CRUZ VERMELHA

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emitidos a...
1 - História

Quando o homem de negócios suíço Henri Dunant viajou ao norte de Itália em junho de 1859
em negócios ,  Conf...
2 -- Os fundadores

 
   

  

De volta a Genebra ,  Dunant convenceu-se que com uma organização neutral poderia ajudar as...
2.1 - Henry Dunant

De personalidade altruísta ,  Dunant não teve Sorte nos seus negócios ,  acabando por se isolar
em Hei...
3 - Os primeiros selos

3.1 - O primeiro selo da Cruz Vermelha no mundo é de 1890 ,  quando Portugal emitiu o selo

da Cru...
3.2 - Só com a Primeira Guerra Mundial,  é que o primeiro selo com taxa foi emitido . A França
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3.3 - Além das sobrecargas "taxa de guerra" ,  muitas das colônias do Império Britânico
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4 - Os emblemas

4.1 - Cruz Vermelha

Em 1863, Louis Appia propõe que todo o pessoal voluntário que trabalhe nos campos mi...
4.4-O Leão Vermelho e Sol

A Sociedade do Leão Vermelho e Sol do lrão foi estabelecido em 1922 e admitido ao
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5 - Celebrações

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7 - Os Tansportes

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A Cruz Vermelha é hoje um grande e popular tema filatélico, com milhares de selos que forma emitidos ao longo dos anos e muitos mais apareceram em 2013 para comemorar os 150 anos da sua fundação.
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Cruz Vermelha

