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Lectio divina

  1. 1. Lectio Divina ou Leitura Orante da Bíblia A expressão Lectio Divina Vem do latim e pode ser traduzida por lição divina ou leitura orante da Palavra de Deus. Segundo alguns, foi usada por Orígenes, Padre da Igreja, no 3º século d.C. Outros, porém, afirmam que a Lectio Divina é anterior e teria sido formulada pelo monge Guigo, em 1150.
  2. 2. “A Lectio Divina é a escuta religiosa e piedosa da leitura sagrada da Escritura”. (Vaticano II, DV 10) Princípios da Lectio Divina : a)Unidade da Escritura; b)atualidade ou encarnação da Palavra; c)fé em Jesus Cristo vivo e presente na comunidade.
  3. 3. A contribuição de Guigo Em síntese, a grande contribuição do monge Guigo foi a de interligar os passos da Leitura Orante. Para isso, escreve um roteiro com o título: ‘A Escada dos Monges’, onde cada passo corresponde a um degrau.
  4. 4. 1. Leitura: ler a Palavra. Leia, com calma e atenção, um pequeno trecho da Sagrada Escritura (aconselha-se que nas primeiras vezes utilize-se os textos dos Evangelhos). Leia o texto quantas vezes forem necessárias. Procure identificar as coisas importantes desta perícope: o ambiente, os personagens, os diálogos, as imagens usadas, as ações. É importante que identificar tudo com calma e atenção, como se estivesse vendo a cena. A leitura é o estudo assíduo das Escrituras, feito com aplicação de espírito.
  5. 5. 2. Meditação: meditar a Palavra. A Meditação é, antes de mais nada, uma atualização do texto… . Outras perguntas de apoio, você pode elaborar no seu processo de Meditação, tais como: “O que há de semelhante e de diferente entre a situação do texto, de ontem, e a situação de hoje? Quais os conflitos de ontem que existem hoje? Quais são diferentes? Que personagem eu sou dentro do texto? E quem eu sou chamado a ser? O que o Espírito quer falar, quer comunicar? Meditar é, então, mastigar, ruminar, atualizar e dialogar com o texto bíblico.
  6. 6. 3. Oração: rezar a Palavra. A oração não pode ser considerada como uma simples técnica. Mas deve ser vista, como sugere Santo Agostinho de Hipona: “Se o texto oração, rezai; se é gemido, gemei; se é reconhecimento, ficai felizes; se é um texto de esperança, esperai; se exprime o temor, temei. Porque as coisas sentidas no texto bíblico são espelho de vós mesmos”. Nesse degrau da Leitura Orante, você pode reler o texto. Agora, com maior espírito de Oração, assumindo, diante de Deus, um compromisso de vida.
  7. 7. 4. Contemplação: contemplar a Palavra Guido colocou a Contemplação depois da Oração, porque a verdadeira e mais profunda Oração é a Contemplação. Contemplar é saborear a Palavra de Deus com o coração. Há, em nossos dias, uma preocupação muito grande com a vida prática, com o exercício prático da fé, de modo que alguns escritores acrescentam a “Actio” (ou “Missio”) á “Contemplatio”, ou seja, a Ação junto da Contemplação, ou até mesmo um degrau depois do outro. É verdade, cremos que não há conversão para Deus que não passe pelo irmão.
  8. 8. Duas observações importantes 1. Os quatro degraus 2. Embora esteja implícito (leitura, meditação, em todo o processo, é oração e contemplação) oportuno lembrar o se distinguem, mas alerta do papa Bento XVI: não se separam, pois obedecem a uma “A lectio divina não está concluída, na sua dinâmica onde, a cada dinâmica, enquanto não etapa, o (a) leitor (a) da chegar à ação (actio), que Bíblia é convidado (a) a impele a existência do fiel recomeçar e interligar a doar-se aos outros na todo o processo. caridade”. (Verbum Domini, 87)
  9. 9. Resumindo... A Lectio Divina ou Leitura Orante consiste na leitura atenta e sem pressa de um texto da Bíblia, previamente escolhido e preparado para ser meditado e rezado.

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