A arte dos relacionamentos9

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Nona mensagem da séria Artes dos Relacionamentos, nessa podemos aprender que o perdão possui 5 linguagens e descrevemos a primeira linguagem.

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A arte dos relacionamentos9

  1. 1. Jesus entrou em Jericó, e atravessava a cidade.Havia ali um homem rico chamado Zaqueu,chefe dos publicanos.Ele queria ver quem era Jesus, mas, sendo depequena estatura, não o conseguia, por causa damultidão.Assim, correu adiante e subiu numa figueirabrava para vê-lo, pois Jesus ia passar por ali.Quando Jesus chegou àquele lugar, olhou paracima e lhe disse: "Zaqueu, desça depressa.Quero ficar em sua casa hoje".
  2. 2. Então ele desceu rapidamente e o recebeu com alegria.Todo o povo viu isso e começou a se queixar: "Ele sehospedou na casa de um ‘pecador’ ".Mas Zaqueu levantou-se e disse ao Senhor: "Olha,Senhor! Estou dando a metade dos meus bens aospobres; e se de alguém extorqui alguma coisa, devolvereiquatro vezes mais".Jesus lhe disse: "Hoje houve salvação nesta casa! Porqueeste homem também é filho de Abraão.Pois o Filho do homem veio buscar e salvar o que estavaperdido".Lucas 19:1-10
  3. 3. Zaqueu era um homem que:• Queria ver quem era Jesus• Se sacrificou, lutou e superou limites para ver Jesus• Recebeu com alegria o convite (proposta) de Jesus• Levou Jesus para sua casa
  4. 4. Esses elementos chamam atenção na vida deZaqueu, porém o elemento mais precioso dessahistória acontece não quando Jesus o escolhe, esim quando partilha sua vida com Jesus.(JANTAR)
  5. 5. Zygmunt Bauman (sociólogo polonês)Turista é aquele indivíduo que visita muitoslugares, mas não pertence a nenhum deles. Àsvezes, fica extasiado com aquilo que vê; em outrasocasiões, o desdenha por ter em sua mente umgrande quadro comparativo de lugares e situações.Seja qual for seu sentimento, não pretende secomprometer com nada à sua volta. Afinal, estáapenas de passagem. Sua maior motivação estávinculada à descoberta de novos lugares, àvivência de novas experiências. http://cristianismohoje.com.br/interna.php?id_conteudo=549&subcanal=55
  6. 6. Zygmunt Bauman (sociólogo polonês)O peregrino é uma espécie em extinção em nossa culturacontemporânea. Diferentemente do turista, ele não estáenvolvido numa aventura de entretenimento, mas numajornada que tem um início, um meio e um fim. Algo omoveu a iniciar a jornada, e ele percebe que, ao longodela, existe uma missão a ser vivenciada – e a realidadeúltima se encontra no fim da caminhada. Tudo o quepresencia ao longo do caminho são pontos de referênciade grande importância e, portanto, tratados com grandereverência por parte do peregrino. http://cristianismohoje.com.br/interna.php?id_conteudo=549&subcanal=55
  7. 7. Existe uma estreita relação Turistas, de forma geral, nãoentre a jornada de um cristão e possuem qualquer compromissoa experiência de um peregrino. para com o mundo à sua volta.Ambas possuem alguns Afinal, pensam, estão apenas deelementos em comum: a passagem, e importa apenasconsciência de que a realidade aproveitar o momento, antes deúltima está ainda por vir; a seguir viagem. Já peregrinossensibilidade de que o caminho estão numa jornada que os faz oque trilham pertence ao próximo daquele que está àprocesso da descoberta e do beira do caminho, tal como opreparo de si mesmo para esta samaritano da parábola. Elesrealidade final; e, por fim, o querem ser luz e sal, sentem osenso de missão para com os chamado para influenciar oslugares por onde passam e as outros com sua ação epessoas que encontram em testemunho.direção do lugar almejado. http://cristianismohoje.com.br/interna.php?id_conteudo=549&subcanal=55
  8. 8. Logo, nossa identidade é:Um Grupo de peregrinos engajadosno proposito da missão de Deusbaseado naquilo que não vemos,crescendo e sendo transformados porDeus ao longo da jornada.
  9. 9. Nessa jornada temos duas missões:1. Formação do caráter de Cristo em nós.2. Levar a realidade do Reino de Deus até as pessoas
  10. 10. A arte dos relacionamentos é:Primeiramente a formação de Cristo em nós,aprendendo, se dobrando, se quebrantando napresença de Deus para aprendermos como nosrelacionar segundo ótica dele. São orientações de Deus para mudar inteira e completamente nossa vida e nossa história
  11. 11. A arte dos relacionamentos é:Em um segundo momento, é o caráter de Cristoformado em nós e sendo experimentado pelaspessoas. É o fruto da minha vivênciatransformadora com Deus, sendo colhido pelaspessoas.
  12. 12. O verdadeiro cristão tem Cristo como centro de sua vida e vive como um crucificado.Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, masCristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela féno filho de Deus, que me amou e se entregou por mim.Gálatas 2:20 EX: • ESPERA NA CRUZ DE CRISTO A JUSTIÇA DIVINA. • TEM FÉ: CRE NO CARATER, PALAVRA E PESSOA DE DEUS • APRENDE A PERDOAR E PEDIR PERDÃO
  13. 13. “É fato que ao longo da bíblia,Deus desenvolve laçosafetuosos com quem se entregaa ele de maneira especial”
  14. 14. “A necessidade de se pedir perdão permeia todo tipo derelacionamento humano. Casamentos, criação de filhos,namoro e relações profissionais exigem isso. Quando não setoma a iniciativa de pedir desculpas, surge a raiva e o anseiopor justiça. Como já vimos, se essa justiça não se faz, as pessoascostumam tomar o problema nas próprias mãos e procuraralguma maneira de se vingar daquelas que as ofenderam. Essaescalada da ira pode degenerar em violência.” (CHAPMAN, 2007 – ascinco linguagens do perdão)
