Programa Eleitoral       O mandato de 2012-2016 representa um grande desafio para o xadrez em Portugal.Numa altura em que ...
Presidente e Direcção       Lista B      Dominic Robin Cross      Presidente      Lic. Geografia 36 anos      António Brav...
José GradeSecretárioAgente da PSP      54 anosDiogo AlhoVogalEngenheiro Civil   36 anosPedro RegoVogalEstudante 21 anosAma...
Conselho Fiscal   Lista A   António Moura   Presidente   TOC 53 anos   João Guerreiro Ferreira   Relator   Bancário 62 ano...
Conselho Disciplina     Lista A     Daniel Malheiro     Presidente     Advogado 31 anos     José Vasques     Vice-Presiden...
Conselho Nacional Arbitragem          Lista B         Carlos Dias         Presidente         Arbitro Internacional e FIDE ...
Conselho de Justiça      Lista A     Pedro Pita Soares     Presidente     Advogado 36 anos     Carlos Fantasia     Vice-Pr...
1 – Administração e Gestão da FPX        As fontes de receita da FPX são as seguintes: contratos programas com o IPDJ(Inst...
2 – Marketing e Angariação de fundos      É intenção deste projecto a criação de um Portfolio da FPX. Este incluirá todos ...
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5. Plano Nacional de Desenvolvimento do Xadrez       Queremos reforçar a actividade xadrezística e alargar o número de atl...
Pretende-se reforçar as actividades de formação, nomeadamente a iniciação aoxadrez escolar, dirigido principalmente a prof...
Promover a internacionalização dos árbitros portugueses através dos nossoscontactos e que possam arbitrar provas oficias i...
9 – Representação Internacional      Pretendemos continuar a aposta na internacionalização dos jovens campeõesnacionais na...
11- Associações Territoriais      Esta equipa pretende ter com as Associações Distritais e Regionais uma política dediálog...
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  1. 1. Programa Eleitoral O mandato de 2012-2016 representa um grande desafio para o xadrez em Portugal.Numa altura em que a crise económica determina fortes cortes orçamentais por parte daTutela, mais do que nunca é necessária determinação, trabalho e empenho para levar a bomporto os destinos do xadrez nacional. É por isso fulcral que exista uma direcção consciente dos problemas que o xadrezenfrenta, com provas dadas da sua capacidade organizativa e de uma gestão sustentávelque permita o crescimento da modalidade. Sabemos da grande pluralidade de opiniões que abundam no panorama xadrezísticonacional e que tem dado origem sobretudo a desunião e desmotivação. No sentido deinverter esta tendência e criar consensos que favoreçam a conjugação de esforços, temoscomo objectivo a criação de um congresso que incluirá todos os agentes activos damodalidade, em que se discutam os regulamentos das competições, em particular o modelodo Campeonato Nacional por Equipas. Queremos igualmente elaborar um plano nacionalde desenvolvimento do xadrez para os próximos 4 anos. Não se tratando de fugir às nossasresponsabilidades, este congresso visa antes integrar as diferentes sensibilidades doxadrez nacional: as associações distritais, treinadores, xadrez escolar, jogadores, árbitrosdirigentes e clubes. De uma forma democrática, encontraremos um modelo adequado aosdesafios que se aproximam.Temos ideias claras para o futuro que sintetizamos nos seguintes tópicos:1 – Administração e gestão da FPX2 – Marketing e angariação de fundos3 – Comunicação, Media e Informação4 – Competições5 – Plano Nacional de Desenvolvimento do Xadrez6 - Eventos Internacionais7 – Arbitragem8 – Treinadores9 – Representação Internacional10- Formação11- Associações Territoriais
  2. 2. Presidente e Direcção Lista B Dominic Robin Cross Presidente Lic. Geografia 36 anos António Bravo Vice-Presidente Professor Universitário 47 anos António Vitor Tesoureiro Lic Gestão Empresas e TOCnº75573 37 anos
  3. 3. José GradeSecretárioAgente da PSP 54 anosDiogo AlhoVogalEngenheiro Civil 36 anosPedro RegoVogalEstudante 21 anosAmadeu Solha SantosVogalAposentado 64 anos
  4. 4. Conselho Fiscal Lista A António Moura Presidente TOC 53 anos João Guerreiro Ferreira Relator Bancário 62 anos Ricardo Evangelista Secretário TOC 35 anos
  5. 5. Conselho Disciplina Lista A Daniel Malheiro Presidente Advogado 31 anos José Vasques Vice-Presidente Funcionário Público 55 anos Pedro Pinto Secretário Médico 36 anos
  6. 6. Conselho Nacional Arbitragem Lista B Carlos Dias Presidente Arbitro Internacional e FIDE Lecture 50 anos Carlos Ferreira Vice-Presidente Escriturário 44 anos Dinis Lameira Secretário Empregado de Escritório 38 anos
  7. 7. Conselho de Justiça Lista A Pedro Pita Soares Presidente Advogado 36 anos Carlos Fantasia Vice-Presidente Empresário 48 anos João Nuno Marques Secretário Empresário 36 anos