  1. 1. CRUZ VERMELHA " A Cruz Vermelha é hoje um grande e popular tema filatélico , com milhares de selos que foram emitidos ao longo dos anos e muitos mais apareceram em 2013 para comemorar os 150 anos da sua fundação . Proponho aqui sete sub-temas cobrindo muitos dos aspectos da Cruz Vermelha Internacional e alguns dos mais significativos selos emitidos em sua honra . a "A 1 - HISTÓRIA Í? 2 - os FUNDADORES A 2.1-HENRY DUNANT J 3 - OS PRIMEIROS SELOS J 3.1-O PRIMEIRO SELO NO MUNDO ^ 3.2 - O PRIMEIRO SELO C/ TAXA 3.3 - ÚNICO DIA DE CIRCULAÇÃO T 4 - os EMBLEMAS 3 4.1-ACRUZ VERMELHA 4.2 - O CRESCENDO VERMELHO 4.3 - O CRISTAL VERMELHO 4.4 - O LEÃO VERMELHO E O SOL 4.5 - A ESTRELA VERMELHA DE DAVID 5 - AS CELEBRAÇÕES 7 _- OS TRANSPORTES O O l . 6 - HISTÓRIA POSTAL l O r» í "“"^ w 7 . V_n. ' " --›~l"! !^l. › ~ ' I* ÍIIÉQI' ' V" ! IIIIIÍIVIIÇ l - a wet-- r'
  2. 2. 1 - História Quando o homem de negócios suíço Henri Dunant viajou ao norte de Itália em junho de 1859 em negócios , Confrontou-Se inexperadamente com um banho de sangue e sofrimento por Causa da batalha de Solferino , no que era então O reino de Lombardia-Veneza . No mesmo dia que chegou à cidade , as forças aliadas do Imperador Napoleão Ill de França e do Rei Victor Emmanuel II da Sardenha derrotaram o exército do Imperador Franz Josef l da Austria na maior batalha que a Europa tinha Visto em mais de cinquenta anos . Além dos 5.000 soldados mortos, havia mais de 20.000 feridos . Dunant , um Calvinista devoto de uma família com um passado de actividades de caridade , ficou horrorizado com a negligência dada aos feridos de guerra e imediatamente resolveu fazer algo para ajudar. Organizou , em conjunto com a população civil um serviço de primeiros socorros para prestar ajuda médica . Insistiu que a ajuda fosse dada a todos independente do lado que combateram . O lema seria entoado por todos "Tutti fratelli" (Todos são Irmãos) . 038116 1989 O l> É IT' O U1 O ! IJ m O P' _ * im O IT' '11 131 _FU «E , O - O _Is s: BÉLYEÍGNAP Bloco da Cruz Vermelha da Hungria de 1989 , reproduzindo a Batalha de Solferino de 1859 , original pintado *por Carlo Bossoli (1815-84) . Este bloco tem a particularidade de a imagem estar invertida relativamente à pintura original . r 1 II III ¡Í- ¡ll n Il! Ill III U 'TH H) _L -: .-~ IÍ--›-'_:
  3. 3. 2 -- Os fundadores De volta a Genebra , Dunant convenceu-se que com uma organização neutral poderia ajudar as vitimas de guerra . Promoveu esta ideia escrevendo um livro , Un Souvenir de Solferino (Em memória de Solferino) . Em 1863 , incitado por Gustave Moynier , e apoiado por Guillaume-Henri Dufour (o General Dufour) e os médicos Louis Appia e Théodore Maunoir - o chamado O Comité dos Cinco - criam o que se chamou na altura Comité internacional de secours aux blessés (Comité internacional de socorro aos feridos) reconhecido no ano seguinte pela Convenção de Genebra e o que viria a ser o Comité Internacional da Cruz Vermelha . Pelos serviços prestados à humanidade a Cruz Vermelha seria agraciada com o Nobel da Paz em 1917 , 1944 e 1963 r. r Genêve, 136% , I Comílé Iniernafional Fonclaleàaf' , .Í V de Toeuvre de Ia Croix-Rqga? ' ODE KRUIS -I Postal da Belgica , com o Comité dos Cinco , selado com carimbo comemorativo . CcVecão de José Aberto Rodrigues Palma
