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Geração Net - Igreja e Comunidade

  1. 1. .fa. L Mão 1-591' BrcuwLklkm
  2. 2. 4 Por Rafae rvüota e Lís T-a1ota à Aprenda a elaborar projetos que beneñc/ am a / greja e a comum/ dade
  3. 3. NiÓCÍUlOZ l ' 'H -, Maio L ' evangelho é o motivo e o propósito de tudo o que fazemos como igreja cristã. No centro dessa mensagem está Cris- to, Seu sacrifício, e tudo o que Ele nos ensinou. Seu exemplo deve ser o foco de nosso estudo e meditação diários, pois assim, seremos transformados em pessoas melhores, em busca da vida abundante que só Cristo pode dar, e que por intermédio de nós outras pessoas também podem alcançar. Essa é a nossa grande responsabilidade.
  4. 4. iuíraiiilljaxiz* FAE-l'. - Como base desse esforço cristão, a igreja deve formar pequenos grupos de ação para trabalha- rem não apenas pelos membros da própria igreja, mas também pela comunidade. Deve haver entre eles um laço de união e de amor, animando-os mutuamente para avançar e adquirir força. Exis- tem diversas áreas em que os jovens podem atuar. Unidos em grupos, serão um esforço útil e encora- jador uns para com os outros.
  5. 5. 7/1, *à ivioduloz jgjrgjgi -. ~ pj: ;g _f Maio * ' a »r ml u : iii r, a e 1-. __ i ; as e a. ” 17 ' N' , › 4( k, M1' e ' 'Z', í; z I N” : animo j/ :[1 bllEÍlÍfêÍÍR~ ; iIÍf-Íi-'i-*lljiâigfí ; fiziíiçi-, jlrrl mt; ~ Lifaiíralllwvz~ zfilfi-*itlllflàlílirll*r í: Llríiw l-'Ílvlr ÍlãlíÍf-íi âlj~I. =l. l't= )_i-*; :lvi-"Í ; Íni-“l”(*: «l, ”í”= +=v a lbvíílqra: *Ílzs 'Lgjrsjírêsi siÍnst-_L. s.r. ç.$-r-. ›t3 ! lim ; L'r-_1ioi-Íslñ-~7-lsIsn'e~
  6. 6. O f! _'. w - fit ñ. f'. da¡ O M; in wqiíjwlgpájf . luz. on É, t' o Ú › » - n 3., ¡&¡31ÃI”- '° (19 5"** k¡ L »'37 “M 4 "na z' k (L ” afff? ” Í, ;Hi1 n 'bl“7¡l. êiràirx' * ~ , e . Li# r rL-«gig-gjñ, j iíáéâãtlul-i. Você deve estar se perguntando: como pos- l w so fazer algo útil e significativo pela comunidade 5;; “j à em que vivo? A resposta pode ser desenvolvida a " ~_ partir de uma lista de atividades e projetos que é maior w' i* se comparada à lista de desculpas para não fazer nada. "Lo
  7. 7. M. " gl' , . jlmüir l f' igreja e_ e comunidade Há muitas boas ideias que se perdem por não serem colocadas logo em prática ill'
  8. 8. _ . Transformando paixão em bênção "Muitos do que professam Seu nome, deixaram de con- siderar o fato de que os cristãos têm de representar a Cris- to. A menos que haja sacrifício prático em bem de outros, no círculo da família, na vizinhança, na igreja e onde quer que estejamos, não seremos cristãos, seja qual for a nossa profissão" (O Desejado de Todas as Nações, p. 504).
