Geologia 10 métodos para o estudo do interior da geosfera

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Geologia 10 métodos para o estudo do interior da geosfera

  1. 1. Biologia e GeologiaMétodos para o estudo do interior da Geosfera
  2. 2. 2 Os geólogos usam diversosinstrumentos e recolhem informações nos mais variados pontos do globo. Nuno Correia 2011/12
  3. 3. 3O contexto geológico dos Açores é muito específico Nuno Correia 2011/12
  4. 4. 4 Observação eestudo direto da Magmas esuperfície visível xenólitos Métodos diretos Exploração de Sondagensjazidas minerais e escavações Nuno Correia 2011/12
  5. 5. 5Estudo direto da superfície visívelMuitas rochas encontram-se num ambiente diferente daquele em que se formaram. Nuno Correia 2011/12
  6. 6. 6 Nuno Correia 2011/12
  7. 7. 7Mont Chenaillet - França Nuno Correia 2011/12
  8. 8. 8 Nuno Correia 2011/12
  9. 9. 9 DescontinuidadeCrosta de Moho Manto Macedo de Cavaleiros Foto cedida por Ana Lereno Nuno Correia 10/11
  10. 10. CrostaPeridotito Manto
  11. 11. 11Magmas e Xenólitos Nuno Correia 2011/12
  12. 12. 12 Nuno Correia 2011/12
  13. 13. 13Sondagens Nuno Correia 2011/12
  14. 14. 14 Nuno Correia 2011/12
  15. 15. 15 Nuno Correia 2011/12
  16. 16. 16 Nuno Correia 2011/12
  17. 17. 17Exploração de Jazidas Minerais Nuno Correia 10/11
  18. 18. 18 Nuno Correia 2011/12
  19. 19. 19Sismologia Nuno Correia 2011/12
  20. 20. 20 Nuno Correia 2011/12
  21. 21. 21Gravimetria Nuno Correia 2011/12
  22. 22. 22 GravimetriaConvencionou-se que o nível médio das águas do mar possui uma força gravítica igual a zero  F = 0  Acima de zero – anomalia positiva  Abaixo de zero – anomalia negativa Nuno Correia 2011/12
  23. 23. 23 Nuno Correia 2011/12
  24. 24. 24 Nuno Correia 2011/12
  25. 25. 25 Nuno Correia 2011/12
  26. 26. 26 Nuno Correia 2011/12
  27. 27. 27 Nuno Correia 2011/12
  28. 28. 28 Nuno Correia 2011/12
  29. 29. 29 Nuno Correia 2011/12
  30. 30. 30 Nuno Correia 2011/12
  31. 31. 31 Nuno Correia 2011/12
  32. 32. 32Desenhar um gráfico de gravimetria Nuno Correia 2011/12
  33. 33. 33 Desenhar um gráfico de gravimetria Nuno Correia 2011/12
  34. 34. 34 Nuno Correia 2011/12
  35. 35. 35 Nuno Correia 2011/12
  36. 36. 36 Nuno Correia 2011/12
  37. 37. 37 Nuno Correia 2011/12
  38. 38. 38 Nuno Correia 2011/12
  39. 39. 39 Nuno Correia 2011/12
  40. 40. 40 Nuno Correia 2011/12
  41. 41. 41Densidade Nuno Correia 2011/12
  42. 42. 42 Nuno Correia 2011/12
  43. 43. 43Paleomagnetismo Nuno Correia 2011/12
  44. 44. 44 Nuno Correia 2011/12
  45. 45. 45 Nuno Correia 2011/12
  46. 46. 46 Nuno Correia 2011/12
  47. 47. 47 Nuno Correia 2011/12
  48. 48. 48 Nuno Correia 2011/12
  49. 49. 49 Nuno Correia 2011/12
  50. 50. 50 Nuno Correia 2011/12
  51. 51. 51A determinação da idade das rochas em paralelo com a orientaçãomagnética permitiu aos geólogos estudar as variações do campomagnético terrestre ao longo do tempo. Nuno Correia 2011/12
  52. 52. 52A descoberta de rochas magnetizadas com cerca de 3,5 mil milhões de anos,permitiu concluir que o núcleo externo líquido, rico em ferro, já se encontrariaformado nesta altura. Nuno Correia 2011/12
  53. 53. 53Mas os estudos do paleomagnetismo também possibilitaram estudar aevolução dos fundos oceânicos e inferir acerca do dinamismo da crustae do manto superior. Estes estudos permitiram verificar que existe umpadrão regular nas anomalias magnéticas nos fundos oceânicos.Comprovam a ocorrência de um mecanismo de formação de placaoceânica a partir de um eixo central correspondente à dorsal médio--oceânica . Nuno Correia 2011/12
  54. 54. 54 Nuno Correia 2011/12
  55. 55. 55Embora o campo magnético terrestre seja imperceptível para os sereshumanos, ele é extremamente importante para o planeta, protegendo-ode radiações ionizantes e de ventos solares, que contêm partículasperigosas para os seres vivos e que afectam o funcionamento desatélites e aparelhos de comunicação. Nuno Correia 2011/12
  56. 56. 56Astrogeologia e Planetologia Nuno Correia 2011/12
  57. 57. 57 Nuno Correia 2011/12
  58. 58. 58Geotermia Nuno Correia 2011/12
  59. 59. 59 Nuno Correia 2011/12
  60. 60. 60 Nuno Correia 2011/12
  61. 61. 61 Nuno Correia 2011/12
  62. 62. 62 Nuno Correia 2011/12
  63. 63. 63Os gráficos A e B da figura são relativos àvariação do fluxo térmico em zonasdistintas.Em A estão registados os valores do fluxotérmico (valores médios) em cinco zonas dooceano Pacífico, em B valores do fluxotérmico (valores médios) em seis zonasseleccionadas no meio continental.1. O fluxo térmico corresponde:A. à quantificação das variações da temperatura com a profundidade.B. ao aumento da temperatura por quilómetro de profundidade.C. ao número de metros que é necessário aprofundar na crosta para que a temperatura aumente 1 °C.D. à quantidade de energia térmica libertada pela Terra por unidade de tempo e por unidade de superfície. (Seleccione a opção correcta.) Nuno Correia 2011/12
  64. 64. 64Classifique as afirmações de A a F emverdadeiras (V) ou falsas (F), de acordo comos dados.A. O fluxo térmico atinge valores mais elevados nas zonas continentais seleccionadas do que ao nível do oceano Pacífico.B. No oceano Pacífico o fluxo térmico é maior junto ao eixo da dorsal.C. O fluxo térmico é menor ao nível de rochas mais antigas.D. Próximo do eixo dorsal o fluxo térmico no oceano Pacífico pode atingir valores próximos de 230 m.W. m-2.E. Ao nível do oceano o fluxo térmico diminui com a distância ao eixo da dorsal. F - Nas zonas jovens do.continente o fluxo térmico é superior a 80 mW.m-2. Nuno Correia 2011/12
  65. 65. 65 Nuno Correia 2011/12
  66. 66. 66 Nuno Correia 2011/12
  67. 67. 67Calor Convecção Condução Nuno Correia 2011/12
  68. 68. 68 Condução Convecção Nuno Correia 2011/12
  69. 69. 69 Nuno Correia 2011/12
  70. 70. 70 Nuno Correia 2011/12

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