REDES PREDIAIS DE DRENAGEM DE
ÁGUAS RESIDUAIS
João Carlos Lanzinha
joao.lanzinha @ ubi.pt
UBI - DECA
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
2
Documentos de apoio
Serviram de apoio à elaboração de...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
3
Índice
1. Terminologia
2. Simbologia
3. Sistemas de d...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
4
1. Terminologia
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
5
Terminologia (I)
Ramal de descarga
Tem por função a c...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
6
Terminologia (II)
Colectores prediais
Têm por finalid...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
7
Terminologia (III)
Ramal de ventilação
Tem por finali...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
8
Terminologia (IV)
Sifões
São dispositivos que estão i...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
9
Terminologia (V)
Câmaras de inspecção
Têm por finalid...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
10
2. Simbologia
Canalizações e acessórios
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
11
Simbologia
Aparelhos e materiais
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
12
3. Sistemas de drenagem
A drenagem predial de águas ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
13
Sistemas separativos
Independentemente do tipo de si...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
14
Sistema público separativo
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
15
Sistema público unitário
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
16
Drenagem gravítica
Sempre que as águas residuais dom...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
17
Drenagem gravítica
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
18
Drenagem com elevação
Sempre que a recolha das águas...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
19
Drenagem com elevação
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
20
Sistema misto de drenagem
Sempre que num edifício ho...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
21
Sistema misto de drenagem
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
22
4. Caudais de descarga
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
23
Caudais de cálculo
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
24
5. Concepção e traçado
Tão importante quanto um corr...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
25
Ventilação primária
Os sistemas prediais de drenagem...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
26
Ventilação primária
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
27
Ventilação secundária
Sempre que se justifique, os s...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
28
Ventilação secundária
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
29
Ventilação
No sistema predial de drenagem não pode s...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
30
Câmara do ramal de ligação
Todos as edificações terã...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
31
Traçado – Ramais de descarga (I)
Deverá ser constitu...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
32
Traçado – Ramais de descarga (II)
A ligação de vário...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
33
Traçado – Ramais de descarga (III)
Os ramais de desc...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
34
Traçado – Ramais de descarga (IV)
Ramais de descarga...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
35
Traçado – Ramais de descarga (V)
A ligação de ramais...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
36
Traçado – Ramais de descarga (VI)
Os ramais de desca...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
37
Traçado – Ramais de descarga (VII)
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
38
Traçado – Ramais de descarga (VIII)
Os ramais de des...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
39
Traçado – Ramais de descarga (IX)
Os ramais de desca...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
40
Traçado – Ramais de descarga (X)
Na opção dos percur...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
41
Traçado – Tubo de queda (I)
O traçado dos tubos de q...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
42
Traçado – Tubo de queda (II)
Sempre que um único ali...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
43
Traçado – Tubo de queda (III)
Quando o valor da tran...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
44
Traçado – Tubo de queda (IV)
A concordância entre os...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
45
Traçado – Tubo de queda (V)
A inserção dos tubos de ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
46
Traçado – Tubo de queda (VI)
Os tubos de queda dever...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
47
Traçado – Tubo de queda (VII)
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
48
Traçado – Tubo de queda (VIII)
Os tubos de queda dev...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
49
Traçado – Tubo de queda (IX)
Abertura de TQ para o e...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
50
Traçado – Colectores prediais (I)
O traçado dos cole...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
51
Traçado – Colectores prediais (II)
Quando enterrados...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
52
Traçado – Colectores prediais (III)
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
53
Traçado – Colectores prediais (IV)
Quando instalados...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
54
Traçado – Colectores prediais (V)
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
55
Traçado – Colectores prediais (VI)
O afastamento máx...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
56
Traçado – Colectores prediais (VII)
No atravessament...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
57
Traçado – Ramais de ligação (I)
O traçado dos ramais...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
58
Traçado – Ramais de ligação (II)
A inserção dos rama...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
59
Traçado – Ramais de ventilação (I)
Os ramais de vent...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
60
Traçado – Ramais de ventilação (II)
Os troços vertic...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
61
Traçado – Ramais de ventilação (III)
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
62
Traçado – Ramais de ventilação (IV)
A inserção do ra...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
63
Traçado – Ramais de ventilação (V)
Os ramais de vent...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
64
Traçado – Ramais de ventilação (VI)
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
65
Traçado – Ramais de ventilação (VII)
Nos aparelhos e...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
66
Traçado – Ramais ventilação (VIII)
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
67
Traçado – Colunas de ventilação (I)
O traçado das co...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
68
Traçado – Colunas de ventilação (II)
As colunas de v...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
69
Traçado – Colunas de ventilação (III)
Na situação em...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
70
Traçado – Colunas ventilação (IV)
As colunas de vent...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
71
Traçado – Colunas de ventilação (V)
As colunas de ve...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
72
6. Dimensionamento
1. Traçado da rede
2. Det. caudai...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
73
Dimensionamento – Ramais de
descarga individuais
Dim...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
74
Ramais de descarga individuais –
Inclinações e diâme...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
75
Dimensionamento – Ramais de
descarga não individuais...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
76
Fórmula de Manning-Strickler
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
77
Fórmula de Manning-Strickler
K em função do tipo de ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
78
Ábacos – 1/2 secção PVC
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
79
Ábacos – secção cheia PVC
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
80
Tabela - 1/2 secção PVC
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
81
Tabelas simplificadas
Fórmula de Manning-Strickler: ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
82
Tabelas simplificadas
Fórmula de Manning-Strickler: ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
83
Tabelas simplificadas
Fórmula de Manning-Strickler: ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
84
Tabelas simplificadas
Fórmula de Manning-Strickler: ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
85
Dimensionamento – Tubos de
Queda
Diâmetro ≥ maior di...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
86
Tubos de Queda – Taxa de
ocupação
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
87
Dimensionamento – Tubos de
Queda
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
88
Dimensionamento – Tubos de
Queda
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
89
Dimensionamento – Tubos de
Queda - Regulamento
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
90
Dimensionamento – Colectores
prediais
O diâmetro dos...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
91
Dimensionamento – Colectores
prediais
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
92
Dimensionamento – Ramais de
ligação
O diâmetro dos r...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
93
Dimensionamento – Ramais de
ventilação
Diâmetro inte...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
94
Dimensionamento – Colunas de
ventilação
O diâmetro d...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
95
Dimensionamento – Colunas de
ventilação
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
96
7. Tubagens
Tubagens metálicas
Ferro fundido
Tubagen...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
97
Tubagens metálicas - Ferro fundido
A protecção desta...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
98
Tubagens metálicas - Ferro fundido
Dimensões
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
99
Tubagens metálicas - Ferro fundido
Acessórios
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
100
Tubagens metálicas - Ferro fundido
Ligações
Em tubo...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
101
Tubagens metálicas - Ferro fundido
Ligações
Em tubo...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
102
Tubagens metálicas - Ferro fundido
Abraçadeiras
Tub...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
103
Tubagens termoplásticas - Tubagens de
policloreto d...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
104
Tubagens termoplásticas - Tubagens de
policloreto d...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
105
Tubagens termoplásticas - Tubagens de
policloreto d...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
106
Tubagens termoplásticas - Tubagens de
policloreto d...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
107
Tubagens termoplásticas - Tubagens de
policloreto d...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
108
Tubagens termoplásticas - Tubagens de
policloreto d...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
109
Tubagens termoplásticas - Tubagens de
policloreto d...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
110
Tubagens termoplásticas - Tubagens de
policloreto d...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
111
Tubagens de outros materiais -
Tubagens de grés cer...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
112
Tubagens de outros materiais -
Tubagens de grés cer...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
113
Tubagens de outros materiais -
Tubagens de grés cer...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
114
Tubagens de outros materiais -
Tubagens de grés cer...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
115
8. Acessórios - sifões
Dispositivos incorporados no...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
116
Tipos de sifões (I)
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
117
Tipos de sifões (II)
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
118
Sifões – Diâmetros mínimos
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
119
Sifões – Exigências (I)
Cada aparelho sanitário ape...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
120
Sifões – Exigências (II)
Os sifões deverão ser pref...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
121
Ralos
Destinam-se a impedir a passagem de substânci...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
122
Ralos - Tipos
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
123
Caixas de
pavimento/passagem/reunião
Caixas de pavi...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
124
Caixas de
pavimento/passagem/reunião
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
125
Câmaras de inspecção
Destinam-se a assegurar as ope...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
126
Câmaras de inspecção
[2]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
127
9. Dec. Regulamentar nº 23/95,
de 23 de Agosto
REGU...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
128
TÍTULO V - SISTEMAS DE DRENAGEM PREDIAL DE
ÁGUAS RE...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
129
ANEXOS
ANEXO XIII – SIMBOLOGIA
ANEXO XIV – CAUDAIS ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
130
CAPT. I – REGRAS GERAIS (ARTº 198 – 202)
Artigo 198...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
131
CAPT. II – CONCEPÇÃO DOS SISTEMAS (ARTº
203 – ARTº ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
132
Artigo 205º - Sistemas de drenagem de
águas residua...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
133
Artigo 206º - Sistemas de drenagem de
águas pluviai...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
134
CAPT. III – ELEMENTOS DE BASE PARA DIMENSIONAMENTO
...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
135
Artigo 209º - Coeficiente de
simultaneidade
1 – Dev...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
136
Artigo 210º - Precipitação
1 – Na determinação da p...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
137
Artigo 211º - Coeficiente de escoamento
O coeficien...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
138
CAPT. IV – CANALIZAÇÕES
SECÇÃO I – RAMAIS DE DESCAR...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
139
Artigo 213º - Caudais de cálculo
1 – Os caudais de ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
140
Artigo 214º - Dimensionamento
hidráulico-sanitário
...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
141
Artigo 214º - Dimensionamento
hidráulico-sanitário ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
142
Artigo 214º - Dimensionamento
hidráulico-sanitário ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
143
Artigo 215º - Diâmetro mínimo
1 – Os diâmetros nomi...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
144
Artigo 216º - Sequência de secções
A secção do rama...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
145
Artigo 217º - Traçado
1 – O traçado dos ramais de d...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
146
Artigo 217º - Traçado (cont.)
