SlideShare uma empresa Scribd logo

Apresentacao gestao de custos hospitalares (rj) por sergio lopes bento

O
Odé Lonim

custos hospitalares

1 de 41
Baixar para ler offline
1
GESTÃO DE CUSTOS
HOSPITALARES
“ A CLAREZA DOS RESULTADOS ”
Atividades, Áreas, Clientes
A EXPERIÊNCIA DO
HOSPITAL SAMARITANO
SÃO PAULO
2
Gestão de Custos HospitalaresGestão de Custos Hospitalares
A Clareza dos ResultadosA Clareza dos Resultados
AGENDA
1. A situação do mercado de saúde suplementar. A visão
do prestador - hospital privado
2. As ações do Hospital
3. A Gestão Estratégica de Custos
4. Protocolos e Pacotes. A Experiência do Hospital Samaritano
5. Quadros e Tabelas
3
1. A Situação do Mercado de Saúde Suplementar
A Visão do Prestador - Hospital Privado
Prestador
Hospital
Privado
Conjuntura
Econômica
Operadoras de
Planos
de Saúde
Médicos Consumidores
4
1. A Situação do Mercado de Saúde Suplementar
A Visão do Prestador - Hospital Privado
• Pressão da Conjuntura Econômica
1. Desvalorização Cambial
01/01/2000: US$ 1,00 = R$ 1,21 191,7 %
31/12/2002: US$ 1,00 = R$ 3,53
* Atividade intensamente afetada pelos insumos e equipamentos
importados.
 61% do Orçamento de Investimentos , em 2003, são compostos
por importações diretas/indiretas pelo Hospital;
* Pacientes e médicos pressionam o Hospital pela constante
atualização tecnológica, enquanto algumas operadoras tem na
tecnologia avançada, seu apelo comercial.
5
1. A Situação do Mercado de Saúde Suplementar
A Visão do Prestador - Hospital Privado
• Pressão da Conjuntura Econômica
2. Inflação / Variação INPC (reajuste salarial)
* 2000: 5,26 % 21,3%
* 2001: 7,73 %
* 2002: 7,00 % (1)
(1) índice negociado com o Sindicato dos Empregados. O INPC no
período foi de 9.55%.
* O Custo de Pessoal representa de 45% a 50% do custo operacional de
um Hospital;
6
1. A Situação do Mercado de Saúde Suplementar
A Visão do Prestador - Hospital Privado
• Pressão dos Consumidores / Clientes
* Código de Defesa do Consumidor Direitos do
* Lei 9656 98 Consumidor
* Procon / IDEC
* Necessidade dos hospitais criarem setores para ouvir e entender o
consumidor (SAC, “Client Care”)
* Demora na liberação de autorizações para procedimentos por parte
das operadoras, gera atrito entre o Hospital e o paciente (“culpa do
Hospital”), obrigando o Hospital a montar setor de “liberação de
guias” ou “central de guias”;

Recomendados

Avaliação e o processo de Enfermagem
Avaliação e o processo de EnfermagemAvaliação e o processo de Enfermagem
Avaliação e o processo de Enfermagemresenfe2013
 
Diagnóstico de enfermagem
Diagnóstico de enfermagemDiagnóstico de enfermagem
Diagnóstico de enfermagemdanilo oliveira
 
Humanização, acolhimento e classificação de risco em urgência e emergência
Humanização, acolhimento e classificação de risco em urgência e emergênciaHumanização, acolhimento e classificação de risco em urgência e emergência
Humanização, acolhimento e classificação de risco em urgência e emergênciaAroldo Gavioli
 
Hospitalização infantil
Hospitalização infantilHospitalização infantil
Hospitalização infantilWAGNER OLIVEIRA
 
Estudo de Caso - Diagnóstico de Enfermagem
Estudo de Caso - Diagnóstico de EnfermagemEstudo de Caso - Diagnóstico de Enfermagem
Estudo de Caso - Diagnóstico de EnfermagemYasmin Casini
 

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Assistência de Enfermagem na administração de drogas vasoativas
Assistência de Enfermagem na administração de drogas vasoativasAssistência de Enfermagem na administração de drogas vasoativas
Assistência de Enfermagem na administração de drogas vasoativasresenfe2013
 
Estrutura Organizacional e os Serviços de Enfermagem
Estrutura Organizacional e os Serviços de EnfermagemEstrutura Organizacional e os Serviços de Enfermagem
Estrutura Organizacional e os Serviços de EnfermagemCentro Universitário Ages
 
Diagnóstico de Enfermagem: uso das taxonomias
Diagnóstico de Enfermagem: uso das taxonomiasDiagnóstico de Enfermagem: uso das taxonomias
Diagnóstico de Enfermagem: uso das taxonomiasresenfe2013
 
O diagnóstico de enfermagem em saúde mental
O diagnóstico de enfermagem em saúde mentalO diagnóstico de enfermagem em saúde mental
O diagnóstico de enfermagem em saúde mentalAroldo Gavioli
 
Segurança do paciente
Segurança do pacienteSegurança do paciente
Segurança do pacienteHIAGO SANTOS
 
Admissão do paciente na unidade
Admissão do paciente na unidadeAdmissão do paciente na unidade
Admissão do paciente na unidadeISCISA
 
Trabalho em equipe e comunicação no ambiente hospitalar: hospitalistas e outr...
Trabalho em equipe e comunicação no ambiente hospitalar: hospitalistas e outr...Trabalho em equipe e comunicação no ambiente hospitalar: hospitalistas e outr...
Trabalho em equipe e comunicação no ambiente hospitalar: hospitalistas e outr...Proqualis
 
Manual de anotação de enfermagem hospital samaritano - 2005
Manual de anotação de enfermagem   hospital samaritano - 2005Manual de anotação de enfermagem   hospital samaritano - 2005
Manual de anotação de enfermagem hospital samaritano - 2005Rodrigo Abreu
 
Instrumento para coleta de dados em enfermagem
Instrumento para coleta de dados em enfermagemInstrumento para coleta de dados em enfermagem
Instrumento para coleta de dados em enfermagemNayara Kalline
 
Administração de medicamentos
Administração de medicamentosAdministração de medicamentos
Administração de medicamentosJanaína Lassala
 
INTRODUÇÃO À GERÊNCIA EM SAÚDE
INTRODUÇÃO À GERÊNCIA EM SAÚDEINTRODUÇÃO À GERÊNCIA EM SAÚDE
INTRODUÇÃO À GERÊNCIA EM SAÚDEValdirene1977
 
Paciente em fase terminal
Paciente em fase terminalPaciente em fase terminal
Paciente em fase terminalRodrigo Abreu
 
Administração hospitalar
Administração hospitalarAdministração hospitalar
Administração hospitalarRenata Cristina
 
Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)Will Nunes
 

Mais procurados (20)

Cuidado centrado na pessoa
Cuidado centrado na pessoaCuidado centrado na pessoa
Cuidado centrado na pessoa
 
Infecção hospitalar
Infecção hospitalarInfecção hospitalar
Infecção hospitalar
 
Assistência de Enfermagem na administração de drogas vasoativas
Assistência de Enfermagem na administração de drogas vasoativasAssistência de Enfermagem na administração de drogas vasoativas
Assistência de Enfermagem na administração de drogas vasoativas
 
Estrutura Organizacional e os Serviços de Enfermagem
Estrutura Organizacional e os Serviços de EnfermagemEstrutura Organizacional e os Serviços de Enfermagem
Estrutura Organizacional e os Serviços de Enfermagem
 
Diagnóstico de Enfermagem: uso das taxonomias
Diagnóstico de Enfermagem: uso das taxonomiasDiagnóstico de Enfermagem: uso das taxonomias
Diagnóstico de Enfermagem: uso das taxonomias
 
O diagnóstico de enfermagem em saúde mental
O diagnóstico de enfermagem em saúde mentalO diagnóstico de enfermagem em saúde mental
O diagnóstico de enfermagem em saúde mental
 
éTica e enfermagem
éTica e enfermageméTica e enfermagem
éTica e enfermagem
 
Segurança do paciente
Segurança do pacienteSegurança do paciente
Segurança do paciente
 
Admissão do paciente na unidade
Admissão do paciente na unidadeAdmissão do paciente na unidade
Admissão do paciente na unidade
 
Trabalho em equipe e comunicação no ambiente hospitalar: hospitalistas e outr...
Trabalho em equipe e comunicação no ambiente hospitalar: hospitalistas e outr...Trabalho em equipe e comunicação no ambiente hospitalar: hospitalistas e outr...
Trabalho em equipe e comunicação no ambiente hospitalar: hospitalistas e outr...
 
