Reflexão

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Palestra do dia 11/09/2010

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Reflexão

  1. 1. REFLEXÃO
  2. 2. “Examinai-vos a vós mesmos, sepermaneceis na fé; provai-vos avós mesmos.”(Paulo - II Coríntios)
  3. 3. Diversas atitudes caracterizam oscristãos:Os que permanecem na periferia dosensinamentose exigem novas demonstrações deDeus,sem qualquer propósito de renovaçãointerior.
  4. 4. Diversas atitudes caracterizam oscristãos:Aqueles que se detém na literaturae estimam as longas discussões semproveito real.Outros preferem a separação,e lançam-se às lutas de separatividade,lamentáveis e cruéis.
  5. 5. Diversas atitudes caracterizam oscristãos:Todos os que se concentram no “eu”,mergulham em pedidos infindáveis, areclamar proteção divina,adiando a solução dos seus problemasespirituais.
  6. 6. Diversas atitudes caracterizam oscristãos:Os que se retardam nos desvariospassionais,rogam para as emoções,mantendo-se distante dolegítimo entendimento.
  7. 7. Diversas atitudes caracterizam oscristãos:Os que se atiram às correntes datristeza negativagastam o tempo em lamentaçõesestéreis.
  8. 8. Diversas atitudes caracterizam oscristãos:Aqueles que se consagram ao culto dadúvida,perdem a oportunidade da edificaçãodivina em si mesmos,convertendo-se em críticos gratuitos,ferindo companheiros e estraçalhandoreputações.
  9. 9. Diversas atitudes caracterizam oscristãos:Quantos se prendem à curiosidadecrônica,“borboleteiam” aqui e ali,longe do trabalho sério e necessário.
  10. 10. Diversas atitudes caracterizam oscristãos:Aqueles que se regozijam napresunção,passam o dia maltratando o próximo,como inquisidores permanentes domundo.
  11. 11. Os que vivem na fé, contudo...Acompanham o Cristo,examinam a si próprios eexperimentam a si mesmos,convertendo-se em refletores daVontade Divina,cumprindo-a, fielmente, no caminhoda redenção.
  12. 12. “Que farei então de Jesus,chamado o Cristo?”(Pilatos - Mateus)
  13. 13. Que fazemos do Mestre Divino, nasnossas lições diárias?Os ociosos tentam convertê-lo emoráculo ,que lhes satisfaçam as aspirações demenor esforço.
  14. 14. Que fazemos do Mestre Divino, nasnossas lições diárias?Os vaidosos procuram transformá-loem galeria de exibição,através da qual façam mostruáriopermanente de personalismo inferior.
  15. 15. Que fazemos do Mestre Divino, nasnossas lições diárias?Os insensatos chamam-no à aprovaçãode seus desvarios,à distância do trabalho digno.
  16. 16. Que fazemos do Mestre Divino, nasnossas lições diárias?Tal como no monte,muitos o acompanham apenasinteressadosna multiplicação de pães para oestômago.
  17. 17. Que fazemos do Mestre Divino, nasnossas lições diárias?Outros se acercam dEle,buscando atormentá-lo,rogando “sinais do céu”,á maneira dos fariseus arguciosos.
  18. 18. Que fazemos do Mestre Divino, nasnossas lições diárias?Numerosos são os que visitam-no,imitando o gesto de Jairo,suplicando bençãos,crendo e descrendo ao mesmo tempo.
  19. 19. Que fazemos do Mestre Divino, nasnossas lições diárias?Muitos ouvem-lhe os ensinamentos,examinando o melhor caminho deestabelecerem a própria dominação.
  20. 20. Que fazemos do Mestre Divino, nasnossas lições diárias?Vários corações observam-no,com simpatia,mas, na primeira oportunidade,indagamsobre a distribuição de lugares no céu.
  21. 21. Que fazemos do Mestre Divino, nasnossas lições diárias?Outros muitos O acompanham,estrada afora,estimando-lhe os benefícios e asconsolações,detestando-lhe as verdades cristalinas.
  22. 22. Que fazemos do Mestre Divino, nasnossas lições diárias?Alguns levantam mãos-postas noinstante das vantagens,e fogem do sacrifício e do testemunho.
  23. 23. Que fazemos do Mestre Divino, nasnossas lições diárias?Grande maioria procede à moda dePilatosque pergunta solenemente quanto aoque fará de Jesuse acaba crucificando-o,com despreocupação do dever e daresponsabilidade.
  24. 24. Que fazemos do Mestre Divino, nasnossas lições diárias?Poucos imitam Simão Pedro que,após a iluminação no Pentecostes,segue-o sem condições até a morte.
  25. 25. Que fazemos do Mestre Divino, nasnossas lições diárias?Raros copiam Paulo de Tarsoque se ergue, na estrada do erro,colocando-se a caminho da redenção,através de impedimentos e pedradas,até o fim da luta.
  26. 26. Não basta fazer do Cristo Jesus obenfeitor que cura e protege.É indispensável transformá-lo empadrão permanente da vida,por exemplo e modelo de cada dia.
  27. 27. “E ele, respondendo, disse: O quemete comigo a mão no prato, esseme há de trair.”(Jesus - Mateus)
  28. 28. A ingratidão não é planta de campocontrário.O infrator mais temível, em todas asboas obras, é sempre o amigotransviado, o companheiro leviano e oirmão indiferente.
  29. 29. Porém, as maiores angústias nãoprocedem de círculos adversos,mas justamente da esfera mais íntima,quando a inquietação e a revolta, aleviandade e a imprevidênciapenetram o coração daqueles que maisamamos.No trabalho cristão, não é demaisaguardar grandes lutas e grandes provas...
  30. 30. De modo geral, a calúnia e o erro, amaldade e o felnão partem de nossos opositoresdeclarados,mas, sim, daqueles que se alimentamconosco,nos mesmos pratos da vida.
  31. 31. “(...) Sabendo que a tribulaçãoproduz fortaleza.”(Paulo - Romanos)
  32. 32. Não devemos evitar a tempestade.Se queremos a fortaleza...A tempestade possui funçõesregeneradoras e educativas, que éimprescindível não menosprezar.
  33. 33. A tribulação é a tormenta das almas.Mas , ninguém deve duvidar-lhe osbenefícios.
  34. 34. Que seria da criança sem a experiência?Que será do espírito sem a necessidade?
  35. 35. Aflições, dificuldades e lutas, nospermitem aumentar a nossa capacidadede ampliar o nosso caminho.
  36. 36. È necessário, que o homem, apesar dasrajadas aparentemente destruidoras dodestino, se conserve de pé, sem medo,marchando, firme, ao encontro dosobjetivos da vida.
  37. 37. Ai daqueles que se deitarem sob atempestade! Os detritos projetados domontes pelas correntes do aguaceiropoderão sufocá-los, arrastando-os para ofundo do abismo.
  38. 38. E você...Que tipo de Cristão você é?Que faz de Jesus na sua vida?

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