DESENVOLVIMENTO REPRODUTIVO E 
EMBRIONÁRIO DA DASYATIS CHRYSONOTA 
NA ÁFRICA DO SUL. 
Nicole Russo Guerrato.
INTRODUÇÃO 
 A Dasyatis chrysonota é a raia mais comum 
encontrada na África do Sul. (Compagno, 1999). 
 É facilmente id...
INTRODUÇÃO 
 As D. chrysonata são vivíparas aplacentárias. 
 Os Elasmobrânquios no geral possuem 
características que os...
MATERIAIS E MÉTODOS 
 Foram coletadas 357 exemplares ao longo da linha 
de cosa da África do Sul, entre False Bay e East ...
Fig 1- Mapa da área estudada
MATERIAIS E MÉTODOS 
 O material coletado foi levado ao laboratório onde 
obtiveram as seguintes medidas: peso do disco 
...
MATERIAIS E MÉTODOS 
 Foi calculado o GSI assim como o HSI 
 Para determinar a maturidade sexual nos machos 
foi medido ...
DISCUSSÕES E RESULTADOS 
 Indivíduos juvenis tinham ovários menores, com 
algumas diferenciações e oócitos maduros. 
 As...
DISCUSSÕES E RESULTADOS 
 Nenhuma diferença significativa foi observada para 
a proporção esperada entre machos e fêmeas....
 Machos 
DISCUSSÕES E RESULTADOS 
-> A maturidade sexual é atingida em machos de 
menor tamanho e mais novos do que nas 
...
DISCUSSÕES E RESULTADOS 
(A) Relação entre o comprimento do clásper; (B) Mudanças mensais nos indices 
hepatossomático e g...
 Fêmeas 
DISCUSSÕES E RESULTADOS 
-> Atingem a maturidade sexual com 
aproximadamente 500mm dW. Ocorre em média aos 
7 an...
DISCUSSÕES E RESULTADOS 
(A) Mudanças mensais no HSI nas fêmeas; (B) tamanho relativo dos 
embriões
ESTÁGIOS DOS EMBRIÕES 
 Os embriões apresentam seis diferentes estágios 
de desenvolvimento. 
 Estágio 1 – 13mm
 Estágio 2- 44mm
 Estágio 3- 49mm
 Estágio 4- 72mm
 Estágio 5- 134mm
 Estágio 6- 172 mm
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Desenvolvimento reprodutivo e embrionário da Dasyatis chrysonota na África do Sul

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O trabalho retrata sobre o desenvolviento reprodutivo e embrionário da raia Dasyatis chrysonota na África do Sul

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  • Reformular o ultimo tópico e pesquisar definições para inshore, nearshore e offshore.
    (153 males and 204 females)
    As raias foram obtidas a partir de inshore, nearshore,and offshore waters from shore anglers, light tackle boatanglers and trawling aboard the RV ‘Africana’, respectivamente.PESQUISAR
  • Falar das diferenças entre o o cláspes, de um “adolescente”, juvenil e adulto.
    Adulto: clásper alongado e calcificado incluindo os elementos terminais da cartilagem
    Subadulto: Quando o clásper estava extendido além do limite posterior das nadadeiras pélvicas mas não estava totalmente calcificado
    Juvenil: Tinham o clásper pequeno, flexível e não estava extendido além do limite posterior das nadadeiras pelvicas.
    2. Útero trofonemata: análogo placentário que auxilia na nutrição do embrião pois secreta o leite uterino (comum na família Dasyatis).
    Adulto:
    Subadultos: Apresentavam ovários menores, com algumas diferenciações mas sem oócitos maduros, glandula oviducal estava subdesenvolvida e o útero estava estreito e contraído
    Juvenil: Não apresentavam nenhuma diferenciação dos ovários e a glândula oviducal não estava diferenciada do útero
  • Machos atingiram entre 190 e 531 mm Dw com 97 de 153 sendo maduros
    O comprimento do clásper aumentou rapidamente entre 350 e 400mm.
  • Isso ocorre tbm em D. dipterura, na qual a maturidade sexual nos machos é de 5-8 anos e a das fêmeas é de 8-11 anos.
  • Desenvolvimento reprodutivo e embrionário da Dasyatis chrysonota na África do Sul