Manual de anotação de enfermagem hospital samaritano - 2005
Manual de anotação de enfermagem   hospital samaritano - 2005Manual de anotação de enfermagem   hospital samaritano - 2005
Manual de anotação de enfermagem hospital samaritano - 2005
 
Instrumento para coleta de dados em enfermagem
Instrumento para coleta de dados em enfermagemInstrumento para coleta de dados em enfermagem
Instrumento para coleta de dados em enfermagem
 
Pressão Venosa Central
Pressão Venosa CentralPressão Venosa Central
Pressão Venosa Central
 
Administração de medicamentos
Administração de medicamentosAdministração de medicamentos
Administração de medicamentos
 
INTRODUÇÃO À GERÊNCIA EM SAÚDE
INTRODUÇÃO À GERÊNCIA EM SAÚDEINTRODUÇÃO À GERÊNCIA EM SAÚDE
INTRODUÇÃO À GERÊNCIA EM SAÚDE
 
Paciente em fase terminal
Paciente em fase terminalPaciente em fase terminal
Paciente em fase terminal
 
Administração hospitalar
Administração hospitalarAdministração hospitalar
Administração hospitalar
 
PROCESSO DE PLANEJAMENTO EM ENFERMAGEM
PROCESSO DE PLANEJAMENTO EM ENFERMAGEMPROCESSO DE PLANEJAMENTO EM ENFERMAGEM
PROCESSO DE PLANEJAMENTO EM ENFERMAGEM
 
Estudo de caso 01
Estudo de caso 01Estudo de caso 01
Estudo de caso 01
 
Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)
 

Destaque

Organização serviços de saúde
Organização serviços de saúdeOrganização serviços de saúde
Organização serviços de saúdecalinesa
 
Gestão de Custos - Apresentação de um modelo quantitativo sobre custos indire...
Gestão de Custos - Apresentação de um modelo quantitativo sobre custos indire...Gestão de Custos - Apresentação de um modelo quantitativo sobre custos indire...
Gestão de Custos - Apresentação de um modelo quantitativo sobre custos indire...Thiago Nascimento Oliveira
 
Contabilidade de Custos - Classificação dos Custos - Parte 2
Contabilidade de Custos - Classificação dos Custos - Parte 2Contabilidade de Custos - Classificação dos Custos - Parte 2
Contabilidade de Custos - Classificação dos Custos - Parte 2Diego Lopes
 
Como verificar a diferença entre custo e despesa
Como verificar a diferença entre custo e despesaComo verificar a diferença entre custo e despesa
Como verificar a diferença entre custo e despesaB&R Consultoria Empresarial
 
Microsoft Azure x EC-CUBE @西浦温泉
Microsoft Azure x EC-CUBE @西浦温泉Microsoft Azure x EC-CUBE @西浦温泉
Microsoft Azure x EC-CUBE @西浦温泉Kentaro Ohkouchi
 
Planeje suas finanças para 2014 e realize seus sonhos sem ficar no vermelho
Planeje suas finanças para 2014 e realize seus sonhos sem ficar no vermelhoPlaneje suas finanças para 2014 e realize seus sonhos sem ficar no vermelho
Planeje suas finanças para 2014 e realize seus sonhos sem ficar no vermelhoAnissis Ramos
 
MBA Caso redução de custos - Definições
MBA Caso redução de custos - DefiniçõesMBA Caso redução de custos - Definições
MBA Caso redução de custos - Definiçõeszeusi9iuto
 
CURSO CUSTOS HOSPITALARES, COM ÊNFASE EM PACOTES
CURSO CUSTOS HOSPITALARES, COM ÊNFASE EM PACOTESCURSO CUSTOS HOSPITALARES, COM ÊNFASE EM PACOTES
CURSO CUSTOS HOSPITALARES, COM ÊNFASE EM PACOTESB&R Consultoria Empresarial
 
Oss Taborda Wladimir
Oss Taborda WladimirOss Taborda Wladimir
Oss Taborda Wladimiranabrum
 
Apresentação dos resultados 1 t10
Apresentação dos resultados 1 t10Apresentação dos resultados 1 t10
Apresentação dos resultados 1 t10comgasri
 

Destaque (20)

Aula custos
Aula custosAula custos
Aula custos
 
Organização serviços de saúde
Organização serviços de saúdeOrganização serviços de saúde
Organização serviços de saúde
 
Gestao de custos assistenciais gil
Gestao de custos assistenciais    gilGestao de custos assistenciais    gil
Gestao de custos assistenciais gil
 
Gestão de Custos - Apresentação de um modelo quantitativo sobre custos indire...
Gestão de Custos - Apresentação de um modelo quantitativo sobre custos indire...Gestão de Custos - Apresentação de um modelo quantitativo sobre custos indire...
Gestão de Custos - Apresentação de um modelo quantitativo sobre custos indire...
 
Apresentação institucional redução de custos
Apresentação institucional redução de custosApresentação institucional redução de custos
Apresentação institucional redução de custos
 
Auditoria em gestão hospitalar
Auditoria em gestão hospitalarAuditoria em gestão hospitalar
Auditoria em gestão hospitalar
 
Contabilidade de Custos - Classificação dos Custos - Parte 2
Contabilidade de Custos - Classificação dos Custos - Parte 2Contabilidade de Custos - Classificação dos Custos - Parte 2
Contabilidade de Custos - Classificação dos Custos - Parte 2
 
Como verificar a diferença entre custo e despesa
Como verificar a diferença entre custo e despesaComo verificar a diferença entre custo e despesa
Como verificar a diferença entre custo e despesa
 
Variações de preço e contabilidade
Variações de preço e contabilidadeVariações de preço e contabilidade
Variações de preço e contabilidade
 
Farmácia Integrada 2009
Farmácia Integrada 2009Farmácia Integrada 2009
Farmácia Integrada 2009
 
Microsoft Azure x EC-CUBE @西浦温泉
Microsoft Azure x EC-CUBE @西浦温泉Microsoft Azure x EC-CUBE @西浦温泉
Microsoft Azure x EC-CUBE @西浦温泉
 
Planeje suas finanças para 2014 e realize seus sonhos sem ficar no vermelho
Planeje suas finanças para 2014 e realize seus sonhos sem ficar no vermelhoPlaneje suas finanças para 2014 e realize seus sonhos sem ficar no vermelho
Planeje suas finanças para 2014 e realize seus sonhos sem ficar no vermelho
 
Na noite estrelecida
Na noite estrelecidaNa noite estrelecida
Na noite estrelecida
 
MBA Caso redução de custos - Definições
MBA Caso redução de custos - DefiniçõesMBA Caso redução de custos - Definições
MBA Caso redução de custos - Definições
 
Visa - AFE
Visa -  AFEVisa -  AFE
Visa - AFE
 
CURSO CUSTOS HOSPITALARES, COM ÊNFASE EM PACOTES
CURSO CUSTOS HOSPITALARES, COM ÊNFASE EM PACOTESCURSO CUSTOS HOSPITALARES, COM ÊNFASE EM PACOTES
CURSO CUSTOS HOSPITALARES, COM ÊNFASE EM PACOTES
 
Oss Taborda Wladimir
Oss Taborda WladimirOss Taborda Wladimir
Oss Taborda Wladimir
 
Apresentação dos resultados 1 t10
Apresentação dos resultados 1 t10Apresentação dos resultados 1 t10
Apresentação dos resultados 1 t10
 
Gestão de custos para Empreendedores.
Gestão de custos para Empreendedores.Gestão de custos para Empreendedores.
Gestão de custos para Empreendedores.
 
Novos Paradigmas na Gestão de Pessoas
Novos Paradigmas na Gestão de PessoasNovos Paradigmas na Gestão de Pessoas
Novos Paradigmas na Gestão de Pessoas
 

Semelhante a Apresentacao gestao de custos hospitalares (rj) por sergio lopes bento

Modelo de Plano de Contas para uma Gestão Financeira Eficiente em Clínicas Od...
Modelo de Plano de Contas para uma Gestão Financeira Eficiente em Clínicas Od...Modelo de Plano de Contas para uma Gestão Financeira Eficiente em Clínicas Od...
Modelo de Plano de Contas para uma Gestão Financeira Eficiente em Clínicas Od...Senior Consultoria em Gestão e Marketing
 
Apresentação 6ª Conferência Operadoras de Planos de Saúde - IBC
Apresentação 6ª Conferência Operadoras de Planos de Saúde - IBCApresentação 6ª Conferência Operadoras de Planos de Saúde - IBC
Apresentação 6ª Conferência Operadoras de Planos de Saúde - IBCPreviva
 
3º Workshop Análise de Impacto Regulatório - Rafael Pedreira Vinhas
3º Workshop Análise de Impacto Regulatório - Rafael Pedreira Vinhas3º Workshop Análise de Impacto Regulatório - Rafael Pedreira Vinhas
3º Workshop Análise de Impacto Regulatório - Rafael Pedreira VinhasCNseg
 
Administração hospitalar
Administração hospitalarAdministração hospitalar
Administração hospitalarJosy Braga
 
