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Absolutismo joanino

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Absolutismo joanino

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O Absolutismo Joanino

                       Nome: Patrícia Rocha
                     Ano e Turma: 11ªj, nº21
                    Ano Lectivo: 2012/2013
                      Disciplina: Historia A
                   Professora: Sandra Branco
Introdução
   D.João V encarnou em Portugal, a imagem do rei absoluto.
 Inspirou-se no modelo de D.Luis XIV ao qual admirava.
 Obcecado pelo poder acabou por criar o seu próprio modelo:
 o Absolutismo Joanino.
 O absolutismo surgiu na Europa Ocidental durante os
 séculos XVI,XVII e XVIII.
O Absolutismo
• O absolutismo é um sistema político e administrativo ao qual
  todos os poderes concentram numa só pessoa: o rei. Este detém em
  suas mãos o poder legislativo, executivo e judicial. O poder real
  consistia em quatro caraterísticas imprescindíveis ao rei
  absolutista:
• É sagrado, pois ele é o representante de deus na terra;
• É absoluto, pois o poder está concentrado no rei;
• É paternal, porque ele é o pai da nação e como tal deve proteger
  os seus súbitos;
• E está submetido a razão, pois o rei possuí certas qualidades e
  sabedoria.
Teóricos:
• “Isso é mais do que consentimento ou concórdia, pois resume-se numa
  verdadeira unidade de todos eles, numa só e mesma pessoa, realizada
  por um pacto de cada homem com todos os homens [...] Esta é a geração
  daquele enorme Leviatã, ou antes – com toda reverência – daquele deus
  mortal, ao qual devemos, abaixo do Deus Imortal, nossa paz e defesa”
  [...] É nele que consiste a essência do Estado, que pode ser assim
  definida: ‘Uma grande multidão institui a uma pessoa, mediante pactos
  recíprocos uns aos outros, para em nome de cada um como autora, poder
  usar a força e os recursos de todos, da maneira que considerar
  conveniente, para assegurar a paz e a defesa comum’. O soberano é
  aquele que representa essa pessoa”. – Thomas Hobbes
• “Um príncipe não deve, portanto, importar-se por ser considerado cruel
  se isso for necessário para manter os seus súditos unidos e com fé. Com
  raras exceções, um príncipe tido como cruel é mais piedoso do que os que
  por muita clemência deixam acontecer desordens que podem resultar em
  assassinatos e rapinagem, porque essas consequências prejudicam todo
  um povo, ao passo que as execuções que provêm desse príncipe ofendem
  apenas alguns indivíduos” - Nicolau Maquiavel.
• “ Os príncipes agem como ministros de Deus e seus lugares-tenentes
  sobre a Terra […] É por isso que nós consideramos o trono real não
  como o trono de um homem, mas como o trono do próprio Deus […]”-
  Jacques Béninge Bossuet.
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  • 1. O Absolutismo Joanino Nome: Patrícia Rocha Ano e Turma: 11ªj, nº21 Ano Lectivo: 2012/2013 Disciplina: Historia A Professora: Sandra Branco
  • 2. Introdução D.João V encarnou em Portugal, a imagem do rei absoluto. Inspirou-se no modelo de D.Luis XIV ao qual admirava. Obcecado pelo poder acabou por criar o seu próprio modelo: o Absolutismo Joanino. O absolutismo surgiu na Europa Ocidental durante os séculos XVI,XVII e XVIII.
  • 3. O Absolutismo • O absolutismo é um sistema político e administrativo ao qual todos os poderes concentram numa só pessoa: o rei. Este detém em suas mãos o poder legislativo, executivo e judicial. O poder real consistia em quatro caraterísticas imprescindíveis ao rei absolutista: • É sagrado, pois ele é o representante de deus na terra; • É absoluto, pois o poder está concentrado no rei; • É paternal, porque ele é o pai da nação e como tal deve proteger os seus súbitos; • E está submetido a razão, pois o rei possuí certas qualidades e sabedoria.
  • 4. Teóricos: • “Isso é mais do que consentimento ou concórdia, pois resume-se numa verdadeira unidade de todos eles, numa só e mesma pessoa, realizada por um pacto de cada homem com todos os homens [...] Esta é a geração daquele enorme Leviatã, ou antes – com toda reverência – daquele deus mortal, ao qual devemos, abaixo do Deus Imortal, nossa paz e defesa” [...] É nele que consiste a essência do Estado, que pode ser assim definida: ‘Uma grande multidão institui a uma pessoa, mediante pactos recíprocos uns aos outros, para em nome de cada um como autora, poder usar a força e os recursos de todos, da maneira que considerar conveniente, para assegurar a paz e a defesa comum’. O soberano é aquele que representa essa pessoa”. – Thomas Hobbes
  • 5. • “Um príncipe não deve, portanto, importar-se por ser considerado cruel se isso for necessário para manter os seus súditos unidos e com fé. Com raras exceções, um príncipe tido como cruel é mais piedoso do que os que por muita clemência deixam acontecer desordens que podem resultar em assassinatos e rapinagem, porque essas consequências prejudicam todo um povo, ao passo que as execuções que provêm desse príncipe ofendem apenas alguns indivíduos” - Nicolau Maquiavel.
