SlideShare uma empresa Scribd logo
ESTAMOS PREPARADOS E TEMOS
VONTADE. SOMOS A SOLUÇÃO
PARA UMA MUDANÇA TRANQUILA
E COMPETENTE.''
''
Helder Esménio, candidato à presidência da Câmara Municipal,
dirigindo-se aos presentes – meio milhar - no jantar de apresentação
dos candidatos PS
Nº 2 | Setembro 2013 | Distribuição gratuita | Candidatura PS às Autárquicas/2013
CONHEÇA TODAS AS
EQUIPAS E O RUMO
QUE QUEREMOS PER-
CORRER NOS PRÓXI-
MOS ANOS
"É fundamental uma equipa
queliderecomumaestratégia
integrada de desenvolvi-
mentoquenãodeixeninguém
para trás"
"Vamos criar um Centro Incu-
badorparaapoiaradministra-
tiva, financeira e legalmente
a constituição de empresas, o
empreendedorismo e o mer-
cado de trabalho"
2
O concelho de Salvaterra de
Magos pode melhorar
Não é possível, não é sério, prometer tudo a todos, muito
menos o será nas circunstâncias em que o País se encon-
tra e quando já se sabe que depois das eleições de 29 de
Setembro serão ainda mais reduzidas as transferências
de verbas para as autarquias, o que vai originar a perda
de mais um pedaço da já debilitada capacidade de investi-
mento que elas hoje possuem.
A esta dificuldade acresce o facto de no próximo quadro de
apoio comunitário, a que os Municípios acederão, serem
menores as disponibilidades financeiras e ainda não serem
do domínio público os eixos de acção prioritária que benefi-
ciarão desta ajuda da União Europeia.
Do lado dos problemas estão ainda o último lugar distrital
em que o nosso concelho foi colocado – desceu 150
posições em meia dúzia de anos – quer no que diz respeito
aos números do desemprego, como no que se refere ao
desenvolvimento económico e social e à qualidade de vida
que oferece à sua população (estamos em 262º lugar entre
308 municípios).
É por isso fundamental que uma próxima equipa que lidere
a(s) nossa(s) autarquia(s) decida cuidar melhor do dia-a-
dia das pessoas, esteja sempre disponível para atender
e escutar os munícipes, os empresários e as associações
e queira fazer acontecer de acordo com uma estratégia
integrada de desenvolvimento que não deixe ninguém para
trás e que identifique o caminho a percorrer. Andaremos
mais rápido ou mais devagar consoante os financiamentos
que se conseguirem!
O concelho de Salvaterra de Magos é herdeiro das suas
características, dos seus usos e costumes ancestrais –
terrenos férteis, gente que os sabe trabalhar e o Rio Tejo.
Mas também é verdade que nas últimas duas décadas,
inicialmente por falta de acessos rodoviários adequados,
mais tarde por apatia, inexistência de políticas activas e
atractivas de desenvolvimento e a ausência de quem foi
eleito para o governar, o nosso concelho não conseguiu,
ao contrário do que sucedeu aos que se situam na nossa
vizinhança, gerar as condições necessárias para fixar
empresas e criar empregos. Antes pelo contrário, a nossa
Câmara Municipal preferiu sempre aplicar às empresas e
ao investimento taxas municipais elevadas que desincenti-
varam alguns e “puniram” os outros.
Enquanto os números do desemprego estiverem tão
elevados e os problemas sociais se multiplicarem, vamos
ter como outro dos eixos de actuação o reforço da rede
social municipal, incentivando o voluntariado e enfatizando
a cooperação com as escolas e as instituições particulares
de solidariedade social.
O concelho, entretanto, passou a ser servido por excelentes
infraestruturas rodoviárias – ponte e viaduto de Benavente,
pontes Salgueiro Maia e da Lezíria e auto-estrada A13 –
sem que isso tivesse sido objecto de qualquer aproveita-
mento por parte das autoridades locais. Continuámos a
viver como se nada tivesse sido feito, enquanto os conce-
lhos vizinhos não desperdiçaram essa oportunidade, daí as
zonas industriais que em boa hora criaram e dinamizaram.
Esses tempos dificilmente se repetirão!... Vamos ter de
encontrar – se ainda formos a tempo - uma oportunidade
para corrigir esse erro e financiar a criação duma Área
Empresarial vocacionada para interagir com as actividades
económicas locais, as profissões tradicionais - ainda com
forte componente artesanal - e as empresas de base tec-
nológica que necessitassem de técnicos mais qualificados,
em regra os mais novos, o que evitaria a sua saída do
concelho e travaria o envelhecimento da nossa população
residente.
Para combater o abandono e a degradação de muitos
imóveis no centro das nossas vilas, em particular nas mais
antigas, vamos ter de corrigir o estado a que chegámos. A
aposta na reabilitação urbana é uma urgência pela neces-
sidade de preservar a nossa história, de gerar condições
condignas (higienizar, limpar, lavar, etc), de repovoar os
centros urbanos e com isso ajudar o comércio e os ser-
viços e criar, ainda, um nicho de mercado direcionado para
as empresas de construção civil que, nos últimos anos,
ficaram sem trabalho e arrastaram para o desemprego
e/ou para a emigração centenas de trabalhadores nos-
sos concidadãos. Tudo faremos para aderir à Sociedade
de Reabilitação Urbana criada no seio da Comunidade
Intermunicipal da Lezíria do Tejo, a que a nossa Câmara
teimosamente não se juntou, perdendo a oportunidade
de estar na linha da frente do esforço de elaboração de
projectos e candidaturas e de preparação/captação de
instrumentos administrativos e financeiros que facilitassem
e dinamizassem a regeneração urbana.
Uma estratégia de desenvolvimento para o concelho,
adaptada à realidade e aos problemas com que nos depa-
ramos, não pode deixar de ter em boa conta a Natureza
e o Meio Ambiente e a valorização do comércio e das
empresas locais, desenvolvendo iniciativas promocionais,
culturais, musicais e de animação que tragam pessoas às
nossas ruas e aos negócios. Estamos no tempo de con-
ceitos como: “Bio”, “Eco”, “Natura”, “Green”, “Ambiente”,
“Sustentabilidade”, “Tradicional”, entre muitos outros com
os quais talvez possamos promover eficazmente o con-
celho de Salvaterra de Magos e as suas freguesias, afir-
mando as nossas diferenças em relação a outros, eviden-
ciando a nossa identidade e o que nos torna únicos.
O futuro, a curto/médio prazo, passa pelo nosso património
natural – rio, floresta, campos agrícolas, pelo nosso pat-
rimónio histórico e cultural, os usos e os costumes das
nossas gentes, as tradições e as festas de Verão, a gastro-
nomia, a doçaria e o artesanato, as adegas, as coudelarias,
o touro e a Festa Brava, a Falcoaria e os Concheiros, mas
também pela forma como valorizamos e aproveitamos isso,
como cuidamos das nossas vilas e aldeias, da saúde e do
emprego das pessoas, como nos empenhamos na capta-
ção de empresas e de investimentos.
Chegámos ao final da 1ª década do século XXI na cauda
dos municípios portugueses. Só sairemos desta incómoda
posição se conseguirmos aproveitar o que temos, não
esquecendo que devemos tudo fazer para ter uma eco-
nomia “verde”, sustentável, até porque temos a obrigação
de passar o Planeta às gerações vindouras em condições
delas o habitarem.
Podem contar comigo e com a equipa que lidero para ten-
tarmos fazer mais e um pouco melhor.
Hélder Manuel Esménio
EDITORIAL
“É por isso fundamental que uma próxima
equipa que lidere a nossa autarquia (…)
queira fazer acontecer de acordo com
uma estratégia integrada de desenvolvi-
mento que não deixe ninguém para trás”
“Vamos ter de encontrar – se ainda for-
mos a tempo - uma oportunidade para
corrigir esse erro e financiar a criação
duma Área Empresarial (…)”
“A aposta na reabilitação urbana é
uma urgência, quer pela necessidade
de preservar a nossa história, de gerar
condições condignas, de repovoar os
centros urbanos e com isso ajudar o
comércio e os serviços e criar um nicho
de mercado direccionado para as empre-
sas de construção civil que, nos últimos
anos, ficaram sem trabalho e arrastaram
para o desemprego e/ou para a emigração
centenas de trabalhadores nossos conci-
dadãos.”
“Não é possível, não é sério, prometer
tudo a todos”
3
João Batista Oliveira
Empresário e Formador
Helder Manuel Esménio
Engenheiro Civil
Helena Maria das Neves
Empresária e Professora de Yoga
Paulo Jorge Cação
Téc. Administrativo
e de Recursos Humanos
Fernando Gonçalves
Adriano
Comerciante
Nélia da Graça Gaspar
Professora
João Manuel Simões
Professor
Mário Rui Nunes
Técnico de Informação
Maria João Gaspar
Psicóloga/Empresária
Pedro Miguel Ferreira
Técnico de Emprego
António Mendes Vieira
Chefe de Secretaria/
Mediador de Seguros
Carla Ferreira Cunha
Assistente Técnica
Leonel Filipe Fernandes
Fiel de Armazém
Filomena de Sousa Neiva
Professora
Câmara Municipal de Salvaterra de Magos
A EQUIPA
Mais do que prometer a realização desta
ou daquela obra, ainda mais quando
os dinheiros públicos são escassos e
vivemos tempos de crescentes dificul-
dades, uma candidatura autárquica que
queira ser levada a sério deve antes
definir um rumo, um caminho, objectivos a
atingir e as medidas que adoptará para lá
chegar. É o que faremos.
Não nos comprometemos a fazê-lo em 4,
8 ou 12 anos, pois o ritmo da “caminhada”
depende muito da evolução económica do
País, da dimensão das verbas oriundas da
União Europeia e até dos projectos que
“ela” virá a considerar prioritários.
Comprometemo-nos, isso sim, a trabalhar
em conjunto com as Juntas de Freguesia,
sem desfalecimentos - e sem ausências -
e temos a certeza que vamos fazer mais
e um pouco melhor, pois a situação a que
chegámos está longe de ser satisfatória.
Ocupamos o último lugar de toda a região
e estamos entre os 50 piores concelhos do
País nos principais indicadores económi-
cos. Temos a taxa de desemprego mais
elevada do distrito de Santarém e, ao
descer 150 lugares na última década,
fomos colocados no pior lugar distrital
quer na qualidade de vida da população,
como no desenvolvimento económico e
social. É pois imperioso que façamos
melhor!
UMA ESTRATÉGIA, UM CAMINHO
COMPROMETEMO-NOS, ISSO SIM,
A TRABALHAR EM CONJUNTO COM
AS JUNTAS DE FREGUESIA, SEM
DESFALECIMENTOS - E SEM AUSÊN-
CIAS - E TEMOS A CERTEZA QUE
VAMOS FAZER MAIS E UM POUCO
MELHOR, POIS A SITUAÇÃO A QUE
CHEGÁMOS ESTÁ LONGE DE SER
SATISFATÓRIA.
4
OBJECTIVO 1
Atingir uma taxa de desemprego e um desenvolvimento
semelhantes à média nacional
Medida 1 - Tornar mais barato criar postos de trabalho
- Vamos corrigir os Regulamentos Municipais feitos pelo
BE que penalizam o investimento, dificultam a criação de
empregos e originam a fuga dos jovens do concelho.
- Vamos baixar a derrama e as taxas administrativas cobradas
pela Câmara Municipal para incentivar a fixação de novas
empresas e ajudar as que já estão no território municipal.
- Com este mesmo propósito, e para obviar à morosidade da
justiça que penaliza tanto as pessoas e as empresas, vamos
estudar com os operadores judiciais a possibilidade de contri-
buirmos para a constituição dum Julgado de Paz (tribunal
extrajudicial) que sirva o nosso concelho.
- Se conseguirmos financiamento vamos pavimentar a rede
viária que serve a Área de Concentração Industrial de Pinhal
dos Mouros em Salvaterra de Magos, minimizando os custos
de produção e de transporte.
Medida2-CriarnovasÁreasIndustriaise/ouEmpresariais
- Vamos tentar corrigir o PDM e tentar financiar a construção
de uma nova Área Empresarial nos Foros de Salvaterra,
o mais próximo possível do nó da A13, tirando partido da
ligação rodoviária que aquela via assegura à rede viária fun-
damental A1 (para Norte), A2 (para Sul), A6 (para Espanha)
e A10 (para o Oeste). Melhoraremos a acessibilidade da
União de Freguesias Glória do Ribatejo/Granho àquele nó,
à desejada Área de Localização Empresarial e à Barragem
de Magos.
- Vamos, ainda, no âmbito desta medida, tentar dinamizar a
Zona Industrial de Vale de Lobos em Muge, procurando que
nela se possam fixar mais empresas e criar mais empregos.
Medida 3 - Divulgar e promover o concelho
- Vamos divulgar o concelho e as Áreas onde se localizam
indústrias (Vale de Lobos e Pinhal dos Mouros) e a que cria-
remos se vencermos as dificuldades burocráticas e as limi-
tações financeiras. Divulgaremos os incentivos municipais
que gerarmos (redução de taxas e impostos municipais) e,
em função dos postos de trabalho criados, colaboraremos na
requalificação profissional dos trabalhadores que venham a
ser admitidos para novos postos de trabalho e na efectivação
de estágios profissionais facilitadores da entrada dos jovens
na vida activa.
- Apoiaremos a divulgação a nível nacional das nossas
empresas ou dos produtos a comercializar.
- Vamos criar um Gabinete de Atendimento aos empresários
e a todos os interessados, pondo fim às dificuldades que hoje
uns e outros sentem e vamos, com a ajuda das associações
empresariais, criar um portal de apoio ao investidor e/ou ao
empreendedor local.
- Vamos encetar todos os esforços para dar a conhecer
o concelho e o seu potencial humano, organizando jorna-
das, reuniões e conferencias e participando em certames
organizados pelas associações empresariais, AIP, AEP,
NERSANT, CIP e pelos organismos estatais responsáveis
pelo investimento, AICEP.
Medida 4 - Direccionar os investimentos em obras
municipais para a promoção do emprego.
- Vamos convidar (e ajudar) as empresas com sede ou activi-
dade significativa no território municipal, pois estas empre-
gam preferencialmente trabalhadores do concelho, a concor-
rerem a fornecimentos e à realização das obras da Câmara
Municipal. Tentaremos deste modo salvar e recuperar alguns
dos postos de trabalho perdidos por força da apatia da
gestão camarária e da crise dos últimos anos. O sucesso
desta aposta nas empresas do concelho e a confiança no
trabalho daqueles empresários gerará novos empregos,
aumentará a riqueza local e incrementará o comércio e os
serviços no concelho de Salvaterra de Magos.
Medida 5 - Planeamento e gestão urbanística
- Vamos tentar colocar o planeamento e a gestão urbanísti-
cas ao serviço das populações e não da burocracia. Vamos
cumprir o que outros prometeram durante anos a fio e não
souberam fazer. Vamos finalmente alterar (e rever) o Plano
Director Municipal, que já há tempo demais estrangula
empresas, castiga cidadãos e condiciona o desenvolvimento.
- Se (ou quando) as circunstâncias o exigirem realizaremos
um estudo de avaliação dos impactos que o novo aeroporto
de Lisboa pode induzir no concelho.
Medida 6 - Centro Incubador de Empresas
- Vamos criar num dos espaços municipais um Centro
Incubador de Empresas que articulará toda a actividade
municipal na promoção do emprego e no desenvolvimento
económico sustentado.
Este Centro Incubador apoiará administrativa, financeira ou
legalmente a constituição de empresas, o empreendedoris-
mo e o mercado de trabalho local, em parceria com o IEFP,
as Associações sectoriais empresariais e os Sindicatos.
Este Centro Incubador terá um espaço de Exposição e
Divulgação das actividades económicas concelhias, incluindo
o artesanato.
Este Centro terá gabinetes de trabalho para as empresas
recém constituídas que aqui poderão ter o seu primeiro
escritório, sem arrendamentos, ajudando-as durante alguns
anos. Este Centro Incubador terá ainda acesso a espaços
de reunião e de formação profissional, facultando também
apoio administrativo e de secretariado comum às empresas,
baixando os seus custos de gestão.
O Centro Incubador, numa segunda fase, alargará a sua
actividade à inovação tecnológica, conseguindo e conce-
dendo apoios para bolsas de investigação em escolas de
reconhecido mérito.
O Centro Incubador não deixará, no âmbito das suas
actividades regulares, de dar assistência técnica à Câmara
Municipal na aposta que temos de fazer nas energias
renováveis.
OBJECTIVO 2
Contribuir para a redução do abandono precoce da escola
e melhoria dos resultados escolares, pois o nosso futuro
colectivo é alcançado pela adição do(s) sucesso(s) de cada
um de nós.
Medida 1 - Investir em instalações escolares
- Vamos tentar encontrar forma de financiar a construção do
Centro Escolar dos Foros de Salvaterra e Várzea Fresca.
- Vamos reavaliar a Carta Educativa do concelho, valorizar
o funcionamento do Conselho Municipal de Educação e
ponderar assegurar às crianças das freguesias que não
terão centro escolar que as suas escolas (e jardins-de-
infância) serão requalificadas e modernizadas, dotando-as
de infraestruturas tecnológicas.
Com esta medida procuramos garantir o desenvolvimento
harmonioso do concelho, evitando que haja crianças que
não tenham acesso a estabelecimentos de ensino modernos
e bem equipados, facilitadores da aprendizagem e indutores
de motivação.
Reduzir o abandono precoce da escola e o insucesso escolar
- Tornar apelativos os espaços escolares municipais é a
primeira das formas de evitar o abandono da escola antes de
concluído o ensino secundário. Promover o sucesso escolar
é talvez a mais eficaz maneira de assegurar a continuidade
dos estudos dos nossos filhos, fazendo com que fiquem
melhor preparados para os desafios que se lhes colocarão.
Vamos, com a ajuda dos pais e encarregados de educação
e com o apoio dos professores e Agrupamentos de Escolas,
empenhar-nos na valorização da aprendizagem, mas tam-
bém na preparação das crianças e jovens para serem
cidadãos.
- Vamos criar em todas as freguesias, com o apoio das
Juntas de Freguesia, dos Agrupamentos de Escolas e dos
pólos da biblioteca municipal um serviço de catalogação e
recolha de livros e material escolar usado, que possam entrar
numa bolsa de empréstimo às crianças mais necessitadas.
- Vamos ajudar ainda os jovens carenciados, na aquisição de
livros e de material escolar sempre que estes não estejam
disponíveis naquela bolsa, pois não podemos aceitar
que o abandono da escola seja justificado por razões
económicas do agregado familiar.
- Vamos atribuir bolsas de estudo aos jovens que
prossigam os seus estudos no ensino superior, tendo
por base o rendimento familiar e o sucesso escolar,
ajudando-os nas propinas e/ou nas despesas com
alimentação, alojamento e transportes.
- Vamos, em colaboração com os Agrupamentos de
Escolas e o Ensino Especial, desenvolver um projecto
municipal de apoio psicológico, emocional, cognitivo
e pedagógico às crianças que contribua para a pro-
moção do seu sucesso escolar e a profilaxia de qua-
dros clínicos de maior complexidade.
Medida 3 – Combater o analfabetismo, regressar à
escola
- Vamos promover em colaboração com os estabeleci-
mentos de ensino situados na área do concelho acções
de alfabetização da população.
- Vamos motivar a população activa a enveredar por
acções que visem o aumento da escolaridade, facili-
tando-lhes a empregabilidade e o sucesso profissional.
OBJECTIVO 3
Conceber um projecto e uma programação cultural,
incentivar a prática desportiva
Medida 1 – Elaborar um Projecto Cultural
- Vamos estruturar um projecto cultural para o concelho
de Salvaterra de Magos que assentará na dinamização
e apoio às actividades locais de artesanato, música,
dança, pintura, fotografia, teatro, escultura, jornalismo,
etc e na divulgação dos artistas e das suas actividades/
obras pelo concelho, pelo distrito e pelo País.
- Vamos tentar reunir os apoios necessários para avan-
çar com a organização duma Bienal de Arte e Cultura.
Complementando este evento, ou incorporando-o,
vamos procurar levar por diante um Festival de Arte
Sacra (e artesanato) onde não faltarão exposições de
escultura e pintura, joalharia e vestes, assim como con-
certos de música de câmara nas igrejas das povoações
do concelho. Acreditamos que vamos ainda conseguir
levar a cabo um Festival de Teatro Experimental, uma
semana de teatro e arte performativa com acções de
rua e que culminaria com apresentações públicas de
teatro local.
Medida 2 – Instalações ou equipamentos culturais
- Vamos revitalizar os espaços existentes (Celeiro da
Vala e auditórios da Capela Real em Salvaterra de
Magos e da Casa do Povo em Muge, entre outros).
- Se tivermos forma de apoiar com verbas comunitárias
ou outras, faremos uma parceria ou um protocolo
com a Santa Casa da Misericórdia de Salvaterra de
Magos com vista à realização de obras na Praça de
Touros, reforçando a sua estrutura e requalificando-a.
As instalações da Praça de Touros de Salvaterra de
Magos (curros, cavalariças, arena, enfermaria, capela,
etc) passariam a ser visitáveis pela nossa população,
pelos alunos das escolas e pelos turistas, sendo elas
próprias um museu (vivo) da tauromaquia que poderia
vir a contar com outros espólios privados.
- Vamos tentar construir na Glória do Ribatejo (antigo
Jackson) o Pátio das Colectividades (centro cultural,
COM ESTE MESMO PROPÓSITO, E
PARA OBVIAR À MOROSIDADE DA
JUSTIÇA QUE PENALIZA TANTO AS
PESSOAS E AS EMPRESAS, VAMOS
ESTUDAR COM OS OPERADORES
JUDICIAIS A POSSIBILIDADE DE CON-
TRIBUIRMOS PARA A CONSTITUIÇÃO
DUM JULGADO DE PAZ (TRIBUNAL
EXTRAJUDICIAL) QUE SIRVA O NOSSO
CONCELHO.
VAMOS ENCETAR TODOS OS
ESFORÇOS PARA DAR A CONHECER
O CONCELHO E O SEU POTENCIAL
HUMANO, ORGANIZANDO JORNA-
DAS, REUNIÕES E CONFERENCIAS
E PARTICIPANDO EM CERTAMES
ORGANIZADOS PELAS ASSOCIAÇÕES
EMPRESARIAIS, AIP, AEP, NERSANT,
CIP E PELOS ORGANISMOS ESTATAIS
RESPONSÁVEIS PELO INVESTIMENTO,
AICEP.