  4. 4. 2.1 - Henry Dunant De personalidade altruísta , Dunant não teve Sorte nos seus negócios , acabando por se isolar em Heiden , na Suiça . Após adoecer , esteve internado no hospital desta vila Suiça , onde veio a falecer em 1910 . Entre outros prémios (Nobel da Paz em 1901) , Dunant recebeu de Portugal a Ordem de Cristo , em 1897 . Existem muitos selos da Cruz Vermelha com a figura de Dunant , mas três parecem-me importantes porque são do seu país natal . O primeiro data de 1928 , quando um selo de 30 cêntimos do anual Pro Juventute (Movimento em defesa da juventude) celebra o centenário do seu nascimento mostrando-O como um idoso de longas barbas brancas . ouooowuo vwudv uvvuuuc O segundo selo , de 40 cêntimos emitido em 1978 , faz parte de uma série comemorativa de 4 personalidades célebres e embora não haja nenhuma referência no selo , ele marca os 150 anos do seu nascimento. O selo mostra Dunant ainda jovem com bigode e suíças . -u. ... 5.. › I 'ã , ã › 1 ; 1 0 › ¡ › , O terceiro selo é de 2010 e Volta a aparecer a mesma imagem de Dunant desta feita com Gustave Moynier num selo de 190 cêntimos comemorando o centenário das suas mortes . Este selo com os dois co-fundadores da Cruz Vermelha seria algo desconfortável para ambos uma vez que as relações entre os dois se deterioraram de tal maneira que por imposição de Moynier , Dunant foi expulso do Comité em 1868 . Ico, rj** 03X "ÍF Ia S. ... .-. -.-. ... -.. _ H elvet x iDJl ! ppp -. l.^. l.-. Q_l l. l§
  5. 5. 3 - Os primeiros selos 3.1 - O primeiro selo da Cruz Vermelha no mundo é de 1890 , quando Portugal emitiu o selo da Cruz da Convenção de Genebra sem taxa . --». ..«. ..~. W,, l a n 1 . y I_ . ._. ,-. -_. .,. ._. ._. _._, .,___ Selo de porte franco emitido Selo tipo de 1890, com sobrecarga deslocada "comissão portuguesa de prisioneiros de guerra" em 1890 emitido em 1916 Postal timbrado da Cruz Vermelha Portuguesa circulado de Angra do Heroísmo para Roterdão- Holanda datado de 02 de Novembro de 1917 com carimbo de censura de 03 de Novembro de 1917 e carimbo do Depósito de Concentrados Alemães da Ilha Terceira
  6. 6. 3.2 - Só com a Primeira Guerra Mundial, é que o primeiro selo com taxa foi emitido . A França foi o primeiro país a fazê-Io . Foi com um selo de 10 cêntimos tipo Semeuse com sobrecarga de 5 cêntimos e o simbolo da Cruz Vermelha . Selo novo tipo Semeuse de 1914 selo usado tipo Semeuse de 1914 de 10c com sobrecarga de 10c com sobrecarga Envelope circulado de França para a Suiça com carimbos de 09/11/1914 em 2 selos tipo Semeuse com sobrecarga de Sc e o simbolo da Cruz Vermelha e outro de 5c verde e carimbo de chegada, no verso, de 12/11/1914 . a de José Aberto Rodrigues Palma
  7. 7. 3.3 - Além das sobrecargas "taxa de guerra" , muitas das colônias do Império Britânico também emitiram selos da Cruz Vermelha pela primeira vez durante a Grande Guerra. Trinidad 81 Tobago imprimiu o primeiro selo de todo o Império com o valor de "One fraction" e foi autorizado para uso postal com o valor de 1/2d sómente por um dia , 18 de Setembro de 1914 , para angariar fundos para a Organização . TRINIDAD RED cnoss z ; ua : aos z v-. Í. l'n¡-f_q3xll. ._i. ânl_p. n' ORED CROSS ONE FRACTIO Primeiro selo da Cruz Vermelha do Império Britânico, O mesmo selo usado novo, autorizado a circular só por um dia Envelope circulado datado de 18 de Setembro de 1914 Galeão de José Alberto Rodrigues Palma
