Saúde Mental - Dr. Paulo R. Rapsod

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Palestra do Dr. Paulo Roberto Rapsod na V Conferência Estadual de Políticas Públicas Sobre Drogas

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Saúde Mental - Dr. Paulo R. Rapsod

  1. 1. Rede de Atenção em Saúde Mental do Estado de Minas Gerais Palestra : “ DIRETRIZES DA POLÍTICA INTEGRAL DE ATENÇÃO AO USUÁRIO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS E A GESTÃO EM REDE ” Paulo Roberto Repsold Coordenador Estadual de Saúde Mental de Minas Gerais Médico Especialista em Psiquiatria – Área de Atuação em Psiquiatria Forense Criminólogo Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais
  2. 2. CONFLITOS DE INTERESSE ATUAIS <ul><li>Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG). </li></ul><ul><li>Secretaria de Estado de Defesa Social de Minas Gerais (SEDS-MG). </li></ul><ul><li>Associação Médica de Minas Gerais (AMMG). </li></ul><ul><li>Associação Mineira de Psiquiatria (AMP). </li></ul><ul><li>Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais (CRM-MG). </li></ul><ul><li>Conselho Estadual Antidrogas de Minas Gerais (CONEAD-MG). </li></ul><ul><li>Unimed Belo Horizonte Cooperativa de Trabalho Médico LTDA (UNIMED BH). </li></ul>
  3. 3. A SITUAÇÃO DE SAÚDE NO BRASIL <ul><li>A TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA NO BRASIL. </li></ul><ul><li>A TRIPLA CARGA DE DOENÇAS EM ANOS DE VIDA PERDIDOS AJUSTADOS POR INCAPACIDADE NO BRASIL. </li></ul>
  4. 4. Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (2005). A TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA NO BRASIL 1980 1990 2000 2005 2010 2020 2030 10% da população idosa BRASIL 2005 a 2030 15% da população idosa 20 MILHÕES MAIS DE 40 MILHÕES
  5. 5. AS DOENÇAS CRÔNICAS NO BRASIL <ul><li>31,3% (59,5 milhões de pessoas) afirmaram ter pelo menos uma Doença Crônica. </li></ul><ul><li>5,9% declararam ter três ou mais Doenças Crônicas. </li></ul>Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (2008).
  6. 6. Fonte: SCHRAMM ET AL (2004). A TRIPLA CARGA DE DOENÇAS EM ANOS DE VIDA PERDIDOS AJUSTADOS POR INCAPACIDADE NO BRASIL DOENÇA OU CONDIÇÃO AVPAI POR MIL HABITANTES % Doenças Infecciosas, Parasit á rias e Desnutri ç ão 34 14,8 Condições por Causas Externas 19 10,2 Condi ç ões Maternas e Perinatais 21 8,8 Doen ç as Crônicas 124 66,2 TOTAL 232 100
  7. 7. 15 PRINCIPAIS CAUSAS DE AVPAI NO BRASIL Fonte: SCHRAMM ET AL (2004). RANK DOENÇA % 1º DIABETE MELITO 5,1 2º DOENÇA ISQUÊMICA DO CORAÇÃO 5,0 3º ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL 4,6 4º TRANSTORNO DEPRESSIVO 3,8 5º ASFIXIA E TRAUMATISMO AO NASCER 3,8 6º DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA 3,4 7º VIOLÊNCIA 3,3 8º INFECÇÕES DE VIAS AÉREAS INFERIORES 2,9 9º ACIDENTE DE TRÂNSITO 2,7 10º DEMÊNCIA NA DOENÇA DE ALZHEIMER 2,6 11º USO DE ÁLCOOL 2,5 12º DIARRÉIA 2,1 13º ESQUIZOFRENIA 1,9 14º ASMA BRÔNQUICA 1,8 15º CAUSAS EXTERNAS NÃO INTENCIONAIS 1,5
  8. 8. MENSURAÇÃO DA CARGA GLOBAL DE DOENÇA <ul><li>DALY (Disability Adjusted Life Year – Anos de Vida Perdidos Ajustados por Incapacidade), é apresentado como uma medida sumária, na qual os impactos de eventos fatais e não-fatais são combinados, onde, um DALY equivale a um ano de vida saudável perdido e é calculado pela soma de duas parcelas, o YLL (Years of Life Lost – Anos de Vida Perdidos por Morte Prematura), que é o componente da mortalidade, e o YLD (Years Lost due to Disabity – Anos Perdidos devido à Incapacidade) , o componente de morbidade. </li></ul><ul><li>Fonte: Ministério da Saúde (Sistema de Informação de Mortalidade – SIM, do Núcleo de Pesquisa em Métodos Aplicados aos Estudos de Carga Global de Doença) e ENSP/FIOCRUZ (2011). </li></ul>
