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Atividade da aula 10
Nome: Noe Assunção


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             OS PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA


          Administração científica é um termo cunhado por Frederick Winslow Taylor
no seu livro “Princípios da Organização cientíca” (1911) que se caracteriza como um
modelo de administração e organização de produção baseada na aplicação de um
método científico no processo produtivo a fim de garantir maior produtividade,
garantindo o custo/benefício aos donos dos meios de produção. Nessa perspectiva de
racionalização da produção, Taylor propunha estratégias para aumentar o nível da
produção em menos tempo sem aumentar o custo.
          Para o autor o tempo e o movimento deveriam ser estudados a favor do
processo produtivo, deveriam ser analisados, estudados e testados cientificamente, além
da implantação de uma metodologia a fim de padronizar a produção que deveria ser
seguida por todos os trabalhadores. As tarefas designadas para os trabalhadores
deveriam estar de acordo com as suas aptidões, executando-as de forma eficaz em
pouco tempo, garantindo a produção em série. A remuneração deveria estar atrelada à
produção, incentivando o trabalhador a produzir sempre em maior quantidade.


          Taylor os princípios fundamentais da administração científica :


- Planejamento: Substituição dos métodos empíricos por métodos científicos, o
improviso e a opinião individual dão lugar ao trabalho testado e planejado. O tempo e
os movimentos deverão estar a favor da produção em menos tempo.
- Preparo dos trabalhadores: Os trabalhadores deverão ser selecionados para
atividades que estejam de acordo com as suas aptidões, para depois treiná-los e
prepará-los para produzirem mais em menos tempo.
- Controle: As etapas da produção deverão ser constantemente verificadas a fim de
perceber se a realização das mesmas estão de acordo com o planejamento elaborado
com as metas a serem atingidas.
- Execução: Cada trabalhador deverá ocupar um lugar específico no processo de
produção, a fim de que o trabalho seja o mais disciplinado possível.
Apesar da evolução causada pela teoria de Taylor no processo produtivo industrial, a
administração científica foi alvo de várias críticas como:
- A administração científica transformou o homem em máquina, passivo, mecânico e
sem opinião própria do processo de produção.
- O trabalhador designado apenas numa parte do processo de montagem, limita o
mesmo de uma visão mais ampla do processo, não se reconhecendo no produto final da
montagem.
- A administração científica considera o trabalhador apenas como uma parte da
engrenagem das máquinas, negando o lado social e humano dos mesmos.


