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Diretrizes Gerais da Ação
Evangelizadora da Igreja
no Brasil - 2019 - 2023
Professor Jerry Chacon
“chamou os que ele mesmo quis…
para estarem com ele…
e para enviá-los a anunciar...”
(Mc 3,13-15)
OBJETIVO GERAL
EVANGELIZAR
no Brasil cada vez mais urbano,
pelo anúncio da Palavra de Deus,
formando discípulos e discípulas de Jesus Cristo,
em comunidades eclesiais missionárias,
à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres,
cuidando da Casa Comum e
testemunhando o Reino de Deus
rumo à plenitude.
OBJETIVO GERAL
EVANGELIZAR
no Brasil cada vez mais urbano,
pelo anúncio da Palavra de Deus,
formando discípulos e discípulas de Jesus Cristo,
em comunidades eclesiais missionárias,
à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres,
cuidando da Casa Comum e
testemunhando o Reino de Deus
rumo à plenitude.
Introdução
• Responsabilidade missionária
• São João XIII - convite aos Bispos do Brasil para preparem o
primeiro plano pastoral
• Colegialidade e da missionariedade da Igreja no Brasil
• Cultura urbana
5. CASA: Criar lar, família - casas de comunhão: É criar laços de
que constroem com gestos simples, diários e que todos
podemos realizar.
6. PROXIMIDADE relacional entre as pessoas.
7. Essa casa é a comunidade eclesial missionária: PORTAS
ABERTAS que acolhem e portas abertas para sair em missão.
A comunidade eclesial autêntica é missionária
8. A comunidade eclesial missionária é sustentada por QUATRO
PILARES:
Palavra
Pão
Caridade
AçãoMissionária
Palavra
Pão
Caridade
Ação Missionária
Iniciação à vida cristã e animação bíblica
Liturgia e espiritualidade
Serviço à vida plena
Estado permanente de missão
As urgências anteriores são reagrupadas
Questões norteadoras
• O que é feito em nosso dias, daquela energia escondida da
Boa-Nova, suscetível de impressionar profundamente a
consciência das pessoas?
• Até que ponto a força evangélica está em condições de
transformar verdadeiramente as pessoas deste século?
• Quais métodos que hão de ser seguidos para proclamar o
Evangelho de modo que sua potência possa ser eficaz?
Santidade não é medo, mas alegria!
Sem alegria, não se atrai ninguém
Capítulo 1
O anúncio do Evangelho
de Jesus Cristo
“Jesus percorria todas as cidades e povoados, ensinando em
suas sinagogas e proclamando o evangelho do Reino” (Mt 9, 35)
Mundo urbano atual - cidade e no campo
Lugar da presença de Deus e
da convivência fraterna
Encontro pessoal com Cristo e construção do Reino,
pois não se pode conceber Cristo sem o Reino
Viver o amor gratuito que cria laços.
Prudência e audácia, coragem e ousadia
Quando contemplamos o Evangelho encontramos dois verbos
que marcam a relação de Jesus com os discípulos: “vinde” e
“ide”. (Mc 3,13-15)
Não se pode separar a
vida da comunidade da
missão
Torna-se urgente testemunhar
o amor – Palavras e Gestos
A missão parte do encontro com Cristo e a Ele
conduz. Não se realiza por proselitismo, mas
por atração.
Viver a diaconia
Periferias do mundo
1.4 Cultura urbana: desafio à missão
27. Luzes: emancipação do sujeito, pluralidade, novas
tecnologias... Sombras: globalização, secularismo, relativismo,
liquidez, indiferentismo...
30. O discípulo missionário se defronta com formas
de sofrimento que o interpelam: pobreza,
desemprego, trabalho e habitação precários,
devastação ambiental, violência, solidão...
36. uma fé autêntica não é cômoda, nem individualista
VIVER UM CAMINHO SINODAL
Capítulo 2
Olhar de discípulos
missionários
“Ao ver as multidões Jesus encheu-se de compaixão” (Mt 9, 36).