  9. 9. DISTRIBUIÇÃO DA CARGA DE DOENÇA (D.A.L.Y.) POR PRINCIPAIS GRUPOS DE CAUSA NO ESTADO DE MINAS GERAIS NO ANO DE 2005 <ul><li>Doenças Psiquiátricas: 18%. </li></ul><ul><li>Doenças Cardiovasculares: 16%. </li></ul><ul><li>Doenças Neurológicas: 10%. </li></ul><ul><li>Doenças Respiratórias Crônicas: 9%. </li></ul><ul><li>Câncer: 8%. </li></ul><ul><li>Infecciosas e Parasitárias: 6%. </li></ul><ul><li>Causa Externa Não-Intencional: 5%. </li></ul><ul><li>Condições Perinatais: 4 %. </li></ul><ul><li>Causa Externa Intencional: 4%. </li></ul><ul><li>Doenças do Aparelho Digestivo: 4 %. </li></ul><ul><li>Outras: 17 %. </li></ul><ul><li>Fonte: Ministério da Saúde (Sistema de Informação de Mortalidade – SIM, do Núcleo de Pesquisa em Métodos Aplicados aos Estudos de Carga Global de Doença) e ENSP/FIOCRUZ (2011). </li></ul>
  10. 10. PRINCIPAIS CAUSAS DE DOENÇA (D.A.L.Y.) PELO SEXO FEMININO NO ESTADO DE MINAS GERAIS NO ANO DE 2005 <ul><li>1º: Depressão= DALY 153.474 (9,5 %). </li></ul><ul><li>2º: Doença Cardíaca Isquêmica= DALY 83.111 (5,1 %). </li></ul><ul><li>3º: Acidente Vascular Cerebral= DALY 76.303 (4,7). </li></ul><ul><li>4º: Demência na Doença de Alzheimer e Outras Demências= DALY 64.661 (4,0 %). </li></ul><ul><li>5º: Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica= DALY 55.767 (3,4 %). </li></ul><ul><li>6º: Diabete Melito= DALY 50.815 (3,1 %). </li></ul><ul><li>7º: Infecções de Vias Aéreas Inferiores= DALY 42.510 (2,6 %). </li></ul><ul><li>8º: Abuso e Dependência de Álcool= DALY 41.357 (2,6 %). </li></ul><ul><li>9º: Doenças Endócrinas e Metabólicas= DALY 34.422 (2,1 %). </li></ul><ul><li>10º: Asma Brônquica= DALY 28.768 (1,8 %). </li></ul><ul><li>Fonte: Ministério da Saúde (Sistema de Informação de Mortalidade – SIM, do Núcleo de Pesquisa em Métodos Aplicados aos Estudos de Carga Global de Doença) e ENSP/FIOCRUZ (2011). </li></ul>
  11. 11. PRINCIPAIS CAUSAS DE DOENÇA (D.A.L.Y.) PELO SEXO MASCULINO NO ESTADO DE MINAS GERAIS NO ANO DE 2005 <ul><li>1º: Doença Cardíaca Isquêmica= DALY 108.740 (6,2 %). </li></ul><ul><li>2º: Homicídio e Violência= DALY 101.707 (5,8 %). </li></ul><ul><li>3º: Abuso e Dependência de Álcool= DALY 100.699 (5,8 %). </li></ul><ul><li>4º: Acidente Vascular Cerebral= D 86.397 (5,0 %). </li></ul><ul><li>5º: Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica= DALY 73.668 (4,2%). </li></ul><ul><li>6º: Acidente de Trânsito= DALY 72.293 (4,1 %). </li></ul><ul><li>7º: Infecções de Vias Aéreas Inferiores= DALY 50.615 (2,9 %). </li></ul><ul><li>8º: Cirrose Hepática= DALY 49.323 (2,8 %). </li></ul><ul><li>9º: Depressão= DALY 48.473 (2,8). </li></ul><ul><li>10º: Diabete Melito= DALY 40.334 (2,3). </li></ul><ul><li>Fonte: Ministério da Saúde (Sistema de Informação de Mortalidade – SIM, do Núcleo de Pesquisa em Métodos Aplicados aos Estudos de Carga Global de Doença) e ENSP/FIOCRUZ (2011). </li></ul>
  12. 12. A SITUAÇÃO DE SAÚDE NO BRASIL COM A TRIPLA CARGA DE DOENÇAS <ul><li>UMA AGENDA NÃO CONCLUÍDA DE INFECÇÕES, DESNUTRIÇÃO E PROBLEMAS DE SAÚDE REPRODUTIVA . </li></ul><ul><li>A FORTE PREDOMINÂNCIA RELATIVA DAS DOENÇAS CRÔNICAS E DE SEUS FATORES DE RISCOS, COMO TABAGISMO, SOBREPESO, INATIVIDADE FÍSICA, USO EXCESSIVO DE ÁLCOOL E OUTRAS SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS E ALIMENTAÇÃO INADEQUADA . </li></ul><ul><li>O CRESCIMENTO DAS CAUSAS EXTERNAS . </li></ul>FONTE: FRENK (2006); MENDES (2009).
