Nerium oleander L.
                                                 monografia




UTAD | Lic. Arquitectura Paisagista | P...
ASPECTOS GERAIS
etimologia




    Descrito pela primeira vez por Carl Linnaeus (Lineu), em 1737



    Nerium           grego nerion ~ re...
classificação botânica

                                                            Plantas
             Reino: Plantae
  ...
designação comum



  DESIGNAÇÃO COMUM                           PAÍS         DESIGNAÇÃO COMUM               PAÍS
  Adelfa...
origem




         Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
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Portugal
Continental



 segundo USDA hardiness zones (baseado na
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habitat

     • representantes lenhosos arbustivos das comunidades vegetais
     aquáticas e ribeirinhas, pertencendo à as...
condições edafo - climáticas

                    •   Prefere os climas suaves, sem grandes geadas e com um período húmido...
MORFOLOGIA | FISIOLOGIA
raízes




         abundantes e com uma raiz primária aprumada, bem definida e
         profunda, como é característico d...
troncos principais e ramos

caule lenhoso, com tendência basítona e ramificação lateral, aéreo, de secção
transversal roli...
troncos principais e ramos




Madeira branca, dura, de densidade mediana e com anéis de crescimento pouco
diferenciados.
...
copas


        forma circular ou
horizontalmente elípticas




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copas


        forma circular ou
horizontalmente elípticas



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  altura (3 a 6 metros) e
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copas


        forma circular ou
horizontalmente elípticas



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    altura (3 a 6 metros) e
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folhas


                 Simples
     Opostas ou ternadas
          Forma laminar
              Cor verde




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folhas


                 Simples
     Opostas ou ternadas
          Forma laminar
              Cor verde


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       Opostas ou ternadas
            Forma laminar
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folhas


                   Simples
       Opostas ou ternadas
            Forma laminar
                Cor verde


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flores
                                      o aspecto mais apelativo para o uso desta planta

FLORAÇÃO: do início da Prim...
flores
         CORES: dos tons mais suaves aos carregados
                            de
            Rosa, branco, Vermel...
flores




actinomórficas, monoicas, hermafroditas, pentameras, com cálice gamosépalo e corola
gamopétala, com androceu co...
frutos e sementes

Os frutos são simples, secos e deiscentes em forma de cápsula, que encerra as
sementes no seu interior
...
frutos e sementes




 As sementes são leves, oblongas, de cor dourada e encimadas por pilosidade
 abundante, característi...
doenças | pragas | parasitas




Podridão
Cancro
Pulgão (Aphis nerii)
Cochonilha
Bactérias (Pseudomonas syringae pv. savas...
PROPAGAÇÃO
sexuada | seminal

Rusticidade | Sanidade | Longevidade

   escolha de sementes
                               fenótipos c...
assexuada | vegetativa

ESTACARIA


  escolha das estacas
                             + lenhosas caulinares
             ...
assexuada | vegetativa

MERGULHIA | ALPORQUIA




                                              Viveiro Municipal da Câmar...
INSTALAÇÃO
preparação do terreno
CONDIÇÕES EDÁFICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA PLANTA




   + retirada da terra vegetal (15 ~ 50 cm)
...
plantação
                                                              em qualquer época do ano
                         ...
ancoragem | tutoragem

COLOCAÇÃO DE SISTEMAS DE SUPORTE




  + madeira tratada
  + enterrado a 1/3 da altura da planta, a...
CONDUÇÃO | MANUTENÇÃO
forma geral




                                         + forma natural de crescimento da planta




          ARBUSTIVA ...
forma geral

PRETENDE-SE (sinal de sanidade e respeito pelos hábitos de crescimento)




       + forma globulosa do conju...
forma geral




         Todas as operações de
        condução devem ajudar a
        cumprir estas premissas




       ...
operações

REMOÇÃO DE RAMOS



  + mortos
  + debilitados
  + que comprometam a forma
  pretendida
       pela tendência n...
operações

REMOÇÃO DE RAMOS

  + podas
  + mondas
  + atarraques
  + bom senso

     cortes limpos
   ● próximos da inserç...
operações

REMOÇÃO DE RAMOS




 sucessão de cortes com efeitos na floração | ramificação | forma

                       ...
operações

REMOÇÃO DE RAMOS




 Exemplos ?

              Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
operações

REMOÇÃO DE RAMOS




 outros exemplos

                   Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
operações

         (diminuir o stress provocado pela intervenção)
OUTRAS




  + adubação essencialmente azotada

  + reg...
EM ESPAÇO VERDE
público | privado




                Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
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   Ilustração inglesa de passeio do séc. XVII / XVIII       Quinta das Lágrimas, Coimbra, em Abril d...
público | privado




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OUTROS ASPECTOS
custos


                          Contentor
      Altura                                     Preço
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toxicidade


   por ingestão, tudo nesta
   planta apresenta um elevado grau
   de toxicidade, das raízes às
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curiosidades


  Impediu imperadores como Alexandre Magno ou Napoleão de ganhar
  determinadas batalhas, ao envenenar os a...
curiosidades




  capa de revista ?




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LOCAIS POTENCIAIS DE USO
• Em taludes, de declive superior a 6 ~ 8%, que desaconselhe ao utente maior
proximidade e que permitam, apesar disso, a u...
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Apresentação no âmbito da disciplina de Produção, Aplicação e Condução de Material Vegetal da Licenciatura em Arquitectura Paisagista, na UTAD.

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Nerium oleander

  1. 1. Nerium oleander L. monografia UTAD | Lic. Arquitectura Paisagista | PACMV F.REIS | 23770
  2. 2. ASPECTOS GERAIS
  3. 3. etimologia Descrito pela primeira vez por Carl Linnaeus (Lineu), em 1737 Nerium grego nerion ~ referência a Nereus, deus do mar + oleander latim olea (oliveira) + lorandro (rododendro) + dendron (árvore) Olea europea, com quem partilha a com quem partilha aspectos origem, rusticidade e aspectos morfológicos das suas flores e a morfológicos das folhas designação comum: Loendro Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  4. 4. classificação botânica Plantas Reino: Plantae Plantas vasculares Sub-Reino: Tracheobionta Plantas de semente Divisão: Spermatophyta Plantas de flor Subdivisão: Magnoliophyta (Angiospermæ) Plantas com dois cotilédones Classe: Magnoliatæ (Dicotyledoneæ) Subclasse: Lamidæ Ordem: Rubiales Família: Apocynaceæ Género: Nerium Espécie: Nerium oleander Descritor: Lineu (L.) herbário da UTAD (http//www.aguiar.hvr.utad.pt.) Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  5. 5. designação comum DESIGNAÇÃO COMUM PAÍS DESIGNAÇÃO COMUM PAÍS Adelfa Porto Rico; Espanha Loandro Brasil Alheli extrangero Porto Rico Portugal Loendro Baladre Catalunha (Espanha) Loureiro rosa Brasil Portugal Oleana Hawaii Cevadilha Brasil, Portugal Oleander Brasil; RU; EUA Espirradeira Flor de S. José Brasil Oliwa Hawaii Jia zhu tao China Rosa francesa Cuba Laurel de Jardim; L. rosa Argentina; Uruguai Rosa laurel México Laurier rose França Rosebay RU Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  6. 6. origem Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  7. 7. distribuição em Portugal Continental segundo USDA hardiness zones (baseado na média de pelo menos 5 valores consecutivos das temperaturas mínimas registadas nas zonas) zona 9: de -7ºC a -1ºC zona 10: de -1ºC a +4ºC Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  8. 8. habitat • representantes lenhosos arbustivos das comunidades vegetais aquáticas e ribeirinhas, pertencendo à associação Rubo ulmifolii- Nerietun oleandri, da classe Nerium-Tamaricetea, onde o loendro partilha protagonismo com a silva (Rubus ulmifolius SCHOTT). • cursos de água temporários, de regime torrencial, sujeitos a forte secura estival. • preferem solos de natureza básica e cascalhentos, ocorrem nos andares Termo e Mesomediterrânico tendo como área de distribuição preferencial em Portugal o Sul do País, nas províncias Gaditano-Onubo- Algarviense e Luso-Extremadurense. • são abundantes nas bacias hidrográficas das ribeiras do Algarve e, particularmente, na do Guadiana, substituindo, em situações de maiores limitações hídricas, os bosques ripários caducifólios, mais típicos de cursos de água permanentes. segundo Moreira, I. e Duarte, M. C., (sem data) e Rivas-Martínez, S. et al., 2005 Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  9. 