser continuamente compartilhados com outros alunos ou professores. (EHLERS; CONOLE, 2010, p. 6)
  49. 49. PRAPETEC
  50. 50. PRAPETEC REFERÊNCIAS AMIEL, Tel. Educação aberta: configurando ambientes, práticas e recursos educacionais. In: SANTANA, Bianca ; ROSSINI, Carolina; PRETTO, Nelson De Lucca (Org.). Recursos Educacionais Abertos: práticas colaborativas e políticas públicas. Disponível em: http://www.livrorea.net.br/livro/livroREA-1edicao- mai2012.pdf BELLONI, Maria Luiza. Educação a Distância. Campinas: Ed. Autores Associados, 1999. BANZATO, Monica (2012). A Case Study of Teachers’ Open Educational Practices. Journal of e-Learning and Knowledge Society, v.8, n.3, 153-163. ISSN: 1826-6223, e-ISSN:1971-8829. Disponível em: ww.editlib.org/d/43263/ CARDOSO, Paula. Práticas Educacionais Abertas. OpenStax_CNX. 16 Mar. 2014 Disponível em: http://cnx.org/content/m49679/1.1/
  51. 51. PRAPETEC REFERÊNCIAS COBO, Cristobal. Open Educational Practices: Khan Academy, Udacity and MITx. Disponível em: http://blogs.oii.ox.ac.uk/cobo/?p=436 CONOLE, Gráinne (2010), Defining Open Educational Practices (OEP), blog post. Disponível em: http://e4innovation.com/?p=373, 25th January 2010. EHLERS, Ulf-Daniel (2011). From Open Educational Resources to Open Educational Practices. eLearning Papers, 23(March), 1–8. Disponível em: http://www.openeducationeuropa.eu/en/article/From-Open-Educational- Resources-to-Open-Educational-Practices EHLERS, Ulf-Daniel; CONOLE, Gráinne (2010). Open Educational Practices: Unleashing the power of OER. Disponível em: http://www.icde.org/filestore/Resources/OPAL/OPALEhlersConoleNamibia.pdf
  52. 52. PRAPETEC REFERÊNCIAS GONÇALVES, Thaísa Antunes. Tendências em MOOCs (MassiveOpen Online Courses): análise a partir do Mooc-list.com. In: SEMINÁRIO DIÁLOGOSEM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA, 2, 2013, Rio Grande. Anais... Rio Grande: FURG,2013, p. 243-252. Disponível em: http://www.sedead.furg.br/images/arquivos/ebook.final%20reparado.pdf LÈVY, Pierre. Cibercultura. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1999. Imagens - Disponível em http://pixabay.com, acesso em: 08 de set. 2014 MATTAR,João.MOOC. Disponívelem: http://joaomattar.com/blog/2012/03/24/mooc/ MCGILL, L.; FALCONER, I.; BEETHAM, H.; LITTLEJOHN, A. (2012) Open practice across sectors: briefing paper. Disponível em: https://oersynth.pbworks.com/w/page/49655750/OpenPracticeAcrossSectors
  53. 53. PRAPETEC REFERÊNCIAS MOTA, Ronaldo; INAMORATO, Andréia. MOOC, uma revolução em curso. Jornal da ciência, 26 de novembro de 2012. Disponível em: http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=85111 OPAL. (2011). Beyond OER: Shifting Focus to Open Educational Practices. Open Education Quality Initiative. Disponível em: https://oerknowledgecloud.org/sites/oerknowledgecloud.org/files/OPAL2011. pdf Open educational practices. (2014). In: Wikipedia, The Free Encyclopedia. Disponível em: http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Open_educational_practices&oldid =604666709
  54. 54. PRAPETEC REFERÊNCIAS Piconez, S. & Nakashima, R. (2012). Formação permanente de educadores, Recursos Educacionais Abertos -REA- e integração dos conhecimentos. In: Okada, A. (Ed.) (2012) Open Educational Resources and Social Networks: Co-Learning and Professional Development. London: Scholio Educational Research & Publishing. Disponível em : http://oer.kmi.open.ac.uk/wp- content/uploads/cap13_alpha.pdf. Acesso em: 08 set. 2014. SANTOS, Andreia Inamorato dos. Educação aberta: histórico, práticas e o contexto dos recursos educacionais abertos. In: SANTANA, Bianca ; ROSSINI, Carolina; PRETTO, Nelson De Lucca (Org.). Recursos Educacionais Abertos: práticas colaborativas e políticas públicas. Disponível em: http://www.livrorea.net.br/livro/livroREA-1edicao-mai2012.pdf TORRES, P. Lupion; IRALA, Esrom, Adriano, F. Aprendizagem colaborativa. In: TORRES, P. Lupion. (Org.) Algumas vias para entretecer o pensar e o agir. Curitiba: Senar, 2007, p. 65-95.
  55. 55. PRAPETEC REFERÊNCIAS VALENTE, Jose Armando. Educação a distância no ensino superior: soluções e flexibilizações. Interface – comunicação, saúde, educação. São Paulo, v.7, n.12, p. 139-148, 2003. Disponível em: http://www.interface.org.br. Acesso em: 12 jan. 2011.

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