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Tc58 renato vila nova - introdução a custos - aula 4, 5 e 6

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INTRODUÇÃO A CONTABILIDADE DE CUSTOS

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Tc58 renato vila nova - introdução a custos - aula 4, 5 e 6

  1. 1. Aula 4 Dia 10/07/2013 Renato Vila Nova INTRODUÇÃO A CONTABILIDADE DE CUSTOS Exercícios e Projeto
  2. 2. Aula 5 Dia 12/07/2013 Renato Vila Nova INTRODUÇÃO A CONTABILIDADE DE CUSTOS
  3. 3. Princípios utilizados em Custos: “Princípio da realização da receita: Determina este princípio o reconhecimento contábil do resultado (lucro ou prejuízo) apenas quando da realização da receita. E ocorre a realização da receita, em regra, quando da transferência do bem ou do serviço para terceiros.”
  4. 4. Princípios utilizados em Custos: “Princípio da competência ou da confrontação entre despesas e receitas: Esse aspecto da Teoria Contábil é de extrema importância para Custos e diz respeito basicamente ao momento do reconhecimento das despesas. Pela realização, fica definido o momento do reconhecimento da receita. Após isso, pela competência ou confrontação temos o reconhecimento das despesas.
  5. 5. Princípios utilizados em Custos: “Princípio da competência ou da confrontação entre despesas e receitas: A regra é teoricamente simples: após o reconhecimento da receita, deduzem-se dela todos os valores representativos dos esforços para sua consecução (despesas).
  6. 6. Princípios utilizados em Custos: “Princípio da competência ou da confrontação entre despesas e receitas: Como esses esforços podem ser subdivididos em dois grupos: a) despesas especificamente incorridas para a consecução daquelas receitas que estão sendo reconhecidas; b) despesas incorridas para a obtenção de receitas genéricas, e não necessariamente daquelas que agora estão sendo contabilizadas.”
  7. 7. Princípios utilizados em Custos: “Princípio do custo histórico como base de valor: Os ativos são registrados contabilmente por seu valor original de entrada, ou seja, histórico. E, em alguns países, admite-se a atualização de alguns deles em função de um índice geral de preços. Raríssimas vezes (como na Holanda) é admitido trabalhar-se com valores que não os históricos.”
  8. 8. Princípios utilizados em Custos: “Consistência ou uniformidade: Quando existem diversas alternativas para o registro contábil de um mesmo evento, todas válidas dentro dos princípios geralmente aceitos, deve a empresa adotar uma delas de forma consistente. Isto significa que a alternativa adotada deve ser utilizada sempre, não podendo a entidade mudar o critério em cada período. Quando houver interesse ou necessidade dessa mudança de procedimento, deve a empresa reportar o fato e o valor da diferença no lucro com relação ao que seria obtido se não houvesse a quebra de consistência.”
  9. 9. Princípios utilizados em Custos: “Conservadorismo ou prudência: Quase que uma regra comportamental, o Conservadorismo obriga a adoção de um espírito de precaução por parte do Contador. Quando ele tiver dúvida fundamentada sobre tratar determinado gasto como Ativo ou Redução de Patrimônio Líquido (básica e normalmente despesa), deve optar pela forma de maior precaução, ou seja, pela segunda. Por exemplo, sendo duvidoso o recebimento de um direito ativado, este deve ser baixado para o resultado (diretamente ou por meio da constituição de uma provisão)”
  10. 10. Princípios utilizados em Custos: “Materialidade ou relevância: Essa outra regra contábil é de extrema importância para Custos. Ela desobriga de um tratamento mais rigoroso aqueles itens cujo valor monetário é pequeno dentro dos gastos totais. Alguns pequenos materiais de consumo industrial, por exemplo, precisariam ir sendo tratados como custo na proporção de sua efetiva utilização; mas, por consistirem em valores irrisórios, costumeiramente são englobados e totalmente considerados como custo no período de sua aquisição.”
  11. 11. Sistemas de Custeio: - Sistema de Custeio Direto ou Variável; - Sistema de Custeio por Absorção; - Sistema de Custeio RKW;
  12. 12. Sistemas de Custeio: - Sistema de Custeio Direto ou Variável; Esse sistema contempla como custo de fabricação os custos diretos ou variáveis.
  13. 13. Sistemas de Custeio: - Sistema de Custeio Direto ou Variável; Por contemplar somente apenas parte dos custos incorridos na fabricação, esse sistema não é aceito pelo Fisco para direcionar a contabilização dos custos incorridos aos produtos.
  14. 14. Sistemas de Custeio: - Sistema de Custeio Direto ou Variável; Quando a empresa industrial vende toda a produção iniciada e concluída no mesmo período, o resultado não é afetado; entretanto, quando parte da produção é ativada, a adoção desse sistema implica estoques e lucro líquido subavaliados.
  15. 15. Sistemas de Custeio: - Sistema de Custeio Direto ou Variável; Portanto, a adoção do sistema de custeio fica restrita a fins gerenciais.