  15. 15. O que a maioria de nós espera de um pedido de desculpas é sinceridade.Queremos que seja um apelo autêntico, mas como podemos ter certeza disso?E aí que reside o problema. A prova de sinceridade difere de uma pessoa paraoutra. O que determinado indivíduo considera ato de sinceridade não valenecessariamente para o outro. Nossa pesquisa nos levou à conclusão de que existem cinco elementos básicos no processo do perdão, que chamamos de cinco linguagens.
  16. 16. 1ª linguagem do perdão:Manifestação de arrependimento A primeira linguagem do perdão é a manifestação de arrependimento. A maneira mais comum de expressá-la é com as palavras "sinto muito“, “me perdoe” ou “me desculpe”. Manifestar o arrependimento é o aspecto emocional do pedido de perdão. É uma forma de alguém mostrar à pessoa ofendida que tem consciência da culpa, da vergonha e da dor causadas pelo comportamento inadequado. É interessante destacar que, ao escrever
  17. 17. O arrependimento se concentra naquilo que se fez deerrado e no prejuízo que esse ato provocou em relaçãoàs pessoas.A parte ofendida é tomada pelo sentimento de mágoa.Para ela, é importante que o responsável por sua dortambém a sinta. Ela precisa de provas de que aquele quea ofendeu tem noção da mágoa que causou. Paraalgumas pessoas, basta ouvir isso daquele que estápedindo desculpas. Sem a expressão do arrependimento,elas não consideram o pedido de perdão apropriado ousincero.
  18. 18. Se temos, de fato, a intenção de demonstrarsinceridade à pessoa que ofendemos, éimportante que haja coerência entre alinguagem corporal e a verbal. Cada um tem uma forma de pedir perdão.
  19. 19. Pedir perdão no sentido de “esquece isso evamos ...” não adianta.
  20. 20. Sente muito? Pelo que?Quando somos bem específicos, demonstramos àpessoa ofendida que temos a noção de quantonossa atitude a magoou. Ao agir assim,concentramos a questão no erro cometido e noprejuízo que ele causou.
  21. 21. Olhe, sei que você saiu de casa na hora certa, parou o que estava fazendo para me encontrar. Enfrentou o pior trânsito possível paraestar aqui a tempo e teve de esperar muito, preocupado em saber seestava tudo bem comigo. Sei que não gostou de perder o filme, e issosignifica que minha negligência estragou o programa que você estavaplanejando. Posso imaginar sua decepção. Também sentiria o mesmose isso tivesse acontecido comigo. Você tem direito de estar zangado,decepcionado, frustrado e magoado. Quero que saiba que sinto muito por ter sido tão irresponsável, e digo isso com toda a sinceridade.Os detalhes revelam quanto compreendemos a gravidade de um erroe o inconveniente que pode ter causado à pessoa ofendida.
  22. 22. Evite o “mas...”O arrependimento sincero não precisa de adornos. Não deve seracompanhado de justificativas, de "mas...". Rodney, casado há trêsanos pela segunda vez, diz: "Sei que o pedido de desculpas deminha esposa é sincero quando ela diz: Sinto muito. Sei que vocêficou chateado quando gritei. Ela não fica me acusando de ter feitoalguma coisa que a magoou.”
  23. 23. "Ela pede perdão, mas depois diz que errou por causa de algumacoisa que fiz antes para provocá-la. Quando me culpa, ela nãocontribui nem um pouco para que eu acredite em suasinceridade".Toda vez que jogamos a culpa na outra pessoa, deixamos de pedirperdão e partimos para o ataque. Esse tipo de atitude nunca produzperdão e reconciliação.
  24. 24. Perdão sem manipulaçãoUma manifestação sincera de arrependimento não deve manipular osentimento da pessoa ofendida nem constrangê-la a reagir de maneira similar.Às vezes magoamos as pessoas sem perceber. Com certeza, não foiintencional. Bons relacionamentos são potencializados quando há manifestaçõesde arrependimento por erros cometidos, mesmo quando não houve intenção demagoar ninguém.Se dou um encontrão em alguém que está saindo do mesmoelevador em que entrei, digo "me desculpe" não porque tive a intenção de fazeraquilo, mas porque me identifico com os transtornos e a irritação causados poraquele encontrão casual.
  25. 25. O arrependimento deve se concentrar nasolução do problema causado pelocomportamento inadequado e na manifestaçãode solidariedade à pessoa que ficou magoada.
  26. 26. O segredo dos bons relacionamentos consiste em aprender a linguagem do amor relacionada ao processo do perdão mais apropriada à outra pessoa e sedispor a aprendê-la. Quando se usa essa linguagem principal, é muito mais fácil receber o perdão. Quando, porém, a linguagem é negligenciada, o perdão se torna um processo muito mais complicado, pois a outra pessoa não terá tanta certeza de que o pedido de desculpas é sincero.
  27. 27. Se você deseja mostrar as pessoas que está sendo sincero, precisa aprender essa linguagem do arrependimento, cujos focos são o sofrimentoprovocado, a solução do problema e a relação entre esses dois fatores.
  28. 28. Mas Zaqueu levantou-se e disse ao Senhor:"Olha, Senhor! Estou dando a metade dosmeus bens aos pobres; e se de alguémextorqui alguma coisa, devolverei quatrovezes mais".Jesus lhe disse: "Hoje houve salvação nestacasa! Porque este homem também é filhode Abraão.Pois o Filho do homem veio buscar e salvaro que estava perdido".

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