Slides Histoire de la Photographie

5.301 visualizações

Publicada em

Ces slides racontent l'histoire de la photographie d'une façon générale, et ont été présentés à l'occasion d'un travaille de Histoire de L'Art à l'université...

Publicada em: Turismo
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
5.301
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
116
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
144
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Slides Histoire de la Photographie

  1. 1. Fotografia no século XX ANA CAROLINA GONÇALVES VIEIRA GABRIELA ALVES ÍSIS DEQUESH MARIANA ANSELMO BARBOSA NATASHA MARCONDES PABLO REZENDE DE BRITTO
  2. 2. <ul><li>1826 – conseguiu fazer uma imagem fotográfica permanente, a visão da janela de sua casa de campo – este processo foi chamado de heliografia . </li></ul><ul><li>Com suas experiências, tentou obter através da câmera escura uma imagem permanente sobre o material litográfico de imprensa. </li></ul><ul><li>Recobriu um papel com cloreto de prata e expôs durante várias horas na câmera escura, obtendo uma fraca imagem. </li></ul>Joseph Nicéphore Niépce (1765-1833)
  3. 3. <ul><li>Descobriu que placas de cobre, recobertas com prata polida e sensibilizadas sobre o vapor de iodo, formando uma capa de iodeto de prata sensível à luz, iriam alcançar a tão sonhada “imagem permanente”. </li></ul><ul><li>Ele expôs esta placa durante 8 horas, conseguindo assim a primeira imagem considerada fixa registrada na história. </li></ul>Retrato de Niépce
  4. 4. Primeira fotografia de Niépce, tirada da janela do sótão de sua casa de campo (1826) A máquina inventada por Niépce
  5. 5. <ul><li>1833 – Niépce morreu deixando sua obra – bases técnicas, teóricas e científicas do processo – nas mãos de Daguerre, cuja continuidade originou o daguerreótipo . </li></ul><ul><li>Esta máquina revelava uma imagem fotográfica positiva gravada em uma placa de metal que não permitia sua reprodução. </li></ul><ul><li>1837 – é padronizado o processo que ainda tinha como grandes problemas o longo tempo de exposição (15 a 30 minutos), além de imagem invertida e contraste muito baixo. </li></ul><ul><li>1839 – Daguerre vendeu o trabalho ao governo francês. </li></ul>Louis Jacques Mandé Daguerre (1787-1851)
  6. 6. <ul><li>1840 – o primeiro daguerreótipo chega ao Brasil. </li></ul><ul><li>1857 – Descobre que uma imagem quase invisível e latente pode ser revelada com vapor de mercúrio, reduzindo de horas para minutos o tempo de exposição – surge assim a primeira forma popular de fotografia. </li></ul><ul><li>Vários pintores acusam a fotografia de matar a pintura. </li></ul>Retrato de Daguerre
  7. 7. Câmara de daguerreotipia (1839)
  8. 8. Equipamento completo para a daguerreotipia
  9. 9. A inversão feita para se obter uma foto
  10. 10. <ul><li>Via na fotografia um substituto para o desenho. </li></ul><ul><li>Desenvolveu a calotipia (ou talbotipia ). </li></ul><ul><li>Desenvolveu o método baseado nas imagens em negativo e reproduções em positivo. </li></ul><ul><li>1835 – Construiu uma pequena câmera de madeira, com somente 6,30 cm 2 . </li></ul><ul><li>1844 – Foi publicado o primeiro livro ilustrado fotograficamente, chamado Pencil of Nature . </li></ul>William Henry Fox Talbot (1800-1877)
  11. 11. Retrato de Talbot
  12. 12. Primeiro livro ilustrado fotograficamente (1844) O 1° negativo (1835) Janela da casa de Talbot
  13. 13. The Open Door
  14. 14. Romantismo <ul><li>Movimento artístico e filosófico surgido nas últimas décadas do século XVIII na Europa que perdurou por grande parte do século XIX. </li></ul><ul><li>Focado na visão de mundo centrada no indivíduo –retratando o drama humano, amores trágicos, ideais utópicos e desejos de escapismo. </li></ul><ul><li>Marcado pelo lirismo, pela subjetividade, pela emoção e pelo eu . </li></ul>