5 – Os ramais de desc...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
147
Artigo 218º - Ligação ao tubo de queda
ou ao colect...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
148
Artigo 219º - Localização
1 – Os ramais de descarga...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
149
SECÇÃO II – RAMAIS DE VENTILAÇÃO (ARTº
220 – 224)
A...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
150
Artigo 221º - Dimensionamento
O diâmetro dos ramais...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
151
Artigo 222º - Traçado
1 – Os ramais de ventilação d...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
152
Artigo 222º - Traçado (cont.)
4 – Nos aparelhos em ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
153
Artigo 223º - Localização
Na localização de ramais ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
154
Artigo 224º - Natureza dos materiais
Os ramais de v...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
155
SECÇÃO III – ALGEROZES E CALEIRAS (ARTº
225 – 228)
...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
156
Artigo 226º - Caudais de cálculo
Os caudais de cálc...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
157
Artigo 227º - Dimensionamento
hidráulico
No dimensi...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
158
Artigo 228º - Natureza dos materiais
Os algerozes e...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
159
SECÇÃO IV – TUBOS DE QUEDA (ARTº 229 –
237)
Artigo ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
160
Artigo 230º - Caudais de cálculo
1 – Os caudais de ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
161
Artigo 231º - Dimensionamento
hidráulico-sanitário
...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
162
Artigo 231º - Dimensionamento
hidráulico-sanitário ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
163
Artigo 232º - Diâmetro mínimo
O diâmetro nominal do...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
164
Artigo 233º - Traçado
1 – O traçado dos tubos de qu...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
165
Artigo 233º - Traçado (cont.)
4 – A concordância do...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
166
Artigo 234º - Localização
1 – Os tubos de queda de ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
167
Artigo 235º - Bocas de limpeza
1 – A instalação de ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
168
Artigo 235º - Bocas de limpeza (cont.)
2 – As bocas...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
169
Artigo 236º - Descarga
1 – Os tubos de queda de águ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
170
Artigo 236º - Descarga (cont.)
3 – Os tubos de qued...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
171
Artigo 237º - Natureza dos materiais
1 – Os tubos d...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
172
SECÇÃO V – COLUNAS DE VENTILAÇÃO
(ARTº 238 – 243)
A...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
173
Artigo 239º - Dimensionamento
No dimensionamento de...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
174
Artigo 240º - Sequência das secções
A secção da col...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
175
Artigo 241º - Traçado
1 – O traçado das colunas de ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
176
Artigo 242º - Localização
As colunas de ventilação ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
177
Artigo 243º - Natureza dos materiais
As colunas de ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
178
SECÇÃO VI - COLECTORES PREDIAIS (ARTº
244 – 252)
Ar...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
179
Artigo 245º - Caudais de cálculo
1 – Os caudais de ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
180
Artigo 246º - Dimensionamento
hidráulico
1 - No dim...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
181
Artigo 247º - Diâmetro mínimo
O diâmetro nominal do...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
182
Artigo 248º - Sequência de secções
A secção do cole...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
183
Artigo 249º - Traçado
1 – O traçado de colectores p...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
184
Artigo 250º - Câmara de ramal de ligação
1 – É obri...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
185
Artigo 250º - Câmara de ramal de ligação
(cont.)
3 ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
186
Artigo 251º - Válvulas de retenção
A instalação de ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
187
Artigo 252º - Natureza dos materiais
1 – Os colecto...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
188
Artigo 250º - Câmara de ramal de ligação
1 – É obri...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
189
Artigo 250º - Câmara de ramal de ligação
(cont.)
4 ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
190
CAPT. V – ACESSÓRIOS (ARTº 253 – 261)
Artigo 253 – ...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
191
Artigo 254 – Dimensionamento dos
sifões
1 – Os diâm...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
192
Artigo 255 – Implantação de sifões
1 – Os sifões de...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
193
Artigo 256 – Natureza dos materiais dos
sifões
Os s...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
194
Artigo 257 – Ralos
Os ralos são dispositivos provid...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
195
Artigo 258 – Dimensionamento dos ralos
1 – A área m...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
196
Artigo 259 – Implantação de ralos
1 – É obrigatória...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
197
Artigo 260 – Natureza dos materiais dos
ralos
Os ra...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
198
Artigo 261 – Câmaras de inspecção
1 – As câmaras de...
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
199
[3]
[3]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
200
[3]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
201
[3]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
202
Câmara elevatória
[3]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
203
Câmara elevatória
[3]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
204
Ralo de drenagem
[3]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
205
Caixa de ligação
[3]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
206
Câmara retentora e poço de bombagem
[3]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
207
[3]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
208
[3]
UBI
DECA
REDESEINSTALAÇÕES
REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS
209
QUESTÕES
Á luz do Regulamento Geral dos Sistemas Pú...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Esgotos

3.933 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
  • Seja o primeiro a comentar

Esgotos

  1. 1. REDES PREDIAIS DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS João Carlos Lanzinha joao.lanzinha @ ubi.pt UBI - DECA
  2. 2. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 2 Documentos de apoio Serviram de apoio à elaboração desta apresentação os seguintes documentos principais: [1] Regulamento Geral dos Sistemas Públicos e Prediais de Distribuição de Água e de Drenagem de Águas Residuais, Dec. Regulamentar nº 23/95, de 23 de Agosto [2] Pedroso, V., Manual dos Sistemas Prediais de Distribuição e Drenagem de Águas, LNEC, edifícios 7, 2000 [3] Santo, F. Edifícios – visão integrada de projectos e obras, OE, 2002 Quadros, Ábacos, Figuras e Fotografias foram retiradas destes documentos
  3. 3. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 3 Índice 1. Terminologia 2. Simbologia 3. Sistemas de drenagem 4. Caudais de descarga 5. Concepção e traçado 6. Dimensionamento 7. Tubagens 8. Acessórios 9. Dec. Regulamentar nº 23/95, de 23 de Agosto
  4. 4. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 4 1. Terminologia [2]
  5. 5. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 5 Terminologia (I) Ramal de descarga Tem por função a condução das águas (residuais ou pluviais) aos respectivos tubos de queda ou caso não existam aos colectores prediais (para águas pluviais pode também ser aos poços absorventes, valetas ou áreas de recepção apropriadas) Tubos de queda Têm por finalidade a condução das águas (residuais ou pluviais) desde os ramais de descarga até aos colectores prediais, servindo simultaneamente para ventilação das redes predial e pública
  6. 6. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 6 Terminologia (II) Colectores prediais Têm por finalidade a recolha de águas residuais provenientes de tubos de queda, de ramais de descarga situados no piso superior adjacente e de condutas elevatórias e a sua condução para o ramal de ligação ou para outro tubo de queda Ramal de ligação Tem por finalidade a condução das águas residuais entre a câmara do ramal de ligação e o colector público de drenagem (faz a ligação entre a rede predial e pública) Algerozes e caleiras Têm por finalidade a recolha e condução de águas pluviais aos ramais de descarga ou aos tubos de queda
  7. 7. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 7 Terminologia (III) Ramal de ventilação Tem por finalidade a manutenção do fecho hídrico nos sifões Colunas de ventilação Têm por finalidade complementar a ventilação efectuada através dos tubos de queda, sempre que a taxa de ocupação seja elevada ou quando a exigência de ramais de ventilação assim o exija
  8. 8. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 8 Terminologia (IV) Sifões São dispositivos que estão incorporados nos aparelhos sanitários ou que são inseridos nos ramais de descarga que têm como finalidade a de impedir a passagem de gases para o interior das edificações Ralos São dispositivos providos de furos ou fendas com a finalidade de impedir a passagem de matérias sólidas transportadas pelas águas residuais, devendo estas matérias ser retiradas periodicamente. Exemplo: ralos instalados no topo de tubos de queda de águas pluviais, ralos lava-loiça com cesto retentor de sólidos, etc.
  9. 9. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 9 Terminologia (V) Câmaras de inspecção Têm por finalidade assegurar as operações de limpeza e manutenção dos colectores Câmaras retentoras Têm por finalidade separar e reter matérias transportadas por águas residuais que sejam susceptíveis de produzir obstruções, incrustações ou outros danos nas canalizações. Exemplo: Câmara retentora de gorduras, de hidrocarbonetos, de sólidos, etc.
  10. 10. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 10 2. Simbologia Canalizações e acessórios [2]
  11. 11. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 11 Simbologia Aparelhos e materiais [2]
  12. 12. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 12 3. Sistemas de drenagem A drenagem predial de águas residuais domésticas é feita através do ramal de ligação, que estabelece a conexão entre a câmara do ramal de ligação e o colector público. Quando for inexistente o sistema público de drenagem poder-se-á recorrer a sistemas simplificados de drenagem, como fossas sépticas
  13. 13. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 13 Sistemas separativos Independentemente do tipo de sistema de drenagem público ou da sua inexistência, a montante das câmaras do ramal de ligação, os sistemas prediais de drenagem de águas residuais domésticas e pluviais tem de ser separativos. Na inexistência de sistema público de drenagem, apenas deverão ser conduzidas para os sistemas simplificados de drenagem as águas residuais domésticas
  14. 14. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 14 Sistema público separativo [2]
  15. 15. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 15 Sistema público unitário [2]
  16. 16. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 16 Drenagem gravítica Sempre que as águas residuais domésticas são recolhidas ao nível do arruamento em que se encontra instalado o colector público de drenagem, ou a nível superior, as águas são encaminhadas para este por acção da gravidade.
  17. 17. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 17 Drenagem gravítica [2]
  18. 18. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 18 Drenagem com elevação Sempre que a recolha das águas residuais domésticas se processe a um nível inferior ao do arruamento em que está instalado o colector público de drenagem, estas deverão ser elevadas por meios mecânicos para um nível no mínimo complanar com o do arruamento, a partir do qual e por gravidade deverão ser conduzidas para sistema público de drenagem. Deste modo, pretende-se obviar às consequências que adviriam do funcionamento em carga do colector público, que se traduziriam no eventual alagamento dos pisos da edificação localizados a nível inferior ao do arruamento.
