Recuperacao 7o ano

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recuperação de colonização portuguesa x espanhola, engenhos de açúcar no Brasil e processo de interiorização do Brasil.

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Recuperacao 7o ano

  1. 1. Colonização espanhola xcolonização portuguesa2ª época – 7º anoProf. Nilton Jr.
  2. 2. Introdução Neste trabalho revisaremos os pontos principais da colonização espanhola e da colonização portuguesa. Pretendemos, com isso, que você compreenda as principais características de cada uma e os pontos de convergência e divergência entre ambas.
  3. 3. O semeador e o ladrilhador No início do século XX, o historiador Sérgio Buarque de Holanda inventou duas categorias para melhor explicar as diferenças entre a colonização espanhola e a portuguesa. Para ele, os espanhois eram ladrilhadores e os portugueses semeadores. Por quê? Bom....
  4. 4. Espanhois (Ladrilhadores) Portugueses (Semeadores) Cidades  Cidades feitas planejadas, seguindo um respeitando o relevo modelo projetado na local, muitas vezes Espanha com uma praça resultando em cidades central, os prédios da cheias de ladeiras e ruas administração e dos estreitas, como Salvador cidadão mais (BA), Olinda (PE) ou importantes no centro e Ouro Preto (MG). de relevo plano.  Preocupados em Preocupados em estabelecer feitorias para desenvolver e obter os produtos cristianizar o local, os tropicais, os portugueses espanhois fizeram estabeleceram cidades cidades no interior e no litoral e com fácil afastadas do litoral. acesso a rotas de
  5. 5. Um problema em comum: aescravidão indígena A escravidão indígena sempre foi uma questão polêmica para tanto a coroa portuguesa quanto a espanhola. De um lado havia os colonizadores querendo usar os índios como mão de obra em suas plantações, de outro ordens religiosas como os jesuítas defendiam os índios e a importância de catequizá-los. A solução encontrada de ambos os lados, antes do tráfico de africanos ganhar força foi a da guerra justa, onde os colonizadores poderiam escravizá- los, caso eles não aceitassem a
  6. 6. O sistema plantation Outro ponto em comum, não só na América espanhola e portuguesa, como até na holandesa e inglesa era a existência do sistema plantation. Esses sistema consistia em grandes fazendas (latifúndios), dedicados ao plantio de um único produto (monocultura), voltadas para o mercado externo (exportadoras) e usando mão de obra escrava (escravistas). Resumindo: podemos dizer que o sistema plantation se baseava em latifúndios monocultores, exportadores, escravistas.
  7. 7. Os engenhos de açúcar Importantíssimos na economia colonial, os engenhos eram fazendas que produziam açúcar, um produto muito valorizado na Europa. No Brasil, os engenhos foram peça- chave da economia de vários estados do Sudeste e Nordeste, como Rio de Janeiro, Pernambuco, Piauí, entre outros.
  8. 8. Partes de um engenho Casa grande: sede da fazenda, onde morava o senhor com sua família e alguns escravos domésticos. Senzala: área onde moravam os escravos. Plantação: onde era plantada a cana e também alguns alimentos pro gado e demais ocupantes. Moenda: onde era moída a cana. Casa de purgar: onde a cana era transformada em açúcar.
  9. 9. Interiorização do Brasil Durante muito tempo o Brasil restringiu-se a uma faixa no litoral. Porém, dois acontecimentos mudaram esta História: 1) a morte do Rei Sebastião em Portugal e a fusão de Portugal com a Espanha sob a liderança do rei Felipe II, da Espanha. II) a situação de pobreza vivida pela capitania de São Paulo, que fazia com que seus habitantes fossem cada vez mais para o interior em busca de índios para serem escravizados ou de metais e pedras preciosas. Nesse período surgiram duas expedições muito importantes para o avanço do Brasil ao interior: as entradas e as bandeiras.
  10. 10. Entradas Bandeiras Expedições patrocinadas  Expedições financiadas pelo Estado com objeto por particulares com de reconhecer/mapear a objetivo de capturar região, caçar escravos índios ou procurar metais fugitivos ou criminosos. e pedras preciosas.

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