Nirce Saffer Medvedovski aula Kevin_Lynch

327 visualizações

Publicada em

Princípios da legibilidade urbana segundo Kevin Lynch, ilustrados com imagens de diversas cidades.

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
327
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
1
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Nirce Saffer Medvedovski aula Kevin_Lynch

  1. 1. Universidade Federal de Pelotas Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Projeto Urbano – VII sem. LEGIBILIDADE Fundamentos segundo Kevin Lynch Professora: Nirce Saffer Medvedovski UNIVERSIDA DE FEDERAL DE PELOTAS RS - BRASIL
  2. 2. Marco New York – Empire
  3. 3. New York – City Corps Marco
  4. 4. New York – City Corps Marco
  5. 5. New York – City Corps Marco
  6. 6. Marco New York – City Corps
  7. 7. Nó New York – Lincoln Center (praça)
  8. 8. Marco New York – Lincoln Center
  9. 9. Campidoglio - Michelangelo
  10. 10. Marco New York – Time Square
  11. 11. Vias New York – 7ª Avenida
  12. 12. Vias Barcelona – Bairro Gótico (Gaudi)
  13. 13. Vias Barcelona – Bairro Gótico
  14. 14. Nós New York – Rockfeller
  15. 15. Nós New York – Rockfeller Center
  16. 16. Nós New York – Metropolitam Museum
  17. 17. Nós Ciudad del México – Zócalo
  18. 18. Nós Ciudad del México – Zócalo
  19. 19. Nós Ciudad del México – Zócalo
  20. 20. Nós Ciudad del México – Zócalo
  21. 21. Nós Ciudad del México – Zócalo
  22. 22. Nós Ciudad del México – Zócalo
  23. 23. Nós Miami, Orlando – Epcot
  24. 24. Nós Miami, Orlando – Epcot
  25. 25. Nós Miami, Orlando – Epcot
  26. 26. Nós Miami, Orlando – Epcot
  27. 27. Nós Miami, Orlando – Epcot
  28. 28. Nós Milão – Duomo
  29. 29. Milão – Praça Catedral Nós
  30. 30. Milão – Praça Catedral Nós
  31. 31. Bairro Lisboa – Altama
  32. 32. Bairro Lisboa – Judéria
  33. 33. Bairro Lisboa – Judéria
  34. 34. Bairro Lisboa – Judéria
  35. 35. Bairro Lisboa – Judéria
  36. 36. Bairro Pelotas – Cohabpel
  37. 37. Bairro Pelotas – Cohabpel
  38. 38. Limite Ronda
  39. 39. Limite Ronda
  40. 40. Limite Ronda
  41. 41. Limite Sevilha
  42. 42. Limite Sevilha
  43. 43. Limite Sevilha – Alcabazada
  44. 44. Limite Sevilha – Muralha
  45. 45. Limite Sevilha – Rio Guadalquivir
  46. 46. Nó + Via Milão – Gal. Vitorio Emanuelle
  47. 47. Nó + Via + Marco Florença – Lonja da Senôria
  48. 48. Nó + Via + Marco Florença – Palácio Vecchio
  49. 49. Nó + Via + Marco Florença – Gal. Ufizzi
  50. 50. Nó + Via + Marco Florença – Gal. Ufizzi
  51. 51. Nó + Via + Marco Florença – Gal. Palácio Vechio Uffizi
  52. 52. Nó + Via + Marco Florença – Ligação PT Vecolm Palácio Ufizzi
  53. 53. Nó + Via + Marco Florença – Ponte Vecchio
  54. 54. Nó + Via + Marco Florença – Ponte Vecchio
  55. 55. Nó + Via + Marco Florença – Ponte Vecchio
  56. 56. Nó + Via + Marco Florença – Rio
  57. 57. “Vias ou caminhos” As “vias" ou “caminhos" são canais que normalmente, ocasionalmente ou potencialmente o observador segue. Podem estar representados por ruas, vias , linhas de trânsito, canais ou vias férreas. Para muitas pessoas são estes os elementos preponderantes em sua imagem. A gente observa a cidade enquanto vai através dela e conforme estes caminhos se organizam e conectam aos demais elementos ambientais.
