Gastronomia Portuguesa

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Nesta coleção podemos apreciar algum do material filatélico emitido pelos CTT Correios de Portugal sobre gastronomia portuguesa.
Luís Brás

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Gastronomia Portuguesa

  1. 1. ? Çastr on.orvLía çrtugue sa o r-Ão O é, sern fúvífa, um los afrrnentos 6ase ía afrmentação -pão rrr yortuguesa. Txíste em úversas Jarmas 6Lo íango do terrítorío nacíovta| não se frrníta.nfo ao yão le trígo, le que o yão afentejann é tafvez o rnaís reJgresentatívo. Txístínlo tamíérn a 6roa {e míího, tíyíca lo lforte le ?ortu7a{, mas ayrecíala eyn tolo o ?aís, assim corno o yão {e centeío, da Serra da Tstrefa. p{Ìo Tro(tjcioil.ot pàoÀÈnbÈ,oJ:aúbe ?ão Aferltejann -nfenteio ?ão íe íesta a,{gar-ve Cercaea e ?ãp tre lrtaf,ta llillìlllllÌlËli] eos " ?ã.o com cfroarko Rí6atejo
  2. 2. Çastrowomía ? ortugues 6L {ras-ss-}4ontes Broa & Avíntes Douro f.ítma{ Broa Douro e 3ríínho le tuííffio - Açores "ão LililllljlllËl,ìi eos ^
  3. 3. eos llillljlljLtllElil "
  4. 4. O [agar eos LLlilüL{l[üi "
  5. 5. Çastronomía ? ortuguesã {ozín$a{ro{wímúgortuguesa A Bata{hsu Fertupz{ e.: i4eí "m*po" Os portugueses lescohríram o 6acafftau 'no secu{o XY, rLa eyoca das grandes navegações. ?'t'ecísatam de grodutos que nãn fosssm yerecíyeís, que suJtortassem a,s tory^ ví.aÃens,que {evavam as vezes maís de 3 nrcsesde travessía yefo Atfantíco. yortuguesa. rncls fízeram tentatívas com varins yeíxes ía costa foram encontrar o peíxe ííeaf yerl.o do ?o[o Norte. foram os yortugueses os yrímeíros a ír yescar o 6acaffrau na íerra S{ova ( Canala ), que foí íescoíerta em 1497. Exístem regístros db. que em t5o8o hara[frau corresJnoníta a,õW {oyntcaío comercíafízafo em íwtugaf O ilacafhau Joí ímedíatampnte íncoryorado aos Ã^a.6ítos afímentares e e ate hoje uma {e suas1tríncípaís traúções. Osyortugueses se tornaratn os maí.ores consumídores {e íacaffrau lo munlo, cftamn[o yo, efes carínfr-osamente le 'fíef arnígo". Tste term.o carínhoso dri 6em uma tdeía do yayef {o ãacafhau na aftmentaçao dosyortugueses.
  6. 6. LililllljlllEL,ll eos "
  7. 7. Çastr onomía ? or tugue sa o eos [!illlll]lÌlll[i] u "oRCo ATEJ{TEJASO
  8. 8. u {"LsT TOTLOWIã'JiOTTUAUeSCt o ?oRCo ALTS|TTJA tO UilllülillEl,ïi eos "
  9. 9. $ xstr *nçmí* ? *rtrtgu.es{í Cozín"fia ír a"úeíona{ r matgu.esa Raíõesàmoda {o fulínfro jvlínfro Trípas àrno{a do ?orto Douro Lítora{ Lagosta su+da àmoda {e ?eníche Estremaíura [llilllìJlllÉl,il aos " íruta àmola de Boticas írás-os-Svlontes tsaca{Ãau assad.o csm hatatas qLnwrro tseíra A{ta CeffeíTnl"a de enguias àrrtoda tseíra Lítora{ {e Aveiro
  10. 10. CozfuiÂa íraúcím4{" Caíríto Tstona{o tseka tsaíxa fnsoya{o de tsrnvego Afentejo LljlìllljlllËl,ìi eos, tttg'nasa Sáveffrito csm aÇoría Rífrateío
