NR 32 e Cirurgia Segura

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NR 32 e Cirurgia Segura

  1. 1. NR-32 e Cirurgia segura 26.02.15
  2. 2. Norma regulamentadora • Regulamentam e fornecem orientações sobre procedimentos obrigatórios relacionados à segurança e medicina do trabalho
  3. 3. Norma regulamentadora • NR-01 Disposições gerais da saúde do trabalhador; • NR-04 Serviços Especializados em Engenharia de segurança e em Medicina do Trabalho - SESMT; • NR-05 Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA; • NR-36 Segurança e Saúde no Trabalho em Empresas de Abate e Processamento de Carnes e Derivados.
  4. 4. A NR-32 é um importante ganho e fundamental passo para a Segurança do Trabalhador da Área da Saúde
  5. 5. Tabaco • Proíbe o ato de fumar, o uso de adornos e o manuseio de lentes de contato nos postos de trabalho;
  6. 6. Adornos • Alianças, anéis, pulseiras, relógios de uso pessoal, colares, brincos, broches, piercings expostos, gravatas e crachás pendurados com cordão.
  7. 7. Os médicos devem usar gravatas? • Estudo da Enfermaria Real de Edimburgo avaliar os riscos e benefícios dos médicos usarem gravatas; • Metade inferior da gravata de 40 médicos; • Oito dos 40 (20%) das gravatas de médicos portavam S. aureus. 104th General Meeting of the American Society for Microbiology. 23e27 May 2004.
  8. 8. Os médicos devem usar gravatas? • 28(70%) nunca haviam limpado a sua gravata uma única vez; • 12 médicos restantes (30%): gravata havia sido limpa foi de 20 semanas; • Estudo confirma que as gravatas de médicos são capazes de portar bactérias. 104th General Meeting of the American Society for Microbiology. 23e27 May 2004.
  9. 9. Riscos biológicos
  10. 10. Riscos biológicos
  11. 11. Higienização das mãos Todo local onde exista possibilidade de exposição ao agente biológico deve ter lavatório exclusivo para higiene das mãos provido de água corrente, sabonete líquido, toalha descartável e lixeira provida de sistema de abertura sem contato manual
  12. 12. Higienização das mãos
  13. 13. Higienização das mãos Os quartos ou enfermarias destinados ao isolamento de pacientes portadores de doenças infecciosas devem contar com lavatório em seu interior.
  14. 14. Riscos biológicos
  15. 15. Riscos biológicos O uso de luvas não substitui o processo de lavagem das mãos, o que deve ocorrer, no mínimo, antes e depois da manipulação.
  16. 16. Riscos biológicos
  17. 17. Riscos biológicos Os trabalhadores com feridas ou lesões nos membros superiores só podem iniciar suas atividades após avaliação médica obrigatória com emissão de documento de liberação para o trabalho.
  18. 18. Riscos biológicos
  19. 19. Riscos biológicos O empregador deve fornecer, sem ônus ao empregado, vestimentas adequadas, equipamentos de proteção individual, e deve assegurar capacitação continuada sobre prevenção dos riscos.
  20. 20. Riscos biológicos
  21. 21. Riscos biológicos Os trabalhadores que utilizarem objetos perfurocortantes devem ser os responsáveis pelo seu descarte; São vedados o reencape e a desconexão manual de agulhas.
  22. 22. Riscos biológicos
  23. 23. Riscos biológicos A todo trabalhador dos serviços de saúde deve ser fornecido, gratuitamente, programa de imunização ativa contra tétano, difteria e hepatite B.
  24. 24. Radiações ionizantes • Deve permanecer no lugar o menor tempo possível para a realização do procedimento; • Usar os equipamentos adequados para a minimização dos riscos; • Estar sob monitoração individual de dose de radiação ionizante, nos casos em que a exposição seja ocupacional.
  25. 25. Radiações ionizantes Toda trabalhadora com gravidez confirmada deve ser afastada das atividades com radiações ionizantes, devendo ser remanejada para atividade compatível com seu nível de formação.
  26. 26. Refeitórios e lavanderias
  27. 27. Refeitórios Os estabelecimentos de saúde com até 300 trabalhadores devem ser dotados de locais para refeição, localizados fora da área do posto de trabalho, sendo que os lavatórios para higiene das mãos devem ser providos de papel toalha, sabonete líquido e lixeira com tampa, de acionamento por pedal.
  28. 28. Resíduos
  29. 29. Resíduos Para os recipientes destinados a coleta de material perfurocortante, o limite máximo de enchimento deve estar localizado 5 cm abaixo do bocal; O recipiente para acondicionamento dos perfuro-cortantes deve ser mantido em suporte exclusivo e em altura que permita a visualização da abertura para descarte.
  30. 30. Cirurgia segura
  31. 31. Abordagem multidisciplinar • Incorporação da cultura da segurança; • Atividades de risco elevado no futuro não haverá condescendência com aqueles profissionais que não se adequarem à cultura da segurança.
  32. 32. Evento Adverso Erro Paciente 30 anos sem história de lesão renal - desenvolve IRA Paciente 30 anos sem história de lesão renal - desenvolve IRA Paciente idoso com creatinina alterada – não desenvolve IRA Paciente idoso com creatinina alterada – não desenvolve IRA Paciente idoso com creatinina alterada - desenvolve IRA Paciente idoso com creatinina alterada - desenvolve IRA Lesão renal após uso de AINES em cirurgia Lesão renal após uso de AINES em cirurgia
  33. 33. Tipos de Erros Diagnóstico Errado ou com retardo Falha na solicitação de exames Utilização de exames ou terapias obsoletas Falha em decidir após resultados de exames Tratamento Erro na cirurgia Erro na administração Erro de dose ou método de uso Retardo no tratamento Cuidado indadequado Preventivo Falha na profilaxia Monitoramento ou follow-up inadequado Outros Falha na comunicação Falha de equipamento Falha em outros sistemas
  34. 34. Por que pilotos de aeronaves fazem checklist e cirurgiões não aderem?
  35. 35. Por que pilotos de aeronaves fazem checklist e cirurgiões não aderem? Resposta: Se o avião cair, o piloto morre junto!!!
  36. 36. Estratégias de monitoramento e indicadores • Percentual de pacientes que recebeu antibioticoprofilaxia no momento adequado; • Número de cirurgias em local errado; • Número de cirurgias em paciente errado; • Número de procedimentos errados; • Taxa de mortalidade cirúrgica intra-hospitalar ajustada ao risco; • Taxa de adesão à Lista de Verificação.
  37. 37. 10 objetivos da Campanha • Doente certo / lado certo; • Impedir complicações anestésicas; • Estar preparado para emergências das vias aéreas; • Estar preparado para grandes perdas de sangue; • Prevenir alergias.
  38. 38. Identificar o Doente Marcar o Local 51
  39. 39. 10 objetivos da Campanha • Minimizar as infeções no local cirúrgico; • Impedir a retenção de compressas ou instrumentos; • Ser preciso no tratamento e identificação de “amostras biológicas” para análise; • Comunicar com efetividade a informação clínica; • Controlar a capacidade, o volume e os resultados da atividade.
  40. 40. Check list da Cirurgia segura Preenchimento 54
  41. 41. Antes da indução anestésica
  42. 42. Antes da incisão
  43. 43. Antes de o paciente sair da sala de operações
  44. 44. Perguntas?
  45. 45. Muito obrigado !

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