4º Fórum da Saúde Suplementar - João Manoel Pinho de Mello
4º Fórum da Saúde Suplementar - João Manoel Pinho de Mello4º Fórum da Saúde Suplementar - João Manoel Pinho de Mello
4º Fórum da Saúde Suplementar - João Manoel Pinho de MelloCNseg
 
Case Unimed Vitória - workshop de boas práticas OCB Distrito Federal - 29.03.16
Case Unimed Vitória - workshop de boas práticas OCB Distrito Federal - 29.03.16Case Unimed Vitória - workshop de boas práticas OCB Distrito Federal - 29.03.16
Case Unimed Vitória - workshop de boas práticas OCB Distrito Federal - 29.03.16Luiz Fernando Dutra de Freitas
 
Iii Cc Secretarias Praticas De Sucesso Mapa Cirurgico Online
Iii Cc Secretarias Praticas De Sucesso Mapa Cirurgico OnlineIii Cc Secretarias Praticas De Sucesso Mapa Cirurgico Online
Iii Cc Secretarias Praticas De Sucesso Mapa Cirurgico OnlineGustavo Oliveira
 
LIVRO-Cap-10-3_Custos Feridas_abril-2016
LIVRO-Cap-10-3_Custos Feridas_abril-2016LIVRO-Cap-10-3_Custos Feridas_abril-2016
LIVRO-Cap-10-3_Custos Feridas_abril-2016Rosana Zenezi Moreira
 
BPM Day SP 2016 - Data Science e BPM - Caso da Secretária no processo de regu...
BPM Day SP 2016 - Data Science e BPM - Caso da Secretária no processo de regu...BPM Day SP 2016 - Data Science e BPM - Caso da Secretária no processo de regu...
BPM Day SP 2016 - Data Science e BPM - Caso da Secretária no processo de regu...Lecom Tecnologia
 
Apostila contabilidade custos2006
Apostila contabilidade custos2006Apostila contabilidade custos2006
Apostila contabilidade custos2006zeramento contabil
 
Apostila contabilidade custos2006
Apostila contabilidade custos2006Apostila contabilidade custos2006
Apostila contabilidade custos2006simuladocontabil
 
FGV / IBRE – Financiamento e Sistemas de Remuneração de Hospitais: Perspectiv...
FGV / IBRE – Financiamento e Sistemas de Remuneração de Hospitais: Perspectiv...FGV / IBRE – Financiamento e Sistemas de Remuneração de Hospitais: Perspectiv...
FGV / IBRE – Financiamento e Sistemas de Remuneração de Hospitais: Perspectiv...FGV | Fundação Getulio Vargas
 

Semelhante a Apresentacao gestao de custos hospitalares (rj) por sergio lopes bento (20)

Faturamento em tempo real
Faturamento em tempo realFaturamento em tempo real
Faturamento em tempo real
 
Faturamento para Recepção
Faturamento para RecepçãoFaturamento para Recepção
Faturamento para Recepção
 
Novas formas de remuneração na saúde: tendências e realidades
Novas formas de remuneração na saúde: tendências e realidadesNovas formas de remuneração na saúde: tendências e realidades
Novas formas de remuneração na saúde: tendências e realidades
 
Curso como Reduzir Custos
Curso como Reduzir CustosCurso como Reduzir Custos
Curso como Reduzir Custos
 
Sistemas para saúde 04
Sistemas para saúde 04Sistemas para saúde 04
Sistemas para saúde 04
 
Modelo de Plano de Contas para uma Gestão Financeira Eficiente em Clínicas Od...
Modelo de Plano de Contas para uma Gestão Financeira Eficiente em Clínicas Od...Modelo de Plano de Contas para uma Gestão Financeira Eficiente em Clínicas Od...
Modelo de Plano de Contas para uma Gestão Financeira Eficiente em Clínicas Od...
 
Apresentação 6ª Conferência Operadoras de Planos de Saúde - IBC
Apresentação 6ª Conferência Operadoras de Planos de Saúde - IBCApresentação 6ª Conferência Operadoras de Planos de Saúde - IBC
Apresentação 6ª Conferência Operadoras de Planos de Saúde - IBC
 
Plano de Marketing JMS
Plano de Marketing   JMSPlano de Marketing   JMS
Plano de Marketing JMS
 
3º Workshop Análise de Impacto Regulatório - Rafael Pedreira Vinhas
3º Workshop Análise de Impacto Regulatório - Rafael Pedreira Vinhas3º Workshop Análise de Impacto Regulatório - Rafael Pedreira Vinhas
3º Workshop Análise de Impacto Regulatório - Rafael Pedreira Vinhas
 
Administração hospitalar
Administração hospitalarAdministração hospitalar
Administração hospitalar
 
4º Fórum da Saúde Suplementar - João Manoel Pinho de Mello
4º Fórum da Saúde Suplementar - João Manoel Pinho de Mello4º Fórum da Saúde Suplementar - João Manoel Pinho de Mello
4º Fórum da Saúde Suplementar - João Manoel Pinho de Mello
 
Case Unimed Vitória - workshop de boas práticas OCB Distrito Federal - 29.03.16
Case Unimed Vitória - workshop de boas práticas OCB Distrito Federal - 29.03.16Case Unimed Vitória - workshop de boas práticas OCB Distrito Federal - 29.03.16
Case Unimed Vitória - workshop de boas práticas OCB Distrito Federal - 29.03.16
 
Saude Hospitais
Saude   HospitaisSaude   Hospitais
Saude Hospitais
 
Iii Cc Secretarias Praticas De Sucesso Mapa Cirurgico Online
Iii Cc Secretarias Praticas De Sucesso Mapa Cirurgico OnlineIii Cc Secretarias Praticas De Sucesso Mapa Cirurgico Online
Iii Cc Secretarias Praticas De Sucesso Mapa Cirurgico Online
 
Desenvolvimento Custos Gerenciais
Desenvolvimento Custos GerenciaisDesenvolvimento Custos Gerenciais
Desenvolvimento Custos Gerenciais
 
LIVRO-Cap-10-3_Custos Feridas_abril-2016
LIVRO-Cap-10-3_Custos Feridas_abril-2016LIVRO-Cap-10-3_Custos Feridas_abril-2016
LIVRO-Cap-10-3_Custos Feridas_abril-2016
 
BPM Day SP 2016 - Data Science e BPM - Caso da Secretária no processo de regu...
BPM Day SP 2016 - Data Science e BPM - Caso da Secretária no processo de regu...BPM Day SP 2016 - Data Science e BPM - Caso da Secretária no processo de regu...
BPM Day SP 2016 - Data Science e BPM - Caso da Secretária no processo de regu...
 
Apostila contabilidade custos2006
Apostila contabilidade custos2006Apostila contabilidade custos2006
Apostila contabilidade custos2006
 
Apostila contabilidade custos2006
Apostila contabilidade custos2006Apostila contabilidade custos2006
Apostila contabilidade custos2006
 
FGV / IBRE – Financiamento e Sistemas de Remuneração de Hospitais: Perspectiv...
FGV / IBRE – Financiamento e Sistemas de Remuneração de Hospitais: Perspectiv...FGV / IBRE – Financiamento e Sistemas de Remuneração de Hospitais: Perspectiv...
FGV / IBRE – Financiamento e Sistemas de Remuneração de Hospitais: Perspectiv...
 

Mais de Odé Lonim

1375962835 cartilha de retencoes quality
1375962835 cartilha de retencoes quality1375962835 cartilha de retencoes quality
1375962835 cartilha de retencoes qualityOdé Lonim
 
97802804 gerenciamento-da-rotina-falconi
97802804 gerenciamento-da-rotina-falconi97802804 gerenciamento-da-rotina-falconi
97802804 gerenciamento-da-rotina-falconiOdé Lonim
 
513 admissao de empregados
513 admissao de empregados513 admissao de empregados
513 admissao de empregadosOdé Lonim
 
2 solicitação de tratamento cirúrgico para obesidade mórbida questionario ava...
2 solicitação de tratamento cirúrgico para obesidade mórbida questionario ava...2 solicitação de tratamento cirúrgico para obesidade mórbida questionario ava...
2 solicitação de tratamento cirúrgico para obesidade mórbida questionario ava...Odé Lonim
 
1 solicitação de tratamento cirúrgico para obesidade mórbida usuário
1 solicitação de tratamento cirúrgico para obesidade mórbida usuário1 solicitação de tratamento cirúrgico para obesidade mórbida usuário
1 solicitação de tratamento cirúrgico para obesidade mórbida usuárioOdé Lonim
 
3instrucoes de_honorarios__stfmed
 3instrucoes de_honorarios__stfmed 3instrucoes de_honorarios__stfmed
3instrucoes de_honorarios__stfmedOdé Lonim
 
1 carta de instrução para mov cadastral plano empresa
1 carta de instrução para mov cadastral plano empresa1 carta de instrução para mov cadastral plano empresa
1 carta de instrução para mov cadastral plano empresaOdé Lonim
 
Condicoes geraisdecontauniversalitau
Condicoes geraisdecontauniversalitauCondicoes geraisdecontauniversalitau
Condicoes geraisdecontauniversalitauOdé Lonim
 

Mais de Odé Lonim (8)

1375962835 cartilha de retencoes quality
1375962835 cartilha de retencoes quality1375962835 cartilha de retencoes quality
1375962835 cartilha de retencoes quality
 
97802804 gerenciamento-da-rotina-falconi
97802804 gerenciamento-da-rotina-falconi97802804 gerenciamento-da-rotina-falconi
97802804 gerenciamento-da-rotina-falconi
 
513 admissao de empregados
513 admissao de empregados513 admissao de empregados
513 admissao de empregados
 
2 solicitação de tratamento cirúrgico para obesidade mórbida questionario ava...
2 solicitação de tratamento cirúrgico para obesidade mórbida questionario ava...2 solicitação de tratamento cirúrgico para obesidade mórbida questionario ava...
2 solicitação de tratamento cirúrgico para obesidade mórbida questionario ava...
 
