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Há muitos anos atrás o Infante D. Henrique concebeu um projecto de levar os Portugueses a terras desconhecidas.
Muitos não imaginavam o quanto esse projecto significaria para a história mundial. De algo podemos estar certos, da mesma forma que sonhou assim concretizou. Foi este homem que um dia desvendou os mistérios dos oceanos, tendo sido o mentor da expansão ultramarina que mais tarde desencadeou os descobrimentos, ele tinha um sonho o qual tornou realidade à custa de muito trabalho e suor, poder-se-á dizer que foi o pai dos Descobrimentos.

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Do Sonho à Realidade (colecção de selos)

  1. 1. DO SONHO A REALIDADE Há muitos anos atrás o infante D. Henrique concebeu um projecto de levar os Portugueses a terras desconhecidas. Muitos não imaginavam o quanto esse projecto significaria para a história mundial. De algo podemos estar certos, da mesma forma que sonhou assim concretizou. Foi este homem que um dia desvendou os mistérios dos oceanos, tendo sido o mentor da expansão ultramarina que mais tarde desencadeou os descobrimentos, ele tinha um sonho o quai tomou realidade á custa de muito trabalho e suor , poderse-á dizer que foi o pai dos descobrimentos. Titulo Apresentação Índice . ... ... ... ... . . . Folha ~ 1 V centenário do nascimento do Infante D. Henrique . ... . . . Foiha - 2 infante D. Henrique e a Dinastia de Avis Folha - 3 -4 -5 -6 -7 Fortaleza de Sagres . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . . Folha - 8 Escola Naval . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . Folha - 9 -10 -11 instrumentos Náuticos dos Descobrimentos . ... ... ... ... . . . Foiha -12 -13 -14 Caravelas da Época Henriquina . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . . Foiha -15 -- ; -22 Navegadores ao serviço do Infante D. Henrique . ... ... . . . Folha -23 - 24 -25 Descoberta da Madeira . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . Foiha - 26 Povoamento da Madeira . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . Foiha - 27 -28 Povoamento dos Açores . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . . Foiha - 29 -30 -31 Onde o infante D. Henrique Repousa . ... ... ... ... ... ... . . . Folha - 32
  2. 2. fFHHPVW! x ¡ i r¡ l I r¡ i I I o t I l, I¡I. .IEIÊIililiilflñlllnldlfliltlllnli-lY! lrl lr! r! I l l - x I r* v ' ~I rI , -I 1 *l 'i 1'¡ t 'I ~<'v '. "-. ____ V M_ , ,.. ... ... ... ~1.›. .--›* m' 3' _›! J_›: _I:1 7 _I_ 5.' t3! ! W135i : uma ! [511 : :ç-ixo raunuut-uíLta n' *j l, Í JÊÍÍÍAÃÍ