  11. 11. Cozínfra o wErJo foram enwmpradas cerca, le doo esgecíes {n qugúo em to{o o Svtun{o e a.trattes dbs secufos:ca.da varíelade aí^quíríq a youco epouco, reyuta4ã.o yroyrín- [ilil]lljNElil eos "
  12. 12. Çastr onomía ? ortugu.esçL s Cozínfta {r aÍrc,ísÍtn{ ? ortugu.e. a o quffiJo t r (.ì {ìtr Qu eijosnotriff"",t,.": Queijos Portugueses o d I I J u l F ts È Qu.eíjo Ila6a.ça{ @ d {uetjo {e Azeítan n..,ï##"":*! Queijos Queíjo la tstrefa o Portugueses oo Oueiios ' I I J - Sè o l o Íq e d J # g f, É F Queíj o ca6r a {r ansmpntan o gos HillülllEL,ìl " ts Õ È Qucíjo S-Jorge
  13. 13. sos HillLüLilElil "
  14. 14. 6L Çastronomía ? ortug',,Les A âistürín {a Tínfrn o {.o Tínfifr em ?ortuga{ rernnta a epocas maíto anÍerínres a propría ntrcínnn vnfls sewí tsfu*z a úversí{ade 6a vítíru{tura portuguesút essenxíafmente d,evíla an cftmn" so{os e varieda^des {e ví.{eíra. quÊ assocífrúfr"à evo$ryã,o tecno{ogí.ca tem yerwítíln a proíuçfr^o de tantos e tãn úferentes vínfins le qua{ílafe, cowl arsrnÃs e sa.6ores úniros. Sãn +z as regí.ões vítívíní.xo{as, coexístínlo úversas categorins, m.enrí.onnf.as nos rotu{ns las garrafas nn síg{as que a"6aixo traíuzí*nas d.e vnnneíra gwegossa fínar a confrecer, corn rgüy, ca"da urníL de{as: VgWfi Dtr - Wínfro {e Qualifuf^e wo{uzíío em fr,egíÃ.o Detcytx.innla' -'Denominnçãa de Orígem Csmtro{ndn' ffi8"-'InffiraqÃ.o {e'P,roveníênria R'eqq yLqyen TWYLD Vfqmg ?at l - Vínfrn f.íx.orosole quafr"{ale Pro{uz{^dn em RegíÃo Detenninala - Tínno f.spurnarúe le Qamfrla& ?ro{uzilo em Região Detewnína{a - VínÃCI tríiante {e quafrlale ?roduzí,ín em B.egíãoDetervní,ne{a . VT C U LT U R A POR IU GU ESA .VTCULTURAPCRïUGUESA V TC U L TU R A P O R TU G U E S A ' aaaaaaaoaaaaa a a a a a a a a a a a ra a a a a a a a a a a a a a a a a a a a h ^ à -r a A h i stó r a d a V n h d e d o Vi n h o ,.m Po r tu g a , r e m o n tè a é p o ca s m u to a n te r o r e s à p r ó p r i ê n a cl o n a l l d â d e , m a s Se r a ta v- Ôz a d ve r s d a d e d ê v tl v n i cu l tu r d p o r r u g u e sa f:* . VICULIIRAPOìTUGUESA aoaaaaaaaoaaaaoooaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa a a a a a a a a a a a a a a a a a a LUilllillHï eos " VÏCULIURAPCRTIGUFSA I.,l r B d e vl d a a o c m a , 5 0 0 5 e va r e o a o e s d e vr d e r a , q u e a sso c a d d à e vo l u çã o te cn o o g ca te m p e r m tl d o a p r o cl !çã o d e ta n to s e l ã o d fe r e n te s v n h o s cl e q u a i d a d e . co m ê To m ê s e sa b o r e s u n tco s.
  15. 15. [|ilJllljl,üElil eos u
  16. 16. Çastronomía ? *rtugues 6( y r TIc1tfíuRa, ? o erltç uE sA A{to Dsuro Tínfinteíro llüNlilillEi,ii eos "

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