1 solicitação de tratamento cirúrgico para obesidade mórbida usuário
1 solicitação de tratamento cirúrgico para obesidade mórbida usuário1 solicitação de tratamento cirúrgico para obesidade mórbida usuário
1 solicitação de tratamento cirúrgico para obesidade mórbida usuário
 
3instrucoes de_honorarios__stfmed
 3instrucoes de_honorarios__stfmed 3instrucoes de_honorarios__stfmed
3instrucoes de_honorarios__stfmed
 
1 carta de instrução para mov cadastral plano empresa
1 carta de instrução para mov cadastral plano empresa1 carta de instrução para mov cadastral plano empresa
1 carta de instrução para mov cadastral plano empresa
 
Condicoes geraisdecontauniversalitau
Condicoes geraisdecontauniversalitauCondicoes geraisdecontauniversalitau
Condicoes geraisdecontauniversalitau
 

Apresentacao gestao de custos hospitalares (rj) por sergio lopes bento

  • 1. 1 GESTÃO DE CUSTOS HOSPITALARES “ A CLAREZA DOS RESULTADOS ” Atividades, Áreas, Clientes A EXPERIÊNCIA DO HOSPITAL SAMARITANO SÃO PAULO
  • 2. 2 Gestão de Custos HospitalaresGestão de Custos Hospitalares A Clareza dos ResultadosA Clareza dos Resultados AGENDA 1. A situação do mercado de saúde suplementar. A visão do prestador - hospital privado 2. As ações do Hospital 3. A Gestão Estratégica de Custos 4. Protocolos e Pacotes. A Experiência do Hospital Samaritano 5. Quadros e Tabelas
  • 3. 3 1. A Situação do Mercado de Saúde Suplementar A Visão do Prestador - Hospital Privado Prestador Hospital Privado Conjuntura Econômica Operadoras de Planos de Saúde Médicos Consumidores
  • 4. 4 1. A Situação do Mercado de Saúde Suplementar A Visão do Prestador - Hospital Privado • Pressão da Conjuntura Econômica 1. Desvalorização Cambial 01/01/2000: US$ 1,00 = R$ 1,21 191,7 % 31/12/2002: US$ 1,00 = R$ 3,53 * Atividade intensamente afetada pelos insumos e equipamentos importados.  61% do Orçamento de Investimentos , em 2003, são compostos por importações diretas/indiretas pelo Hospital; * Pacientes e médicos pressionam o Hospital pela constante atualização tecnológica, enquanto algumas operadoras tem na tecnologia avançada, seu apelo comercial.
  • 5. 5 1. A Situação do Mercado de Saúde Suplementar A Visão do Prestador - Hospital Privado • Pressão da Conjuntura Econômica 2. Inflação / Variação INPC (reajuste salarial) * 2000: 5,26 % 21,3% * 2001: 7,73 % * 2002: 7,00 % (1) (1) índice negociado com o Sindicato dos Empregados. O INPC no período foi de 9.55%. * O Custo de Pessoal representa de 45% a 50% do custo operacional de um Hospital;
  • 6. 6 1. A Situação do Mercado de Saúde Suplementar A Visão do Prestador - Hospital Privado • Pressão dos Consumidores / Clientes * Código de Defesa do Consumidor Direitos do * Lei 9656 98 Consumidor * Procon / IDEC * Necessidade dos hospitais criarem setores para ouvir e entender o consumidor (SAC, “Client Care”) * Demora na liberação de autorizações para procedimentos por parte das operadoras, gera atrito entre o Hospital e o paciente (“culpa do Hospital”), obrigando o Hospital a montar setor de “liberação de guias” ou “central de guias”;
  • 7. 7 1. A Situação do Mercado de Saúde Suplementar A Visão do Prestador - Hospital Privado • Pressão dos Consumidores / Clientes * Tecnologia avançada - equipamentos * Instalações modernas / conforto • Pressão dos Médicos * Tecnologia avançada – equipamentos * Corpo profissional qualificado e capacitado * instalações modernas / estacionamento / conforto
  • 8. 8 1. A Situação do Mercado de Saúde Suplementar A Visão do Prestador - Hospital Privado • Pressão das Operadoras de Planos de Saúde * glosas: - 2001: 2,8% da Receita Bruta - 2002: 2,0 % da Receita Bruta * grande operadora de S. Paulo  glosa unilateral de materiais, representando 15,0% da receita deste recurso * Necessidade dos hospitais montarem setores de análise/auditoria de contas para contrapor a atuação dos auditores das operadoras * recusa em aceitar inclusão de novos itens em tabela de preço, como taxa de utilização de equipamentos num ramo de atividade de intensa atualização tecnológica
  • 9. 9 1. A Situação do Mercado de Saúde Suplementar A Visão do Prestador - Hospital Privado • Pressão das Operadoras de Planos de Saúde * Negociação do reajuste da tabela de preços do Hospital Anos Reajuste Necessário Reajuste Obtido 2000 5,5 % 1,5 % 2001 7,0 % 1,0 % 2002 7,9 % 2,3% 21,8 % 4,9 %
  • 10. 10 1. A Situação do Mercado de Saúde Suplementar A Visão do Prestador - Hospital Privado • Pressão das Operadoras de Planos de Saúde * Tendência à concentração de mercado, com aumento do poder de pressão das operadoras frente aos prestadores que, por receio de abrir suas informações aos concorrentes, insistem em cada qual seguir seu caminho comercial, sem a formação de uma “frente única”, em condições de negociar em pé de igualdade com as operadoras (como fazem as operadoras, através de suas associações de classe) * Demora na liberação/autorização de procedimentos, uso de materiais, gerando conflito entre o paciente/cliente e o prestador (casos de envio de até 6 vezes da solicitação de autorização para a operadora).
  • 11. 11 2. As Ações do Hospital Estratégia Comercial • Ampliar o mix de clientes, com foco nas auto gestões (tabela de preços simplificada) e clientes particulares (procedimentos por preço fixo) • Ampliar a oferta de produtos/serviços, com a incorporação de novas equipes médicas e oferta de novos serviços: - implante coclear - centro de epilepsia (diagnóstico / tratamento cirúrgico) • Aumento do valor agregado (receita por paciente-dia) via aumento da complexidade: - transplantes de medula óssea * atrair equipes médicas - transplantes hepáticos * capacitar corpo profissional - cirurgias cardíacas * agregar tecnologia adequada - cirurgias neurológicas
  • 12. 12 2. As Ações do Hospital Estratégia Comercial • Resultados Obtidos com o aumento da complexidade: Reflexo nos preços médios dos serviços hospitalares (exclui mat/med) * 2000: 100,0 128,5 / 104,9 = 122,5 ou 22,5% devido * 2001: 115,7 à estratégia adotada * 2002: 128,5 • Resultados Obtidos com o foco no paciente particular, via oferta de procedimentos por preço fixo (“pacotes”): * 2000: 4,5% * 2001: 6,0 % * 2002: 6,1% Participação da receita de particulares na receita total