5
de convívio e do associativismo), espaço jovem, onde
se procurará integrar uma biblioteca e/ou um auditório.
- Vamos ter de recuperar o edifício do antigo Mercado
Diário de Marinhais - e a respectiva envolvente - privi-
legiando a utilização do espaço como auditório/sala
multiusos, uma vez que o edifício sede da Junta de
Freguesia já não tem espaço para aí localizar mais
serviços a prestar à população.
- Vamos colaborar na adaptação do actual posto de
saúde dos Foros de Salvaterra – logo que as novas
instalações estejam concluídas pelo Ministério da
Saúde e entrem em funcionamento - para sedes das
colectividades locais.
- Vamos apoiar a criação do Núcleo Etnográfico e de
um Polo da Biblioteca Municipal no Granho.
- Vamos adaptar o edifício da antiga escola primária da
Várzea Fresca a espaço de exposição etnográfica e de
artesanato, a escola-museu (anos 50 e 60) e a espaço
de reunião e de trabalho de alguma colectividade e da
comunidade local.
- Vamos procurar instalar um Centro Educativo de Artes
Plásticas e Musicais (Quarteirão Cultural) no edifício da
Escola Primária do Parque ou noutro edifício municipal,
sendo alguns espaços interiores e exteriores associa-
dos ao tema: Memórias de Salvaterra privilegiando figu-
ras que marcaram a nossa vida em comunidade e não
esquecendo a ligação que os Parodiantes de Lisboa
tiveram a Salvaterra de Magos.
- Vamos procurar apoiar as obras de modernização e de
requalificação da sede da Associação do Escaroupim,
reaproveitar a antiga Escola Primária da povoação para
museu da cultura avieira e colocar uns sanitários que
possam ser usados pelas pessoas que visitam a aldeia.
- Vamos tentar localizar em Muge um Núcleo
Museológico dos Concheiros – Complexo Mesolítico.
Medida 3 – Organizar e dinamizar o(s) Museu(s) do
Concelho
- Vamos estudar a possibilidade de alterar a gestão cor-
rente dos diferentes espaços museológicos disponíveis
ou a disponibilizar no concelho, dinamizando-os, tor-
nando-os vivos e atractivos às crianças e aos jovens.
Esse trabalho julgará da importância de interligar todos
os museus numa gestão integrada e num percurso
turístico, avaliando a vantagem de se criar o Núcleo
da Casa Real (Capela Real e Praça da República), o
Núcleo Tauromáquico (Praça de Touros) e a Escola
Primária – Anos 50/60 (Escola Primária da Várzea
Fresca).
O percurso turístico terá de passar, entre outros,
pelo Palácio da Falcoaria, Centro de Interpretação e
Educação Ambiental do Cais da vala, Casa-museu e
aldeia do Escaroupim e Rio Tejo, Núcleo Museológico
dos Concheiros em Muge, e a Casa Tradicional e
o Museu da Glória do Ribatejo (em parceria com a
Associação para a Defesa do Património Etnográfico e
Cultural de Glória do Ribatejo) e a estação do caminho
de ferro de Marinhais (parceria com a AMAR). Este
programa turístico terá de ser complementado com
artesanato e gastronomia local.
Medida 4 – Apostar na massificação desportiva
- O desporto tem de passar a ser uma disciplina a inte-
grar obrigatoriamente na formação de qualquer criança
ou jovem no concelho de Salvaterra de Magos. Haverá
naturalmente apoio à competição e ao alto rendimento
desportivo, mas o papel essencial da autarquia é o de
assegurar a formação.
- Vamos tentar disponibilizar terreno para a futura Zona
Desportiva dos Foros de Salvaterra e Várzea Fresca,
onde a médio prazo se construirão um pavilhão des-
portivo, um campo de futebol de 7 com relvado sinté-
tico, um circuito de manutenção, campo de ténis, zonas
arborizadas, etc.
- Vamos concluir as negociações com a Santa Casa da
Misericórdiacomvistaàcedênciadocampodefuteboldo
Clube Desportivo Salvaterrense e procuraremos finan-
ciar a colocação de um relvado sintético que possibilite
a sua utilização pelas crianças e jovens da freguesia.
- Vamos tentar obter financiamento para colocar um
relvado sintético no campo de futebol da Casa do Povo
de Muge e procurar dinamizar a utilização das demais
instalações desportivas.
- Elaboraremos um projecto para a Zona Desportiva
do Granho englobando um jardim público, parque de
merendas e uma zona de lazer.
- A Zona Desportiva da Glória do Ribatejo necessita de um
campo de futebol de 7 com tapete sintético e de melhorias
significativas nos balneários do Campo dos Carvalhos.
- Nas freguesias onde a prática desportiva seja menos rele-
vante vamos recorrer a animadores desportivos e a parcerias
com as colectividades locais.
OBJECTIVO 4
Melhoria da qualidade de vida da população
Medida 1 – Ampliar as redes de saneamento básico e de
acessibilidades
- Vamos exigir que se acabem e ponham em funcionamento
as redes de saneamento básico das povoações da Várzea
Fresca e dos Foros de Salvaterra.
- Zelaremos pela conclusão das redes iniciadas há anos e
projectaremos uma solução para os caudais pluviais do cen-
tro da vila de Marinhais.
- Vamos tentar garantir junto da empresa Águas do Ribatejo
que todas as freguesias terão sempre o seu fornecimento de
água assegurado pela existência de captações de água de
reserva, equipadas. Insistiremos também na gradual substi-
tuição das condutas velhas de fibrocimento das redes de
distribuição de água e exigiremos que sejam terminadas as
obras que permitem a resolução dos problemas de caudal e
pressão que afectam as freguesias da Glória do Ribatejo e
de Marinhais.
- Vão ter que se projectar obras de infraestruturação
(saneamento básico e rodovias) das Gatinheiras e do Vale
Queimado em Salvaterra de Magos/Foros de Salvaterra.
- Vamos promover, a par da realização de novas pavimenta-
ções em estradas municipais, ao ritmo das disponibilidades
financeiras, acções que visem a manutenção e reabilitação
da rede viária existente, que tem sido quase ignorada nos
últimos mandatos.
- Vamos ter de construir alguns passeios e estacionamentos
nos centros urbanos das freguesias pois é determinante para
a segurança das pessoas separar a circulação pedonal, que
actualmente se faz pelas bermas e pela faixa de rodagem, da
circulação automóvel. Vamos continuar a melhorar as aces-
sibilidades a pessoas com mobilidade condicionada.
- Vamos reforçar o número de passadeiras para peões e
investir na sinalização rodoviária, enfatizando os entronca-
mentos e os cruzamentos da rede viária municipal e nacional.
- Complementaremos esta intervenção com a construção
de uma rotunda na EM 581, para aumentar a segurança e
a dignidade da entrada e a saída do Granho, e insistiremos
com a Estradas de Portugal para fazer outras rotundas na EN
114-3 junto à futura zona desportiva dos Foros de Salvaterra
e Várzea Fresca, no entroncamento da EN 114-3 com a EN
118 em Salvaterra de Magos e duas outras na EN 118 em
Marinhais, junto à Estrada dos Ramalhais e no entronca-
mento da Rua do Cartaxeiro.
- Tentaremos melhorar o arruamento de acesso à Ponte
Rainha D. Amélia e insistir para que ele venha a dispor de
iluminação pública, para aumento da segurança no local. Em
conjunto com a Câmara Municipal do Cartaxo vamos procu-
rar o apoio governamental ao alargamento da faixa de roda-
gem desta antiga ponte ferroviária, de molde a que ela possa
dar resposta ao trânsito que a percorre, designadamente às
viaturas e equipamentos agrícolas.
Medida 2 – Preservar o ambiente e melhorar a higiene e
a limpeza urbanas
- Vamos requalificar a Praia Doce, proibir o campismo selva-
gem, utilizar o espaço para a realização de férias desportivas
e localizar nele campos de futebol e de volley de praia.
Analisaremos a possibilidade de ali voltar a ter uma praia
fluvial.
- Vamos cooperar na criação de “produtos” de turismo nature-
za, sendo uma das prioridades o Birdwatching no Mouchão
que mais não é que um passeio com postos de observação
das múltiplas espécies de aves que procuram o Rio e o seu
estuário.
- Vamos apostar na preservação ambiental cuidando da
Barragem de Magos e limpando as margens do Rio Tejo,
pois estes, a par das matas e pinhais, são dos nossos melho-
res “produtos” para consumo pela população residente e por
quem nos visite. Importa conseguir dinamizar a utilização
daqueles “espelhos” de água, promovendo actividades lúdi-
cas e desportivas, caminhadas e convívios. Vamos remover
lixo, entulhos e outros resíduos, vamos organizar o estacio-
namento e construir circulações pedonais que contornem a
Albufeira da Barragem de Magos e que liguem o Cais da Vala
ao Bico da Goiva, em Salvaterra de Magos.
- Vamos contribuir para a limpeza e desobstrução das linhas
de água, valas e valetas pluviais, assim como para o desas-
soreamento das passagens hidráulicas (aquedutos).
- Vamos reforçar a limpeza urbana, a lavagem e desinfecção
dos ecopontos e dos contentores de recolha dos resíduos
sólidos urbanos e aumentar a frequência de recolha ou o seu
número. Vamos incrementar a utilização, após alguma infor-
mação e formação, de compostores domésticos, indicados
para reciclar lixos de jardins, detritos de cozinha e cinzas de
madeira, sendo o composto obtido usado nos jardins e hortas
como fertilizante orgânico.
- Vamos ter de encontrar modo de financiar a construção
de um Ecocentro (local para depósito de entulhos, monos e
outros resíduos) que pela sua localização sirva a totalidade
da área do concelho. Vamos tentar privilegiar a utilização de
energias renováveis nos edifícios municipais.
- Vamos criar ou apoiar a construção dum canil (e gatil) cujas
instalações sejam condignas.
- Vamos colocar na Glória do Ribatejo, em estreita articulação
com a Junta de Freguesia, um posto avançado de combate
aos incêndios florestais, principalmente nos meses de Verão.
Medida 3 – Tratar zonas verdes e arborizadas, construir
jardins públicos
- Tentaremos desenvolver a Zona Desportiva de Salvaterra
de Magos de forma a criar o Parque da Vila, vedando o local,
localizando aí, entre outros, uma zona de lazer arborizada,
ciclovias e circuitos pedonais.
- Elaborar projectos e tentar financiar osArranjos Urbanísticos
dos Largos das Festas de Marinhais e de Foros de Salvaterra,
valorizando a sua utilização ao longo de todo o ano como
Áreas de Lazer.
- Vamos projectar e tentar recuperar o Jardim do Largo
dos Combatentes e o Jardim da Praça da República, em
Salvaterra de Magos, reunindo informação para aproximar a
solução técnica da reprodução histórica daqueles espaços.
- Projectar e encontrar financiamento para intervir no Parque
de Merendas em Muge, recuperando os moinhos de vento,
criando um pequeno parque infantil, algum estacionamento,
substituindo árvores “doentes” e melhorando as condições
de lazer.
VAMOS, EM COLABORAÇÃO COM OS
AGRUPAMENTOS DE ESCOLAS E O
ENSINO ESPECIAL, DESENVOLVER UM
PROJECTO MUNICIPAL DE APOIO PSI-
COLÓGICO, EMOCIONAL, COGNITIVO
E PEDAGÓGICO ÀS CRIANÇAS, QUE
CONTRIBUA PARA A PROMOÇÃO DO
SEU SUCESSO ESCOLAR E A PRO-
FILAXIA DE QUADROS CLÍNICOS DE
MAIOR COMPLEXIDADE.
AS INSTALAÇÕES DA PRAÇA DE
TOUROS DE SALVATERRA DE MAGOS
(CURROS, CAVALARIÇAS, ARENA,
ENFERMARIA, CAPELA, ETC) PASSA-
RIAM A SER VISITÁVEIS PELA NOSSA
POPULAÇÃO, PELOS ALUNOS DAS
ESCOLAS E PELOS TURISTAS, SENDO
ELAS PRÓPRIAS UM MUSEU (VIVO)
DA TAUROMAQUIA QUE PODERIA VIR
A CONTAR COM OUTROS ESPÓLIOS
PRIVADOS.
6
Francisco Caneira Madelino
Economista
Carlos Manuel Leal
Reformado
Cláudia Maria Mesquita
Escriturária
Francisco Cristovão
Reformado
Marco António da Raquel
Bancário
Vítor Manuel Diogo
Reformado
Daniela Filipa Casaca
Estudante universitária
Manuel António Caneira
Consultor de Informática
Nuno Mário Antão
Político
Luís Filipe Cação
Designer
Ana Elvira Baptista
Assist. de Serviço a Clientes
Sofia Alexandra Batista
Advogada
João Pedro Gregório
Engenheiro
Fábio Alexandre Leal
Caixeiro
António Rodrigues
Agricultor
Mário Rui Santana
Economista
Maria Elvira dos Santos
Aposentada
Diana Fitas Monteiro
Estudante
Telma Filipa Simões
Engenheira Informática
Marco Paulo Cristóvão
Economista
Rogério Nunes Monteiro
Gestor de Clientes
Joaquim da Silva Fatia
Reformado
Sara Alexandra Caneira
Empresária
José Rodrigues Gameiro
Reformado
Luís Carreira Félix
Encarregado
Manuel de Figueiredo
Reformado / Agricultura
Alexandra Sofia Serafim
Desempregada
Carla Maria Neves
Escriturária
Assembleia Municipal de Salvaterra de Magos
A EQUIPA
- Quando os meios financeiros o permitirem tencionamos
negociar a aquisição do terreno do antigo campo de futebol
de Marinhais para possibilitar a ampliação do cemitério e/
ou para ficar como reserva à implantação de mais equipa-
mentos na freguesia, designadamente um Parque da Vila.
Medida 4 – Saúde e Seniores (> 65 anos)
- Vamos continuar a adoptar junto dos Serviços do Ministério
da Saúde (ACES) uma postura activa na resolução do
problema da falta de médicos de família, disponibilizando
transporte e eventualmente outros incentivos que possam
facilitar a sua fixação no nosso concelho.
- Vamos insistir também na reabertura dos postos de saúde
de Muge e do Granho propondo, se isso resolver o proble-
ma, a contratação de um médico a tempo parcial que sirva
estas duas povoações, em cujo custo participaríamos. Se
tal não for viável avaliaremos a possibilidade de transpor-
tar as pessoas até às consultas médicas na extensão de
saúde da Glória do Ribatejo.
- A freguesia de Muge não pode continuar sem serviço de
farmácia pelo que tentaremos estabelecer uma parceria
com uma farmácia que se mostre interessada em manter
naquela freguesia um posto de atendimento.
- Vamos, em parceria com as IPSS, ajudar na intervenção
domiciliária que é feita junto dos mais velhos, quer sob
os pontos de vista clínico e social, alargando o apoio,
nos casos em que se justifique, aos 7 dias da semana.
Progressivamente tentaremos trabalhar mais a psicologia,
fisioterapia, massagem, animação e educação física.
- Continuaremos a dinamizar o projecto e a actividade da
Universidade Sénior de Salvaterra de Magos;
- Vamos estar ao lado das IPSS nos contactos com a
Segurança Social com vista ao alargamento da valência
Lar a mais idosos do concelho e ajudaremos, na compo-
nente que nos couber, a erigir este tipo de equipamentos.
- Promoveremos a avaliação pelo Centro Paroquial de
Salvaterra de Magos, a Segurança Social e o Ministério da
Educação da possibilidade de alargar as valências daquela
IPSS, para centro de reabilitação e apoio a crianças com
necessidades educativas especiais.
OBJECTIVO 5
Modernizar e humanizar os serviços públicos da(s)
autarquia(s)
- Assumimos já o compromisso de manter a funcionar
todos os edifícios (seis) das juntas de freguesia, pois
queremos assegurar os serviços de proximidade que hoje
existem. Estes serviços na Glória do Ribatejo, no Granho,
nos Foros de Salvaterra e em Muge passarão a funcionar
também como um balcão/delegação da Câmara Municipal.
- Vamos criar na Câmara Municipal um Serviço de
Atendimento ao Munícipe que aumente a celeridade dos
procedimentos administrativos, diminua o tempo de espera
e dignifique o atendimento das populações, dos empresá-
rios e das Associações.
- Vamos descentralizar as reuniões de Câmara e o aten-
dimento aos munícipes pelo presidente da Câmara, que
acontecerão também nas sedes e delegações das fregue-
sias, nomeadamente nos Foros de Salvaterra, na Glória do
Ribatejo, no Granho, em Marinhais e em Muge.
- Vamos apoiar a remodelação e a modernização da sede
da Junta de Freguesia de Muge que vai assegurar a ade-
quada acessibilidade ao edifício.
- Vamos colaborar no desenvolvimento dos sites das Juntas
de Freguesia de modo a que facilitem a vida das pessoas,
incluindo neles a possibilidade de responder às questões
dos munícipes, de aceder a informações úteis relativas ao
funcionamento dos serviços, à gastronomia, ao turismo, às
associações e instituições, às diversas iniciativas recrea-
tivas, desportivas e culturais, bem como um espaço de
divulgação e de publicitação das actividades económicas e
das empresas sediadas na área do concelho.
- Melhorar as condições de trabalho do pessoal.
7
SAÚDE, EDUCAÇÃO
- Requalificação das escolas do 1º ciclo da freguesia,
melhorando e modernizando as suas condições de utiliza-
ção, designadamente no que diz respeito a infraestruturas
tecnológicas;
- Continuar a lutar junto do ACES da Lezíria, para a reaber-
tura do Centro de Saúde de Muge e colocação de médico;
- Estabelecer uma parceria com uma farmácia que se
mostre interessada em manter na freguesia um posto de
atendimento;
COLECTIVIDADES E IPSS
- Apoiar o Centro de Bem Estar Social de Muge no desen-
volvimento da sua actividade regular e no desenvolvimento
de novos projectos;
- Apoiar regularmente a actividade das colectividades e
associações da freguesia nas áreas do desporto, cultura e
lazer. Desenvolveremos esforços que conduzam à revita-
lização da associação do património;
URBANISMO E LAZER
- Assegurar aos nossos seniores, em estreita colaboração
com a Câmara Municipal e o Centro de Bem Estar Social,
actividades de lazer e de convívio, ajudando-os em peque-
nas tarefas no seu dia-a-dia (preenchimento de impressos,
etc)
- Continuar a intervir para melhorar as acessibilidades na
vila a pessoas com mobilidade condicionada;
- Reivindicar junto da Câmara Municipal que a zona mais
antiga da vila de Muge, possa vir a ser integrada nalgum
projecto de âmbito intermunicipal que ajude na sua regene-
ração. Solicitaremos que sejam reduzidas ou isentas de
taxas todos as edificações degradadas que venham a ser
conservadas;
- Prosseguir as obras de modernização e garantir a aces-
sibilidade ao edifício sede da Junta de Freguesia de Muge;
- Requalificar, com apoio financeiro da Câmara Municipal,
o parque infantil do B. Cova da Faia;
- Cooperar na arborização e no melhoramento de alguns
arranjos urbanísticos, designadamente nos Bairros D. Olga
e Cova da Faia.
- Insistir junto da Câmara Municipal para projectar e encon-
trar financiamento para requalificar e reflorestar o Parque
de Merendas, para melhorar as condições de lazer;
- Avaliar com a Câmara Municipal e o projecto da cultura
avieira a inclusão do arranjo paisagístico da frente ribei-
rinha do Sabugueiro - cais, limpeza das margens do Rio
Tejo, zonas de lazer, de circulação pedonal e estaciona-
mento.
- Sensibilizar e exigir das Águas do Ribatejo a substituição
das velhas condutas de fibrocimento pois prejudicam a
qualidade da água e o serviço prestado às populações;
- Insistir no reforço da limpeza urbana, nas acções de
desinfestação (desratização e desbaratização), na lava-
gem e desinfecção dos contentores e na frequência de
recolha ou no número de Ecopontos;
CULTURA E DESPORTO
- Promover a reutilização do auditório da Casa do Povo,
com espectáculos culturais (musicais, teatrais, etc).
- Exigir e sensibilizar a Câmara Municipal para a criação
do Núcleo Museológico dos Concheiros – Complexo
Mesolítico;
- Apoiar a Casa do Povo (secção de futebol, de petanca,
etc) na manutenção e beneficiação dos balneários e outras
instalações de apoio aos campos de jogos e na realização
de torneios e outros eventos.
REDE VIÁRIA E DESENVOLVIMENTO LOCAL
- Dignificar uma das entradas da vila de Muge, melho-
rando o arruamento de acesso à Ponte Rainha D. Amélia
e insistindo para que ele venha a dispor de iluminação
pública;
- Cooperar na conservação e reabilitação da rede viária
municipal existente;
- Assegurar a construção de mais passadeiras para peões
sobreelevadas;
- Ajudar a promover, a divulgar e a facilitar a instalação
de mais empresas na Zona Industrial de Vale de Lobos,
contribuindo deste modo para que sejam criados postos
de trabalho.
COMUNICAÇÃO COM AS POPULAÇÕES
- Implantar no edifício sede da Junta de Freguesia, em es-
treita colaboração com o Município, um balcão/delegação
da Câmara Municipal;
- Desenvolver o site da Junta de Freguesia - harmonizan-
do-o com o das demais Juntas de Freguesia - de modo a
melhor servir a vida das pessoas, incluindo a possibilidade
de responder às questões dos fregueses, de aceder a
informações úteis relativas ao funcionamento dos serviços,
à gastronomia, ao turismo, às associações e instituições,
às diversas iniciativas recreativas, desportivas e culturais,
bem como um espaço de divulgação e de publicitação
das actividades económicas e das empresas sediadas na
freguesia;
César Filipe Diogo
Auxiliar de Gestão
Graziela Maria Silva
Instrutora de Condução
Tiago Timóteo Martins
Assistente Técnico
Jorge Miguel da Silva
Electromecânico
Ana Cristina Vieira
Advogada
Ernesto Rodrigues Carvalho,
Técnico de Manutenção
Gonçalo Filipe Adriano
Estudante
Isabel Maria dos Reis
Desempregada
Carlos Manuel Mendes
Vigilante
Rui Alexandre Fernandes
Pedreiro
Daniela Sofia Aveiro
Desempregada
João Filipe Lucas
Electromecânico
Assembleia de Freguesia de Muge
A EQUIPA
AS LINHAS PROGRAMÁTICAS PARA A FREGUESIA(no curto e médio prazo)
8
Acção Social e Desporto
- Promoção de acções integradas com o Centro de
Bem-Estar Social (CBES) de Marinhais e com as
organizações de voluntariado para reforço do apoio
domiciliário;
- Apoio às instituições particulares de solidariedade
social (IPSS) com sede na Freguesia, com o intuito
de responder a situações de emergência social, em
particular ao nível da satisfação das necessidades
básicas de alimentação e vestuário;
- Estimular a criação da valência Lar, pelo CBES e/
ou outras IPSS interessadas em acolher a proposta;
- Organização de um programa de afectação de volun-
tários para actividades de apoio aos mais jovens na
ocupação dos tempos livres e com a 3ª idade, doen-
tes e acamados (visitas domiciliárias e outras), parce-
ria a estabelecer e a articular com os Agrupamentos
Escolares, os Escuteiros, as colectividades e as IPSS
da freguesia;
- Dinamização e promoção da utilização dos recintos
desportivos existentes na Freguesia por parte dos
jovens, dos idosos e das colectividades (Complexo
desportivo e pavilhão polidesportivo);
- Promover os Jogos tradicionais da Freguesia, entre
eles o Chinquilho, em colaboração com as escolas e
as associações culturais e desportivas da Freguesia.