REFERÊNCIA


http://www.infoescola.com/administracao_/administracao-cientifica/




 OS PRINCÍPIOS DA TEORIA CLÁSSICA DA ADMINISTRAÇÃO DE HENRI
                                        FAYOL


         A teoria administrativa de Henri Fayol, juntamente com a administração
científica de Taylor formam duas importante vertentes da Teoria da Administração. É
importante destacar que Fayol constrói seus conceitos e estudos no contexto do ápice
do processo de industrialização, fins do século XIX e início do XX com um crescimento
acelerado e desordenado de indústrias com grandes avanços tecnológicos necessitando
formar mão-de-obra especializada para atender essa nova realidade e consequentemente
aumentar a produção e eficiência das empresas.
         A visão de Fayol sobre a administração das organizações é de um gerente ou
diretor, cargo que desempenhou num período de sua vida em uma mineradora, que a
recuperou finaceiramente depois de um grande colapso, aplicando alguns princípios da
sua teoria.
Fayol desenvolveu alguns princípios que na sua percepção julgava capaz de organizar
administrativamente uma empresa, são eles:
- Divisão do Trabalho: Produzir mais e melhor, com o mesmo esforço. Todos os
trabalhadores devem ser especializados garantindo a eficiência da produção e o lucro.
- Autoridade e Responsabilidade: Consiste na autoridade de mandar e de ser
obedecido. O comando deve ser calcado na responsabilidade de como aplicar sua
autoridade sobre seus subordinados.
- Disciplina: Respeito às normas e regras estabelecidas, sujeito à ações corretivas e
punitivas àqueles que as transgredissem.
- Unidade de Comando: As ordens deveriam partir apenas de um lider, evitando
assim conflitos de ideias e disputas de poder dentro de uma mesma organização).
- Unidade de Direção: Uma determinada tarefa deve ser dirigida por apenas um
gestor, utilizando um único plano de operações.
- Subordinação dos Interesses Individuais aos Interesses Gerais: Os interesses da
organização devem estar acima dos interesses pessoais e individuais.
- Remuneração do Pessoal: A remuneração deve ser satisfatória tanto para
trabalhadores quanto para os donos dos meios de produção, este útlimo deve respeitar os
interesses da sua mão-de-obra, cuidando da sua saúde, aperfeiçoamento e estabilidade.
- Centralização: Considerava que o poder central da autoridade deveria se situar no
topo da organização.
- Hierarquia: O comando deveria partir de uma autoridade superior , passando pelos
níveis gerenciais até o nível operacional, garantindo o sucesso e a rapidez na execução
das tarefas..
- Ordem: Cada coisa deveria estar no seu devido lugar, assim como um lugar para cada
pessoa e cada pessoa no seu devido lugar.
- Equidade: Para estimular a boa vontade do trabalhador em executar a sua tarefa
dentro da organização é necessário que seja tratado com benevolência e justiça.
- Estabilidade do Pessoal: Um trabalhador deve permanecer numa mesma função por
um espaço de tempo considerável para que possa desempenhar a sua tarefa de forma
apreciável
- Iniciativa: Possibilidade de conceber e executar um plano , assegurando o sucesso da
atividade.
- Espírito de Equipe: Viabiliza a unidade da organização.




REFERÊNCIA
DALMOLIN, Adriane. OLIVEIRA, Ercilia Teresio de. ZUCCO, Tais Suzani.
CANOPT, Liliane. LORA, Nayara Caroline Almeida.                     Teoria Clássica da
Administração e sua utilização na administração moderna.
Disponível : http://revistas.utfpr.edu.br/pb/index.php/SysScy/article/viewFile/103/38




                          OS PRINCÍPIOS DO FORDISMO


         É comum encontrarmos o conceito de Fordismo atrelado ao Taylorismo, visto
que Henry Ford utilizou em suas indústrias um modelo bem próximo da organização
científica de Taylor, como a racionalização da produção.
         O modo de produção fordista apresenta algumas características:
- Racionalização no modo de produzir baseada no conceito taylorista, com grande
especialização dos trabalhadores e das etapas de produção.
- Alto grau de mecanização utilizando tecnologias especializadas.
- Produção em série com elevada padronização de um único produto que atenda às
necessidades dos consumidores, produzidos com a melhor tecnologia e maquinário
específico.
- Salários crescentes, com direito a ganho de produção.
- Padronização das medidas dos componentes.
- Utilização de mão-de-obra não especializada e facilmente substituível.
- Separação da ação e do planejamento.
- Estudo do tempo e do movimento numa perspectiva taylorista.
- Utilização de linhas de montagem.
         Ford implantou no modo de produzir automóveis linha de montagem, esteiras
e padronização das peças e dos serviços, divisão do trabalho em várias etapas com
tarefas repetitivas com uma supervisão autoritária e imposição de poder a fim de
garantir a disciplina do trabalhador.
         A racionalização e a implantação de novas tecnologias no modo de produzir
dentro das fábricas passou a exigir carga horária mais intensa, trabalhos rotineiros e
repetitivos, além do controle sobre a produção e sobre os trabalhadores.
         A sociedade e os indivíduos sofreram grandes transformações, a produção
artesanal deu lugar à produção em massa, as cidades começaram a se formar ao redor
das fábricas, o trabalhador passou a vender a sua força de trabalho e o humanismo deu
lugar ao mecanicismo.


