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Homossexualismo e a igreja

Luiz Neto
Luiz Neto

Palestra

1 de 58
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HOMOSSEXUALISMO “E” A IGREJA
Considerações
Frank Ribeiro
Teólogo e Psicólogo. Pós-graduado (especialização) em bioética. pós-graduação em docência do ensino
superior religioso, mestre em temas de psicologia - especialidade família.
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
Primeira questão que quero levantar jaz na proposta do tema:
Homossexualismo e a Igreja.
 Primeiro elemento que chamo atenção é sobre o discurso da “academia” e
das “mídias sociais” em afirmar que a igreja como um espaço
preconceituoso em relação ao tema. Até onde esta afirmação é verdadeira,
tem elemento de verdade, ou é um rótulo injusto?
 Segundo elemento que chamo atenção é a minha escolha de entre “e” e não “na”;
entendo que a diferença que estabelece entre “e” e “na” merecem perspectivas de
abordagem com contornos diferentes. Desta forma, para uma igreja pensar a
questão do homossexualismo “nela”, antes deve resolver a sua relação “com” o
homossexualismo.
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
 A segunda questão diz respeito ao fenômeno em si:
Homossexualismo (ou homossexualidade?).
 Há uma discursão em torno do termo homossexualismo e
sua vinculação ao processo histórico sobre o comportamento
homossexual. O raciocínio é bem simples, e, ao meu ver, tem
lógica no desenvolvimento da questão no contexto social.
 O termo homossexualismo, de fato se vincula ao
comportamento homossexual, e que era tratado como sendo
uma DOENÇA MENTAL. Como sendo uma psicopatologia. E
não é isto! Homossexualidade é um comportamento. É pura e
simplesmente uma escolha. Certamente que um universo de
variáveis estão em torno desta escolha.
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
 Como reflexo do preconceito social, a igreja reflete
também este preconceito, até porque a igreja é
composta por pessoas que estão imersas na sociedade.
E falando de “sociedade moderna”, o preconceito ocorre
de forma hipócrita, considerando que as pessoas se
comportam pelo “politicamente correto”;
 Na igreja, o preconceito, além de ter o reflexo direto da
sociedade, tem o reflexo particular da forma como as
pessoas fazem a leitura do texto bíblico, e a
interpretação do mesmo. Mais a frente evidenciarei este
pensamento.
CONTEXTO HISTÓRICO
Um brevíssimo olhar no contexto histórico.
 O que é o COMPORTAMENTO homossexual? Refere-se ao
comportamento em que uma pessoa sente atração física, com
componentes emocionais, por outra pessoa mesmo sexo.
 É um comportamento presente na vida do ser humano “desde sempre”.
Portanto, não é um comportamento que surge com a sociedade moderna.
Até o presente não tem conhecimento de sociedade em que não haja o
COMPORTAMENTO HOMOSSEXUAL.
 A perseguição e violência contra pessoas que se assumem publicamente
com seu comportamento homossexual desencadeou uma série de
confrontações entre quem concorda e quem discorda.
A prevalência da homossexualidade entre
os humanos é difícil de determinar com
precisão; há estudos que indicam uma
prevalência de 2% a 13% de indivíduos
homossexuais na população; outros
estudos sugerem que aproximadamente
22% da população apresente algum grau
de tendência homossexual.
PREVALÊNCIA
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Homossexualismo e a igreja

  • 1. HOMOSSEXUALISMO “E” A IGREJA Considerações Frank Ribeiro Teólogo e Psicólogo. Pós-graduado (especialização) em bioética. pós-graduação em docência do ensino superior religioso, mestre em temas de psicologia - especialidade família.