  19. 19. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 19 Drenagem com elevação [2]
  20. 20. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 20 Sistema misto de drenagem Sempre que num edifício houver recolha de águas residuais ao nível superior e inferior ao do arruamento onde está instalado o colector público de drenagem, utiliza-se um sistema misto de drenagem
  21. 21. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 21 Sistema misto de drenagem [2]
  22. 22. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 22 4. Caudais de descarga [2]
  23. 23. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 23 Caudais de cálculo [2]
  24. 24. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 24 5. Concepção e traçado Tão importante quanto um correcto dimensionamento do sistema predial de drenagem de águas residuais é um bom traçado e implantação – ter em consideração aspectos económicos bem como a interligação com os restantes sistemas a implantar no edifício.
  25. 25. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 25 Ventilação primária Os sistemas prediais de drenagem de águas residuais domésticas terão de possuir ventilação primária – obtida através do prolongamento dos tubos de queda até à sua abertura na atmosfera. No caso da inexistência de tubo de queda, por exemplo em edifícios de um só piso, deverão ser implantadas colunas de ventilação com início nos extremos de montante dos colectores prediais.
  26. 26. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 26 Ventilação primária [2]
  27. 27. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 27 Ventilação secundária Sempre que se justifique, os sistemas prediais de drenagem de águas residuais domésticas, deverão ainda ser dotados de ventilação secundária parcial ou total, realizada através de colunas de ventilação ou ramais e colunas de ventilação. A ventilação secundária é obrigatória sempre que o caudal de cálculo a escoar nos tubos de queda com altura maior que 35 m seja superior a 700 l/min
  28. 28. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 28 Ventilação secundária [2]
  29. 29. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 29 Ventilação No sistema predial de drenagem não pode ser instalado qualquer dispositivo que impeça a ventilação do sistema público através do sistema predial. O sistema de ventilação predial de drenagem de águas residuais não poderá estar interligado com qq outro sistema de ventilação existente no edifício.
  30. 30. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 30 Câmara do ramal de ligação Todos as edificações terão de ser dotadas de uma câmara implantada na extremidade de jusante dos sistemas prediais de drenagem – câmara do ramal de ligação. Esta câmara estabelece a ligação entre o sistema predial e público. Esta câmara deverá ficar posicionada fora da edificação em local facilmente acessível, caso não seja possível é admissível a sua localização no interior da edificação em zona comum e de fácil acessibilidade.
  31. 31. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 31 Traçado – Ramais de descarga (I) Deverá ser constituído por troços rectilíneos, ligados entre si por caixas de reunião ou curvas de concordância Os troços verticais de ramais de descarga não podem exceder 2m
  32. 32. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 32 Traçado – Ramais de descarga (II) A ligação de vários aparelhos a um mesmo ramal de descarga (ramal de descarga não individual) deve fazer-se através de caixas de reunião ou curvas de concordância [2]
  33. 33. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 33 Traçado – Ramais de descarga (III) Os ramais de descarga individuais de outros aparelhos só podem ser ligados a ramais de descarga de bacias de retrete, quando possuam ventilação secundária [2]
  34. 34. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 34 Traçado – Ramais de descarga (IV) Ramais de descarga de urinóis só podem ser ligados a ramais de descarga de águas de sabão se a descarga for efectuada através de caixas de reunião, ou quando os ramais de outros aparelhos tenham ventilação secundária [2]
  35. 35. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 35 Traçado – Ramais de descarga (V) A ligação de ramais de descarga aos tubos de queda deve ser realizada através de forquilhas; a ligação aos colectores prediais deve ser realizada através de forquilhas ou de câmaras de inspecção [2]
  36. 36. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 36 Traçado – Ramais de descarga (VI) Os ramais de descarga de bacias de retrete deverão preferencialmente ser ligados ao tubo de queda em planos horizontais distintos dos ramais de descarga de águas de sabão; quando tal não se verifique, deverão ser utilizadas forquilhas de ângulo de inserção não superior a 45º
  37. 37. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 37 Traçado – Ramais de descarga (VII) [2]
  38. 38. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 38 Traçado – Ramais de descarga (VIII) Os ramais de descarga deverão ser instalados a profundidades razoáveis como meio de atenuar a transmissão de ruídos para o interior das zonas habitadas Em caso algum os ramais de descarga se desenvolverão sob elementos de fundação, em zonas de acesso difícil ou embutidos em elementos estruturais
  39. 39. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 39 Traçado – Ramais de descarga (IX) Os ramais de descarga podem ser instalados à vista, embutidos, em caleiras, enterrados, em galerias ou em tectos falsos [2]
  40. 40. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 40 Traçado – Ramais de descarga (X) Na opção dos percursos a seguir pelos elementos dos ramais de descarga deverá optar-se por tubagens de menor extensão, conduzindo a custos mais baixos, bem como a menores tempos de retenção da água no seu interior
  41. 41. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 41 Traçado – Tubo de queda (I) O traçado dos tubos de queda deve ser vertical constituído preferencialmente por um único alinhamento
  42. 42. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 42 Traçado – Tubo de queda (II) Sempre que um único alinhamento recto não seja possível, as mudanças de direcção deverão ser obtidas através de curvas de concordância e o valor da translação não poderá ser superior a dez vezes o diâmetro desta tubagem [2]
  43. 43. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 43 Traçado – Tubo de queda (III) Quando o valor da translação exceder dez vezes o diâmetro da tubagem este troço deverá ser tratado como colector predial
  44. 44. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 44 Traçado – Tubo de queda (IV) A concordância entre os tubos de queda e as tubagens de fraca pendente deverá ser obtida através de curvas de transição de raio maior ou igual ao triplo do seu diâmetro, ou através de duas curvas de 45º [2]
  45. 45. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 45 Traçado – Tubo de queda (V) A inserção dos tubos de queda nos colectores prediais deverá ser feita através de forquilhas ou câmaras de inspecção e o afastamento entre o tubo de queda e o colector ou a câmara de inspecção não deverá exceder 10 vezes o seu diâmetro; no caso de tal se verificar deverá dotar-se o sistema de ventilação secundária
  46. 46. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 46 Traçado – Tubo de queda (VI) Os tubos de queda deverão ser dotados de bocas de limpeza de diâmetro não inferior ao seu, posicionadas de modo a garantir a sua acessibilidade em todas as mudanças de direcção, próximo das curvas de concordância, próximo da mais alta inserção dos ramais de descarga e no mínimo de 3 em 3 pisos próximo das inserções dos ramais
  47. 47. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 47 Traçado – Tubo de queda (VII) [2]
  48. 48. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 48 Traçado – Tubo de queda (VIII) Os tubos de queda deverão ser preferencialmente instalados em galerias de forma a facilitar a sua acessibilidade; admite-se, no entanto a sua instalação através de embutimento em paredes Em caso algum deverão desenvolver-se em zonas de acesso difícil, ou embutidos em elementos estruturais Aquando do atravessamento de elementos estruturais deverá ficar garantida a não ligação rígida dos TQ a estes elementos, através da interposição entre ambos de material que assegure tal independência Para evitar os inconvenientes das compressões na base dos tubos de queda deverá evitar-se ligar os aparelhos do piso inferior
  49. 49. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 49 Traçado – Tubo de queda (IX) Abertura de TQ para o exterior [2]
  50. 50. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 50 Traçado – Colectores prediais (I) O traçado dos colectores prediais deverá ser constituído por troços rectilíneos, quer em planta, quer em perfil Os colectores prediais poderão ser instalados à vista, enterrados, em caleiras, em galerias ou em tectos falsos
  51. 51. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 51 Traçado – Colectores prediais (II) Quando enterrados, os colectores prediais deverão ser dotados de câmaras de inspecção no seu início, nas mudanças de direcção, nas mudanças de inclinação, nas alterações de diâmetro e nas confluências, de forma a possibilitar eventuais operações de manutenção e limpeza
  52. 52. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 52 Traçado – Colectores prediais (III) [2]
  53. 53. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 53 Traçado – Colectores prediais (IV) Quando instalados à vista e garantido o seu acesso, as câmaras de inspecção poderão dar lugar a curvas de transição, forquilhas, reduções e bocas de limpeza posicionadas de tal modo que possibilitem eventuais operações de manutenção e limpeza
  54. 54. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 54 Traçado – Colectores prediais (V) [2]
  55. 55. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 55 Traçado – Colectores prediais (VI) O afastamento máximo entre câmaras de inspecção ou bocas de limpeza consecutivas deverá ser 15 m Na opção dos percursos a seguir pelos colectores prediais, sempre que possível e sempre que tal não ponha em causa o seu correcto desempenho funcional, deverá optar- se por tubagens de menor extensão, conduzindo a menores custos, bem como a menores tempos de retenção das águas no seu interior
  56. 56. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 56 Traçado – Colectores prediais (VII) No atravessamento de elementos estruturais deverá ficar garantida a não solidarização dos colectores prediais com esses elementos, através da interposição entre ambos de material que assegure tal independência Nunca se devem desenvolver sob elementos de fundação, em zonas inacessíveis ou ser embutidos em elementos estruturais
  57. 57. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 57 Traçado – Ramais de ligação (I) O traçado dos ramais de ligação deverá ser constituído por troços rectilíneos, quer em planta, quer em perfil Os ramais de ligação podem ser ligados à rede pública por inserção, quer em câmaras de visita, quer directa ou indirectamente nos colectores públicos A inserção directa nos colectores públicos só é de admitir nos casos em que estes possuam diâmetro superior a 500 mm; nestas situações, a inserção deverá processar-se num plano superior a 2/3 do seu diâmetro
