Unidade 1 1 empresas_decisoes_economicas

571 visualizações

Publicada em

Apresentação sobre empresa como objeto da engenharia econômica

Publicada em: Economia e finanças
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
571
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
11
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Unidade 1 1 empresas_decisoes_economicas

  1. 1. Matemática Financeira e Introdução à Engenharia Econômica 1.1 A Empresa e as decisões econômicas
  2. 2. Objetivos e Metas da empresa  Que objetivos devem nortear a tomada de decisões empresariais?  O que os gestores devem obter para os detentores do capital da empresa?
  3. 3. O que são EMPRESAS?  Empresas são organizações que envolvem recursos humanos, materiais e financeiros, e que podem ser analisadas segundo diferentes pontos de vista.
  4. 4. A empresa vista de diferentes áreas de conhecimentos  POLÍTICA –  Pode-se, por exemplo, considerar a empresa como entidade de natureza política, privilegiando-se a analise da luta pelo poder e das formas como este e exercido (isso já foi inclusive tema de novelas).  A análise do processo decisório na empresa não pode prescindir desse tipo de consideração.
  5. 5.  Unidade sociocultural:  Destacando-se o contexto em que as pessoas interagem e a forma como isso influencia a sobrevivência e o crescimento da empresa.  Desse ponto de vista, ganham destaque os valores, os símbolos, os códigos, os costumes e a tradição que caracterizam a empresa e emprestam certa "personalidade". A empresa vista de diferentes áreas de conhecimentos
  6. 6.  Administração:  Os enfoques podem ser diferenciados, mas todos consideram a empresa como uma organização que dispõe de um conjunto de recursos e busca atingir certo(s) objetivo(s).  Nesse contexto, as atividades de planejamento e controle são privilegiadas. A empresa vista de diferentes áreas de conhecimentos
  7. 7.  Teoria Econômica:  A empresa e vista como uma unidade produtiva, que transforma insumos em produtos, gerando, dessa forma, valor.  A empresa, ao produzir bens e serviços demandados pelo mercado, obtém lucro para sobreviver e crescer contribui para o bem-estar com sua produção e estimula outras atividades produtivas para frente, por intermédio de seu produto, e para trás, através de suas compras de insumos. A empresa vista de diferentes áreas de conhecimentos
  8. 8.  Contabilista:  A empresa é vista principalmente como uma unidade de contas, uma "azienda“.  Procura mostrar a evolução do patrimônio e sua movimentação. o patrimônio de qualquer empresa modifica-se a todo instante devido às decisões de seus gestores, e a contabilidade prove os registros necessários (nas diversas contas) para que se possa acompanhar sua evolução. A empresa vista de diferentes áreas de conhecimentos
  9. 9.  Engenheiros:  A empresa é uma unidade técnica que desenvolve determinado processo de transformação, sujeito aos princípios e leis da Física e da Química.  Dessa forma, a empresa é vista como um conjunto de quantidades coeficientes e parâmetros que envolvem fluxos materiais e energéticos além de trabalho humano. A empresa vista de diferentes áreas de conhecimentos
  10. 10. Considerações sobre empresa  E importante ressaltar que existe um aspecto comum a todas as possíveis visões que se pode ter de certa empresa: esta é sempre vista como uma unidade.  Isso significa que, seja qual for à ênfase - política, econômica, administrativa, técnica, contábil ou sociocultural -, a empresa é sempre um conjunto integrado e interdependente, com objetivo(s) comum (ns).  A integração e a interdependência podem ser mais harmônicas ou mais conflituosas, e no extremo poderia haver ruptura, mas a existência da empresa pressupõe sua unidade.  Para os objetivos da Engenharia Econômica a empresa é considerada como uma entidade orientada para a acumulação de capital. A empresa é uma entidade de capital cujo objetivo é sua valorização.
  11. 11. Modelo de tomada de decisões Estabelecer e/ ou identificar problemas Definir o Problema Identificar possíveis soluções alternativas Avaliar as alternativas e selecionar a melhor Considerar as limitações organizacionais e de fatores de produção Considerar as limitações societárias Implementar e monitorar a decisão
  12. 12. Decisões na Empresa Níveis de Decisão Objeto Prazos ESTRATEGICA Relações da empresa com o Meio-ambiente Mais de 01 ano TÁTICA/ GERENCIAL Organização (interna) da Empresa Até 03 anos OPERACIONAL Processo de produção (ou de transformação) e operacionais. Até 01 ano
  13. 13. Decisões de Capital  Pertencem tipicamente ao nível estratégico, porque implicam mudança no relacionamento da empresa com seus clientes, fornecedores e concorrentes, com o sistema financeiro e com o governo.  Essas decisões apresentam horizonte de médio ou longo prazos e, em geral, são irreversíveis.