Combate ao Desemprego e Inserção Social
- Criar o Gabinete deApoio à Família e à Inclusão – promovendo e faci-
litando o acesso aos mecanismos de apoio disponíveis para desem-
pregados e famílias em dificuldades e informação sobre cursos e
acções de formação profissional;
- Colaborar com o IEFP através de protocolos no Programa Inclusão
pelo Trabalho dirigido a desempregados de longa duração;
- Prosseguir e ampliar, se possível, as parcerias com entidades
formadoras que permitam a realização de acções de formação na
freguesia (a exemplo do que já sucede com as escolas profissionais
de Salvaterra e de Coruche, e que poderá vir a suceder com associa-
ções sindicais e patronais).
Maria de Fátima Gregório
Engª Alimentar
Pedro Miguel Mendes
Comerciante
José Francisco Saraiva
Reformado.
Fernando Miguel da Silva
Empregado Fabril
Honorina Ferreira Pinto
Técnica Superior
Elsa Cristina Leal Cardoso
Empregada de Balcão
Emanuela Brardo
Desempregada
Luís Carlos Vieira Santos
Assistente Técnico
Augusto Neves Felisberto
Agricultor
Ana Paula da Silva Moço
Empregada de Balcão
Anabela Calado Pires
Técnica de Vendas
José Casimiro Felisberto
Reformado
António Filipe Simões
Bancário
Cremilda Oliveira
Administradora de Empresas
Maria Isabel Serra
Empresária
Hélder José Coelho Nunes
Empresário
Carlos Alberto Vilar
Reformado
Vera Lúcia Apolinário
Desempregada
Mafalda Fernanda Cardoso
Ajudante de Cozinha
Ricardo Alexandre Silva
Escriturário
José Patrício Ferreira
Empresário
Henrique Manuel Carvalho
Pintor Auto
Maria Luísa Oliveira
Cabeleireira
Alice do Carmo Santos
Empresaria
Assembleia de Freguesia de Marinhais
A EQUIPA
AS LINHAS PROGRAMÁTICAS PARA A FREGUESIA(no curto e médio prazo)
9
Educação e Cultura
- Colaborar com o agrupamento de escolas de Marinhais
na optimização do sistema de cedência/empréstimo de
livros escolares ao 1º, 2º e 3º ciclos e com o agrupamento
de escolas de Salvaterra de Magos nos manuais escolares
do secundário;
- Melhoramento do Parque Infantil;
- Aproveitando as instalações da biblioteca ou os espaços
escolares que vierem a ser desactivados, criar o Programa
“Apoio dos Seniores” que consiste no apoio escolar gra-
tuito de professores reformados aos jovens (explicações e
salas de estudo) com acesso gratuito à internet;
- Acções de sensibilização e educação ambiental nas
escolas;
- Estabelecer parcerias e protocolos de cooperação nas
áreas da cultura, saúde e defesa do ambiente, de modo
a realizar exposições, palestras e outras actividades de
sensibilização e de intervenção no terreno;
- Promover a criação de um espaço destinado a auditório/
sala multiusos;
- Estimular a criação de grupos de teatro e apoiar e
promover os grupos de dança locais e a associação do
património;
- Colaborar com todas as igrejas e confissões religiosas
nos actos de carácter social e comunitário;
- Continuar a apoiar a Escolinha de música “O Batuque”,
criando condições para o seu crescimento;
- Participação nos dias comemorativos de forma directa ou
apoiando outras organizações (de que são exemplo o dia
Internacional da mulher, o 25 de Abril, o dia da vila, o dia da
Criança, o dia da árvore e os Santos Populares);
- Estabelecer protocolo com a Prevenção Rodoviária
Portuguesa, conducente à criação da escolinha de trânsito
(mercado mensal).
Saúde e Ambiente
- Continuar as acções de sensibilização e de pressão
sobre os Serviços do Ministério da Saúde (ACES), para
a colocação de mais médicos de família na extensão de
saúde de Marinhais;
- Promover em coordenação com o Centro de Saúde
acções de prevenção e informação sobre a toxicode-
pendência, tabagismo, alcoolismo e o planeamento
familiar;
- Criação de um Programa de Medicina Preventiva em
articulação com o Centro de Saúde, com a implementação
de cursos de Primeiros Socorros e de Cuidados Paliativos
à Família.
- Promover acções de sensibilização para a sustentabili-
dade ambiental (compostagem, reciclagem, etc);
- Continuar a exigir a criação de um Ecocentro Municipal
e a aprovação de um Regulamento Municipal de Resíduos
Sólidos, Higiene e Limpeza de Espaços Públicos;
- Continuar a assegurar e melhorar a rede de recolha de
lixos “verdes” quer na vila de Marinhais quer na povoação
do Granho Novo;
- Requalificar os espaços verdes e jardins públicos exis-
tentes, racionalizando o uso de água para rega;
- Reforçar o número de contentores de RSU e a frequência
de recolha dos mesmos em toda a freguesia;
- Aprofundamento do protocolo com a Câmara Municipal
para higiene e limpeza da Freguesia e criação de mais
locais com ecopontos e de pontos de recolha de “resíduos
verdes”.
Mobilidade e Segurança
- A melhoria de acessos de circulação pedonal, eliminando
barreiras físicas lesivas à mobilidade de invisuais ou pes-
soas com dificuldades motoras;
- Melhorar a sinalização de trânsito e exigir a adopção de
medidas que permitam reduzir as velocidades de circu-
lação, principalmente na EN 367 que atravessa a vila de
Marinhais. Para conseguir esse objectivo é fundamental
que a Câmara Municipal, eventualmente delegando com-
petências e meios financeiros na Junta de Freguesia,
conclua o arranjo urbanístico (lancis, passeios e estacio-
namentos) da EN 367;
- Continuar a lutar pela realização de duas rotundas na EN
118, no cruzamento dos Ramalhais e no cruzamento da
Rua do Cartaxeiro;
- Continuar as negociações com a EDP e a PT, com vista à
mudança de alguns postes - e das espias de sustentação
e onde eles (e elas) prejudiquem a circulação das pessoas;
- Assegurar o melhoramento e manutenção das passadei-
ras, dos pavimentos rodoviários e dos passeios, procu-
rando que alguns desses trabalhos possam ser definidos
em protocolo(s) a celebrar com a Câmara Municipal;
- Garantir os locais de parqueamento para cargas e des-
cargas, bem como os lugares reservados para pessoas
com mobilidade reduzida;
- Promover, junto da GNR, o reforço da vigilância policial
nas ruas da Freguesia orientada, nomeadamente, para
a protecção de idosos (Programa Idosos & Cª), jovens
em idade escolar (Escola Segura), e de habitações mais
isoladas e afastadas do centro (Programa Casa isolada);
- Levantamento e divulgação de um estudo, em colabora-
ção com a GNR e Corpo de Bombeiros, para identificação
das situações mais críticas em matéria de segurança.
Habitação e Património
- Promover a realização de um projecto global, des-
tinado ao Arranjo Urbanístico do Largo da Republica
(Arruamentos/Passeios/Jardim/Parque Infantil e Edifício
do Mercado Diário), estabelecer protocolos e parcerias de
forma a possibilitar a sua implementação física, mesmo
que de modo faseado, ao longo dos anos;
- Promover a realização de um projecto global, destinado
ao Arranjo Urbanístico do Largo das Festas, valorizando a
sua utilização ao longo de todo o ano como Área de Lazer
e estabelecendo protocolos e parcerias de modo a garantir
o financiamento da implementação desta obra;
- Continuar os trabalhos de beneficiação e manutenção do
edifício sede da junta de freguesia;
- Proceder ao arranjo urbanístico do Largo diante do
cemitério, beneficiar os arruamentos internos daquela
infraestrutura e projectar o oportuno alargamento do cemi-
tério;
- Desenvolver um site da Junta de Freguesia, disponibili-
zando ferramentas facilitadoras do contacto com a Junta
de Freguesia, nomeadamente pela criação de um atendi-
mento online;
- Rentabilizar e melhorar os espaços de divulgação da
Autarquia (preferencialmente electrónicos) para publicação
de editais e outras divulgações da Freguesia.
Saneamento Básico
- Continuar a exigir junto das Águas do Ribatejo, a substi-
tuição das condutas de distribuição de água que ainda são
em fibrocimento;
- Continuar a insistir com as Águas do Ribatejo, para a
resolução dos problemas de falta de pressão/caudal, nal-
gumas ruas, principalmente nos meses de Verão;
- Continuar a assegurar e melhorar o serviço de recolha de
efluentes das fossas da população residente em Marinhais
que não foi ainda contemplada com rede de esgotos
pública, insistindo junto da empresa concessionária para
continuar a alargar a cobertura desta rede;
- Continuar a exigir da Câmara Municipal a colocação de
uma rede pluvial que ponha cobro às inundações anuais
da Zona Central da vila de Marinhais;
- Continuar a assegurar e a melhorar a limpeza de linhas
de água do regime público e promover acções de sensi-
bilização para a limpeza das linhas de água em terrenos
privados;
- Avaliar com a empresa Águas do Ribatejo e a Câmara
Municipal a possibilidade de estender o saneamento
básico à povoação do Granho Novo e elaborar o cor-
respondente projecto técnico, após o que se pode pensar
em efectuar alguns revestimentos com asfalto das vias que
servem aquela localidade.
Assembleia de Freguesia de Marinhais
AS LINHAS PROGRAMÁTICAS PARA A FREGUESIA(no curto e médio prazo)
CONVITE
É com o maior prazer que o(a) con-
vidamos a assistir à apresentação
pública dos candidatos à Assembleia
de Freguesia de Marinhais, à Câmara
e Assembleia Municipal de Salvaterra
de Magos, no Largo da República
em Marinhais, sábado, dia 21 de
Setembro, pelas 17 horas.
Fique a conhecer as equipas, as ideias
e algumas propostas que poderão
contribuir para mudar a freguesia de
Marinhais e o nosso concelho. Todos
serão bem-vindos.
(Se chover a iniciativa é transferida para o
alpendre das Tasquinhas no L. da Comissão
de Festas)
SÁBADO
21 DE SETEMBRO
17 HORAS
10
SAÚDE, EDUCAÇÃO E PREVENÇÃO DE
FOGOS
- Requalificar os jardins-de-infância e as
escolas do 1º ciclo da União de fregue-
sias, melhorando e modernizando as suas
condições de utilização, designadamente
no que diz respeito a infraestruturas tec-
nológicas;
- Continuar a lutar junto do ACES da Leziria,
para a reabertura do Centro de Saúde do
Granho e colocação de médico;
- Estabelecer uma parceria com os Serviços
de Proteção Civil Municipais para dotar a
freguesia de um posto avançado de com-
bate aos incêndios florestais, principalmente
nos meses de Verão.
COLECTIVIDADES E IPSS
- Apoiar a Associação de Solidariedade
Social do Granho na aprovação, pela
Segurança Social, da valência centro de dia
da povoação;
- Apoiar regularmente a actividade das
colectividades e associações da União de
freguesias nas áreas do desporto, cultura
e lazer.
- Requalificação da escola primária do
Cocharro para sala de lazer e para activi-
dades dos seniores e outras de cariz social
e comunitário;
- Manter o apoio que a equipa do RSI dá às
famílias mais carenciadas.
URBANISMO E LAZER
- Contribuir para assegurar a alteração
das cartas do Plano Director (PDM) para
acabar com o prejuízo que muitas pes-
soas ainda sofrem por incongruências na
cartografia;
- Manter a funcionar ambos os edifícios das
juntas de freguesia pois queremos asse-
gurar os serviços de proximidade que hoje
existem. Dotar o atendimento na Glória do
Ribatejo e no Granho de um balcão/delega-
ção da Câmara Municipal;
- Assegurar aos nossos seniores activi-
dades de lazer e de convívio, alargando
o apoio domiciliário, nos casos em que
se justifique, aos 7 dias da semana, em
colaboração com o Centro de Bem Estar
Social da Glória do Ribatejo;
- Efectuar o arranjo urbanístico da EN
367, na Glória do Ribatejo, realizando dre-
nagens pluviais, lancilagens, passeios e
estacionamentos;
-ProjectarosarranjosurbanísticosparaaRua
das Flores e para Rua Principal no Granho;
Bruno Manuel Monteiro
Serralheiro
Liliana dos Reis
Operadora de Caixa
Alexandre da Venda
Chefe de Trafego
Natália Maria Coelho
Empregada de restaurante
Vítor Gomes Monteiro
Empresário de serralharia
Carlos Fatia Teso
Empresário de c. civil
Isabel Ventura Pereira
Enfermeira
Diogo José Modesto
Estudante
António de Oliveira
Motosserrista
Cidália Maria Caneira
Assistente Técnica
Dionísio Bernardino
Eletricista
Nelson Caneira
Impressor de Artes Gráficas
Carlos Manuel Fernandes
Eletricista
Liliana Domingos Nunes
Escriturária
Lígia Maria André
Mediadora de Seguros
Bruno Miguel Constantino
Técnico de tráfego
Ramiro Silvestre Nunes
Técnico de Manutenção
Bruno Miguel Ramos
Comerciante
Ana Patrícia Batista
Operadora de Caixa
Assembleia de Freguesia da União das Freguesias de Glória do Ribatejo e Granho
A EQUIPA
AS LINHAS PROGRAMÁTICAS PARA A FREGUESIA(no curto e médio prazo)
11
- Prosseguir o arranjo urbanístico da Rua de Coruche, no Largo 1° de Maio, no Largo 29
de Agosto e na Rua de Muge, em Glória do Ribatejo;
- Projectar um arranjo urbanístico para o Largo da Praça Velha, Glória do Ribatejo;
- Requalificar e pavimentar a Travessa da Nogueira;
- Continuar os arranjos urbanísticos na Rua das Sesmarias, Rua do Cocharro (até ao
cemitério), Rua Capitão Salgueiro Maia (do Coda ao Zé Justino) e Rua Quebrada de
Água, em Glória do Ribatejo;
- Sensibilizar e exigir das Águas do Ribatejo a substituição das velhas condutas de
fibrocimento pois prejudicam a qualidade da água e o serviço prestado às populações;
- Continuar a exigir das Águas do Ribatejo e da Câmara Municipal a ampliação das
redes de esgotos domésticos para o Cocharro, Briosa, Fungal e alguns arruamentos do
Granho;
- Elaborar um projecto de regularização e tratamento das margens e leito do Ribeiro que
atravessa o aglomerado urbano da Glória do Ribatejo;
- Reforçar a limpeza urbana, as acções de desinfestação (desratização e desbaratiza-
ção), a lavagem e desinfecção dos contentores e a frequência de recolha ou o número
de Ecopontos, na Glória do Ribatejo, Granho e Cocharro;
- Continuar a exigir da Câmara Municipal a criação de um Ecocentro Municipal que sirva
a União de freguesias.
CULTURA E DESPORTO
- Projectar e encontrar meio de financiar, em colaboração com a Câmara Municipal, a
construção do Pátio das Colectividades (Centro Cultural, de Convívio e do Associativismo
da Glória do Ribatejo) que integrará um auditório multiusos, no antigo hotel Jackson;
- Propor à Câmara Municipal uma parceria que permita a ampliação da zona desportiva e
de lazer da Glória do Ribatejo, incluindo um campo de futebol de 7 com relvado sintético,
um campo de ténis, estacionamento e arborização;
- Apoiar o Sport Clube Desportos da Glória do Ribatejo na construção de balneários e
outras instalações de apoio, no Campo dos Carvalhos;
- Desenvolver esforços para elaborar um projecto para a Zona Desportiva do Granho
englobando um jardim público, parque de merendas e uma zona de lazer;
- Apoiar a criação do Núcleo Etnográfico e de um Polo da Biblioteca Municipal no Granho.
REDE VIÁRIA
- Beneficiar a União de freguesias com uma ligação rodoviária pavimentada à Estrada da
Barragem, que dá acesso ao nó da A13;
- Assegurar a construção de passadeiras para peões sobreelevadas;
- Construção de uma rotunda no entroncamento da Rua Principal na EM 581, melhor-
ando a segurança rodoviária e dignificando a entrada na povoação do Granho;
- Dotar as zonas mais urbanas do Granho de passeios e alguns estacionamentos;
- Projectar e exigir da Câmara Municipal a pavimentação da Rua da Mina no Cocharro;
- Conservar e reabilitar a rede viária municipal existente nas freguesias e efectuar novas
pavimentações.
COMUNICAÇÃO COM AS POPULAÇÕES
- Manter e desenvolver o site da União das Freguesias de modo a melhor servir
a vida das pessoas, incluindo a possibilidade de responder às questões dos fre-
gueses, de aceder a informações úteis relativas ao funcionamento dos serviços, à gas-
tronomia, ao turismo, às associações e instituições, às diversas iniciativas recreativas,
desportivas e culturais, bem como um espaço de divulgação e de publicitação das activi-
dades económicas e das empresas sediadas na área da União de freguesias;
- Continuar a assegurar o Gabinete de Inserção Profissional em parceria com o IEFP,
mantendo o serviço de aconselhamento aos desempregados das povoações do Granho,
Cocharro e Glória do Ribatejo.
Mais do que aquilo que aqui pudéssemos dizer sobre o equilíbrio e o bom senso que
caracterizou a governação dos autarcas socialistas da Junta de Freguesia da Glória do
Ribatejo, as fotos seguintes – ainda que longe de serem um relatório exaustivo - ilustram
melhor aquilo que foi o trabalho do dia-a-dia de uma equipa experiente, que assumiu
fazer e que está disponível para continuar.
No próximo dia 29 de Setembro as pessoas decidirão se estes trabalhos e os autarcas
que os protagonizaram merecem reparo ou se, pelo voto, têm condições para continuar
a fazê-los na Glória do Ribatejo e para os começar a fazer no Granho.
Assembleia de Freguesia da União das Freguesias de Glória do Ribatejo e Granho
A GESTÃO SOCIALISTA DA GLÓRIA DO RIBATEJO
TEM SIDO EMPENHADA E COMPETENTE
12
Manuel Joaquim Bolieiro
Empresario da Constução
Civil
José Manuel Leal
Motorista
Maria da Conceição
Serafim
Empregada de Balcão
Cassiano Manuel Gameiro
Técnico de Farmácia
José Luis Cantador
Reformado
Telma Cristina Paulino
Oficial de Carnes
Especializada
Maria Dulce Mendes
Caixeira
Tiago Manuel Simãozinho
Pescador
Sérgio Manuel Santos
Assistente de Produção
Deolinda da Conceição
Fortio
Comercial
Fernando Garcia Conde
Bancário Reformado
Rosa Maria Cação
Empresária de Restauração
Isabel do Rosário Ferreira
Empresária
Mário João Simãozinho
Pedreiro
João Luís Travessa
Técnico de Farmácia
Tânia Sofia Costa
Operaria Principal de Super-
mercado
Manuel Sebastião da Silva
Reformado
Catarina Raquel Cação
Geógrafa
Eulália Conceição Almeida
Professora
Edgar Manuel Santos
Encarregado Agrícola
António Pedro Pires
Agricultor
José Carlos Pita
Operador de Máquinas
Fernando Jorge Braga
Empresario da Agricultura
Olinda Mónica Nunes
Assistente Operacional
Susana Margarida Duarte
Operadora de Supermercado
José Manuel da Silva
Empresário de Carpintaria
Susana Cristina da Silva
Técnica de Contabilidade
Maria Fernanda da Silva
Operária Fabril
Tânia Margarida Tiago
Esteticista
Susana Catarina Guilherme
Empresária da Restauração
Paulo Rui da Silva
Especializado em Quimica
Marco Aurélio Matias
Motorista de Pesados
Assembleia de Freguesia da União das Freguesias de Salvaterra de Magos e Foros de Salvaterra
A EQUIPA
13
SAÚDE E EDUCAÇÃO
- Insistir para que a falta de médicos que se sente nestas
freguesias seja corrigida para que não impeça o funciona-
mento do centro de saúde de Salvaterra de Magos e da
nova extensão de saúde dos Foros de Salvaterra que o
Ministério da Saúde tem em construção;
- Avaliar com o Centro Paroquial de Salvaterra de Magos,
a Segurança Social e o Ministério da Educação a possibi-
lidade de alargar as valências daquela IPSS, para centro
de reabilitação e apoio a crianças com necessidades edu-
cativas especiais;
- Cooperar com a Câmara Municipal para encontrar finan-
ciamento da União Europeia que permita a construção
de um Centro Escolar que sirva as crianças dos Foros
de Salvaterra e da Várzea Fresca. Se o conseguirmos os
edifícios dos actuais escolas do 1º ciclo serão recuperados
para pólo da biblioteca, espaço Internet, “cantinho dos
avós” (espaço sénior) e, entre outras ocupações, para um
museu da agricultura.