Contemplar para sair em missão
Igreja: sacramento da salvação – serva da humanidade
Anuncia sempre o mesmo Evangelho: acolher,
contemplar, discernir e iluminar com a Palavra de Deus
os complexos elementos culturais, sociais, políticos e
éticos que constituem a realidade, com suas luzes e
sombras
Individualidade vs. Individualismo
50 e 53. Relação do Estado e do Mercado: a redução da
função social do Estado lesa a dignidade das pessoas e
enfraquece o exercício dos direitos humanos
Consumismo: “doença muito séria” (Papa Francisco). Tudo tende
a ser consumido, esgotado e substituído.
Individualização consumista: corrupção, drogas, violênbcias,
legalização da morte...
Fragilização da família
54. Pluralidade: modo diferente de compreender e avaliar a
realidade. É positiva se admite exercer o dom da liberdade.
Quando a possibilidade de escolha é assumida pelo
individualismo consumista, não considerando os outros e o
planeta, as consequências são catastróficas.
Propostas religiosas: preocupam posições fundamentalistas
em relação à Palavra de Deus e oportunismos que apelam à
prosperidade financeira no mundo religioso e à violência.
(55-56)
Alta mobilidade – muitos a beira do caminho (Lc 10,31-37) – CF - 2020
Pobreza – desigualdades...
59-61. Crise do sentido da vida e do meio ambiente
62. Jovens: sentem na pele “a confusão e o atordoamento” em meio
à competição desordenada e violenta; são os que mais sentem a
fragilidade de referências e da precariedade de critérios.
Superar a pastoral da conservaçãoAutêntica democracia
Cebs – resistência e resiliência
Capítulo 3
A Igreja nas Casas
“Eles eram perseverantes no ensinamento dos apóstolos, na
comunhão fraterna, na fração do pão e nas orações” (At 2, 42).
Palavra
Pão
Caridade
Ação
Missionária
Encontro e diálogo
Mc 1,29ss
Caminhar para as
casas
Cenáculo –
Pentecostes - At 2,1-3
Reconhecimento
mútuo
Organização do
cristianismo primitivoHospitalidade
Testemunho de
comunhão
Liderança das
mulheres
Oração, formação,
iniciação
Martírio/testemunho –
defesa dos excluídos
casa da misericórdia
Rumo à Pátria trinitária (Fl 3,20)
Capítulo 4
A Igreja em missão
“Era grande a alegria na cidade” (At 8, 8)
Horizontes
transversais
Modelo da missão:
comunidades
primitivas (At 2,42)
Testemunho do
Evangelho
encarnado na
história
Planos pastorais –
tempos mais curtos
Constituir
comunidades cristãs
maduras na fé
Abrir portas para
acolher
Oásis de
misericórdia – fugir
das burocratizações
Ternura
Famílias – ponto de
chegada e partida
Conhecer e rezar a
Palavra
Comunidade eclesial missionária é sustentada por quatro
pilares fundamentais:
Palavra, Pão, Caridade e Ação Missionária
E agora, o que devemos
fazer???
Pilar da Palavra: Iniciação à Vida Cristã e Animação Bíblica da Vida e da Pastoral
Pilar do Pão: Liturgia e Espiritualidade
Pilar da Caridade: a Serviço da Vida
Pilar da Ação Missionária: Estado Permanente de Missão
Conclusão
Cada santo é uma missão
Os santos ao pé
da porta
Gosto de ver a santidade no povo
paciente de Deus: nos pais que
criam os seus filhos com tanto
amor, nos homens e mulheres que
trabalham a fim de trazer o pão
para casa, nos doentes, nas
consagradas idosas que
continuam a sorrir...
(Gaudete et Exsultate - Alegrai-vos e exultai (Mt 5,12) n.7)
Ninguém se salva sozinho
Obrigado pela atenção!!!
Material elaborado a partir do
• Texto das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil - 2019 – 2023.
Edições CNBB.
• Apresentação desenvolvida por Dom Aloísio Alberto Dilli, bispo da Diocese de Santa Cruz
do Sul. Disponível em:
<http://mitrascs.com.br/uploads/Downloads/ad406e18d80ea3f46737a03e492c6f21.pdf>.
Acesso em 22 nov. 2019.