  3. 3. §y ng o Z E . ~' Ç. 7 *JàSTIA DE AVIS N ' "- D Hzrxquc e o seu irmão D. Femando, feito fc: ;x51 : :.70 em Tànger no ano de 1437; terá sido feito um _ pe: : C cura. tendo este ficado como garantia, mas tal não viria : « : i acc titeccr_ vindo D. Femando a falecer em cativeiro no : me dclJv-LS. Ficou conhecido como Infante Santo. a i c r r 1._I"7 . .v ° ' .4;g&$ : ¡_ ol 1:. 0 . é ' ulluunul ' . agita oolcloooooooo ñ 3 o ' 2 o u_ o i4 o_ d o ill o _o o ~ a oi o a_ n_ ui n n o o o. n o o oooococooooo o Bloco aiusix a à. Dinastia de Avis v, 2% ; az/ favs / zí da r _si_ . -z : cm os mouros que consistia na troca de D. Fernando
  4. 4. _ . f. . .. ta: : '15 Ka+: ._n a. - . .lets te? " 7 a . . Batalha onde o infacte taztzrs: : participou Câmara Municipal de Faro SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS n¡ ÁGUAS . FÂRÓ 2:2', TOMA DA DE CEUTA Ceuta, porto da Africa. do Norte. grande l l base naval e centro de comércio ré o objectivo escolhido por Dom João l para a expedição em que armará seus Filhos cavaleiros e iniciará as nossas conquistas além-mar. A R o A armada parte em _Julho de 1415. A _ - F 7 m" r 22 de Acgosto, os portugueses assaltam e tomam eum onde ergucm a bandeira da Cruz de Cristo. ' l . rd , "¡'127ieir<› voo comercial enrre Faro e Lisboa r '~*ñ"*r**u A A , . Ex. mo Senhor Posta Restante LISBOA , _ 4Dv-7›'1**' v , -1 V 1,'~' FORTES IÉÀEOS PÔRTUGÚESES I. ' voo COMERCIAL FAROvLISBOA AVIÃO CS-TLB ¡INFANTE D. HENRIQUE»
  5. 5. Infante D. Henrique e a Dinastia de Avis o MESTRE m; AVIZ Na crise aberta pela morte de Dom “rm nando, cuja única (ilha é casadarccm ' Rei de Castela, os portu eses só peru "a em escapar ao jugo do giincipe estrzvigci: J e em descobrir um chefe que assceve . z com servaçâo da independência. Ao afrontar Leonor Teles . -t- v. ._ nor suas mãos. o favorito Andeíru CSsC chefe revela-se: é Dom João, Meszrç de . Av-h. filho natural do Rel Dom Pedro. Jnfãnfiünm ' imnT. . mamae. : serio cswswáolc 3o NASCIVE NTO DO INFANTE DOM HENRIQUE
  6. 6. j _e - , _ V . . e _“= '.1:'5r: ':1(1›2-~1i'á, '. truques# ~ “ . ç 'z wEIPDSIÇÃÍÍIUIÉUQ' - I ' , _ LULMSPIEr M¡ 'É ' . O* Arrlurnnnnrwn 11543 f Infante D. Henrique MENTAL w Exmçjo FILATÉUCA a LUSD-ESPIJIHOU n¡ . rumunumaont ' < (HISTÓRIA mm¡ Natural do Porto, onde nasceu a 3 de Março de 1394, representa para a História dos Descobrimentos Portugueses, o obreiro e o impulsionador da ciência e da tecnologia do seu tempo, ao serviço de Portugal e da nova fase da vivência nacional que teve início em 1415 com a conquista de Ceuta. Adepto dos Itinerários Régios dos seus antepassados às diversas localidades do então Reino de Portugal e dos Algarves, vamos encontra-lo nas mais diversas regiões do País com especial incidência no Algarve, a partir da segunda metade do século XV, onde usufruiu de Paços, a residência temporária das suas deslocações, no presente caso, e em especial na então Vila de Lagos. CTT _ LAGOS _ 27 ¡ ¡ 98 ' Figura da realeza sobejamente conhecida a nível nacional e internacional, este filho de D. João I e de D. Filipa de Lencastre valorizou a presença dos marcantes e pescadores de