COLECTIVIDADES E IPSS
- Requalificar, com o apoio da Câmara Municipal, as actuais
instalações do posto de saúde dos Foros de Salvaterra e
adaptá-las para as sedes das colectividades locais;
- Adaptar o edifício da antiga escola primária da Várzea
Fresca a espaço de exposição etnográfica e de artesanato,
a escola-museu (anos 50 e 60) e a espaço de reunião e de
trabalho de alguma colectividade e da comunidade local;
- Apoiar as instituições particulares de solidariedade social
(IPSS) e a Santa Casa da Misericórdia. Cooperar com a
Câmara Municipal para continuar a garantir aos idosos
da freguesia os passeios anuais, criando ainda outros
momentos de convívio, de prática desportiva adaptada à
idade e de ocupação dos seus tempos livres. A actividade
da Universidade Sénior de Salvaterra de Magos será para
manter e dinamizar;
- Apoiar regularmente a actividade das colectividades e
associações das freguesias.
URBANISMO
- Contribuir para assegurar a alteração das cartas do Plano
Director (PDM) para acabar com o prejuízo que muitas pes-
soas ainda sofrem por incongruências na cartografia e pelo
antigo traçado do IC3. Propor que na carta de ordenamen-
to se inclua uma nova Área Empresarial não muito longe
do nó da A13, de modo a fixar empresas e criar empregos;
- Manter a funcionar ambos os edifícios das juntas de
freguesia pois queremos assegurar os serviços de proximi-
dade que hoje existem. Dotar o atendimento nos Foros de
Salvaterra de um balcão/delegação da Câmara Municipal;
- Recuperar o Jardim do Largo dos Combatentes e o
Jardim da Praça da República reunindo informação para
aproximar a solução técnica da reprodução histórica
daqueles espaços;
- Recuperar a Zona dos Tanques, preservando este pedaço
da história de Salvaterra de Magos, integrando-a no arranjo
urbanístico envolvente à sede do Rancho Folclórico da
Casa do Povo de Salvaterra de Magos;
- Propor a demolição da Praça Velha para aí localizar
uma área de circulação pedonal com arborização e
alguns lugares de estacionamento, mantendo no local um
“testemunho” da edificação e da utilização que antes ali
aconteceu;
- Garantir uma maior eficiência energética nos equipa-
mentos públicos das freguesias, recorrendo à energia
renovável e a lâmpadas economizadoras;
- Calcetar o Largo das Festas dos Foros de Salvaterra,
colocando algumas caldeiras para árvores, zonas de lazer
e de estacionamento;
- Solicitar à Câmara Municipal que dê prioridade à elabo-
ração de projectos que visem a infraestruturação das
Gatinheiras e da Área de concentração industrial de Pinhal
dos Mouros, em Salvaterra de Magos;
- Tentar assegurar, no Escaroupim, um novo revestimento
de passeios, a ligação rodoviária pavimentada ao Parque
de Campismo, a melhoria das instalações da sede da
Associação e a construção de sanitários públicos no Largo
dos Avieiros;
- Promover, em parceria com a Câmara Municipal, a reali-
zação de arranjos urbanísticos no B. Nossa Senhora da
Conceição e no B. Pinhal da Vila (passeios, estacionamen-
tos e zonas verdes), em Salvaterra de Magos;
- Assumir uma postura determinada na limpeza e conser-
vação das linhas de água, insistindo junto dos proprietários
que tenham os seus terrenos percorridos por valas pluviais,
para fazerem o mesmo;
- Exigir o reforço da limpeza urbana, das acções de desin-
festação (desratização e desbaratização), da lavagem e
desinfecção dos contentores, da frequência de recolha ou
do número de Ecopontos;
- Tentar assegurar a disponibilização de um terreno para a
construçãodeumEcocentro(localparadepósitodeentulhos
e de monos) que sirva as freguesias e/ou o município.
CULTURA E DESPORTO
- Colaborar na instalação dum Centro Educativo de Artes
Plásticas e Musicais (Quarteirão Cultural) no edifício da
Escola Primária do Parque ou noutro edifício munici-
pal, tendo a sua decoração interior e exterior associada
ao tema: Figuras do imaginário Salvaterrense (Roquete,
Dr. Carvalho, a Henriqueta enfermeira, o Dezoito, o
Gaspar Ramalho, o Joaquim Ferrador, o Timpanas, o José
Gameiro, o mestre João André e tantos outros). Não será
esquecida a ligação que os Parodiantes de Lisboa tiveram
a Salvaterra de Magos;
- Dinamizar a utilização do Auditório da Capela Real;
- Tentar disponibilizar terreno para a futura Zona Desportiva
dos Foros de Salvaterra e Várzea Fresca, onde a médio
prazo se construirão um pavilhão desportivo, um campo de
futebol de 7 com relvado sintético, um circuito de manuten-
ção, campo de ténis, zonas arborizadas, etc;
- Ajudar no desenvolvimento da Zona Desportiva de
Salvaterra de Magos de forma a criar o Parque da Vila,
vedando o local, localizando aí uma zona de lazer arbori-
zada, ciclovias e circuitos pedonais, etc.
REDE VIÁRIA
- Reduzir as velocidades de circulação na EN 114-3, trans-
formando, aos poucos, a EN num arruamento urbano, com
lancis, passeios e estacionamentos ao longo da via, na
Várzea Fresca e na zona central dos Foros de Salvaterra.
Aproveitar esta intervenção para tratar e tornar mais bonita
a rotunda que está no acesso à A13;
- Apostar na dignificação das entradas da vila de Salvaterra
de Magos criando passeios e estacionamentos na EN 118
e na EN 114-3 e uma rotunda no cruzamento de Coruche,
se tal vier a ser permitido pela Estradas de Portugal;
- Alargar as áreas das povoações, principalmente na
Várzea Fresca e Foros de Salvaterra - servidas por pas-
seios, não descorando a manutenção, a reabilitação e a
pavimentação dos caminhos públicos. Assegurar a cons-
trução de mais parques de estacionamento na zona do
Estanqueiro;
- Implementar a regulamentação do trânsito (sentidos
únicos) na Zona das Finanças, facilitando a circulação e o
parqueamento de viaturas;
- Assegurar a pavimentação na zona das garagens da
Chésal;
- Facilitar a circulação na Av. Dr. Roberto Ferreira da
Fonseca tentando criar um parque de estacionamento
no terreno da Casa do Povo, após consentimento da
Segurança Social.
LAZER
- Colaborar com a Câmara Municipal para encontrar forma
de financiar a construção de um passeio e de uma ciclovia
que ligue o Cais da Vala ao Bico da Goiva, pelo valado da
Vala Real, em Salvaterra de Magos;
- Melhorar as antigas instalações da Metalmagos, onde
se praticam Trampolins, integrando a edificação de modo
harmonioso na Zona Desportiva e no Parque da Vila de
Salvaterra de Magos, a construir de modo gradual;
- Requalificar a Praia Doce, proibir o campismo selvagem,
utilizar o espaço para a realização de férias desportivas
e localizar nele campos de futebol e de volley de praia.
Analisar a possibilidade ali voltar a ter uma praia fluvial;
- Inverter o estado de abandono em que se encontra o
espaço envolvente à Barragem de Magos, assegurando
uma eficaz limpeza, melhorando a iluminação pública no
local, a (re)construção de sanitários públicos, de circula-
ções pedonais e de ciclovia.
COMUNICAÇÃO COM AS POPULAÇÕES
- Desenvolver um site para a Junta de Freguesia que
facilite a vida das pessoas, incluindo nele a possibilidade
de responder às questões dos fregueses, de aceder a
informações úteis relativas ao funcionamento dos serviços,
à gastronomia, ao turismo, às associações e instituições,
às diversas iniciativas recreativas, desportivas e culturais,
bem como um espaço de divulgação e de publicitação das
actividades económicas e das empresas sediadas na área
da freguesia.
Assembleia de Freguesia da União das Freguesias de Salvaterra de Magos e Foros de Salvaterra
AS LINHAS PROGRAMÁTICAS PARA A UNIÃO DAS FREGUESIAS
(no curto e médio prazo)
14
Maria de Fátima Montemor (Marinhais)
Mário Rui Santana Lobo (Salvaterra de Magos)
António da Fonseca (Glória do Ribatejo)
José Rodrigues Gameiro (Salvaterra de Magos)
Arlindo Ferreira Cunha (Foros de Salvaterra)
Joaquim Jesus dos Santos (Marinhais)
Custódio Jesus Coelho (Granho)
Berta Isabel Charréu (Glória do Ribatejo)
José Manuel M. das Neves (Marinhais)
Ricardo Manuel M. Peixe (Glória do Ribatejo)
David Azenha Rodrigues Cação (Foros de Salvaterra)
Sandra Cristina Patricio Veiga, (Marinhais)
Carla Cristina Pratas Letra (Salvatera de Magos)
Dina Maria Dias Nobre (Várzea Fresca)
Tiago M. Ferreira Simãozinho (Escaroupim)
João Manuel Ferreira da Silva (Salvaterra de Magos)
Sara Isabel G. V. Fonseca (Glória do Ribatejo)
Carlos Manuel S. C. Montemor (Marinhais)
José Nunes Ferreira (Foros de Salvaterra)
Raúl Neves Espinho (Glória do Ribatejo)
Luís Miguel M. Almeida (Salvaterra de Magos)
Maria Adelaide Coelho Dias (Marinhais)
Adalberto Silva F. M. Cadete (Foros de Salvaterra)
Paulo Jorge Santos Godinho (Foros de Salvaterra)
Pedro Miguel Ferreira Silva (Salvaterra de Magos)
Fernanda Antunes Fernandes Félix (Marinhais)
Adelaide de Sousa Corte-Real Figueiredo (Marinhais)
Cristóvão Filipe Abade (Glória do Ribatejo)
Carlos Alberto L. B. Letra (Escaroupim)
Reinaldo Rodrigues Magriço (Granho)
António de Sousa Gregório (Marinhais)
João José Naia T. Cunha (Salvaterra de Magos)
José Neves Roque (Várzea Fresca)
Mónica Gomes da Venda (Glória do Ribatejo)
Laura Saraiva Pereira (Marinhais)
Ana Maria Aleluia Carvalho (Salvaterra de Magos)
Nuno Ricardo Pereira Letra (Escaroupim)
Luís Henriques (Salvaterra de Magos)
Dinis Almeida (Foros de Salvaterra)
Mónica Gomes da Venda (Glória do Ribatejo)
Maria Adelaide Carvalho (Marinhais)
Fernando Simãozinho (salvaterra de Magos)
Jorge Fernando Petinga Letra (Escaroupim)
Roberto Paulo M. Manique (Foros de Salvaterra)
Paula Isabel F. Monteiro (Glória do Ribatejo)
Lino Alves Pereira (Marinhais)
Natércia Raposo Castelo Nunes Martins (Marinhais)
Maria Alice Simãozinho (Salvaterra de Magos)
Anabela Tâmara P. Ferreira (Escaroupim)
Georgina Mário O. da Silva (Foros de Salvaterra)
Helder António B. Coelho (Foros de Salvaterra)
Fernando Manuel Silva Paulino (Marinhais)
Patrícia Sofia Aleluia Morais (Salvaterra de Magos)
Sílvia Maria F. Tomás (Escaroupim)
Áurea Jesus T. Abrantes (Foros de Salvaterra)
Henrique Pataeiro (Salvaterra de Magos)
Joaquim Alberto F. Ferreira (Foros de Salvaterra)
Maria Dulce Cadete Coutinho (Marinhais)
Élio António M. Caneira (Glória do Ribatejo)
Maria Celeste Aleluia (Salvaterra de Magos)
João Moreira da Silva (Foros de Salvaterra)
Rogério da Silva L. Lameira (Salvaterra de Magos)
João Pedro Balbino Cação (Foros de Salvaterra)
Ana Catarina Carvalho Galvão (Marinhais)
Ana Bela Henriques (Salvaterra de Magos)
José Luís Alves (Foros de Salvaterra)
Marília da Felicidade C. Amorim (Salvaterra de Magos)
Joaquim Manuel G. C. Montemor (Marinhais)
António Travessa dos Santos (Foros de Salvaterra)
Pedro Miguel O. Manique (Salvaterra de Magos)
Anabela Carvalho Pereira (Foros de Salvaterra)
Joaquim Pedro C. Carvalho (Salvaterra de Magos)
Luís Filipe Cação (Foros de Salaterra)
Alexandra Sofia Duarte Serafim (Salvaterra de Magos)
André Filipe da Silva Patrício (Marinhais)
Laura Ramalho (Salvaterra de Magos)
Filipa Oliveira Amado Santos (Marinhais)
Danilo Alexandre Faria Machacás (Foros de Salvaterra)
Vanessa Sofia da Fonseca Moreira (Glória do Ribatejo)
Ana Cristina J. Vieira (Muge)
Catarina Isabel da Silva Lopes Filipe (Foros de Salvaterra)
Luís Crua (Escaroupim)
Marília Isabel Oliveira (Granho)
Daniela Filipe Letra (Escaroupim)
Vera Martins (Foros de Salvaterra)
Diana Simões Coelho (Marinhais)
André Pita (Salvaterra de Magos)
Soraia Castro (Várzea Fresca)
Tânia Isabel Neves Bolieiro (Foros de Salvaterra)
Bruna Bragança (Granho)
Patricia Alexandra Ferreira Pinto (Marinhais)
Daniela Sofia B. Aveiro (Muge)
Solange Lapa (Salvaterra de Magos)
Selma Luísa Manique Pires (Salvaterra de Magos)
João Abel Simões Coelho (Marinhais)
Joana Sofia Silva Santos (Marinhais)
Cátia Maria Monteiro (Salvaterra de Magos)
João Pedro dos Santos Simões (Marinhais)
Cátia dos Santos Álvares (Marinhais)
Joana Ribeiro Mota (Granho)
Rafael Mendes Oliveira (Marinhais)
Fábio Alexandre Leal (Foros de Salvaterra)
Diogo Mendes Timóteo (Foros de Salvaterra)
Diana Fitas Monteiro (Glória do Ribatejo)
Ana Rita Oliveira Estevam (Foros de Salvaterra)
João Filipe C. Lucas (Muge)
Telmo Modesto (Foros de Salvaterra)
Hilário Ferreira da Silva (Glória do Ribatejo)
Sofia Alexandra M. Batista (Glória do Ribatejo)
Fábio André S. Ramos (Glória do Ribatejo)
Gonçalo André Dias Simões (Glória do Ribatejo)
Daniela Filipe Pires Belas Casaca (Foros de Salvaterra)
Gonçalo Filipe F. Adriano (Muge)
Sofia Raquel Esménio (Salvaterra de Magos)
Vanessa Cristina Nunes Liborio (Foros de Salvaterra)
Ana Margarida Monteiro Parracho de Oliveira (Marinhais)
Tiago José Cardoso Paulino (Foros de Salvaterra)
Comissão de Honra
Comissão de Juventude
Mandatários
Dr. Mário Rui Santana Engª Fátima Montemor
15
A necessidade de combater a degradação das casas velhas e, em muitos casos, o seu
abandono ou, dito de outro modo, a reabilitação urbana, mais do que uma escolha urba-
nística é uma emergência ou, se preferir, uma exigência económica, social e histórica.
A expansão urbana em alguns dos centros urbanos mais antigos do País, como aconteceu
em Salvaterra de Magos, em Muge, em parte na Glória do Ribatejo e, com menos expres-
são, em Marinhais, Granho ou Foros de Salvaterra, afastou as pessoas para a periferia,
para novos Bairros, desertificando os centros urbanos onde, em regra, ficam os serviços
e muitos dos comércios.
Por razões urbanísticas e de promoção da economia local, há que inverter esta tendência,
o que exige a recuperação do edificado, a reorganização e requalificação dos espaços
públicos, tentando assim “ganhar” as pessoas.
Perante o gradual desinteresse em viver e em fazer investimentos nos centros urba-
nos mais antigos – até porque muitas vezes os imóveis são mais caros e têm áreas
menores do que os mais novos, na periferia destes - teria sido importante que a nossa
Câmara Municipal tivesse integrado, como fizeram os municípios que nos rodeiam, a LT
- Sociedade Reabilitação Urbana, EM (LTSRU), empresa de capitais públicos municipais
que quer garantir o acesso a todas as oportunidades que surjam de canalizar fundos
comunitários para a reabilitação.
Infelizmente a maioria que governa a nossa Câmara Municipal preferiu ficar de fora desta
empresa cujo objectivo é criar economias de escala, atrair investidores privados e optimi-
zar processos com vista à reabilitação urbana dos concelhos que integram a Comunidade
Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT).
É expectável que os Municípios envolvidos nesta dinâmica consigam, entre outros:
- Reabitar e regenerar os centros urbanos, ajudando a economia local e preservando a
sua identidade cultural;
-Valorizaropatrimóniohistórico(edificado)epaisagístico,testemunhosdeumavivênciacolec-
tiva, como factor de promoção turística;
- Canalizar o investimento municipal para a qualificação de edifícios propriedade do
Município e para o espaço público confinante e dessa forma, pelo exemplo, incentivar as
acções de reabilitação urbana;
- Estabelecer estratégias que possam ajudar a reabilitar imóveis degradados e devolutos;
- Oferecer incentivos aos privados – benefícios fiscais (IMT e IMI), por exemplo, por um
período de 5 anos, celeridade nos procedimentos administrativos, redução das taxas
municipais e outros programas de apoio – que os levem a reabilitar o seu património;
- Promover a recuperação dos edifícios ou das fracções desocupadas através da sua
adaptação a novas funções, dinamizando este “novo” mercado com programas de incen-
tivo ao arrendamento.
Algumas das medidas escolhidas para agir passariam por:
1. Mobilizar os meios financeiros para incentivar o investimento privado e público, nomea-
damente pelo recurso a Fundos Europeus e empréstimos;
2. Criar programa de apoio à reabilitação e arrendamento urbano;
3. Apoiar a reabilitação através de benefícios fiscais, nomeadamente isenção de IMI e IMT,
aquando de uma ‘acção de reabilitação urbana’;
4. Assegurar que a autarquia é um parceiro activo e dinamizador dos processos de obras
de urbanização com redução dos custos e simplificação dos procedimentos de licencia-
mento, comunicação prévia e autorizações de utilização.
Com maior (ou menor) rapidez, função dos meios financeiros que possam ser captados
para a reabilitação urbana, o que nos parece evidente é que não nos devíamos ter auto-
excluído deste caminho. Devíamos pelo menos tentar!...
É o que faremos se viermos a merecer a confiança maioritária dos eleitores, até
porque acreditamos que estaremos ainda a contribuir para gerar alguns empre-
gos nomeadamente na indústria da construção civil que tantos trabalha-
dores tem dispensado em resultado da crise que atravessamos.
Um mandato que foi caracterizado pelas dificuldades:
– Dívida à Segurança Social que colocou a Junta de
Freguesia de Marinhais nas listagens dos incumpridores
e impediu, durante quase 2 anos, que pudéssemos con-
tar com a ajuda de trabalhadores inscritos no Centro de
Emprego, na realização das tarefas do dia-a-dia;
- Chovia dentro do edifício da Junta de Freguesia e as
instalações sanitárias, as portas e as janelas exteriores
estavam muito degradadas;
- As máquinas e ferramentas da Junta de Freguesia não
existiam, estavam inoperacionais ou em fim de vida – um
tractor ardera no final do mandato anterior, a carrinha do
pessoal já não passava na inspecção, a cisterna entornava
esgotos na via pública e a varredoura (ainda a ser paga)
nunca teve condições para trabalhar;
- A Câmara Municipal cortou mais de 30.000€ nas trans-
ferências para a Junta de Freguesia em relação ao que lhe
concedera no mandato anterior ao da gestão socialista, a
que se somou o corte nas transferências provenientes do
Estado;
- A ASAE fechou-nos o Mercado Diário de Marinhais em
resultado do estado de degradação a que o deixaram che-
gar. Tudo tinha de ser feito de novo;
- Fecharam-nos a Segurança Social e os Correios, ficámos
quase sem médicos e quase conseguiram que a nossa
freguesia acabasse junta à da Glória do Ribatejo.
Nunca viramos a cara a ninguém e lutámos:
- Honrámos o bom nome da Junta de Freguesia de
Marinhais, negociando e recomeçando os pagamentos à
Segurança Social e aos fornecedores;
- Tornámos os sanitários públicos mais dignos, começámos
a recuperar o edifício da Junta, comprámos em 2ª mão
uma carrinha e uma cisterna (limpeza de fossas) e adquiri-
mos (em leasing) um tractor novo.
- Conseguimos, depois de várias insistências junto do
Ministério da Saúde, manter em Marinhais 2 médicos,
garantimos em Marinhais as apresentações periódicas das
pessoas que estão na situação de desemprego, evitando-
lhes deslocações, e permanecem serviços postais na
delegação da Câmara, que se situa no edifício da Junta
de Freguesia;
- Mantivemos alguma actividade cultural – criámos uma
escola de música, continuámos as tasquinhas de Verão, a
celebração do Dia da Vila e do 25 de Abril, etc, ajudámos
a Câmara Municipal na recolha de lixos, de monos e de
resíduos de origem vegetal e não tanto quanto gostaría-
mos – por escassez de pessoal e de dinheiro - limpámos
ruas, cuidamos dos jardins, interviemos em valas, valetas
e aquedutos, disponibilizamos todos os meios humanos
e equipamentos de que dispúnhamos para ajudar aque-
les que não conseguiam entrar ou sair das suas casas
durante o primeiro inverno em que cá estivemos, criámos
alguns lugares de estacionamento na EN 367 e estivemos
SEMPRE presentes.
Aprendemos, vencemos as primeiras dificuldades e se
confiarem nesta equipa renovada, vamos tentar fazer mais
e melhor por Marinhais.
COMBATER O ABANDONO DAS CASAS VELHAS
"FORAM 4 ANOS MUITO DIFICEIS"
Fátima Gregório
Presidente da Junta
de Freguesia de Marinhais
16
É central neste projecto autárquico, porque é crucial
para o desenvolvimento do concelho e das nossas
freguesias nos próximos anos, a protecção, valorização
e promoção do nosso património natural – rio, floresta,
campos agrícolas, do nosso património histórico e cul-
tural, usos e costumes das nossas gentes, tradições
e festas de Verão, gastronomia, doçaria e artesanato,
as adegas, as coudelarias, o touro e a Festa Brava, a
Falcoaria e os Concheiros.
O Rio Tejo terá pois de ser um dos pilares deste edifício.
Vamos tentar requalificar a Praia Doce para trazer de
novo as pessoas ao local, e analisaremos a possibi-
lidade de ali voltar a ter uma praia fluvial, afinal temos
água corrente, muita areia no leito do Rio e estamos
distantes das praias costeiras.