9. condições edafo - climáticas • Prefere os climas suaves, sem grandes geadas e com um período húmido, Clima mesmo que seja curto. • Mínima média de -7º C é uma referência. Suporta bem os valores máximos Temperatura de temperatura característicos das regiões mediterrâneas. • Prefere solos e climas húmidos. Humidade e luz solar plena são os factores Humidade mais importantes para esta espécie. • Luz solar directa e plena, como acontece quando a exposição é Exposição marcadamente Sul. • Suporta os solos áridos, sempre que disponha de humidade freática ou Solo disponha de climas com um período húmido, preferindo solos ricos em húmus e bem drenados. • pH do solo Varia do básico a ligeiramente ácido. • Suporta bem a salinidade do ar (como a que se associa às zonas Outros marítimas). É menos resistente à concentração elevada de sais no solo. Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  10. 10. MORFOLOGIA | FISIOLOGIA
  11. 11. raízes abundantes e com uma raiz primária aprumada, bem definida e profunda, como é característico das dicotyledoneæ, principalmente se a planta está instalada em terrenos mais soltos e a uma maior distancia dos lençóis freáticos. Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  12. 12. troncos principais e ramos caule lenhoso, com tendência basítona e ramificação lateral, aéreo, de secção transversal roliça erecta ascendente, que origina troncos tendencialmente rectos e verticais com ritidoma liso (planta jovem) a rugoso (planta mais idosa) Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  13. 13. troncos principais e ramos Madeira branca, dura, de densidade mediana e com anéis de crescimento pouco diferenciados. Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  14. 14. copas forma circular ou horizontalmente elípticas Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  15. 15. copas forma circular ou horizontalmente elípticas densas altura (3 a 6 metros) e largura (3 a 5 metros) Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  16. 16. copas forma circular ou horizontalmente elípticas densas altura (3 a 6 metros) e largura (3 a 5 metros) Textura ~ uniforme (contributo da forma, da cor e do carácter perene das suas folhas) Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  17. 17. folhas Simples Opostas ou ternadas Forma laminar Cor verde Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  18. 18. folhas Simples Opostas ou ternadas Forma laminar Cor verde Coriáceas Persistentes Xeromórficas Peninérveas Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  19. 19. folhas Simples Opostas ou ternadas Forma laminar Cor verde Coriáceas Persistentes Xeromórficas Peninérveas Pecíolo subséssil Nervura marginal inteira Limbo de forma lanceolada Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  20. 20. folhas Simples Opostas ou ternadas Forma laminar Cor verde Coriáceas Persistentes Xeromórficas Peninérveas Pecíolo subséssil Nervura marginal inteira Limbo de forma lanceolada Comprimento: 10 a 25 cm Largura: 4 a 5 cm Espessura: milímetros Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  21. 21. flores o aspecto mais apelativo para o uso desta planta FLORAÇÃO: do início da Primavera (Março - Maio) ao fim do Outono (Setembro – Outubro) GOMOS FLORAIS oblongos e fusiformes de inserção apical Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  22. 22. flores CORES: dos tons mais suaves aos carregados de Rosa, branco, Vermelho e Salmão Jardim do Tabolado – Piscinas do Clube de Natação de Chaves 17.07.05 Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  23. 23. flores actinomórficas, monoicas, hermafroditas, pentameras, com cálice gamosépalo e corola gamopétala, com androceu constituído por 5 estames e gineceu constituído por 2 a 5 carpelos soldados, formando um ovário supero ou semi-ínfero, correspondendo-lhe a fórmula floral: * K (5), [C (5), A 5], G (2) Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  24. 24. frutos e sementes Os frutos são simples, secos e deiscentes em forma de cápsula, que encerra as sementes no seu interior Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  25. 25. frutos e sementes As sementes são leves, oblongas, de cor dourada e encimadas por pilosidade abundante, características que revelam uma boa adaptação a um leque alargado de formas de dispersão das sementes: pelo vento (principalmente), mas também pela água e pelos animais (essencialmente transportadas na sua pelagem). Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  26. 26. doenças | pragas | parasitas Podridão Cancro Pulgão (Aphis nerii) Cochonilha Bactérias (Pseudomonas syringae pv. savastanoi ) Larvas de borboleta (monarca, por exemplo) Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  27. 27. PROPAGAÇÃO
