Palestra Espírita - Lei de conservação

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(O Livro dos Espíritos -Parte Terceira – Capítulo 5 - Lei de conservação - Allan Kardec)

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Palestra Espírita - Lei de conservação

  1. 1. Lei de conservação
  2. 2. Conceito geral de lei:Lei é qualquer diretriz ou norma estabelecidano seio de uma comunidade.
  3. 3. Lei de conservação:É uma lei natural, obrigando o homem a proveras necessidades do corpo.Sem força e saúde,o trabalho é impossível.
  4. 4. O Instinto de Conservação Em uns é puramente mecânico eem outros, é racional; É um mecanismo de defesa, quemobiliza energias inimagináveisem nós nas situações emergentes.
  5. 5. O corpo como instrumento de trabalhoA importância davida corpórea
  6. 6. Qual o papelda Natureza?
  7. 7. O papel da Natureza“A Natureza não pode ser responsávelpelos defeitos da organizaçãosocial, nem pelas conseqüências daambição e do amor-próprio.”(“O livro dos Espíritos” – Allan Kardec - Q. 707)
  8. 8. Na questão 705 de “O livro dos Espíritos”,o espírito verdade responde a Kardec:705. Por que nem sempre a terra produz bastantepara fornecer ao homem o necessário?“É que, ingrato, o homem a despreza! (...) A terraproduziria sempre o necessário, se com o necessáriosoubesse o homem contentar-se. (...) Em verdade vosdigo, imprevidente não é a Natureza, é o homem, quenão sabe regrar o seu viver.”
  9. 9. Buscai e Achareis“Pedi, e vos será dado. Procurai, e achareis.Batei, e vos será aberto.Porque, todo aquele que pede, recebe.E quem procura, encontra.E a quem bate, se abrirá.”(Mateus, Cap. 7, v. 7-9)
  10. 10. AmbiçãoSignificado: vem do latim „ambire‟, que quer dizermover-se livremente. Em outras palavras, significacriar seu próprio caminho na vida.
  11. 11. Bem estar
  12. 12. Bem estar“É natural o desejo do bem-estar. Deus sóproíbe o abuso, por ser contrário àconservação. Ele não condena a procura dobem-estar, desde que não seja conseguido àcusta de outrem e não venha a diminuir-vosnem as forças físicas, nem as forças morais.” (“O livro dos Espíritos” – Allan Kardec - Q. 719)
  13. 13. Egoísmo “PRAZER”Abuso Desequilíbrio Mazelas “DOR” Sofrimento
  14. 14. SupérfluoPredominância domaterial sobre o espiritual Controle dos desejos Domínio da razão
  15. 15. O limite dos gozos Correndo atrás do prazer, nãoencontramos senão a dor. A verdadeira felicidade não édeste mundo.
  16. 16. Se sobra pra uns...
  17. 17. Falta para outros!
  18. 18. O falso sofrerAliviando a culpapara se redimir“Os sofrimentos naturais são os únicosque elevam, porque vêm de Deus.Os sofrimentos voluntários de nadaservem, quando não concorrempara o bem de outrem.”(“O livro dos Espíritos” – Allan Kardec - Q. 726)
  19. 19. “Fustigai o vosso espírito e não o vosso corpo, mortificai o vosso orgulho, sufocai o vosso egoísmo, que se assemelha a umaserpente a vos roer o coração e fareis muito mais pelo vosso adiantamento do que infligindo-vos rigores que já não são deste século.” (“O livro dos Espíritos” – Allan Kardec - Q. 727)
  20. 20. Uso e abuso (André Luiz) O uso é bom senso da vida, é o metro da caridade.Vida sem abuso, consciência tranqüila. Uso é moderação em tudo. Abuso é desequilíbrio.
  21. 21. Uso e abuso (André Luiz) O uso exprime alegria. Do abuso nasce a dor. Existem abusos de tempo, conhecimento e emoção. Por isso, muitas vezes,o uso chama-se "abstenção".
  22. 22. Uso e abuso (André Luiz) O uso cria a reminiscência confortadora. O abuso forja a lembrança infeliz. Saber fazer significa saber usar.Todos os objetos ou aparelhos, atitudes ou circunstâncias exigem uso adequado, sem o que surge o erro.
  23. 23. Uso e abuso (André Luiz) Doença - abuso da saúde. Vício - abuso do hábito.Supérfluo - abuso do necessário. Egoísmo - abuso do direito.
  24. 24. Uso e abuso (André Luiz) Todos os aspectos menos bons da existência constituem abusos. O uso é a lei que constrói.O abuso é a exorbitância que desgasta. Eis porque progredir é usar bem os empréstimos de Deus.
  25. 25. Para reflexão: O que realmente énecessário para mim?

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