  8. 8. 1 – Administração e Gestão da FPX As fontes de receita da FPX são as seguintes: contratos programas com o IPDJ(Instituto Português do Desporto e Juventude), taxas de licença desportiva, inscrição nasprovas e patrocínios. As verbas atribuídas pelo IPDJ destinam-se a áreas de intervenção muitoespecíficas, nomeadamente a gestão correntes - recursos humanos, condomínio, água, luze as demais despesas decorrentes do quotidiano da FPX - formação dos recursos humanos- treinadores, árbitros e dirigentes - e ainda as que se referem às participações em provasinternacionais. Os clubes e jogadores têm feito um reconhecido esforço no pagamento das taxas deinscrição. Estas taxas têm sido essenciais para o pagamento das despesas inerentes àorganização de eventos (árbitros, viagens aos Açores, logística) e no abatimento da dívidaherdada. Temos um plano ambicioso para a angariação de mais e melhores patrocínios quejustifica um ponto separado neste programa eleitoral. É extremamente importante que exista uma gestão rigorosa dos escassos recursos daFPX a fim de se ter um controlo financeiro, para poder continuar a pagar a dívida. Esta éuma questão fulcral que determinará o sucesso ou insucesso da próxima direcção da FPX.É imperioso libertar o xadrez nacional deste fardo que há tanto tempo pesa sobre as nossascostas e que tem condicionado a actividade da FPX. Qualquer projecto que continue o trabalho feito até agora tem de considerarfundamental o saneamento das dívidas. Só deste modo se pode partir para uma posição deinvestimento no futuro.
  9. 9. 2 – Marketing e Angariação de fundos É intenção deste projecto a criação de um Portfolio da FPX. Este incluirá todos oseventos organizados pela FPX e representações internacionais e servirá como carta deapresentação das potencialidades publicitárias do xadrez. Pretendemos que cada evento seja organizado tendo em vista o seu potencialpublicitário, tornando-o apetecível aos patrocinadores. Cada competição terá a sua própriapágina na internet com vista à sua divulgação e transmissão de jogos, sendo esta umexcelente suporte para angariação de publicidade. No próprio evento haverá cartazes,merchandising - canetas, t-shirts, eventos promocionais - podendo a publicidade ser apli-cada no naming do evento. A angariação de patrocinadores será feita através de contactos directos com asempresas especializadas.3 – Comunicação, Media e Informação É fundamental a criação de um gabinete de assessoria de imprensa da FPX que façaa ligação entre os meios de comunicação e a Federação. É essencial que a FPX consigachegar ao público de forma continuada. À imagem do que aconteceu no Campeonato Nacional de Jovens este gabineteestará encarregue de diversificar a abordagem jornalística, multiplicando os meios decomunicação potencialmente interessados e garantindo uma ampla divulgação não só doevento como da modalidade. A aposta, além de aprofundada nos meios de comunicação tradicionais, procuraráigualmente desenvolver a comunicação 2.0, nomeadamente, modernizando o site de modoa que este funcione como um portal de apresentação mais dinâmico e apelativo ao público.Queremos igualmente fazer uma aposta nas redes sociais, sobretudo para seduzir o interessedas gerações mais jovens. É nosso compromisso também criar uma newsletter mensal de
  10. 10. forma a manter toda a comunidade xadrezística a par das actividades da FPX. Temos igualmente em carteira um projecto que procura levar o xadrez ao encontrodo dia-a-dia dos cidadãos, nomeadamente através de acções de promoção da modalidadeem locais públicos como os jardins, os centros comerciais ou os transportes. Esta iniciativaprocura, a par de surpreender o público, demonstrar a portabilidade e atractividade do xa-drez.4 – Competição Nos últimos anos tem havido uma instabilidade no que respeita ao quadro competi-tivo caracterizado por críticas constantes a este ou àquele modelo. É neste sentido que jul-gamos de superior importância a realização de um Congresso que inclua todos os agentesdesportivos em que haja uma frutuosa discussão para o estabelecimento dos regulamentosa adoptar. Temos alguns princípios gerais que julgamos que devem orientar esta discussão. As competições - individuais e por clubes - são a alma do xadrez nacional. Preten-demos que as provas sejam de elevada qualidade xadrezística, fornecendo condições van-tajosas aos praticantes, com especial atenção aos Mestres. Procuraremos criar umaestrutura que defina atempadamente o local das provas e a publicação dos respectivos re-gulamentos. Dando continuidade ao já iniciado no anterior mandato, pretendemos que qualquerclube ou associação se possa candidatar à organização das provas. Este ponto visa garan-tir uma distribuição geográfica das competições que se quer equitativa. Caberá à FPX es-colher a candidatura que apresentar melhores condições. Pensamos igualmente que as competições devem ser decididas e observadas se-gundo critérios qualitativos e económicos. As condições apresentadas por determinada or-ganização para virem a organizar um campeonato, teráo de ser ponderados com base nocusto implícito para o clube ou jogador. É nossa intenção criar condições para que o xadrez surja de uma forma mais econó-mica possível e que assim haja uma maior participação da modalidade.