  28. 28. sexuada | seminal Rusticidade | Sanidade | Longevidade escolha de sementes fenótipos com as características que mais nos de exemplares sãos interessam: flores de coloração bem definida e que apresentem as suas folhas verdes e sem sinais evidentes de ataque de afídeos, fungos ou ferrugem recolha das sementes final do Inverno: Janeiro ~ Fevereiro escarificação por exemplo quebra de dormência plantação + final da Primavera ~ Verão + substrato firme e denso, poroso, com baixa salinidade e isento de doenças, pragas e infestantes + com um bons níveis de fertilidade e poder tampão e isolante + em tabuleiro ou contentor Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  29. 29. assexuada | vegetativa ESTACARIA escolha das estacas + lenhosas caulinares + 10 a 15 cm de comprimento + no Verão + limpas de folhas na zona basal, na proximidade a inserção do gomo que originará o sistema radicular da nova plantinha meio de enraizamento + substrato firme e denso, poroso, com baixa salinidade e isento de doenças, pragas e infestantes + com um bons níveis de fertilidade e poder tampão e isolante Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  30. 30. assexuada | vegetativa MERGULHIA | ALPORQUIA Viveiro Municipal da Câmara Municipal do Porto, 11.05.07 mergulhia de cepa + escolha e instalação do pé-mãe e crescimento no primeiro ano + atarraque da planta em Fevereiro do ano seguinte + amontoas em Junho e Julho do terceiro ano + desmame nesse Inverno + recomeço do processo no ano seguinte + aplicada directamente em ramos aéreos alporquia + ter atenção ao manuseamento e contacto com fluidos exsudados pelo arbusto + ter atenção ao substrato que é utilizado Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  31. 31. INSTALAÇÃO
  32. 32. preparação do terreno CONDIÇÕES EDÁFICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA PLANTA + retirada da terra vegetal (15 ~ 50 cm) + armazenamento em montes com altura inferior a 1,20 m + mobilização de fundo (até aos 50 cm) + marcação e piquetagem de caminhos | reperfilamento | áreas de plantação + instalação dos equipamentos necessários (rega | drenagem) + adubação de (essencialmente P e K) + reperfilamento do terreno + cobertura e espalhamento da terra vegetal Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  33. 33. plantação em qualquer época do ano raiz nua COLOCAÇÃO DA PLANTA preferencialmente no início do EM Outono LOCAL DEFINITIVO Vaso inicio da Primavera Torrão saco + abertura de covas + largura de duas a três vezes o diâmetro da raiz + profundidade suficiente para manter a planta com o mesmo nível de enterramento a que se encontrava no vaso ou no torrão + colocar as plantas + preenchimento do espaço restante da cova com o mesmo solo retirado deixando-o um pouco mais elevado tendo em conta eventual abatimento Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  34. 34. ancoragem | tutoragem COLOCAÇÃO DE SISTEMAS DE SUPORTE + madeira tratada + enterrado a 1/3 da altura da planta, antes do transplante com 2/3 acima do solo + 5 ~ 10 cm de espessura + uso de 1 ou mais tutores + atadura flexível mas resistente + atender aos ventos dominantes e colocar os tutores a barlavento Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  35. 35. CONDUÇÃO | MANUTENÇÃO
  36. 36. forma geral + forma natural de crescimento da planta ARBUSTIVA ARBÓREA Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  37. 37. forma geral PRETENDE-SE (sinal de sanidade e respeito pelos hábitos de crescimento) + forma globulosa do conjunto + parte basal | copas com novos crescimentos vigorosos + tronco | ramos de suporte vigorosos e bem ancorados no solo + folhas de cor verde e sem sinais evidentes de afecções + flores de cor bem definida, abundantes e fragrantes Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  38. 38. forma geral Todas as operações de condução devem ajudar a cumprir estas premissas Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  39. 39. operações REMOÇÃO DE RAMOS + mortos + debilitados + que comprometam a forma pretendida pela tendência natural para se entrelaçarem ● por questões de luminosidade | sombreamento + em Fevereiro | Março Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  40. 40. operações REMOÇÃO DE RAMOS + podas + mondas + atarraques + bom senso cortes limpos ● próximos da inserção do ramo a remover ● em número suficiente para cumprir objectivos (em mais do que uma fase, caso seja necessário) Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  41. 41. operações REMOÇÃO DE RAMOS sucessão de cortes com efeitos na floração | ramificação | forma Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  42. 42. operações REMOÇÃO DE RAMOS Exemplos ? Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  43. 43. operações REMOÇÃO DE RAMOS outros exemplos Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  44. 44. operações (diminuir o stress provocado pela intervenção) OUTRAS + adubação essencialmente azotada + rega + recolha do material excedente e queima Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  45. 45. EM ESPAÇO VERDE