  • 13. 13 2. As Ações do Hospital Estratégia Operacional • Diferenciar o Hospital com uma instituição “high touch” tendo como foco a satisfação e o encantamento do cliente/paciente • Manter o Capital Humano envolvido no processo de mudança organizacional • Capacitação e retenção dos talentos na organização • Gerenciamento estratégico de custos • Gestão da tecnologia – avaliação econômica (custo x benefício) dos novos investimentos em equipamentos médico-hospitalares • Oferecer recursos e facilidades ao corpo clínico: Centro de Estudos, Sala de Videoconferência, Estacionamento, Conforto Médico
  • 14. 14 3. A GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS • Até 1998 * Apuração de Resultados - análise de desempenho global com base no custeio por absorção - análise de desempenho departamental (custeio por absorção) - análises por procedimento e fonte pagadora: não eram feitas • A partir de 1999 * Implantação do conceito de gestão estratégica de custos - Recursos de tecnologia da informação: * Sistema de Gestão Hospitalar (NEXT) internação, check-in, check-out, lançamento automático de débitos na conta hospitalar, centro cirúrgico, SAME e outros
  • 15. 15 3. A GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS • A partir de 1999 * Sistema de Gestão Administrativo-Financeira ERP MICROSIGA recursos humanos, contabilidade, tesouraria, ativo fixo, integração com custos e orçamentos * Reorganização da Superintendência de Controladoria e Finanças, com foco nos seguintes processos: - processo de elaboração, conferência e montagem da conta hospitalar (CH), envolvendo desde a obtenção da autorização para o procedimento até a montagem final da CH: - Central de Guias - Auditoria de Contas Médicas - Faturamento (Central e de Campo)
  • 16. 16 3. A GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS • A partir de 1999 - processo de coleta, registro e tratamento das informações contábeis e elaboração dos relatórios gerenciais: - Contabilidade - Custos e Orçamento - processo de coleta de informações, coordenação de elaboração do orçamento (operacional e de investimentos) e acompanhamento orçamentário periódico: - Custos e Orçamento - processo de gestão de recursos financeiros e relacionamento com instituições financeiras para captação/aplicação de recursos: - Tesouraria
  • 17. 17 3. A GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS • A partir de 1999 * Estratégia de Análise do Desempenho Econômico: Análise do Desempenho Global Margem de Contribuição Ponto de Equilíbrio EBITDA Análise de Desempenho por Unidade de Negócio e Apoio Análise de Desempenho por Procedimento Análise de Desempenho por Fonte Pagadora Margem de Contribuição Margem de Contribuição EBITDA Resultado Direto da Atividade Receita por especialidade / fonte pagadora Custo médio por especialidade / fonte pagadora Resultado por especialidade / fonte pagadora
  • 18. 18 3. A GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS • Análise do Desempenho Global * Distribuída com o Relatório Gerencial para Diretoria e Grupo Executivo (Superintendentes, Gerentes) * Objetiva: - apresentar a performance econômica global da instituição - uniformizar conceitos e terminologia econômico-financeira - difundir os conceitos de: * Margem de Contribuição * Ponto de Equilíbrio * EBITDA
  • 19. 19 3. A GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS • Análise do Desempenho por Unidade de Negócio * Distribuída para os níveis de chefia da estrutura hierárquica: * Superintendentes * Gerentes * Chefias * Objetiva: - apresentar a performance econômica de cada unidade - difundir o conceito de unidade de negócio, associando a visão de negócio à visão assistencial - criar indicadores e índices de desempenho para cada Unidade * Apurado para todas as áreas: * operacionais / assistenciais * apoio e suporte * SADT’s
  • 20. 20 3. A GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS • Análise do Desempenho por Fonte pagadora * Distribuída para os Superintendentes * Objetiva: - gerar informações para subsidiar o esforço comercial na negociação com fontes pagadoras - comparar indicadores de performance entre as várias fontes pagadoras que mantém relacionamento comercial com o Hospital - apurar o nível máximo de desconto a ser concedido nas negociações
  • 21. 21 3. A GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS • Análise do Desempenho por Procedimento * Distribuída para Diretoria Clínica, Superintendência Médica e Comissões Médicas * Objetiva: - envolver o profissional médico com informações sobre o resultado econômico de sua atividade - analisar com as equipes médicas ações que possam reduzir o custo dos procedimentos - avaliar a performance de comercialização de serviços hospitalares na modalidade procedimento por preço fixo (“pacote”).
  • 22. 22 4. PROTOCOLOS E PACOTES • Histórico * Trabalho iniciado em 1999, com equipe composta por: - médica do Núcleo de Epidemiologia do Hospital - supervisão de enfermagem - Custos e Orçamento (enfermeira auditora) - equipes médicas das diferentes especialidades • Metodologia * escolha dos procedimentos cirúrgicos de realização mais freqüente num determinado período de tempo * pesquisa no Banco de Dados para relacionar os casos realizados do procedimento escolhido, depurando-se os casos com intercorrência (via tempo de internação)
  • 23. 23 4. PROTOCOLOS E PACOTES • Metodologia * montagem do resumo estatístico dos casos levantados após depuração para dimensionamento dos recursos necessários (estrutura física do procedimento) * convite aos representantes das equipes médicas para participação na elaboração do protocolo: * estrutura física (com o apoio do Setor de Custos e Orçamento) * descrição técnica (com o apoio da Assessoria de Epidemiologia) * reuniões técnicas para se obter o “consenso negociado”. Média de 4 a 5 reuniões (dependendo do porte do procedimento), para se chegar ao consenso na estrutura física e na descrição técnica