  • 2. CONSIDERAÇÕES INICIAIS Primeira questão que quero levantar jaz na proposta do tema: Homossexualismo e a Igreja.  Primeiro elemento que chamo atenção é sobre o discurso da “academia” e das “mídias sociais” em afirmar que a igreja como um espaço preconceituoso em relação ao tema. Até onde esta afirmação é verdadeira, tem elemento de verdade, ou é um rótulo injusto?  Segundo elemento que chamo atenção é a minha escolha de entre “e” e não “na”; entendo que a diferença que estabelece entre “e” e “na” merecem perspectivas de abordagem com contornos diferentes. Desta forma, para uma igreja pensar a questão do homossexualismo “nela”, antes deve resolver a sua relação “com” o homossexualismo.
  • 3. CONSIDERAÇÕES INICIAIS  A segunda questão diz respeito ao fenômeno em si: Homossexualismo (ou homossexualidade?).  Há uma discursão em torno do termo homossexualismo e sua vinculação ao processo histórico sobre o comportamento homossexual. O raciocínio é bem simples, e, ao meu ver, tem lógica no desenvolvimento da questão no contexto social.  O termo homossexualismo, de fato se vincula ao comportamento homossexual, e que era tratado como sendo uma DOENÇA MENTAL. Como sendo uma psicopatologia. E não é isto! Homossexualidade é um comportamento. É pura e simplesmente uma escolha. Certamente que um universo de variáveis estão em torno desta escolha.
  • 4. CONSIDERAÇÕES INICIAIS  Como reflexo do preconceito social, a igreja reflete também este preconceito, até porque a igreja é composta por pessoas que estão imersas na sociedade. E falando de “sociedade moderna”, o preconceito ocorre de forma hipócrita, considerando que as pessoas se comportam pelo “politicamente correto”;  Na igreja, o preconceito, além de ter o reflexo direto da sociedade, tem o reflexo particular da forma como as pessoas fazem a leitura do texto bíblico, e a interpretação do mesmo. Mais a frente evidenciarei este pensamento.
  • 5. CONTEXTO HISTÓRICO Um brevíssimo olhar no contexto histórico.  O que é o COMPORTAMENTO homossexual? Refere-se ao comportamento em que uma pessoa sente atração física, com componentes emocionais, por outra pessoa mesmo sexo.  É um comportamento presente na vida do ser humano “desde sempre”. Portanto, não é um comportamento que surge com a sociedade moderna. Até o presente não tem conhecimento de sociedade em que não haja o COMPORTAMENTO HOMOSSEXUAL.  A perseguição e violência contra pessoas que se assumem publicamente com seu comportamento homossexual desencadeou uma série de confrontações entre quem concorda e quem discorda.
  • 6. A prevalência da homossexualidade entre os humanos é difícil de determinar com precisão; há estudos que indicam uma prevalência de 2% a 13% de indivíduos homossexuais na população; outros estudos sugerem que aproximadamente 22% da população apresente algum grau de tendência homossexual. PREVALÊNCIA CONTEXTO HISTÓRICO
  • 7. Em diversas culturas, orientais e ocidentais, há relatos da prática da homossexualidade. Pode-se citar, por exemplo, os gregos e romanos. A prática da homossexualidade era exaltada. CULTURAS CONTEXTO HISTÓRICO
  • 8. Em Roma aceitava-se relações de homens mais velhos com mais jovens, e repudiava- se relações de homens mais velhos entre si, atribuindo à primeira relação uma troca de experiências capaz de mudar o destino do mais jovem, e à segunda uma espécie de desgraça. CULTURAS CONTEXTO HISTÓRICO E este é um fator histórico fundamentalmente importante para se pensar a HOMOSSEXUALIDADE COMO UM COMPORTAMENTO, e, pode-se dizer, inclusive que, em muitas situações, um comportamento seletivo de conveniência, como é observado nos dias de hoje, entre os mais jovens, que ao declarar-se homossexual, o fazem do lugar de pertença a uma comunidade “glamourosa” .
