Invertebrados

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Invertebrados

  1. 1. INVERTEBRADOS <br />
  2. 2. INTRODUÇÃO<br />Os animais invertebrados são muito mais abundantes do que os vertebrados.<br />Existem muitos tipos de invertebrados.<br />Alguns têm o corpo mole, como a lesma. Outros, como os caracóis, têm uma concha onde se escondem.  Outros ainda, como os caranguejos, têm uma carapaça dura que cobre o seu corpo. Mas nenhum destes animais tem esqueleto interno.<br />
  3. 3. Os invertebrados, subdividem-se em três grupos: os vermes, os moluscos e os insetos.<br />Os vermes têm o corpo com a forma alongada, não têm patas e deslocam-se arrastando o corpo. Muitos vermes vivem em terra e outros na água; há vermes que vivem dentro do corpo de alguns animais.<br /><ul><li>Os moluscos têm o corpo mole e alguns possuem uma concha para se protegerem, como o caracol. Há moluscos terrestres e moluscos aquáticos. O polvo e a lula são moluscos aquáticos.</li></ul>Os insetos têm tamanhos variados, mas normalmente são pequenos. Todos eles têm seis patas e duas antenas. As antenas servem para cheirar e sentir as coisas. Muitos dos insetos têm asas para voar.<br />                                                                              <br />
  4. 4. Insetos- Eles têm 6 patas.<br /> Aracnídeos- Eles têm oito patas.  <br /> Crustáceos- Eles possuem várias patas e muitas vezes apresentam garras.<br /> <br /> Centopéias - Elas têm muitas patas: podem chegar a cem!<br />  Moluscos- Eles possuem um corpo mole, com ou sem casca.<br /> Vermes - Eles têm o corpo mole, cilíndrico ou achatado.<br />
  5. 5. FILOGENIA<br />
  6. 6. MOROFOLOGIA& FISIOLOGIA<br />
  7. 7. FISIOLOGIA DA RESPIRAÇÃO DOS INVERTEBRADOS<br />A respiração é o processo fisiológico pelo qual os organismos vivos realizam trocas gasosas (oxigênio e gás carbônico) com o meio ambiente onde vivem, através de órgãos e estruturas tegumentares adaptadas a essa função. <br />
  8. 8. TIPOS DE MECANISMOS RESPIRATÓRIOS DOS ANIMAIS INVERTEBRADOS: <br /> <br /><ul><li>Filo Porífera, Cnidária, Platyelminthes e Nematoda – esses grupos não possuem sistema respiratório. As trocas gasosas ocorrem diretamente entre as células que constituem toda a estrutura corpórea e o ambiente, justificado pelo baixo grau de complexidade e diferenciação dos tecidos ou quanto à dimensão dos organismos.
  9. 9. Filo Annelida – nos anelídeos, o processo respiratório apesar de bem simples, ocorre pela superfície corporal (cutânea) internamente irrigada por sangue. Em algumas espécies de anelídeos marinhos, a respiração é branquial. </li></ul> <br /><ul><li>Filo Mollusca – nos moluscos aquáticos a função respiratória ocorre através de brânquias, formando filamentos vascularizados, chamadas ctenídeos. Enquanto nas espécies terrestres existem sobreposições do tegumento contidas na cavidade palial, assemelhando-se a pulmões primitivos. </li></ul> <br /><ul><li>Filo Arthropoda – na maioria dos insetos a respiração é traqueal; nos aracnídeos além da traqueal também é observado a filotraqueal; e nos crustáceos o sistema é exclusivamente branquial. </li></ul> <br />Filo Echinodermata – reúnem animais com sistema respiratório ausente ou bem reduzido, ocorrendo por meio de brânquias que associadas ao sistema hidrovascular, facilitando essa função.<br />
  10. 10. FISIOLOGIA DA EXCREÇÃO DOS ANIMAIS INVERTEBRADOS<br />A excreção é um processo biológico, responsável pela eliminação dos rejeitos metabolizados por um organismo assegurando sua homeostase, ou seja, o equilíbrio interno. <br /> A fisiologia do sistema excretor, bem como a anatomia dos órgãos que o constitui, está intimamente relacionada à evolução, o hábito e o nicho a que pertencem cada ser vivo, levando-se em consideração principalmente a disponibilidade de água no auxílio da excreção de substâncias nitrogenadas (amônia, ácido úrico e uréia), sais minerais e gás carbônico. <br />