  15. 15. Pierrot photographer – Nadar
  16. 16. Fotografia Romântica <ul><li>Voltada para a classe-média que, ávida por novidades, patrocinava a cultura. </li></ul><ul><li>Os retratos foram a sensação da burguesia. </li></ul><ul><li>Disputa entre fotógrafos por celebridades da época. </li></ul>Baudelaire – Nadar
  17. 17. Gaspard Félix Tournachon – “Nadar” (1820-1910) <ul><li>Começou vendendo caricaturas aos jornais humorísticos. </li></ul><ul><li>Anos 50 – Nadar já era considerado um fotógrafo de mérito, tendo mesmo aberto um estúdio. </li></ul><ul><li>1855 – patenteou a idéia de utilizar a fotografia aérea na cartografia . </li></ul><ul><li>1858 – Realizar a cartografia – primeira fotografia aérea de dentro de um balão. </li></ul><ul><li>1858 – Também começou a fotografar com luz – magnésio. </li></ul><ul><li>1860 – Fotografou as catacumbas e os esgotos de Paris. </li></ul>
  18. 18. Retrato de Nadar
  19. 19. The sewers
  20. 20. Young woman in profile
  21. 21. The catacombs
  22. 22. Sand Georges
  23. 23. Dore
  24. 24. A atriz Sarah Berdinhardt posou várias vezes para Nadar, suas fotos são as ancestrais diretas da moderna fotografia glamourosa . Com sua pose e expressão românticas, ela é o equivalente das sensíveis donzelas que habitam grande parte da pintura do século XIX.
  25. 25. Fotojornalismo <ul><li>É a prática do jornalismo por meio de uma linguagem não-verbal, a imagem . </li></ul><ul><li>Têm características bem peculiares como o impacto, a informação, o elemento da atualidade e do interesse social. </li></ul><ul><li>Dividem-se em três ramos: fotografia social (que inclui economia, política e acontecimentos gerais), fotografia esportiva (a quantidade de informações é o mais importante e influi na sua publicação) e fotografia cultural (função de premeditar os acontecimentos). </li></ul>
  26. 26. Do fotógrafo paraibano Antônio David
  27. 27. <ul><li>1842 – Primeira manifestação - Carl Fiedrich Stelzner registrou as conseqüências de um incêndio que destruiu o bairro de Hamburgo. </li></ul><ul><li>1844 – William e Fredecrik Langenheim registraram uma multidão reunida na Filadélfia. </li></ul><ul><li>A Guerra Américo-Mexicana (1846-1848) foi a primeira a ter correspondentes fotográficos enviados para cobri-la. </li></ul><ul><li>A Guerra da Criméia (1855), registrada por Roger Fenton, marcou o início do fotojornalismo e da censura que sofreu. </li></ul>
  28. 28. Guerra da Criméia, por Roger Frenton
  29. 29. <ul><li>1904 – Fotojornalismo entra para os jornais diários com a publicação de uma foto no jornal inglês Daily Mirror . </li></ul><ul><li>1913 – Revista Collier's afirmou: “Hoje em dia é o fotógrafo que escreve a história. O jornalista só coloca o rótulo”. </li></ul><ul><li>Nos anos 20, na Alemanha, os fotógrafos eram vistos como testemunhas desapercebidas do acontecimento. Eric Salomon (1928-1933) foi o pioneiro na conquista do ideal da testemunha ocular que fotografa sem ser notado. </li></ul><ul><li>No Brasil essa prática surge com  A Revista da Semana em 1900. O Cruzeiro , em 1928, coloca o fotojornalismo de vez na prática jornalista brasileira. </li></ul>
  30. 30. Capa da revista O Cruzeiro
  31. 31. <ul><li>1.1) O Realismo : </li></ul><ul><li>Desenvolveu-se na segunda metade do século XIX na Europa. </li></ul><ul><li>O mundo vivia a febre industrial, com novas descobertas. </li></ul><ul><li>Progresso científico era proeminente. </li></ul><ul><li>Necessidade inquietante da arte de interpretar o mundo por lentes otimistas, de forma clara e objetiva – abandono das idealizações e fantasias do Romantismo. </li></ul><ul><li>Realismo – fruto de uma nova percepção da realidade pela arte, buscando valorizar o sóbrio, o minucioso, o objeto e sua descritividade, o cientificismo . </li></ul>Fotografia Realista