Vamos cooperar na criação de “produtos” de turismo
nature-za, sendo uma das prioridades o Birdwatching no
Mouchão que mais não é que um passeio, um circuito,
com postos de observação das múltiplas espécies de
aves que procuram o Rio e o seu estuário.
Os desportos náuticos, os passeios de barco no Rio Tejo
e a sua integração em circuitos turísticos e gastronómi-
cos a nível local e regional, entre os quais o da cultura
avieira (Escaroupim), a par da remoção de lixo, entulhos
e outros resíduos das suas margens e das matas que
as circundam, são caminhos que não vamos deixar de
percorrer.
UM RIO DE OPORTUNIDADES
CONVITE JANTAR DE CAMPANHA
Vimos convidá-lo(a) a estar no Jantar de Campanha que vamos realizar no Restaurante O Zé do Moinho (EN 118,
Salvaterra de Magos), no dia 24 de Setembro, terça-feira, pelas 20 horas, onde apresentaremos os nossos candidatos
às eleições autárquicas do concelho de Salvaterra de Magos.
Neste jantar vai estar o líder nacional do Partido Socialista,
António José Seguro
Inscrições: 914 394 024 – salvaterra.magos@ps.pt
TERÇA-FEIRA, 24 DE SETEMBRO 20 HORAS
“uma equipa preocupada e empenhada
em melhorar o dia-a-dia“
Hélder Esménio
Candidato a Presidente
João Benavente
Candidato a Vice-Presidente
Helena Neves
Candidata a Vereadora
Paulo Cação
Candidato a Vereador
Francisco Madelino
Candidato a Presidente da Assembleia Municipal
CONVITE
DOMINGO, 22 DE SETEMBRO 17 HORAS
FOROS DE SALVATERRA - Parque Infantil
É com o maior prazer que o(a) convidamos a
assistir à apresentação pública dos candida-
tos à Assembleia da União das Freguesias de
Salvaterra de Magos e Foros de Salvaterra, à
Câmara e Assembleia Municipal de Salvaterra de
Magos, no Parque Infantil de Foros de Salvaterra,
Domingo, 22 de Setembro, pelas 17 horas.
Fique a conhecer as equipas, as ideias e algumas
propostas que poderão contribuir para mudar a
União das Freguesias de Salvaterra de Magos e
Foros de Salvaterra e o nosso concelho. Todos
serão bem-vindos.

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FAZER POR TODOS NÓS (2)

  • 1. ESTAMOS PREPARADOS E TEMOS VONTADE. SOMOS A SOLUÇÃO PARA UMA MUDANÇA TRANQUILA E COMPETENTE.'' '' Helder Esménio, candidato à presidência da Câmara Municipal, dirigindo-se aos presentes – meio milhar - no jantar de apresentação dos candidatos PS Nº 2 | Setembro 2013 | Distribuição gratuita | Candidatura PS às Autárquicas/2013 CONHEÇA TODAS AS EQUIPAS E O RUMO QUE QUEREMOS PER- CORRER NOS PRÓXI- MOS ANOS "É fundamental uma equipa queliderecomumaestratégia integrada de desenvolvi- mentoquenãodeixeninguém para trás" "Vamos criar um Centro Incu- badorparaapoiaradministra- tiva, financeira e legalmente a constituição de empresas, o empreendedorismo e o mer- cado de trabalho"
  • 2. 2 O concelho de Salvaterra de Magos pode melhorar Não é possível, não é sério, prometer tudo a todos, muito menos o será nas circunstâncias em que o País se encon- tra e quando já se sabe que depois das eleições de 29 de Setembro serão ainda mais reduzidas as transferências de verbas para as autarquias, o que vai originar a perda de mais um pedaço da já debilitada capacidade de investi- mento que elas hoje possuem. A esta dificuldade acresce o facto de no próximo quadro de apoio comunitário, a que os Municípios acederão, serem menores as disponibilidades financeiras e ainda não serem do domínio público os eixos de acção prioritária que benefi- ciarão desta ajuda da União Europeia. Do lado dos problemas estão ainda o último lugar distrital em que o nosso concelho foi colocado – desceu 150 posições em meia dúzia de anos – quer no que diz respeito aos números do desemprego, como no que se refere ao desenvolvimento económico e social e à qualidade de vida que oferece à sua população (estamos em 262º lugar entre 308 municípios). É por isso fundamental que uma próxima equipa que lidere a(s) nossa(s) autarquia(s) decida cuidar melhor do dia-a- dia das pessoas, esteja sempre disponível para atender e escutar os munícipes, os empresários e as associações e queira fazer acontecer de acordo com uma estratégia integrada de desenvolvimento que não deixe ninguém para trás e que identifique o caminho a percorrer. Andaremos mais rápido ou mais devagar consoante os financiamentos que se conseguirem! O concelho de Salvaterra de Magos é herdeiro das suas características, dos seus usos e costumes ancestrais – terrenos férteis, gente que os sabe trabalhar e o Rio Tejo. Mas também é verdade que nas últimas duas décadas, inicialmente por falta de acessos rodoviários adequados, mais tarde por apatia, inexistência de políticas activas e atractivas de desenvolvimento e a ausência de quem foi eleito para o governar, o nosso concelho não conseguiu, ao contrário do que sucedeu aos que se situam na nossa vizinhança, gerar as condições necessárias para fixar empresas e criar empregos. Antes pelo contrário, a nossa Câmara Municipal preferiu sempre aplicar às empresas e ao investimento taxas municipais elevadas que desincenti- varam alguns e “puniram” os outros. Enquanto os números do desemprego estiverem tão elevados e os problemas sociais se multiplicarem, vamos ter como outro dos eixos de actuação o reforço da rede social municipal, incentivando o voluntariado e enfatizando a cooperação com as escolas e as instituições particulares de solidariedade social. O concelho, entretanto, passou a ser servido por excelentes infraestruturas rodoviárias – ponte e viaduto de Benavente, pontes Salgueiro Maia e da Lezíria e auto-estrada A13 – sem que isso tivesse sido objecto de qualquer aproveita- mento por parte das autoridades locais. Continuámos a viver como se nada tivesse sido feito, enquanto os conce- lhos vizinhos não desperdiçaram essa oportunidade, daí as zonas industriais que em boa hora criaram e dinamizaram. Esses tempos dificilmente se repetirão!... Vamos ter de encontrar – se ainda formos a tempo - uma oportunidade para corrigir esse erro e financiar a criação duma Área Empresarial vocacionada para interagir com as actividades económicas locais, as profissões tradicionais - ainda com forte componente artesanal - e as empresas de base tec- nológica que necessitassem de técnicos mais qualificados, em regra os mais novos, o que evitaria a sua saída do concelho e travaria o envelhecimento da nossa população residente. Para combater o abandono e a degradação de muitos imóveis no centro das nossas vilas, em particular nas mais antigas, vamos ter de corrigir o estado a que chegámos. A aposta na reabilitação urbana é uma urgência pela neces- sidade de preservar a nossa história, de gerar condições condignas (higienizar, limpar, lavar, etc), de repovoar os centros urbanos e com isso ajudar o comércio e os ser- viços e criar, ainda, um nicho de mercado direcionado para as empresas de construção civil que, nos últimos anos, ficaram sem trabalho e arrastaram para o desemprego e/ou para a emigração centenas de trabalhadores nos- sos concidadãos. Tudo faremos para aderir à Sociedade de Reabilitação Urbana criada no seio da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo, a que a nossa Câmara teimosamente não se juntou, perdendo a oportunidade de estar na linha da frente do esforço de elaboração de projectos e candidaturas e de preparação/captação de instrumentos administrativos e financeiros que facilitassem e dinamizassem a regeneração urbana. Uma estratégia de desenvolvimento para o concelho, adaptada à realidade e aos problemas com que nos depa- ramos, não pode deixar de ter em boa conta a Natureza e o Meio Ambiente e a valorização do comércio e das empresas locais, desenvolvendo iniciativas promocionais, culturais, musicais e de animação que tragam pessoas às nossas ruas e aos negócios. Estamos no tempo de con- ceitos como: “Bio”, “Eco”, “Natura”, “Green”, “Ambiente”, “Sustentabilidade”, “Tradicional”, entre muitos outros com os quais talvez possamos promover eficazmente o con- celho de Salvaterra de Magos e as suas freguesias, afir- mando as nossas diferenças em relação a outros, eviden- ciando a nossa identidade e o que nos torna únicos. O futuro, a curto/médio prazo, passa pelo nosso património natural – rio, floresta, campos agrícolas, pelo nosso pat- rimónio histórico e cultural, os usos e os costumes das nossas gentes, as tradições e as festas de Verão, a gastro- nomia, a doçaria e o artesanato, as adegas, as coudelarias, o touro e a Festa Brava, a Falcoaria e os Concheiros, mas também pela forma como valorizamos e aproveitamos isso, como cuidamos das nossas vilas e aldeias, da saúde e do emprego das pessoas, como nos empenhamos na capta- ção de empresas e de investimentos. Chegámos ao final da 1ª década do século XXI na cauda dos municípios portugueses. Só sairemos desta incómoda posição se conseguirmos aproveitar o que temos, não esquecendo que devemos tudo fazer para ter uma eco- nomia “verde”, sustentável, até porque temos a obrigação de passar o Planeta às gerações vindouras em condições delas o habitarem. Podem contar comigo e com a equipa que lidero para ten- tarmos fazer mais e um pouco melhor. Hélder Manuel Esménio EDITORIAL “É por isso fundamental que uma próxima equipa que lidere a nossa autarquia (…) queira fazer acontecer de acordo com uma estratégia integrada de desenvolvi- mento que não deixe ninguém para trás” “Vamos ter de encontrar – se ainda for- mos a tempo - uma oportunidade para corrigir esse erro e financiar a criação duma Área Empresarial (…)” “A aposta na reabilitação urbana é uma urgência, quer pela necessidade de preservar a nossa história, de gerar condições condignas, de repovoar os centros urbanos e com isso ajudar o comércio e os serviços e criar um nicho de mercado direccionado para as empre- sas de construção civil que, nos últimos anos, ficaram sem trabalho e arrastaram para o desemprego e/ou para a emigração centenas de trabalhadores nossos conci- dadãos.” “Não é possível, não é sério, prometer tudo a todos”
  • 3. 3 João Batista Oliveira Empresário e Formador Helder Manuel Esménio Engenheiro Civil Helena Maria das Neves Empresária e Professora de Yoga Paulo Jorge Cação Téc. Administrativo e de Recursos Humanos Fernando Gonçalves Adriano Comerciante Nélia da Graça Gaspar Professora João Manuel Simões Professor Mário Rui Nunes Técnico de Informação Maria João Gaspar Psicóloga/Empresária Pedro Miguel Ferreira Técnico de Emprego António Mendes Vieira Chefe de Secretaria/ Mediador de Seguros Carla Ferreira Cunha Assistente Técnica Leonel Filipe Fernandes Fiel de Armazém Filomena de Sousa Neiva Professora Câmara Municipal de Salvaterra de Magos A EQUIPA Mais do que prometer a realização desta ou daquela obra, ainda mais quando os dinheiros públicos são escassos e vivemos tempos de crescentes dificul- dades, uma candidatura autárquica que queira ser levada a sério deve antes definir um rumo, um caminho, objectivos a atingir e as medidas que adoptará para lá chegar. É o que faremos. Não nos comprometemos a fazê-lo em 4, 8 ou 12 anos, pois o ritmo da “caminhada” depende muito da evolução económica do País, da dimensão das verbas oriundas da União Europeia e até dos projectos que “ela” virá a considerar prioritários. Comprometemo-nos, isso sim, a trabalhar em conjunto com as Juntas de Freguesia, sem desfalecimentos - e sem ausências - e temos a certeza que vamos fazer mais e um pouco melhor, pois a situação a que chegámos está longe de ser satisfatória. Ocupamos o último lugar de toda a região e estamos entre os 50 piores concelhos do País nos principais indicadores económi- cos. Temos a taxa de desemprego mais elevada do distrito de Santarém e, ao descer 150 lugares na última década, fomos colocados no pior lugar distrital quer na qualidade de vida da população, como no desenvolvimento económico e social. É pois imperioso que façamos melhor! UMA ESTRATÉGIA, UM CAMINHO COMPROMETEMO-NOS, ISSO SIM, A TRABALHAR EM CONJUNTO COM AS JUNTAS DE FREGUESIA, SEM DESFALECIMENTOS - E SEM AUSÊN- CIAS - E TEMOS A CERTEZA QUE VAMOS FAZER MAIS E UM POUCO MELHOR, POIS A SITUAÇÃO A QUE CHEGÁMOS ESTÁ LONGE DE SER SATISFATÓRIA.
  • 4. 4 OBJECTIVO 1 Atingir uma taxa de desemprego e um desenvolvimento semelhantes à média nacional Medida 1 - Tornar mais barato criar postos de trabalho - Vamos corrigir os Regulamentos Municipais feitos pelo BE que penalizam o investimento, dificultam a criação de empregos e originam a fuga dos jovens do concelho. - Vamos baixar a derrama e as taxas administrativas cobradas pela Câmara Municipal para incentivar a fixação de novas empresas e ajudar as que já estão no território municipal. - Com este mesmo propósito, e para obviar à morosidade da justiça que penaliza tanto as pessoas e as empresas, vamos estudar com os operadores judiciais a possibilidade de contri- buirmos para a constituição dum Julgado de Paz (tribunal extrajudicial) que sirva o nosso concelho. - Se conseguirmos financiamento vamos pavimentar a rede viária que serve a Área de Concentração Industrial de Pinhal dos Mouros em Salvaterra de Magos, minimizando os custos de produção e de transporte. Medida2-CriarnovasÁreasIndustriaise/ouEmpresariais - Vamos tentar corrigir o PDM e tentar financiar a construção de uma nova Área Empresarial nos Foros de Salvaterra, o mais próximo possível do nó da A13, tirando partido da ligação rodoviária que aquela via assegura à rede viária fun- damental A1 (para Norte), A2 (para Sul), A6 (para Espanha) e A10 (para o Oeste). Melhoraremos a acessibilidade da União de Freguesias Glória do Ribatejo/Granho àquele nó, à desejada Área de Localização Empresarial e à Barragem de Magos. - Vamos, ainda, no âmbito desta medida, tentar dinamizar a Zona Industrial de Vale de Lobos em Muge, procurando que nela se possam fixar mais empresas e criar mais empregos. Medida 3 - Divulgar e promover o concelho - Vamos divulgar o concelho e as Áreas onde se localizam indústrias (Vale de Lobos e Pinhal dos Mouros) e a que cria- remos se vencermos as dificuldades burocráticas e as limi- tações financeiras. Divulgaremos os incentivos municipais que gerarmos (redução de taxas e impostos municipais) e, em função dos postos de trabalho criados, colaboraremos na requalificação profissional dos trabalhadores que venham a ser admitidos para novos postos de trabalho e na efectivação de estágios profissionais facilitadores da entrada dos jovens na vida activa. - Apoiaremos a divulgação a nível nacional das nossas empresas ou dos produtos a comercializar. - Vamos criar um Gabinete de Atendimento aos empresários e a todos os interessados, pondo fim às dificuldades que hoje uns e outros sentem e vamos, com a ajuda das associações empresariais, criar um portal de apoio ao investidor e/ou ao empreendedor local. - Vamos encetar todos os esforços para dar a conhecer o concelho e o seu potencial humano, organizando jorna- das, reuniões e conferencias e participando em certames organizados pelas associações empresariais, AIP, AEP, NERSANT, CIP e pelos organismos estatais responsáveis pelo investimento, AICEP. Medida 4 - Direccionar os investimentos em obras municipais para a promoção do emprego. - Vamos convidar (e ajudar) as empresas com sede ou activi- dade significativa no território municipal, pois estas empre- gam preferencialmente trabalhadores do concelho, a concor- rerem a fornecimentos e à realização das obras da Câmara Municipal. Tentaremos deste modo salvar e recuperar alguns dos postos de trabalho perdidos por força da apatia da gestão camarária e da crise dos últimos anos. O sucesso desta aposta nas empresas do concelho e a confiança no trabalho daqueles empresários gerará novos empregos, aumentará a riqueza local e incrementará o comércio e os serviços no concelho de Salvaterra de Magos. Medida 5 - Planeamento e gestão urbanística - Vamos tentar colocar o planeamento e a gestão urbanísti- cas ao serviço das populações e não da burocracia. Vamos cumprir o que outros prometeram durante anos a fio e não souberam fazer. Vamos finalmente alterar (e rever) o Plano Director Municipal, que já há tempo demais estrangula empresas, castiga cidadãos e condiciona o desenvolvimento. - Se (ou quando) as circunstâncias o exigirem realizaremos um estudo de avaliação dos impactos que o novo aeroporto de Lisboa pode induzir no concelho. Medida 6 - Centro Incubador de Empresas - Vamos criar num dos espaços municipais um Centro Incubador de Empresas que articulará toda a actividade municipal na promoção do emprego e no desenvolvimento económico sustentado. Este Centro Incubador apoiará administrativa, financeira ou legalmente a constituição de empresas, o empreendedoris- mo e o mercado de trabalho local, em parceria com o IEFP, as Associações sectoriais empresariais e os Sindicatos. Este Centro Incubador terá um espaço de Exposição e Divulgação das actividades económicas concelhias, incluindo o artesanato. Este Centro terá gabinetes de trabalho para as empresas recém constituídas que aqui poderão ter o seu primeiro escritório, sem arrendamentos, ajudando-as durante alguns anos. Este Centro Incubador terá ainda acesso a espaços de reunião e de formação profissional, facultando também apoio administrativo e de secretariado comum às empresas, baixando os seus custos de gestão. O Centro Incubador, numa segunda fase, alargará a sua actividade à inovação tecnológica, conseguindo e conce- dendo apoios para bolsas de investigação em escolas de reconhecido mérito. O Centro Incubador não deixará, no âmbito das suas actividades regulares, de dar assistência técnica à Câmara Municipal na aposta que temos de fazer nas energias renováveis. OBJECTIVO 2 Contribuir para a redução do abandono precoce da escola e melhoria dos resultados escolares, pois o nosso futuro colectivo é alcançado pela adição do(s) sucesso(s) de cada um de nós. Medida 1 - Investir em instalações escolares - Vamos tentar encontrar forma de financiar a construção do Centro Escolar dos Foros de Salvaterra e Várzea Fresca. - Vamos reavaliar a Carta Educativa do concelho, valorizar o funcionamento do Conselho Municipal de Educação e ponderar assegurar às crianças das freguesias que não terão centro escolar que as suas escolas (e jardins-de- infância) serão requalificadas e modernizadas, dotando-as de infraestruturas tecnológicas. Com esta medida procuramos garantir o desenvolvimento harmonioso do concelho, evitando que haja crianças que não tenham acesso a estabelecimentos de ensino modernos e bem equipados, facilitadores da aprendizagem e indutores de motivação. Reduzir o abandono precoce da escola e o insucesso escolar - Tornar apelativos os espaços escolares municipais é a primeira das formas de evitar o abandono da escola antes de concluído o ensino secundário. Promover o sucesso escolar é talvez a mais eficaz maneira de assegurar a continuidade dos estudos dos nossos filhos, fazendo com que fiquem melhor preparados para os desafios que se lhes colocarão. Vamos, com a ajuda dos pais e encarregados de educação e com o apoio dos professores e Agrupamentos de Escolas, empenhar-nos na valorização da aprendizagem, mas tam- bém na preparação das crianças e jovens para serem cidadãos. - Vamos criar em todas as freguesias, com o apoio das Juntas de Freguesia, dos Agrupamentos de Escolas e dos pólos da biblioteca municipal um serviço de catalogação e recolha de livros e material escolar usado, que possam entrar numa bolsa de empréstimo às crianças mais necessitadas. - Vamos ajudar ainda os jovens carenciados, na aquisição de livros e de material escolar sempre que estes não estejam disponíveis naquela bolsa, pois não podemos aceitar que o abandono da escola seja justificado por razões económicas do agregado familiar. - Vamos atribuir bolsas de estudo aos jovens que prossigam os seus estudos no ensino superior, tendo por base o rendimento familiar e o sucesso escolar, ajudando-os nas propinas e/ou nas despesas com alimentação, alojamento e transportes. - Vamos, em colaboração com os Agrupamentos de Escolas e o Ensino Especial, desenvolver um projecto municipal de apoio psicológico, emocional, cognitivo e pedagógico às crianças que contribua para a pro- moção do seu sucesso escolar e a profilaxia de qua- dros clínicos de maior complexidade. Medida 3 – Combater o analfabetismo, regressar à escola - Vamos promover em colaboração com os estabeleci- mentos de ensino situados na área do concelho acções de alfabetização da população. - Vamos motivar a população activa a enveredar por acções que visem o aumento da escolaridade, facili- tando-lhes a empregabilidade e o sucesso profissional. OBJECTIVO 3 Conceber um projecto e uma programação cultural, incentivar a prática desportiva Medida 1 – Elaborar um Projecto Cultural - Vamos estruturar um projecto cultural para o concelho de Salvaterra de Magos que assentará na dinamização e apoio às actividades locais de artesanato, música, dança, pintura, fotografia, teatro, escultura, jornalismo, etc e na divulgação dos artistas e das suas actividades/ obras pelo concelho, pelo distrito e pelo País. - Vamos tentar reunir os apoios necessários para avan- çar com a organização duma Bienal de Arte e Cultura. Complementando este evento, ou incorporando-o, vamos procurar levar por diante um Festival de Arte Sacra (e artesanato) onde não faltarão exposições de escultura e pintura, joalharia e vestes, assim como con- certos de música de câmara nas igrejas das povoações do concelho. Acreditamos que vamos ainda conseguir levar a cabo um Festival de Teatro Experimental, uma semana de teatro e arte performativa com acções de rua e que culminaria com apresentações públicas de teatro local. Medida 2 – Instalações ou equipamentos culturais - Vamos revitalizar os espaços existentes (Celeiro da Vala e auditórios da Capela Real em Salvaterra de Magos e da Casa do Povo em Muge, entre outros). - Se tivermos forma de apoiar com verbas comunitárias ou outras, faremos uma parceria ou um protocolo com a Santa Casa da Misericórdia de Salvaterra de Magos com vista à realização de obras na Praça de Touros, reforçando a sua estrutura e requalificando-a. As instalações da Praça de Touros de Salvaterra de Magos (curros, cavalariças, arena, enfermaria, capela, etc) passariam a ser visitáveis pela nossa população, pelos alunos das escolas e pelos turistas, sendo elas próprias um museu (vivo) da tauromaquia que poderia vir a contar com outros espólios privados. - Vamos tentar construir na Glória do Ribatejo (antigo Jackson) o Pátio das Colectividades (centro cultural, COM ESTE MESMO PROPÓSITO, E PARA OBVIAR À MOROSIDADE DA JUSTIÇA QUE PENALIZA TANTO AS PESSOAS E AS EMPRESAS, VAMOS ESTUDAR COM OS OPERADORES JUDICIAIS A POSSIBILIDADE DE CON- TRIBUIRMOS PARA A CONSTITUIÇÃO DUM JULGADO DE PAZ (TRIBUNAL EXTRAJUDICIAL) QUE SIRVA O NOSSO CONCELHO. VAMOS ENCETAR TODOS OS ESFORÇOS PARA DAR A CONHECER O CONCELHO E O SEU POTENCIAL HUMANO, ORGANIZANDO JORNA- DAS, REUNIÕES E CONFERENCIAS E PARTICIPANDO EM CERTAMES ORGANIZADOS PELAS ASSOCIAÇÕES EMPRESARIAIS, AIP, AEP, NERSANT, CIP E PELOS ORGANISMOS ESTATAIS RESPONSÁVEIS PELO INVESTIMENTO, AICEP.