    1. 1. DESENVOLVIMENTO REPRODUTIVO E EMBRIONÁRIO DA DASYATIS CHRYSONOTA NA ÁFRICA DO SUL. Nicole Russo Guerrato.
    2. 2. INTRODUÇÃO  A Dasyatis chrysonota é a raia mais comum encontrada na África do Sul. (Compagno, 1999).  É facilmente identificada pois apresentam pintas azuis e linhas douradas ao longo do disco triangular. (Compagno et al., 1989).  O amplo conhecimento nos aspectos reprodutivos dessa raia é devido ao grande numero de apreensão por pescas e ByCatch. (Cowley, 1990).
    3. 3. INTRODUÇÃO  As D. chrysonata são vivíparas aplacentárias.  Os Elasmobrânquios no geral possuem características que os tornam vulneráveis a exploração excessiva.  Este estudo visa analisar a biologia reprodutiva incluindo o desenvolvimento embrionário da D. chrysonota nas águas da África do Sul.
    4. 4. MATERIAIS E MÉTODOS  Foram coletadas 357 exemplares ao longo da linha de cosa da África do Sul, entre False Bay e East London. (Fig. 1)  Período: Março de 1987 à Maio de 1989.
    5. 5. Fig 1- Mapa da área estudada
    6. 6. MATERIAIS E MÉTODOS  O material coletado foi levado ao laboratório onde obtiveram as seguintes medidas: peso do disco (Dw), comprimento do disco, em mm (Dl) e peso total (W).  Calcularam a relação entre Dw e Dl e Dw e W.
    7. 7. MATERIAIS E MÉTODOS  Foi calculado o GSI assim como o HSI  Para determinar a maturidade sexual nos machos foi medido o comprimento e a rigidez do clásper.  Maturidade sexual nas fêmeas: foi determinado pelos oócitos e o desenvolvimento uterino associado com o trofonemata número de embriões contidos nos ovários.
    8. 8. DISCUSSÕES E RESULTADOS  Indivíduos juvenis tinham ovários menores, com algumas diferenciações e oócitos maduros.  As fêmeas são relativamente maiores que os machos, essa diferença pode estar relacionada com o modo de reprodução.
    9. 9. DISCUSSÕES E RESULTADOS  Nenhuma diferença significativa foi observada para a proporção esperada entre machos e fêmeas. (1:1)  Proporção sexual favor das fêmeas adultas para os machos adultos. (1:0,75).
    10. 10.  Machos DISCUSSÕES E RESULTADOS -> A maturidade sexual é atingida em machos de menor tamanho e mais novos do que nas fêmeas.(392mm Dw); -> Indicador de maturidade: Mudança bruta no comprimento do clásper, enrolamento do epidídimo e desenvolvimento gonadal.
    11. 11. DISCUSSÕES E RESULTADOS (A) Relação entre o comprimento do clásper; (B) Mudanças mensais nos indices hepatossomático e gonadossomático dos machos.
    12. 12.  Fêmeas DISCUSSÕES E RESULTADOS -> Atingem a maturidade sexual com aproximadamente 500mm dW. Ocorre em média aos 7 anos.
    13. 13. DISCUSSÕES E RESULTADOS (A) Mudanças mensais no HSI nas fêmeas; (B) tamanho relativo dos embriões
    14. 14. ESTÁGIOS DOS EMBRIÕES  Os embriões apresentam seis diferentes estágios de desenvolvimento.  Estágio 1 – 13mm
    15. 15.  Estágio 2- 44mm
    16. 16.  Estágio 3- 49mm
    17. 17.  Estágio 4- 72mm
    18. 18.  Estágio 5- 134mm
    19. 19.  Estágio 6- 172 mm

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