  11. 11. 5. Plano Nacional de Desenvolvimento do Xadrez Queremos reforçar a actividade xadrezística e alargar o número de atletas damodalidade. Novos pólos têm que ser criados e desenvolvidas medidas extraordinárias comvista ao fomento de novos jogadores, clubes e dirigentes. Para o efeito pretendemos criar um gabinete de apoio ao novo clube e reforçar asactividades de promoção do xadrez nas escolas. O plano nacional de desenvolvimento do Xadrez, é para nós uma das grandesapostas para o próximo mandato. Com a aprovação do Xadrez nas Escolas no marco doParlamento Europeu, está aberta a oportunidade de levar a cabo uma estratégia de ampladifusão da modalidade nos estabelecimentos de ensino. Com este plano, procuraremos chegar, de forma faseada e financeiramentesustentável, às escolas de todos os distritos do país e das regiões autónomas dos Açores eda Madeira. Este projecto terá um Diretor responsável pela sua implementação em Directa articu-lação com a direcção da FPX. Procuraremos que este plano seja acolhido pelas entidades regionais, nomeadamenteas Direcções Regionais de Educação, as Câmaras Municipais e o Desporto Escolar. Em cada uma das escolas abrangidas pelo programa, procuraremos igualmenteenvolver a comunidade local, nomeadamente os meios de comunicação regionais eeventuais parceiros ligados ao tecido económico envolvente. É nosso objectivo igualmente conseguir um patrocinador nacional para o PlanoNacional de Desenvolvimento do Xadrez. O grande objectivo deste projecto passa por conseguir novos filiados na FPX,estimular a criação de clubes escolares ou reforçar a participação nos clubes já existentes.Em suma, alargar de forma significativa a comunidade de amantes da modalidade. Esta iniciativa proporcionará aos treinadores de xadrez a possibilidade de reforçar oseu rendimento dentro da actividade, o que permitirá que, paulatinamente, cada vez maisatletas se dediquem igualmente à formação.
  12. 12. Pretende-se reforçar as actividades de formação, nomeadamente a iniciação aoxadrez escolar, dirigido principalmente a professores, divididas em 4 módulos independen-tes, sessões únicas de 7 horas e meia, que permitirão aos formandos incidir sobre a totali-dade da matéria pertencente à parte específica do curso de treinadores de grau 1 e após umexame final poderão solicitar a respetiva equivalência, caso tenham interesse em tornar-setreinadores de grau 1.6 - Eventos Internacionais Depois de termos conseguido que a organização do mundial universitário de xadreztenha vindo para Portugal, é nosso objectivo que este tipo de eventos internacionais Portugal irá receber em 2013 uma prova do Grand Prix, prova oficial de apuramentopara o campeonato do mundo. Andrew Paulson, dono da Agon, deu essa garantia quandoreuniu com a FPX, em Abril deste ano. Esta prova de topo no quadro internacional é agarantia de que poderemos ter no nosso país a elite do xadrez mundial, nomeadamente coma presença de um Magnus Carlson e um Aronian, o que seria, naturalmente, uma grandehonra para a FPX e os aficionados do xadrez. A empresa Agon é detentora dos direitos deorganização do ciclo do campeonato do mundo. A Agon pretende organizar a prova emLisboa com o apoio da Federação sem que isso acarrete encargos financeiros para a FPX,pelo que a repetição e alargamento desta parceria é estratégica para o futuro. Tratando-se de um evento desta envergadura, teremos que aproveitar a visibilidadeque ele tem um pouco por todo mundo e fazer com que represente uma mais-valia paradivulgação do xadrez na comunicação social nacional. O evento permite a Federação uma grande carteira de contactos na área empresarialque podemos potencializar para o xadrez nacional e permite que ganhemos o know-howprecioso para futuros eventos internacionais. Esta será a prova mais forte de sempre emPortugal e, sem qualquer dúvida, um momento alto para a motivação de todos osenvolvidos na modalidade.7- Arbitragem Continuaremos a proporcionar cursos de arbitragem tendo em vista o aumento donúmero de árbitros activos a nível nacional, bem como a sua cada vez maior qualificação. Trabalhar com o Conselho Nacional de Arbitragem na criação dum Regulamento deArbitragem.
