Evolução do desenvolvimento infantil desenho

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Evolução do desenvolvimento infantil desenho

  1. 1. EVOLUÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INFANTIL Alguns sites na Internet - AMI : http://www.portugalnet.pt/ami - Família : http://wwworbita. starmédia.htm - Manual da criança : http://www.apa-cdc.pt/manual/item13.htm - Psicologia escolar e do desenvolvimento humano: http://www.usp.br/ip/posg/psa/htm Evolução Do Desenvolvimento Infantil 1 year ago • • Favorite • Download • Embed • Zipcast • • Email More… • • 340 x 284 425 x 355 510 x 426 595 x 497 × 0 comments Embed Video Post Comment Subscribe to comments
  2. 2. Edit your comment Update Cancel Speaker Notes on slide 9 Evolução Do Desenvolvimento Infantil Presentation Transcript 1. Módulo - Evolução do Desenvolvimento infantil Desenvolvimento Sexual infantil 2. o No módulo a Evolução do Desenvolvimento Infantil, foi-nos proposto fazer uma pesquisa sobre o mesmo, onde eu escolhi o tema do desenvolvimento sexual infantil que é a meu ver um assunto da actualidade e que há sempre alguma preocupação da parte dos pais com seus filhos logo a partir da infância. 3. o Já faz quase um século que Freud descreveu a sexualidade infantil, escandalizando a sociedade daquela época. Desde então, muito se estudou e falou sobre este assunto e, mais recentemente, com a inclusão da educação sexual nas escolas, os pais estão a dar conta de que as antigas fórmulas de se afastarem do problema já não funcionam mais. 4. o As crianças sofrem cada vez mais a influência por parte da televisão, de amigos, de parentes, de vigilantes de crianças e empregadas, muitas vezes recebem informações erradas e prejudiciais. Se nós, os pais, conseguirmos
  3. 3. manter uma relação aberta com nossos filhos, poderemos discutir e intervir no que não nos parece correcto. 5. o Frequentemente temos dúvidas sobre o que responder e até onde responder às perguntas dos filhos. Queremos que nossos filhos sejam mais bem preparados do que nós fomos, e que vivam sua sexualidade de forma mais consciente, mas não sabemos como fazê-lo. 6. o É importante, primeiro, que nos remetamos às nossas próprias dúvidas a este respeito quando éramos crianças e a como teríamos gostado que tivesse sido a nossa orientação. Desta forma fica mais fácil entender a curiosidade dos filhos. 7. o A sexualidade é uma coisa natural nos seres humanos, é uma função como tantas outras. Frequentemente estimulamos a evolução dos filhos em vários aspectos (comer sozinhos, andar, ler...), mas com a sexualidade somos cuidadosos e até mesmo preconceituosos. 8. o A criança fica com a sensação de que faltam partes do seu corpo - elogiamos olhos, perninhas, cabelos e outros, mas não falamos nos seus órgãos sexuais. 9. o A educação sexual é um processo para a vida inteira, teremos tempo de melhorar o que não conseguirmos explicar da forma como gostaríamos. Não é fácil para os pais que não foram educados desta forma na sua infância, mas o importante é tentar melhorar a educação que possam oferecer a seus filhos. 10. o Dependendo da atitude dos pais, as crianças aprendem se o sexo é bonito ou feio, certo ou errado, conversável ou não. 11. o Até há bem pouco tempo, dizia-se às crianças que elas tinham sido trazidas por uma cegonha, ou que tinham ido buscá-las ao hospital, ou ainda que teriam saído do botão de uma flôr, etc. Hoje, sabemos que não há necessidade de mentir às crianças, mesmo porque elas são muito mais espertas, recebem informações de várias fontes, e, portanto, estas "mentiras" só vão servir para nos desacreditar diante deles. 12. o Não pode ser considerado feio falar de algo que é natural. O melhor a fazer é falar a verdade, introduzindo neste momento palavras científicas ( pênis, vagina) para que possamos mostrar a seriedade do assunto, evitando assim gozações, malícia, palavras de duplo sentido.
  4. 4. 13. o Inicialmente, as dúvidas das crianças dizem respeito às diferenças anatômicas entre os sexos e ao nascimento propriamente dito. Elas fazem as suas próprias teorias sexuais, hipóteses acerca de como os bebés vão parar nas barrigas de suas mães. Aos poucos, estas teorias vão sendo questionadas e surgem então as dúvidas a respeito de como são feitos, enfim . 14. o As respostas devem ser simples e claras, não havendo necessidade de responder além do que lhe for perguntado. Dar respostas insuficientes faz com que a criança pergunte mais e mais ou, ainda, que vá procurar as respostas em outras fontes que nem sempre são confiáveis; por outro lado, dar respostas extensas demais, também não é indicado, é preciso dar respostas de acordo com o que a criança for perguntando. 15. o As vantagens de conversar com os filhos sobre sexo desde as primeiras dúvidas são: o aumentar a intimidade e a afectividade entre si; o abrir caminhos para que se possa conversar sobre tudo; 16. o informar correctamente, reduzindo as fantasias e a ansiedade delas decorrentes; o e, por fim: o prevenir gravidez indesejável e contaminações por doenças sexualmente transmissíveis, como a sífilis, a sida, entre outras . 17. o Muito importante será nossa atitude ao responder às perguntas: o tom de voz, a segurança nas informações, o facto de estarmos ou não à vontade, tudo isto é captado pela criança também sob a forma de informação . 18. o Há ainda a frequente dúvida sobre quem deve falar com a criança. O ideal será sempre que o casal possa fazer isto os dois, pois ofereceram visões diferentes e enriquecedoras, mas dependerá da identificação que a criança tiver com os pais ou com um deles em especial naquela fase da vida, ou, ainda, do temperamento de cada um. 19. o Pode ser mais fácil para um dos dois tocar neste assunto, evitando o "jogo do empurra". Ajudará muito o casal discutir claramente entre si antes de conversar com a criança.