Lagos, Desenho; JÚLm AMRO em particular e dos demais algarvios, em . geral, pela sua presença e administração regional da v primeira fase dos Descobrimentos Portugueses que tomou o nome de Fase Henriquina para historiografia nacional. Com uma intensa presença em Lagos e em Sagres ao longo dos anos cinquenta de Quatrocentos, faleceu na sua Villa de Sagres a 13 de Novembro de 1460, tendo até este momento mandado descobrir terras e lugares culminando com a descoberta da Serra Leoa. José António de Jesus Martins Mestre em História Medieval . r , Pr/ xldl; uizmrx-u ar : :(1121UI)I0¡'açÕC. ' ÊelirzriqlzlziizaÊ¡ tirou/ agir) dc Lex/ w Para S. .João da Macieira em 11-2-61 COMEMORAÇOES HENRIQIIINAS Emissão da iniciativa do Serviço de Publimçñes da Mocidade Portuguesa ao imenso e possível oceano Ensinar: : estas Quinas, que aqui vês, Que o mar com fim será grego ou romano: O mar sem fim é portugues. .. PERNAS DU PESSOA
  7. 7. Infante D. Hezrrrgttr. _ - ; z Dinastia de Avis Bilhete-Postal circulado c _seios cio infante e carimbo Correios. telef Saida de Faro em 31-3-38 v ' ' ' r r 77'** V' '- _ _ b' um. !gomes - Calçada Zambrano ÇÉÊ' dá. Papelaria SilvaÇFaro A1E1_1¡*() cie Recepção de 3 -1 0-35 de Lisboa -- central ! Jar de . Se/ os do infante D. Henrique de 15 cêntimos 1 _rn_ _ ~ o,
  8. 8. FORTALEZA DE SAGRES V centenário da morte do infante D. Henrique ___( , ,. ... ... ..v--J-~~ », »»›)u»»»»›1›. .r , ill vivi. el_ Postal - Máximo, vista aérea da fortaleza de Sagres
  9. 9. E. . . Ç f. .. Q1151! - . q- e . _g x , ____›¡ , , . ¡ 1_- "'“ "“ , ~ w . à . ._r J ' 1 a _ / 1 x / a l, < d- ”, h z a "ic . g A nãÉãsãeXaísna IMIAEDEN EMA ! DEMHAB A. P.F. T. 64
  10. 10. Escola Cxaval ¡NFANTE D. l*lENRllgl'l*l-Qunilrn› da Snusn Lopo: I 15m cinza: Bilhete Postal alusivo ao infante com 'seztslmestrers' Em baixo: O infante contemplando o mar Anzbos com seio e carimbos de Sagres' do 5 centenário da sua morte '4'w, r _ __ ____ _ __ __ v__ V m” l INFANTE D. HENRXQUE I , Quadro a óleo de Jose' Malhoa. existente nn Gabinete Português de Leitura no Rin de . laneirn 10
  11. 11. ê ê 5 e é -: ~ 5 5 5 E E 5 5 -: - R -í- E › V L l L u t n › | ¡. ¡.r, s.r, ¡›I, r.¡ gli: IJIQIIJQVI›ZÍ›. ÍQÍ›I¡lílílil;5.1'. |i~| .|¡-[¡i[0,x']¡. '|)f] r l 3 . Nñít 'v -51- u , ._. ,., ¡_. .-. .. -. r. r_ ÊíÍAíXLíÊRKÍ $ 5 O . @amava Wu. rllãl' : situa t, 'ulímua titular: 'Íüglfviê _as 'ràmf ¡msíf-. n orar UAGAL E , Illllv/ Íwñ¡ " l li MHII 1 1 4 : mw avant: ° sr um. :fui l_ '“'“'›74"" ÕTÍWUÀ! 1, N_ í i/ I É, n75 . _ ; e , vvwmjzgf: _ _ . ¡s! ç J _'i; *í"'tu_¡¡¡o›. , , ~ Qjllõ jraetê* _
  12. 12. Cima: FDC alusivo ao 5 centenário das descobertas Baixo: FDC de Macau alusivo às ciências náuticos . . . l . t , l l l l f r l i l . ~ . . › i. _ 'Datas daHistúna CORRElO DE PORTUGAL/ l DIA DF HHCULACAQ , ., '- i J _- l E A V, .u. - Ciências Náuticos-Instrumentos de Navegação Ffiiãiñ - WÊÉÊÊ CORREIOS DE fuiiÇ-Rijf l" DIA DE C| RCULAÇAO