  • 6. • “ Os príncipes agem como ministros de Deus e seus lugares-tenentes sobre a Terra […] É por isso que nós consideramos o trono real não como o trono de um homem, mas como o trono do próprio Deus […]”- Jacques Béninge Bossuet.
  • 7. • “Nada havendo de maior sobre a terra, depois de Deus, que os príncipes soberanos, e sendo por Ele estabelecidos como seus representantes para governarem os outros homens, é necessário lembrar-se de sua qualidade, a fim de respeitar-lhes e reverenciar-lhes a majestade com toda a obediência, a fim de sentir e falar deles com toda a honra, pois quem despreza seu príncipe soberano, despreza a Deus, de Quem ele é a imagem na terra.” -Jean Bodin.
  • 9. • D. João V era filho de Pedro II e de Maria Sofia, condessa palatina de Neoburgo. Nasceu em Lisboa, a 22 de Outubro de 1689 e morreu em Lisboa em 31 de Julho de 1750. O rei D. João V foi o primeiro rei absolutista português denominado de “Rei-Sol português” ou “Magnânimo”. Este casou a 9 de Julho de 1708 em Viena, na Catedral de Santo Estêvão, com  D. Maria Ana. Foi educado por Jesuítas que lhe ensinaram o castelhano, o francês, o italiano e matemática.  
  • 10. D.Maria Ana e D.João V
  • 11. • Iniciou o seu reinado em tempo de guerra, pois nessa altura Portugal estava em guerra na sucessão de Espanha á qual temia que esta se cria- se uma ligação com França, o que para Portugal seria devastador. Estes mais tarde acabaram por entrar em estado de paz, com assinatura de tratados. No entanto os lusos afirmam que: “Portugal não retirou da paz as merecidas compensações”.
  • 12. O Absolutismo Joanino • A 9 de Dezembro de 1706 o rei D.João V tinha apenas 17 anos. Quando este jovem subiu ao trono sonhava com a grandeza para si e para o seu reino. Estas acabaram por se concretizar, devido as descobertas de ouro no Brasil, durante o reinado joanino. No fundo foi este ouro que, alimentou a grandeza e a ostentação real.
  • 13. O Absolutismo Joanino    Durante aquela época a figura mediática de D.Luis XIV determinou o governo em Portugal, visto que D.João V para além de o admirar seguiu o seu modelo, no que toca á autoridade e a magnificência. Esta situação tornou-se evidente quando D.João V recusou reunir as cortes, tomando o controle da administração pública e a superioridade que exercia face á nobreza.
  • 14. O Absolutismo Joanino • Este rei era tão temido como amado. Era um justiceiro e fiel aos seus deveres, pois aboliu o direito de asilo que possuíam os conventos e as casas dos grandes fidalgos, deste modo realçava-se a superioridade do rei face aos vários estratos sociais.
  • 15. • O rei impunha a sua figura régia através da etiqueta e do luxo. Através das suas vestes francesas e da longa cabeleira. A preferência pelos espetáculos, ópera, fogos de artifícios, banquetes, bailes , jogos e teatros. A sua corte faustosa e submissa á superioridade do mesmo. Evidenciam como o rei era o centro das atenções, e por sua vez o centro do poder. Este também era dedicado as artes e as letras.
  • 16. • Promovia a importância das bibliotecas, obras literárias. Fundou a Real Academia de Historia. Construiu várias infraestruturas, entre as quais: o Convento de Mafra, Aqueduto das Águas Livres, Igreja e Torre dos Clérigos, a Biblioteca da Universidade de Coimbra e o Palácio de Queluz.
  • 17.     Estas obras só demonstravam a sua magnificência entre as quais o Convento de Mafra. Símbolo de um reinado onde se insere toda a sua ostentação, brilho, autoridade e poder em plena época barroca.
  • 22. • Em termos de política externa o rei procurou sempre manter a neutralidade face as guerras, porém salvaguardou os interesses do reino das colonias e do comércio. Contudo, o monarca entreviu para apoiar o papa contra os Turcos, onde lhe foi cabido o título de “Fidelíssimo” e consequentemente um aumento de prestígio internacional. O mesmo se passou com o envio de numerosas embaixadas a Viena, a Paris e a Roma com os seus coches talhado a ouro. A distribuição de moedas de ouro/prata pela população, com o objetivo de demonstrar a sua riqueza e do seu reino no estrangeiro. Estas magnificaram as representações diplomáticas através do nosso rei magnânimo.
  • 24. Conclusão • O ser governo repleto de ostentação e poder determinaram um verdadeiro reinado absolutista. Deste modo o rei D.João V tornou-se uma figura emblemática na nossa historia. 
  • 25. Webgrafia • Livro de historia do 11 ano-“ O Tempo da Historia”. • Sites consultados: • http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_V_de_Po • http://www.slideshare.net/anabelasilvasobral/o-rein