  11. 11. TIPOS DE EXCREÇÃO DOS ANIMAIS INVERTEBRADOS: <br /> <br />Filo Porífera – as esponjas, organismos que pertencem a esse grupo, não possuem sistema excretor. Os rejeitos saem das células por difusão em direção à cavidade da espongiocele (o átrio), saindo pela abertura do ósculo (orifício superior), decorrente de um fluxo de água provocado pelo batimento flagelar dos coanócitos dispostos na sua superfície interna. <br />Filo Cnidária – nos cnidários a excreção ocorre de forma semelhante aos poríferos, eliminando os rejeitos através das paredes do corpo. Contudo, sendo captado pela cavidade gastrovascular, e dessa saindo pela boca circundada por tentáculos. <br />Filo Platyelminthes – nos platelmintos, a remoção das excretas é realizada por protonefrídios, formando um sistema de túbulos interconectados a duas redes tubulares laterais coletoras de excrementos, coletados e eliminados para o exterior do organismo (saindo pela boca), devido ao fluxo de água causado pelo batimento de cílios existentes em células-flamas na extremidade dos túbulos. <br />Filo Nematoda – nos nematódeos as excretas podem ser eliminadas pela superfície do corpo, ou por meio de canais coletores contendo células especializadas denominadas renete.  <br />Filo Mollusca – já os moluscos possuem excreção por metanefrídios. Cada uma dessas unidades se constitui de um duto com duas aberturas, uma delas em funil ciliado atuando na filtragem do líquido celomático, e a outra por onde o excremento é eliminando.  <br />Filo Annelida – os anelídeos, seres metamerizados, apresentam em cada segmento do corpo um par de tubos (também metanefrídios) com extremidades abertas, uma delas voltada para o interior e a outra para o exterior do organismo, comunicando a cavidade celomática com o meio ambiente.  <br />Filo Arthropoda – nos insetos, o sistema excretor se diferencia de acordo com as subdivisões desse grupo. Na maioria dos insetos, a captação dos resíduos metabólicos é recolhida por um sistema de túbulos de malpighi, que nos aracnídeos está associado a um conjunto de glândulas coxais. Nos crustáceos, essa função é desempenhada por um complexo de glândulas verdes. <br />Filo Echinodermata – nesse grupo o aparelho excretor é ausente, sendo as partículas e substâncias excretas, difundidas pela água circulante no sistema hidrovascular.<br />
  12. 12.
  13. 13.
  14. 14. MOROFOLOGIA DE UM INVERTEBRADO<br />
  15. 15. CRUSTÁCEO<br />
  16. 16. Possuem exoesqueleto, este composto por substâncias calcárias que o torna rígido e a quitina, uma das funções da quitina é impedir que o animal perca água, o que poderia desidratá- lo.<br />São dotados de patas e prolongamentos, estes chamados apêndices. O corpo é dividido em cefalotórax e abdome. O cefalotórax é formado pela fusão da cabeça com o tórax, é coberto pelo prolongamento do exoesqueleto, a carapaça, a extremidade dela é chamada rostro. Na cabeça há um par de olhos, dois pares de antenas sensoriais e um par de mandíbulas para mastigação, a boca localiza- se entre elas e dois pares de maxilas.<br />Durante a vida do animal ocorre periodicamente a muda. Um novo exoesqueleto se desenvolve embaixo do antigo e depois se solta dele, exoesqueleto antigo se rompe e o animal sai do revestimento. O exoesqueleto que se formou permite o crescimento do crustáceo por um período devido a sua flexibilidade. Depois o exoesqueleto endurece, interrompendo o crescimento.<br />