  14. 14. Significado das decisões de Capital  a. envolvem grandes somas de recursos;  b. afetam a vida da empresa por grandes períodos de tempo;  c. são totalmente irreversíveis ou apresentam custos de reversibilidade muito elevados.
  15. 15. Acumulação e crescimento de capital  O conceito de capital e sua mensuração, é responsável por grandes divergências entre economistas celebres.  Pode-se considerar o capital (acumulado) de certa empresa como sendo seu valor de mercado, isto e, como o valor pelo qual poderia ser vendida.  Esse preceito apresenta como principal inconveniente o fato de depender da conjuntura econômica, do ritmo dos negócios e das expectativas, mas isso é aceitável no presente contexto.
  16. 16. Suposição – acumulação e crescimento de capital  Suponha-se que o capital total investido em certa empresa em determinada época seja X1 e que, decorrido certo tempo, o capital que pode ser recuperado seja X2.  Então, o capital (liquido) acumulado (ou desacumulado) no período é a diferença (X2 - X1). De modo geral, espera-se que haja acumulação de capital e não desacumulação, mas esta ate poderia ser aceita em condições anormais.  Portanto, as empresas acumulam capital quando se valorizam em termos de mercado, e desacumulam quando perdem valor.
  17. 17. Lucro e capital acumulado  Qual a relação entre lucro e capital acumulado? o lucro obtido com o próprio negócio e normalmente a principal fonte de valorização do capital, mas nem todo lucro se transforma necessariamente em acumulação na empresa.  Sem maior preocupação com o rigor conceitual, por enquanto se denomina lucro distribuído o total de lucro não acumulado na empresa.
  18. 18. Fórmula de composição do lucro  L = LD + LA  Onde:  L representa o lucro total gerado em certo período,  LD, 0 lucro distribuído  LA, 0 lucro acumulado.
  19. 19. Considerações de lucro e acumulação de capital  Pode-se dizer que lucro, em sentido abrangente para incluir todas as formas de ganho, é a valorização do capital: o lucro obtido em certo intervalo de tempo é o valor total liquido que seria acrescido ao capita na ausência de retiradas por parte dos proprietários do capital.  Portanto, do ponto de vista econômico- financeiro, o objetivo da firma é a obtenção de lucro, precondição necessária a acumulação.
  20. 20. Valorização da empresa  A valorização da empresa pode ter outras origens além da acumulação de resultados positivos de suas atividades Conclui-se, dessa forma, que o processo de acumulação de capital não pode ser pensado exclusivamente em termos de acumulação de resultados positivos  A valorização da empresa, a acumulação realizada, depende em grande escala de fatores de mercado, que tanto influenciam globalmente a economia como afetam de forma diferenciada ramos de negócios e empresas.
  21. 21. Lucro, Depreciação e acumulação de capital  Afirmou-se anteriormente que lucro é o valor liquido gerado por certa aplicação de capital em certo período de tempo.  Diante disso, é necessário considerar que uma empresa, enquanto organização de capital tem seu valor alterado ao longo do tempo principalmente em consequência de:  a. perda de valor dos equipamentos e instalações devido ao uso;  b. posição da empresa no mercado;  c. externalidades (economias e deseconomias externas);  d. conjuntura econômica.
  22. 22. Depreciação  Econômica - perda de valor devido ao uso.  Contábil - para fins de tributação, que é calculada com base em legislação específica.
  23. 23. Depreciação econômica  A depreciação econômica refere-se ao valor de mercado dos bens de capital.  Exemplo:  um bem de capital foi adquirido por certa empresa há dois anos e hoje somente pode ser vendido por um valor equivalente à metade do que custou, a depreciação econômica terá sido 5o%.  Nesse caso, pouco importa que a legislação estabeleça depreciação em dez anos e que, portanto, apenas 2o% do valor tenha sido depreciado para fins do Imposto de Renda.
  24. 24. Variáveis do crescimento capital-empresa  Deixando-se de lado possíveis variações resultantes de alienação ou aporte de capital, pode-se escrever:  Onde Dt representa a depreciação econômica dos ativos de capital;  Lt. Representa os lucros acumulados;  Et, as economias externas e  Vt, outras variações que afetam o valor de mercado do capital-empresa, tais como sua posição no mercado e fatores conjunturais.