  13. 13. STRUMENTOS NACTIC OS DOS DESCOBRIMENTOS Astrolábio - Instrumento com o qual se media a altura dos astros ; ~ ~- ------- ~~~~ ' '¡ ai: 11:13 d a horizonte. Era usado par saber a distância a É 5 que ía do ponto de partida até onde se encontravam. r-. 'lilllf'rvx lHH1-"V¡"*i^ é . É C msistía num circúlo e no seu interior uma régua Í @mami r z: u: : homem suspendia o astrolábio á altura dos olhos l ç ç 100. g alirtliando a régua com o sol e outro lia os graus no circulo _ ç- - - ~¡_¡¡¡¡«¡ . ... ... ... .. T dois astros. Era constituído por uma régua graduada de lí f, ,~~@“Im 7 “ f. madeira chamado virote de secção quadrada na qual se : i , ; _a encaixava uma outra chamada soalha correndo na pr E t¡ , P g a1- perpendicular em relaçao ao virote é t_ . . . Íllkla . c. - . ., . . . . . 5'. , . f F DE - Alusivo aos instrumentos náuticos dos descobrimentos. - _Marinheiro medindo o sol com o Astolábio - DOS DFSCOBRIMENTOS INSTRUMENTOS NAimtfos ORI ZON TE l r l 13
  14. 14. INSTRUIvIENTOS ? í ÁITIC OS DOS DESCOBRHVIENTOS Quadrante - Instrumento para medir a distância entre o ponto L'_'"Í. 'Ç'V_'V_'_ '_', .'_', '_' Ce partida até onde se encontravam, através da A 'o estreia Polar. Tinha a forma de um quarto de círculo de 0°a 90° . com um orifício por onde se fazia pontaria ao astro com um ño de prumo indicando a altura do astro. Agulha de marcar - Instrumento para determinar o norte. Terá sido um dos primeiros . Instrumentos a ser usado pela navegação; consistia numa agulha , / i Wmafnwm; * &Iagnetizada que flutuando sobre a água indicava o norte, dando 1 5 ' assim a orientação aos navegadores em alto mar . Hoje conhecido z como bússola. FDC - Alusivo aos instrumentos náuticos dos descobrimentos - ! Marinheiro medindo a altura do sol com a balestilha - , . u_ É y v ¡
  15. 15. CARAVELAS DA EPOCA HENRIQUINA . .v. ~.. ..»3-*; › . ._ w. ... .^. L.. ... ... .,Á, _;; , A Selo emitido conjuntamente com a China Alusivo ás caravelas Portuguesas _ it. . u. . 4.3.11.: .. .a¡. .r. nu¡. ¡tam! _ . . . . . . mia. , an. si? . . ›4.. .»»»n». ... .› . .v5.7 1!. 5a m an( Selos emitidos em 1943 e 1948 série Caravelas o o _ a PQRTUGAL . ooo-account : :filllcnvotlticcttic PORÍLjGArlswín F E PQRTcGAL . O. 6 _ a ma. . , _ . M w. › r »: ¡»«y›. › › › › › › » Caderneta alusiva ao v centenário dos navios dos descobrimentos 15
  16. 16. '; *9ew ao vnu vi _ 37.o 'a 'r swio-'eNa “ : a Henriquina 40d) YOBSIT a . cmd Ep ¡npgjo awaõv Caim circulada de Viana do Castelo para o Porto c etiquetas alusivas ás Caravelas Carta registada de Lisboa para o Porto e C/ carimbo de saída em 29-4-48 e chegada a 2-5-48 a Oliveira de Azeméis 1 i S E K É _imune-ams «›. _gLt 5 : , * ' """"^“'“ “ 'Z' O z 'lPoRTuc-; AL'“5'-. O f z V e ~ , v . z N 2 _ 3 / z t; ,Í / %(15 '“¡' j 2 o/ I. t' ¡ J l 'PORTUGAL À e ' 4123 PORTO 16