  • 5. 5 de convívio e do associativismo), espaço jovem, onde se procurará integrar uma biblioteca e/ou um auditório. - Vamos ter de recuperar o edifício do antigo Mercado Diário de Marinhais - e a respectiva envolvente - privi- legiando a utilização do espaço como auditório/sala multiusos, uma vez que o edifício sede da Junta de Freguesia já não tem espaço para aí localizar mais serviços a prestar à população. - Vamos colaborar na adaptação do actual posto de saúde dos Foros de Salvaterra – logo que as novas instalações estejam concluídas pelo Ministério da Saúde e entrem em funcionamento - para sedes das colectividades locais. - Vamos apoiar a criação do Núcleo Etnográfico e de um Polo da Biblioteca Municipal no Granho. - Vamos adaptar o edifício da antiga escola primária da Várzea Fresca a espaço de exposição etnográfica e de artesanato, a escola-museu (anos 50 e 60) e a espaço de reunião e de trabalho de alguma colectividade e da comunidade local. - Vamos procurar instalar um Centro Educativo de Artes Plásticas e Musicais (Quarteirão Cultural) no edifício da Escola Primária do Parque ou noutro edifício municipal, sendo alguns espaços interiores e exteriores associa- dos ao tema: Memórias de Salvaterra privilegiando figu- ras que marcaram a nossa vida em comunidade e não esquecendo a ligação que os Parodiantes de Lisboa tiveram a Salvaterra de Magos. - Vamos procurar apoiar as obras de modernização e de requalificação da sede da Associação do Escaroupim, reaproveitar a antiga Escola Primária da povoação para museu da cultura avieira e colocar uns sanitários que possam ser usados pelas pessoas que visitam a aldeia. - Vamos tentar localizar em Muge um Núcleo Museológico dos Concheiros – Complexo Mesolítico. Medida 3 – Organizar e dinamizar o(s) Museu(s) do Concelho - Vamos estudar a possibilidade de alterar a gestão cor- rente dos diferentes espaços museológicos disponíveis ou a disponibilizar no concelho, dinamizando-os, tor- nando-os vivos e atractivos às crianças e aos jovens. Esse trabalho julgará da importância de interligar todos os museus numa gestão integrada e num percurso turístico, avaliando a vantagem de se criar o Núcleo da Casa Real (Capela Real e Praça da República), o Núcleo Tauromáquico (Praça de Touros) e a Escola Primária – Anos 50/60 (Escola Primária da Várzea Fresca). O percurso turístico terá de passar, entre outros, pelo Palácio da Falcoaria, Centro de Interpretação e Educação Ambiental do Cais da vala, Casa-museu e aldeia do Escaroupim e Rio Tejo, Núcleo Museológico dos Concheiros em Muge, e a Casa Tradicional e o Museu da Glória do Ribatejo (em parceria com a Associação para a Defesa do Património Etnográfico e Cultural de Glória do Ribatejo) e a estação do caminho de ferro de Marinhais (parceria com a AMAR). Este programa turístico terá de ser complementado com artesanato e gastronomia local. Medida 4 – Apostar na massificação desportiva - O desporto tem de passar a ser uma disciplina a inte- grar obrigatoriamente na formação de qualquer criança ou jovem no concelho de Salvaterra de Magos. Haverá naturalmente apoio à competição e ao alto rendimento desportivo, mas o papel essencial da autarquia é o de assegurar a formação. - Vamos tentar disponibilizar terreno para a futura Zona Desportiva dos Foros de Salvaterra e Várzea Fresca, onde a médio prazo se construirão um pavilhão des- portivo, um campo de futebol de 7 com relvado sinté- tico, um circuito de manutenção, campo de ténis, zonas arborizadas, etc. - Vamos concluir as negociações com a Santa Casa da Misericórdiacomvistaàcedênciadocampodefuteboldo Clube Desportivo Salvaterrense e procuraremos finan- ciar a colocação de um relvado sintético que possibilite a sua utilização pelas crianças e jovens da freguesia. - Vamos tentar obter financiamento para colocar um relvado sintético no campo de futebol da Casa do Povo de Muge e procurar dinamizar a utilização das demais instalações desportivas. - Elaboraremos um projecto para a Zona Desportiva do Granho englobando um jardim público, parque de merendas e uma zona de lazer. - A Zona Desportiva da Glória do Ribatejo necessita de um campo de futebol de 7 com tapete sintético e de melhorias significativas nos balneários do Campo dos Carvalhos. - Nas freguesias onde a prática desportiva seja menos rele- vante vamos recorrer a animadores desportivos e a parcerias com as colectividades locais. OBJECTIVO 4 Melhoria da qualidade de vida da população Medida 1 – Ampliar as redes de saneamento básico e de acessibilidades - Vamos exigir que se acabem e ponham em funcionamento as redes de saneamento básico das povoações da Várzea Fresca e dos Foros de Salvaterra. - Zelaremos pela conclusão das redes iniciadas há anos e projectaremos uma solução para os caudais pluviais do cen- tro da vila de Marinhais. - Vamos tentar garantir junto da empresa Águas do Ribatejo que todas as freguesias terão sempre o seu fornecimento de água assegurado pela existência de captações de água de reserva, equipadas. Insistiremos também na gradual substi- tuição das condutas velhas de fibrocimento das redes de distribuição de água e exigiremos que sejam terminadas as obras que permitem a resolução dos problemas de caudal e pressão que afectam as freguesias da Glória do Ribatejo e de Marinhais. - Vão ter que se projectar obras de infraestruturação (saneamento básico e rodovias) das Gatinheiras e do Vale Queimado em Salvaterra de Magos/Foros de Salvaterra. - Vamos promover, a par da realização de novas pavimenta- ções em estradas municipais, ao ritmo das disponibilidades financeiras, acções que visem a manutenção e reabilitação da rede viária existente, que tem sido quase ignorada nos últimos mandatos. - Vamos ter de construir alguns passeios e estacionamentos nos centros urbanos das freguesias pois é determinante para a segurança das pessoas separar a circulação pedonal, que actualmente se faz pelas bermas e pela faixa de rodagem, da circulação automóvel. Vamos continuar a melhorar as aces- sibilidades a pessoas com mobilidade condicionada. - Vamos reforçar o número de passadeiras para peões e investir na sinalização rodoviária, enfatizando os entronca- mentos e os cruzamentos da rede viária municipal e nacional. - Complementaremos esta intervenção com a construção de uma rotunda na EM 581, para aumentar a segurança e a dignidade da entrada e a saída do Granho, e insistiremos com a Estradas de Portugal para fazer outras rotundas na EN 114-3 junto à futura zona desportiva dos Foros de Salvaterra e Várzea Fresca, no entroncamento da EN 114-3 com a EN 118 em Salvaterra de Magos e duas outras na EN 118 em Marinhais, junto à Estrada dos Ramalhais e no entronca- mento da Rua do Cartaxeiro. - Tentaremos melhorar o arruamento de acesso à Ponte Rainha D. Amélia e insistir para que ele venha a dispor de iluminação pública, para aumento da segurança no local. Em conjunto com a Câmara Municipal do Cartaxo vamos procu- rar o apoio governamental ao alargamento da faixa de roda- gem desta antiga ponte ferroviária, de molde a que ela possa dar resposta ao trânsito que a percorre, designadamente às viaturas e equipamentos agrícolas. Medida 2 – Preservar o ambiente e melhorar a higiene e a limpeza urbanas - Vamos requalificar a Praia Doce, proibir o campismo selva- gem, utilizar o espaço para a realização de férias desportivas e localizar nele campos de futebol e de volley de praia. Analisaremos a possibilidade de ali voltar a ter uma praia fluvial. - Vamos cooperar na criação de “produtos” de turismo nature- za, sendo uma das prioridades o Birdwatching no Mouchão que mais não é que um passeio com postos de observação das múltiplas espécies de aves que procuram o Rio e o seu estuário. - Vamos apostar na preservação ambiental cuidando da Barragem de Magos e limpando as margens do Rio Tejo, pois estes, a par das matas e pinhais, são dos nossos melho- res “produtos” para consumo pela população residente e por quem nos visite. Importa conseguir dinamizar a utilização daqueles “espelhos” de água, promovendo actividades lúdi- cas e desportivas, caminhadas e convívios. Vamos remover lixo, entulhos e outros resíduos, vamos organizar o estacio- namento e construir circulações pedonais que contornem a Albufeira da Barragem de Magos e que liguem o Cais da Vala ao Bico da Goiva, em Salvaterra de Magos. - Vamos contribuir para a limpeza e desobstrução das linhas de água, valas e valetas pluviais, assim como para o desas- soreamento das passagens hidráulicas (aquedutos). - Vamos reforçar a limpeza urbana, a lavagem e desinfecção dos ecopontos e dos contentores de recolha dos resíduos sólidos urbanos e aumentar a frequência de recolha ou o seu número. Vamos incrementar a utilização, após alguma infor- mação e formação, de compostores domésticos, indicados para reciclar lixos de jardins, detritos de cozinha e cinzas de madeira, sendo o composto obtido usado nos jardins e hortas como fertilizante orgânico. - Vamos ter de encontrar modo de financiar a construção de um Ecocentro (local para depósito de entulhos, monos e outros resíduos) que pela sua localização sirva a totalidade da área do concelho. Vamos tentar privilegiar a utilização de energias renováveis nos edifícios municipais. - Vamos criar ou apoiar a construção dum canil (e gatil) cujas instalações sejam condignas. - Vamos colocar na Glória do Ribatejo, em estreita articulação com a Junta de Freguesia, um posto avançado de combate aos incêndios florestais, principalmente nos meses de Verão. Medida 3 – Tratar zonas verdes e arborizadas, construir jardins públicos - Tentaremos desenvolver a Zona Desportiva de Salvaterra de Magos de forma a criar o Parque da Vila, vedando o local, localizando aí, entre outros, uma zona de lazer arborizada, ciclovias e circuitos pedonais. - Elaborar projectos e tentar financiar osArranjos Urbanísticos dos Largos das Festas de Marinhais e de Foros de Salvaterra, valorizando a sua utilização ao longo de todo o ano como Áreas de Lazer. - Vamos projectar e tentar recuperar o Jardim do Largo dos Combatentes e o Jardim da Praça da República, em Salvaterra de Magos, reunindo informação para aproximar a solução técnica da reprodução histórica daqueles espaços. - Projectar e encontrar financiamento para intervir no Parque de Merendas em Muge, recuperando os moinhos de vento, criando um pequeno parque infantil, algum estacionamento, substituindo árvores “doentes” e melhorando as condições de lazer. VAMOS, EM COLABORAÇÃO COM OS AGRUPAMENTOS DE ESCOLAS E O ENSINO ESPECIAL, DESENVOLVER UM PROJECTO MUNICIPAL DE APOIO PSI- COLÓGICO, EMOCIONAL, COGNITIVO E PEDAGÓGICO ÀS CRIANÇAS, QUE CONTRIBUA PARA A PROMOÇÃO DO SEU SUCESSO ESCOLAR E A PRO- FILAXIA DE QUADROS CLÍNICOS DE MAIOR COMPLEXIDADE. AS INSTALAÇÕES DA PRAÇA DE TOUROS DE SALVATERRA DE MAGOS (CURROS, CAVALARIÇAS, ARENA, ENFERMARIA, CAPELA, ETC) PASSA- RIAM A SER VISITÁVEIS PELA NOSSA POPULAÇÃO, PELOS ALUNOS DAS ESCOLAS E PELOS TURISTAS, SENDO ELAS PRÓPRIAS UM MUSEU (VIVO) DA TAUROMAQUIA QUE PODERIA VIR A CONTAR COM OUTROS ESPÓLIOS PRIVADOS.
  • 6. 6 Francisco Caneira Madelino Economista Carlos Manuel Leal Reformado Cláudia Maria Mesquita Escriturária Francisco Cristovão Reformado Marco António da Raquel Bancário Vítor Manuel Diogo Reformado Daniela Filipa Casaca Estudante universitária Manuel António Caneira Consultor de Informática Nuno Mário Antão Político Luís Filipe Cação Designer Ana Elvira Baptista Assist. de Serviço a Clientes Sofia Alexandra Batista Advogada João Pedro Gregório Engenheiro Fábio Alexandre Leal Caixeiro António Rodrigues Agricultor Mário Rui Santana Economista Maria Elvira dos Santos Aposentada Diana Fitas Monteiro Estudante Telma Filipa Simões Engenheira Informática Marco Paulo Cristóvão Economista Rogério Nunes Monteiro Gestor de Clientes Joaquim da Silva Fatia Reformado Sara Alexandra Caneira Empresária José Rodrigues Gameiro Reformado Luís Carreira Félix Encarregado Manuel de Figueiredo Reformado / Agricultura Alexandra Sofia Serafim Desempregada Carla Maria Neves Escriturária Assembleia Municipal de Salvaterra de Magos A EQUIPA - Quando os meios financeiros o permitirem tencionamos negociar a aquisição do terreno do antigo campo de futebol de Marinhais para possibilitar a ampliação do cemitério e/ ou para ficar como reserva à implantação de mais equipa- mentos na freguesia, designadamente um Parque da Vila. Medida 4 – Saúde e Seniores (> 65 anos) - Vamos continuar a adoptar junto dos Serviços do Ministério da Saúde (ACES) uma postura activa na resolução do problema da falta de médicos de família, disponibilizando transporte e eventualmente outros incentivos que possam facilitar a sua fixação no nosso concelho. - Vamos insistir também na reabertura dos postos de saúde de Muge e do Granho propondo, se isso resolver o proble- ma, a contratação de um médico a tempo parcial que sirva estas duas povoações, em cujo custo participaríamos. Se tal não for viável avaliaremos a possibilidade de transpor- tar as pessoas até às consultas médicas na extensão de saúde da Glória do Ribatejo. - A freguesia de Muge não pode continuar sem serviço de farmácia pelo que tentaremos estabelecer uma parceria com uma farmácia que se mostre interessada em manter naquela freguesia um posto de atendimento. - Vamos, em parceria com as IPSS, ajudar na intervenção domiciliária que é feita junto dos mais velhos, quer sob os pontos de vista clínico e social, alargando o apoio, nos casos em que se justifique, aos 7 dias da semana. Progressivamente tentaremos trabalhar mais a psicologia, fisioterapia, massagem, animação e educação física. - Continuaremos a dinamizar o projecto e a actividade da Universidade Sénior de Salvaterra de Magos; - Vamos estar ao lado das IPSS nos contactos com a Segurança Social com vista ao alargamento da valência Lar a mais idosos do concelho e ajudaremos, na compo- nente que nos couber, a erigir este tipo de equipamentos. - Promoveremos a avaliação pelo Centro Paroquial de Salvaterra de Magos, a Segurança Social e o Ministério da Educação da possibilidade de alargar as valências daquela IPSS, para centro de reabilitação e apoio a crianças com necessidades educativas especiais. OBJECTIVO 5 Modernizar e humanizar os serviços públicos da(s) autarquia(s) - Assumimos já o compromisso de manter a funcionar todos os edifícios (seis) das juntas de freguesia, pois queremos assegurar os serviços de proximidade que hoje existem. Estes serviços na Glória do Ribatejo, no Granho, nos Foros de Salvaterra e em Muge passarão a funcionar também como um balcão/delegação da Câmara Municipal. - Vamos criar na Câmara Municipal um Serviço de Atendimento ao Munícipe que aumente a celeridade dos procedimentos administrativos, diminua o tempo de espera e dignifique o atendimento das populações, dos empresá- rios e das Associações. - Vamos descentralizar as reuniões de Câmara e o aten- dimento aos munícipes pelo presidente da Câmara, que acontecerão também nas sedes e delegações das fregue- sias, nomeadamente nos Foros de Salvaterra, na Glória do Ribatejo, no Granho, em Marinhais e em Muge. - Vamos apoiar a remodelação e a modernização da sede da Junta de Freguesia de Muge que vai assegurar a ade- quada acessibilidade ao edifício. - Vamos colaborar no desenvolvimento dos sites das Juntas de Freguesia de modo a que facilitem a vida das pessoas, incluindo neles a possibilidade de responder às questões dos munícipes, de aceder a informações úteis relativas ao funcionamento dos serviços, à gastronomia, ao turismo, às associações e instituições, às diversas iniciativas recrea- tivas, desportivas e culturais, bem como um espaço de divulgação e de publicitação das actividades económicas e das empresas sediadas na área do concelho. - Melhorar as condições de trabalho do pessoal.