  5. 5. 20. o É possível que surjam algumas dúvidas de que como usar as palavras. Não é necessário ser especialista, mas acessível. À criança de menos de cinco anos, é preciso ser mais claro e preciso, já as maiores podem compreender uma infor o mação mais elaborada. o Não é preciso ser especialista para dar uma informação suficientemente boa. 21. o O facto é que estaremos no caminho certo se nossos filhos pensarem: "Vou perguntar a mãe e ao pai e eles esclarecem as minhas dúvidas ". Se por acaso não puderem responder no momento, esclareçam qual é a dúvida e digam que responderam assim que puderem. Não finjam que "esqueceram" de responder. Se sentirem vergonha, digam. Pais humanos permitem uma maior identificação e autoconfiança . 22. o No final desta exposição, concluimos que podemos ajudar os nossos filhos a terem uma educação sexual mais aberta e sem tabús, para que eles não tenham nunca receio de falar destes assuntos, com as pessoas em que mais confiam, os pais ou educadores. E assim os pais mais tarde não pensarem que poderiam ter feito melhor pela educação sexual dos seus filhos, e tambem podendo evitar algum desgosto ou mágua. 23. o Não nascemos ensinados e somos frutos da educação que tivemos. Assim como nossos pais, certamente fazemos o melhor que somos capazes, e será muito bom que possamos ter a oportunidade de repensar algumas situações e atitudes. 24. MARÍLIA TAVARES 2009 Fases do Desenvolvimento do Desenho Infantil O desenho é anterior á linguagem escrita e é considerado uma das antigas formas de comunicação do ser humano (desenhos rupestres). É uma fonte
  6. 6. frutífera de informação e compreensão da personalidade, sendo que ele não se constitui uma reprodução fiel da realidade e sim uma interpretação da realidade: uma maneira de ver as coisas e de se colocar diante delas. Segundo a psicanálise o inconsciente fala por meio de imagens simbólicas... E segundo Lowenfeld o desenho tem as seguintes fases: •Garatuja desordenada •Garatuja ordenada •Garatuja nomeada •Pré-esquemática GARATUJA DESORDENADA (1 A 2 ANOS): Não tem consciência de que o risco é consequência de seu movimento com o lápis (RELAÇÃO TRAÇO-GESTO). Não olha para o que faz. Segura o lápis de várias maneiras, com as duas mãos alternadamente. Todo o corpo acompanha o movimento. Faz figuras abertas (linhas verticais ou horizontais), num movimento de vaivém. GARATUJA ORDENADA (A PARTIR DE 2 ANOS): Descobre a relação gesto-traço e se entusiasma muito. Passa a olhar o que faz, começa a controlar o tamanho, a forma e a localização no papel. Varia as cores intencionalmente. Começa a fechar suas figuras de formas circulares ou espiraladas. GARATUJA NOMEADA (A PARTIR DOS 3 ANOS): Representa intencionalmente um objeto concreto , através de uma imagem gráfica. Passa mais tempo desenhando. Distribui melhor os traços pelo papel descrevendo verbalmente o que fez e começa a anunciar o que vai fazer. Alguns movimentos circulares associados a verticais começam a dar forma a uma figura humana (esquema céfalo-caudal: a cabeça vai ser desenhada maior que o corpo. PRÉ-ESQUEMÁTICA (4 AOS 6 ANOS): Nessa fase aparece a descoberta da relação entre desenho, pensamento e realidade. Quanto aos espaços, os desenhos são dispersos inicialmente, não relacionados entre si. A representação da figura humana evolui em complexidade e organização: aparecem lentamente os braços, as mãos, os pés, muitas vezes com vários dedos, radiados, e às vezes aparece o corpo. A criança desta fase ainda não é capaz de organizar graficamente um todo coerente. Os objetos são desenhados de forma solta e a relação entre eles é subjetiva (posição satélite). Em relação a cor, a escolha é subjetiva e ligada as emoções do vivido. A elaboração da figura humana está intimamente ligada á significação simbólica que as diversas partes do corpo têm para sua história pessoal, para a forma como a criança se percebe frente ao mundo. Assim, omissões, sombreamentos ou distorções podem representar conflitos internos. Enfim, é muito importante a criança ter oportunidade de se expressar seja através de desenho ou brincadeira. Dessa forma, estará vivenciando questões internas (muitas vezes conflitantes), ou seja, através do desenho e/ou brincadeira a criança "põe para fora" aquilo que ainda não dá conta de resolver. E cabe a nós, professores estarmos atentos as
  7. 7. várias maneiras de expressões não-verbais (tão importantes quanto as convencionais), pois elas podem nos dar indícios do que a criança vive, experimenta ou sente. Portanto, fiquemos atentos! Referências bibliográficas: •Avaliação Psicopedagógica da criança de 0 a 6 anos/Vera Barros de Oliveira e Nádia A. Bossa (orgs.) – Petropólis, RJ: Vozes, 1994. •http://www.nead.unama.br/bibliotecavirtual/monografias/grafismo_infantil.pdfrafias/grafis mo_infantil.pdf Publicada por Carla Valente em 23:14 Etiquetas: Desenho infantil

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