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Mesas, a 12 de Fevereiro de 1862, e faz os estudos secundários em Beja, antes deingressar no curso de Medicina, na Escola ...
Camões, no filme homónimo de Leitão de Barros estreado em 1946, abriram-lhe asportas para o mundo.         Nos anos subseq...
AgradecimentosAdriana Gesteiro, António Jorge Marques, Carmen Dolores, herdeiros de Manuela deBrito Camacho. Biblioteca Na...
Obliterações e 1º dia:Estação de Correios dos Restauradores - LisboaEstação de Correios do Município - PortoEstação de Cor...
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Vultos da história e da cultura

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Vultos da história e da cultura

  1. 1. VULTOS DA HISTÓRIA E DA CULTURAMarcos Portugal (1762 - 1830) O mais prolífico e internacional dos compositores portugueses, MarcosPortugal nasce em Lisboa, a 24 de Março de 1762. Ao serviço de D. Maria I e de D. João VI, cria obras sacras para as festividadesdas capelas reais. Porém, ganha fama internacional sobretudo pela concepção deóperas de registo cómico - óperas "bufas". Marcos Portugal parte para Itália em 1792, onde estreia mais de 20 óperas,algumas das quais lhe garantiram sucesso nas principais cidades europeias. Regressado a Portugal no ano de 1800, torna-se mestre do Seminário daPatriarcal e maestro do Real Teatro de S. Carlos, onde compõe algumas óperas"sérias" protagonizadas, na sua grande maioria, por Angelica Catalani.Na sequência da partida da corte para o Brasil, Marcos Portugal instala-se no Rio deJaneiro, em 1811, assumindo as funções de mestre de Suas Altezas Reais. Em 1820recebe a Comenda da Ordem de Cristo. Quando a corte portuguesa retorna não aacompanha, mantendo-se ao serviço do seu aluno, o Imperador D. Pedro I do Brasil.O compositor morre a 17 de Fevereiro de 1830, no Rio de Janeiro. É de sua autoria oHino da Independência do Brasil.Brito Camacho (1862 – 1934) Jornalista por vocação e político por convicção, Manuel de Brito Camacho,ministro do fomento do governo provisório da 1.ª República, nasce em Monte de
  2. 2. Mesas, a 12 de Fevereiro de 1862, e faz os estudos secundários em Beja, antes deingressar no curso de Medicina, na Escola Médico-Cirúrgica, em Lisboa. Em 1885 começa a frequentar os congressos do Partido Republicano e em1906 funda o periódico A Lucta, primeiro órgão de propaganda da República. A suapena arguta e acerada, que coloca o bem público acima do privado e não se retraiante interesses partidários, é causa de algumas inimizades, à esquerda e à direita doespectro político. A sua tenacidade, o seu rigor e um patriotismo político sem mácula, porém,tornam-no numa figura tutelar do Partido da União Republicana, que funda no ano de1911. Entre os anos de 1921 e 1923 desempenha o cargo de Alto Comissário daRepública, em Moçambique. À sua acção ficam a dever-se importantes reformas nossistemas de educação e de saúde da ex-colónia. Retirado da vida política, Brito Camacho consagra à sua terra natal parte daobra literária que lhe entretém os últimos anos de vida. Morre em Lisboa, a 19 deSetembro de 1934.António Vilar (1912 – 1995) O homem que emprestou o rosto a algumas das personagens maisemblemáticas do panteão literário e cultural português – do impiedoso D. Pedro aomundano Camões – nasceu a 13 de Outubro de 1912, na cidade de Lisboa, e, antesde se consagrar do lado de lá das câmaras, foi cantor de rádio, repórter d’ O Século,empregado bancário e assistente de realização. Não obstante pequenas participações no cinema, a sua iniciação, propriamentedita, tem lugar no filme Feitiço do Império, numa actuação que não passoudespercebida. Dois anos mais tarde, António Vilar interpreta o seu primeiro papel degalã, dando vida a Carlos Bonito, no incontornável O Pátio das Cantigas. De sucesso em sucesso, Vilar consolida a sua carreira, ante a apreciação cadavez mais acalorada dos críticos. Os papéis de Pedro, o Cru, em Inês de Castro, e de
  3. 3. Camões, no filme homónimo de Leitão de Barros estreado em 1946, abriram-lhe asportas para o mundo. Nos anos subsequentes, António Vilar trabalha na Argentina, em Itália, noBrasil, nos Estados Unidos da América, em França e em Espanha, país onde seinstala, no final da década de 40, e onde protagoniza cerca de 40 filmes. Agraciado por inúmeras, o actor dedica os últimos anos ao sonho de produzirum filme sobre Fernão de Magalhães, aí investindo a sua fortuna pessoal. Gorado osonho de trazer ao grande ecrã os feitos do navegador, resta a réplica de uma nau,doada, após a sua morte, ao espólio da Comissão Nacional dos DescobrimentosPortugueses.Dados TécnicosEmissão: 2012 / 02 / 13Selos:€0,32 - 235 000€0,68 - 185 000€0,80 - 135 000Design - Folk Design / Sofia MartinsCréditosSelo €0,32 - Marcos António Portugal, pintado por Debret e aberto por Pradier.Gravura da Autoria de Charles-Simon Pradier (1783-1847) baseada na pintura de Jean-Baptiste Debret (1768-1848). A obra de Debret deverá datar de c.1820-182; Te Deumlaudamus Com toda a orquestra, música de Marcos Portugal, pormenor do manuscritooriginal, Rio de Janeiro 1817. Fotos área de música da Biblioteca Nacional dePortugal.Selo €0,68 - Pormenor da primeira página do jornal A Lucta, de 5 de Outubro de 1910(2.ª edição, arquivo Hemeroteca Municipal de Lisboa; Brito Camacho, foto col.particular;Selo €0,80 - António Vilar, em provável produção espanhola contracenando comCarmen Dolores, em A Vizinha do Lado, de António Lopes Ribeiro, 1945, fotos col.Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema.
  4. 4. AgradecimentosAdriana Gesteiro, António Jorge Marques, Carmen Dolores, herdeiros de Manuela deBrito Camacho. Biblioteca Nacional de Portugal, Cinemateca Portuguesa - Museu doCinema, Hemeroteca Municipal de Lisboa.Papel: FSE 110 g/m2Formato:Selos: 30,6 x 40 mmPicotagem: Cruz de Cristo 13 x 13Impressão: OffsetImpressor: Joh. EnschedéFolhas: Com 50 exemplaresSobrescritos de 1º dia: C6
  5. 5. Obliterações e 1º dia:Estação de Correios dos Restauradores - LisboaEstação de Correios do Município - PortoEstação de Correios Zarco - FunchalEstação de Correios Antero de Quental - Ponta DelgadaBibliografia:http://www.ctt.pt/femce/category.jspx?shopCode=LOJV&categoryCode=8150&showAll=1http://pt.wikipedia.org/wiki/Marcos_Portugal

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