  17. 17. Aqui tens meu coração, w w ___ i se quiseres matá-lo podes: .. ~"' i olha que estás dentro dêle ' . e, se o matas, também morres. , R4." _ . .,. Chamaste-me tua vida, _ eu tua alma quero ser: a vida acaba co'a morte, ' a alma não pode morrer. 'g -_ › _ _f _____ n _ _A __ __ _V_ _ - Í e l 'REMETENTE f "_ à ' *l F1' ~ - *- v - 477 77--7 77777 . . FDC alusivo ás Caravelas i V , . 1 Lnuglliku-iílw; z Caravelas da Epoca Henriquina Bilhete postal circzzlatz7:; › A. agzzadra alusivo ás Caravelas Carimbo Vila de Ffúcleãi' ; lc l 12-49 chegada ao Porto 19-2-49 s* um' nina' a , . . ._-= ' *garra* Y any: : . l . -4, __ , › . v1 VIU/ VM w l l l; - _ , T m_ r r ~ ieTvm-*mà-/ T-*w 'i7
  18. 18. CARAVELAS DA ÉPOCA HENRIQUINA l Ículriifiz mn 'h- ruiiifmxcx-iinriii- v_ i, .. liIQUli ru_ , _, , , . é 920 t' ' ' , l à* o o . unAveu-i4ul' - - ; i 2 . . o ¡ ' IA Ú r , . l : a C o "' 9x' ; f: r o A. y l ' Ó V 5 a l : , k n t , l n | : . _ ; WDRTUGÁI ° , l l - “ C. Í ' ” l_ , x5 › _ r l l ; i l g j í 4 i r - A caravela foi uma embarcação inventada pelos Portugueses durante a era henriquina para melhor explorarem a costa de África; era uma embarcação de porte médio dois mastros de velas triangulares ( velarne latino) as quais pemntíam bolinar (progredir contra o sentido do vento) ou seja navegavam com qualquer tipo de vento. FDC - 1 Dia de circulação, alusivo v centenário da morte do infante D. Henrique r. ._í__í n, _Win , _,, _,_ , W aí¡ , ira-iii-vrí - - r- n- , , l lwízr_jrzrr, inrr1. i5 â _ a * - , _.. ___. 35. : 4-AGOSTO-1960 . Ê i , QA SArLÉYRTES &sã; l Wl-“ã/ :àñw l i Ed. Ouro-Nf' 77-Llsboa Primeiro dia de Circulação-First Day of Issue ~ v -r-r' v '
  19. 19. .x. u~. ... ._- V* _ . N. _ , _ . L _. . : _ . _. , . , _ g W. . / , .l_. ?,. . _ 2 . .,_ 2 Ç. . . . . s av »a3 vvmwvxmvvvv. . . _ . . . . . , . . _. : a , É . .f numca, o »IL n , . M, _ _, I, .Í __ . . a _ . U. Un_ a . l I I, m n_ . wa . m. . r . . u. ,. r . .WW/ zaíu/ J , _ r. , rio? . . __ . _. , ,,_ _m_ srÚWnNuA. . f. . e à* _, !y Á/ l lillllrhl. llli. ir . »ÚYW Filé Cr¡ f l . . _ . li! :4 u_ a. . , .surÍfu. ,FC-ur . CC. , r , o. .. __ u n, . i. ,x __ WN NNW WW NNNPNVVVWWVE i n ii. . z i. .. i? , . , 1. . . _ lr. _x m , . › _ . .n s. r r à . . . a n. . , u _ m . . a _ . eu _ . _ o u. . i (is ~ encena. . , .. , m, .w i» w _ . . , e i h ñ! e . ,a u. . , ü n x __
  20. 20. À' : rx-xa: x. araveras d: Época Henriquina Bilhete , mural uir'c^zalgg_i; :; &ela; alusivo ás Caravelas (Íarinzlir) tie 13-3-49 L"l; 'LrL-Í-ll. ] a Lisboa 15-3-49 Nus. BiLHETiaPosKÊiÍ i l â f l »rw g u i u m. unnuu. REMETENTE v EXPUSAÇÃO Hurzuu »mam 1'- ,9 17~Nov~1960.¡, '4 LISBOA ^ gm; .p @ruezza @Zz-gy _r/ y/zaAJe/ o, __ . ”Í›i7-Nov-196o_ '4 usem. ^ CTT 1x00 à a az_ 027213450 mamzzm a4; V Éíyampaza Madona/ Zegna m Ãm/ m 4/9 aon- _ Mam 7g? ” a &QÉÊW gywm w/ m' Míaxfamxxyía , a ? am a ââm a, Mamma g%oóépãa, jzaâm /7 am aéa/ zwaema 7uokaáz/ fíézm, pa, 17, na ? márm- ãz/ ámm, ao