REFERÊNCIA


http://arquivos.unama.br/nead/graduacao/cesa/pec/tga/pdf/epa_impresso_aula04.pdf


http://gestoadm.blogspot.com.br/2011/06/fordismo-toyotismo-e-volvismo-os.html


http://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/bitstream/handle/10438/6555/ANTONIO
%20DAVID%20R.%20LAVINAS.pdf?sequence=1




                      TOYOTISMO E PRODUÇÃO ENXUTA


        A produção enxuta se caracteriza enquanto quebra de paradigma do modelo de
produção em massa, como observamos no fordismo e taylorismo e passa a organizar a
produção de acordo com a demanda do mercado, adotando no interior da organização
uma filosofia contrária ao desperdício. Essa filosofia se afasta do comando único dentro
da fábrica (Ford e Taylor), responsabilizando as pessoas envolvidas no processo
produtivo pelo sucesso ou não das ações.
        Um modelo de produção característico da “produção enxuta” é o toyotismo,
criado por TaiiChi Ohno e implantado nas fábricas de automóveis do Japão no pós
Segunda Guerra. O país em voga não suportaria um modelo de massa como o utilizado
pelos americanos por ser um mercado menor. A característica principal do toyotismo
era produzir o necessário, reduzindo as grandes estocagens, produzindo pouco com
grande qualidade e diversidade de produtos. o trabalhador passa a ser mais participativo
e qualificado se envolvendo em várias etapas do processo de produção.
        Alguns princípios do toyotismo :
- Produção do necessário sem grandes estoques.
- Máquinas automáticas, um trabalhador poderia utilizar várias máquinas ao mesmo
tempo, reduzindo gastos e mão-de-obra.
- Produzir os produtos após uma pesquisa de mercado.
- Trabalho em equipe, orientado por um lider.
- Os trabalhadores são responsáveis por todas as etapas da produção , garantindo a
qualidade dos produtos através de uma rigorosa inspeção. A qualificação dos
trabalhadores é de extrema importância neste processo.
        Numa percepção rápida o toyotismo pode sugerir um modelo de produção que
valorize o trabalhador, porém podemos dizer que trata-se de uma falsa ilusão. Com a
participação dos trabalhadores em mais de uma função, aumenta a concorrência entre os
mesmos, disputando entre si a produtividade e os ganhos. Um ponto de contato entre a
ideologia toyotista das outras é que a lógica do mercado continua sendo a mesma, a
exploração da mão-de-obra e a apropriação da mais valia.


REFERÊNCIA


http://www.infoescola.com/administracao_/producao-enxuta/


http://www.infoescola.com/industria/toyotismo/

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FORDISMO, TAYLORISMO E TOYOTISMO

