Divulgação última curso craniana

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Especializa-se no tratamento do crânio e de todas as disfunções com ele relacionadas.

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Divulgação última curso craniana

  1. 1. AVALIAÇÃO E TRATAMENTO CRÂNIOFASCIAL O CURSO QUE PRECISA CONHECER! Nuno Matos nunomatos@gtmmi.pt
  2. 2. O CURSO QUE PRECISA CONHECER! • O crânio é a uma complexa estrutura osteomembranosa que funciona como cavidade posterior, para o alojamento da massa encefálica e de estruturas com ela relacionadas. • Neste curso, utilizamos uma metodologia baseada em técnicas que influenciam os ossos, suturas, membranas e nervos cranianos. Formador: Nuno Miguel Matos
  3. 3. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS • Osteologia crâniofacial • Artrologia crâniofacial • Meninges cranianas e raquidianas • Angiologia crâniofacial • Imagiologia crâniofacial • Miologia crâniofacial • Ventrículos cerebrais e LCR • Neuroanatomia • Crâniometrias
  4. 4. TÉCNICAS NÍVEL I - Palpação quadrantes - Palpação fossas - Frontal lift - Parietal lift - Circundução temporal - Esfenóide lift - Descompressão maxilas - Ear pull - CV4 - Base OAA - Descompressão SEB - Mobilidade esfenóide - Descompressão ATM - Diafragma torácico - Diafragma respiratório - Diafragma pélvico - Libertação tubo dural - Pegas cranianas
  5. 5. TÉCNICAS NÍVEL II - Escuta ritmo - Desenclamento frontal - Desenclavamento parietais - Occipital lift - Temporal wooble - Still points - Arco zigomático - Libertação maxilares - Libertação zigomáticos - Diapasão nas suturas - Escalenos - ECOM - Libertação vómer - Descompressão vómer - Descompressão palatinos - Diafragma suprahioideu - Diafragma infragioideu - Base da boca - Base da língua - Freio da língua - Rocking tubo dural - Deslize tubo dural - Aponevrose bucinito- faríngea
  6. 6. TÉCNICAS NÍVEL III - Escuta fascial crânio - Pontos crâniométricos - Crâniossinostoses - Ponto cutâneo pescoço - Drenagem trompa Eust. - Bombeio trompa Eust. - Torção trompa Eust. - Artéria vertebral - Carótidas - Inespecífica col. cervical - Órgão vómeronasal - Fibras olfativas - Ramos cutâneo trigémeo - Nervo óptico - Gânglio de Gasser - Ramos trigémeo - Nervos palatinos - Nervo auricular - Nervo glossofaríngeo - Nervo laríngeo sup - Canal auditivo externo - Nervo glossofaríngeo
  7. 7. TÉCNICAS NÍVEL IV - Descompressão lacrimal - Abertura da órbita - Fechamento da órbita - Fissura orbital superior - Palpação seios perinasais - Bombeio seios perinaisais - Buraco rasgado posterior - Grande buraco occipital - Gânglio esfeno-palatino - Reflexos fotomotores - Fascial do olho - Bombeio do olho - Bombeio de Brooks - Drenagem ducto lacrimal - Gânglio ciliar - Father Tom - Drenagem vascular - Drenagem seios sagitais
  8. 8. TÉCNICAS NÍVEL V - Esferas do crânio - CV3 - CVL - Weber e Rinne - Dix e Hallpike - Manipulação Atlas - Manipulação Axis - SER - Inibição Músculos ATM - Côndilo anterior - Côndilo posterior - Mandibular - Hiperbolóide - Bombeio sacro - Funcional sacro - Manipulação TDD - Manipulação TII
  9. 9. OSTEOLOGIA DA CABEÇA
  10. 10. OSTEOLOGIA DA CABEÇA • A cabeça é constituida por duas partes distintas: o crânio e a face. • Do ponto de vista da osteologia é constituida por 22 ossos. A classificação destes mesmos ossos divide-se em chatos e irregulares. • Estão alojados os principais órgãos sensoriais e a massa encefálica que se encarrega de gerir a informação fornecida pelos nossos sentidos.
  11. 11. OSTEOLOGIA DA CABEÇA • Crânio (8 ossos): 2 temporais; 2 parietais; 1 frontal; 1 occipital, 1 esfenóide e 1 etmóide. • Face (14 ossos): 2 palatinos, 2 maxilas, 2 lacrimais, 2 nasais, 2 cornetos inferiores, 2 zigomáticos, 1 mandíbula e 1 vómer.