  58. 58. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 58 Traçado – Ramais de ligação (II) A inserção dos ramais de ligação nos colectores públicos poderá ser feita através de forquilhas desde que o ângulo de incidência seja menor ou igual que 67.5º, no sentido do escoamento
  59. 59. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 59 Traçado – Ramais de ventilação (I) Os ramais de ventilação deverão ser constituído por troços rectilíneos ligados entre si por curvas de concordância Os ramais de ventilação poderão ser instalados à vista, embutidos, em caleiras, enterrados, em galerias ou em tectos falsos Na opção dos percursos a seguir, sempre que possível e sempre que tal não ponha em causa o seu correcto desempenho funcional, deverá optar-se por tubagens de menor extensão, conduzindo a menores custos Em caso algum poderão desenvolver-se sob elementos de fundação, em zonas de acesso difícil ou embutidos em elementos estruturais
  60. 60. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 60 Traçado – Ramais de ventilação (II) Os troços verticais deverão prolongar-se de modo a atingirem uma altura não inferior a 0,15 m acima do nível superior do aparelho que ventilam Os troços horizontais, para ligação à coluna de ventilação, deverão possuir inclinação ascendente, de modo a possibilitarem a condução dos condensados aí formados para o ramal que ventilam, de valor não inferior a 20 mm/m
  61. 61. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 61 Traçado – Ramais de ventilação (III) [2]
  62. 62. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 62 Traçado – Ramais de ventilação (IV) A inserção do ramal de ventilação no ramal de descarga deve fazer-se a uma distância não inferior a duas vezes o diâmetro do ramal, nem superior aos valores do ábaco medidos em relação ao sifão instalado
  63. 63. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 63 Traçado – Ramais de ventilação (V) Os ramais de ventilação não deverão ser cortados por linhas piezométricas, de forma a evitar a sua obstrução. Nesse sentido deverá ser tida em consideração a seguinte relação: h2/L1 ≥ h1/L2
  64. 64. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 64 Traçado – Ramais de ventilação (VI)
  65. 65. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 65 Traçado – Ramais de ventilação (VII) Nos aparelhos em bateria, exceptuando as bacias de retrete e similares, no caso de não existência de ventilação secundária individual, os ramais de ventilação colectivos devem ser ligados aos ramais de descarga no máximo de 3 em 3 aparelhos
  66. 66. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 66 Traçado – Ramais ventilação (VIII) [2]
  67. 67. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 67 Traçado – Colunas de ventilação (I) O traçado das colunas de ventilação deverá ser vertical; sempre que se verifique a necessidade de translações relativas ao alinhamento vertical, estas deverão ser obtidas por troços de tubagens rectilíneos, ligados através de curvas de concordância dispostos com inclinação ascendente [2]
  68. 68. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 68 Traçado – Colunas de ventilação (II) As colunas de ventilação deverão ter a sua origem nos colectores prediais ou câmaras de inspecção; no caso da origem se verificar num colector predial, a sua inserção neste deverá verificar-se a uma distância do tubo de queda inferior a 10 vezes o diâmetro deste [2]
  69. 69. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 69 Traçado – Colunas de ventilação (III) Na situação em que termine no tubo de queda, a inserção da coluna de ventilação neste deverá verificar-se a uma distância não inferior a 1 metro acima da última inserção do ramal de descarga No caso de a edificação não ter tubo de queda, as colunas de ventilação deverão ter origem nas extremidades a montante dos colectores prediais ou das câmaras de inspecção
  70. 70. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 70 Traçado – Colunas ventilação (IV) As colunas de ventilação deverão ser ligadas ao respectivo tubo de queda no mínimo de 3 em 3 pisos, através de troços de tubagem rectos ascendentes, ligados por curvas de concordância [2]
  71. 71. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 71 Traçado – Colunas de ventilação (V) As colunas de ventilação deverão ser preferencialmente instaladas em galerias, de forma a facilitar o seu acesso; no entanto admite-se a sua instalação através do embutimento em paredes Não podem nunca desenvolver-se em zonas de difícil acesso ou estar embutidas em elementos estruturais No atravessamento de elementos estruturais, deverá ficar garantida a não ligação rígida das colunas de ventilação a esses elementos, através da interposição entre ambos de material absorvente
  72. 72. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 72 6. Dimensionamento 1. Traçado da rede 2. Det. caudais de descarga 3. Det. caudal acumulado 4. Det. caudal de cálculo 5. Dimensionamento consoante o tipo de troço Ramais de descarga individuais Ramais de descarga não individuais Tubos de queda Colectores prediais Ramal de ligação Ramais de ventilação Colunas de ventilação
  73. 73. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 73 Dimensionamento – Ramais de descarga individuais Dimensionados para escoamento a secção cheia em sistemas com ventilação primária, desde que a distância entre o sifão e a secção ventilada não ultrapasse ou em sistemas com ventilação secundária completa
  74. 74. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 74 Ramais de descarga individuais – Inclinações e diâmetros mínimos Inclinações entre 10 e 40 mm/m Diâmetros mínimos [2]
  75. 75. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 75 Dimensionamento – Ramais de descarga não individuais Dimensionados a escoamento a ½ secção Inclinações entre 10 e 40 mm/m Diâmetro determina-se através: Fórmula de Manning-Strickler Ábacos PVC Tabela PVC ½ secção Tabelas simplificadas
  76. 76. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 76 Fórmula de Manning-Strickler
  77. 77. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 77 Fórmula de Manning-Strickler K em função do tipo de material
  78. 78. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 78 Ábacos – 1/2 secção PVC
  79. 79. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 79 Ábacos – secção cheia PVC
  80. 80. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 80 Tabela - 1/2 secção PVC
  81. 81. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 81 Tabelas simplificadas Fórmula de Manning-Strickler: Q = K D8/3 i1/2 TUBOS LISOS – SECÇÃO CHEIA Os valores acima das linhas a traço cheio correspondem a vel. de escoamento inferiores ou iguais a 1,5m/s (máximo recomendável)
  82. 82. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 82 Tabelas simplificadas Fórmula de Manning-Strickler: Q = K D8/3 i1/2 TUBOS RUGOSOS – SECÇÃO CHEIA Os valores acima das linhas a traço cheio correspondem a vel. de escoamento inferiores ou iguais a 1,5m/s (máximo recomendável)
  83. 83. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 83 Tabelas simplificadas Fórmula de Manning-Strickler: Q = K D8/3 i1/2 TUBOS LISOS – MEIA SECÇÃO Os valores acima das linhas a traço cheio correspondem a vel. de escoamento inferiores ou iguais a 1,5m/s (máximo recomendável)
  84. 84. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 84 Tabelas simplificadas Fórmula de Manning-Strickler: Q = K D8/3 i1/2 TUBOS RUGOSOS – MEIA SECÇÃO
  85. 85. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 85 Dimensionamento – Tubos de Queda Diâmetro ≥ maior diâmetro dos ramais que para ele confluem, com o mínimo de 50 mm Diâmetro constante ao longo de todo o seu desenvolvimento Taxa de ocupação máxima = 1/3 para sistemas com ventilação secundária Tx ocupação = Se/St Se - Secção ocupada pelo caudal de esgoto St – Secção total Taxa de ocupação inferior a 1/3 (1/4, 1/5, 1/6, 1/7) para sistemas sem ventilação secundária consoante o diâmetro do tubo de queda
  86. 86. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 86 Tubos de Queda – Taxa de ocupação
  87. 87. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 87 Dimensionamento – Tubos de Queda
  88. 88. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 88 Dimensionamento – Tubos de Queda
  89. 89. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 89 Dimensionamento – Tubos de Queda - Regulamento
  90. 90. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 90 Dimensionamento – Colectores prediais O diâmetro dos colectores prediais não deve ser inferior ao maior dos diâmetros das canalizações que para eles confluem, com um mínimo de 100 mm As inclinações dos colectores devem estar compreendidas entre 10 e 40 mm/m Os colectores devem ser dimensionados para um escoamento não superior a ½ secção Diâmetro interior determina-se pela fórmula de Manning-Strickler ou através do Quadro seguinte
  91. 91. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 91 Dimensionamento – Colectores prediais
  92. 92. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 92 Dimensionamento – Ramais de ligação O diâmetro dos ramais de ligação prediais não deve ser inferior ao maior dos diâmetros das canalizações que para ele confluem, com um mínimo de 125 mm A inclinação dos ramais de ligação não deverá ser inferior a 10mm/m, sendo aconselhável que se situe entre 20 e 40 mm/m Os ramais de ligação devem ser dimensionados para um escoamento não superior a ½ secção Diâmetro interior determina-se tal como para os colectores prediais
  93. 93. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 93 Dimensionamento – Ramais de ventilação Diâmetro interior deve ser igual ou superior a 2/3 do diâmetro dos ramais de descarga que ventilam Os troços horizontais devem possuir inclinação ascendente, no sentido contrário ao do escoamento do ramal que ventilam, de valor não inferior a 20mm/m
  94. 94. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 94 Dimensionamento – Colunas de ventilação O diâmetro das colunas de ventilação não deve decrescer no sentido ascendente Diâmetro interior determina-se através do ábaco seguinte em função do diâmetro do Tq e da altura da coluna de ventilação
  95. 95. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 95 Dimensionamento – Colunas de ventilação
  96. 96. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 96 7. Tubagens Tubagens metálicas Ferro fundido Tubagens termoplásticas Tubagens de policloreto de vinilo (PVC) Tubagens de outros materiais Tubagens de grés cerâmico
  97. 97. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 97 Tubagens metálicas - Ferro fundido A protecção destas tubagem, no sentido de conferir maior capacidade contra a oxidação é feita através da deposição de revestimentos betuminosos: tintas de zinco, tintas asfálticas e epóxicas. Comercializadas em varas de 0,5 a 3m (quando dotadas de abocardamento) Comercializadas em varas de 3m (quando não dotadas de abocardamento) [2]
  98. 98. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 98 Tubagens metálicas - Ferro fundido Dimensões