  13. 13. O PROBLEMA CRÍTICO DO SISTEMA DE ATENÇÃO À SAÚDE NO “S.U.S.” A INCOERÊNCIA ENTRE UMA SITUAÇÃO DE SAÚDE QUE COMBINA TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA ACELERADA E TRIPLA CARGA DE DOENÇAS, COM FORTE PREDOMINÂNCIA DE CONDIÇÕES CRÔNICAS, E UM SISTEMA FRAGMENTADO DE SAÚDE QUE OPERA DE FORMA EPISÓDICA E REATIVA E QUE É VOLTADO PRINCIPALMENTE PARA A ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES AGUDAS E ÀS AGUDIZAÇÕES DE CONDIÇÕES CRÔNICAS. Fonte: MENDES (2009).
  14. 14. AS CARACTERÍSTICAS DOS SISTEMAS FRAGMENTADOS DE ATENÇÃO À SAÚDE Fonte: MENDES (2009). <ul><li>ORGANIZADOS POR COMPONENTES ISOLADOS. </li></ul><ul><li>ORIENTADOS PARA A ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES AGUDAS E PARA AS AGUDIZAÇÕES DAS CONDIÇÕES CRÔNICAS. </li></ul><ul><li>VOLTADOS PARA INDIVÍDUOS. </li></ul><ul><li>OS SUJEITOS SÃO OS PACIENTES. </li></ul><ul><li>REATIVIDADE. </li></ul><ul><li>ÊNFASE NAS AÇÕES CURATIVAS E REABILITADORAS. </li></ul><ul><li>SISTEMAS DE ENTRADA ABERTA E SEM COORDENAÇÃO DA ATENÇÃO PELA APS. </li></ul><ul><li>ÊNFASE NO CUIDADO PROFISSIONAL. </li></ul><ul><li>GESTÃO DA OFERTA. </li></ul><ul><li>PAGAMENTO POR PROCEDIMENTOS. </li></ul>
  15. 15. SOLUÇÃO DO PROBLEMA CRÍTICO DOS SISTEMAS DE ATENÇÃO À SAÚDE NO “S.U.S.” Fonte: MENDES (2009). RESTABELECER A COERÊNCIA ENTRE A SITUAÇÃO DE SAÚDE COM A TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA ACELERADA E A TRIPLA CARGA DE DOENÇAS, COM O FORTE PREDOMÍNIO RELATIVO DE CONDIÇÕES CRÔNICAS EM RELAÇÃO ÀS CONDIÇOES AGUDAS, EM UM SISTEMA INTEGRADO DE SAÚDE QUE OPERE DE FORMA CONTÍNUA E PROATIVA, VOLTADO EQUILIBRADAMENTE PARA A ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES AGUDAS E CRÔNICAS: AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE.
  16. 16. O CONCEITO DE REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE SÃO ORGANIZAÇÕES POLIÁRQUICAS DE CONJUNTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE, VINCULADOS ENTRE SI POR UMA MISSÃO ÚNICA, POR OBJETIVOS COMUNS E POR UMA AÇÃO COOPERATIVA E INTERDEPENDENTE, QUE PERMITEM OFERTAR UMA ATENÇÃO CONTÍNUA E INTEGRAL A DETERMINADA POPULAÇÃO, COORDENADA PELA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE, PRESTADA NO TEMPO CERTO, NO LUGAR CERTO, COM O CUSTO CERTO, COM A QUALIDADE CERTA E DE FORMA HUMANIZADA, COM RESPONSABILIDADES SANITÁRIA E ECONÔMICA POR ESTA POPULAÇÃO. Fonte: MENDES (2009).
  17. 17. OS ELEMENTOS DE UMA REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE – UMA POPULAÇÃO: A POPULAÇÃO ADSCRITA À REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE. – UMA ESTRUTURA OPERACIONAL: OS COMPONENTES DA REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE. – UM MODELO LÓGICO: O MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE. Fonte: MENDES (2009).
