Palestra resotec holcim

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Palestra resotec holcim

  1. 1. Força. Desempenho. Paixão.Holcim e ResotecCristiano FerreiraCristiano.ferreira@holcim.com © 2013
  2. 2. A Holcim• Fundação em 1912 com origem na Suíça• Líder mundial em Cimento, Concreto e Agregados• Oferta global de Soluções Ambientais para Resíduos através do Co- processamento• Atuação nos 5 continentes em mais de 70 países• Mais de 90.000 funcionários no mundo © 2013
  3. 3. A Holcim Brasil• Há 60 anos no país• 2.000 funcionários• 3 fábricas de cimento• 2 unidade de moagem• 3 unidades Resotec © 2013
  4. 4. A Resotec• É a divisão da Holcim (Brasil) que presta serviços de destinação final de resíduos industriais Plataformas integradas às fábricas de cimento Know-how de 30 anos do Grupo Holcim Certificados ISO 9.001 e 14.001 pela ABNT Investimentos de mais de US$ 60 milhões 100 funcionários, além dos envolvidos na produção de cimento Controles − Laboratórios certificados para controle dos resíduos Pedro Leopoldo − Monitoramento contínuo das emissões atmosféricas − Tratamento dos efluentes gerados no processo da Resotec Belo Horizonte Vitória (Moagem) − Área interna dos galpões de resíduos impermebalizadas − Cuidados ocupacionais dos funcionários (EPIs, exames periódicos) − Transportadoras auditadas, planos de emergência Barroso Sorocaba (Moagem) Cantagalo Rio de Janeiro São Paulo Fábricas Holcim Resotec © 2013
  5. 5. Força. Desempenho. Paixão.CoprocessamentoCoprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  6. 6. O problema do lixo no mundo• 30 bilhões de toneladas de material são descartadas no mundo todos os anos por pessoas e empresas Exemplos: 2,5 bilhões de fraldas descartáveis 183 milhões de barbeadores descartáveis Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  7. 7. O problema do lixo no mundo• O principal fator que leva à degradação do solo é o acúmulo de lixo nos terrenos• Há 100 milhões de toneladas de lixo flutuando no Oceano Pacífico = território dos EUA. Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  8. 8. O problema do lixo no Brasil • Cada brasileiro = 25 ton./70 anos • O Brasil produz 130 mil ton./dia = 45 milhões ton./ano • 3% da população mundial (Brasil) = 6,5% do lixo do mundo • São Paulo gasta R$ 6,5 bilhões/ano em aterros ou lixões. Para refletir: o que os governos poderiam fazer com esse dinheiro? Quantos hospitais e escolas poderiam ser construídos? Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  9. 9. Para onde está indo nosso lixo? • Vão para os lixões • São jogados na natureza (matas e rio) • Lançados nas ruas • Abandonados em terrenos públicos • Lançados ao mar • Queimados a céu aberto e sem segurança e controle de dioxinas e furanos e outras emissões Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  10. 10. E os resíduos industriais?• Quantidade de geração de resíduos Não existem dados estatísticos, apenas estimativas Geração estimada Destinadas corretamente* (t/ano) (t/ano) 115.200.000 8.000.000 * Aterros licenciados, Coprocessamento ou incineração Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  11. 11. Quem gera o lixo e quais são os principais tipos? Indústria em Geral Indústria do Petróleo Solventes Alimentos vencidos Recortes de perfuração, Plásticos Restos de papel Terras contaminadas por óleo Embalagens Produtos Vencidos Catalizadores usados Remédios vencidos Óleos Municípios Restos de estações de tratamento Restos de plantas de triagem Termoelétricas Cinzas Catalizadores usados Indústria Automobilística Partes plásticas Areias Remediação de solos Restos de tintas Terras contaminadas Pneus usados Águas contaminadas Oleos usados Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  12. 12. E então, o que fazer? A sociedade e oplaneta precisam de soluções ambientalmente seguras para omanejo de resíduos que sejam viáveiseconomicamente e que estejam ao alcance de todos Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  13. 13. O que é resíduo?• Resíduo industrial é todo material resultante de um processo produtivo, cujo gerador rejeita, pretende rejeitar ou é solicitado a rejeitar. Segundo a ABNT, são classificados da seguinte maneira : Classe I - Resíduos perigosos Classe II A - Resíduos não perigosos e não inertes Classe II B – Resíduos não perigosos e inertes © 2013