  25. 25.  Essa equação pode ser representada de forma mais conveniente como:  Ct = Co – ΣDt + ΣEt + ΣLt + ΣVt ou ainda,  (Ct - Co) = – ΣDt + ΣEt + ΣLt + ΣVt Variáveis do crescimento capital-empresa
  26. 26. Processo de valorização do capital da empresa Depreciação Econômica Externalidades Lucros acumulados Variações conjunturais Valorização da empresa - + ou - - + ou -
  27. 27. Ferramentas e ambientes de análise ANÁLISE ECONÔMICA E DECISÕES 1 Análise e previsão de demanda 2 Análise de Custos e da produção 3 Análise de preços 4 Análise de gastos de capital AMBIENTE ECONÔMICO, POLÍTICO E SOCIAL 1 Condições para negócios 2 Condições de mercados dos fatores de produção 3 Reação dos concorrentes 4 Limitações externas, legais e regulamentares 5 Limitações organizacionais (internas) Fluxo de Caixa Risco Valor da empresa (Riqueza dos acionistas)
  28. 28. Análise Marginal  Teoria em os benefícios incrementais gerados compensam os custos incrementais gerados  Princípio básico que se aplica em Economia de Empresas  Base para tomada de decisões que resulte em aumento de lucros Benefícios com o novo computador (-) Benefícios com o comp. antigo (1) Benefícios Marginais Custo do novo computador (-) Receita venda comp. Antigo (2) Custos Marginais Benefício Líquido = (1) – (2) $ 10.000 $ 3.500 $ 8.000 $ 2.800 $ 6.500 $ 5.200 $ 1.300
  29. 29. Lucro contábil x Lucro econômico  O lucro contábil está atrelado a questões legais e fiscais impostas pela legislação em vigor, é obtido pela diferença entre Receitas totais contabilizadas – total de Custos Contábeis.  Diante destas imposições, o lucro contábil não mensura o risco do negócio e o custo do capital investido.
  30. 30.  O lucro econômico é a diferença entre Receita total e o Custo econômico total.  A Receita total é medida em termos de preço vezes a quantidade vendida.  O custo econômico de qualquer organização é considerado como a oportunidade alternativa de maior valor da qual se abre mão.  Custo de oportunidade: A organização com intuito de atrair recursos econômicos para suas atividades paga um preço por estes fatores que seja satisfatório para convencer os detentores dos recursos a sacrificar outras alternativas e direcionar os recursos para fazer determinado bem ou serviço da organização. Lucro contábil x Lucro econômico
  31. 31. Necessidade de Lucros econômicos  Desempenham um papel preponderante em economias baseadas em sistemas de livre- empresa, pois são os orientadores para decisões feitas por milhares de unidades econômicas e independentes.  Os lucros econômicos determinam o tipo e a quantidade de vens e serviços produzidos e vendidos, como também a demanda por diversos fatores de produção.
  32. 32. Maximização de Lucros  As regras de decisão marginal (ou incremental) decorrentes da maximização de lucros proporcionam norteadores para se tomar decisões quanto à alocação de recursos a curto prazo.  Situações do Modelo:  Ela aumenta a receita mais que os custos  Ela diminui alguns custos mais do que aumenta outros (supondo que as receitas permaneçam constantes)  Ela aumenta algumas receitas mais que diminuem outras (supondo que os custos permaneçam constantes).  Ela reduz os custos mais do que a receita.  Falhas do Modelo:  Limitado ao fator tempo de processo de decisão  Não considera o risco
  33. 33.  Dentre os objetivos o mais amplamente aceito consiste em maximizar o valor da empresa, ou seja, maximizar a riqueza dos acionistas.  A riqueza é medida pelo preço de mercado das ações de uma empresa de capital.  A meta de maximização da riqueza dos acionistas indica que os dirigentes de uma empresa devem maximizar o valor presente dos fluxos de caixa futuros esperados para os proprietários (acionistas). Maximização da riqueza do acionista
  34. 34. O valor esperado da ação de uma empresa Onde: V0 = Valor atual (presente) de uma ação π = Lucros esperados em cada um dos períodos futuros (1 a ∞) Ke = taxa de retorno exigida
  35. 35.  A equação do valor esperado de uma ação considera explicitamente o momento no tempo dos lucros futuros.  fornece uma base conceitual para a avaliação de diferentes níveis de risco.  Por exemplo: se uma série de lucros futuros for altamente incerta (é provável que ela divirja substancialmente de seus valores esperados), a taxa de desconto ke pode ser aumentada para levar esse risco em consideração.  Portanto, quanto maior o risco associado ao recebimento de um beneficio futuro (lucro), menor o valor atribuído pelos investidores a esse beneficio O valor esperado da ação de uma empresa
  36. 36. Considerações Maximização da riqueza do acionista  O modelo da empresa de maximização da riqueza dos acionistas é, portanto, capaz de lidar com as duas principais falhas do modelo estático de maximização de lucros.