  • 24. 24 4. PROTOCOLOS E PACOTES • Resultados * Redução de 15-25% entre o custo médio dos procedimentos utilizados no resumo estatístico e o custo da estrutura física revisado pelas equipes * padronização de materiais, com o apoio da Comissão de Padronização de Materiais; * padronização e negociação com fornecedores de materiais descartáveis e materiais de implante • Estratégia de Implantação * Comercialização iniciada com pacientes particulares indicados pelos médicos que participaram da elaboração dos protocolos (2000/1)
  • 25. 25 4. PROTOCOLOS E PACOTES • Estratégia de Implantação * Elaboração e divulgação de Lista de Preços Reduzidos para Pacientes Particulares em Fev. 2002 com 46 procedimentos de 9 especialidades diferentes * Transplantes de Medula Óssea e Transplantes Hepáticos estão sendo comercializados, com pacientes particulares e algumas operadoras de planos de saúde (contratos específicos) desde 2000, fazendo parte do esforço pelo aumento da complexidade dos procedimentos • Próximos Passos * Ampliação dos procedimentos protocolados * Implantar sistema informatizado que permita monitorar custos realizados x custo do protocolo, “on line”
  • 26. 26 4. PROTOCOLOS E PACOTES • Próximos Passos * Oferecer às operadoras a comercialização dos procedimentos cirúrgicos por preço fixo (“pacote”) - definição da forma de faturamento/cobrança nesta modalidade de comercialização - caracterização dos casos não abrangidos pelo protocolo (exclusões), que continuarão a ser cobrados por “conta aberta” - caracterização e remuneração dos casos com intercorrência no decorrer do procedimento
  • 27. 27 5. QUADROS E TABELAS • Análise do Desempenho Global – Mensal • Análise do Desempenho Global – Acumulado • Análise do Desempenho Unidade Negócio – Operacional • Análise do Desempenho Unidade Negócio – SADT • Análise do Desempenho Unidade Negócio – Apoio • Análise do Desempenho por Fonte Pagadora • Estrutura Física Varizes – Resumo Estatístico • Estrutura Física Varizes – Estrutura Física Revisada
  • 28. 28 DESCRIÇÃO JAN FEV MAR DEZ R$ MIL % R$ MIL % Leitos / Dia Pacientes / Dia % de Ocupação Qtde de Funcionários (Média) Receita bruta com Serviços Próprios Receita bruta com Serviços de Terceiros Receita Bruta Total Faturada ( - ) Glosas e P.D.D. ( - ) Gratuidades Receita Bruta - Gerencial ( - ) Custos Serviços Terceiros ( - ) Cofins ( = ) Receita líquida ( - ) Custos Variáveis: Matmed Outros Materiais Utilidades Lavanderia (Serv. Terceirizado) ( = ) Margem de Contribuição ( - ) Custos Fixos Salários e Encargos Serviços terceirizados Consultorias Outros Serviços Contratados Despesas com Marketing Obras e Serviços / Manutenção Despesas Tributárias Seguros Outros Custos Fixos ( = ) Resultado EBITDA Depreciação ( = ) Resultado Operacional Ponto de Equilíbrio Pacientes / Dia % de Ocupação Receita Líquida ACUMULADO REAL ORÇADO
  • 29. 29 ORÇAMENTO 2002 2001 R$ MIL % 2002 R$ MIL % Leitos / Dia Pacientes / Dia % de Ocupação Qtde de Funcionários - (Média) Receita com Serviços Próprios Receita com Serviços de Terceiros Receita Bruta Total Faturada ( - ) Glosas e P.D.D. ( - ) Gratuidades Receita Bruta - Gerencial ( - ) Custos Serviços Terceiros ( - ) Cofins ( = ) Receita líquida ( - ) Custos Variáveis: Matmed Outros Materiais Utilidades Lavanderia (Serv. Terceirizado) ( = ) Margem de Contribuição ( - ) Custos Fixos Salários e Encargos Serviços terceirizados Consultorias Outros Serviços Contratados Despesas com Marketing Obras e Serviços / Manutenção Despesas Tributárias Seguros Outros Custos Fixos DESCRIÇÃO REAL VARIAÇÃO VARIAÇÃO
  • 30. 30 DESCRIÇÃO 1.999 2.000 2.001 JAN FEV DEZ 2.002 QTDE DE FUNCIONÁRIOS (MÉDIA) QTDE DE HORAS EXTRAS LEITOS/DIA PACIENTE/DIA % DE OCUPAÇÃO Receita Bruta - Faturada ( - ) Glosas, P.D.D., Gratuidade, Cofins ( = ) Receita líquida ( - ) Custos Variáveis: Custos Serviços de Terceiros Outros variáveis ( = ) Margem de Contribuição ( - ) Custos Fixos sem Depreciação Salários e Encargos Outros Custos Fixos ( = ) Resultado EBITDA ( - ) Depreciação ( = ) Resultado Operacional Receita média por paciente/dia (Bruta) Custo direto da unidade: - Por Leito/Dia - Por Paciente/Dia ÍNDICES: Composição do custo da unidade: - Custo direto da atividade Média de funcionários: - Leitos disponível - Leitos ocupados Receita Bruta por funcionário (R$ mil)
  • 31. 31 DESCRIÇÃO 1.999 2.000 2.001 JAN FEV MAR ABR DEZ 2.002 Nº EXAMES REALIZADOS - PACIENTES EXTERNOS - PACIENTES INTERNOS - PRONTO SOCORRO Receita Bruta - Faturada ( - ) Glosas, P.D.D., Gratuidade, Cofins ( = ) Receita líquida ( - ) Custos Variáveis: Custos Serviços de Terceiros Outros variáveis ( = ) Margem de Contribuição ( - ) Custos Fixos sem Depreciação ( = ) Resultado EBITDA ( - ) Depreciação ( = ) Resultado Operacional ÍNDICES: Nº Exames por atendimento PS Nº Exames por Pacientes dia Participação de exames externos Receita média por exame (Bruta) Saldo pendente do contas a receber
  • 32. 32 DESCRIÇÃO 1.999 2.000 2.001 JAN DEZ 2.002 QTDE DE FUNCIONÁRIOS (MÉDIA) QTDE DE HORAS EXTRAS MÉDIA MENSAL EM U.E. (REFEIÇÕES x PESO) Receita Bruta - Faturada ( - ) Gratuidades ( = ) Receita líquida ( - ) Custos Variáveis: Gêneros Alimentícios Outros materiais Utilidades ( = ) Margem de Contribuição ( - ) Custos Fixos sem Depreciação Salários e Encargos Outros Custos Fixos ( = ) Resultado EBITDA ( - ) Depreciação ( = ) Resultado Operacional Custo médio por refeição (U.E.) : - Gêneros Alimentícios - Custo Direto ( Fixo + Variável ) ÍNDICES: Refeição (U.E.) por funcionários Receita Bruta por funcionário (R$ mil) Prestação de serviços para: - Funcionários - Pacientes - Acompanhantes / Outros
  • 33. 33 DESCRIÇÃO S. AMÉRICABRADESCO AACL UNIMED P. PARTICULARMARÍTIMA P. SEGURO F. CESP SABESPREV OUTRAS TOTAL NÚMERO DE PACIENTES-DIA NÚMERO DE PACIENTES-DIA - UTI NÚMERO DE CIRURGIAS NÚMERO DE PARTOS NÚMERO DE ATENDIMENTOS PS's NÚMERO DE EXAMES (SADT's) % DE OCUPAÇÃO % "MIX" DE RECEITAS Receita Bruta Faturada Serviços Hospitalares Mat/Med Gasoterapia Serviços de Terceiros (-) Cofins (-) Glosas (=) Receita Líquida (-) Custos Variáveis Mat/Med Gasoterapia Serviços de Terceiros (=) Margem de Contribuição % s/ Receita Bruta Faturada Receita média por paciente/dia Composição da Receita (%): Serviços Hospitalares Mat/Med Gasoterapia Serviços de Terceiros Rec. Bruta x "Porta de Entrada" Pacientes Internados Prontos Socorros