  9. 9. Igreja e a n "A verdade é que atrás de cada ser humano que clama por aju- da pode haver um milhão ou mais que também precisam de aten- ção. Porém, esta é a pior razão que alguém pode escolher para aj u- dar aqueles que pedem ajuda. Então, de onde devemos começar ou parar? Como escolher alguém para ajudar? Como determinar qual dos milhões de clamores que nos rodeiam merece mais que os ou- tros? Não nos preocupemos com tais especulações. Essa verdade nunca saberemos. O que devemos fazer é nos acercar daqueles que estão ao nosso redor. Se nunca conseguiram ajudar ou salvar alguém, pelo menos tente salvar um próximo" (Norman Cousins, jornalista político norte-americano). 3 "i IN s. : xa. FD
  10. 10. *'*51~°í"«“í9 Transformando p, m, paixão em bênção rem. (u-. Jlk4:_| rg_| ¡o¡la(n›: ampliar-irao: : '; ›:(l: iia¡r“i@-» , Ir-. tzictfk ililglplihlliiãkf : - qllirploiàlf-lugl'(uãjnxifbh 'taum-i 'HH Analisar a realidade como identificar a necessidade? Essa é uma questão-chave e deve ser bem deñnida desde o começo. Ela tem que ser totalmente específica, conhecida e aceita pelo grupo que se dedicará à atividade. A seguir, você encontrará algumas sugestões que ajudarão a identificar a necessidade:
  11. 11. WiFi/ Í iliiv ' Transformando “li” pairtão em bênção , l . / . . _i ', ,,' ; i 4 K~(. .v. .nx Na reunião geral, uma pessoa tem a função de moderador ou lider da conversação. Cada um dos participantes terá a oportunidade de expressar sua opinião em relação a necessidade da comunidade. Nessa fase, não deve haver interrupções ou discórdia diante de nenhuma opinião, O moderador anota todas as ideias e logo após dá espaço para serem discutidas, analisadas e agrupadas pelas semelhanças. Em um segundo momento, o grupo comenta a análise feita e define uma das ideias que sera' colocada em prática pelo grupo de voluntários. 'CÍÇJFJEÊ' (Í : at: Vi, Algumas pessoas do grupo são escolhidas para visitar o local que será ajudado, a fim de observar tudo, como quantidade de crianças, higiene das ruas, atividades principais, outras igrejas e instituições que o lugar possui, entres outros aspectos. É normal que haja pessoas de seu grupo que moram na região, mas perceba todos os detalhes necessários. Por isso, e' importante andar, observar_ visitar e avaliar_ ~i_iiii l_ 2st. ” u r: : j: _ : j : gi Ç›r; -:s No momento da visita e interessante conversar com as pessoas do lugar para saber e conhecer opiniões. Não se esqueça de pedir sugestões para a solução das necessidades apresentadas Porém, tenha cuidado para não dar falsas esperanças e expectativas, nem prometa que fara algo, simplesmente tente descobrir opiniões. Pesquisas também podem ser realizadas por meio de perguntas simples e faceis de serem respondidas, a fim de que a realidade seja detectada. As informações obtidas devem ser apresentadas em forma de relatório para que o grupo defina a necessidade a ser atendida. - Será que poderemos atender? Depois de ter decidido qual a necessidade a ser atendida, uma avaliação precisa ser efetuada quanto às possibilidades de atendimento, em que recursos humanos, conhecimento, experiencia. recursos materiais e financeiros, espaço fisico e tempo disponivel devem ser colocados à prova. Há uma simples maneira de medir nossa capacidade a fim de que extraiamos conclusões em relação aos caminhos a serem seguidos.
