Os Maias De EçA De QueiróS

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Os Maias De EçA De QueiróS

  1. 1. OS MAIAS DE EÇA DE QUEIRÓS Escola ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE CAPARICA OSNAR TAVARES – 10ºE 2008/2009
  2. 2. Motivo de escolha do livro. Sugeriram-me este livro e disseram-me que a história seria do meu agrado, então aceitei a sugestão. Sempre ouvi falar muito de Eça de Queiroz, no entanto, nunca tinha lido nenhum livro da sua autoria. Devo acrescentar que foi uma boa leitura.
  3. 3. Informações sobre o autor: José Maria Eça de Queirós, nasceu a 25 de Novembro de 1845 em Póvoa de Varzim. Eça de Queirós é considerado o melhor escritor realista português do século XIX. De todas as suas obras, a mais conhecia são, sem duvida, os Maias e O Crime do Padre Amaro. Em 1861, com dezasseis anos, vai para a Universidade de Coimbra onde estudou direito. Chega a falecer a 16 de Agosto de 1900, em Paris – França. Curiosidade: Os trabalhos do escritor foram traduzidos em mais de 20 línguas.
  4. 4. Resumo:  Os Maias, publicado em 1888, é a mais acabada realização de Eça de Queirós. O romance se desenvolve em duas linhas de ação: a primeira, em torno dos amores incestuosos de Carlos da maia; a segunda, em torno da vida da alta burguesia lisboeta.  A narrativa inicia-se com Pedro da Maia, filho de Afonso da Maia, educado, conforme enfatiza o narrador, de acordo com padrões românticos.  Pedro da Maia casa-se com Maria Monforte, filha de um traficante de escravos. Dessa união nascem dois filhos: Maria Eduarda e Carlos. O casal se separa logo depois. A menina fica com a mãe, e o menino com o pai, que se suicida. Educado pelo avô, segundo padrões britânicos, Carlos da Maia forma-se em Medicina. Como médico, vai exercendo sua profissão apenas de forma eventual, isto é, por diletantismo; também na vida seu procedimento é o mesmo, pois, em decorrência de uma sociedade desprovida de motivações científicas e culturais, não se fixa em nada.
  5. 5. (continuação)  A adesão afetiva do narrado é maior quando fala de João da Ega, caracterizado como um revolucionário inofensivo. Essa visão simpática também aparece em outras personagens, como Afonso da Maia e Craft, modelo da fleuma britânica. Em sentido oposto, o narrador apresenta Damaso Salcede, pretenso sedutor de mulheres, de forma sarcástica e ainda Eusebiozinho Silveira, produto da debilidade moral e física do Romantismo.  O filho de Pedro da Maia, após alguns encontros amorosos com a condessa Gouvarinho, conhece madame Castro Gomes (Maria Eduarda) e apaixona-se por ela. A amada rompe com Castro Gomes, com quem não era casada, e vai viver com Carlos da Maia. Considera-se oficialmente sua “noiva”: ambos aguardam apenas a morte do avô Afonso para poderem se casar.  Entretanto, um jornalista idoso, Joaquim Guimarães, entrega a João da Ega uma caixa de documentos a ele confiada por Maria Monforte em Paris, para que ele a encaminhasse a Carlos e à “irmã”. Carlos julgava que a irmã, como a mãe, estivesse morta há muito tempo. Ega lê os documentos e, aterrorizado, vai mostrá-los a Carlos: ele e sua amada, Maria Eduarda, eram irmãos.  Carlos da Maia, desnorteado, volta a encontrar-se com a irmã, numa atitude de incesto consciente. Surpreendido com o reaparecimento da neta, que surgia como amante do irmão, Afonso da Maia falece. A situação entre os irmãos só é solucionada após o funeral: Maria Eduarda, com a identidade esclarecida, vai para Paris e lá se casa; Carlos viaja para a América e o Japão, em companhia de Ega. Mais tarde, Carlos acaba fixando residência também em Paris, onde alia a ociosidade ao diletantismo.
  6. 6. Bibliografia:  http://www.google.pt  http://pt.wikipedia.org/wiki/os maias  http://virtual.inesc.pt/~jaj/crestomatia/5.html  http://www.instituto- camoes.pt/cvc/ouvir/reconstruir/07/index.html

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