  • 34. 34 CÓDIGO DESCRICAO UNID FREQ % FREQ MEDIA DIÁRIAS E TAXAS 1005 APARTAMENTO A DIA 58 95% 1 5003 TAXA DE REPOUSO - APARTAMENTO PRIVATIVO POR HORA 3 5% 10 TAXAS DE SALA DE CIRURGIA 2003 SALA DE CIRURGIA (PORTE 4 E 5) - GRANDE HOR 61 100% 2 2011 RECUPERACAO POS ANESTESICA (POR USO) POR USO 61 100% 1 APARELHOS/EQUIPAMENTOS 2070 MODULO P/CONTROLE DE SINAIS VITAIS (P POR USO 61 100% 1 2050 EQUIPAMENTO DE ANESTESIA (POR USO) POR USO 4 7% 1 2074 MONITOR DE GASES ANESTESICOS (POR USO) POR USO 3 5% 1 2078 OXIMETRO PORTATIL (POR HORA) POR HORA 2 3% 2 2032 BISTURI ELETRICO / BIPOLAR (POR USO) POR USO 1 2% 1 2042 COBERTOR TERMICO - WARM TOUCH - POR USO POR USO 1 2% 1 5013 ASPIRADOR SIMPLES (POR HORA) POR HORA 1 2% 1 SERVIÇOS DE ENFERMAGEM 2136 TRICOTOMIA UN 14 23% 1 2105 CURATIVO PEQUENO UN 10 16% 1 2194 PERMEABILIZACAO/HEPARINIZACAO DE CATETER (DIA) UN 3 5% 1 2110 GLICEMIA POR GLUCOMETRO UN 1 2% 1 2190 CURATIVO MEDIO UN 1 2% 1 MEDICAMENTOS 662010 SORO RINGER LACTADO 500 ML. VIAFLEX BAXTER FR. 58 95% 3 662002 SORO FISIOLOGICO 500 ML. VIAFLEX BAXTER FR. 47 77% 1 602007 XYLOCAINA 1% S/A FRS 46 75% 1 656909 ALCOOL IODADO CC. 36 59% 11 645007 DORMONID 5 MG. INJ. AMP 32 52% 1 602026 FENTANIL ESPINHAL 2 ML. AMP 30 49% 1 628030 P.V.P.I. TOPICO ALMOTOLIA 100 ML FR. 28 46% 1 661004 SULFATO DE EFEDRINA 50 MG. AMP 26 43% 1 628029 VASELINA LIQUIDA ALMOTOLIA 100 ML ALM 23 38% 3 601012 LISADOR GOTAS 15 ML. VD. 22 36% 1 645002 DORMONID 15 MG. INJ. AMP 22 36% 1 602008 XYLOCAINA 2% S/A FRS 19 31% 1 602009 XYLOCAINA 2% C/A FRS 19 31% 1 656003 AGUA BI DESTILADA 10 ML. AMP 18 30% 5 628026 AGUA OXIGENADA 10 V. 100 ML. ALMOTOLIA FR. 16 26% 2 645003 DORMONID 15 MG. COMP. CP. 16 26% 1
  • 35. 35 611039 CEPOREXIN 500 MG. COMP. CP. 14 23% 1 662001 SORO FISIOLOGICO 250 ML. VIAFLEX BAXTER FR. 14 23% 1 611036 KEFLIN 1 GR FRS 12 20% 3 602031 MARCAINA PESADA 5% INJ. 4 ML. AMP 10 16% 1 620008 PLASIL INJ. AMP 10 16% 1 662005 SORO GLICOSADO 5% 500 ML. VIAFLEX BAXTER FR. 10 16% 2 601025 TYLENOL 750 MG. COMP. CP. 9 15% 1 602039 NAROPIN 7,5 MG./ML. INJ. FR. 9 15% 1 602004 MARCAINA 0,5 C/A INJ. FR. 7 11% 2 602021 DIPRIVAN 20 ML. INJ. AMP 7 11% 1 622001 ATROPINA 0,25 MG. INJ. AMP 7 11% 2 656022 SORO FISIOLOGICO 10 CC. ASTER AMP 7 11% 2 656908 ALCOOL 70% 10CC CC 7 11% 20 601013 LISADOR INJ AMP 6 10% 1 601016 NOVALGINA INJ. 2 ML. AMP 6 10% 1 625026 TILATIL 20 MG. INJ. AMP 6 10% 2 602030 MARCAINA ISOBARICA 0,5% INJ. AMP 5 8% 1 625044 PROFENID 100 MG. E.V. FR. 5 8% 1 628031 P.V.P.I. TINTURA ALMOTOLIA 100 ML. FR. 5 8% 1 603010 LORAX 2 MG COMP. UN 4 7% 1 620014 ZOFRAN 4 MG. INJ. AMP 4 7% 2 625029 VOLTAREN 75 MG INJ. AMP 4 7% 3 628032 P.V.P.I. DEGERMANTE ALMOTOLIA 100 ML. FR. 4 7% 1 662003 SORO FISIOLOGICO 1000 ML. VIAFLEX BAXTER FR. 4 7% 1 601022 SEDALENE AMP AMP 3 5% 1 601035 TRAMAL 100 MG. INJ. AMP 3 5% 1 602022 FENTANIL 5 ML. AMP 3 5% 1 602023 INOVAL 2 ML INJ AMP 3 5% 1 603013 VALIUM INJ AMP 3 5% 1 615008 VENALOT DRAGEAS DR. 3 5% 1 640002 DOLANTINA INJ. AMP 3 5% 1 662020 SORO FISIOLOGICO 0,9% 100 ML. MINIFLAC B/BRAUN FR. 3 5% 1 602010 XYLOCAINA PESADA 5% AMP 2 3% 1 602034 SUFENTA ESPINHAL 2 ML. AMP 2 3% 1 602040 NAROPIN 10 MG./ML. INJ. FR. 2 3% 2 602929 SEVORANE 1CC UNI 2 3% 50 603009 LORAX 1 MG COMP. UN 2 3% 2 603014 VALIUM 5 MG. COMP. CP. 2 3% 2 614003 DRAMIN B6 DL INJ. AMP 2 3% 1 615002 HIRUDOID POMADA 300 MG. 40 GR. TB 2 3% 1 625030 VOLTAREN 50 MG. COMP. CP. 2 3% 1 628027 TINTURA DE BENJOIN ALMOTOLIA 100 ML. ALM 2 3% 1 628028 ETER SULFURICO ALMOTOLIA 100 ML ALM 2 3% 7
  • 36. 36 602002 MARCAINA 0,25 S/A INJ. FR. 1 2% 1 602013 XYLOCAINA GELEIA 30 G TB 1 2% 1 602915 XYLOCAINA SPRAY 1CC. CC 1 2% 2 602920 FORANE 1 CC CC 1 2% 20 603001 DIENPAX 10 MG INJ. AMP 1 2% 1 603002 DIENPAX 5 MG COMP CP 1 2% 1 603003 DIENPAX 10 MG COMP. CP 1 2% 2 603005 FRONTAL 0,25 MG. COMP. CP. 1 2% 4 604002 LANEXAT INJ. AMP 1 2% 1 605001 ANTAK 150 MG. COMP. CP. 1 2% 1 607005 FENERGAN INJ. AMP 1 2% 1 611003 AMOXIL 500 MG. CAPS. CAP 1 2% 1 611014 CEFAMOX 500 MG. CAPS. CAP 1 2% 1 611050 QUEMICETINA 1 GR INJ. FR 1 2% 1 611052 QUEMICETINA 250 MG. DRAGEAS DR. 1 2% 1 611057 ROCEFIN 1 GR. I.V. FR. 1 2% 1 611070 ZINACEF 750 MG. INJ. FR. 1 2% 2 616008 RIVOTRIL 2 MG. COMP. CP. 1 2% 2 620006 SUPERAN INJ. AMP 1 2% 1 622007 BUSCOPAN COMPOSTO 5 ML. AMP 1 2% 1 628034 CHLOROHEX ALCOOLICO 100 ML. ALM 1 2% 2 630008 AMINOFILINA INJ AMP 1 2% 1 637003 ALDAZIDA 50 MG. COMP. CP 1 2% 1 646004 CAPOTEN 12,5 MG. COMP. CP. 1 2% 1 646011 RENITEC 5 MG. COMP. CP. 1 2% 1 648015 FLEBOCORTID 500 MG. INJ. FR. 1 2% 1 648035 CALCORT 6 MG. COMP. CP. 1 2% 1 651008 TRACRIUM 50 MG. 5 ML. AMP 1 2% 1 653002 AMPLICTIL GOTAS VD 1 2% 1 656036 GLICOSE 50% INJ AMP 1 2% 1 656920 BENZINA 10C 1 2% 5 656929 BENJOIM 10CC CC 1 2% 10 661008 LIBERAN 25 MG. COMP. CP. 1 2% 1 662008 SORO GLICO-FISIOLOGICO 500 ML. VIAFLEX BAXTER FR. 1 2% 2 664040 NORVASC 5 MG. COMP. CP. 1 2% 1 MATERIAIS 909001 GORRO DESCARTAVEL UN 60 98% 3 845056 CAMPO IMPERMEAVEL LAMINADO BARRIER. UN 59 97% 1 909002 MASCARA DESCARTAVEL J & J REF.5617-0 UN 59 97% 3 906016 LUVA DE PROCEDIMENTO LATEX GDE N/ESTERIL PC 58 95% 5 821002 ELETRODO ADULTO UN 57 93% 3 829002 TUBO EXTENSOR C/CONEC.ROTA 60CMS-206012 UN 56 92% 1