  • 1. Atividade da aula 10 Nome: Noe Assunção Faça uma pesquisa na Internet sobre temas listados abaixo e elabore um resumo, em pelo menos uma página, para cada um: OS PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA Administração científica é um termo cunhado por Frederick Winslow Taylor no seu livro “Princípios da Organização cientíca” (1911) que se caracteriza como um modelo de administração e organização de produção baseada na aplicação de um método científico no processo produtivo a fim de garantir maior produtividade, garantindo o custo/benefício aos donos dos meios de produção. Nessa perspectiva de racionalização da produção, Taylor propunha estratégias para aumentar o nível da produção em menos tempo sem aumentar o custo. Para o autor o tempo e o movimento deveriam ser estudados a favor do processo produtivo, deveriam ser analisados, estudados e testados cientificamente, além da implantação de uma metodologia a fim de padronizar a produção que deveria ser seguida por todos os trabalhadores. As tarefas designadas para os trabalhadores deveriam estar de acordo com as suas aptidões, executando-as de forma eficaz em pouco tempo, garantindo a produção em série. A remuneração deveria estar atrelada à produção, incentivando o trabalhador a produzir sempre em maior quantidade. Taylor os princípios fundamentais da administração científica : - Planejamento: Substituição dos métodos empíricos por métodos científicos, o improviso e a opinião individual dão lugar ao trabalho testado e planejado. O tempo e os movimentos deverão estar a favor da produção em menos tempo. - Preparo dos trabalhadores: Os trabalhadores deverão ser selecionados para atividades que estejam de acordo com as suas aptidões, para depois treiná-los e prepará-los para produzirem mais em menos tempo. - Controle: As etapas da produção deverão ser constantemente verificadas a fim de perceber se a realização das mesmas estão de acordo com o planejamento elaborado com as metas a serem atingidas.
  • 2. - Execução: Cada trabalhador deverá ocupar um lugar específico no processo de produção, a fim de que o trabalho seja o mais disciplinado possível. Apesar da evolução causada pela teoria de Taylor no processo produtivo industrial, a administração científica foi alvo de várias críticas como: - A administração científica transformou o homem em máquina, passivo, mecânico e sem opinião própria do processo de produção. - O trabalhador designado apenas numa parte do processo de montagem, limita o mesmo de uma visão mais ampla do processo, não se reconhecendo no produto final da montagem. - A administração científica considera o trabalhador apenas como uma parte da engrenagem das máquinas, negando o lado social e humano dos mesmos. REFERÊNCIA http://www.infoescola.com/administracao_/administracao-cientifica/ OS PRINCÍPIOS DA TEORIA CLÁSSICA DA ADMINISTRAÇÃO DE HENRI FAYOL A teoria administrativa de Henri Fayol, juntamente com a administração científica de Taylor formam duas importante vertentes da Teoria da Administração. É importante destacar que Fayol constrói seus conceitos e estudos no contexto do ápice do processo de industrialização, fins do século XIX e início do XX com um crescimento acelerado e desordenado de indústrias com grandes avanços tecnológicos necessitando formar mão-de-obra especializada para atender essa nova realidade e consequentemente aumentar a produção e eficiência das empresas. A visão de Fayol sobre a administração das organizações é de um gerente ou diretor, cargo que desempenhou num período de sua vida em uma mineradora, que a recuperou finaceiramente depois de um grande colapso, aplicando alguns princípios da sua teoria. Fayol desenvolveu alguns princípios que na sua percepção julgava capaz de organizar administrativamente uma empresa, são eles:
  • 3. - Divisão do Trabalho: Produzir mais e melhor, com o mesmo esforço. Todos os trabalhadores devem ser especializados garantindo a eficiência da produção e o lucro. - Autoridade e Responsabilidade: Consiste na autoridade de mandar e de ser obedecido. O comando deve ser calcado na responsabilidade de como aplicar sua autoridade sobre seus subordinados. - Disciplina: Respeito às normas e regras estabelecidas, sujeito à ações corretivas e punitivas àqueles que as transgredissem. - Unidade de Comando: As ordens deveriam partir apenas de um lider, evitando assim conflitos de ideias e disputas de poder dentro de uma mesma organização). - Unidade de Direção: Uma determinada tarefa deve ser dirigida por apenas um gestor, utilizando um único plano de operações. - Subordinação dos Interesses Individuais aos Interesses Gerais: Os interesses da organização devem estar acima dos interesses pessoais e individuais. - Remuneração do Pessoal: A remuneração deve ser satisfatória tanto para trabalhadores quanto para os donos dos meios de produção, este útlimo deve respeitar os interesses da sua mão-de-obra, cuidando da sua saúde, aperfeiçoamento e estabilidade. - Centralização: Considerava que o poder central da autoridade deveria se situar no topo da organização. - Hierarquia: O comando deveria partir de uma autoridade superior , passando pelos níveis gerenciais até o nível operacional, garantindo o sucesso e a rapidez na execução das tarefas.. - Ordem: Cada coisa deveria estar no seu devido lugar, assim como um lugar para cada pessoa e cada pessoa no seu devido lugar. - Equidade: Para estimular a boa vontade do trabalhador em executar a sua tarefa dentro da organização é necessário que seja tratado com benevolência e justiça. - Estabilidade do Pessoal: Um trabalhador deve permanecer numa mesma função por um espaço de tempo considerável para que possa desempenhar a sua tarefa de forma apreciável - Iniciativa: Possibilidade de conceber e executar um plano , assegurando o sucesso da atividade. - Espírito de Equipe: Viabiliza a unidade da organização. REFERÊNCIA