  8. 8. ÚXXÉÉÊT: 'guy/ Meu , i . ih ãlayzhmlnírelrí, Íãtlllktl. É , -1 " 1,1 'frgnirzâíi meeting uma? :m1 ífqaüranüra* 15:71h_ 1.- . Ílounuíuitheç 11,111» 'iorrwzuyá à. : J . s. .. ,. › . ; . '” . . _ *reúne "Íltník jin” 'Iíu _Em_ Êllülâ _Atsmxwnnñou 'im , . 1011141011». ?que 'Izaura *bs *kw i1: ucrhauimi' by¡ 111m 'yuri/ nazi 0;( TWhulIÊlrr/ u.? 11111111' 75011111111¡ um' fim# 1101111 : t: 'tia 'Vâflléflx : angry 711141114. 1010111111111 : mt anne '#11 11m- 'Miuuneihu 1.9111 ; nim fuso; .11 1;¡ "íllliwíâj q" ¡#117111! 1111121 . viuva 'hermanos maul”, *fu* 'lhe *vdñqí-i ql' 'Mae , w215i 1:1 I airunitsrgl : ruhñuw 111ml »Yl/ IÍHMA* «mino 71141115, . hmm ; ip/ lui P P114¡ m y11Íll1111n1111~ _jim ; rg/ r o m» .11 1111116' Mim** L Wire-e 111", ¡vn-ytnü; 'um' amb¡ 71h; _. wi-*Vigk um¡ ¡m1! ; Wnzlztib um: q-r/ 'ÂICÍÍÍÍ ; ilhas w wall m um ; bm riwuTu/ ¡Ii &man; 'hi . S' ' . ! ; goma -í-ç Irgmi _Iv-mfnqná m. à. , , uma Imlli 3mm: 1.1 nar' : gamer/ Trail 'âmíruwesvà T ' - y 'Wu "immmviiií/ rã *n15 na 115ml ; mw m! !! 1h ; vw tum¡ to» 'lruiramnvi 'dia _âillqgvtlloyram um 1111111 ; ativista in uuruiliwllvznir; 1. ¡vyxyrli HILVIIH-»fiíun i ¡di! w¡1111111›~›k~ '›"'~'Hw! « 41110111112¡ vnünlk¡ 1 r VV¡ l l mrn-"= ›1¡1z^. m›r~ñi¡; ~ iv iniññírí-SWÍ ¡Ãmíiiià u¡ ! lu ÇImM/ nríêisa: iam ima: : qgguú¡ Im 'mu 17:51hs¡ 21 3+ ; naum haha» Ma¡ 'hi' 'li/ ie ' mn: : u' line/ v: ¡mtu! m mu M¡ 1mm" 1154.5' "dai. 'fin «jhynnnfiñue ta”. i1; orlíiâfqyranl t” ! um 'll/ IM lia-uy¡ ! hmm a; :llqglmlñiuq . xavme-'vmwnvoumviárhi , ilâlwnlliâ rnvqieiwürh* - I - ~ ~ - l . .l . 11 1110111014111., 'mtu vinil¡ 'rmrn'ta= ~¡r1›1. s . atiram lume trama (grrúbnvnzb 1:12:11:: çmrvrznaim anel um¡ 'ía 741111,? " 'i'll/ lx ! iu baú¡ QI: 'line qnvñrtui u" iam¡ . llha-a finais/ liam_ QkInaaiI/ 'r ; Ramil Ciulkqyaf ? üwíaqi 4111111311». ç I A -. l x l l É 'Drum fhnflijñrlm¡ '_ V" z' l I 5 , . . , . .. _, . ' . l 17.1. 17. _ , _l. “~, t,»gh_lb: l v , AE/ Jg-Kgv. ( I l * Jíiaúufí . Élaruxañwú/ wt ; fi 'L ; :-§L_L_. :l. i.. _ií WWFXiYiiD/ r '!7ÇÍn'›“. 'K&. l-; tí'5" s* ItlmgÇ-II »j i , Traga Urbanity( , libra Q» . I'll. Samurai, j Slilljgl? @intaum ; Etnias : »[çllidkií. ikdI : until j _ . ' . . . .. ' I _I _ _ I . .uma ! rm . WIN. 'v' âikailbnravrax Alibi; ,Aànqixmv llhúgxgun, I às; ;umapi i'll: : $h: u›zn_u¡ ¡and! í I _miniatur- ; litros ? mil ii; "Íliairlranñki l bike. @anuais 6Êiun1mnillL, .I uCiOIIlVHjI. lllilus' aiibnxdlika_ : j' Êiunliii. . Shun Llll-. irzuxzsirdkm ; Villar Liüllwg, l z " l I l limit» ? mimos titanium ; Wilmar Jlanxíü: : a, I _ o . Ilzgllmll Wlvhiljllual, I ; Killing-guerreira Lllljirrl ¡Flmll . dia 'llallraunlt , . . _ 571: -. @M435 à Vinillo); 'Lilica Lutmvlbxnlllirongt, ' : u L“lr! l_l_liÍÍl. _lÍ~Tl§íHÍl= (= . bjim ; Ennvíril Í-lioxdfnxoyi. , . ; Nha . ITlâh , um , . :*' : JIMI