  99. 99. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 99 Tubagens metálicas - Ferro fundido Acessórios [2]
  100. 100. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 100 Tubagens metálicas - Ferro fundido Ligações Em tubos com abocardamento, a ligação entre elementos – tubos/acessórios ou tubos/tubos, é feita através do encaixe de juntas de elastómero colocadas no abocardamento, as quais deverão ser lubrificadas com produto adequado para receber o elemento macho a introduzir – estas juntas permitem absorver deslocamentos devidos a fenómenos de dilatação permitindo também desvios angulares até cerca de 5º [2]
  101. 101. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 101 Tubagens metálicas - Ferro fundido Ligações Em tubos sem abocardamento, a ligação entre os diferentes elementos é feita pela sua colocação topo a topo, unidos por juntas de elastómero, sendo a fixação assegurada por abraçadeira metálicas [2]
  102. 102. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 102 Tubagens metálicas - Ferro fundido Abraçadeiras Tubagens verticais – 1 abraçadeira junto da extremidade superior Tubagens horizontais - 1 abraçadeira a montante e outra a jusante das uniões [2]
  103. 103. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 103 Tubagens termoplásticas - Tubagens de policloreto de vinilo (PVC) Preferencialmente utilizados em sistemas de drenagem de águas residuais frias (até 20ºC) Existem séries especiais para as águas residuais quentes (tubos com maior espessura) Varas de 6 m
  104. 104. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 104 Tubagens termoplásticas - Tubagens de policloreto de vinilo (PVC) - Dimensões
  105. 105. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 105 Tubagens termoplásticas - Tubagens de policloreto de vinilo (PVC) - Acessórios [2]
  106. 106. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 106 Tubagens termoplásticas - Tubagens de policloreto de vinilo (PVC) - Ligações A ligação entre troços de tubagem ou entre as tubagens e os acessórios deverá ser obtida por: abocardamento com anéis de estanquidade colagem [2]
  107. 107. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 107 Tubagens termoplásticas - Tubagens de policloreto de vinilo (PVC) – Ligações por anéis de estanquidade É feita através da colocação de anéis - geralmente de neoprene – no abocardamento, os quais deverão ser lubrificados adequadamente antes da peça macho ser introduzida. As peças macho deverão ser cortadas em esquadria [2]
  108. 108. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 108 Tubagens termoplásticas - Tubagens de policloreto de vinilo (PVC) – Ligações por colagem É feita através de uma cola que funciona como solvente a qual através do amolecimento e solvência superficial do PVC, provoca a soldadura dos elementos a ligar Os tubos deverão ser cortados em esquadria através de chanfro de 15º. Deverá proceder-se à remoção das rebarbas das arestas bem como a um desengorduramento com produto adequado das superfícies a ligar Para melhorar a aderência entre as superfícies convém proceder, antes da aplicação da cola, ao seu despolimento através de lixagem com lixa fina
  109. 109. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 109 Tubagens termoplásticas - Tubagens de policloreto de vinilo (PVC) – Abraçadeiras
  110. 110. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 110 Tubagens termoplásticas - Tubagens de policloreto de vinilo (PVC) – Exterior/Dobragem Quando aplicadas no exterior e portanto sujeitas à acção dos raios ultravioletas deverão ser protegidas por pintura adequada É possível a dobragem a quente destas tubagens – o amolecimento deverá ser conseguido através de pistolas de ar quente – os raios de curvatura não deverão ser inferiores a 0,5 m, efectuados em tubagens de diâmetro até 50mm, para mudanças de direcção não superiores a 15º
  111. 111. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 111 Tubagens de outros materiais - Tubagens de grés cerâmico Só para colectores prediais e ramais de ligação enterrados Recobrimento de 0,50m
  112. 112. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 112 Tubagens de outros materiais - Tubagens de grés cerâmico - Dimensões
  113. 113. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 113 Tubagens de outros materiais - Tubagens de grés cerâmico - Acessórios [2]
  114. 114. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 114 Tubagens de outros materiais - Tubagens de grés cerâmico - Assentamento Leito perfeitamente regularizado e que garanta o seu contínuo apoio Após a colocação do tubo a vala deve ser cheia de areia (até cerca de 0,15 m acima da geratriz superior do tubo) e compactada por fases Preencher a restante vala com o material de escavação – retirando os materiais com dimensão superior a 20mm
  115. 115. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 115 8. Acessórios - sifões Dispositivos incorporados nos aparelhos sanitários ou a inserir nos ramais de descarga destinados a impedir a passagem dos gases existentes nas canalizações (problemas de saúde e maus cheiros) [2]
  116. 116. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 116 Tipos de sifões (I) [2]
  117. 117. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 117 Tipos de sifões (II) [2]
  118. 118. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 118 Sifões – Diâmetros mínimos [2]
  119. 119. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 119 Sifões – Exigências (I) Cada aparelho sanitário apenas poderá ser servido por um único sifão – sendo proibida a dupla sifonagem Qd não fazem parte dos aparelhos sanitários não deverão ser instalados a uma distância superior a 3m do respectivo aparelho Um único sifão poderá servir simultaneamente vários aparelhos - de águas de sabão Nas baterias de aparelhos sanitários de águas não saponáceas – cada aparelho deverá ser dotado individualmente de sifão
  120. 120. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 120 Sifões – Exigências (II) Os sifões deverão ser preferencialmente dotados de bocas de limpeza caso contrário deverá ser dada especial atenção à facilidade de montagem e desmontagem Os sifões deverão possuir diâmetros que não excedam os dos respectivos ramais de descarga, de modo a evitar fenómenos relacionados com a redução do fecho hídrico e a produção de ruídos Fecho hídrico não inferior a 50 mm, nem superior a 75 mm
  121. 121. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 121 Ralos Destinam-se a impedir a passagem de substâncias sólidas para o sistema de drenagem Para o efeitos utilizam-se grelhas e/ou cestos de retenção Todos os aparelhos sanitários, com excepção das bacias de retrete devem possuir ralos Os ralos devem possuir uma área útil no mínimo igual a dois terços da área da secção dos respectivos ramais de descarga
  122. 122. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 122 Ralos - Tipos [2]
  123. 123. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 123 Caixas de pavimento/passagem/reunião Caixas de pavimento são dispositivos destinados a aglutinar as descargas de vários aparelhos sanitários e seu posteriormente encaminhamento através de um único ramal de descarga Têm, geralmente várias entradas (4 disponíveis, mas que se encontram tamponadas permitindo a utilização das que se pretenderem) e uma única saída Dispõem de tampa amovível destinada a possibilitar operações de limpeza e manutenção Existem no mercado caixas sifonadas bem como com tampa de grelha, funcionando, neste caso tb como sifão e ralo
  124. 124. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 124 Caixas de pavimento/passagem/reunião [2]
  125. 125. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 125 Câmaras de inspecção Destinam-se a assegurar as operações de manutenção e limpeza dos colectores Podem ser de planta rectangular, quadrada, circular, com cobertura plana, tronco-cónica, simétrica ou assimétrica
  126. 126. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 126 Câmaras de inspecção [2]
  127. 127. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 127 9. Dec. Regulamentar nº 23/95, de 23 de Agosto REGULAMENTO GERAL DOS SISTEMAS PÚBLICOS E PREDIAIS DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA E DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS TÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS (Artº 1º - Artº 4º) TÍTULO II - SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO PÚBLICA DE ÁGUA (Artº 5º - Artº 81º) TÍTULO III - SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO PREDIAL DE ÁGUA (Artº 82º - Artº 113º) TÍTULO IV - SISTEMAS DE DRENAGEM PÚBLICA DE ÁGUAS RESIDUAIS (Artº 114º - Artº 197º) TÍTULO V - SISTEMAS DE DRENAGEM PREDIAL DE ÁGUAS RESIDUAIS (Artº 198º - Artº 270º) TÍTULO VI- ESTABELECIMENTO E EXPLORAÇÃO DE SISTEMAS PÚBLICOS (Artº 271º - Artº 292º) TÍTULO VII - ESTABELECIMENTO E EXPLORAÇÃO DE SISTEMAS PREDIAIS (Artº 293º - Artº 311º) ANEXOS I A XXIII
  128. 128. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 128 TÍTULO V - SISTEMAS DE DRENAGEM PREDIAL DE ÁGUAS RESIDUAIS ARTº 198 – ARTº 270 CAPT. I – REGRAS GERAIS (ARTº 198 – 202) CAPT. II – CONCEPÇÃO DOS SISTEMAS (ARTº 203 – ARTº 207) CAPT. III – ELEMENTOS DE BASE PARA DIMENSIONAMENTO (ARTº 208 – 211) CAPT. IV – CANALIZAÇÕES SECÇÃO I – RAMAIS DE DESCARGA (ARTº 212 – 219) SECÇÃO II – RAMAIS DE VENTILAÇÃO (ARTº 220 – 224) SECÇÃO III – ALGEROZES E CALEIRAS (ARTº 225 – 228) SECÇÃO IV – TUBOS DE QUEDA (ARTº 229 – 237) SECÇÃO V – COLUNAS DE VENTILAÇÃO (ARTº 238 – 243) SECÇÃO VI - COLECTORES PREDIAIS (ARTº 244 – 252) CAPT. V – ACESSÓRIOS (ARTº 253 – 261) CAPT. VI – INSTALAÇÕES COMPLEMENTARES (ARTº 262 – 266) CAPT. VII – APARELHOS SANITÁRIOS (ARTº 267) CAPT. VIII – ENSAIOS (ARTº 268 – 270)
  129. 129. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 129 ANEXOS ANEXO XIII – SIMBOLOGIA ANEXO XIV – CAUDAIS DE DESCARGA DOS APARELHOS E EQUIPAMENTOS SANITÁRIOS E CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS DE RAMAIS DE DESCARGA E SIFÕES A CONSIDERAR EM APARELHOS DE UTILIZAÇÃO MAIS CORRENTE ANEXO XV – CAUDAIS DE CÁLCULO DE ÁGUAS RESIDUAIS DOMÉSTICAS EM FUNÇÃO DOS CAUDAIS ACUMULADOS ANEXO XVI – DISTÂNCIAS MÁXIMAS ENTRE OS SIFÕES E AS SECÇÕES VENTILADAS PARA ESCOAMENTO A SECÇÃO CHEIA ANEXO XVII – TAXAS DE OCUPAÇÃO DE TUBOS DE QUEDA SEM VENTILAÇÃO SECUNDÁRIA ANEXO XVIII – DIMENSIONAMENTO DE TUBOS DE QUEDA DE ÁGUAS RESIDUAIS DOMÉSTICAS ANEXO XIX – DIMENSIONAMENTO DE TUBOS DE QUEDA DE ÁGUAS PLUVIAIS ANEXO XX – ABERTURA PARA O EXTERIOR DE TUBOS DE QUEDA DE ÁGUAS RESIDUAIS DOMÉSTICAS ANEXO XXI – DIMENSIONAMENTO DE COLUNAS DE VENTILAÇÃO SECUNDÁRIA ANEXO XXII – NÚMERO DE APARELHOS EM ENSAIOS DE EFICIÊNCIA
  130. 130. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 130 CAPT. I – REGRAS GERAIS (ARTº 198 – 202) Artigo 198º - Separação de sistemas 1 – A montante das câmaras de ramal de ligação, é obrigatória a separação dos sistemas de drenagem de águas residuais domésticas dos de águas pluviais. 2 – As águas residuais industriais, após eventual tratamento adequado de acordo com as suas características físicas, químicas e microbiológicas, podem ser conduzidas ao sistema de drenagem de águas residuais domésticas ou pluviais, conforme a sua semelhança.