  12. 12. @ Igreja e_ Transformando _ comunidade paixao em bençao Análise da Capacidade O quadro a seguir mostrará todos os pontos fortes e fracos que nós, como grupo, teremos que resolver. Ele também nos indicará quais as oportunidades de êxito e as principais ameaças que podem atrapalhar o projeto. Por exemplo: Fortalezas Oportunidades Local adequado para as reuniões Temos boas amizades com as autoridades locais Depois disso, faça uma lista de Ameaças aspectos positivos e como melhora-los. Faça também uma lista de preocupações, 0 grupo possui pouco tempo A igreja possui pouco interesse que deve ser elaborada juntamente com em relação ao projeto - suas soluçoes. Por exemplo: Aspectos Positivos Aspectos Negativas 0 local é adequado para as reuniões, mas o A ¡Grelê P°55U¡_P°U°° "lteleãse emfelaçãc¡ seu aspecto precisa ser melhorado. como 3° PTWEÍO. ?M3955 _980953710 fãalllal' pintura e arrumação de móveis programas ESDGCIBIS para lflCeflÍIVaf a participação e fazer entrevistas pessoais
  13. 13. =llli= 'lf' f-i. ~ii*: -i¡¡"i›: i': . 'sit-i 'Íif-_ijiíii-? i-f? '? «*. "'-'l¡l*7ÍÍ¡F-'¡ ¡Êr Íi-. ii c; _ ; Jc/ mando _ --. paixao em benção x~ - . , _ __ . .›= W a. ~ ›. ~*. ;gw "il : Li; i;i›riis›s: i=i. ri: i=. i:maleta *r-vir"““-'-"°~l-"li= *”"""", '7 aíhiifi . . r a. *r , m " e ¡¡-, ¡.j[¡¡_¡_¡e. _i, -; glglil-. Él ritual-left . a * ist-fi . li . e u eiuiijgiiiiie. .ai1i. _i-ri<: l= elf-Milk» ãla-“~'= !!'* ? ld-l "m x _i'-
  14. 14. . SVIÊÍQÂEÍJÉÍN 'Â Trqnâformanflo ~ i paixao em bençao Elaborando o projeio ~C: '-: 'r' a r ' o z r › i: u. _~ u r' a, r: a r-_ragpz 'í ? Essa pergunta nos leva ao futuro, ouseja, ao momentoem queoprojeto será executado ou até terminado. Se anotássemos o que vemos ou o que queremos ver já teremos deñnido as metas e os objetivos. - 0:; rzc, -1 na: : . q _ix : - s n: " z* . ._ . '.~ ; Lu 1;; Li? Depois de deñnire deixar claro as metase os objetivos para que estes sejam cum- pridos. é necessário estabelecer as atividades principais a serem executadas. Porn-mto, um cronograma deve ser elaborado para ajudar a organizar tempo e recursos. Por exemplo: 'oiimáuiiok mw¡ Naná íilrzcsiffl¡ i : i : arrasar : iáàrzoíeieilvrài-w Humanos: Trena, 30 Duas aulas sobre 1044/12/98 A A' › addescentes relaçao interpessoal Pãáñêggârs' Pedm Perez sobre como usar o 0508/01 /99 Materiais' local J L ' tempo “We Uma Jornada A Segundo dornrngo ' _ y - t, › Uaria Opel recreativa por mes de Cada mes “mas- 'ncen “'03 papéis, penas
  15. 15. f li'*: f!e*›í°“-l'«'lí* i*alfei'~'l Transformando lvl Fill' paixão em bênção - (3 " 21.2 ' 'í e ' e = ' f u t Í a l : .07 O trabalho pode ser excelente. mas se os resultados não forem registrados, não saberemos se seguimos o caminho certo e se os objetivos estão sendo cumpridos. Portanto, um controle permanente deve ser feito juntamente com uma constante avaliação. isso deve ser realizado com os seguintes dados: registro de presença; pesquisas entre os participantes; visita e observação das atividades; fotografias ou filmagem; reuniões periódicas de avaliação com os membms da equipe, entre outros. Seria muito interessante e importante ter uma pasta com o projeto escrito contendo os resultados parciais, imagens do que já foi realizado, modelos dos materiais utilizados (guia de atividades) e qualquer outro dado de interesse para que a equipe, igreja, campo e comunidade possam estar informados. ~ C”. 'm < u u z' < , .dl Antes de começar qualquer atividade é necessário saber quanto custará no total cada etapa do projeto. Portanto, devemos preparar um orçamento simples, mas que contenha o necessário, até pequenos detalhes, como lápis, passagem etc. ; irwrn2ini_= QICÍ: Í›'IIÍ. EI: [IÍE' d atrair-Worm; 'f' 501m. : Jornada recreativa: Doação da ¡mprensa . Propaganda VdÊmeS 10 8/50 Doação Carrefom ~ Premios Importante: Utilize sempre o mesmo tipo de dinheiro (misture reais com dólares).