  9. 9. 4 - Os emblemas 4.1 - Cruz Vermelha Em 1863, Louis Appia propõe que todo o pessoal voluntário que trabalhe nos campos militares traga braçadeiras brancas para serem fácilmente distinguidos. O General Guillaume-Henri Dufour, como ele um dos co-fundadores, no chamado Comité dos Cinco, completa mais tarde a ideia juntando-lhe uma cruz vermelha sobre o fundo branco, o inverso da bandeira suiça, que o general havia desenhado e que foi aprovado nesse mesmo ano como emblema da Cruz Vermelha. . «-. ... v.. ... ..'¡. »be. -a'. ¡wuvvvüvuvbuüüx Selo Suíço Pro Patria de 1957 novo com o emblema da Cruz Vermelha e a bandeira Suiça 4.2 - Crescente Vermelho O emblema do Crescente Vermelho foi utilizado pela primeira vez por voluntários do CICV durante a guerra Russo-Turca entre 1877 e 1878, uma vez que para os Muçulmanos a cruz era vista como um símbolo cristão. O símbolo foi oficialmente adotado em 1929, e até hoje é reconhecido por 33 países islâmicos. Selo da Jordânia de 1963 de 3f com o simbolo do Crescente Vermelho 4.3 - Cristal Vermelho A 8 de Dezembro de 2005 , o Movimento da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho adotaram um novo emblema, neutro de significados políticos e religiosos. O Emblema do Terceiro Protocolo, mais conhecido por Cristal Vermelho ou Diamante Vermelho, tendo sido adotado por uma emenda da Convenção de Genebra, conhecida como Protocolo lll. l c r l o ( v. c 1 x l r* ( u 1 r r l . wuudv uuuuuuuuuuu ~. › É Tiedan crvenog kriíaf; vi -jxuawarsxicnveui mz 1; ' : J B. -15.svIbn)a 2007.: : E Tied? _,y. gr. m . ukkrüa i É? :-' E l 53 14 Í. ã . Í 2 - . :~ : l: N ; 1864 1876. 2007. j ; l 1;, n lr* r ~ › ' a › ¡. ' ' . '_ cj i . V: 8.45.) . .M2010 E: : ~ z ~ e r 'z s l - c: . . ._ 1:1 H IÍJ l. ) nl¡
  10. 10. 4.4-O Leão Vermelho e Sol A Sociedade do Leão Vermelho e Sol do lrão foi estabelecido em 1922 e admitido ao Movimento no ano seguinte, em resposta aos simbolos utilizados pelos rivais do pais, a Rússia (cruz), e a Turquia (crescente). Em 1980, logo após a queda da monarquia iraniana e da ascendênciada república islâmica, devido à associação do emblema do Leão Vermelho e Sol com o Xá, o país decidiu trocá~lo pelo Crescente, embora ainda mantenhao direito de trocar de simbolo a qualquer momento, uma vez que a Convenção de Genebra ainda reconhece o símbolo como oficial, confirmado pelo Protocolo lll. . .aaunúuñfswusaauu»andress- lr'. 'C IRAN ': ' ¡óu'au-~lniucvuuux. übu'v . ... oíuuy. camp. ;a, m(n_. <.-. n,~. n,~, n t"" mate-m 'v u, n,›. _n, _q__. _., -rn_n_a. Série de 2 valores de 1959 de 1 e 6 reais 4.5-A Estrela Vermelha de David Por mais de 50 anos, lsraei pediu pela adição de~ uma Estrela de» David vermelha, argumentando que emblemas cristãos e islâmicos eram reconhecidos. O emblema foi usado desde 1935 por Magen David Adom, a primeira sociedade de primeiros socorros de Israel, mas ainda não é reconhecida pela Convenção de Genebra, como simbolo protegido. O Movimento da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho repetidamente rejeitou o pedido de Israel, insistindo que a Cruz Vermelha não é um símbolo da Cristandade mas sim a reversão da bandeira suiça. A Estrela Vermelha de David não é reconhecida fora de lsrael como simbolo protegido, e Magen David Adom utiliza o Cristal Vermelho durante operações internacionais. Dependendo das circunstâncias, pode colocar a Estrela Vermelha de David dentro do Cristal Vermelho, ou utilizar apenas o Cristal Vermelho. xi's. ... .-a-. .u~. .u. ..u. . .l. n.i, n.a. i.o_-. -.I. Q.c. l.C_n_n. r ~ ? amami casou-nono: :ooouoocoooooocn: í › uns -ri-r p» mm¡ unam u--nuu vuv . nm_- wua uai-mu ! ve n52; cbn¡ um ibiza: --nnru uma llllll" nisntbxxv-Auulvzusnlnz '