  32. 32. <ul><li>Na arquitetura, novas e modernas construções. </li></ul><ul><li>Na escultura e na pintura, obras que buscam transparência, clareza e sobriedade, sendo o mais verossímeis possível. </li></ul><ul><li>1.2) A Fotografia Realista : </li></ul><ul><li>Com a estruturação do capitalismo, há crescimentos econômicos e disparidades sociais – a riqueza é para poucos, enquanto que a pobreza assola as massas. </li></ul><ul><li>Para denunciar tais defasagens sociais entra em cena o jornalismo, utilizando como principal instrumento a fotografia. </li></ul><ul><li>Diferente do fotojornalismo romântico, cujas fotos não aparentavam muita verossimilhança factual. </li></ul><ul><li>Inicialmente prevalecerá a fotografia documental. </li></ul>
  33. 33. <ul><li>1877 – O primeiro documentário fotográfico, de autoria de John Thomsom – modelos posaram ao serem fotografados. </li></ul><ul><li>1887 – Os documentos fotográficos começaram a ganhar mais realismo, com a invenção do flash à pólvora – possibilidade do fator surpresa . </li></ul><ul><li>O repórter policial Jacob Riis utilizou-se desse fator ao captar em suas lentes fotográficas imagens de exímio realismo, ao registrar atividades de bandidos num cortiço em Nova York. </li></ul>
  34. 34. Retrato de Jacob Riis
  35. 35. FOTOGRAFIA DOCUMENTAL Esconderijo de Bandidos – Jacob Riis
  36. 36. <ul><li>1.3) Fotossecessão: </li></ul><ul><li>Picturalismo  semelhança com pinturas. </li></ul><ul><li>Dilema: fotografia é arte? </li></ul><ul><li>Fotógrafos unem-se e constituem um movimento – objetivo: convencer artistas e críticos hesitantes de que fotografia também é arte , e não apenas uma tecnologia . </li></ul><ul><li>Secessionistas desenvolviam técnicas de impressão e provocavam efeitos de cor e turgência – aproximavam as fotografias com a pintura impressionista. </li></ul><ul><li>2 grupos de fotógrafos: o Linked Ring e a rival  Sociedade Fotográfica Real da Grã-Bretanha. </li></ul>
  37. 37. <ul><ul><li>Fotógrafos de destaque: Gertrude Käsebier, Alfred Stieglitz, Edward Steichen e Oscar Rejlander. </li></ul></ul><ul><ul><li>No retratismo picturalista: Julia Margaret Cameron. </li></ul></ul><ul><ul><li>A razão do não reconhecimento da fotografia como arte provavelmente deveu-se à forma como surgiu – como fruto de uma nova invenção tecnológica. </li></ul></ul>Rodin com suas esculturas – Edward Steichen
  38. 38. Retrato Ellen Terry (1864) – Julia Margaret Cameron
  39. 39. Os dois caminhos da vida (1857) – Oscar Rejlander
  40. 40. Gertrude Käsebier
  41. 41. Cronofotografia Étienne-Jules Marey Eadweard Muybridge
  42. 43. Fuzil Cronofotográfico de Marey <ul><li>O aparelho era uma câmera fotográfica com uma objetiva que se localizava ao longo de um cano, cuja culatra era constituída por um tambor onde existia um obturador circular com fendas, que giravam a uma frequência de 12 vezes por segundo. </li></ul><ul><li>Atrás do obturador situava-se uma placa de vidro giratória recoberta com material fotograficamente sensível. Tanto a placa de vidro como o obturador eram acionados por um mecanismo de relojoaria. O que passa então a diferenciar o trabalho de Marey do trabalho de Muybridge é o fato de Marey utilizar uma única câmera para obter multiplas imagens; no caso do fuzil utiliza uma única placa móvel. </li></ul>
  43. 44. FUZIL CRONOFOTOGRÁFICO
  44. 46. A invenção do cinema <ul><li>1876 – Eadweard James Muybridge fez uma experiência, colocando doze e depois 24 câmaras fotográficas ao longo de um hipódromo – tirou várias fotos da passagem de um cavalo. </li></ul><ul><li>Obteve assim a decomposição do movimento em várias fotografias e através de um zoopraxinoscópio pode recompor o movimento. </li></ul>