  14. 14. Definição O co-processamento é a técnica de destruição térmica a altas temperaturas em fornos de clínquer devidamente licenciados para este fim, com aproveitamento de conteúdo energético e/ou aproveitamento da fração mineral como matéria-prima, sem a geração de novos resíduos. Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  15. 15. O que significa coprocessar?• Destruir completamente um material que poderia ficar durante anos na natureza trazendo diversos problemas• Transformar em energia o que se jogaria fora, ou em combustível, reduzindo uso de petróleo e outros combustíveis• Eliminar o risco de um produto fora de validade, por exemplo, cair nas mãos de alguém que possa revendê-lo ou utilizá-lo• Permitir que haja menos lixões e com isso mais áreas estejam disponíveis para agricultura ou construção de moradias e prédios públicos• Evitar que produtos sejam despejados incorretamente na natureza Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  16. 16. Coprocessamento: melhor alternativa para resíduos que não podem ser reciclados Eliminação completa do resíduo(sem geração de cinzas) eaproveitando o conteúdoenergético ou a fração mineral 2013-03-11 © 2013
  17. 17. Por que escolher o coprocessamento? Geração de empregos Movimento para o comércio local trazido para o município pela vinda dos transportadores Geração de impostos Preservação de recursos naturais (extrai-se menos rocha para a fabricação do cimento) Manutenção da operação da fábrica, pois quanto mais tempo durarem os recursos naturais regionais mais tempo a fábrica vai operar no local Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  18. 18. Por que escolher o coprocessamento?• Redução de emissões Não produz novos resíduos Produz novos Forno de resíduos cimento Coprocessamento Incinerador CO2 CO2 CO2 CO2 SO2 SO2 SO2 SO2 NOx NOx NOx NOx Resí Combustíveis Combus Resí duo fósseis tíveis duo + fósseis Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  19. 19. Quais as vantagens do coprocessamento Ecológicos: 1.Redução dos impactos ambientais (CO2) ao usar uma só fonte de emissão de combustíveis fósseis para a fabricação de cimento e a destruição de resíduos. 2. Ecoeficiência ao usar menos combustíveis fósseis 3. Não aumento das emissões 4. Não produz cinzas Coprocesamiento Sociales: Económicos: 1. A sociedade se livra de 1. Ao aproveitar o poder de alguns resíduos industriais sem combustão de alguns resíduos ocupar mais terras e aumentar se reduzem os custos da as emissões contaminadoras produção de cimento dando mais acesso ao consumidor 2. Se evitam problemas de saúde provenientes dos 2. Uso da estrutura existente resíduos e das emissões Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  20. 20. O Coprocessamento e o Desenvolvimento Sustentável Geração de Valor Substituição de Combustíveis e MPs Desempenho Responsabilidade Ambiental Social Aproveitamento de resíduos Destinação definitiva de vários Redução do consumo de tipos de resíduos industriais recursos não renováveis 2013-03-11 © 2013
  21. 21. O que pode ser coprocessado ?• Substâncias oleosas• Catalisadores usados• Resinas, colas e látex• Pneus e emborrachados• Madeiras contaminadas• Solventes• Borras Ácidas• Lodos de tratamentos• Terras contaminadas• Revestimentos de Cubas de Alumínio• Papel e papelão contaminados © 2013
  22. 22. O que não pode ser coprocessado ?• Segundo a Resolução CONAMA nº 264, não pode ser coprocessado: Resíduos domiciliares (RSD) Resíduos de serviços de saúde (RSS) Elementos radioativos Explosivos Organoclorados Agrotóxicos © 2013
  23. 23. Por que é seguro coprocessar? Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  24. 24. Por que processar em forno cimenteiro? Temperaturas altas Tiempo de Horno giratorio que Atmósfera rica en residencia de los genera gran oxígeno gases turbulencia Sistema de lavado Sistema de filtros Incorporación al de gases de manga clinker Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  25. 25. No Brasil, outras cimenteiras fazem coprocessamento? A maioria das cimenteiras no Brasil são licenciadas e fazem coprocessamento Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  26. 26. O Coprocessamento no Grupo Holcim Atuação Global: Experiências acumuladas em cerca de 40 países oferecendo serviços para gerenciamento de resíduos com foco em coprocessamento 2013-03-11 © 2013