  12. 12. ESFENÓIDE • É o osso mais importante da cabeça, já que todos os ossos de crânio e grande parte do ossos da face se articulam com ele. • Osso ímpar, central do crânio e simétrico, que ocupa a porção anterior e mediana da base do crânio, pelo que é chamado de pedra angular. • Apresenta a forma de um morcego. É constituído por um corpo um par de grandes e pequenas asas e as apófises pterigóides.
  13. 13. OCCIPITAL • Osso que representa grande parte da base do crânio e face posterior do mesmo, sendo o osso que governa a esfera posterior do crânio. • À nascença o occipital está dividido em quatro porções, o que lhe cria uma predisposição para disfunções que normalmente se caracterizam por torção da escama e consequente desalinhamento dos côndilos, com deformação do grande buraco occipital.
  14. 14. COMPONENTES DO OCCIPITAL • O Occipital é composto por várias porções: - Uma escama - Duas massas laterais - Um corpo • Os bebés e as crianças têm mais ossos que os adultos e o crânio é um bom exemplo disso. À nascença a maioria dos ossos estão divididos em várias partes.
  15. 15. ORIFICIOS PLURINEUROVASCULARES IMPORTÂNCIA DO BURACO OCCIPITAL • Grande buraco occipital também conhecido como foramen magnum é o maior orificio craniano. Nele passam muitas estruturas nobres. • Para além de um paquete neurovascular constituido pelas veias e artérias vertebrais, artéria espinhal anterior e posterior, passam também o nervo espinhal acessório (XI par), nervo glossofaríngeo (IX par) bem como o bulbo raquidiano e a dura-máter. • Em partos com complicações e deformações cranianas este orificio tal como o buraco rasgado posterior (outro orficio plurineurovascular) podem comprometer as estruturas que neles passam.
  16. 16. CAVIDADE ORBICULAR • Esta cavidade é revestida pela camada parietal da dura- máter da fossa cerebral média e pelo prolongamento do periósteo dos ossos da face. • A órbita é outro importante orifício do crânio sendo constituído por sete ossos distintos. Aloja o globo ocular, os músculos oculomotores, II, III, IV e VI pares cranianos, e a glândula lacrimal. ORIFICIOS PLURINEUROVASCULARES
  17. 17. ARTROLOGIA DA CABEÇA • As articulações da cabeça têm caracateristicas muito distintas uma vez que na sua grande maioria são articulações fibrosas, que aderem por bordos e que se denominam de suturas. • As suturas apresentam tecido conjuntivo conjutamente com fibras nervosas como elementos de união e que fornecem estabilidade à cabeça, mas também permitem uma micromobilidade adaptativa dos ossos cranianos.
  18. 18. • Escamosas • Dentadas • Harmónicas • Articulações Fibrosas: SUTURAS CRANIANAS
  19. 19. Vista macroscópica Vista de microscópio óptico Vista de microscópio electrónico SUTURAS CRANIANAS
  20. 20. ARTICULAÇÃO TÊMPORO-MANDIBULAR • É a única articulação sinovial na face e crânio e na verdade é constituida por duas articulações sinoviais, compostas por um menisco que articula a mandibula com o osso temporal do crânio. • É a articulação mais utilizada no corpo humano, uma vez que faz parte do sistema estomatognático que é a unidade fundamental responsável por funções tão distintas como a fonação, a mastigação, a deglutição e a respiração.
  21. 21. ARTICULAÇÃO ESFENOBASILAR (SEB) • Articulação situada na base do crânio entre a apófise basilar do occipital e a face posterior do corpo do esfenóide. • Está intimamente ligada a várias regiões da massa encefálica, pela relação directa dos seus ossos com a dura- máter e suas expansões. • As lesões da SEB podem originar sintomatologia tão variada como transtornos oculares, problemas endócrinos, enxaquecas, depressões, problemas auditivos e cognitivos.
  22. 22. FONTANELAS • Nos recém-nascidos os ossos do crânio ainda estão em fase de formação pelo que existem espaços membranosos desprovidos de osso. • As fontanelas também se podem denominar de fontículos. • O fechamento das distintas fontanelas ocorre em tempos diferentes.
  23. 23. CÓRTEX CEREBRAL EVOLUÇÃO DO CÉREBRO
  24. 24. MODELO TRINITÁRIO EVOLUÇÃO DO CÉREBRO • Também conhecido como modelo Maclean, representa o desenvolvimento evolutivo do cérebro. • Nesta teoria o cérebro é dividido em três diferentes partes de acordo com a organização e o processamento da informação. • As três componentes ou camadas são: complexo R, sistema límbico e neocórtex.