  16. 16. f "45í5-ll'~'lírl3*~* Transformando m paixão em bênção Con: 3 o r: :cj 2 , o s .1s~. ^;: :i2: C3? Cada atividade planejada deve ter alguma fonte de financiamento (alguém que assuma o gasto). É muito importante realizar atividades que sejam autos- sustentáveis, a fim de que não dependam de possíveis doações. (Por exemplo: oferecer cursos com um custo mínimo, organizar uma microempresa, buscar sócios permanentes etc). narrar ; rtmrfei lH'. í-**Í**~í'íl'í“* l . '-l.1ÍIlilÍIi"~t'-*'íâf' "mia "w ¡Íirfiaiariia. iiíuielilli-Êlm* l tam: :nsarr-inii? " Wii** 'é' «h ›hl› N d Pirai¡ ! Êliíêl il? HJJÍÊÍM**
  17. 17. Igreiae. Transformando Ê comunidade paixão em bênção PHSSO Fortalecer e motivar constantemente núme", 3 a equipe de voluntários: Organização É necessário ter uma equipe para que cada pessoa cumpra sua função específica. lsso deve ser definido a princípio para que não ocorra o seguinte: o Cada um faz o que pode e como pode. Resultado: fracasso o Mas se o grupo estiver organizado, cada um trabalha em função da equipe e as forças se unem em vez de ficarem divididas. Resultado: Sucesso. Sugestões pa: organizar As equipes devem ser formadas a fim de que: 'l . Consigam-se novos recursos, tanto humanos como materiais; 2. As atividades sejam planejadas e executadas e os recursos sejam administrados; 3. Relatórios periódicos sejam elaborados (relações públicas e imprensa); 4. Tenham coordenadores gerais e esses cargos sejam rotativos e eleitos pelo grupo.
  18. 18. *'4 '? '4i"7l '-t'l°' l Transformando W . ETT- - Treinamento: Os voluntários se sentem mais seguros e comprometidos se receberem constantemente tnei- namento sobre temas específicos de seu trabalho. As experiências de outras pessoas e instituições precisam ser aproveitadas para que possam ensinar sobre a necessidade especíñca que se esta' atendendo (entida- des civis, governamentais, particulares, religiosas ou profissionais locais podem ajudar). - Comunicação: A equipe deve estar inteirada dos planos, resultados e movimento dos fundos para que a unidade e a confiança mútua sejam mantidas. A falta de comunicação faz com que o interesse seja perdido chegando à desunião do grupo. ° Atividades da equipe: Para que uma equipe se solidifique, atividades exclusivas para seus integrantes devem ser planejadas. Atividades que favoreçam o conhecimento mútuo e o fortalecimento das amizades. Veja algumas sugestões: i paixão em bênção o Dar um nome que os identifique; o Escolher um lema (declaração de missão); o Elaborar um logo ou uniforme; o Realizar retiros espirituais, passeios, acampamen- tos. entre outras saídas; o Visitar outros projetos; o Participar ou organizar encontros de voluntários; ° compromisso: Cada integrante da equipe precisa se comprometer com um alvo de participação, e isso deve ser registrado em uma ficha especial indicando o tempo dedicado e o t: ipo de ação ou atividade que se pretende realizar. Mesmo assim, há pessoas que se deixam levar pela emoção do momento e logo desistem. Não há motivo para desânimo com cada pessoa que sai do projeto, Deus provê pelo menos uma pessoa nova. Mas é muito dificil alguém sair de uma atividade que se sinta útil.
  19. 19. @ Igreja e_ Transformando _ comunidade paixao em bençao - Estudo sistemático (serviço cristão); - Vários incentivos, como pontualidade, tarefa cum- prida, recursos conseguidos etc; ° Motivação: Não existe melhor motivação que as atividades bem organizadas e executadas com êxito. Quem mais se enriquece com cada ato de serviço é _ Corrente de oração' “mação mútua entre os quem Serve- Nã° há mem” material que manter a membros da equipe e vários encontros sociais, como chama viva do serviço no coraçao de cada voluntano aniversários e Conmmmnações_ através de: - Resultado: COMUNIDADE DESENVOLVIDA 'I' PESSOAS UNIDAS PROBLEMAS INTERPESSOAIS CUMPRIMENTO DA MISSÃO