  46. 46. público | privado Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  47. 47. público | privado Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  48. 48. público | privado Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  49. 49. público | privado Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  50. 50. público | privado Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  51. 51. público | privado Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  52. 52. público | privado Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  53. 53. público | privado Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  54. 54. público | privado Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  55. 55. público | privado Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  56. 56. público | privado Ilustração inglesa de passeio do séc. XVII / XVIII Quinta das Lágrimas, Coimbra, em Abril de 2007 Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  57. 57. público | privado Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  58. 58. OUTROS ASPECTOS
  59. 59. custos Contentor Altura Preço (V_vaso; T_torrão; S_saco) Viveiro / Viveirista (cm) (€) (valor - capacidade em litros) 30 - 40 V 1,3 2.50 Alfredo Moreira da Silva 30 - 60 V 2.00 Viv. Do Inst. Sup. Agrário 30 - 60 T 1.00 Viv. Do Inst. Sup. Agrário 40 - 60 V 2,5 3.60 Alfredo Moreira da Silva Viv. Florestal e Parque Botânico da 50 - 60 S 1.50 Esc. Sup. Agrária de Castelo Branco 80 - 100 V5 5.20 Alfredo Moreira da Silva 100 - 125 V5 7.00 Alfredo Moreira da Silva Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  60. 60. toxicidade por ingestão, tudo nesta planta apresenta um elevado grau de toxicidade, das raízes às flores, sendo mesmo referida por diversos autores como uma das plantas mais tóxicas. Na sua seiva, encontramos dois compostos glicosídeos cardiotóxicos, a Oleandrina e a Neriantina, e, na sua casca, podemos encontrar a Rosagenina, um composto com efeitos semelhantes à estricnina O loendro é capaz de manter os efeitos tóxicos mesmo quando se encontra em senescência ou completamente seco (ramos cortados, cápsulas ou folhas caídas, entre outros exemplos): irritações cutâneas, náuseas, vómitos, salivação abundante, dores no peito, diarreia, cólicas, arritmia cardíaca e circulatória, palidez, tremores musculares, colapsos cardíacos, coma e morte Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  61. 61. curiosidades Impediu imperadores como Alexandre Magno ou Napoleão de ganhar determinadas batalhas, ao envenenar os animais de carga ou os próprios soldados É uma das poucas espécies cuja distribuição do número de ramos em altura respeita a série de Fibonacci É uma das poucas espécies que, temos conhecimento, ser objecto de estudo e admiração de uma associação internacional, a Oleander International Society É referida a sua aplicação na pele, misturada com mel, quer em humanos, quer em animais, para combater a sarna Na Primeira Guerra Mundial, os soldados utilizavam a tintura de cevadilha para matar os parasitas que adquiriam nas trincheiras A sua madeira era utilizada para produzir carvão para o fabrico de pólvora Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  62. 62. curiosidades capa de revista ? Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  63. 63. LOCAIS POTENCIAIS DE USO
  64. 64. • Em taludes, de declive superior a 6 ~ 8%, que desaconselhe ao utente maior proximidade e que permitam, apesar disso, a usufruição das suas principais virtudes: flor e folhas • Em locais de passagem • Em maciços arbóreo - arbustivos, onde se realce quer pela persistência das suas folhas, quer pela cor mais carregada das mesmas, bem como pela qualidade visual ou fragrante das suas flores • Em cortinas visuais: em relação a edifícios; auto-estradas ou em situações de definição de trajectos em caminhos informais • Inclusos, em canteiros “fechados” por sebes • Em projectos de recuperação de zonas degradadas como pedreiras ou minas • Em locais de instituições particulares ou públicas como quartéis, hospitais ou lares Nerium oleander L. | monografia | F.Reis |23770
  65. 65. FIM

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