  131. 131. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 131 CAPT. II – CONCEPÇÃO DOS SISTEMAS (ARTº 203 – ARTº 207) Artigo 203º - Ventilação 1 – Os sistemas de drenagem de águas residuais domésticas têm sempre ventilação primária, que é obtida pelo prolongamento de tubos de queda até à sua abertura na atmosfera ou, quando estes não existam, pela instalação de colunas de ventilação nos extremos de montante dos colectores prediais. 2 – Além deste tipo de ventilação, os sistemas devem dispor, quando necessário, de ventilação secundária, parcial ou total, realizada através de colunas ou de ramais e colunas de ventilação. 3 – A rede de ventilação de águas residuais domésticas deve ser independente de qualquer outro sistema de ventilação do edifício.
  132. 132. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 132 Artigo 205º - Sistemas de drenagem de águas residuais domésticas 1 – Todas as águas residuais recolhidas acima ou ao mesmo nível do arruamento onde está instalado o colector público em que vão descarregar devem ser escoadas para este colector, por meio da acção da gravidade. 2 – As águas residuais recolhidas abaixo do nível do arruamento, como é o caso de caves, mesmo que localizadas acima do nível do colector público, devem ser elevadas para um nível igual ou superior ao do arruamento, atendendo ao possível funcionamento em carga do colector público, com o consequente alagamento das caves. 3 – Em casos especiais, a aplicação de soluções técnicas que garantam o não alagamento das caves pode dispensar a exigência do número anterior. 4 – Para prevenção da contaminação deve observar-se o estipulado no artigo 85º.
  133. 133. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 133 Artigo 206º - Sistemas de drenagem de águas pluviais 1 – Na concepção de sistemas de drenagem de águas pluviais, a ligação à rede pública pode ser feita directamente ou através de valetas de arruamentos. 2 – As águas pluviais recolhidas a nível inferior ao do arruamento devem ser drenadas conforme o referido no artigo anterior.
  134. 134. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 134 CAPT. III – ELEMENTOS DE BASE PARA DIMENSIONAMENTO (ARTº 208 – 211) Artigo 208º - Caudais de descarga de águas residuais domésticas 1 – Os caudais de descarga a atribuir aos aparelhos e equipamentos sanitários devem estar de acordo com o fim específico a que se destinam. 2 – Os valores mínimos dos caudais de descarga a considerar nos aparelhos e equipamentos sanitários são os indicados no anexo XIV.
  135. 135. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 135 Artigo 209º - Coeficiente de simultaneidade 1 – Deve ter-se em conta a possibilidade do funcionamento não simultâneo da totalidade dos aparelhos e equipamentos sanitários, considerando-se na determinação do caudal de cálculo o coeficiente de simultaneidade mais adequado, nos termos dos nos 1 a 3 do artigo 91º. 2 – Apresenta-se no anexo XV uma curva que, tendo em conta os coeficientes de simultaneidade, fornece os caudais de cálculo em função dos caudais acumulados e pode ser utilizada para os casos correntes de habitação.
  136. 136. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 136 Artigo 210º - Precipitação 1 – Na determinação da precipitação a adoptar, deve ter- se em conta o disposto no artigo 128º. 2 – O período de retorno a considerar no dimensionamento hidráulico de uma rede predial de drenagem pluvial deve ser, no mínimo, de cinco anos, para uma duração de precipitação de cinco minutos.
  137. 137. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 137 Artigo 211º - Coeficiente de escoamento O coeficiente de escoamento é determinado de acordo com o disposto no artigo 129º, sendo a unidade o valor para coberturas de edifícios.
  138. 138. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 138 CAPT. IV – CANALIZAÇÕES SECÇÃO I – RAMAIS DE DESCARGA (ARTº 212 – 219) Artigo 212º - Finalidade 1 – Os ramais de descarga das águas residuais domésticas têm por finalidade a condução destas aos respectivos tubos de queda ou, quando estes não existam, aos colectores prediais. 2 – Os ramais de descarga de águas pluviais têm por finalidade a condução destas aos respectivos tubos de queda ou, quando estes não existam, aos colectores prediais, poços absorventes, valetas ou áreas de recepção apropriadas.
  139. 139. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 139 Artigo 213º - Caudais de cálculo 1 – Os caudais de cálculo dos ramais de descarga de águas residuais domésticas devem basear-se nos caudais de descarga atribuídos aos aparelhos sanitários e nos coeficientes de simultaneidade, nos termos dos artigos 209º e 211º. 2 – Os caudais de cálculo de ramais de descarga de águas pluviais devem basear-se nas áreas a drenar em projecção horizontal, no coeficiente de escoamento e na precipitação.
  140. 140. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 140 Artigo 214º - Dimensionamento hidráulico-sanitário 1 – No dimensionamento hidráulico-sanitário dos ramais de descarga de águas residuais domésticas deve ter- se em atenção: a) Os caudais de cálculo; b) As inclinações, que devem situar-se entre 10 e 40 mm/m; c) A rugosidade do material; d) O risco de perda do fecho hídrico.
  141. 141. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 141 Artigo 214º - Dimensionamento hidráulico-sanitário (cont.) 2 – Os ramais de descarga individuais podem ser dimensionados para escoamento a secção cheia, desde que sejam respeitadas as distâncias máximas entre o sifão e a secção ventilada indicadas no anexo XVI. 3 – Quando excedidas aquelas distâncias e nos sistemas sem ramais de ventilação, os ramais de descarga devem ser dimensionados para escoamento a meia secção. 4 – Os ramais de descarga não individuais devem ser sempre dimensionados para escoamento a meia secção.
  142. 142. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 142 Artigo 214º - Dimensionamento hidráulico-sanitário (cont.) 5 – No dimensionamento hidráulico dos ramais de descarga de águas pluviais deve ter-se em atenção: a) Os caudais de cálculo; b) As inclinações, que não devem ser inferiores a 5 mm/m; c) A rugosidade do material. 6 – Os ramais de descarga de águas pluviais podem ser dimensionados para escoamento a secção cheia.
  143. 143. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 143 Artigo 215º - Diâmetro mínimo 1 – Os diâmetros nominais mínimos admitidos para os ramais de descarga individuais dos aparelhos sanitários são os fixados no anexo XIV. 2 – O diâmetro nominal mínimo dos ramais de descarga de águas pluviais é de 40 mm, excepto quando aplicados ralos de pinha em que o diâmetro mínimo deve ser de 50 mm.
  144. 144. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 144 Artigo 216º - Sequência de secções A secção do ramal de descarga não pode diminuir no sentido do escoamento.
  145. 145. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 145 Artigo 217º - Traçado 1 – O traçado dos ramais de descarga deve obedecer ao princípio dos traçados varejáveis, devendo ser feito por troços rectilíneos unidos por curvas de concordância, facilmente desobstruíveis sem necessidade de proceder à sua desmontagem, ou por caixas de reunião. 2 – O troço vertical dos ramais de descarga não pode exceder, em caso algum, 2 m de altura. 3 – A ligação de vários aparelhos sanitários a um mesmo ramal de descarga pode ser feita por meio de forquilhas ou caixas de reunião. 4 – Os ramais de descarga das bacias de retrete e os das águas de sabão devem ser normalmente independentes.
  146. 146. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 146 Artigo 217º - Traçado (cont.) 5 – Os ramais de descarga de águas de sabão ou de urinóis só podem ser ligados a ramais de descarga de bacias de retrete desde que esteja assegurada a adequada ventilação secundária dos primeiros, tendo em vista impedir fenómenos de sifonagem induzida. 6 – Os ramais de descarga dos urinóis devem ser independentes dos restantes aparelhos, podendo ser ligados aos ramais de águas de sabão por caixas de reunião.
  147. 147. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 147 Artigo 218º - Ligação ao tubo de queda ou ao colector predial 1 – A ligação dos ramais de descarga deve ser feita: a) Aos tubos de queda, por meio de forquilhas; b) Aos colectores prediais, por meio de forquilhas ou câmaras de inspecção. 2 – Não é permitida a ligação de ramais de descarga de bacias de retrete e de águas de sabão, no mesmo plano horizontal do tubo de queda, com forquilhas de ângulo de inserção superior a 45º.
  148. 148. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 148 Artigo 219º - Localização 1 – Os ramais de descarga podem ser embutidos, colocados à vista ou visitáveis em tectos falsos e galerias, ou enterrados. 2 – A colocação dos ramais de descarga não pode afectar a resistência dos elementos estruturais do edifício nem das canalizações.
  149. 149. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 149 SECÇÃO II – RAMAIS DE VENTILAÇÃO (ARTº 220 – 224) Artigo 220º - Finalidade Os ramais de ventilação têm por finalidade a manutenção do fecho hídrico nos sifões sempre que este não esteja assegurado pelas restantes condições exigidas neste Regulamento.
  150. 150. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 150 Artigo 221º - Dimensionamento O diâmetro dos ramais de ventilação não deve ser inferior a dois terços do diâmetro dos ramais de descarga respectivos.
  151. 151. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 151 Artigo 222º - Traçado 1 – Os ramais de ventilação devem ser constituídos por troços rectilíneos, ascendentes e verticais, até atingirem uma altura mínima de 0,15 m acima do nível superior do aparelho sanitário mais elevado a ventilar por esse ramal. 2 – A ligação à coluna de ventilação deve ser feita por troços com a inclinação mínima de 2%, para facilitar o escoamento da água condensada para o ramal de descarga. 3 – A inserção do ramal de ventilação no ramal de descarga deve fazer-se a uma distância do sifão a ventilar não inferior ao dobro do diâmetro deste ramal nem superior ao indicado no anexo XVI.
  152. 152. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 152 Artigo 222º - Traçado (cont.) 4 – Nos aparelhos em bateria, com excepção de bacias de retrete e similares, caso não se faça a ventilação secundária individual os ramais de ventilação colectivos devem ter ligação ao ramal de descarga, no máximo de três em três aparelhos.
  153. 153. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 153 Artigo 223º - Localização Na localização de ramais de ventilação deve respeitar-se o disposto no artigo 219º.