  11. 11. 5 - Celebrações O Centenário da Cruz Vermelha internacional em 1963 foi comemorado em todo o mundo. su. .. . . . . n. . uma. u . .r. ~.r. v.. --. -›. '.. .. .f. ._ 'a ' Red Cross _mr_ .41 Ccntenary *V °“" Red Cross , I 1 Congress Centenary Conqress Red Cross Centenary . ..uy-uuwvunruwüu A primeira série comemorativa Inglesa da Cruz Vermelha, foi desenhada por Harold Bertram, e emitida em duas ou três cores e com a cruz vermelha bem destacada. Para a Commonwealth Britânica, uma série coletiva fo¡ desenhada por Victor Whiteley, mais uma vez com a cruz vermelha destacada e em duas cores. Quase 50 países emitiram estes selos num total de mais de 100. São exemplo as séries das Bahamas, de Tristão da Cunha e da Federação da Arábia do Sul (Rep. Pop. do lémen do Sul). : Z ¡›) H ¡) 2 ) ) . . 'l . . . › INTERNATIO “TINTEITNATIDNAEÇÍ s” 18633. [963 IO? . INTERNATIONAL À . ›._. _. . _.. _.o_-. _.. _. . ... ... ... .c. .-. . . ... , . . . . . .. . . . . --, y_p, -._-. ... .›' RED cRoss CENTENARY É ' E “ 18 63 19631: 3o CEN" have( FEDERATIO ir UTHMRABIA Í w. . . .m. . . _. . . . .a. . n magna¡ . a . .náj RED cRoss CENTENARYÊ. i8 63 INTERNATIONAL INTERNATIONAL 5111/25 t» FEDERATIO . l r_ OUIHÊIRÀBIÀ ›. .., . . . . . nntnnnl. nnn_onuh. n,i. v_q. Oiluiúd-uuribbruq. .. ... «-. ... ... ... . -. -.n. -.-. -_. _a. - n, .- f") 1') u! ñ un 3 de . ese A bento Rcdrgues Palma
  12. 12. F1 f¡ lb -n mr u (J m (J m 1h Não foi uma série coletiva mas muitos países celebraram filatélicamente os 100 anos da Cruz Vermelha, emitindo selos com a Lamparina e a Chama, simbolo do Congresso do Centenário da Cruz Vermelha Internacional em 1963. , -. . aos . .à e ~ cooo-. u-. .o. .«. ~.~. .-¡. ..¡ . --. .~. ... .,. .-. ... ... . Uvvlvdhvhvibauw. uudvuvut , . ' v , _ . › . . . -. .no : tag . _._-~ , n . ,A, ._. .--. j-: ~. m5., - ~ ~_n. !.n, .p_› n, p-. -,›~_-. n.-. ~.-. -.-, ~›c- Série de 3 valores das Filipinas com a lamparina e a chama Vários países homenagearam a Cruz Vermelha em 1988, ano do aniversário dos 125 anos, como o Mónaco e a Jamaica. . .-. u.. ... ... ..n. ... a.3.. «.~. .._ I Damn¡ hearing lht' Renas¡ i Agr, .Z-' o. Croix-Rouge Internationale 18634988 n. ..~. ~.. e.. .u-. e¡. . n | › n n n n u n n n u u a p n n n . n u n r › I . .. q F. À . ._. _› -_. ,-. ._. _-, -.' _« › u _a j; z › r y u a n u › u › › n › › › › › › Em 2013 a Cruz Vermelha Internacional fez 150 anos e praticamente todos os paises emitiram selos a comemorar o evento. Comité Intemacional da CrUzVermeIha 'ir rj , I -i. x u anos de ação humanitária a tú. Lil a. .., g . .aa- -. - -c mí THWWÍWÊÍ 'I'H. IL. .''IJ . .nccno-. n. . . . . . ..ou cuuuuuuoanóu. .l. .w. sa. ., .*. _. . _.-. ,. . t. . ,.. ... ... ---'. - E1 Selo da Tailândia Selo de Portugal 'A : arto ? Dc'"gues Palma