  18. 18. AS DIFERENÇAS ENTRE OS SISTEMAS FRAGMENTADOS E AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE Fonte: MENDES (2009). SISTEMAS FRAGMENTADOS DE ATENÇÃO Á SAÚDE REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE <ul><li>ORGANIZADO POR COMPONENTES ISOLADOS </li></ul><ul><li>ORGANIZADO POR UM CONTÍNUO DE ATENÇÃO </li></ul><ul><li>ORGANIZADO POR NÍVEIS HIERÁRQUICOS </li></ul><ul><li>ORGANIZADO POR UMA REDE POLIÁRQUICA </li></ul><ul><li>ORIENTADO PARA A ATENÇÃO A CONDIÇÕES AGUDAS </li></ul><ul><li>ORIENTADO PARA A ATENÇÃO A CONDIÇÕES CRÔNICAS E AGUDAS </li></ul><ul><li>VOLTADO PARA INDIVÍDUOS </li></ul><ul><li>VOLTADO PARA UMA POPULAÇÃO </li></ul><ul><li>O SUJEITO É O PACIENTE </li></ul><ul><li>O SUJEITO É AGENTE DE SAÚDE </li></ul><ul><li>REATIVO </li></ul><ul><li>PROATIVO </li></ul><ul><li>ÊNFASE NAS AÇÕES CURATIVAS </li></ul><ul><li>ATENÇÃO INTEGRAL </li></ul><ul><li>CUIDADO PROFISSIONAL </li></ul><ul><li>CUIDADO MULTIPROFISSIONAL </li></ul><ul><li>GESTÃO DA OFERTA </li></ul><ul><li>GESTÃO DE BASE POPULACIONAL </li></ul><ul><li>FINANCIAMENTO POR PROCEDIMENTOS </li></ul><ul><li>FINANCIAMENTO POR CAPITAÇÃO OU POR UM CICLO COMPLETO DE ATENDIMENTO A UMA CONDIÇÃO DE SAÚDE </li></ul>
  19. 19. UMA MUDANÇA FUNDAMENTAL NA GESTÃO ATRAVÉS DO MODELO POR REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE <ul><li>DA GESTÃO COM BASE NA OFERTA. </li></ul><ul><li>PARA A GESTÃO COM BASE NA POPULAÇÃO. </li></ul>Fonte: MENDES (2009).
  20. 20. AS EVIDÊNCIAS SOBRE AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE <ul><li>MELHORAM OS RESULTADOS SANITÁRIOS NAS CONDIÇÕES CRÔNICAS. </li></ul><ul><li>DIMINUEM AS REFERÊNCIAS A ESPECIALISTAS E A HOSPITAIS. </li></ul><ul><li>AUMENTAM A EFICIÊNCIA DOS SISTEMAS DE ATENÇÃO À SAÚDE. </li></ul><ul><li>PRODUZEM SERVIÇOS MAIS CUSTO-EFETIVOS. </li></ul><ul><li>AUMENTAM A SATISFAÇÃO DAS PESSOAS USUÁRIAS DOS SERVIÇOS ASSISTENCIAIS. </li></ul>Fonte: WEINGARTEN ET AL. (1985); OSMAN ET AL. (1996); BERNABEI ET AL. (1998);MCCULLOCH ET AL. (1998); BYNG ET AL.(1998); WAGNER (1998); REUBEN ET AL. (1999);MALCOM ET AL. (2000);SIMON ET AL. (2001); WAGNER ET AL. (2001); DOUGHTY ET AL. (2002); UNUTZER ET AL. (2002); GILBODY ET AL. (2003); POLONSKY ET AL. (2003);GRIFFIN & GIMONTH (2004); KATON ET AL. (2004); SMITH ET AL. (2004); VETER ET AL. (2004); SINGH (2005); NUNO (2008); TOSEN & HAM (2008); Organização Pan-Americana de Saúde – OPAS (2010).
  21. 21. SISTEMAS DE APOIO SISTEMAS LOGÍSTICOS A ESTRUTURA OPERACIONAL DAS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE POPULAÇÃO Sistema de Acesso Regulado Registro Eletrônico em Saúde Sistema de Transporte em Saúde Sistema de Apoio Diagnóstico e Terapêutico Sistema de Assistência Farmacêutica Teleassistência Sistema de Informação em Saúde RT 1 PONTOS DE ATENÇÃO SECUNDÁRIOS E TERCIÁRIOS PONTOS DE ATENÇÃO SECUNDÁRIOS E TERCIÁRIOS RT 2 PONTOS DE ATENÇÃO SECUNDÁRIOS E TERCIÁRIOS RT 3 PONTOS DE ATENÇÃO SECUNDÁRIOS E TERCIÁRIOS RT 4 APS E PONTOS DE ATENÇÃO SECUNDÁRIA E TERCIÁRIA Unidade de Atenção Primária à Saúde H H Ambulatório Especializado Microrregional Ambulatório Especializado Macrorregional Hospital Microrregional Hospital Macrorregional H H H H H H H H
  22. 22. Fonte: MARQUES ET AL (2009). 76 Microrregiões 13 Macrorregiões A GOVERNANÇA REGIONAL DAS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE GOVERNANÇA: C.I.B. Microrregional, Macrorregional e Estadual
  23. 23. OS MODELOS DE ATENÇÃO À SAÚDE NO BRASIL <ul><li>O MODELO DE ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES AGUDAS E DE REAGUDIZAÇÃO DAS CONDIÇÕES CRÔNICAS DE ADOECIMENTO FÍSICO E MENTAL: </li></ul><ul><li>SERVIÇOS DE URGÊNCIA E OBSERVAÇÃO PRÉ-HOSPITALAR E SERVIÇOS DE INTERNAÇÃO HOSPITALAR. </li></ul><ul><li>O MODELO DE ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES CRÔNICAS DE ADOECIMENTO FÍSICO E MENTAL: </li></ul><ul><li>SERVIÇOS AMBULATORIAIS DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE – “APS” (ATENÇÃO BÁSICA) E SERVIÇOS AMBULATORIAIS DA ATENÇÃO SECUNDÁRIA À SAÚDE – “ASS” (ATENÇÃO ESPECIALIZADA) DE TRATAMENTO CLÍNICO, ALÉM DE SERVIÇOS DE REABILITAÇÃO E DE PROTEÇÃO. </li></ul>Fonte: MENDES (2009).