  21. 21. Mini carta Circulado - de Ermidas-gare para , _, p S. Brá: de Alportel C ' - »z * ' s, __ (Wlzegaglcz um 2-6-49 F lâm ala ” Fátima terra de fé "O melhor filme Portugués carta Circulado de Lisboa para S. Pedro de Moél em 30-7 43 . _____t, -_ à &àíêxüílílilxiilii . u r t AÍEE t à x -› xx ~ . .. 7 -P l' . .i Hi 'a EI* Í' *ui 1. _' *a w*- ii* , ,c'~b* 21
  22. 22. r; . 3 . :": ':'; z . Henriquina 2 FDCS alusivas' u¡ L . L V . . . -. '¡¡'¡¡2¡f›z). s' COHZCIHOWÚÍÍTOS' do Porto DIA DO NFANTE DIA DO INFANTE m” 4'” CITMLN A. v». r. r. -u _ñ _ _ , ,, -_ _ . PORTUGAL gggíxuêê 2 ›< n¡ n. < m m : n . .u CCÊREIO ZE FC7'. ZA'. 1' DIAZEC -. .LC-Í 22
  23. 23. NAVEGADIORES AO SERVIÇO DO INFANTE D. HENRIQUE Gil Eanes - Natural de Lagos passou o cabo Bojador s: em 1434 díssipando o terror supersücioso que se ã s¡ apoderava dos navegadores até então. Tendo o É _ s infante insistindo junto de Gil Eanes para que este °~ tenta-se mais uma vez visto que as tentativas anteriores n › n y y 1 n 1 'i l y l u 1 n 1 l y u › n . u o a sairam frustradas então Gil Eanes prometeu que só votaria caso dobra-se o cabo Bojador ou perderia a vida, quando regressou triunfante foi recebido pelo infante que o armou cavaleiro e recompensou. awqpwrf~í É j' Í àqií-u-sxii¡ 1_ _x 1_ -, ÍW, í rm: 3 ¡_ í . : - NI : L I : - . 1 z : ; 1 ' > n: - _3 ' . _ : * 1 7 › o a7¡ É", z. : . : ÊÊÍ* *É Ita. .. _. _ 4 i ¡egmwçgz ______'___. _____. v.. ... .v. nu. .., #FDC 5 óúgentenário do Nascimento do infante D. Henrique ( Macau) UC l yr_ i D. JJ y j* 'C à , ê 5 í % 'M4 § O- E; ek m , «É Já a › _O ) . g í q) . _ggzâ agg (V: Z: : ou; v2 . QE 35 É: +33 O “a UE &oê 23
  24. 24. NÂ-VEGADORES AO SERVIÇO DO INFANTE D. HENRIQUE . t, gv? . . . . . . .n. . . . . . . . . .. .i 3 ? emu f' g Vicente Días - Explorou a costa ocidental de África i m* 9,_ 31g . até ao rio Gâmbia tendo descoberto algumas ilhas 5-7 i l , Emma í de Cabo Verde em 1446. Gonçalo de Sintra - Descobriu a ilha de Arguim quando explorava a costa de Africa em 1445. abulbnrhn 530o * g l i y __ _ _ Diogo Afonso ~ Comandando uma caravela chegou ao rio do Ouro , E V v'“ no ano de 1444. 1 naun" ' ' Álvaro Fernandes - Foi o primeiro português a chegar a Guiné - Bissau * i no ano de 1446. u. JFLYDECDP Lançarote de Lagos - Fez várias viagens África capturando escravos; era escudeiro do infante e moço de câmara. Soeiro da Costa - Tal como Lançarote natural de Lagos da qual foi alcaide participou com o infante na conquista de Ceuta tendo servido o infante até idade avançada. @ntrciua f 1 x m t! .w . ... ... ... ... ... .. ~ . ~ - - -ggiu l Diogo Gomes - Moço da câmara do infante foi colector das alfandegas reais a j( um: í participou nas expedições a África; foi escrivão da carreagem l * ' ' 4 real servindo em simúltaneo o infante e á coroa. diarreia? capitão donatárío na Vila da Ribeira Grande; hoje Cidade Ve Na Ilha de Santiago v í' ^ . ,c. ... ..wvn. c.a_c. ã.