  • 7. 7 SAÚDE, EDUCAÇÃO - Requalificação das escolas do 1º ciclo da freguesia, melhorando e modernizando as suas condições de utiliza- ção, designadamente no que diz respeito a infraestruturas tecnológicas; - Continuar a lutar junto do ACES da Lezíria, para a reaber- tura do Centro de Saúde de Muge e colocação de médico; - Estabelecer uma parceria com uma farmácia que se mostre interessada em manter na freguesia um posto de atendimento; COLECTIVIDADES E IPSS - Apoiar o Centro de Bem Estar Social de Muge no desen- volvimento da sua actividade regular e no desenvolvimento de novos projectos; - Apoiar regularmente a actividade das colectividades e associações da freguesia nas áreas do desporto, cultura e lazer. Desenvolveremos esforços que conduzam à revita- lização da associação do património; URBANISMO E LAZER - Assegurar aos nossos seniores, em estreita colaboração com a Câmara Municipal e o Centro de Bem Estar Social, actividades de lazer e de convívio, ajudando-os em peque- nas tarefas no seu dia-a-dia (preenchimento de impressos, etc) - Continuar a intervir para melhorar as acessibilidades na vila a pessoas com mobilidade condicionada; - Reivindicar junto da Câmara Municipal que a zona mais antiga da vila de Muge, possa vir a ser integrada nalgum projecto de âmbito intermunicipal que ajude na sua regene- ração. Solicitaremos que sejam reduzidas ou isentas de taxas todos as edificações degradadas que venham a ser conservadas; - Prosseguir as obras de modernização e garantir a aces- sibilidade ao edifício sede da Junta de Freguesia de Muge; - Requalificar, com apoio financeiro da Câmara Municipal, o parque infantil do B. Cova da Faia; - Cooperar na arborização e no melhoramento de alguns arranjos urbanísticos, designadamente nos Bairros D. Olga e Cova da Faia. - Insistir junto da Câmara Municipal para projectar e encon- trar financiamento para requalificar e reflorestar o Parque de Merendas, para melhorar as condições de lazer; - Avaliar com a Câmara Municipal e o projecto da cultura avieira a inclusão do arranjo paisagístico da frente ribei- rinha do Sabugueiro - cais, limpeza das margens do Rio Tejo, zonas de lazer, de circulação pedonal e estaciona- mento. - Sensibilizar e exigir das Águas do Ribatejo a substituição das velhas condutas de fibrocimento pois prejudicam a qualidade da água e o serviço prestado às populações; - Insistir no reforço da limpeza urbana, nas acções de desinfestação (desratização e desbaratização), na lava- gem e desinfecção dos contentores e na frequência de recolha ou no número de Ecopontos; CULTURA E DESPORTO - Promover a reutilização do auditório da Casa do Povo, com espectáculos culturais (musicais, teatrais, etc). - Exigir e sensibilizar a Câmara Municipal para a criação do Núcleo Museológico dos Concheiros – Complexo Mesolítico; - Apoiar a Casa do Povo (secção de futebol, de petanca, etc) na manutenção e beneficiação dos balneários e outras instalações de apoio aos campos de jogos e na realização de torneios e outros eventos. REDE VIÁRIA E DESENVOLVIMENTO LOCAL - Dignificar uma das entradas da vila de Muge, melho- rando o arruamento de acesso à Ponte Rainha D. Amélia e insistindo para que ele venha a dispor de iluminação pública; - Cooperar na conservação e reabilitação da rede viária municipal existente; - Assegurar a construção de mais passadeiras para peões sobreelevadas; - Ajudar a promover, a divulgar e a facilitar a instalação de mais empresas na Zona Industrial de Vale de Lobos, contribuindo deste modo para que sejam criados postos de trabalho. COMUNICAÇÃO COM AS POPULAÇÕES - Implantar no edifício sede da Junta de Freguesia, em es- treita colaboração com o Município, um balcão/delegação da Câmara Municipal; - Desenvolver o site da Junta de Freguesia - harmonizan- do-o com o das demais Juntas de Freguesia - de modo a melhor servir a vida das pessoas, incluindo a possibilidade de responder às questões dos fregueses, de aceder a informações úteis relativas ao funcionamento dos serviços, à gastronomia, ao turismo, às associações e instituições, às diversas iniciativas recreativas, desportivas e culturais, bem como um espaço de divulgação e de publicitação das actividades económicas e das empresas sediadas na freguesia; César Filipe Diogo Auxiliar de Gestão Graziela Maria Silva Instrutora de Condução Tiago Timóteo Martins Assistente Técnico Jorge Miguel da Silva Electromecânico Ana Cristina Vieira Advogada Ernesto Rodrigues Carvalho, Técnico de Manutenção Gonçalo Filipe Adriano Estudante Isabel Maria dos Reis Desempregada Carlos Manuel Mendes Vigilante Rui Alexandre Fernandes Pedreiro Daniela Sofia Aveiro Desempregada João Filipe Lucas Electromecânico Assembleia de Freguesia de Muge A EQUIPA AS LINHAS PROGRAMÁTICAS PARA A FREGUESIA(no curto e médio prazo)
  • 8. 8 Acção Social e Desporto - Promoção de acções integradas com o Centro de Bem-Estar Social (CBES) de Marinhais e com as organizações de voluntariado para reforço do apoio domiciliário; - Apoio às instituições particulares de solidariedade social (IPSS) com sede na Freguesia, com o intuito de responder a situações de emergência social, em particular ao nível da satisfação das necessidades básicas de alimentação e vestuário; - Estimular a criação da valência Lar, pelo CBES e/ ou outras IPSS interessadas em acolher a proposta; - Organização de um programa de afectação de volun- tários para actividades de apoio aos mais jovens na ocupação dos tempos livres e com a 3ª idade, doen- tes e acamados (visitas domiciliárias e outras), parce- ria a estabelecer e a articular com os Agrupamentos Escolares, os Escuteiros, as colectividades e as IPSS da freguesia; - Dinamização e promoção da utilização dos recintos desportivos existentes na Freguesia por parte dos jovens, dos idosos e das colectividades (Complexo desportivo e pavilhão polidesportivo); - Promover os Jogos tradicionais da Freguesia, entre eles o Chinquilho, em colaboração com as escolas e as associações culturais e desportivas da Freguesia. Combate ao Desemprego e Inserção Social - Criar o Gabinete deApoio à Família e à Inclusão – promovendo e faci- litando o acesso aos mecanismos de apoio disponíveis para desem- pregados e famílias em dificuldades e informação sobre cursos e acções de formação profissional; - Colaborar com o IEFP através de protocolos no Programa Inclusão pelo Trabalho dirigido a desempregados de longa duração; - Prosseguir e ampliar, se possível, as parcerias com entidades formadoras que permitam a realização de acções de formação na freguesia (a exemplo do que já sucede com as escolas profissionais de Salvaterra e de Coruche, e que poderá vir a suceder com associa- ções sindicais e patronais). Maria de Fátima Gregório Engª Alimentar Pedro Miguel Mendes Comerciante José Francisco Saraiva Reformado. Fernando Miguel da Silva Empregado Fabril Honorina Ferreira Pinto Técnica Superior Elsa Cristina Leal Cardoso Empregada de Balcão Emanuela Brardo Desempregada Luís Carlos Vieira Santos Assistente Técnico Augusto Neves Felisberto Agricultor Ana Paula da Silva Moço Empregada de Balcão Anabela Calado Pires Técnica de Vendas José Casimiro Felisberto Reformado António Filipe Simões Bancário Cremilda Oliveira Administradora de Empresas Maria Isabel Serra Empresária Hélder José Coelho Nunes Empresário Carlos Alberto Vilar Reformado Vera Lúcia Apolinário Desempregada Mafalda Fernanda Cardoso Ajudante de Cozinha Ricardo Alexandre Silva Escriturário José Patrício Ferreira Empresário Henrique Manuel Carvalho Pintor Auto Maria Luísa Oliveira Cabeleireira Alice do Carmo Santos Empresaria Assembleia de Freguesia de Marinhais A EQUIPA AS LINHAS PROGRAMÁTICAS PARA A FREGUESIA(no curto e médio prazo)
  • 9. 9 Educação e Cultura - Colaborar com o agrupamento de escolas de Marinhais na optimização do sistema de cedência/empréstimo de livros escolares ao 1º, 2º e 3º ciclos e com o agrupamento de escolas de Salvaterra de Magos nos manuais escolares do secundário; - Melhoramento do Parque Infantil; - Aproveitando as instalações da biblioteca ou os espaços escolares que vierem a ser desactivados, criar o Programa “Apoio dos Seniores” que consiste no apoio escolar gra- tuito de professores reformados aos jovens (explicações e salas de estudo) com acesso gratuito à internet; - Acções de sensibilização e educação ambiental nas escolas; - Estabelecer parcerias e protocolos de cooperação nas áreas da cultura, saúde e defesa do ambiente, de modo a realizar exposições, palestras e outras actividades de sensibilização e de intervenção no terreno; - Promover a criação de um espaço destinado a auditório/ sala multiusos; - Estimular a criação de grupos de teatro e apoiar e promover os grupos de dança locais e a associação do património; - Colaborar com todas as igrejas e confissões religiosas nos actos de carácter social e comunitário; - Continuar a apoiar a Escolinha de música “O Batuque”, criando condições para o seu crescimento; - Participação nos dias comemorativos de forma directa ou apoiando outras organizações (de que são exemplo o dia Internacional da mulher, o 25 de Abril, o dia da vila, o dia da Criança, o dia da árvore e os Santos Populares); - Estabelecer protocolo com a Prevenção Rodoviária Portuguesa, conducente à criação da escolinha de trânsito (mercado mensal). Saúde e Ambiente - Continuar as acções de sensibilização e de pressão sobre os Serviços do Ministério da Saúde (ACES), para a colocação de mais médicos de família na extensão de saúde de Marinhais; - Promover em coordenação com o Centro de Saúde acções de prevenção e informação sobre a toxicode- pendência, tabagismo, alcoolismo e o planeamento familiar; - Criação de um Programa de Medicina Preventiva em articulação com o Centro de Saúde, com a implementação de cursos de Primeiros Socorros e de Cuidados Paliativos à Família. - Promover acções de sensibilização para a sustentabili- dade ambiental (compostagem, reciclagem, etc); - Continuar a exigir a criação de um Ecocentro Municipal e a aprovação de um Regulamento Municipal de Resíduos Sólidos, Higiene e Limpeza de Espaços Públicos; - Continuar a assegurar e melhorar a rede de recolha de lixos “verdes” quer na vila de Marinhais quer na povoação do Granho Novo; - Requalificar os espaços verdes e jardins públicos exis- tentes, racionalizando o uso de água para rega; - Reforçar o número de contentores de RSU e a frequência de recolha dos mesmos em toda a freguesia; - Aprofundamento do protocolo com a Câmara Municipal para higiene e limpeza da Freguesia e criação de mais locais com ecopontos e de pontos de recolha de “resíduos verdes”. Mobilidade e Segurança - A melhoria de acessos de circulação pedonal, eliminando barreiras físicas lesivas à mobilidade de invisuais ou pes- soas com dificuldades motoras; - Melhorar a sinalização de trânsito e exigir a adopção de medidas que permitam reduzir as velocidades de circu- lação, principalmente na EN 367 que atravessa a vila de Marinhais. Para conseguir esse objectivo é fundamental que a Câmara Municipal, eventualmente delegando com- petências e meios financeiros na Junta de Freguesia, conclua o arranjo urbanístico (lancis, passeios e estacio- namentos) da EN 367; - Continuar a lutar pela realização de duas rotundas na EN 118, no cruzamento dos Ramalhais e no cruzamento da Rua do Cartaxeiro; - Continuar as negociações com a EDP e a PT, com vista à mudança de alguns postes - e das espias de sustentação e onde eles (e elas) prejudiquem a circulação das pessoas; - Assegurar o melhoramento e manutenção das passadei- ras, dos pavimentos rodoviários e dos passeios, procu- rando que alguns desses trabalhos possam ser definidos em protocolo(s) a celebrar com a Câmara Municipal; - Garantir os locais de parqueamento para cargas e des- cargas, bem como os lugares reservados para pessoas com mobilidade reduzida; - Promover, junto da GNR, o reforço da vigilância policial nas ruas da Freguesia orientada, nomeadamente, para a protecção de idosos (Programa Idosos & Cª), jovens em idade escolar (Escola Segura), e de habitações mais isoladas e afastadas do centro (Programa Casa isolada); - Levantamento e divulgação de um estudo, em colabora- ção com a GNR e Corpo de Bombeiros, para identificação das situações mais críticas em matéria de segurança. Habitação e Património - Promover a realização de um projecto global, des- tinado ao Arranjo Urbanístico do Largo da Republica (Arruamentos/Passeios/Jardim/Parque Infantil e Edifício do Mercado Diário), estabelecer protocolos e parcerias de forma a possibilitar a sua implementação física, mesmo que de modo faseado, ao longo dos anos; - Promover a realização de um projecto global, destinado ao Arranjo Urbanístico do Largo das Festas, valorizando a sua utilização ao longo de todo o ano como Área de Lazer e estabelecendo protocolos e parcerias de modo a garantir o financiamento da implementação desta obra; - Continuar os trabalhos de beneficiação e manutenção do edifício sede da junta de freguesia; - Proceder ao arranjo urbanístico do Largo diante do cemitério, beneficiar os arruamentos internos daquela infraestrutura e projectar o oportuno alargamento do cemi- tério; - Desenvolver um site da Junta de Freguesia, disponibili- zando ferramentas facilitadoras do contacto com a Junta de Freguesia, nomeadamente pela criação de um atendi- mento online; - Rentabilizar e melhorar os espaços de divulgação da Autarquia (preferencialmente electrónicos) para publicação de editais e outras divulgações da Freguesia. Saneamento Básico - Continuar a exigir junto das Águas do Ribatejo, a substi- tuição das condutas de distribuição de água que ainda são em fibrocimento; - Continuar a insistir com as Águas do Ribatejo, para a resolução dos problemas de falta de pressão/caudal, nal- gumas ruas, principalmente nos meses de Verão; - Continuar a assegurar e melhorar o serviço de recolha de efluentes das fossas da população residente em Marinhais que não foi ainda contemplada com rede de esgotos pública, insistindo junto da empresa concessionária para continuar a alargar a cobertura desta rede; - Continuar a exigir da Câmara Municipal a colocação de uma rede pluvial que ponha cobro às inundações anuais da Zona Central da vila de Marinhais; - Continuar a assegurar e a melhorar a limpeza de linhas de água do regime público e promover acções de sensi- bilização para a limpeza das linhas de água em terrenos privados; - Avaliar com a empresa Águas do Ribatejo e a Câmara Municipal a possibilidade de estender o saneamento básico à povoação do Granho Novo e elaborar o cor- respondente projecto técnico, após o que se pode pensar em efectuar alguns revestimentos com asfalto das vias que servem aquela localidade. Assembleia de Freguesia de Marinhais AS LINHAS PROGRAMÁTICAS PARA A FREGUESIA(no curto e médio prazo) CONVITE É com o maior prazer que o(a) con- vidamos a assistir à apresentação pública dos candidatos à Assembleia de Freguesia de Marinhais, à Câmara e Assembleia Municipal de Salvaterra de Magos, no Largo da República em Marinhais, sábado, dia 21 de Setembro, pelas 17 horas. Fique a conhecer as equipas, as ideias e algumas propostas que poderão contribuir para mudar a freguesia de Marinhais e o nosso concelho. Todos serão bem-vindos. (Se chover a iniciativa é transferida para o alpendre das Tasquinhas no L. da Comissão de Festas) SÁBADO 21 DE SETEMBRO 17 HORAS
  • 10. 10 SAÚDE, EDUCAÇÃO E PREVENÇÃO DE FOGOS - Requalificar os jardins-de-infância e as escolas do 1º ciclo da União de fregue- sias, melhorando e modernizando as suas condições de utilização, designadamente no que diz respeito a infraestruturas tec- nológicas; - Continuar a lutar junto do ACES da Leziria, para a reabertura do Centro de Saúde do Granho e colocação de médico; - Estabelecer uma parceria com os Serviços de Proteção Civil Municipais para dotar a freguesia de um posto avançado de com- bate aos incêndios florestais, principalmente nos meses de Verão. COLECTIVIDADES E IPSS - Apoiar a Associação de Solidariedade Social do Granho na aprovação, pela Segurança Social, da valência centro de dia da povoação; - Apoiar regularmente a actividade das colectividades e associações da União de freguesias nas áreas do desporto, cultura e lazer. - Requalificação da escola primária do Cocharro para sala de lazer e para activi- dades dos seniores e outras de cariz social e comunitário; - Manter o apoio que a equipa do RSI dá às famílias mais carenciadas. URBANISMO E LAZER - Contribuir para assegurar a alteração das cartas do Plano Director (PDM) para acabar com o prejuízo que muitas pes- soas ainda sofrem por incongruências na cartografia; - Manter a funcionar ambos os edifícios das juntas de freguesia pois queremos asse- gurar os serviços de proximidade que hoje existem. Dotar o atendimento na Glória do Ribatejo e no Granho de um balcão/delega- ção da Câmara Municipal; - Assegurar aos nossos seniores activi- dades de lazer e de convívio, alargando o apoio domiciliário, nos casos em que se justifique, aos 7 dias da semana, em colaboração com o Centro de Bem Estar Social da Glória do Ribatejo; - Efectuar o arranjo urbanístico da EN 367, na Glória do Ribatejo, realizando dre- nagens pluviais, lancilagens, passeios e estacionamentos; -ProjectarosarranjosurbanísticosparaaRua das Flores e para Rua Principal no Granho; Bruno Manuel Monteiro Serralheiro Liliana dos Reis Operadora de Caixa Alexandre da Venda Chefe de Trafego Natália Maria Coelho Empregada de restaurante Vítor Gomes Monteiro Empresário de serralharia Carlos Fatia Teso Empresário de c. civil Isabel Ventura Pereira Enfermeira Diogo José Modesto Estudante António de Oliveira Motosserrista Cidália Maria Caneira Assistente Técnica Dionísio Bernardino Eletricista Nelson Caneira Impressor de Artes Gráficas Carlos Manuel Fernandes Eletricista Liliana Domingos Nunes Escriturária Lígia Maria André Mediadora de Seguros Bruno Miguel Constantino Técnico de tráfego Ramiro Silvestre Nunes Técnico de Manutenção Bruno Miguel Ramos Comerciante Ana Patrícia Batista Operadora de Caixa Assembleia de Freguesia da União das Freguesias de Glória do Ribatejo e Granho A EQUIPA AS LINHAS PROGRAMÁTICAS PARA A FREGUESIA(no curto e médio prazo)
  • 11. 11 - Prosseguir o arranjo urbanístico da Rua de Coruche, no Largo 1° de Maio, no Largo 29 de Agosto e na Rua de Muge, em Glória do Ribatejo; - Projectar um arranjo urbanístico para o Largo da Praça Velha, Glória do Ribatejo; - Requalificar e pavimentar a Travessa da Nogueira; - Continuar os arranjos urbanísticos na Rua das Sesmarias, Rua do Cocharro (até ao cemitério), Rua Capitão Salgueiro Maia (do Coda ao Zé Justino) e Rua Quebrada de Água, em Glória do Ribatejo; - Sensibilizar e exigir das Águas do Ribatejo a substituição das velhas condutas de fibrocimento pois prejudicam a qualidade da água e o serviço prestado às populações; - Continuar a exigir das Águas do Ribatejo e da Câmara Municipal a ampliação das redes de esgotos domésticos para o Cocharro, Briosa, Fungal e alguns arruamentos do Granho; - Elaborar um projecto de regularização e tratamento das margens e leito do Ribeiro que atravessa o aglomerado urbano da Glória do Ribatejo; - Reforçar a limpeza urbana, as acções de desinfestação (desratização e desbaratiza- ção), a lavagem e desinfecção dos contentores e a frequência de recolha ou o número de Ecopontos, na Glória do Ribatejo, Granho e Cocharro; - Continuar a exigir da Câmara Municipal a criação de um Ecocentro Municipal que sirva a União de freguesias. CULTURA E DESPORTO - Projectar e encontrar meio de financiar, em colaboração com a Câmara Municipal, a construção do Pátio das Colectividades (Centro Cultural, de Convívio e do Associativismo da Glória do Ribatejo) que integrará um auditório multiusos, no antigo hotel Jackson; - Propor à Câmara Municipal uma parceria que permita a ampliação da zona desportiva e de lazer da Glória do Ribatejo, incluindo um campo de futebol de 7 com relvado sintético, um campo de ténis, estacionamento e arborização; - Apoiar o Sport Clube Desportos da Glória do Ribatejo na construção de balneários e outras instalações de apoio, no Campo dos Carvalhos; - Desenvolver esforços para elaborar um projecto para a Zona Desportiva do Granho englobando um jardim público, parque de merendas e uma zona de lazer; - Apoiar a criação do Núcleo Etnográfico e de um Polo da Biblioteca Municipal no Granho. REDE VIÁRIA - Beneficiar a União de freguesias com uma ligação rodoviária pavimentada à Estrada da Barragem, que dá acesso ao nó da A13; - Assegurar a construção de passadeiras para peões sobreelevadas; - Construção de uma rotunda no entroncamento da Rua Principal na EM 581, melhor- ando a segurança rodoviária e dignificando a entrada na povoação do Granho; - Dotar as zonas mais urbanas do Granho de passeios e alguns estacionamentos; - Projectar e exigir da Câmara Municipal a pavimentação da Rua da Mina no Cocharro; - Conservar e reabilitar a rede viária municipal existente nas freguesias e efectuar novas pavimentações. COMUNICAÇÃO COM AS POPULAÇÕES - Manter e desenvolver o site da União das Freguesias de modo a melhor servir a vida das pessoas, incluindo a possibilidade de responder às questões dos fre- gueses, de aceder a informações úteis relativas ao funcionamento dos serviços, à gas- tronomia, ao turismo, às associações e instituições, às diversas iniciativas recreativas, desportivas e culturais, bem como um espaço de divulgação e de publicitação das activi- dades económicas e das empresas sediadas na área da União de freguesias; - Continuar a assegurar o Gabinete de Inserção Profissional em parceria com o IEFP, mantendo o serviço de aconselhamento aos desempregados das povoações do Granho, Cocharro e Glória do Ribatejo. Mais do que aquilo que aqui pudéssemos dizer sobre o equilíbrio e o bom senso que caracterizou a governação dos autarcas socialistas da Junta de Freguesia da Glória do Ribatejo, as fotos seguintes – ainda que longe de serem um relatório exaustivo - ilustram melhor aquilo que foi o trabalho do dia-a-dia de uma equipa experiente, que assumiu fazer e que está disponível para continuar. No próximo dia 29 de Setembro as pessoas decidirão se estes trabalhos e os autarcas que os protagonizaram merecem reparo ou se, pelo voto, têm condições para continuar a fazê-los na Glória do Ribatejo e para os começar a fazer no Granho. Assembleia de Freguesia da União das Freguesias de Glória do Ribatejo e Granho A GESTÃO SOCIALISTA DA GLÓRIA DO RIBATEJO TEM SIDO EMPENHADA E COMPETENTE
  • 12. 12 Manuel Joaquim Bolieiro Empresario da Constução Civil José Manuel Leal Motorista Maria da Conceição Serafim Empregada de Balcão Cassiano Manuel Gameiro Técnico de Farmácia José Luis Cantador Reformado Telma Cristina Paulino Oficial de Carnes Especializada Maria Dulce Mendes Caixeira Tiago Manuel Simãozinho Pescador Sérgio Manuel Santos Assistente de Produção Deolinda da Conceição Fortio Comercial Fernando Garcia Conde Bancário Reformado Rosa Maria Cação Empresária de Restauração Isabel do Rosário Ferreira Empresária Mário João Simãozinho Pedreiro João Luís Travessa Técnico de Farmácia Tânia Sofia Costa Operaria Principal de Super- mercado Manuel Sebastião da Silva Reformado Catarina Raquel Cação Geógrafa Eulália Conceição Almeida Professora Edgar Manuel Santos Encarregado Agrícola António Pedro Pires Agricultor José Carlos Pita Operador de Máquinas Fernando Jorge Braga Empresario da Agricultura Olinda Mónica Nunes Assistente Operacional Susana Margarida Duarte Operadora de Supermercado José Manuel da Silva Empresário de Carpintaria Susana Cristina da Silva Técnica de Contabilidade Maria Fernanda da Silva Operária Fabril Tânia Margarida Tiago Esteticista Susana Catarina Guilherme Empresária da Restauração Paulo Rui da Silva Especializado em Quimica Marco Aurélio Matias Motorista de Pesados Assembleia de Freguesia da União das Freguesias de Salvaterra de Magos e Foros de Salvaterra A EQUIPA