  13. 13. o I O 6 - Historia postal Há inúmeras maneiras de incluir história postal numa coleção temática da Cruz Vermelha. A mais simples será envelopes circulados com selos alusivos à Cruz Vermelha, sendo as edições mais antigas um excelente desafio. Outra maneira, será procurar correio enviado das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha ou ainda mais interessante, correio de ou para, a Cruz Vermelha Internacional na sua sede em Genebra. Existe muita correspondência deste tipo, sendo um bónus se se encontrar destinos fora do vulgar. Ainda mais fascinante e aliciante será encontrar correspondência de ou para Prisioneiros de Guerra, que muitas vezes foi facilitado pela Cruz Vermelha Internacional com Inteiros Postais durante as duas guerras mundiais, durante a primeira guerra mundial. f' _ 314m* y( / íízzaía ('04 Ku/ (ÇW CROIX ROUGE FRA “ÁIsE f" ASSOCIATION DES DAMES FRA/ JET C$(: g) w @IQ 'Í Socours aux Idilitaires en cas de guerra el: aux Civils dans les calàutltlás pla? _ . v 't' / a riam/ rt o: CUHBEIL (Se¡na-&-0ise)_ "a à' 'V « 7/ l “ Ã ; v x, A ç; / t 4; * NWWÍ l/ ntvírzíç x [g / ;/Í6/(%H^rt/6(_/ ( (o A( I “ Á x g4âxxazc4^x / l 2 , ,f y « A / L , _ / ›_/ -1¡A 7› (1 y ta» A , x / / ¡ / / l z z L (Z O" “%* I 1 I/ l Á%_ j í1(. /¡_/1/Q 2 / Carta timbrada da Cruz Vermelha Francesa, da Associação das Mulheres Francesas, enviada a 15 de Fevereiro de 1915 para um soldado francês, prisioneiro de guerra, no campo de concentração Zossen perto de Berlim Cc eçê: :é : se - : est: ?: »t: "l: -es Palma
  14. 14. Carta enviada de Madrid, com data de 1 de Junho de 1938 para o Comité Internacional da Cruz Vermelha em Genebra , aberta pela censura, com carimbos no verso, de correio aéreo espanhol e suiço e pagando uma taxa de 2,50 pesetas. _A ag; vanànaãul; a 4gb** Comité International de la Croix-Rouge 122, Rue de Lausanne GENÊVE¡ SUISSE i Coleção de José Alberto Rodrigues Palma
  15. 15. Carta de porte franco enviada pelo Comité Internacional da Cruz Vermelha em Genebra, com data de 14 de Maio de 1916 para Brunn na altura cidade do Império Austro-Húngaro (hoje cidade da República Checa), com carimbo de censura. f. ..-. _____r Fragnc de port. MILITÀRZEQSUR VBRÚNN UBERPRUFR _l= )lt. âií: ',ÇI' 5 . uQTEHÂx ii . i. . Sei/ ct”. tmrat- Teget; Lotígzzms e -13 Coleção de José Alberto Rodrigues Palma
  16. 16. (x4) (J (Ó Carta enviada da Delegação do Comité Internacional da Cruz Vermelha no Irão a 4 de Março de 1946 para a sede em Genebra com 3 selos no valor de 9 reais. . DÉLÉGATION DU COMITÊ INTERNATIONAL DE LA CROIX ROUGE EN IRAN Par Avion Au Comité International dela Croix nã_ uenêve l_ Suissa Coleção de José Alberto Rodrigues Palma
  17. 17. 7 - Os Tansportes Por fim acabo esta retrospetiva filatélica sobre a Cruz Vermelha que desde a sua fundação tem utilizado todo o tipo de transportes para auxílio aos feridos de guerra, aos feridos pelos desastres naturais, para levar mantimentos e medicamentos às populações civis, correio, etc. São alguns exemplos estes exemplares da Finlândia , de Jersey , da Islândia , de Burkina Faso , da República da Guiné-Bissau Glxlt/ 'INIA-IWOHS __ Í “W . .s. '.. §.. r,. . . ..uma . v . . -4In'. ¡.›-. '§4_›<_A . -.›. '-. ›.-. -,« : . n. ..ggçoun--. §-o-qn, o-a-a. A«. -x 4 . ... n.-. ... ... ... ... so”woau~v. (IORREIOS mu: ¡on-u-uunuou-u-u-íí.

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