  25. 25. MENINGES RAQUIDIANAS • A dura-máter forma um invólucro completo e que termina naquilo que se chama o saco dural e que se encontra ao nível de S2, apresentando uma continuidade com a dura- máter craniana.
  26. 26. BACIA • Quando temos bem presente a noção de continuidade fascial e da sua globalidade, facilmente percebemos que uma pequena lesão articular pode ter repercussões à distância. • Assim uma disfunção na bacia ou uma lesão no cóccix, pode ter importantes repercussões ao nível craniano e vice-versa.
  27. 27. EXPANSÕES DA DURA-MÁTER CRANIANA • A dura-máter craniana envia prolongamentos para as estruturas vásculo-nervosas, que entram ou saem do crânio, constituindo as bainhas durais. Esta superfície envia septos e tendas que dividem a cavidade craniana e consequentemente a massa encefálica e o cerebelo em vários compartimentos.
  28. 28. PARES CRANIANOS • Estes nervos passam através de orifícios existentes nos ossos das três fossas cranianas, existentes na base do crânio, para cumprir com as respectivas funções motoras e sensitivas.
  29. 29. PARES CRANIANOS • I par - Nervo olfactivo • II par - Nervo óptico • III par - Nervo motor ocular comum • IV par - Nervo patético ou troclear • V par - Nervo trigémeo ou mastigador • VI par - Nervo motor ocular externo • VII par - Nervo facial • VIII par - Nervo estato-acústico ou auditivo • IX par - Nervo glossofaríngeo • X par - Nervo vago ou pneumogástrico • XI par - Nervo espinhal ou acessório • XII par - Nervo grande hipoglosso
  30. 30. VENTRÍCULOS CEREBRAIS • São cavidades virtuais existentes no crânio, onde é produzido e drenado o liquido céfalo-raquidiano (LCR) que vai nutrir e hidratar todo o sistema nervoso central.
  31. 31. VASCULARIZAÇÃO DO CÉREBRO • A vascularização da região crâniofacial e segmento cervical são asseguradas, do ponto de vista arterial, pelas artérias vertebrais e pelas carótidas que se dividem em internas e externas.
  32. 32. ARTÉRIA VERTEBRAL • O compromisso da artéria vertebral pode ter várias origens, mas as mais comuns são as osteofitoses e as calcificações. • Artéria da região da junção crânio-cervical, que irrompe o ligamento occipito-atloideu. • Pela sua localização e angulação que assume ao passar no atlas é muitas vezes acometida e responsável por sintomatologia como tonturas, cefaleias, enjoos.
  33. 33. PORQUÊ A AVALIAÇÃO E TRATAMENTO CRÂNIO-FASCIAL • Cavidade anatómica constituída por 22 ossos • 24 nervos cranianos • Alojamento do cérebro, cerebelo e tronco cerebral • Alojamento dos órgãos dos sentidos • União osteomembranosa com o sacro • Grande quantidade de tecido fascial • Complexo sistema neurovascular • Sede da glândula endócrina maestra
  34. 34. TRABALHAR COM NICHOS DE MERCADO • Enxaquecas e cefaleias • Grupo das “ites” • Roncopatias e apneia do sono • Estrabismos e forias • Problemas vestibulares e equilíbrio • Problemas orofaríngeos • Epilepsias e acidentes vasculares • Disfunções da ATM • e muito, muito mais…
  35. 35. TESTEMUNHOS Meu nome é Manuela Bontempo, acabei o curso de Fisioterapia em 1980 na Escola Superior de Saúde de Alcoitão. Quando em 2011 observei pela primeira vez uma abordagem de crânio pelo Dr. Nuno Matos fiquei fascinada, pela subtileza do toque e sobretudo pela eficácia da técnica no momento da aplicação. Quando passados poucos meses, iniciei esta aventura, foi como entrar num mundo novo, onde alguns conceitos se desmoronaram e se abriram novas perspectivas, novas formas de olhar e de agir. Sentir o poder e as alterações que, o toque subtil das técnicas cranianas têm, mostra-nos uma perspectiva tão elevada e ampla que modifica a nossa forma de ser e de estar como fisioterapeutas. Cada vez que avanço de nível, é sempre um novo desafio, uma solidificação dos conhecimentos adquiridos, um ganho de confiança e novas aprendizagens que me levam para um plano de acção totalmente inovador, seguro e eficaz. Este curso alterou completamente a minha abordagem em todos os actos clínicos e deu-me uma nova forma se Ser Fisioterapeuta. Manuela Bontempo Gabinete de Fisioterapia Manuela Bontempo Aveiro
