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IMIGRANTE DIGITAL NA ESCOLA
PÚBLICA E PRIVADA DA CIDADE DE
PATOS P...
ROTEIRO
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 Objetivos;
 Pressupostos teóricos;
 Metodologia;
 Resultados e discussões;
 Considerações fina...
INTRODUÇÃO

Tecnologias
de Informação
e Comunicação
(TIC)

Sociedade
da informação
Cibercultura

Nativo Digital

Imigrante...
Nascidos antes
1940 1950 1960 1970

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Imigrantes Digitais

Nascidos depois
1990 2000 2010 2020

Nativos Digitais

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Segundo Pierre Lévy (1999), o ciberespaço é um espaço de comunicação
diferente daquele que conhecíamos antes dos anos 80.
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Cibercultura

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OBJETIVO
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PRESSUPOSTOS TEÓRICOS
Nativo Digital
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Imigrante Digital
Nascidos antes de 1980,
 
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Excluído Digital
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Desse modo, ainda que o acesso ao ...
Cibercultura
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METODOLOGIA EMPREGADA
Utilizamos nesta proposta de investigação uma abordagem
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Professores
Gestão

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RESULTADOS E DISCUSSÕES

Gráfico 1
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Principais fontes de pesquisa dos alunos

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Principais atividades utilizando a Internet

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Compartilha informações e interage com colegas e professores através na internet

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Como a escola está inserida na Cibercutura
Escola Pública
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Professores

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Sentem dificuldade em utilizar as novas TIC

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CONSIDERAÇÕES FINAIS
[...] mais importante que a escola deve fazer não é usar
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REFERÊNCIAS
GIL, A. C. Métodos e técnicas de Pesquisa Social. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2008.
KENSKI, V. M. Tecnologias de e...
OBRIGADO!
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A Escola na Cibercultura: caracterização do Nativo e do Imigrante Digital na escola pública e privada da cidade de Patos PB.

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Apresentado no 5º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 1º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias que ocorreu no Centro de Convenções da UFPE nos últimos dias 13, 14 e 15 de novembro de 2013.

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  • A Escola na Cibercultura: caracterização do Nativo e do Imigrante Digital na escola pública e privada da cidade de Patos PB.