  • 4. DALMOLIN, Adriane. OLIVEIRA, Ercilia Teresio de. ZUCCO, Tais Suzani. CANOPT, Liliane. LORA, Nayara Caroline Almeida. Teoria Clássica da Administração e sua utilização na administração moderna. Disponível : http://revistas.utfpr.edu.br/pb/index.php/SysScy/article/viewFile/103/38 OS PRINCÍPIOS DO FORDISMO É comum encontrarmos o conceito de Fordismo atrelado ao Taylorismo, visto que Henry Ford utilizou em suas indústrias um modelo bem próximo da organização científica de Taylor, como a racionalização da produção. O modo de produção fordista apresenta algumas características: - Racionalização no modo de produzir baseada no conceito taylorista, com grande especialização dos trabalhadores e das etapas de produção. - Alto grau de mecanização utilizando tecnologias especializadas. - Produção em série com elevada padronização de um único produto que atenda às necessidades dos consumidores, produzidos com a melhor tecnologia e maquinário específico. - Salários crescentes, com direito a ganho de produção. - Padronização das medidas dos componentes. - Utilização de mão-de-obra não especializada e facilmente substituível. - Separação da ação e do planejamento. - Estudo do tempo e do movimento numa perspectiva taylorista. - Utilização de linhas de montagem. Ford implantou no modo de produzir automóveis linha de montagem, esteiras e padronização das peças e dos serviços, divisão do trabalho em várias etapas com tarefas repetitivas com uma supervisão autoritária e imposição de poder a fim de garantir a disciplina do trabalhador. A racionalização e a implantação de novas tecnologias no modo de produzir dentro das fábricas passou a exigir carga horária mais intensa, trabalhos rotineiros e repetitivos, além do controle sobre a produção e sobre os trabalhadores. A sociedade e os indivíduos sofreram grandes transformações, a produção artesanal deu lugar à produção em massa, as cidades começaram a se formar ao redor
  • 5. das fábricas, o trabalhador passou a vender a sua força de trabalho e o humanismo deu lugar ao mecanicismo. REFERÊNCIA http://arquivos.unama.br/nead/graduacao/cesa/pec/tga/pdf/epa_impresso_aula04.pdf http://gestoadm.blogspot.com.br/2011/06/fordismo-toyotismo-e-volvismo-os.html http://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/bitstream/handle/10438/6555/ANTONIO %20DAVID%20R.%20LAVINAS.pdf?sequence=1 TOYOTISMO E PRODUÇÃO ENXUTA A produção enxuta se caracteriza enquanto quebra de paradigma do modelo de produção em massa, como observamos no fordismo e taylorismo e passa a organizar a produção de acordo com a demanda do mercado, adotando no interior da organização uma filosofia contrária ao desperdício. Essa filosofia se afasta do comando único dentro da fábrica (Ford e Taylor), responsabilizando as pessoas envolvidas no processo produtivo pelo sucesso ou não das ações. Um modelo de produção característico da “produção enxuta” é o toyotismo, criado por TaiiChi Ohno e implantado nas fábricas de automóveis do Japão no pós Segunda Guerra. O país em voga não suportaria um modelo de massa como o utilizado pelos americanos por ser um mercado menor. A característica principal do toyotismo era produzir o necessário, reduzindo as grandes estocagens, produzindo pouco com grande qualidade e diversidade de produtos. o trabalhador passa a ser mais participativo e qualificado se envolvendo em várias etapas do processo de produção. Alguns princípios do toyotismo : - Produção do necessário sem grandes estoques. - Máquinas automáticas, um trabalhador poderia utilizar várias máquinas ao mesmo tempo, reduzindo gastos e mão-de-obra. - Produzir os produtos após uma pesquisa de mercado. - Trabalho em equipe, orientado por um lider.
  • 6. - Os trabalhadores são responsáveis por todas as etapas da produção , garantindo a qualidade dos produtos através de uma rigorosa inspeção. A qualificação dos trabalhadores é de extrema importância neste processo. Numa percepção rápida o toyotismo pode sugerir um modelo de produção que valorize o trabalhador, porém podemos dizer que trata-se de uma falsa ilusão. Com a participação dos trabalhadores em mais de uma função, aumenta a concorrência entre os mesmos, disputando entre si a produtividade e os ganhos. Um ponto de contato entre a ideologia toyotista das outras é que a lógica do mercado continua sendo a mesma, a exploração da mão-de-obra e a apropriação da mais valia. REFERÊNCIA http://www.infoescola.com/administracao_/producao-enxuta/ http://www.infoescola.com/industria/toyotismo/