  • 9. No contexto histórico-bíblico, a longínqua Sodoma (e Gomorra) (Gênesis 13:13; 18:20,21; 19:1-11), como um centro de prática da homossexualidade, faz os dias de hoje parecer fichinha. CULTURAS CONTEXTO HISTÓRICO
  • 10. Existem países onde os comportamentos homossexuais são crimes com penalidades severas, incluindo a pena de morte. Por exemplo, o Irã condena homossexuais ao enforcamento, enquanto a Arábia Saudita os apedreja. CULTURAS CONTEXTO HISTÓRICO
  • 11. Quando pensarmos a categoria HOMOSSEXUALIDADE, é preciso pensar simultaneamente, a dimensão PESSOA HUMANA. Neste sentido, nos últimos 40 anos houve muitos ganhos em torno do movimento LGBT. ORGANIZAÇÕES RECONHECIMENTO DO COMPORTAMENTO
  • 12. Em 1973, a Associação Americana de Psiquiatria deixou de classificar a homossexualidade como um transtorno. Em 1975, a Associação Americana de Psicologia adotou o mesmo procedimento. ORGANIZAÇÕES RECONHECIMENTO DO COMPORTAMENTO
  • 13. Em 1984, a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) posicionou-se contra a discriminação e considerou a homossexualidade algo que não prejudica a sociedade. Em 1985, o Conselho Federal de Psicologia (CFP), deixou de considerar a homossexualidade um desvio sexual. ORGANIZAÇÕES RECONHECIMENTO DO COMPORTAMENTO
  • 14. No dia 17 de maio de 1990, a Assembleia-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da sua lista de doenças mentais, da Classificação Internacional de Doenças (CID) ORGANIZAÇÕES RECONHECIMENTO DO COMPORTAMENTO
  • 15. A MILITÂNCIA ORGANIZADA PARADA DE 1970 EM SÃO FRANCISCO
  • 16. Vários fatores, certamente, contribuíram para que surgisse uma MILITÂNCIA ORGANIZADA em torno do assunto homossexualidade, inclusive a questão da violência contra os homossexuais. MILITÂNCIA A MILITÂNCIA ORGANIZADA
  • 17. No entanto, dizer que a militância em torno da homossexualidade é por conta de ser “minoria”, é uma das maiores desonestidade que se pode ter no âmbito deste debate. É uma desonestidade perversa. MILITÂNCIA A MILITÂNCIA ORGANIZADA
  • 18. Sabe-se que em torno da MILITÂNCIA ORGANIZADA da homossexualidade há um jogo de interesses econômicos e políticos muito poderoso. MILITÂNCIA A MILITÂNCIA ORGANIZADA
  • 19. A Militância Organizada em torno da questão homossexualidade opera, fundamentalmente, na INSTÂNCIA POLÍTICA. MILITÂNCIA A MILITÂNCIA ORGANIZADA
  • 20. Os partidos de ESQUERDA, têm uma postura, tipo uma de AGENDA DE INTENSÕES. A ideia geral é fazer ações articuladas em torno de tudo e todos que não concordam com eles. MILITÂNCIA A MILITÂNCIA ORGANIZADA
  • 21. DISCURSOS DESONESTOS Nesta questão há muitos discursos desonestos...
  • 22. O FALSO DISCURSO DO “CIENTIFICAMENTE COMPROVADO” Vários cientista de orientação homossexual, assume publicamente, um discurso desonesto em torno da chamada “Teoria Genética da Homossexualidade”. Este é um dos comportamentos mais, visceralmente, repugnável da militância homossexual. É uma quebra da ética e da deontologia.
  • 23. QUEM NÃO CONCORDA É “HOMOFÓBICO” Esta é uma postura digna de todo repúdio. Os militantes, neste sentido, são conscientemente perversos! O simples fato de alguém dizer: “não concordo com o comportamento homossexual; entendo que a relação sexual deva ser entre um homem e uma mulher”. É o suficiente para haver para muito acusação de homofobia.
  • 24. INDÚSTRIA GRATUITA DOS PROCESSOS JUDICIAIS Há claramente uma agenda dentro da militância da homossexualidade no sentido de “dar o máximo” de trabalho para aqueles que se expressam contra o comportamento homossexual e que são pessoas de expressão pública, de mídia.