  20. 20. "W . a paixao em bençao #Elite-iai §$-? '1!l! l;l§r_i. 'tÍl°-*›= g|! l'el. .., . ELri-; iféki ! lili ? ái-Eiàjieniçñâviíail Sidi# : sífilis 5151313:? , à: c: :elíifi-iirôkn *piaui-ei sil, eíáíílêàáê-ríâi, : Ver: e. eieiiijiér-ftir*“lim, íifilllmiliiõífêtsfíài. r '. '.¡_~1gg; ¡_ : ";! ?iijui; efiiilÍã= 'íÍiE ÊâAÊiFiLu *HAÉVIEÍÊÍFÍÊQ eiuiaii-istmaaguã' -igL-iI(-i›: I-I_-hlf= .v4nL7.011mm¡; Maluhuaouiludlloitaiitto-ulqloloñie-RWH91151-131viii#limviobfolliulsjçicidltnulsumiu. _ 4 u*aiii-ii! Iiílâiolítiíiiñiüêil táxi-iifjooejie-r-iqtà-¡Iidi-iáé-nínjqggw àgua¡*'itixcrà; aoiiiiiiiàüiú' n'- Ii" agiiiiilíllgeugillilñei! i ao f-lttulgilpililtor_: Mimi içiqaiqgipioi-tairfâtsigisir; 01817.46*= l~§l9=| Évg1=Ji(! l!I| (0)o§§iIi Araruama¡ «iikiixàivltmoguolikciiEulaantwa? : ÇiêLIíIEñBEIr-s1n. sriñíáasiêEíiãias-rái. ;eiuíálltãvaifàiiaknéià)bi. iii~i
  21. 21. m . a, comunidade paixao em bençao - CAPA - cusro TOTAL d , (Essa quantidade deve coinci ir "mm °° “M45” - ENDEREÇO CORRETO com o total do Orçamento) (E°°°'“°' "m "°"'° “"9“'“'° q** - DURAÇÃO ESTIMADA - REALIZADO POR indique O que se deseja fazer, mas não deve ser muito grande) (cdwue °s mm” d” responsáveis do projeto) CONTEÚDO: 1 . Resumo do projeto: Explique brevemente, no máximo em dois parágrafos, O que se deseja realizar. 2. Problema: Descreva os problemas que O projeto solucíonará. 3. Duração estimada: Descreva O que já foi feito para solucionar O problema, não só o grupo de voluntários, como outras institui- ções também; e se nada foi feito, é necessário mencionar também. Comente a capacidade que o grupo tem para enfrentar O problema (baseado em um diagnóstico interno já feito). 4. Justificação: Qual a necessidade de realizar O projeto? Mencione as razões que o justificam projeto incluindo estatísticas, gráfi- cos nos anexos, mas lembre-se de que tudo deve ser curto e convincente.
  22. 22. llliíiillli** Transformando paixão em bênção 5. Beneficiários: Qual é a população-alvo, quem será beneficiado com o projeto. É importante indicar o número exato de pessoas que serão beneficiadas diretamente, os critérios utilizados na escolha desses beneficiados, a participação deles no projeto e o custo individual de cada um. 6. Objetivos: Defina o objetivo geral e os específicos. Geral: precisa ser claro e elucidar O que O projeto pretende influenciar ou mudar. Específicos: neste espaço você deve mencionar os alvos concretos em relação a lugar. tempo determinado e O que se pretende com esses alvos. 7. Esquema e funcionamento do projeto: Descreva as atividades que sei-ão desenvolvidas a fim de alcançar Os objetivos do proje- to. Elabore um cronograma de trabalho mensal que demonstre as principais atividades. 8. Expectativas finais do projeto: Mencione como o projeto pretende ser mantido quando acabar, esclarecendo o apoio financeiro dO doador. 9. Considerações sobre o meio ambiente: Explique se o projeto terá algum efeito no meio ambiente e O que se espera fazer sobre isso. O que queremos é que nenhum projeto afete o meio ambiente e sim o beneficie ou proteja. 10. Orçamento: Faça uma lista do que se pretende utilizar nas diferentes etapas do projeto, desde o mais insignificante, como papel e lápis, até os dados de grande montante, como compra de alguma máquina. Coloque os dados em um quadro demonstrando claramente o apoio do doador. Não se esqueça de que parte do Orçamento deve ser absorvido pelo grupo de voluntários, pela própria tomunidade ou outras entidades cooperadoras 11. Anexos: inclua tudo o que ajude a ampliar a compreensão do projeto, como mapas, gráficos, estatisticas. fotos etc.
  23. 23. ES'I'RIÀ. 'J1:GL. .S DIGITAIS ÁREA LITORAL NORTE t( '-_ ' ai* F E A N D E S _J m* “ET” DE EÂÊÊÃTÊÊÊÍRSAIÊÊSÊÉ Í? THIAGO FERNANDES @THIAGOLFIó , f _Mg (71)8164-7004 THIAGOLFIó É @HOTMAIL. COM

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