  13. 13. Promover a internacionalização dos árbitros portugueses através dos nossoscontactos e que possam arbitrar provas oficias internacionais como campeonato europeus. Criar uma página autónoma para o CNA onde possa se colocados a lista de árbitros,as nomeações de árbitros para as provas nacionais. Actualizar a tabela de apoios aos árbitros nas provas da FPX.8- Treinadores O plano nacional de treinadores (PNT) tem criado profundas alterações aos treinado-res de xadrez. A criação da carteira de treinador irá criar vantagens no reconhecimento daprofissão. No entanto, no futuro, as novas implementações de acesso ao grau de treinadorimplicam acções de acesso mais difícil, nomeadamente pelo aumento da carga horária deno ensino e estágios. Com a criação dos clubes formadores e a bolsa de treinadores pre-tendemos que esse acesso ao grau de treinador seja mais acessível e funcional, tentandoassim minorar o impacto da nova legislação. Com a criação dos clubes formadores e a bolsa de treinadores e uma consequentedivulgação das suas actividades na página da FPX, pretendemos que seja mais simples aacessibilidade aos interessados na prática da modalidade às entidades certificadas pela FPXque prestam esse serviço. No entanto, no futuro, as novas implementações de acesso ao grau de treinador im-plicam acções de acesso mais difícil, nomeadamente pelo aumento da carga horária dehoras de ensino e estágios nesse sentido a criação dos clubes formadores permite que esseacesso ao grau de treinador seja mais simples e funcional, tentando assim minorar o im-pacto da nova legislação. Incrementar a bolsa de treinadores para permitir a obtenção de treinadores e encon-trar mercado de trabalho aos treinadores. A criação de uma página autónoma para a Comissão Técnica e os treinadores dexadrez, onde possa ser colocada informação sobre a actividade do treinador de xadrez eonde possa existir troca de informação.
  14. 14. 9 – Representação Internacional Pretendemos continuar a aposta na internacionalização dos jovens campeõesnacionais nas nas provas oficiais europeias e mundiais apoiando-os na representação Relativamente aos seniores, queremos apostar nos campeonatos europeus absolutose femininos, de forma a garantir que estes campeões se projectem e adquiram competitivi-dade. Ao nível das selecções participaremos nos jogos olímpicos de xadrez e procuraremosapoios com vista a uma possível participação no campeonato europeu. É nosso compromisso a criação de uma rede de contactos com organizadores detorneios com o objectivo de criar condições de participação dos novos talentos e dosportugueses.10- Formação Apostar na formação dos jovens valores através de aulas individuais pela Internet demodo a que cada jovem tenha mais rendimento e permitir aptimização de recursos com asubtracção de despesas inerentes a viagens, alimentação e estadias. Com ganhos para umensino sistemático e continuo das promessas nacionais Realização de estágios nacionais para jovens com grupos mais intensos para osjovens de formação do grupo “A” com vista a participação nos europeus e mundiais.Podendo os estágios ser abertos aos restantes jovens em outros grupos de ensino.
  15. 15. 11- Associações Territoriais Esta equipa pretende ter com as Associações Distritais e Regionais uma política dediálogo, e para isso, pretende em conjunto elaborar planos de ação que visem o desenvol-vimento estratégico da modalidade, de acordo com a especificidade de cada Distrito. Pensamos também ser útil a elaboração de protocolos de apoio financeiro a realizarcom todas as Associações, no sentido de as dotar dos meios necessários à sua actividadejunto dos seus associados, já que são estes os grandes dinamizadores do desenvolvimentodo xadrez nacional. Pretendemos criar consenso de forma a que juntos possamosdifundir e aprofundar a prática do xadrez. Estamos certos que estaequipa tem a experiência e o conhecimento necessário da modalidade,de forma a poder enfrentar as dificuldades e a concretizar esteprograma eleitoral na realidade. Nesta posição, somos o lance certo!

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