  • 25. UMA MINORIA PRIVILEGIADA Disse anteriormente que dizer que a militância em torno da homossexualidade é por conta de ser “minoria”, é uma das maiores desonestidade que se pode ter no âmbito deste debate. Pergunto: os homossexuais são melhores que os índios? São melhores que os cadeirantes? E, afinal, o que é minoria? Quem são as minorias no Brasil?
  • 26. IDEOLOGIA FALSEADA DE SOCIAL O cúmulo do falso discurso, que revela o nível mais elevado de perversidade, acontece quando uma postura fundamentalmente ideológica, se traveste de programa social.
  • 27. HOMOSSEXUALISMO E IGREJA... Considerações A pergunta chave que deve ser feita, no meu entendimento, é: Por que se fala tanto em homossexualismo?
  • 28. CONSIDERANDO O QUE APRESENTEI SOBRE MILITÂNCIA ORGANIZADA, É PRECISO ENTENDER TRÊS PONTOS CHAVES NA BASE CENTRAL DA MILITÂNCIA GAY NO BRASIL HOMOSSEXUALISMO E IGREJA... Considerações
  • 29. TRÊS PONTOS CHAVES NA BASE CENTRAL DA MILITÂNCIA GAY NO BRASIL 1) Atacar firmemente a família nuclear. Nossa afirmação: MACHO e FÊMEA é da ordem do biológico e NÃO da cultura
  • 30. TRÊS PONTOS CHAVES NA BASE CENTRAL DA MILITÂNCIA GAY NO BRASIL 2) Atacar firmemente o Cristianismo e a cultura judaico-cristã, como sendo os responsáveis pela perseguição aos homossexuais no mundo. Existe uma manipulação discursivo em torno dos termos “PATRIARCAL” e “IGREJA”
  • 31. TRÊS PONTOS CHAVES NA BASE CENTRAL DA MILITÂNCIA GAY NO BRASIL Por exemplo: a militância chama os evangélicos de FUNDAMENTALISTAS. Qual o sentido atribuído? 3) O uso de uma engenharia social, por meio do discurso, com uma semântica seletiva, no uso de termos ROTULANTES, de forma pejorativa e negativa.
  • 32. CONSIDERANDO O QUE APRESENTEI SOBRE MILITÂNCIA ORGANIZADA, É PRECISO ENTENDER SEIS PONTOS ESPECÍFICOS NA BASE CENTRAL DA MILITÂNCIA GAY NO BRASIL HOMOSSEXUALISMO E IGREJA... Considerações
  • 33. SEIS PONTOS ESPECÍFICOS NA BASE CENTRAL DA MILITÂNCIA GAY NO BRASIL Provérbios 22: 6 se aplica a qualquer tipo de caminho. 1) Um foco nas crianças, tendo como elemento norteador a educação
  • 34. SEIS PONTOS ESPECÍFICOS NA BASE CENTRAL DA MILITÂNCIA GAY NO BRASIL Quantos blogs e site são patrocinados pelos partidos de esquerda, como tentáculos das propostas? 2) Uma “mídia social” militante. Quantos moços e moças, na faixa dos 16 aos 20 anos estão nos corredores da câmara e do senado, buscando os políticos que pensam contrário ao movimento gay, no sentido de dar “canseira”?