óc. . (E o r r 2 in s “' Do Ouro para trazer lobos-marinhos; então capturou nativos os quais vendeu tendo sido o primeiro europeu a negociar com escravos. Mais tarde foi Alcaide-Mor de Tomar. Dias Dinis - Foi escudeiro de D. Afonso v tendo em 1442 participado nas expedições a Arguim dando assim o seu contributo nas exploraçõe 24
  25. 25. 1 NAVEGADORES AO SEFATÇO DO INFANTE D. I-IENRIQUE 2. João Gonçalves Zarco - Nasceu em Leça da Palmeira ou Tomar em 1390 foi um navegador português e cavaleiro lidalgo da casa do infante aos 24 anos descobriu a ilha de Porto Santo em 1418 e em 1419 a Madeira tendo sido seu povoador e administrador na parte do Funchal onde faleceu em1425. 5. Tristão Vaz Teixeira - Nasceu em 1395, foi escudeiro do infante o qual acompanhou a Ceuta e Tanger com João G. Zarco descobriu a ilha de Porto Santo a qual foi encarregue de colonizar, coube - lhe a capitania do Machico. Fez várias expedições a Africa ao serviço do infante, tendo falecido em Silves em 1480 32. Bartolomeu Perestrelo - Nasceu em 1400 juntamente com João G. Zarco e Tristão V. Teixeira descobriu a Madeira, com cavaleiro da casa do infante foi-lhe doado a capitania de Porto Santo. Diz a lenda que a responsabilidade da pouca vegetação cabe - lhe a ele pois aquando da colonização da ilha deixou escapar uma coelha prenha tendo esta se reproduzido vindo a devastar assim a vegetação. Bartelomeu Perestrelo faleceu em1457. 100. Diogo de Silves - Descobriu a ilha de Santa Maria e a de S. Miguel nos Açores em 1427 quando de retorno de uma viagem á ilha da Madeira, o nome (de Silves) pensa-se que seria natural de Silves FDC - Alusivo aos navegadores Portugueses ' 'swim 1' ! Mm ' rn V ' ¡xauaqanorwporzpcicses _nawcewsõgmvrumuw 1 w' (V “Ããüllhví i @N30 3 oorgggrnuntmsaa SV duas : rca › l l rihanna -va-s- fumam ' 1 l l zceêtõdzçu o t *f a l '“ O ' « a* ; ; ~ x ç _ p 7 [s, L: “«. 'íi1^: '-“[)P'Ull; i C . aki, 'x . v , . J_ L : _ X; i ; ..-, ,›, _,_; 1 _ r A , ' an¡ < , aúmr/ »r mw» w lmAnEuncuLAcAo «j» › à ___ __' _ ; um __ ma. -., .. __ , -, ,.. ... _J' o . ^ , . 25
  26. 26. DESCOBERTA DA MADEIRA ~ Em 1420 João Gonçalves Zarco, Tristão Vaz Teixeira, , .J. ... s.. ..- . . . . . . . . . novas_ “WW Bartolomeu Perestrelo numa das suas expedições ao serviço do infante D. Henrique navegando pela costa de Àfrica depararam-se com uma tempestade que os obrigou a mudar de rota e acabaram por ir parar a uma ilha ocasionalmente á qual deram o nome de ilha da Madeira segundo a versão de alguns historiadores. Embora outros defendem que já haviam conhecimentos das ilhas e que foram enviados com o propósito de as povoarem. 4.. ... . . .›-nç› Aniversário da descoberta da ilha da Madeira FDC - Brás? ? aluêiva ÉrÊ_ÊIÉ? FI? .MadF°ÀFÊ PRIMEIRO DIA DE CIRCI L ÇA-r) -v r~ r~~~7r~~~-v-ar 26