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Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil - 2019 - 2023

  • 1. Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil - 2019 - 2023 Professor Jerry Chacon
  • 2. “chamou os que ele mesmo quis… para estarem com ele… e para enviá-los a anunciar...” (Mc 3,13-15)
  • 3. OBJETIVO GERAL EVANGELIZAR no Brasil cada vez mais urbano, pelo anúncio da Palavra de Deus, formando discípulos e discípulas de Jesus Cristo, em comunidades eclesiais missionárias, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, cuidando da Casa Comum e testemunhando o Reino de Deus rumo à plenitude.
  • 4. OBJETIVO GERAL EVANGELIZAR no Brasil cada vez mais urbano, pelo anúncio da Palavra de Deus, formando discípulos e discípulas de Jesus Cristo, em comunidades eclesiais missionárias, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, cuidando da Casa Comum e testemunhando o Reino de Deus rumo à plenitude.
  • 5. Introdução • Responsabilidade missionária • São João XIII - convite aos Bispos do Brasil para preparem o primeiro plano pastoral • Colegialidade e da missionariedade da Igreja no Brasil • Cultura urbana
  • 6. 5. CASA: Criar lar, família - casas de comunhão: É criar laços de que constroem com gestos simples, diários e que todos podemos realizar. 6. PROXIMIDADE relacional entre as pessoas. 7. Essa casa é a comunidade eclesial missionária: PORTAS ABERTAS que acolhem e portas abertas para sair em missão. A comunidade eclesial autêntica é missionária
  • 7. 8. A comunidade eclesial missionária é sustentada por QUATRO PILARES: Palavra Pão Caridade AçãoMissionária
  • 8. Palavra Pão Caridade Ação Missionária Iniciação à vida cristã e animação bíblica Liturgia e espiritualidade Serviço à vida plena Estado permanente de missão As urgências anteriores são reagrupadas
  • 9. Questões norteadoras • O que é feito em nosso dias, daquela energia escondida da Boa-Nova, suscetível de impressionar profundamente a consciência das pessoas? • Até que ponto a força evangélica está em condições de transformar verdadeiramente as pessoas deste século? • Quais métodos que hão de ser seguidos para proclamar o Evangelho de modo que sua potência possa ser eficaz?
  • 10. Santidade não é medo, mas alegria! Sem alegria, não se atrai ninguém
  • 11. Capítulo 1 O anúncio do Evangelho de Jesus Cristo “Jesus percorria todas as cidades e povoados, ensinando em suas sinagogas e proclamando o evangelho do Reino” (Mt 9, 35)
  • 12. Mundo urbano atual - cidade e no campo Lugar da presença de Deus e da convivência fraterna Encontro pessoal com Cristo e construção do Reino, pois não se pode conceber Cristo sem o Reino Viver o amor gratuito que cria laços. Prudência e audácia, coragem e ousadia
  • 13. Quando contemplamos o Evangelho encontramos dois verbos que marcam a relação de Jesus com os discípulos: “vinde” e “ide”. (Mc 3,13-15) Não se pode separar a vida da comunidade da missão Torna-se urgente testemunhar o amor – Palavras e Gestos A missão parte do encontro com Cristo e a Ele conduz. Não se realiza por proselitismo, mas por atração.
  • 14. Viver a diaconia Periferias do mundo 1.4 Cultura urbana: desafio à missão 27. Luzes: emancipação do sujeito, pluralidade, novas tecnologias... Sombras: globalização, secularismo, relativismo, liquidez, indiferentismo...
  • 15. 30. O discípulo missionário se defronta com formas de sofrimento que o interpelam: pobreza, desemprego, trabalho e habitação precários, devastação ambiental, violência, solidão... 36. uma fé autêntica não é cômoda, nem individualista VIVER UM CAMINHO SINODAL
  • 16. Capítulo 2 Olhar de discípulos missionários “Ao ver as multidões Jesus encheu-se de compaixão” (Mt 9, 36).