  • 35. SEIS PONTOS ESPECÍFICOS NA BASE CENTRAL DA MILITÂNCIA GAY NO BRASIL Um bom exemplo é a indústria dos brinquedos; a história em quadrinhos, etc 3) Por meio da “mídia militante”, uma massificação da “normatividade” da homossexualidade. É cada vez mais crescente, o número de comerciais feitos por homens travestidos de mulheres...Gente, quantas mulheres (atrizes e modelos) existem neste país que poderiam, por exemplo, fazer o comercial do BB
  • 39. SEIS PONTOS ESPECÍFICOS NA BASE CENTRAL DA MILITÂNCIA GAY NO BRASIL Professores, em universidades públicas e privadas, que desviam, propositadamente, o programa da disciplina para focar a militância gay. 4) Uma “academia” militante. E, neste sentido, é lamentável vermos os nossos jovens se comportamento no “politicamente correto”. Não queremos que eles se exponham ao debate inútil, mas desejamos que eles seja como “o Sol da justiça”
  • 40. SEIS PONTOS ESPECÍFICOS NA BASE CENTRAL DA MILITÂNCIA GAY NO BRASIL Quem não concorda com o COMPORTAMENTO homossexual é taxado de homofóbico e de alimentar o discurso do ódio. 5) Criminalização da opinião contrária. O que dizer do ativista gay, Marcio Retamero – da igreja Comunidade Metropolitana Betel – que em maio de 2012 na Comissão de Direitos Humanos e Minorias e a Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados realizaram o IX Seminário LGBT no Congresso Nacional - Respeito à Diversidade se Aprende na Infância: Sexualidade, Papéis de Gênero e Educação na Infância e na Adolescência, usa termos pejorativos (“religiosos fundamentalista desgraçados)
  • 41. SEIS PONTOS ESPECÍFICOS NA BASE CENTRAL DA MILITÂNCIA GAY NO BRASIL 6) A igreja, ainda considerada evangélica, que se rendeu à política, comendo na mesa de Faraó e bebendo no cálice de Herodes.
  • 42. NÓS, COMO IGREJA, PRECISAMOS PENSAR ALGUNS PONTOS DA NOSSA RELAÇÃO COM AS DEMANDAS DA HOMOSSEXUALIDADE. HOMOSSEXUALISMO E IGREJA... Considerações Certamente que os pontos que vou apresentar, estão relacionados à minha visão, mas julgo que eles representam bem o quadro geral que vivemos como igreja diante da demanda do assunto
  • 43. 1) A IGREJA PRECISA ENTENDER A SEXUALIDADE COMO BÊNÇÃO. E PONTO FINAL. HOMOSSEXUALISMO E IGREJA... Considerações A mim fica muito evidente que a grande dificuldade que a igreja tem de lidar com a questão do COMPORTAMENTO das pessoas que fazem a opção de viver a homossexualidade, é porque ela tem dificuldade de olhar para a sexualidade de forma natural. E isto é tão sério que vou precisar dizer aqui que com esta minha colocação não estou dizendo que alguém que fez a opção pela homossexualidade está certa.
  • 44. 1) A IGREJA PRECISA ENTENDER A SEXUALIDADE COMO BÊNÇÃO. E PONTO FINAL. HOMOSSEXUALISMO E IGREJA... Considerações Estou dizendo que a questão da homossexualidade sempre existiu e sempre existirá, e, que, portanto, se alguém fez esta opção, é uma opção dela, podemos não concordar, mas deve ser respeitada.
  • 45. 1) A IGREJA PRECISA ENTENDER A SEXUALIDADE COMO BÊNÇÃO. E PONTO FINAL. HOMOSSEXUALISMO E IGREJA... Considerações A questão da homossexualidade se torna um problema para igreja, quando ela tenta negar a realidade do fenômeno.
  • 46. 2) A IGREJA PRECISA ENTENDER QUE O SEXO TEM NA PROCRIAÇÃO UM MARCO, MAS ESTE NÃO É ABSOLUTO HOMOSSEXUALISMO E IGREJA... Considerações A procriação não precede a companhia. Não adianta ter filhos e ser consumido pela solidão. Não é o “crescei e multiplicai” que traz Eva para Adão, foi solidão, na necessidade do coespecífico. Não concordo com o COMPORTAMENTO ou OPÇÃO homossexual porque quebra o princípio da coespecificidade, o princípio que sustenta a procriação.