  • 13. 13 SAÚDE E EDUCAÇÃO - Insistir para que a falta de médicos que se sente nestas freguesias seja corrigida para que não impeça o funciona- mento do centro de saúde de Salvaterra de Magos e da nova extensão de saúde dos Foros de Salvaterra que o Ministério da Saúde tem em construção; - Avaliar com o Centro Paroquial de Salvaterra de Magos, a Segurança Social e o Ministério da Educação a possibi- lidade de alargar as valências daquela IPSS, para centro de reabilitação e apoio a crianças com necessidades edu- cativas especiais; - Cooperar com a Câmara Municipal para encontrar finan- ciamento da União Europeia que permita a construção de um Centro Escolar que sirva as crianças dos Foros de Salvaterra e da Várzea Fresca. Se o conseguirmos os edifícios dos actuais escolas do 1º ciclo serão recuperados para pólo da biblioteca, espaço Internet, “cantinho dos avós” (espaço sénior) e, entre outras ocupações, para um museu da agricultura. COLECTIVIDADES E IPSS - Requalificar, com o apoio da Câmara Municipal, as actuais instalações do posto de saúde dos Foros de Salvaterra e adaptá-las para as sedes das colectividades locais; - Adaptar o edifício da antiga escola primária da Várzea Fresca a espaço de exposição etnográfica e de artesanato, a escola-museu (anos 50 e 60) e a espaço de reunião e de trabalho de alguma colectividade e da comunidade local; - Apoiar as instituições particulares de solidariedade social (IPSS) e a Santa Casa da Misericórdia. Cooperar com a Câmara Municipal para continuar a garantir aos idosos da freguesia os passeios anuais, criando ainda outros momentos de convívio, de prática desportiva adaptada à idade e de ocupação dos seus tempos livres. A actividade da Universidade Sénior de Salvaterra de Magos será para manter e dinamizar; - Apoiar regularmente a actividade das colectividades e associações das freguesias. URBANISMO - Contribuir para assegurar a alteração das cartas do Plano Director (PDM) para acabar com o prejuízo que muitas pes- soas ainda sofrem por incongruências na cartografia e pelo antigo traçado do IC3. Propor que na carta de ordenamen- to se inclua uma nova Área Empresarial não muito longe do nó da A13, de modo a fixar empresas e criar empregos; - Manter a funcionar ambos os edifícios das juntas de freguesia pois queremos assegurar os serviços de proximi- dade que hoje existem. Dotar o atendimento nos Foros de Salvaterra de um balcão/delegação da Câmara Municipal; - Recuperar o Jardim do Largo dos Combatentes e o Jardim da Praça da República reunindo informação para aproximar a solução técnica da reprodução histórica daqueles espaços; - Recuperar a Zona dos Tanques, preservando este pedaço da história de Salvaterra de Magos, integrando-a no arranjo urbanístico envolvente à sede do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Salvaterra de Magos; - Propor a demolição da Praça Velha para aí localizar uma área de circulação pedonal com arborização e alguns lugares de estacionamento, mantendo no local um “testemunho” da edificação e da utilização que antes ali aconteceu; - Garantir uma maior eficiência energética nos equipa- mentos públicos das freguesias, recorrendo à energia renovável e a lâmpadas economizadoras; - Calcetar o Largo das Festas dos Foros de Salvaterra, colocando algumas caldeiras para árvores, zonas de lazer e de estacionamento; - Solicitar à Câmara Municipal que dê prioridade à elabo- ração de projectos que visem a infraestruturação das Gatinheiras e da Área de concentração industrial de Pinhal dos Mouros, em Salvaterra de Magos; - Tentar assegurar, no Escaroupim, um novo revestimento de passeios, a ligação rodoviária pavimentada ao Parque de Campismo, a melhoria das instalações da sede da Associação e a construção de sanitários públicos no Largo dos Avieiros; - Promover, em parceria com a Câmara Municipal, a reali- zação de arranjos urbanísticos no B. Nossa Senhora da Conceição e no B. Pinhal da Vila (passeios, estacionamen- tos e zonas verdes), em Salvaterra de Magos; - Assumir uma postura determinada na limpeza e conser- vação das linhas de água, insistindo junto dos proprietários que tenham os seus terrenos percorridos por valas pluviais, para fazerem o mesmo; - Exigir o reforço da limpeza urbana, das acções de desin- festação (desratização e desbaratização), da lavagem e desinfecção dos contentores, da frequência de recolha ou do número de Ecopontos; - Tentar assegurar a disponibilização de um terreno para a construçãodeumEcocentro(localparadepósitodeentulhos e de monos) que sirva as freguesias e/ou o município. CULTURA E DESPORTO - Colaborar na instalação dum Centro Educativo de Artes Plásticas e Musicais (Quarteirão Cultural) no edifício da Escola Primária do Parque ou noutro edifício munici- pal, tendo a sua decoração interior e exterior associada ao tema: Figuras do imaginário Salvaterrense (Roquete, Dr. Carvalho, a Henriqueta enfermeira, o Dezoito, o Gaspar Ramalho, o Joaquim Ferrador, o Timpanas, o José Gameiro, o mestre João André e tantos outros). Não será esquecida a ligação que os Parodiantes de Lisboa tiveram a Salvaterra de Magos; - Dinamizar a utilização do Auditório da Capela Real; - Tentar disponibilizar terreno para a futura Zona Desportiva dos Foros de Salvaterra e Várzea Fresca, onde a médio prazo se construirão um pavilhão desportivo, um campo de futebol de 7 com relvado sintético, um circuito de manuten- ção, campo de ténis, zonas arborizadas, etc; - Ajudar no desenvolvimento da Zona Desportiva de Salvaterra de Magos de forma a criar o Parque da Vila, vedando o local, localizando aí uma zona de lazer arbori- zada, ciclovias e circuitos pedonais, etc. REDE VIÁRIA - Reduzir as velocidades de circulação na EN 114-3, trans- formando, aos poucos, a EN num arruamento urbano, com lancis, passeios e estacionamentos ao longo da via, na Várzea Fresca e na zona central dos Foros de Salvaterra. Aproveitar esta intervenção para tratar e tornar mais bonita a rotunda que está no acesso à A13; - Apostar na dignificação das entradas da vila de Salvaterra de Magos criando passeios e estacionamentos na EN 118 e na EN 114-3 e uma rotunda no cruzamento de Coruche, se tal vier a ser permitido pela Estradas de Portugal; - Alargar as áreas das povoações, principalmente na Várzea Fresca e Foros de Salvaterra - servidas por pas- seios, não descorando a manutenção, a reabilitação e a pavimentação dos caminhos públicos. Assegurar a cons- trução de mais parques de estacionamento na zona do Estanqueiro; - Implementar a regulamentação do trânsito (sentidos únicos) na Zona das Finanças, facilitando a circulação e o parqueamento de viaturas; - Assegurar a pavimentação na zona das garagens da Chésal; - Facilitar a circulação na Av. Dr. Roberto Ferreira da Fonseca tentando criar um parque de estacionamento no terreno da Casa do Povo, após consentimento da Segurança Social. LAZER - Colaborar com a Câmara Municipal para encontrar forma de financiar a construção de um passeio e de uma ciclovia que ligue o Cais da Vala ao Bico da Goiva, pelo valado da Vala Real, em Salvaterra de Magos; - Melhorar as antigas instalações da Metalmagos, onde se praticam Trampolins, integrando a edificação de modo harmonioso na Zona Desportiva e no Parque da Vila de Salvaterra de Magos, a construir de modo gradual; - Requalificar a Praia Doce, proibir o campismo selvagem, utilizar o espaço para a realização de férias desportivas e localizar nele campos de futebol e de volley de praia. Analisar a possibilidade ali voltar a ter uma praia fluvial; - Inverter o estado de abandono em que se encontra o espaço envolvente à Barragem de Magos, assegurando uma eficaz limpeza, melhorando a iluminação pública no local, a (re)construção de sanitários públicos, de circula- ções pedonais e de ciclovia. COMUNICAÇÃO COM AS POPULAÇÕES - Desenvolver um site para a Junta de Freguesia que facilite a vida das pessoas, incluindo nele a possibilidade de responder às questões dos fregueses, de aceder a informações úteis relativas ao funcionamento dos serviços, à gastronomia, ao turismo, às associações e instituições, às diversas iniciativas recreativas, desportivas e culturais, bem como um espaço de divulgação e de publicitação das actividades económicas e das empresas sediadas na área da freguesia. Assembleia de Freguesia da União das Freguesias de Salvaterra de Magos e Foros de Salvaterra AS LINHAS PROGRAMÁTICAS PARA A UNIÃO DAS FREGUESIAS (no curto e médio prazo)
  • 14. 14 Maria de Fátima Montemor (Marinhais) Mário Rui Santana Lobo (Salvaterra de Magos) António da Fonseca (Glória do Ribatejo) José Rodrigues Gameiro (Salvaterra de Magos) Arlindo Ferreira Cunha (Foros de Salvaterra) Joaquim Jesus dos Santos (Marinhais) Custódio Jesus Coelho (Granho) Berta Isabel Charréu (Glória do Ribatejo) José Manuel M. das Neves (Marinhais) Ricardo Manuel M. Peixe (Glória do Ribatejo) David Azenha Rodrigues Cação (Foros de Salvaterra) Sandra Cristina Patricio Veiga, (Marinhais) Carla Cristina Pratas Letra (Salvatera de Magos) Dina Maria Dias Nobre (Várzea Fresca) Tiago M. Ferreira Simãozinho (Escaroupim) João Manuel Ferreira da Silva (Salvaterra de Magos) Sara Isabel G. V. Fonseca (Glória do Ribatejo) Carlos Manuel S. C. Montemor (Marinhais) José Nunes Ferreira (Foros de Salvaterra) Raúl Neves Espinho (Glória do Ribatejo) Luís Miguel M. Almeida (Salvaterra de Magos) Maria Adelaide Coelho Dias (Marinhais) Adalberto Silva F. M. Cadete (Foros de Salvaterra) Paulo Jorge Santos Godinho (Foros de Salvaterra) Pedro Miguel Ferreira Silva (Salvaterra de Magos) Fernanda Antunes Fernandes Félix (Marinhais) Adelaide de Sousa Corte-Real Figueiredo (Marinhais) Cristóvão Filipe Abade (Glória do Ribatejo) Carlos Alberto L. B. Letra (Escaroupim) Reinaldo Rodrigues Magriço (Granho) António de Sousa Gregório (Marinhais) João José Naia T. Cunha (Salvaterra de Magos) José Neves Roque (Várzea Fresca) Mónica Gomes da Venda (Glória do Ribatejo) Laura Saraiva Pereira (Marinhais) Ana Maria Aleluia Carvalho (Salvaterra de Magos) Nuno Ricardo Pereira Letra (Escaroupim) Luís Henriques (Salvaterra de Magos) Dinis Almeida (Foros de Salvaterra) Mónica Gomes da Venda (Glória do Ribatejo) Maria Adelaide Carvalho (Marinhais) Fernando Simãozinho (salvaterra de Magos) Jorge Fernando Petinga Letra (Escaroupim) Roberto Paulo M. Manique (Foros de Salvaterra) Paula Isabel F. Monteiro (Glória do Ribatejo) Lino Alves Pereira (Marinhais) Natércia Raposo Castelo Nunes Martins (Marinhais) Maria Alice Simãozinho (Salvaterra de Magos) Anabela Tâmara P. Ferreira (Escaroupim) Georgina Mário O. da Silva (Foros de Salvaterra) Helder António B. Coelho (Foros de Salvaterra) Fernando Manuel Silva Paulino (Marinhais) Patrícia Sofia Aleluia Morais (Salvaterra de Magos) Sílvia Maria F. Tomás (Escaroupim) Áurea Jesus T. Abrantes (Foros de Salvaterra) Henrique Pataeiro (Salvaterra de Magos) Joaquim Alberto F. Ferreira (Foros de Salvaterra) Maria Dulce Cadete Coutinho (Marinhais) Élio António M. Caneira (Glória do Ribatejo) Maria Celeste Aleluia (Salvaterra de Magos) João Moreira da Silva (Foros de Salvaterra) Rogério da Silva L. Lameira (Salvaterra de Magos) João Pedro Balbino Cação (Foros de Salvaterra) Ana Catarina Carvalho Galvão (Marinhais) Ana Bela Henriques (Salvaterra de Magos) José Luís Alves (Foros de Salvaterra) Marília da Felicidade C. Amorim (Salvaterra de Magos) Joaquim Manuel G. C. Montemor (Marinhais) António Travessa dos Santos (Foros de Salvaterra) Pedro Miguel O. Manique (Salvaterra de Magos) Anabela Carvalho Pereira (Foros de Salvaterra) Joaquim Pedro C. Carvalho (Salvaterra de Magos) Luís Filipe Cação (Foros de Salaterra) Alexandra Sofia Duarte Serafim (Salvaterra de Magos) André Filipe da Silva Patrício (Marinhais) Laura Ramalho (Salvaterra de Magos) Filipa Oliveira Amado Santos (Marinhais) Danilo Alexandre Faria Machacás (Foros de Salvaterra) Vanessa Sofia da Fonseca Moreira (Glória do Ribatejo) Ana Cristina J. Vieira (Muge) Catarina Isabel da Silva Lopes Filipe (Foros de Salvaterra) Luís Crua (Escaroupim) Marília Isabel Oliveira (Granho) Daniela Filipe Letra (Escaroupim) Vera Martins (Foros de Salvaterra) Diana Simões Coelho (Marinhais) André Pita (Salvaterra de Magos) Soraia Castro (Várzea Fresca) Tânia Isabel Neves Bolieiro (Foros de Salvaterra) Bruna Bragança (Granho) Patricia Alexandra Ferreira Pinto (Marinhais) Daniela Sofia B. Aveiro (Muge) Solange Lapa (Salvaterra de Magos) Selma Luísa Manique Pires (Salvaterra de Magos) João Abel Simões Coelho (Marinhais) Joana Sofia Silva Santos (Marinhais) Cátia Maria Monteiro (Salvaterra de Magos) João Pedro dos Santos Simões (Marinhais) Cátia dos Santos Álvares (Marinhais) Joana Ribeiro Mota (Granho) Rafael Mendes Oliveira (Marinhais) Fábio Alexandre Leal (Foros de Salvaterra) Diogo Mendes Timóteo (Foros de Salvaterra) Diana Fitas Monteiro (Glória do Ribatejo) Ana Rita Oliveira Estevam (Foros de Salvaterra) João Filipe C. Lucas (Muge) Telmo Modesto (Foros de Salvaterra) Hilário Ferreira da Silva (Glória do Ribatejo) Sofia Alexandra M. Batista (Glória do Ribatejo) Fábio André S. Ramos (Glória do Ribatejo) Gonçalo André Dias Simões (Glória do Ribatejo) Daniela Filipe Pires Belas Casaca (Foros de Salvaterra) Gonçalo Filipe F. Adriano (Muge) Sofia Raquel Esménio (Salvaterra de Magos) Vanessa Cristina Nunes Liborio (Foros de Salvaterra) Ana Margarida Monteiro Parracho de Oliveira (Marinhais) Tiago José Cardoso Paulino (Foros de Salvaterra) Comissão de Honra Comissão de Juventude Mandatários Dr. Mário Rui Santana Engª Fátima Montemor
  • 15. 15 A necessidade de combater a degradação das casas velhas e, em muitos casos, o seu abandono ou, dito de outro modo, a reabilitação urbana, mais do que uma escolha urba- nística é uma emergência ou, se preferir, uma exigência económica, social e histórica. A expansão urbana em alguns dos centros urbanos mais antigos do País, como aconteceu em Salvaterra de Magos, em Muge, em parte na Glória do Ribatejo e, com menos expres- são, em Marinhais, Granho ou Foros de Salvaterra, afastou as pessoas para a periferia, para novos Bairros, desertificando os centros urbanos onde, em regra, ficam os serviços e muitos dos comércios. Por razões urbanísticas e de promoção da economia local, há que inverter esta tendência, o que exige a recuperação do edificado, a reorganização e requalificação dos espaços públicos, tentando assim “ganhar” as pessoas. Perante o gradual desinteresse em viver e em fazer investimentos nos centros urba- nos mais antigos – até porque muitas vezes os imóveis são mais caros e têm áreas menores do que os mais novos, na periferia destes - teria sido importante que a nossa Câmara Municipal tivesse integrado, como fizeram os municípios que nos rodeiam, a LT - Sociedade Reabilitação Urbana, EM (LTSRU), empresa de capitais públicos municipais que quer garantir o acesso a todas as oportunidades que surjam de canalizar fundos comunitários para a reabilitação. Infelizmente a maioria que governa a nossa Câmara Municipal preferiu ficar de fora desta empresa cujo objectivo é criar economias de escala, atrair investidores privados e optimi- zar processos com vista à reabilitação urbana dos concelhos que integram a Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT). É expectável que os Municípios envolvidos nesta dinâmica consigam, entre outros: - Reabitar e regenerar os centros urbanos, ajudando a economia local e preservando a sua identidade cultural; -Valorizaropatrimóniohistórico(edificado)epaisagístico,testemunhosdeumavivênciacolec- tiva, como factor de promoção turística; - Canalizar o investimento municipal para a qualificação de edifícios propriedade do Município e para o espaço público confinante e dessa forma, pelo exemplo, incentivar as acções de reabilitação urbana; - Estabelecer estratégias que possam ajudar a reabilitar imóveis degradados e devolutos; - Oferecer incentivos aos privados – benefícios fiscais (IMT e IMI), por exemplo, por um período de 5 anos, celeridade nos procedimentos administrativos, redução das taxas municipais e outros programas de apoio – que os levem a reabilitar o seu património; - Promover a recuperação dos edifícios ou das fracções desocupadas através da sua adaptação a novas funções, dinamizando este “novo” mercado com programas de incen- tivo ao arrendamento. Algumas das medidas escolhidas para agir passariam por: 1. Mobilizar os meios financeiros para incentivar o investimento privado e público, nomea- damente pelo recurso a Fundos Europeus e empréstimos; 2. Criar programa de apoio à reabilitação e arrendamento urbano; 3. Apoiar a reabilitação através de benefícios fiscais, nomeadamente isenção de IMI e IMT, aquando de uma ‘acção de reabilitação urbana’; 4. Assegurar que a autarquia é um parceiro activo e dinamizador dos processos de obras de urbanização com redução dos custos e simplificação dos procedimentos de licencia- mento, comunicação prévia e autorizações de utilização. Com maior (ou menor) rapidez, função dos meios financeiros que possam ser captados para a reabilitação urbana, o que nos parece evidente é que não nos devíamos ter auto- excluído deste caminho. Devíamos pelo menos tentar!... É o que faremos se viermos a merecer a confiança maioritária dos eleitores, até porque acreditamos que estaremos ainda a contribuir para gerar alguns empre- gos nomeadamente na indústria da construção civil que tantos trabalha- dores tem dispensado em resultado da crise que atravessamos. Um mandato que foi caracterizado pelas dificuldades: – Dívida à Segurança Social que colocou a Junta de Freguesia de Marinhais nas listagens dos incumpridores e impediu, durante quase 2 anos, que pudéssemos con- tar com a ajuda de trabalhadores inscritos no Centro de Emprego, na realização das tarefas do dia-a-dia; - Chovia dentro do edifício da Junta de Freguesia e as instalações sanitárias, as portas e as janelas exteriores estavam muito degradadas; - As máquinas e ferramentas da Junta de Freguesia não existiam, estavam inoperacionais ou em fim de vida – um tractor ardera no final do mandato anterior, a carrinha do pessoal já não passava na inspecção, a cisterna entornava esgotos na via pública e a varredoura (ainda a ser paga) nunca teve condições para trabalhar; - A Câmara Municipal cortou mais de 30.000€ nas trans- ferências para a Junta de Freguesia em relação ao que lhe concedera no mandato anterior ao da gestão socialista, a que se somou o corte nas transferências provenientes do Estado; - A ASAE fechou-nos o Mercado Diário de Marinhais em resultado do estado de degradação a que o deixaram che- gar. Tudo tinha de ser feito de novo; - Fecharam-nos a Segurança Social e os Correios, ficámos quase sem médicos e quase conseguiram que a nossa freguesia acabasse junta à da Glória do Ribatejo. Nunca viramos a cara a ninguém e lutámos: - Honrámos o bom nome da Junta de Freguesia de Marinhais, negociando e recomeçando os pagamentos à Segurança Social e aos fornecedores; - Tornámos os sanitários públicos mais dignos, começámos a recuperar o edifício da Junta, comprámos em 2ª mão uma carrinha e uma cisterna (limpeza de fossas) e adquiri- mos (em leasing) um tractor novo. - Conseguimos, depois de várias insistências junto do Ministério da Saúde, manter em Marinhais 2 médicos, garantimos em Marinhais as apresentações periódicas das pessoas que estão na situação de desemprego, evitando- lhes deslocações, e permanecem serviços postais na delegação da Câmara, que se situa no edifício da Junta de Freguesia; - Mantivemos alguma actividade cultural – criámos uma escola de música, continuámos as tasquinhas de Verão, a celebração do Dia da Vila e do 25 de Abril, etc, ajudámos a Câmara Municipal na recolha de lixos, de monos e de resíduos de origem vegetal e não tanto quanto gostaría- mos – por escassez de pessoal e de dinheiro - limpámos ruas, cuidamos dos jardins, interviemos em valas, valetas e aquedutos, disponibilizamos todos os meios humanos e equipamentos de que dispúnhamos para ajudar aque- les que não conseguiam entrar ou sair das suas casas durante o primeiro inverno em que cá estivemos, criámos alguns lugares de estacionamento na EN 367 e estivemos SEMPRE presentes. Aprendemos, vencemos as primeiras dificuldades e se confiarem nesta equipa renovada, vamos tentar fazer mais e melhor por Marinhais. COMBATER O ABANDONO DAS CASAS VELHAS "FORAM 4 ANOS MUITO DIFICEIS" Fátima Gregório Presidente da Junta de Freguesia de Marinhais
  • 16. 16 É central neste projecto autárquico, porque é crucial para o desenvolvimento do concelho e das nossas freguesias nos próximos anos, a protecção, valorização e promoção do nosso património natural – rio, floresta, campos agrícolas, do nosso património histórico e cul- tural, usos e costumes das nossas gentes, tradições e festas de Verão, gastronomia, doçaria e artesanato, as adegas, as coudelarias, o touro e a Festa Brava, a Falcoaria e os Concheiros. O Rio Tejo terá pois de ser um dos pilares deste edifício. Vamos tentar requalificar a Praia Doce para trazer de novo as pessoas ao local, e analisaremos a possibi- lidade de ali voltar a ter uma praia fluvial, afinal temos água corrente, muita areia no leito do Rio e estamos distantes das praias costeiras. Vamos cooperar na criação de “produtos” de turismo nature-za, sendo uma das prioridades o Birdwatching no Mouchão que mais não é que um passeio, um circuito, com postos de observação das múltiplas espécies de aves que procuram o Rio e o seu estuário. Os desportos náuticos, os passeios de barco no Rio Tejo e a sua integração em circuitos turísticos e gastronómi- cos a nível local e regional, entre os quais o da cultura avieira (Escaroupim), a par da remoção de lixo, entulhos e outros resíduos das suas margens e das matas que as circundam, são caminhos que não vamos deixar de percorrer. UM RIO DE OPORTUNIDADES CONVITE JANTAR DE CAMPANHA Vimos convidá-lo(a) a estar no Jantar de Campanha que vamos realizar no Restaurante O Zé do Moinho (EN 118, Salvaterra de Magos), no dia 24 de Setembro, terça-feira, pelas 20 horas, onde apresentaremos os nossos candidatos às eleições autárquicas do concelho de Salvaterra de Magos. Neste jantar vai estar o líder nacional do Partido Socialista, António José Seguro Inscrições: 914 394 024 – salvaterra.magos@ps.pt TERÇA-FEIRA, 24 DE SETEMBRO 20 HORAS “uma equipa preocupada e empenhada em melhorar o dia-a-dia“ Hélder Esménio Candidato a Presidente João Benavente Candidato a Vice-Presidente Helena Neves Candidata a Vereadora Paulo Cação Candidato a Vereador Francisco Madelino Candidato a Presidente da Assembleia Municipal CONVITE DOMINGO, 22 DE SETEMBRO 17 HORAS FOROS DE SALVATERRA - Parque Infantil É com o maior prazer que o(a) convidamos a assistir à apresentação pública dos candida- tos à Assembleia da União das Freguesias de Salvaterra de Magos e Foros de Salvaterra, à Câmara e Assembleia Municipal de Salvaterra de Magos, no Parque Infantil de Foros de Salvaterra, Domingo, 22 de Setembro, pelas 17 horas. Fique a conhecer as equipas, as ideias e algumas propostas que poderão contribuir para mudar a União das Freguesias de Salvaterra de Magos e Foros de Salvaterra e o nosso concelho. Todos serão bem-vindos.