  24. 24. O MODELO DE ATENÇÃO EM SAÚDE MENTAL NO BRASIL <ul><li>Até o final do Século XX: </li></ul><ul><li>- Modelo de Atenção em Saúde Mental centrado em uma rede fragmentada e desarticulada de serviços hospitalares especializados psiquiátricos (Hospitais Especializados Psiquiátricos) de grande porte físico e baixa qualidade técnica, com poucos serviços ambulatoriais especializados psiquiátricos e psicológicos, além da quase inexistência de serviços de reabilitação psicossocial. </li></ul><ul><li>Do início final do Século XX aos dias atuais: </li></ul><ul><li>- Modelo de Atenção em Saúde Mental centrado em uma rede insuficiente, fragmentada e desarticulada de serviços ambulatoriais especializados em saúde mental (Centros de Atenção Psicossocial – CAPS) de questionável qualidade técnica, convivendo ainda com uma rede de serviços hospitalares especializados psiquiátricos (Hospitais Especializados Psiquiátricos) de pequeno e médio porte físico e baixa qualidade técnica, com carência de recursos humanos altamente capacitados e com problemas no tocante ao atendimento de urgência-observação e aos cuidados intensivos (24 horas) por mais de 72 horas (Internação Hospitalar), com um precário número de serviços de reabilitação psicossocial. </li></ul>
  25. 25. A NECESSÁRIA E VERDADEIRA REFORMA DA ASSISTÊNCIA EM SAÚDE MENTAL NO BRASIL <ul><li>NÃO O “MODELO HOPITALOCÊNTRICO” DO SÉCULO XIX E XX, MAS TAMBÉM NÃO O “MODELO CAPSCÊNTRICO” DO INÍCIO DO SÉCULO XXI, MAS UM “MODELO BASEADO EM UMA REDE DE ATENÇÃO EM SAÚDE MENTAL” , QUE BUSQUE PROVER A POPULAÇÃO BRASILEIRA COM UMA ELEVADA QUALIDADE E FÁCIL ACESSIBILIDADE EM RELAÇÃO A TODOS OS TIPOS DE SERVIÇOS ASSISTENCIAIS NECESSÁRIOS A UMA ADEQUADA E COMPLETA ASSISTÊNCIA, EM FUNÇÃO DO ADOECIMENTO PSÍQUICO EXISTENTE, OU DO ELEVADO RISCO DO SEU SURGIMENTO, ONDE, TAIS EQUIPAMENTOS DEVEM TRABALHAR DE FORMA COOPERATIVA E INTERDEPENDENTE, COORDENADOS PELA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE, PROMOVENDO ASSIM UMA INTEGRAL E CONTÍNUA ATENÇÃO EM SAÚDE MENTAL (TRATAMENTO CLÍNICO, REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL E PROTEÇÃO PSICOSSOCIAL). </li></ul>
  26. 26. TERRITÓRIOS SANITÁRIOS <ul><li>PONTO DE ATENÇÃO DE REFERÊNCIA MUNICIPAL/MICRO-ÁREA (ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE): </li></ul><ul><li>– PONTO DE ATENÇÃO DA REDE DE ATENÇÃO EM SAÚDE MENTAL ADSTRITO AO LOCAL DE RESIDÊNCIA DE UM INDIVÍDUO DENTRO DE UM MUNICÍPIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS. </li></ul><ul><li>  PONTO DE ATENÇÃO DE REFERÊNCIA MUNICIPAL/MACRO-ÁREA (ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE): </li></ul><ul><li>– PONTO DE ATENÇÃO DA REDE DE ATENÇÃO EM SAÚDE MENTAL ADSTRITO A TODA UMA REGIÃO DE UM MUNICÍPIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS DE RESIDÊNCIA DE UM INDIVÍDUO. </li></ul><ul><li>  PONTO DE ATENÇÃO DE REFERÊNCIA MICRORREGIONAL (ATENÇÃO SECUNDÁRIA À SAÚDE): </li></ul><ul><li>– PONTO DE ATENÇÃO DA REDE DE ATENÇÃO EM SAÚDE MENTAL ADSTRITO A UMA MICRORREGIÃO DO ESTADO DE MINAS GERAIS EM QUE O MUNICÍPIO DE RESIDÊNCIA DE UM INDIVÍDUO ESTÁ INSERIDO, SEGUNDO O PLANO DIRETOR DE