  154. 154. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 154 Artigo 224º - Natureza dos materiais Os ramais de ventilação podem ser de PVC rígido, ferro fundido ou outros materiais que reúnam as necessárias condições de utilização.
  155. 155. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 155 SECÇÃO III – ALGEROZES E CALEIRAS (ARTº 225 – 228) Artigo 225º - Finalidade Os algerozes e caleiras têm por finalidade a recolha e condução de águas pluviais aos ramais de descarga ou aos tubos de queda.
  156. 156. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 156 Artigo 226º - Caudais de cálculo Os caudais de cálculo de algerozes e caleiras devem ser obtidos de acordo com as áreas a drenar, tendo em conta o determinado nos artigos 210º e 211º.
  157. 157. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 157 Artigo 227º - Dimensionamento hidráulico No dimensionamento hidráulico de algerozes e caleiras deve ter-se em atenção: a)Os caudais referidos no artigo anterior; b)A inclinação; c)A rugosidade do material; d)A altura da lâmina líquida, que não deve exceder 0,7 da altura da secção transversal.
  158. 158. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 158 Artigo 228º - Natureza dos materiais Os algerozes e caleiras podem ser de chapa zincada, betão, fibrocimento, PVC rígido ou outros materiais que reúnam as necessárias condições de utilização.
  159. 159. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 159 SECÇÃO IV – TUBOS DE QUEDA (ARTº 229 – 237) Artigo 229º - Finalidade e taxa de ocupação 1 – Os tubos de queda de águas residuais domésticas têm por finalidade a condução destas, desde os ramais de descarga até aos colectores prediais, servindo simultaneamente, para ventilação das redes predial e pública. 2 – A taxa de ocupação num tubo de queda consiste na razão entre a área ocupada pela massa líquida e a área da secção interior do tubo.
  160. 160. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 160 Artigo 230º - Caudais de cálculo 1 – Os caudais de cálculo de tubos de queda de águas residuais domésticas devem basear-se nos caudais de descarga. 2 – Os caudais de cálculo de tubos de queda de águas pluviais devem ser o somatório dos caudais de cálculo dos algerozes, caleiras e ramais de descarga que para eles descarregam.
  161. 161. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 161 Artigo 231º - Dimensionamento hidráulico-sanitário 1 – No dimensionamento hidráulico-sanitário de tubos de queda de águas residuais domésticas deve ter-se em atenção: a) Os caudais de cálculo referidos no artigo anterior; b) A taxa de ocupação, que não deve exceder o valor de um terço em sistemas com ventilação secundária, devendo descer até um sétimo em sistemas sem ventilação secundária, de acordo com a tabela do anexo XVII.
  162. 162. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 162 Artigo 231º - Dimensionamento hidráulico-sanitário (Cont.) 2 – O diâmetro dos tubos de queda de águas residuais domésticas deve ser constante em toda a sua extensão. 3 – É obrigatória a instalação de coluna de ventilação sempre que o caudal de cálculo nos tubos de queda com altura superior a 35 m for maior que 700 l/min. 4 – No dimensionamento hidráulico dos tubos de queda de água pluviais pode ter-se em atenção: a) Os caudais de cálculo referidos no artigo anterior; b) A altura de água acima do tubo de queda, ou seja a carga na coluna. 5 – No dimensionamento hidráulico dos tubos de queda previstos neste artigo, pode observar-se, a título exemplificativo, o disposto nos anexos XVIII e XIX.
  163. 163. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 163 Artigo 232º - Diâmetro mínimo O diâmetro nominal dos tubos de queda de águas residuais, domésticas ou pluviais, não pode ser inferior ao maior dos diâmetros dos ramais a eles ligados, com um mínimo de 50 mm.
  164. 164. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 164 Artigo 233º - Traçado 1 – O traçado dos tubos de queda deve ser vertical, formando preferencialmente um único alinhamento recto. 2 – Não sendo possível evitar mudanças de direcção, estas devem ser efectuadas por curvas de concordância, não devendo o valor da translação exceder 10 vezes o diâmetro do tubo da queda. 3 – No caso de exceder aquele valor, o troço intermédio de fraca pendente deve ser tratado como colector predial.
  165. 165. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 165 Artigo 233º - Traçado (cont.) 4 – A concordância dos tubos de queda de águas residuais domésticas com troços de fraca pendente faz-se por curvas de transição de raio não inferior ao triplo do seu diâmetro, tomando como referência o eixo do tubo, ou por duas curvas de 45º eventualmente ligadas por um troço recto. 5 – A abertura para o exterior dos tubos de queda de águas residuais domésticas deve: a) Localizar-se a 0,5 m acima da cobertura da edificação ou, quando esta for terraço, 2 m acima do seu nível; b) Exceder, pelo menos, 0,2 m o capelo da chaminé que se situar a uma distância inferior a 0,5 m da abertura; c) Elevar-se, pelo menos, 1 m acima das vergas dos vãos de qualquer porta, janela ou fresta de tomada de ar, localizadas a uma distância inferior a 4 m; d) Ser protegida com rede para impedir a entrada de matérias sólidas e de pequenos animais. 6 – No anexo XX é apresentada uma demonstração das condições expostas.
  166. 166. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 166 Artigo 234º - Localização 1 – Os tubos de queda de águas residuais domésticas devem ser localizados, de preferência, em galerias verticais facilmente acessíveis. 2 – Os tubos de queda de águas pluviais devem ser localizados, de preferência, à vista na face exterior do edifício ou em galerias verticais acessíveis.
  167. 167. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 167 Artigo 235º - Bocas de limpeza 1 – A instalação de bocas de limpeza em tubos de queda de águas residuais domésticas é obrigatória nos seguintes casos: a) Nas mudanças de direcção, próximo das curvas de concordância; b) Na vizinhança da mais alta inserção dos ramais de descarga no tubo de queda; c) No mínimo de três em três pisos, junto da inserção dos ramais de descarga respectivos, sendo aconselhável em todos os pisos; d) Na sua parte inferior, junto às curva de concordância com o colector predial, quando não for possível instalar uma câmara de inspecção nas condições referidas neste Regulamento.
  168. 168. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 168 Artigo 235º - Bocas de limpeza (cont.) 2 – As bocas de limpeza devem ter um diâmetro no mínimo igual ao respectivo tubo de queda e a sua abertura deve estar tão próxima deste quanto possível. 3 – As bocas de limpeza devem ser instaladas em locais de fácil acesso e utilização.
  169. 169. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 169 Artigo 236º - Descarga 1 – Os tubos de queda de águas residuais domésticas devem ligar aos colectores prediais após instalação de curvas de concordância obedecendo ao indicado no nº 4 do artigo 233º e a inserção naqueles deve ser efectuada por meio de forquilhas ou câmaras de inspecção, consoante se trate, respectivamente, de colectores facilmente acessíveis ou enterrados. 2 – Se a distância entre o colector predial e o troço vertical do tubo de queda for superior a 10 vezes o diâmetro deste, deve garantir-se a ventilação secundária ou ser instalada uma câmara de inspecção àquela distância ou ainda solução equivalente que assegure a ventilação primária, tendo em vista atenuar as consequências do ressalto hidráulico.
  170. 170. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 170 Artigo 236º - Descarga (cont.) 3 – Os tubos de queda de água pluviais podem descarregar: a) Em colectores prediais através de forquilhas ou câmaras de inspecção com curvas de concordância entre os troços vertical e de fraca pendente; b) Em valetas de arruamentos, directamente ou através de caleiras ou tubos devidamente protegidos contra sobrecargas previsíveis.
  171. 171. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 171 Artigo 237º - Natureza dos materiais 1 – Os tubos de queda de águas residuais domésticas podem, entre outros, ser de PVC rígido ou ferro fundido. 2 – Os tubos de queda de águas pluviais podem, entre outros, ser de PVC rígido, chapa zincada e ferro fundido ou galvanizado.
  172. 172. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 172 SECÇÃO V – COLUNAS DE VENTILAÇÃO (ARTº 238 – 243) Artigo 238º - Finalidade 1 – As colunas de ventilação têm por finalidade complementar a ventilação efectuada através dos tubos de queda, sempre que a taxa de ocupação naqueles tubos seja superior ao valor mínimo indicado no artigo 231º ou quando a existência de ramais de ventilação assim o exija. 2 – As colunas de ventilação têm ainda por finalidade assegurar a ventilação da rede quando não existam tubos de queda.
  173. 173. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 173 Artigo 239º - Dimensionamento No dimensionamento de colunas de ventilação deve ter- se em atenção a sua altura e o diâmetro dos respectivos tubos de queda, podendo utilizar-se na sua determinação os valores indicados no anexo XXI
  174. 174. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 174 Artigo 240º - Sequência das secções A secção da coluna de ventilação não deve diminuir no sentido ascendente.
  175. 175. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 175 Artigo 241º - Traçado 1 – O traçado das colunas de ventilação deve ser vertical e as mudanças de direcção constituídas por troços rectilíneos ascendentes ligados por curvas de concordância. 2 – As colunas de ventilação devem: a) Ter a sua origem no colector predial, a uma distância dos tubos de queda de cerca de 10 vezes o diâmetro destes; b) Terminar superiormente nos tubos de queda, pelo menos 1 m acima da inserção mais elevada de qualquer ramal de descarga ou abrir directamente na atmosfera nas condições previstas no nº 5 do artigo 233º; c) Ser ligadas aos tubos de queda no mínimo de três em três pisos; d) Na ausência de tubos de queda, ter o seu início nas extremidades de montante dos colectores prediais.
  176. 176. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 176 Artigo 242º - Localização As colunas de ventilação podem ser instaladas, de preferência, em galerias verticais facilmente acessíveis.
  177. 177. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 177 Artigo 243º - Natureza dos materiais As colunas de ventilação podem ser de PVC rígido, ferro fundido ou outros materiais que reúnam as necessárias condições de utilização.
  178. 178. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 178 SECÇÃO VI - COLECTORES PREDIAIS (ARTº 244 – 252) Artigo 244º - Finalidade Os colectores prediais têm por finalidade a recolha de águas residuais provenientes de tubos de queda, de ramais de descarga situados no piso superior adjacente e de condutas elevatórias, e a sua condução para o ramal de ligação ou para outro tubo de queda.