  17. 17. ADAPTAÇÕES EVOLUTIVAS<br />
  18. 18. Os primeiros invertebrados provavelmente habitavam a areia e o lodo do fundo do mar há uns 600 milhões ou um pouco mais de anos. O ambiente era propício para se esconderem e encontrar bastante alimento, que afundava na água.<br />
  19. 19. Os Invertebrados vivem em praticamente todos os tipos de ambiente, mas, no entanto, predominam no mar. É exclusivamente aqui que vivem os Invertebrados pertencentes a mais de metade dos grupos que se conhecem e para os restantes grupos este é também o meio preferencial, seguido do ambiente de água doce. No que respeita ao ambiente terrestre e  à exceção dos Artrópodes (especialmente os insetos), os Invertebrados tiveram pouco sucesso, de tal forma que mesmo algumas espécies terrestres têm a sua reprodução e desenvolvimento condicionados pela presença de um meio aquático.  <br />
  20. 20. O tipo de ambiente em que vivem é um dos fatores que condicionam<br />a estrutura e a fisiologia dos invertebrados. Assim são:<br />Ambiente Marinho<br />Ambiente de Água Doce<br />Ambiente Terrestre <br /> <br />
  21. 21. PROCESSO REPRODUTIVO<br />
  22. 22. <ul><li>PORÍFEROS (ESPONJAS) : Células amebóides do corpo sofrem meiose e diferenciam-se em óvulos e espermatozóides. Os espermatozóides são liberados na água e penetram na parede do corpo das fêmeas, onde fecundam os óvulos.</li></ul> ASSEXUADA: por fragmentação e brotamento.<br /> SEXUADA: com desenvolvimento indireto.<br /><ul><li>CELENTERADOS ( AGUAS VIVAS E ANÊMONAS-DO-MAR): Pode ser: assexuada (brotamento) ou sexuada. É comum a ocorrência de metagênese ou alternância de gerações. No caso da alternância de gerações: a fase sexuada é representada pela forma medusóide;a fase assexuada, pela polipóide
  23. 23. PLATELMINTES ( VERMES): Em algumas planarias pode haver reprodução assexuada por fragmentação; as planarias são monóicas com o desenvolvimento direto, sem estagio larval; outras espécies são dióicas; muitos representantes desse filo são parasitas, alguns com diversos estágios intermediários. 
  24. 24. NEMATELMINTOS (VERMES): sexuada; em lombriga os vermes têm sexos separados, o ciclo parasita é bem complexo com diversos estágios intermediários.</li></li></ul><li><ul><li>ANELÍDEOS (MINHOCAS): Sua reprodução se dá por fecundação cruzada e são hermafroditas ( sofre mutação genética). Ex: minhoca.
  25. 25. MOLUSCOS:  Sexuada; existindo espécies monóicas e dióicas em alguns casos o desenvolvimento é direto em outros existem estágios larvais.
  26. 26. ANTRÓPODES (CRUSTÁCEOS, INSETOS E ARICNÍDEOS):</li></ul>- Crustáceos: sexuada; espécies dióica, com copula; a fecundação ocorre externamente; o desenvolvimento pode ser direto ou apresentar diversos tipos de larvas.<br />- Insetos: sexuada espécie dióicas; com copula; a fecundação ocorre internamente; o desenvolvimento pode ser direto, indireto com metamorfose gradual ou indireto com metamorfose completa.<br />- Aracnídeos: sexuada espécie dióica; com copula a fecundação ocorre internamente.<br /><ul><li>EQUINODERMOS (OURIÇO DO MAR, ESTRELAS):  Sexuada; espécies dióicas; gametas eliminados na água, fecundação externa; desenvolvimento indireto, vários tipos de larvas. </li></li></ul><li>RELAÇÕES ECOLÓGICAS<br />
  27. 27. <ul><li>Aranhas da mesma espécie: Competição intra-específica</li></li></ul><li><ul><li> Abelhas e Flores: Mutualismo</li></li></ul><li><ul><li>Formigas e seus fungos: Mutualismo</li></li></ul><li><ul><li> Piolhos e humanos: Parasitismo</li></li></ul><li>Alunas: Ana C. N° 03 1° A<br /> Beatriz 32<br /> Geisy 14<br /> Ingrid 16<br />BIOLOGIA: PAOLA<br />SESI CE 436<br />

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