  58. 58. Os “limites” são elementos lineares que o observador não usa ou considera uma via. São os limites entre duas fases, rupturas lineares da continuidade, como praias, cruzamento de ferrovias, bordas de desenvolvimento, muros. Constituem referencias laterais e não eixos coordenados. Estes limites ou “bordes” podem ser cercas, mais ou menos penetráveis, que separam uma região de outra ou bem podem ser suturas, linhas segundo as quais se relacionam e unem duas regiões. Estes elementos fronteiriços, se bem possivelmente não são tão dominantes como as “vias” , constituem para muitas pessoas importantes recursos organizadores, em especial na função de manter juntas zonas generalizadas, como ocorre no caso do contorno de uma cidade traçada por água ou por uma muralha. “Limites ”
  59. 59. Os "bairros” são as seções da cidade cujas dimensões oscilam entre médias e grandes, concebidas como de um alcance bidimensional, em que o observador entra “em seu interior” mentalmente e que são reconhecidas como se tivessem um caráter comum que os identifica. Sempre identificáveis desde o interior, também pode ser usado como referência exterior em caso de ser visíveis desde fora. A maioria das pessoas estrutura sua cidade até certo ponto desta forma, dando margem para as diferenças individuais, enquanto outros organizam através de vias. Este fato parece depender não somente do indivíduo senão também da cidade de que se trata. Bairros
  60. 60. Os “nós” são pontos estratégicos de uma cidade aos que podem ingressar o observador e constituem os focos intensivos dos que parte ou aos que se encaminha. Podem ser antes tudo confluências, sítios de uma ruptura no transporte, um cruzamento ou uma convergência de “vias”, momentos de transição de uma estrutura a outra. Os nós podem ser, simplesmente, concentrações cuja importância se deve a que são a condensação de determinado uso ou caráter físico, como uma esquina onde as pessoas se reúnem ou uma praça. Alguns destes nós de concentração constituem o foco e “epítome” de um bairro, sobre o qual irradiam sua influência e dentro do qual se erguem como símbolos. Pode-se dar o nome de núcleos. É claro, muitos “ nós” tem recursos de confluências ao mesmo tempo que recursos de concentrações. O conceito de nó está vinculado ao conceito de “via” , já que são tipicamente a convergência de “vias”, acontecimentos no percurso. Do mesmo modo está vinculado com conceito de bairro, posto que os núcleos são tipicamente os focos intensivos de bairros, seu centro polarizador. De qualquer modo, em quase toda imagem podem se achar alguns pontos nodais e certos casos podem constituir o recurso dominante. Nós
  61. 61. Os “marcos” são outro tipo de ponto de referência, mas neste caso o observador não penetra neles. Geralmente é um objeto físico definido com bastante simplicidade, por exemplo, um edifício, um sinal, uma loja ou uma montanha. Seu uso implica a seleção de um elemento entre uma multidão de possibilidades. Alguns marcos estão distantes e é comum que os vejamos de muitos ângulos e distâncias, por cima dos picos de elementos menores, e que os utilizemos como referencias radiais. Podem estar dentro da cidade ou a tal distância, que simbolizem uma direção constante. Deste tipo são as torres isoladas, as cúpulas douradas e as grandes colinas. Pode ser incluído um ponto móvel, como o sol, cujo movimento é suficientemente lento e regular. Outros “marcos” são fundamentalmente locais, sendo visíveis unicamente em localidades restritas e de determinados acessos. Entre eles figuram os inumeráveis letreiros, frentes de lojas, árvores, e outros detalhes urbanos que cabem na imagem da maioria dos observadores. Se trata de “chaves de identidade” e inclusive de “estruturas” usadas frequentemente e parece que se confia cada vez mais nelas a medida que o trajeto se faz mais familiar. Marcos
  62. 62. • IDENTIDADE • ESTRUTURA • SIGNIFICADO AS CHAVES PARA A LEGIBILIDADE... Fonte: LYNCH, Kevin. A Imagem da Cidade. São Paulo: Arte e Comunicação, 1982.

×