REGIONALIZAÇÃO DA SAÚDE DE MINAS GERAIS (P.D.R.). </li></ul><ul><li>  PONTO DE ATENÇÃO DE REFERÊNCIA MACRORREGIONAL (ATENÇÃO SECUNDÁRIA À SAÚDE): </li></ul><ul><li>– PONTO DE ATENÇÃO DA REDE DE ATENÇÃO EM SAÚDE MENTAL ADSTRITO A UMA MACRORREGIÃO DO ESTADO DE MINAS GERAIS EM QUE A MICRORREGIÃO E O MUNICÍPIO DE RESIDÊNCIA DE UM INDIVÍDUO ESTÃO INSERIDOS, SEGUNDO O PLANO DIRETOR DE REGIONALIZAÇÃO DA SAÚDE DE MINAS GERAIS (P.D.R.). </li></ul><ul><li>  PONTO DE ATENÇÃO DE REFERÊNCIA ESTADUAL (ATENÇÃO SECUNDÁRIA À SAÚDE): </li></ul><ul><li>– PONTO DE ATENÇÃO DA REDE DE ATENÇÃO EM SAÚDE MENTAL ADSTRITO A TODO O ESTADO DE MINAS GERAIS. </li></ul>
  27. 27. MODELOS ASSISTENCIAIS DE INTERVENÇÕES TERAPÊUTICAS DA REDE DE ATENÇÃO EM SAÚDE MENTAL <ul><li>PREVENÇÃO PRIMÁRIA: </li></ul><ul><li>– INTERVENÇÃO DO TIPO PROTEÇÃO ESPECÍFICA= </li></ul><ul><li>* EVITAÇÃO OU INTERCEPTAÇÃO PRECOCE DAS CAUSAS ETIOPSICOPATOGÊNICAS DE UM TRANSTORNO MENTAL ESPECÍFICO OU DE UM GRUPO DE TRANSTORNOS MENTAIS= </li></ul><ul><li>- Intervenção Terapêutica do Tipo Proteção Específica. </li></ul><ul><li>PREVENÇÃO SECUNDÁRIA: </li></ul><ul><li>– INTERVENÇÃO DO TIPO TRATAMENTO CLÍNICO, EM NÍVEL AMBULATORIAL, EM NÍVEL DE URGÊNCIA E OBSERVAÇÃO E EM NÍVEL HOSPITALAR= </li></ul><ul><li>* INTERRUPÇÃO DO PROCESSO CLÍNICO-SINTOMÁTICO PSICOPATOLÓGICO, COM CONSEQUENTE IMPEDIMENTO DO SEU AGRAVAMENTO OU DA SUA REAGUDIZAÇÃO, E LIMITAÇÃO DA AMPLITUDE DE UMA POSSÍVEL INCAPACIDADE AFETIVA, COGNITIVA E/OU VOLITIVA= </li></ul><ul><li>- Intervenção Terapêutica do Tipo Tratamento Clínico: </li></ul><ul><li>. Nível Ambulatorial. </li></ul><ul><li>. Nível de Urgência e Observação. </li></ul><ul><li>. Nível Hospitalar. </li></ul><ul><li>PREVENÇÃO TERCIÁRIA: </li></ul><ul><li>– INTERVENÇÃO DO TIPO REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL E DO TIPO PROTEÇÃO PSICOSSOCIAL= </li></ul><ul><li>* RESTABELECIMENTO PARA A SITUAÇÃO ANTERIOR À INCAPACIDADE AFETIVA, COGNITIVA E/OU VOLITIVA, OU MAXIMIZAÇÃO DAS CAPACIDADES AFETIVAS, COGNITIVAS E/OU VOLITIVAS RESTANTES, E AMPARO E SOCORRO AOS NECESSITADOS DE CUIDADOS QUANTO À ALIMENTAÇÃO, DEFESA, HABITAÇÃO E HIGIENE, SEM O NECESSÁRIO E ADEQUADO SUPORTE SÓCIO-FAMILIAR= </li></ul><ul><li>- Intervenção Terapêutica do Tipo Reabilitação Psicossocial. </li></ul><ul><li>- Intervenção Terapêutica do Tipo Proteção Psicossocial. </li></ul>
  28. 28. DOS SISTEMAS FRAGMENTADOS PARA AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE MENTAL Fonte: MENDES (2009). SISTEMA FRAGMENTADO E HIERARQUIZADO DE ATENÇÃO À SAÚDE REDES POLIÁRQUICAS DE ATENÇÃO À SAÚDE MENTAL Reabilitação Psicossocial ASS Proteção Psicossocial ASS Tratamento Clínico – Urgência e Observação ASS Tratamento Clínico – Ambulatorial ASS Tratamento Clínico – Ambulatorial APS Tratamento Clínico – Hospitalar ASS AC HE BC UBS MC AE HG
  29. 29. SERVIÇOS ASSISTENCIAIS NO ÂMBITO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE DE UMA REDE DE ATENÇÃO EM SAÚDE MENTAL IDEAL – ATENÇÃO BÁSICA <ul><li>Equipamentos de Tratamento Clínico para os Portadores de Transtornos Mentais: </li></ul><ul><li>- Unidade da Equipe de Saúde da Família (UESF) / Unidade Básica de Saúde (UBS). </li></ul><ul><li>- Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF). </li></ul><ul><li>Equipamentos de Reabilitação Psicossocial/Proteção Psicossocial para os Portadores de Transtornos Mentais: </li></ul><ul><li>- Não Existente. </li></ul>