  36. 36. TESTEMUNHOS A primeira vez que contactei com a abordagem craniana foi em 2011. Nessa altura queria fazer formação e na pesquisa encontrei este curso e claro que fiquei intrigada com o que podia obter da avaliação e tratamento do crânio, uma vez que na minha formação académica de Fisioterapia nunca tal foi sequer falado. Fiquei fascinada com os conteúdos e com os resultados sentidos na primeira pessoa. Desde então mudei o meu raciocínio e considero a terapia sacro-craniana imprescindível na minha prática clínica. É uma ferramenta de enorme utilidade e que permite uma abordagem ampla e eficaz em diversas patologias como enxaquecas, cefaleias, otites, AVC, disfunções da ATM, tonturas, entre outras. Além disso é óptimo para nos dar o feedback da nossa prática clínica, aumentar muito a nossa sensibilidade e pode ser usada em qualquer faixa etária. É fundamental na minha prática clínica e da qual não abdico. Recomendo! Mariana Figueira Gabinete de Terapias Manuais Cascais
  37. 37. TESTEMUNHOS Isa Dâmaso Gabinete de Fisioterapia Isa Dâmaso Terceira, Açores Fui mãe há um ano e meio. A minha filha teve de nascer com a ajuda de uma ventosa o que levou a alterações da esfera craniana e consequentemente a alterações do sistema digestivo, do padrão do sono e a baixos percentis de crescimento. Procurei ajuda com o Dr. Nuno Matos e fiquei impressionada como de um dia para o outro a minha filha passou a ser um bebé diferente. Foi então que tive o meu primeiro contacto com "o mundo da terapia sacro-craniana" e que decidi começar o curso de Avaliação e Tratamento do Crânio-Fascial.Tem sido uma viagem incrível, na qual percebi que existe um sistema holístico por explorar na licenciatura em fisioterapia, e que se interliga com a funcionalidade de todo o corpo humano. Neste momento, após ter completado o nível 3, posso aferir que o corpo de saberes leccionado nesta formação confere ao profissional um conjunto de ferramentas muito eficazes e com aplicação direta e imediata na prática clínica. Profissionalmente, para além de complementar os tratamentos da área músculo-esquelética, permitiu-me intervir em disfunções cranianas em bebés, e quando aplicadas as técnicas os resultados são fascinantes. É indubitavelmente uma viagem que depois de iniciada não tem retorno, que muda por completo a percepção profissional do sistema neuro-músculo-esquelético, e que amplia em grande escala o raciocínio clínico e os “skills” manuais.
  38. 38. TESTEMUNHOS Em 2011, quando o meu filho tinha 2 anos, apresentou uma alteração na marcha em que o pé fazia inversão mas em posição estática não havia alteração, chegando muitas vezes a tropeçar. Não identificando alterações a nível do membro inferior decidi, numa ida a Lisboa, levá-lo ao Dr. Nuno Matos. Após uma avaliação perguntou se alguma vez tinha tido uma queda com traumatismo no crânio. Fez-se luz! Realmente esta alteração na marcha tinha se desenvolvido pouco tempo depois de um TCE (queda do berço). Em apenas duas, sim duas sessões, o problema ficou resolvido com tratamento crânio-fascial. Foi a partir daí que decidi “eu também quero aprender a fazer isto”. O primeiro nível, realizado aqui na Madeira, foi realmente uma montanha de informação, tudo parecia muito complexo mas ao continuar o estudo começamos a introduzir estes conceitos e na prática verificam-se resultados “na hora sem demora”. Os pacientes, no início reticentes, sentem diferenças significativas e no meu local de trabalho devido ao tempo para cada utente (15 minutos) por vezes optam apenas pelas técnicas de crânio- fasciais em vez do tratamento convencional. Com o primeiro nível ficou o “bichinho” da craniana que me fez atravessar o oceano para dar continuidade à formação. Os conhecimentos que adquirimos, quando aplicados dão resultados e aí colhemos os frutos. Já consegui ter casos de melhoria do sono, diminuição de enxaquecas, melhoria de problemas de ATM, aumento de mobilidade cervical, libertações emocionais, etc. É muito gratificante! Nesta jornada sou sempre acompanhada de duas amigas e colegas de trabalho a Catarina Almada e Filipa Sousa. Tiramos dúvidas, trabalhamos em equipa e crescemos juntas. Esta a bordagem mudou o meu mundo profissional, melhorou a minha intervenção Aconselho todos a deixarem nascer e crescer este “bichinho” da craniana. Garanto que vale muito a pena! Sandra Bettencourt dos Reis Santa Casa Misericórdia Machico Funchal, Madeira
  39. 39. OBRIGADO PELO SEU INTERESSE! “No meio da dificuldade vive a oportunidade.” Albert Einstein

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