    1. 1. A ESCOLA NA CIBERCULTURA: CARACTERIZAÇÃO DO NATIVO E DO IMIGRANTE DIGITAL NA ESCOLA PÚBLICA E PRIVADA DA CIDADE DE PATOS PB Pablo Roberto Fernandes de Oliveira [UEPB] Rosângela de Araújo Medeiros [UEPB] 5º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 1º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias Aprendizagem móvel dentro e fora da escola UFPE.Recife/PE Novembro/2013
    2. 2. ROTEIRO  Introdução;  Objetivos;  Pressupostos teóricos;  Metodologia;  Resultados e discussões;  Considerações finais;  Referências. 5º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 1º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias Aprendizagem móvel dentro e fora da escola UFPE.Recife/PE Novembro/2013
    3. 3. INTRODUÇÃO Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) Sociedade da informação Cibercultura Nativo Digital Imigrante Digital Excluído Digital Ilustração 1: Pablo Roberto 2: Fonte: http://blog.cancaonova.com/bemdahora/2012/06/ http://cibereducacao.wordpress.com/2011/12/09/ cultura-digital-e-reconfiguracao-educativa/ 26/navegar-na-internet/ 5º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 1º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias Aprendizagem móvel dentro e fora da escola UFPE.Recife/PE Novembro/2013
    4. 4. Nascidos antes 1940 1950 1960 1970 1980 Imigrantes Digitais Nascidos depois 1990 2000 2010 2020 Nativos Digitais Excluídos Digitais 5º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 1º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias Aprendizagem móvel dentro e fora da escola UFPE.Recife/PE Novembro/2013
    5. 5. Segundo Pierre Lévy (1999), o ciberespaço é um espaço de comunicação diferente daquele que conhecíamos antes dos anos 80. Para Viana (2000), o ciberespaço é o novo meio de comunicação e compartilhamento de saberes. Lugar onde a aprendizagem pode ser compartilhada. E, a partir do hipertexto podemos observar o surgimento de novas formas de conhecimento, que é muito diferente do estilo tradicional das salas de aula. “o único e maior problema que a educação enfrenta hoje é que os nossos instrutores Imigrantes Digitais, que usam uma linguagem ultrapassada, estão lutando para ensinar uma população que fala uma linguagem totalmente nova” (PRENSKY, 2001). 5º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 1º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias Aprendizagem móvel dentro e fora da escola UFPE.Recife/PE Novembro/2013
    6. 6. Cibercultura Escola Nativo Digital TIC Imigrante Digital Excluído Digital 5º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 1º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias Aprendizagem móvel dentro e fora da escola UFPE.Recife/PE Novembro/2013
    7. 7. OBJETIVO Identificar como estão caracterizados o Nativo, o Excluído e o Imigrante Digital na escola pública e privada da cidade de Patos PB. E, extrairmos conclusões sobre a participação dessas escolas no processo da Cibercultura. 5º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 1º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias Aprendizagem móvel dentro e fora da escola UFPE.Recife/PE Novembro/2013
    8. 8. PRESSUPOSTOS TEÓRICOS Nativo Digital Nasceram depois de 1980, quando as tecnologias online como a Usenet e os Bulletin Board Systems surgiram, segundo Palfrey e Gasser (2011). É uma geração que tem acesso às tecnologias, “com exceção dos bebês – mas eles logo vão aprender”. Principais características: Identidades; Dossiês; Privacidade; Segurança; Criadores; Piratas; Qualidade; Sobrecarga; Agressores; Inovadores; Aprendizes; Ativistas. 5º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 1º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias Aprendizagem móvel dentro e fora da escola UFPE.Recife/PE Novembro/2013
    9. 9. Imigrante Digital Nascidos antes de 1980,   os Imigrantes Digitais tipicamente têm pouca apreciação por estas novas habilidades que os Nativos adquiriram e aperfeiçoaram através de anos de interação e prática. Estas habilidades são quase totalmente estrangeiras aos Imigrantes, que aprenderam – e escolhem ensinar – vagarosamente, passo-a-passo, uma coisa de cada vez, individualmente, e acima de tudo, seriamente. (PRENSKY, 2001). 5º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 1º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias Aprendizagem móvel dentro e fora da escola UFPE.Recife/PE Novembro/2013
    10. 10. Excluído Digital Pierre Lévy (1999) diz que a questão da exclusão é evidente e crucial. Desse modo, ainda que o acesso ao ciberespaço esteja emergindo.   A grande maioria dos jovens nascidos no mundo de hoje não está crescendo como Nativos Digitais. Há um grande abismo de participação entre aqueles que são Nativos Digitais e aqueles que tem a mesma idade, mas que não estão aprendendo nem vivendo da mesma maneira. Há bilhões de pessoas no mundo para as quais os problemas que os Nativos Digitais estão enfrentando são meras abstrações. (PALFREY; GASSER, 2011). 5º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 1º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias Aprendizagem móvel dentro e fora da escola UFPE.Recife/PE Novembro/2013