  45. 47. <ul><li>Dickson, chefe engenheiro da Edison Laboratories , inventou uma tira de celulóide contendo uma seqüência de imagens que seria a </li></ul><ul><li>base para fotografia e projeção de imagens em movimento. </li></ul><ul><li>1891, Thomas Edison inventou o cinetoscópio – caixa movida a eletricidade, continha a película inventada por Dickson, mas com funções limitadas. </li></ul><ul><li>O cinetoscópio não projetava o filme. </li></ul>
  46. 48. Programa da primeira exibição
  47. 49. <ul><li>1895 – pai dos irmãos Lumière, Antoine, organizou uma exibição pública de filmes no Salão do Grand Café de Paris, em 28 de dezembro – data comumente conhecida como o nascimento do cinema. </li></ul><ul><li>Americanos, porém, atribuem a invenção a Thomas Edison. </li></ul>
  48. 50. École de Paris Eugène Atget Bairro Antigo, Paris (1910-1911) Andarilho, Paris (1899-1900)
  49. 51. Rue des Ursins, Paris (1923)
  50. 52. École de Paris Cartier-Bresson Bresson com sua câmara Leica
  51. 56. Fotografia de Cartier-Bresson homenageada num selo, que traz os dois valores faciais:o antigo F – Franco francês – e o atual € – Euro (1999)
  52. 57. A Escola de Stieglitz <ul><li>Alfred Stieglitz foi o pai da fotografia moderna dos Estados Unidos. </li></ul><ul><li>Após seu envolvimento com a fotossecessão , tornou-se um incansável defensor da fotografia como arte. </li></ul><ul><li>A fotografia sem artifícios de Stieglitz constituiu a base da escola norte-americana. </li></ul><ul><li>Para Stieglitz, a fotografia era menos um meio de registrar as coisas do que expressar sua experiência e filosofia de vida, bem ao modo de um pintor. </li></ul><ul><li>Foi o primeiro a fotografar os arranha-céus, a nova arquitetura que passou a dominar o horizonte das cidades norte-americanas. </li></ul>
  53. 59. <ul><li>Surpreendentemente, mesmo durante a Depressão, a fotografia industrial continuou a crescer, devido à grande circulação de revistas populares que surgiram no apogeu do fotojornalismo. </li></ul><ul><li>Nos Estados Unidos, a grande maioria dos fotógrafos importantes passou a trabalhar para os melhores jornais e corporações. </li></ul>
  54. 60. <ul><li>Primeiro profissional contratado para o quadro de fotógrafos da revista Fortune . </li></ul><ul><li>1930 – foi a primeira mulher a ter permissão de fotografar em território soviético. </li></ul><ul><li>1936 – pelas mãos de Henry Luce, se tornou fotógrafa da Life – ao número inaugural da revista fez a cobertura fotográfica da barragem de Fort Peck, em Montana. </li></ul><ul><li>A ela também foi concebido estar no front de batalha da Segunda Guerra Mundial. </li></ul><ul><li>1937 – Retratou também a Depressão Norte-Americana com sua imortalizada foto de Kentucky. </li></ul>Margaret Bourke-White
  55. 61. Margaret Bourke-White exercendo seu ofício
  56. 62. Capa da Life : O Fort Peck
  57. 63. Campos Nazistas
  58. 64. Depressão Norte-Americana
  59. 65. <ul><li>1925 – surge na Alemanha um estilo realista conhecido como A Nova Objetividade , que propõe uma fotografia puramente objetiva, em oposição ao pictoralismo – com a grande qualidade de câmeras fotográficas alemãs surgindo, o movimento ficou caracterizado por um grande nível e qualidade que pouco seria superado. </li></ul>A Nova Objetividade
  60. 66. Secretary at West German Radio, Cologne (1931)
  61. 67. Retrato da jornalista Sylvia von Harden (1926)
  62. 68. O Período Heróico Robert Capa
  63. 69. Morte de um Soldado Legalista – Robert Capa
  64. 70. &quot;Não lhe perguntei o nome nem a sua história. Ela estava ali sentada naquela tenda com os filhos à volta dela e pareceu perceber que as minhas fotografias podiam ajudar e ajudou-me a mim. Havia uma espécie de igualdade” . (Dorothea Lange) Migrant Mother
  65. 71. Fotomontagem e Fotograma
  66. 72. Heartfield
  67. 73. Hurrah, the Butter is All Gone!