  • 47. 3) A IGREJA NO TRATO DO SEXO, DA SEXUALIDADE E ESPIRITUALIDADE PRECISA “DESMISTIFICAR” O SEXO COMO SENDO “COISA SÓ DA CARNE”. HOMOSSEXUALISMO E IGREJA... Considerações “Como parte do desenvolvimento do livro "Ato Sexual: Um Ato de Espiritualidade", gostaria de contar com a sua participação nesta breve pesquisa, que é totalmente anônima, não tem nenhum meio de identificação do participante”
  • 52. 4) A IGREJA NO TRATO DO SEXO E DA SEXUALIDADE TEM OS SEUS PRECONCEITOS VELADOS. HOMOSSEXUALISMO E IGREJA... Considerações CELIBATO
  • 53. 5) A IGREJA PRECISA LIDAR, NOS POUCOS TEXTOS QUE TRATAM DE FORMA DIRETA SOBRE A HOMOSSEXUALIDADE, FAZENDO UMA CLARA SEPARAÇÃO ENTRE A LEI MORAL DE ISRAEL E A GRAÇA COMPROMETEDORA DO EVANGELHO. HOMOSSEXUALISMO E IGREJA... Considerações Gênesis 19 Levíticos 18:22, levíticos 20:13, Deuteronômio 22:5; 23:18; Ezequiel 16:49- 50, Romanos 1:26,27, 1 coríntios 6:9, judas 1:7-8, 1 Timóteo 1:8-10.
  • 54. 6) TER UMA POSIÇÃO FIRME E CRITICAMENTE SEGURA, QUANTO AS FALÁCIAS DA CHAMADA “IGREJA INCLUSIVA”, COM SUA “TEOLOGIA INCLUSIVA”. HOMOSSEXUALISMO E IGREJA... Considerações Uma das estratégias mais sutis da militância gay no Brasil foi recrutar militantes para agir na ação “PASTORAL GAY”
  • 55. 7) TER UM DIÁLOGO PERMANENTE COM OS GRUPOS JOVENS DA IGREJA; E UM FREQUENTE TRABALHO DE ALERTA COM OS PAIS. HOMOSSEXUALISMO E IGREJA... Considerações A globalização como fator determinante para o aumento exponencial de pessoas que se dizem homossexuais. O bom exemplo disto são as comunidades indígenas. Embora se tenha registros da presença de homossexuais entre índios, o aumento vertiginoso está intimamente ligado ao acesso as redes sociais e as tecnologias moveis por parte desta população, nomeadamente entre jovens de 10 aos 25 anos.
  • 56. 8) ENTENDER QUE NA BÍBLIA, E, ESPECIALMENTE, NO CONTEXTO DA GRAÇA COMPROMETEDORA, A HOMOSSEXUALIDADE É TRATADA, ESPECIALMENTE POR PAULO EM ROMANOS 1:26,27, NO CONJUNTO COM TODO TIPO DE PECADO. A HOMOSSIXUALIDADE NÃO É PIOR QUE OUTROS PECADOS. PECADO É PECADO! HOMOSSEXUALISMO E IGREJA... Considerações
  • 57. 9) POR FIM, ENTENDER QUE É PRECISO QUE A PALAVRA DE DEUS SE CUMPRA. “O MUNDO JAZ NO MALIGNO...”. EXISTE UMA “INEVITABILIDADE” DA AÇÃO PECADO NO MUNDO. A NOSSA MISSÃO NÃO É EVITAR O PECADO SE MANIFESTE, A MISSÃO DA IGREJA É VIVER DE FORMA A MANIFESTAR A GRAÇA: “ONDE O PECADO ABUNDOU, SUPERABUNDOU A GRAÇA” (ROMANOS 5:20) HOMOSSEXUALISMO E IGREJA... Considerações
  • 58. HOMOSSEXUALISMO E A IGREJA Considerações Finais... Frank Ribeiro Teólogo e Psicólogo. Mestre em temas de psicologia - especialidade família. Pós-graduado (especialização) em bioética. pós-graduação em docência do ensino superior religioso.