Nielsen PNR PFC

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Nielsen, pfc, PNR sustentável

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Nielsen PNR PFC

  1. 1. Projeto auto-sustentável de Próprios Nacionais Residenciais Por: Otto A. Nielsen Remodelagem dos projetos de PNR’s do exército inserindo novas tecnologias e a introdução do conceito de sustentabilidade visando a viabilidade econômica e conforto dos usuários. Orientadores: Maj. QEM Marcello Reis Cap. QEM Vasconcellos Orientado: Al. Nielsen
  2. 2. Sumário:  Introdução:  Tamanho do Impacto Ambiental;  Exército;  Contexto histórico;  Objetivos;  Desenvolvimento:  Metodologia adotada;  Estado da Arte:  Água;  Energia;  Conclusão e próximas atividades:  Cronograma  Referencias Bibliográficas;
  3. 3. Introdução: Qual o impacto ambiental de edifícios????
  4. 4. Introdução: O Exercito Brasileiro possui 18,5 milhões de m2 construídos, 19.740 PNR`s (Próprio Nacional Residencial) e 648 OM’s (Organizações Militares), atendendo a um efetivo de 178 mil homens. Alem disso tem compromisso de proteção ambiental e da preservação dos recursos naturais , e possui um histórico de conhecimento de vanguarda na área da construção e fortificação, tornando-se inevitável a inserção definitiva das novas metodologias nos projetos, obras e principalmente na consciência administrativa interna.
  5. 5. Introdução: Contexto histórico: “Desenvolvimento sustentável é um desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem colocar em risco a possibilidade de satisfação das necessidades das gerações futuras” (Relatório Brundtland- 1978) Ocorre a ECO`92 (Rio de Janeiro) e a Agenda 21 que continha um programa de ação que viabiliza o novo padrão de desenvolvimento ambientalmente racional e apresentava a indústria da construção como de grande importância para o desenvolvimento sustentável da sociedade, uma vez que os empreendimentos da construção civil são um dos maiores causadores de impactos ao meio ambiente. Green Building são edificações nas quais foram aplicadas medidas construtivas e procedimentais que buscam o aumento de sua eficiência no uso de recursos, com foco na redução dos impactos sócio ambientais e isto deve ser feito por um processo que abranja todo o ciclo de vida da edificação.  
  6. 6. Objetivos: Apresentar:  Metodologia adotada pelo Brasil nos empreendimentos sustentáveis;  Estado da Arte:  Água:  Reuso de água;  Água de Chuva;  Água de infiltracão:  Tetos Verdes;  Equipamentos economizadores; Continua…
  7. 7. Objetivos: Apresentar:  Estado da Arte:  Energia:  Bioclimatologia (Conceitos Fundamentais)  Desempenho térmico (Softwares)  Aparelhos energeticamente eficientes (Como saber)  Conclusão e Cronograma … continuação
  8. 8. Desenvolvimento: Metodologia adotada: Com o aprimoramento dos diversos métodos construtivos, surgiu-se a necessidade de avaliar as soluções empregas em cada nova construção, visando auxiliar o cumprimento das metas ambientais locais estabelecidas a partir da ECO’92, então na década de 90, países europeus, EUA , Austrália, Japão e Canadá desenvolveram as primeiras metodologias de avaliação ambiental, principalmente em construções de edifícios. EUA CASBEE Reino Unido
  9. 9. Desenvolvimento: Enquanto nos EUA, em torno de mil construções já são certificadas na LEED e cerca de 11 mil devem conseguir o selo em breve, nos assegurando que novos tempos da construção civil chegaram com força, e que a gestão dos recursos, alto desempenhos das estruturas e de aproveitamento enérgico se tornaram indispensáveis para os empreendimentos, o Brasil segue esta tendência de investimento, apresentando um rápido crescimento no número de edifícios certificados  Metodologia adotada:
  10. 10. Desenvolvimento: Em uma etapa anterior a concepção do projeto, foi realizado uma revisão de todo o estado da arte das tecnologias empregadas nos empreendimentos sustentáveis. Para tal, foi dividido todo o conjunto de técnicas em cinco principais temas: água, energia, seleção de matérias, consumo de materiais, canteiro de obra.  Estado da Arte:
  11. 11. Desenvolvimento: “A implementação do uso racional da água consiste em sistematizar as intervenções que podem ser realizadas em uma edificação, de tal forma que as ações de redução do consumo sejam resultantes de amplo conhecimento do sistema, garantindo sempre a qualidade necessária para a realização das atividades consumidoras, com o mínimo desperdício. Assim, o conceito de uso racional da água tem como princípio básico a atuação na demanda de água da edificação.” (Sautchúk ET AL. 2005) Então, devemos adotar um conjunto de ações voltadas a gestão da oferta e demanda de água em edificações existentes, denominando Programa de Conservação de água (PCA). O Programa de Conservação de água (PCA) deve ser implantado de forma sistemática, otimizando o consumo de água com a conseqüente redução do volume de efluentes gerados, a partir da otimização do uso e da utilização de água com diferentes níveis de qualidade para atendimento das necessidades existentes, resguardado –se a saúde publica e os demais usos envolvidos.  Estado da arte: Água