  16. 16. Sistemas de Custeio: - Sistema de Custeio por Absorção; Esse sistema de custeio contempla como custo de fabricação todos os custos incorridos no processo de fabricação do período, sejam eles diretos ou indiretos.
  17. 17. Sistemas de Custeio: - Sistema de Custeio por Absorção; Nesse sistema de custeio, somente as despesas integrarão o resultado do exercício.
  18. 18. Sistemas de Custeio: - Sistema de Custeio RKW (Reichskuratorium für Wirtschaftlichtkeit); Esse sistema de custeio foi criado por órgão governamental da Alemanha, contempla como custo dos produtos todos os custos e as despesas incorridas no período .
  19. 19. Sistemas de Custeio: - Sistema de Custeio RKW (Reichskuratorium für Wirtschaftlichtkeit); No Brasil é impossível utilizar esse sistema, pois fere os Princípios Fundamentais da Contabilidade, principalmente o Princípio da Competência, além de não ser aceito pela legislação tributária.
  20. 20. Sistemas de Custeio: Exemplo: -Uma produção foi iniciada e concluída durante o mesmo período; -A matéria-prima, mão-de-obra direta e outros custos diretos somaram R$ 20.000; -Os custos indiretos de fabricação somaram R$ 5.000; -As despesas do período somaram R$ 7.000; -Considere que a produção realizada foi para estoque.
  21. 21. EXERCÍCIOS: -Uma produção foi iniciada e concluída durante o mesmo período; -A matéria-prima, mão-de-obra direta e outros custos diretos somaram R$ 155.000; -Os custos indiretos de fabricação somaram R$ 43.500; -As despesas do período somaram R$ 62.000; -Considere que a produção realizada foi para estoque.
  22. 22. 26 - B
  23. 23. Aula 6 Dia 10/07/2013 Renato Vila Nova INTRODUÇÃO A CONTABILIDADE DE CUSTOS
  24. 24. Critério de Avaliação dos Estoques: O custo dos materiais estocados é determinado com base no valor de aquisição constante das notas fiscais de compras, acrescido das despesas acessórias e dos tributos considerados não-recuperáveis.
  25. 25. Critério de Avaliação dos Estoques: Tributos não-recuperáveis: Embora tenham incidido nas compras de materiais a serem aplicados no processo de fabricação ou de revenda, não incidirão nas vendas dos produtos/mercadorias.
  26. 26. Critério de Avaliação dos Estoques: Critério do Custo (ou Preço) Específico: Nesse critério a empresa atribui a cada unidade do estoque o preço efetivamente pago ela. É um critério que só pode ser utilizado para bens de fácil identificação física, como imóveis para revenda, veículos etc.
  27. 27. Critério de Avaliação dos Estoques: PEPS (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai) ou FIFO (First in, First out): Nesse critério a empresa sempre atribuirá aos estoques os custos mais recentes.
  28. 28. Critério de Avaliação dos Estoques: UEPS (Último que Entra, Primeiro que Sai) ou LIFO (Last in, First out): Nesse critério a empresa sempre atribuirá aos estoques os custos mais antigos.
  29. 29. Critério de Avaliação dos Estoques: CMPM (Custo Médio Ponderado Móvel): Nesse critério a empresa sempre atribuirá aos estoques os custos avaliados pela média das aquisições, sendo esses custos atualizados após cada compra efetuada.
  30. 30. Critério de Avaliação dos Estoques: CMPM (Custo Médio Ponderado Móvel): Após efetuada uma nova compra: Soma-se as quantidades que estavam que estavam em estoque com as quantidades da nova compra; soma-se o valor total do estoque antes da nova compra com o valor da nova compra; divide-se o total dos valores pelo total das quantidades, obtendo o custo médio ponderado móvel.
  31. 31. Critério de Avaliação dos Estoques: CMPM (Custo Médio Ponderado Móvel): Utiliza-se o maior número de casas decimais possíveis para o valor unitário, para ele ser sempre próximo ao correto, pode ser que a quantidade vezes o custo unitário não confira, porém na primeira saída isso deve ser ajustado.
  32. 32. Critério de Avaliação dos Estoques: CMPF (Custo Médio Ponderado Fixo): Nesse critério os materiais estocados serão avaliados somente no final do período (geralmente, final do ano) pela média dos materiais que estiveram disponíveis para venda ou para uso durante todo o período.
  33. 33. Critério de Avaliação dos Estoques: CMPF (Custo Médio Ponderado Fixo): Só pode ser utilizado por empresas que utilizam o sistema de inventário periódico.
  34. 34. Critério de Avaliação dos Estoques: CMPF (Custo Médio Ponderado Fixo): Fórmula: = Custo total dos materiais disponíveis para venda ou para uso / Quantidades totais dos materiais disponíveis para venda ou para uso
  35. 35. Critério de Avaliação dos Estoques: Fichas.
  36. 36. Sistema de Inventário Periódico: O inventário periódico é um sistema contábil por meio do qual os resultados são apurados somente no final de um período.
  37. 37. Sistema de Inventário Permanente: O inventário permanente é um sistema contábil por meio do qual os resultados podem ser apurados a qualquer momento.

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