  179. 179. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 179 Artigo 245º - Caudais de cálculo 1 – Os caudais de cálculo dos colectores prediais de águas residuais domésticas devem basear-se nos caudais de descarga atribuídos aos aparelhos sanitários que neles descarregam e nos coeficientes de simultaneidade, nos termos dos artigos 208º e 209º. 2 – Os caudais de cálculo dos colectores prediais de águas pluviais devem ser o somatório dos caudais de cálculo dos tubos de queda e ramais de descarga que lhes estão directamente ligados e, eventualmente, de águas freáticas.
  180. 180. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 180 Artigo 246º - Dimensionamento hidráulico 1 - No dimensionamento hidráulico dos colectores prediais de águas residuais domésticas e pluviais deve ter-se em atenção: a) Os caudais de cálculo; b) A inclinação, que deve situar-se entre 10 mm e 40 mm/m, podendo baixar até 5 mm/m no caso de colector predial de águas pluviais; c) A rugosidade do material. 2 – Os colectores prediais de águas residuais domésticas e pluviais devem ser dimensionados para um escoamento não superior a meia secção e a secção cheia, respectivamente.
  181. 181. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 181 Artigo 247º - Diâmetro mínimo O diâmetro nominal dos colectores prediais não pode ser inferior ao maior dos diâmetros das canalizações a eles ligadas, com um mínimo de 100 mm.
  182. 182. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 182 Artigo 248º - Sequência de secções A secção do colector predial não pode diminuir no sentido do escoamento.
  183. 183. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 183 Artigo 249º - Traçado 1 – O traçado de colectores prediais deve ser rectilíneo, tanto em planta como em perfil. 2 – Nos colectores prediais enterrados devem ser implantadas câmaras de inspecção no seu início, em mudanças de direcção, de inclinação, de diâmetro e nas confluências. 3 – Quando os colectores prediais estiverem instalados à vista ou em locais facilmente visitáveis as câmaras de inspecção devem ser substituídas por curvas de transição, reduções, forquilhas e por bocas de limpeza localizadas em pontos apropriados e em número suficiente, de modo a permitir um eficiente serviço de manutenção. 4 – As câmaras ou bocas de limpeza consecutivas não devem distar entre si mais de 15 m.
  184. 184. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 184 Artigo 250º - Câmara de ramal de ligação 1 – É obrigatória a construção de câmaras implantadas na extremidade de jusante de sistemas prediais, estabelecendo a ligação destes aos respectivos ramais de ligação, localizadas preferencialmente fora da edificação, em logradouros quando existam, junto à via pública e em zonas de fácil acesso. 2 – Quando as câmaras de ramal de ligação não possam ser instaladas no exterior das edificações, por implicações com outras infra-estruturas, as mesmas devem ser instaladas dentro das edificações, em zonas de fácil acesso e em zonas comuns nos edifícios de vários fogos
  185. 185. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 185 Artigo 250º - Câmara de ramal de ligação (cont.) 3 – As câmaras de ramal de ligação obedecem ao disposto neste título para as câmaras de inspecção. 4 – Não deve existir nas câmaras de ramal de ligação, nos ramais de ligação ou nos colectores prediais, qualquer dispositivo ou obstáculo que impeça a ventilação da rede pública através da rede predial e o escoamento em superfície livre da rede predial para a rede pública. 5 – Em sistemas públicos existentes que ainda não satisfaçam as disposições do presente Regulamento, nomeadamente quanto às capacidades de transporte dos colectores, pode aceitar-se a instalação de dispositivos de retenção de sólidos nas câmaras ou ramais de ligação, desde que a entidade gestora assegure a inspecção e limpeza tempestivas.
  186. 186. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 186 Artigo 251º - Válvulas de retenção A instalação de válvulas de retenção só é permitida em casos excepcionais e desde que garantida a sua regular manutenção
  187. 187. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 187 Artigo 252º - Natureza dos materiais 1 – Os colectores prediais de águas residuais domésticas podem, entre outros, ser de materiais de PVC rígido, grés cerâmico vidrado ou ferro fundido. 2 – Os colectores prediais de águas pluviais podem, entre outros, ser de PVC rígido, betão, ferro fundido ou aço galvanizado.
  188. 188. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 188 Artigo 250º - Câmara de ramal de ligação 1 – É obrigatória a construção de câmaras implantadas na extremidade de jusante de sistemas prediais, estabelecendo a ligação destes aos respectivos ramais de ligação, localizadas preferencialmente fora da edificação, em logradouros quando existam, junto à via pública e em zonas de fácil acesso. 2 – Quando as câmaras de ramal de ligação não possam ser instaladas no exterior das edificações, por implicações com outras infra-estruturas, as mesmas devem ser instaladas dentro das edificações, em zonas de fácil acesso e em zonas comuns nos edifícios de vários fogos. 3 – As câmaras de ramal de ligação obedecem ao disposto neste título para as câmaras de inspecção.
  189. 189. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 189 Artigo 250º - Câmara de ramal de ligação (cont.) 4 – Não deve existir nas câmaras de ramal de ligação, nos ramais de ligação ou nos colectores prediais, qualquer dispositivo ou obstáculo que impeça a ventilação da rede pública através da rede predial e o escoamento em superfície livre da rede predial para a rede pública. 5 – Em sistemas públicos existentes que ainda não satisfaçam as disposições do presente Regulamento, nomeadamente quanto às capacidades de transporte dos colectores, pode aceitar-se a instalação de dispositivos de retenção de sólidos nas câmaras ou ramais de ligação, desde que a entidade gestora assegure a inspecção e limpeza tempestivas.
  190. 190. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 190 CAPT. V – ACESSÓRIOS (ARTº 253 – 261) Artigo 253 – Sifões 1 – Os sifões são dispositivos incorporados nos aparelhos sanitários ou inseridos nos ramais de descarga, com a finalidade de impedir a passagem de gases para o interior das edificações. 2 – Todos os aparelhos sanitários devem ser servidos, individualmente ou colectivamente, por sifões. 3 – Devem ser munidos de sifões os ralos de recolha de águas pluviais ligados a sistemas unitários, que se situem em locais de permanência de pessoas ou nas suas imediações.
  191. 191. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 191 Artigo 254 – Dimensionamento dos sifões 1 – Os diâmetros dos sifões a instalar nos diferentes aparelhos sanitários não devem ser inferiores aos indicados no anexo XVI nem exceder os dos respectivos ramais de descarga. 2 – O fecho hídrico dos sifões não deve ser inferior a 50 mm nem superior a 75 mm para águas residuais domésticas e 100 mm para águas pluviais.
  192. 192. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 192 Artigo 255 – Implantação de sifões 1 – Os sifões devem ser instalados verticalmente, de modo a poder manter-se o seu fecho hidríco, e colocados em locais acessíveis para facilitar operações de limpeza e manutenção. 2 – Quando não incorporados nos aparelhos sanitários os sifões devem ser instalados a uma distância não superior a 3m daqueles. 3 – Os sifões colectivos podem servir vários aparelhos sanitários produtores de águas de sabão. 4 – É proibida a dupla sinfonagem nos sistemas de águas residuais domésticas e pluviais. 5 – Nas instalações em bateria, cada aparelho sanitário deve ser munido de sifão individual.
  193. 193. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 193 Artigo 256 – Natureza dos materiais dos sifões Os sifões não incorporados nas louças sanitárias podem ser de latão, PVC rígido ou ferro fundido
  194. 194. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 194 Artigo 257 – Ralos Os ralos são dispositivos providos de furos ou fendas, com a finalidade de impedir a passagem de matérias sólidas transportadas pelas águas residuais, devendo estas matérias ser retiradas periodicamente.
  195. 195. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 195 Artigo 258 – Dimensionamento dos ralos 1 – A área mínima dos ralos de águas residuais domésticas não deve ser inferior a 2/3 da área da secção dos respectivos ramais de descarga 2 – Os ralos implantados no topo de tubos de queda de águas pluviais devem ter uma área útil igual ou superior a 1,5 vezes a área da secção daqueles tubos.
  196. 196. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 196 Artigo 259 – Implantação de ralos 1 – É obrigatória a colocação de ralos nos locais de recolha de águas pluviais e de lavagem de pavimentos e em todos os aparelhos sanitários, com excepção de bacias de retrete. 2 – Onde se preveja grande acumulação de areias devem usar-se dispositivos retentores associados aos ralos. 3 – Os ralos de lava-loiças devem ser equipados com cestos retentores de sólidos.
  197. 197. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 197 Artigo 260 – Natureza dos materiais dos ralos Os ralos podem ser de ferro fundido, latão ou outros materiais que reúnam as necessárias condições de utilização.
  198. 198. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 198 Artigo 261 – Câmaras de inspecção 1 – As câmaras de inspecção têm por finalidade assegurar as operações de limpeza e manutenção dos colectores e são constituídas de acordo com o disposto no Artº 157. Dispensando-se os dispositivos de acesso para alturas inferiores a 1 m. 2 – A dimensão mínima em planta das câmaras de inspecção, para alturas inferiores a 1m, não deve ser inferior a 0,8 da sua altura, medida da soleira ao pavimento 3 – Para alturas superiores a 1m, as dimensões mínimas em planta são as indicadas para as câmaras de visita no Artº 158.
  199. 199. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 199 [3] [3]
  200. 200. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 200 [3]
  201. 201. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 201 [3]
  202. 202. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 202 Câmara elevatória [3]
  203. 203. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 203 Câmara elevatória [3]
  204. 204. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 204 Ralo de drenagem [3]
  205. 205. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 205 Caixa de ligação [3]
  206. 206. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 206 Câmara retentora e poço de bombagem [3]
  207. 207. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 207 [3]
  208. 208. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 208 [3]
  209. 209. UBI DECA REDESEINSTALAÇÕES REDESPREDIAISDEDRENAGEMDEÁGUASRESIDUAIS 209 QUESTÕES Á luz do Regulamento Geral dos Sistemas Públicos e Prediais de Distribuição de Água e de Drenagem de Águas Residuais o que significa a seguinte afirmação: os sistemas prediais de drenagem de águas residuais domésticas e pluviais tem de ser separativas Considere um edifício em que não existe tubo de queda. Diga como neste edifício concretiza a ventilação primária.

×