  • 17. Contemplar para sair em missão Igreja: sacramento da salvação – serva da humanidade Anuncia sempre o mesmo Evangelho: acolher, contemplar, discernir e iluminar com a Palavra de Deus os complexos elementos culturais, sociais, políticos e éticos que constituem a realidade, com suas luzes e sombras
  • 18. Individualidade vs. Individualismo 50 e 53. Relação do Estado e do Mercado: a redução da função social do Estado lesa a dignidade das pessoas e enfraquece o exercício dos direitos humanos Consumismo: “doença muito séria” (Papa Francisco). Tudo tende a ser consumido, esgotado e substituído.
  • 19. Individualização consumista: corrupção, drogas, violênbcias, legalização da morte... Fragilização da família 54. Pluralidade: modo diferente de compreender e avaliar a realidade. É positiva se admite exercer o dom da liberdade. Quando a possibilidade de escolha é assumida pelo individualismo consumista, não considerando os outros e o planeta, as consequências são catastróficas.
  • 20. Propostas religiosas: preocupam posições fundamentalistas em relação à Palavra de Deus e oportunismos que apelam à prosperidade financeira no mundo religioso e à violência. (55-56) Alta mobilidade – muitos a beira do caminho (Lc 10,31-37) – CF - 2020 Pobreza – desigualdades...
  • 21. 59-61. Crise do sentido da vida e do meio ambiente 62. Jovens: sentem na pele “a confusão e o atordoamento” em meio à competição desordenada e violenta; são os que mais sentem a fragilidade de referências e da precariedade de critérios. Superar a pastoral da conservaçãoAutêntica democracia Cebs – resistência e resiliência
  • 22. Capítulo 3 A Igreja nas Casas “Eles eram perseverantes no ensinamento dos apóstolos, na comunhão fraterna, na fração do pão e nas orações” (At 2, 42).
  • 23. Palavra Pão Caridade Ação Missionária Encontro e diálogo Mc 1,29ss Caminhar para as casas Cenáculo – Pentecostes - At 2,1-3 Reconhecimento mútuo Organização do cristianismo primitivoHospitalidade Testemunho de comunhão Liderança das mulheres Oração, formação, iniciação Martírio/testemunho – defesa dos excluídos casa da misericórdia Rumo à Pátria trinitária (Fl 3,20)
  • 24.
  • 25. Capítulo 4 A Igreja em missão “Era grande a alegria na cidade” (At 8, 8)
  • 26. Horizontes transversais Modelo da missão: comunidades primitivas (At 2,42) Testemunho do Evangelho encarnado na história Planos pastorais – tempos mais curtos Constituir comunidades cristãs maduras na fé Abrir portas para acolher Oásis de misericórdia – fugir das burocratizações Ternura Famílias – ponto de chegada e partida Conhecer e rezar a Palavra
  • 27. Comunidade eclesial missionária é sustentada por quatro pilares fundamentais: Palavra, Pão, Caridade e Ação Missionária E agora, o que devemos fazer???
  • 28.
  • 29. Pilar da Palavra: Iniciação à Vida Cristã e Animação Bíblica da Vida e da Pastoral
  • 30.
  • 31. Pilar do Pão: Liturgia e Espiritualidade
  • 32. Pilar da Caridade: a Serviço da Vida
  • 33.
  • 34. Pilar da Ação Missionária: Estado Permanente de Missão
  • 35.
  • 36.
  • 38. Os santos ao pé da porta Gosto de ver a santidade no povo paciente de Deus: nos pais que criam os seus filhos com tanto amor, nos homens e mulheres que trabalham a fim de trazer o pão para casa, nos doentes, nas consagradas idosas que continuam a sorrir... (Gaudete et Exsultate - Alegrai-vos e exultai (Mt 5,12) n.7) Ninguém se salva sozinho
  • 39. Obrigado pela atenção!!! Material elaborado a partir do • Texto das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil - 2019 – 2023. Edições CNBB. • Apresentação desenvolvida por Dom Aloísio Alberto Dilli, bispo da Diocese de Santa Cruz do Sul. Disponível em: <http://mitrascs.com.br/uploads/Downloads/ad406e18d80ea3f46737a03e492c6f21.pdf>. Acesso em 22 nov. 2019.