  27. 27. I ; Y , _ r. 383-9 Em IÚLJV l q' . , . , uuutílra . . 7' . ';: :.7az'ra-Fuchal -Í s' Posta¡ A #ou Enutumu wndaaÍ-utbmilm FDC alusivo á descoberta da ilha da Madeira , _ A _ , M. .Nmmo ' “ v v <, v, , '5 m¡ 335o , * W 5 < DA DESCOBERTA DA ILHA DA CORREIO DE PORTUGAL PRIMEIRO DIA DE cIRcULApAb 27
  28. 28. PCWOALIx IENTO DA MADEIRA #nenhum . uma . . . . . .- 'A AIAUGIRA-POIHUGRI. _ x . . a l 1. r AnqAAHAA4n-IâHl4^^› "' t* E x 'Êíaàtsgz »JJ a5 w 1.. ... ..-. ~.'›. ._. a-. ,.. .-. .-. ~ J~4=Jv~«. ¡lU~/ ~t4-4v4~44 Os primeiros engenhos do açúcar Tendo sido a ilha de Porto Santo a primeira a ser descoberta em 1418 e só cerca de um ano depois a da Madeira terá sido esta a primeira a ser povoada visto que a ilha de Porto Santo não tinha as condições ideais para a agricultura pois os solos eram bastante áridos. Postal - máximo alusivo á fortaleza de S. João do Pico - Funchal T r , _7 m _ w rr-_w . a» õrr FUNCHAL t. HSE” . _ , O , , O , . - J J a Mulas, I I/ 'LV âPcíHTuGAL ¡imDF-r-í. . _ , -: -:~›s. . y-. .OE
  29. 29. POV OANIENTO DOS AÇORES v neuem-Ms a v centenário do povoamento da ilha terceira Em 1439 o infante D. Henrique iniciou o povoamento dos Açores atravéz de Carta Régia e prometendo boas regalias aos primeiros colonizadores. As primeiras ilhas a serem colonizadas foram Santa Maria e S. Miguel com familias principalmente do Alentejo e Algarve. m' 1d. - - _ . ..i4 NNW'. 7 , “Tire, *sdaros . +- _, › A *n* 29
  30. 30. DHENRIQUE , _ N¡ INFANTE 44,¡ '50 x¡ P0 l 'OAÃ [EÍYTO DOS AÇORES [ s_ , Portugal CIT - _g “ . .í INFANTE INFANTE 44¡ IIHENRIQUE by) D-HENRIQUE g! › -- ~ g; ~ j. ; 7'" e' * r . Nzogn Portugal CTT Nzogn Quadra da antiga colónia Portuguesa de S. Tomé c/ selo alusivo ao infante D. Henrique e Carimbo de 15-9-52 Pouco legível FIRST DAY OF ISSUE AZORES M' K v. . à 32;. ; CTTWIJ/ Ã/. OJ i 209ü9 Ca/ wl A. Taddeo 562 Hüajjte Road St. Dauidá, Pcnnóyluania 19087 3o -. .z . n. V. - f_
  31. 31. IJ¡ H 'l Il PIIIHH! I' I'M' l' 7' I¡ ll I¡ l' I» r A a › v¡ n A. : a 'a n ¡. I.¡rIrm-_¡íixnnnq»r r; u w¡'I, ›L›u›.1.1.-1nvLnmLuiv i l I u É ã b s, ,à â É) ' illegal; . l, e f. (./ -'J«'4 11:4.. .« . .___. _._. m O
  32. 32. 3; ONDE REPOUSA O INFANTE D. HENRIQUE ! ll , Duque de Viseu nasceu no Porto a 4 de Março de1394 e faleceu em Sagres al3 de Novembro de 1460. início das descobertas tendo ficado conhecido na história como infante de Sagres ou navegador Repousa no Mosteiro da Batalha. a a m. .m m. ” . m um . mw ma_ n ' «pulam giram-al_ fria. . a. .. . . u . . 5.2:. . u. x. .. : E: ? DC ~ _ Iusívo ao 5 centenário da morte do infante D. Henrique tz" 'nn u. . . A 1 Â v. A É VIA x. , , .. . . _ . .. r l. ri___vàa. r.lr. t.. r.hlvílr. 32

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