  • 37. 37 801010 AGULHA DESCARTAVEL 18X1 1/2 OU 40X12 UN 51 84% 4 813002 COMPRESSA CIRURGICA 45X50 RADIOPACO C/RABICHOUN 51 84% 13 1101012 KIT NECESSAIRE ( CORTESIA ) UN 51 84% 1 906007 LUVA CIRURGICA DESCARTAVEL N.7,5 UN 49 80% 2 806006 ATADURA DE CREPE 20CM PC 48 79% 5 813011 COMPRESSA DE GASE REGAL 6177-8 UN 46 75% 2 910005 OXIGENIO POR HORA 44 72% 2 902002 BISTURI DESC.N-11 FEATHER/STYLLE UN 43 70% 2 823002 SERINGA DESCARTAVEL 5CC C/ LUER LOK UN 42 69% 2 801004 AGULHA DESCARTAVEL 21X1 1/4 OU 30X8 UN 40 66% 1 801005 AGULHA DESCARTAVEL 22X1 1/4 OU 30X7 UN 39 64% 2 813001 COMPRESSA CIRURGICA 23X25 RADIOPACO C/RABICHOUN 38 62% 15 906029 LUVA PROC.LATEX M N/EST.CX C/20 UN 38 62% 1 801008 AGULHA DESCARTAVEL 26X1/2 OU 13X4,5 UN 37 61% 1 813012 COMPRESSA DE GASE NU GAUSE 30120 UN 35 57% 2 814009 CATETER INTRAVENOSO 20G TIPO ABBOCATH UN 35 57% 1 823004 SERINGA DESCARTAVEL 10CC C/LUER LOK UN 35 57% 2 909003 TURBANTE DESCARTAVEL UN 35 57% 1 823003 SERINGA DESCARTAVEL 3CC C/LUER LOK UN 34 56% 2 703013 FIO MONONYLON 5-0 (14501-T) ENV 28 46% 1 806005 ATADURA DE CREPE 15CM PC 28 46% 4 820005 MALHA TUBULAR 15CM ORTOFEM CM 28 46% 2 906006 LUVA CIRURGICA DESCARTAVEL N. 7,0 UN 24 39% 1 7201103 KIT P/ANESTESIA B.BRAUN (520083) UN 23 38% 1 817904 MICROPORE 25MM X 10M - MEDIO (20CM) CM 21 34% 36 906009 LUVA CIRURGICA DESCARTAVEL N.8,5 UN 19 31% 1 813005 COMPRESSA DE GASE 7,5X7,5 RAYTEC-PCT 20U UN 17 28% 1 814008 CATETER INTRAVENOSO 18G TIPO ABBOCATH UN 17 28% 1 823005 SERINGA DESCARTAVEL 20CC UN 17 28% 2 706005 FIO CATGUT SIMPLES 3-0 (CS103-T) ENV 16 26% 1 801030 INTRODUTOR P/AGULHA DE RAQUI 20G 1/4 PC 16 26% 1 802003 AIRSTRIP PEQUENO 12CM X 8,25CM UN 16 26% 1 817902 ESPARADRAPO 20CM CM 16 26% 48 7201065 PREPTIC KIT SHAVE PREP PAR RECORDER 1425 UN 15 25% 1 801031 AGULHA WITACRE NEEDLE 27 G X 3.5 PC 12 20% 1 817903 MICROPORE 12MM X 10M - PEQUENO (20CM) CM 11 18% 62 845060 FLEBO EXTRATOR DESC.CODMAN PC 11 18% 1 902003 BISTURI DESC.N-15 FEATHER/STYLLE UN 11 18% 1 706004 FIO CATGUT SIMPLES 2-0 (CS104-T) ENV 10 16% 2 702019 FIO MERSILENE VERDE 3-0 (SMV73-T) ENV 9 15% 1 906005 LUVA CIRURGICA DESCARTAVEL N-8,0 J & J UN 9 15% 2 801003 AGULHA DESCARTAVEL 30X09 OU 20G 1 1/4 UN 8 13% 1 813014 COMPRESSA CIRURGICA GD. 45X45 CM PCT 8 13% 3
  • 38. 38 801006 AGULHA DESCARTAVEL 25 X 8 PC. 6 10% 1 817905 MICROPORE 50MM X 10M - GRANDE (20CM) CM 6 10% 37 845032 TORNEIRA PLASTICA 3 VIAS C/CONECCAO UN 6 10% 1 706017 FIO CATGUT SIMPLES 0 (CS105-T) ENV 5 8% 1 801026 AGULHA PERICAN G 18 1,3 X 80 MM UN 5 8% 1 817003 MICROPORE PEQUENO 12 X 10CM CX.C/24 RL 5 8% 2 7201104 BANDEJA PERIDURAL CONTINUA 405712 TRY 4 PC 5 8% 1 814010 CATETER INTRAVENOSO 22G TIPO ABBOCATH UN 4 7% 1 906003 LUVA DESC. JOHNSON 7.0 PAR 4 7% 2 701004 FIO CATGUT CROMADO 1 (CC126-T) ENV 3 5% 1 703008 FIO MONONYLON 4-0 (1129-T) ENV 3 5% 1 707015 FIO MONONYLON 5-0 (P1661-T) ENV 3 5% 1 801027 AGULHA WITACRE NEEDLE 25 G X 3,5 PC 3 5% 1 814007 CATETER INTRAVENOSO 16G TIPO ABBOCATH UN 3 5% 2 814015 KIT PERIDURAL PERIFIX 300 BASICA SET. UN 3 5% 1 818023 CONEXAO 2 VIAS POLIFIX UN 3 5% 1 906023 LUVA CIRURGICA DESCARTAVEL N.7,5 J & J UN 3 5% 1 910006 PROTOXIDO DE AZOTO POR HORA 3 5% 3 704011 FIO CATGUT SIMPLES 3-0 (G318-T) ENV 2 3% 1 706030 FIO POLYCOT AZUL 3-0 (SPA43-T) ENV 2 3% 1 707020 FIO MONOCRYL 5-0 (Y844-G) ENV 2 3% 1 802015 TEGADERM PEQUENO - 1625 UN 2 3% 2 803006 ATADURA DE ALGODAO ORTOP.20CM UN 2 3% 4 817906 TRANSPORE / DERMICEL CM 2 3% 50 818026 TAMPA DE POLIFIX PC. 2 3% 1 820006 MALHA TUBULAR 20CM ORTOFEM CM 2 3% 1 829003 TUBO EXTENSOR CONEXAO ROTAT.1,20CM212010 UN 2 3% 2 832902 ETER SULFURICO CC 2 3% 13 906034 LUVA DESCARTAVEL JOHNSON 6.0 PC 2 3% 1 1101016 GILLETE LAMINA UN 2 3% 1 7201134 FILTRO UMIDIFICADOR PC 2 3% 2 7201136 MANTA ADULTO SUPERIOR CARDRAPE PC 2 3% 1 702006 KIT FIO CATGUT SIMPLES 0 (KO105-G) ENV 1 2% 1 703011 FIO MONONYLON 4-0 (3-129-T) ENV 1 2% 1 703012 FIO MONONYLON 5-0 (13501-T) ENV 1 2% 1 703015 FIO MONONYLON 6-0 (13500-T) ENV 1 2% 1 704016 FIO POLY VICRYL 3-0 (J322-H) ENV 1 2% 2 704032 FIO POLYCOT AZUL 3-0 (PA423-T) ENV 1 2% 1 705014 FIO PROLENE AZUL 7-0 (M8304-T) ENV 1 2% 1 706010 FIO MERSILENE VERDE 2-0 (SMV74-T) ENV 1 2% 2 707014 FIO MONONYLON 6-0 (P1660-T) ENV 1 2% 1 707016 FIO MONONYLON 3-0 (P1663-T) ENV 1 2% 1 707017 FIO MONONYLON 5-0 (P1666-T) ENV 1 2% 2
  • 39. 39 802030 STERI-STRIP REF 1547 PC 1 2% 8 814021 CATETER P/OXIGENIO OCULOS UN 1 2% 1 818015 EQUIPO MICRO GOTAS S/BURETA UN 1 2% 1 821003 ELETRODO INFANTIL UN 1 2% 2 821008 LAMINA DE TRICOTOMIZADOR 3M" " PC 1 2% 1 823001 SERINGA DE INSULINA C/AGULHA 100 UD. UN 1 2% 1 825012 SONDA ENDOTRAQUEAL N.7,0 C/CUFF PC 1 2% 1 826004 SONDA ASPIRACAO SPYRA N 12 PC 1 2% 1 826005 SONDA ASPIRACAO SPYRA N 14 PC 1 2% 2 829001 TUBO EXTENSOR C/CONEC.ROTA 20CMS-202012 UN 1 2% 2 829005 EXTENSOR ESPECIAL P/BOMBAS SAMTRONIC PC 1 2% 1 902004 BISTURI DESC.N-22 FEATHER/STYLLE UN 1 2% 1 902005 BISTURI DESC.N-24 FEATHER/STYLLE UN 1 2% 1 904012 TIP CLEANER 2396-5 UN 1 2% 1 1446012 CAPA PARA MICROCAMERA PC 1 2% 1 7201066 PLACA VALLEY L ADULTO POLYH II COD E7507 UN 1 2% 1 EXAMES 2804041-4 HEMATOCRITO,DETERMINACAO DO UN 1 2% 1 2804042-2 HEMOGLOBINA,DOSAGEM DE UN 1 2% 1
  • 40. 40 PARTICIP. CUSTO NO PRO- CUSTO TOTAL CESSO UNT. DO % R$ PROCEDIMENTO NORMAL 35% DESC DIÁRIAS 1005 APARTAMENTO A DIA 100% 1 496,40 504,84 328,15 496,40 504,84 328,15 CENTRO CIRÚRGICO 2003 SALA DE CIRURGIA (PORTE MÉDIO) HORA 100% 2 269,36 382,3 248,50 538,72 764,60 496,99 2011 RECUPERAÇÃO PÓS ANESTÉSICA** USO 100% 1 0,00 159,89 103,93 0,00 159,89 103,93 APARELHOS E EQUIPAMENTOS INCLUSO NO PCT. DA ANESTESIA SERVIÇOS DE ENFERMAGEM 2136 TRICOTOMIA* EVTº 25% 1 0,00 22,66 14,73 0,00 5,67 3,68 2105 CURATIVO PEQUENO* EVTº 25% 1 0,00 39,25 25,51 0,00 9,81 6,38 MEDICAMENTOS 662002 SORO FISIOLÓGICO 500 ML BAXTER - QUARTOFRS 30% 3 1,23 6,34 4,12 1,11 5,71 3,71 625026 TILATIL INJ. 20 MG. / TRAMAL 100 MG INJ.AMP. 10% 2 2,91 5,92 3,85 0,58 1,18 0,77 628030 PVPI TÓPICO / CHLOHEXIDINA FRS 100% 1 1,37 2,42 1,57 1,37 2,42 1,57 628029 VASELINA LÍQUIDA ALMOTOLIA 100 ML. ALM. 40% 3 1,16 1,85 1,20 1,39 2,22 1,44 MATERIAIS 801005 AGULHA 30X 7 PC 40% 4 0,03 0,23 0,15 0,05 0,37 0,24 6907021 ESCOVA COM CHLOREXIDINE / PVPI PC 100% 3 2,37 3,39 2,20 7,11 10,17 6,61 7201065 PREPTIC KIT SHAVE ( P/ TRICOTOMIA ) PC 25% 1 7,08 21,24 13,81 1,77 5,31 3,45 823004 SERINGA 10 ML PC 30% 2 0,17 0,27 0,18 0,10 0,16 0,11 823005 SERINGA 20 ML PC 10% 2 0,28 1,18 0,77 0,06 0,24 0,15 ANEXO RAQUE UND 60% 1 74,35 591,09 384,21 44,61 354,65 230,53 ANEXO PERIDURAL UND 40% 1 118,75 678,62 441,10 47,50 271,45 176,44 CONDUTA ANESTÉSICA PARTICULAR PREÇO TOTAL DO PROCEDIMENTO TOTAL DO PROCEDIMENTO CÓDIGO DESCRIÇÃO UNID. QTDE NORMAL 35% DESC PREÇO UNITARIO PARTICULAR 1.345,96 2.427,45 1.577,84
  • 41. 41 OBRIGADO Sérgio Lopez Bento Superintendente de Controladoria e Finanças Hospital Samaritano – São Paulo Fone: 3821 – 5748 e-mail: sergio.bento@samaritano.com.br