    11. 11. Cibercultura Para Lemos (2002) a cibercultura é um ambiente digital que comporta seus usuários na emissão e recepção de informações sob diversos formatos e permite alterar, adicionar e colaborar com informações criadas por outros. A cibercultura na escola •Aprender é muito diferente para os jovens de hoje do que era 30 anos atrás; •Deve haver uma preocupação quanto a utilização pedagógica das novas tecnologias; •A escola deve ter algumas prioridades e atenções quanto ao currículo. 5º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 1º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias Aprendizagem móvel dentro e fora da escola UFPE.Recife/PE Novembro/2013
    12. 12. METODOLOGIA EMPREGADA Utilizamos nesta proposta de investigação uma abordagem quanti-qualitativa, de natureza teórica empírica, estruturada por meio de um estudo de caso explicativo, conforme propõe Gil (2008). 5º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 1º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias Aprendizagem móvel dentro e fora da escola UFPE.Recife/PE Novembro/2013
    13. 13. Questionários Alunos Professores Gestão Escola Pública Questionários Escola Privada 5º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 1º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias Aprendizagem móvel dentro e fora da escola Alunos Professores Gestão UFPE.Recife/PE Novembro/2013
    14. 14. RESULTADOS E DISCUSSÕES Gráfico 1 5º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 1º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias Aprendizagem móvel dentro e fora da escola Gráfico 2 UFPE.Recife/PE Novembro/2013
    15. 15. Principais fontes de pesquisa dos alunos Gráfico 3 5º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 1º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias Aprendizagem móvel dentro e fora da escola UFPE.Recife/PE Novembro/2013
    16. 16. Principais atividades utilizando a Internet Gráfico 4 5º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 1º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias Aprendizagem móvel dentro e fora da escola UFPE.Recife/PE Novembro/2013
    17. 17. Compartilha informações e interage com colegas e professores através na internet Gráfico 5 5º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 1º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias Aprendizagem móvel dentro e fora da escola UFPE.Recife/PE Novembro/2013
    18. 18. Como a escola está inserida na Cibercutura Escola Pública •Duas salas de informática com acesso à Internet; •PROINFO. Escola Privada •Uma sala de Informática com acesso à Internet; •Recursos Digitais em todas as salas de aula. 5º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 1º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias Aprendizagem móvel dentro e fora da escola UFPE.Recife/PE Novembro/2013
    19. 19. Professores Gráfico 6 5º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 1º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias Aprendizagem móvel dentro e fora da escola Gráfico 7 UFPE.Recife/PE Novembro/2013
    20. 20. Sentem dificuldade em utilizar as novas TIC Gráfico 8 5º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 1º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias Aprendizagem móvel dentro e fora da escola Gráfico 9 UFPE.Recife/PE Novembro/2013
    21. 21. CONSIDERAÇÕES FINAIS [...] mais importante que a escola deve fazer não é usar mais tecnologia no currículo, mas usá-la de modo mais eficiente. Devemos experimentar formas em que a tecnologia deva ser parte do currículo do dia a dia na escola – mas apenas onde ela cabe. A tecnologia só deve ser aplicada em apoio a nossa pedagogia, não por si só. [...]. (PALFREY; GASSER, 2011). 5º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 1º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias Aprendizagem móvel dentro e fora da escola UFPE.Recife/PE Novembro/2013
    22. 22. REFERÊNCIAS GIL, A. C. Métodos e técnicas de Pesquisa Social. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2008. KENSKI, V. M. Tecnologias de ensino presencial e a distância. Campinas, SP: Papirus, 2003 LÉVY, P. P. Cyberculture. Tradução: Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora 34, 1999. LEMOS, A. Cibercultura: tecnologia e vida social na cultura contemporânea. Porto Alegre: Sulina, 2002. PALFREY, J.; GASSER, U. Nascidos na era digital: entendendo a primeira geração de nativos digitais. Tradução: Magda França Lopes. Porto Alegre: Editora Artmed, 2011. PRENSKY, M. Nativos Digitais, Imigrantes Digitais. Tradução: Roberta de Moraes Jesus de Souza. Califórnia: NBC University press, 2001. VIANA, P. Cibercultura e Educação. Disponível em: http://scholar.googleusercontent.com/scholar?q=cache:k4HkihrXZ2AJ:scholar.google.com/+cibercultura+na+ed Acesso em: 10 de Nov. de 2013 5º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 1º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias Aprendizagem móvel dentro e fora da escola UFPE.Recife/PE Novembro/2013
    23. 23. OBRIGADO! 5º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 1º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias Aprendizagem móvel dentro e fora da escola UFPE.Recife/PE Novembro/2013

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