  68. 74. Rayograph from the portfolio Les Champs Délicieux (1922) Rayograph – Net and Shavings (1924)
  69. 75. Relógio de rodas (1925)
  70. 76. <ul><li>1832 – Registros da incipiência da fotografia no interior de São Paulo, pelas mãos do desenhista francês, Hércules Romuald Florence. </li></ul><ul><li>1840 – chega ao Brasil a fotografia, trazida por Luis Compte. </li></ul><ul><li>A nova tecnologia cativou a muitos, inclusive ao Imperador D. Pedro II – que expressou paixão pela técnica, tornando-se um dos principais fotógrafos do período. </li></ul><ul><li>Imperador tornou-se representante da fotografia nacional e colecionador, destacando-se por  incentivá-la. </li></ul>Fotografia no Brasil
  71. 77. <ul><ul><li>Hotel do Pharoux – provavelmente o primeiro estúdio fotográfico do Brasil, montado por Augustus Morand – primeiro a fotografar o Imperador. </li></ul></ul><ul><ul><li>1842 – exposição no Salão de Belas Artes do Rio de Janeiro, Senhora Hippolyte Lavenue tornou-se a primeira mulher a expor fotografias num salão de arte. </li></ul></ul>Rio de Janeiro (1840)
  72. 78. &quot;É preciso ter visto a cousa com os seus próprios olhos para se fazer idéia da rapidez e do resultado da operação. Em menos de 9 minutos, o chafariz do Largo do Paço, a Praça do Peixe e todos os objetos circunstantes se achavam reproduzidos com tal fidelidade, precisão e minuciosidade, que bem se via que a cousa tinha sido feita pela mão da natureza, e quase sem a intervenção do artista“ (trecho do Jornal do Commercio, de 17/01/1840).
  73. 79. Cartão telefônico emitido pela Telebrás com o retrato de D. Pedro II Cartão-postal da primeira metade do século XX, sobre o Jornal do Commercio
  74. 80. Foto de Louis Compte, Rio de Janeiro (1840) — Primeiro Daguerreótipo tirado na América do Sul.
  75. 81. A evolução dos aparelhos fotográficos <ul><li>Século XIX – primeiros aparelhos de Niépce, Fox-Talbot e Daguerre eram construídos segundo o princípio da câmara escura. </li></ul><ul><li>Consistiam em 2 caixas retangulares de madeira que corriam uma na outra para realizar a focagem da imagem, com abertura para a objetiva e um lugar para a placa fotográfica. </li></ul>
  76. 83. <ul><li>1882 – o inglês George Hare construiu um protótipo de uma câmara de fole que permitia passar do formato horizontal para o vertical. </li></ul><ul><li>Também no fim da década de 80, começaram a surgir incluídos nas objetivas, dispositivos constituídos por lamelas metálicas, chamados obturadores de diafragma . </li></ul><ul><li>Nos primeiros tempos da fotografia, a exposição realizava-se tirando manualmente a tampa da objetiva e contando o tempo tido como necessário para a mesma, tempo esse determinado a partir da experiência. </li></ul>
  77. 84. Protótipo de uma câmara de fole
  78. 85. <ul><li>1900 – Eastman Kodak   lançou a Brownie , talvez a máquina fotográfica mais célebre na história, pois tornou a fotografia um meio de registro ao alcance de todos. A Brownie proporcionava fotografias de qualidade (para a época), no formato 6x6 cm, sobre rolo de filme em cassete. </li></ul>Kodak Brownie (1900-1901)
  79. 86. <ul><li>1924 – surgiu a Ermanox , câmara lindíssima, com uma única chapa fotossensível e com uma objectiva de f2, muito luminosa para a época. </li></ul><ul><li>1928 – Rolleiflex TLR (uma reflex com duas objetivas gêmeas – TLR = Twin-Lens Reflex ), foi colocada no mercado e revelou-se desde logo como uma excelente câmara de estúdio. </li></ul>
  80. 87. Ermanox Rolleiflex TLR
  81. 88. <ul><li>1948 – Edwin H. Land introduziu uma das câmaras mais importantes para a fotografia de amador, a Polaroid , que permitia  a realização de fotografias instantâneas (sensibilizadas e reveladas dentro do próprio aparelho). </li></ul><ul><li>Apesar das constantes evoluções as imagens instantâneas sempre foram de fraca definição/qualidade. </li></ul>
  82. 89. <ul><li>As inovações posteriores em termos de câmaras fotográficas tiveram essencialmente a ver com a evolução das objetivas, em particular as zoom de focal variável, com o avanço dos automatismos das câmaras e fotômetros incorporados e com a introdução do formato APS e do formato digital. </li></ul><ul><li>O formato APS combina a química tradicional da fotografia a cores com a tecnologia digital, mas com a massificação da fotografia digital a partir do início do século XXI tem caído em desuso. </li></ul>

×