  30. 30. SERVIÇOS ASSISTENCIAIS NO ÂMBITO DA ATENÇÃO À SAÚDE DE UMA REDE DE ATENÇÃO EM SAÚDE MENTAL IDEAL – ATENÇÃO ESPECIALIZADA <ul><li>Equipamentos de Tratamento Clínico para os Portadores de Transtornos Mentais: </li></ul><ul><li>- Centro de Atenção Psicossocial (CAPS g / CAPS i / CAPS ad). </li></ul><ul><li>- Unidade de Urgência e Observação Psiquiátrica (UUOP) – Leitos Psiquiátricos de Urgência e Observação em UPA Tipo Curtíssima-Permanência (Até 72 Horas). </li></ul><ul><li>- Unidade de Internação Psiquiátrica (UIP) – Enfermarias Psiquiátricas para Leitos Psiquiátricos de Internação em Hospital Geral Tipo Curta-Permanência (72 Horas a 30 Dias, em média) / Unidade de Internação Psiquiátrica (UIP) – Enfermarias Psiquiátricas para Leitos Psiquiátricos de Internação em Hospital Especializado Psiquiátrico Tipo Curta-Permanência (72 Horas a 30 Dias, em média). </li></ul><ul><li>Equipamentos de Reabilitação Psicossocial/Proteção Psicossocial para os Portadores de Transtornos Mentais: </li></ul><ul><li>- Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) / Centro de Convivência e Cultura (CCC) / Comunidade Terapêutica (CT). </li></ul><ul><li>- Moradia Assistida Permanente (MAP) / Moradia Assistida Temporária (MAT). </li></ul>
  31. 31. EQUIPAMENTOS DE APOIO À REDE DE ATENÇÃO EM SAÚDE MENTAL IDEAL <ul><li>Equipamentos de Apoio à Rede de Atenção em Saúde Mental para Reabilitação Psicossocial/Proteção Psicossocial para os Portadores de Transtornos Mentais no Âmbito da Atenção Primária à saúde: </li></ul><ul><li>- Centro de Referência de Assistência Social (CRAS). </li></ul><ul><li>- Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS). </li></ul><ul><li>- Escola. </li></ul><ul><li>- Grupo da Ajuda Mútua (GAM). </li></ul><ul><li>- Igreja. </li></ul><ul><li>- Outros Equipamentos de Governo e da Sociedade Civil. </li></ul><ul><li>Equipamentos de Apoio à Rede de Atenção em Saúde Mental para Reabilitação Psicossocial/Proteção Psicossocial para os Portadores de Transtornos Mentais no Âmbito da Atenção Secundária à saúde: </li></ul><ul><li>- Associação de Familiares de Portadores de Transtornos Mentais. </li></ul><ul><li>- Associação de Portadores de Transtornos Mentais. </li></ul><ul><li>- Associação de Profissionais de Saúde Mental. </li></ul><ul><li>- Cooperativa de Economia Solidária para Portadores de Transtornos Mentais (CES). </li></ul><ul><li>- Outros Equipamentos de Governo e da Sociedade Civil. </li></ul>