  37. 37. Maximização da Riqueza Entendimento adicional  Um entendimento adicional a respeito da concretização da meta de maximização da riqueza dos acionistas pode ser obtido decompondo o conceito de lucro πt em seus elementos importantes.  O lucro no período t, πt é igual a receita total (RTt) menos os custos totais (CTt):  πt = RTt - CTt
  38. 38. Valor de uma empresa Recursos internos e limitações externas Valor de uma empresa A taxa de desconto, ke, depende: 1. Do risco percebido da empresa 2. Das condições do mercado de capitais O fluxo de lucros futuros depende: 1. Das receitas geradas a) Teoria da demanda e previsão b) Política de preços 2. Dos custos a) Métodos de produção utilizados b) Natureza da função dos custos Igual a
  39. 39. Maximização da Riqueza  Retorno do capital próprio  Os acionistas esperam ser remunerados por intermédio de dividendos e, principalmente, pela valorização de suas ações.  O proprietário de uma ação possivelmente espera receber seu retorno sob a forma de pagamentos periódicos de dividendos, ou por meio de valorizações no preço da ação, ou ambos.
  40. 40. Exemplo de Retorno de Capital Próprio  Se um acionista numa empresa desejar liquidar sua participação, irá vender a ação ao preço vigente no mercado ou bem próximo a este.  Uma vez que o preço de mercado, e não os lucros, é que reflete a riqueza do proprietário numa empresa, num dado momento.
  41. 41. Maximização da Riqueza  A empresa deve ser perpetuada e, para tanto, tem de realizar investimentos em tecnologia, novos produtos etc. que poderão sacrificar a rentabilidade atual em troca de maiores benefícios futuros.  A maximização do lucro é uma abordagem de curto prazo; a maximização da riqueza considera o longo prazo.
  42. 42.  Valor do dinheiro no tempo  Os projetos de investimento envolvem fluxos de desembolsos e de entradas de caixa.  Aplicação de determinada taxa de desconto.  Essa taxa de desconto deve refletir um custo de oportunidade dos recursos a serem investidos.  Tal custo de oportunidade corresponde as uma taxa mínima de retorno exigida do projeto para que o valor de mercado da empresa não se altere.  Considerando o valor do dinheiro no tempo, a seleção dos projetos a serem implementados visará aumentar ou, pelo menos, manter o valor de mercado da empresa. Maximização da Riqueza
  43. 43. Exemplo – Valor do dinheiro no tempo Ano Máquina A ($) Máquina B ($) 1 2 3 4 5 0 0 0 0 10,00 1,75 1,75 1,75 1,75 1,75 Total $10,00 $8,75 Qual o melhor retorno de investimento considerando uma taxa mínima de atratividade (TMA) de 10% ao ano?
  44. 44. Maximização da Riqueza Risco  O retorno deve ser compatível com o risco assumido. Maior risco implica a expectativa de maior retorno.  A maximização do lucro não considera o risco, porém, a maximização da riqueza considera explicitamente diferenças no risco.  Uma premissa básica na Economia de Empresas é que existe uma relação entre risco e retorno; os acionistas esperam perceber maiores retornos de investimentos de maior risco e vice-versa.
  45. 45. Exemplo - Risco 1. Produto C: Risco Baixo • Produto com mercado estável e garantido • Taxa de retorno requerida: 10% 2. Produto D: Altamente arriscado • Produto com mercado em ascensão e instável • Taxa de retorno requerida: 15% Estimativa de Lucro por produto
  46. 46. Maximização da Riqueza Política de dividendos  Deve ser adotada uma política de distribuição regular de dividendos, independentemente das flutuações dos lucros, minimizando os efeitos negativos que possam afetar as cotações das ações.  A empresa não deve desapontar aqueles acionistas que apreciam receber dividendos periódicos.  Acredita-se que se o retorno que os acionistas esperam receber for assegurado, tal fato terá um efeito positivo sobre o preço das ações, garantindo o sucesso de futuros lançamentos de novas ações no mercado.
  47. 47. Maximização da Riqueza Lucro versus Fluxo de Caixa  O conceito de lucro econômico adotado em Economia de Empresas não é o mesmo que a definição contábil de lucro líquido.  Lucros contábeis estão sujeitos a uma interpretação dúbia por causa da ampla abrangência em sua definição pelos princípios contábeis geralmente aceitos.  O conceito de lucro contábil não contempla custos econômicos relevantes.  Os conceitos de lucro contábil podem não corresponder aos fluxos de caixa recebidos e pagos por uma empresa ao longo do tempo, pois consta no lucro contábil a dedução da depreciação de ativos fixos e de avaliação de estoques para efeitos fiscais e legais.
  48. 48.  Os gestores procuram, na prática, maximizar a riqueza dos acionistas concentrando-se no valor presente dos fluxos de caixa disponíveis aos proprietários.  A definição de fluxo de caixa dos benefícios disponíveis aos proprietários de uma empresa é clara e coerente com o objetivo de maximizar o valor presente dos lucros econômicos futuros esperados.  O conceito de lucro econômico é coerente com o conceito de fluxo de caixa e conduz a decisões de maximização da riqueza tomadas pelos gestores. Maximização da Riqueza Lucro versus Fluxo de Caixa

×