  12. 12. Desenvolvimento: Estudo da arte: Água  Reuso de água: É o sistema que possibilita com que a água seja reutilizada por mais de uma vez até o seu descarte. Em geral, classifica-se como água adequada ao reuso, também denominada água cinza, o efluente de chuveiros, tanques, maquinas de lavar roupa e de banheiras. Por sua vez, os efluentes de bacias sanitárias, lava-louças e pias de cozinhas são considerados inadequados ao reuso e são denominadas águas negras. NBR 13969(Projeto, construção e operação de tanques sépticos): Estabelece que todo o sistema de reuso deva ser identificado de modo claro e inconfundível ; O sistema deve ser dimensionado para atender pelo menos 2 horas de uso de água no pico da demanda diária; O grau de tratamento requerido para a água de sistemas de reusos múltiplos, com um único reservatório, deve ser definida pelo uso mais restringente quanto a qualidade do efluente; Fornecimento de manual de operação do sistema.
  13. 13. Desenvolvimento:  Reuso de água:  Estudo da arte: Água
  14. 14. Desenvolvimento:  Captação de água de chuva: Os sistemas de aproveitamento de água de chuva em edificações consistem na captação, armazenamento e posterior utilização da água precipitada sobre superfícies impermeáveis de uma edificação, tais como: telhado, lajes e pisos.  Estudo da arte: Água
  15. 15. Desenvolvimento:  Captação de água de chuva:  Tetos Verdes: Em comparação com os telhados convencionais estas coberturas apresentam melhor desempenho para o isolamento termo/acústico, evitando o uso de ar condicionado e consequentemente contribuindo para a redução do consumo de energia; Retém água da chuva ajudando na diminuição das enchentes; Filtram os poluentes do ar prendendo gás carbônico e produzindo oxigênio; Aliviam o calor urbano e ainda oferecem uma opção de design ao criar um conceito de jardim suspenso que servirá de habitat para aves.  Estudo da arte: Água
  16. 16. Desenvolvimento:  Equipamentos Economizadores: O uso racional da água dentro de uma edificação pode ser alcançado, dentre outras ações, com o emprego de equipamentos hidráulicos e componentes economizadores, tais como restritores de vazão, bacias sanitárias de volume reduzido, arejadores, entre outros..  Estudo da arte: Água
  17. 17. Desenvolvimento: Estado da Arte: Energia Como é a oferta de energia interna no Brasil?? O crescimento continuo e a privatização do sistema de eletricidade do Brasil, atualmente baseado na energia hidráulica, está projetado para expandir-se principalmente com gás natural, e com termoelétricas, o que resultará em um grande crescimento de emissões de gases de efeito estufa...
  18. 18. Desenvolvimento: No Brasil, os principais consumidores de energia são (Baixa Renda/ alta Renda): Iluminaçao; ( uso de lâmpadas mais eficientes e iluminação natural) Uso de eletrodomésticos (Refrigeração); (aparelhos mais eficientes) Energia para cocção; Energia para aquecimento da água (através do uso de energia solar)  Estado da Arte: Energia
  19. 19. Desenvolvimento: “A eficiência energética pode ser entendida como a obtenção de um serviço com baixo dispêndio de energia. Portanto, um edifício é mais eficiente energeticamente que outro quando proporciona as mesmas condições ambientais com menor consumo de energia.” (LAMBERTS et al. 1997, p17) Bioclimatologia: (Relaciona o estudo do clima aplicado à arquitetura) Desempenho térmico da edificação; Conforto ambiental ; Ventilação natural; Iluminação natural e iluminação eficiente; NBR 15.220 - Para o desenvolvimento de projetos de maneira integrada com o local desde o ponto de vista ambiental, usam- se as Cartas bioclimáticas ( Para o Brasil – cartas de Givoni, trabalha com as variáveis de temperatura de bulbo seco e umidade relativa do ar )  Estado da Arte: Energia
  20. 20. Desenvolvimento:  Bioclimatologia: Na parte 3 da norma (NBR 15.220) estabelece o zoneamento bioclimático brasileiro, dividindo-o em 8 zonas. Com relação ao sombreamento das edificações, as fachadas que devem ser mais sombreadas são as oeste, norte e noroeste. A norma Brasileira em uma visão bem simplista da bioclimatologia divide o Brasil em 8 zonas.  Estado da Arte: Energia
  21. 21. Desenvolvimento:  Bioclimatologia:  Estado da Arte: Energia
  22. 22. Desenvolvimento:  Bioclimatologia: Além desta norma, no comitê Brasileiro de Construção Civil (COBRACON/ABNT) está sendo discutido um conjunto de normas de desempenho mínimo para edificações de até 5 pavimentos. E forma complementar a estas normas, o LABEEE/UFSC está desenvolvendo para a Eletrobrás, uma certificação em eficiência energética das construções. http://www.labee.ufsc.br  Estado da Arte: Energia
  23. 23. Desenvolvimento:  Aparelhos energeticamente eficientes: O INMETRO fornece informações sobre o consumo de energia de equipamentos eletrodomésticos, classidicados de acordo com o consumo em A até G. O Selo PROCEL de conservação de uso racional da energia, é outorgado aos equipamentos que apresentem melhores indices de eficiência energética. Uma família poderia reduzir seu consumo de 229kwh/mes para 46kwh/mes.  Estado da Arte: Energia
  24. 24. Desenvolvimento: Conclusão e próximas atividades:
  25. 25. Desenvolvimento: Referências Bibliográficas:  NBR 15.220 – Desempenho Térmico para Edificaçãoes. Rio de Janeiro, 2005a.  Programa Nacional de Conservação de Enegia Elétrica (PROCEL). Brasília, 1985. Disponível em: www.eletrobras.gov.br/procel  US GREEN BUILDING CONCIL. LEED for Homes Program. Rating system for Pilot Demonstration, versão 1,72. Washington,2005.  WINES, J. Green Architecture. Milan:Taschen,2000.

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