  32. 32. DIVISÃO DA REDE DE ATENÇÃO EM SAÚDE MENTAL <ul><li>SUB-REDE DE ATENÇÃO EM SAÚDE MENTAL DE TRATAMENTO CLÍNICO AMBULATORIAL E DE REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL PARA O ADULTO E IDOSO: </li></ul><ul><li>– CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL GERAL – CAPS. </li></ul><ul><li>– CENTROS DE CONVIVÊNCIA E CULTURA – CCC. </li></ul><ul><li>SUB-REDE DE ATENÇÃO EM SAÚDE MENTAL DE TRATAMENTO CLÍNICO AMBULATORIAL E DE REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL PARA A INFÂNCIA E JUVENTUDE: </li></ul><ul><li>– ASSOCIAÇÕES DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS – APAE. </li></ul><ul><li>– CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL PARA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA – CAPS I. </li></ul><ul><li>SUB-REDE DE ATENÇÃO EM SAÚDE MENTAL DE TRATAMENTO CLÍNICO AMBULATORIAL E DE REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL PARA A DEPENDÊNCIA DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS: </li></ul><ul><li>– CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL PARA USUÁRIOS DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS – CAPS AD. </li></ul><ul><li>– COMUNIDADES TERAPÊUTICAS – CT.  </li></ul><ul><li>SUB-REDE DE ATENÇÃO EM SAÚDE MENTAL DE TRATAMENTO CLÍNICO DE URGÊNCIA E OBSERVAÇÃO E DE INTERNAÇÃO: </li></ul><ul><li>– UNIDADES DE INTERNAÇÃO PSIQUIÁTRICA (ENFERMARIAS PSIQUIÁTRICAS PARA LEITOS PSIQUIÁTRICOS DE INTERNAÇÃO TIPO CURTA-PERMANÊNCIA EM HOSPITAL GERAL / 72 HORAS A 30 DIAS) – UIP. </li></ul><ul><li>– UNIDADES DE URGÊNCIA E OBSERVAÇÃO PSIQUIÁTRICA (LEITOS PSIQUIÁTRICOS DE URGÊNCIA E OBSERVAÇÃO TIPO CURTÍSSIMA-PERMANÊNCIA EM UNIDADE DE PRONTO-ATENDIMENTO MÉDICO EMERGENCIAL / ATÉ 72 HORAS) – UUOP.   </li></ul><ul><li>SUB-REDE DE ATENÇÃO EM SAÚDE MENTAL DE PROTEÇÃO PSICOSSOCIAL:   </li></ul><ul><li>– MORADIAS ASSISTIDAS PERMANENTES (VAGAS RESIDENCIAIS FEMININA E MASCULINA) – MAP. </li></ul><ul><li>– MORADIAS ASSISTIDAS TEMPORÁRIAS (VAGAS RESIDENCIAIS FEMININA E MASCULINA) – MAT. </li></ul>
  33. 33. AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE MENTAL COM SEUS SERVIÇOS ASSISTENCIAIS Fonte: MENDES (2009). SISTEMA FRAGMENTADO E HIERARQUIZADO DE ATENÇÃO À SAÚDE REDES POLIÁRQUICAS DE ATENÇÃO À SAÚDE MENTAL APAE CCC CT D / C MAP MAT UUOP CAPS CASPS i CAPS ad UESF/UBS NASF UIP AC HE BC UBS MC AE HG
  34. 34. CONSULTÓRIO MÉDICO-PSIQUIÁTRICO PAULO ROBERTO REPSOLD <ul><li>* MEDICINA ESPECIAL PSIQUIÁTRICA: </li></ul><ul><li>- ATIVIDADE ASSISTENCIAL CLÍNICA DOS TRANSTORNOS MENTAIS E DE COMPORTAMENTO. </li></ul><ul><li>- ATIVIDADE PERICIAL DOS TRANSTORNOS MENTAIS E DE COMPORTAMENTO. </li></ul><ul><li>* ENDEREÇO PROFISSIONAL: </li></ul><ul><li>- FÍSICO= RUA SELÊNIO Nº 291, BAIRRO BARROCA, MUNICÍPIO DE BELO HORIZONTE, ESTADO DE MINAS GERAIS, REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, CEP 30.410-160. </li></ul><ul><li>- ELETRÔNICO= [email_address] . </li></ul><ul><li>* TELEFONE PROFISSIONAL: </li></ul><ul><li>- TELEFONE FIXO= 55 (31) 3332-1455 . </li></ul><ul><li>- TELEFONE MÓVEL= 55 (31) 9633-4384 . </li></ul><ul><li>* COORDENADORIA DE SAÚDE MENTAL DO ESTADO DE MINAS GERAIS (SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DE MINAS GERAIS): </li></ul><ul><li>- TELEFONE FIXO= 55 (31) 3915-9937 . </li></ul><ul><li>- ENDEREÇO ELETRÔNICO= [email_address] . </li></ul>
  35. 35. FIM DA PALESTRA <ul><li>MUITO OBRIGADO! </li></ul><ul><li>UM FRATERNO E GRANDE ABRAÇO A TODOS. </li></ul><ul><li>ATÉ BREVE! </li></ul>

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