  27. 27. Como a Holcim coprocessa?• No mundo, há mais de 40 anos, a Holcim realiza coprocessamento em mais de 40 países em todos os continentes e, na América Latina, opera 18 plantas com coprocessamento• O grupo Holcim possui uma política mundial de coprocessamento que complementa a legislação do Brasil• Ao receber uma demanda de coleta de resíduo, a Holcim avalia se o material está dentro da política mundial, se é permitido pela legislação brasileira e regional A Holcim avalia também se as propriedades físicas e químicas desse material não trarão prejuízos ao cimento e à saúde de quem está envolvido no processo e para a comunidade• Ao aceitar o serviço, a Holcim solicita a licença do resíduo junto aos órgãos ambientais para coletar, transportar e coprocessar esse material• É planejada a logística do transporte – que tipo de caminhões devem ser usados, os cuidados necessários, o treinamento dos motoristas, as fichas de emergências e a análise da rota de transporte Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  28. 28. Como a Holcim coprocessa?• O material chega até a Holcim e vai diretamente para novas análises de laboratório que verificam: Se o material que veio é o mesmo que foi licenciado Caso não esteja adequado ao que foi licenciado a Holcim devolve o material• O material passa então pelo preparo para torná-lo adequado para ir ao forno (tamanho, consistência etc.)• É colocado no forno onde se transforma em: Energia para o forno Material que substitui parte da rocha extraída na região para a fabricação de cimento, dentre outros Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  29. 29. O processo do início ao final Geradores de resíduos Análise em laboratório Resíduos não conformes são devolvidos Resíduo conforme licença Análise em laboratório Negado Preparação do resíduoLicenciamento no órgão ambiental Negado Controle do Forno de Cimento produto final e das emissões atmosféricas Cimento de Meio Resíduo aceito Recepção na fábrica qualidade Ambiente seguro Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  30. 30. Como se prepara o material para processar? Recepção e Material pronto para armazenamento Preparação coprocessar dos resíduos (Combustível ou matéria prima alternativa) Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  31. 31. Que controles temos para evitar riscos? Nossos três focos de preocupação Meio Pessoas Ambiente Qualidade do produto Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  32. 32. Às pessoas• Seguir estritamente a política de coprocessamento do grupo Holcim e as leis brasileiras para garantir que não haja impacto às comunidades onde atuamos• Seguir estritamente as leis nacionais e a diretrizes da Holcim de saúde e segurança dos trabalhadores• Uso de equipamentos de proteção individual específicos para o manuseio de resíduos• Monitoramento do ambiente e exames médicos periódicos da saúde dos nossos funcionários• Capacitação constante dos nossos funcionários que trabalham com o coprocessamento Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  33. 33. Ao meio ambiente• Instalações com tecnologia moderna para manejo de resíduo em ambiente coberto, pisos impermeabilizados com concreto e sistema de controle de incêndios• Filtros nos fornos de cimento para diminuição das emissões• Medição periódica de emissões, dioxinas, furanos e metais pesados Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  34. 34. À qualidade do cimento• Orientação pelo guia de parâmetros acordados entre as áreas de coprocessamento e produção de cimento• Uso de laboratórios sofisticados tecnologicamente para controle de parãmetros definidos nos contratos com clientes e pelas normas e regulações vigentes• Testes de lixiviação no concreto produzido para certificação de qualquer tipo de possibilidade de contaminantes serem expelidos Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  35. 35. Certificações e licenças para o coprocessamento ISO 9001 ISO 14001 Licenças para coprocessamento do órgão ambiental Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013
  36. 36. Nosso compromisso com o planeta Mais do que transformar resíduos em combustível, a Holcim quer ser parte do grupo que busca soluções inovadoras para o problema de resíduos do mundo Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Clinquer, AFR - MG © 2013

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