O Método da Educação Comparada

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  • A complexidade do objecto apela a uma diversidade de metodologias complementares à metodologia de base. Dedução  exposição ordenada dos factos e argumentos. Conclusão lógica que resulta de um raciocínio. Indução  raciocínio que, de factos particulares, tira uma conclusão genérica. ATENÇÃO  Metodologia comparativa – Capacidade de compreensão espacial  Necessidade do investigador abraçar uma visão holística no processo de descrição, interpretação e conclusão da investigação. Compreende-se, uma vez mais a necessidade das abordagens sincrónicas e diacrónicas em EC. Sincronia  estudo dos fenómenos linguísticos considerados num dado tempo independentemente da sua evolução. Diacronia  perspectiva de análise histórico-evolutiva.
  • A complexidade do objecto apela a uma diversidade de metodologias complementares à metodologia de base.
  • Considerar que uma das características da EC é a interdisciplinaridade. ATENÇÃO  Não há uma perda de identidade, mas sim um reforço da veracidade dos resultados.
  • A EC busca constantemente o aperfeiçoamento da sua metodologia de base. A partir da aplicação do método e dos processos contínuos de investigação comparada, os teóricos delimitam novas fases. O objectivo é adequar cada vez mais a metodologia o objecto.
  • O método comparativo de Bereday coincide basicamente com o de Hilker.
  • Aqui está o modelo metodológica a adoptarem no trabalho de EC.
  • Simbiose  associação heterogénea de dois seres vivos, com proveito mútuo. Indicadores Qualitativos + Indicadores Quantitativos  a associação destes 2 indicadores apelam uma vez mais à Hermenêutica (arte de interpretar).
  • O investigador de EC não pode alienar-se da sua Dimensão Humana.
  • O redesenhado conjunto de fases do Método Comparativo varia tendo em conta, essencialmente dois factores: 1. As práticas do investigador. O trabalho de campo que apela a novas formas de agir. 2. a sua experiência e competências didácticas  Formação profissional. A sua ideologia.
  • 1. Ideias preconcebidas. Fase Analítica – busca do entendimento do objecto. Comparação valorativa - emitir juízo de valor acerca de. (valorar)
  • Ter em conta as Propriedades da Comparação: 1. Carácter fenomenológico – o estudo dos fenómenos em EC alertam para o facto de que os resultados da comparação serem sempre aproximações da realidade. 2. Pluralidade – há que existir dois ou mais fenómenos para que haja comparação. 3. Homogeneidade – para haver comparatibilidade tem de existir semelhança entre os fenómenos que se comparam. 4. Globalidade – o conjunto de factores que influenciam o fenómeno.
  • Delimitação da investigação  Delimitar o campo da EC
  • NUTS ( Nomenclaturas de Unidades Territoriais - para fins Estatísticos ) Em Portugal há: 3 NUTS I: Portugal Continental ; Região Autónoma dos Açores ; Região Autónoma da Madeira ; subdivididas em 7 NUTS II : Norte ; Centro ; Lisboa ; Alentejo ; Algarve ; Região Autónoma dos Açores Região Autónoma da Madeira ; Nível I — constituído por três unidades, correspondentes ao território do continente e de cada uma das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira; Nível II — constituído por sete unidades, das quais cinco no continente, com a nova delimitação constante do anexo I ao presente decreto-lei, de que faz parte integrante, e ainda os territórios das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira; Nível III — constituído por 30 unidades, das quais 28 no continente, com a nova delimitação constante do anexo II ao presente decreto-lei, de que faz parte integrante, e 2 correspondentes às Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.
  • (último ponto) – natureza mutante dos objectos.
  • Métodos e técnicas auxiliares  aspectos essenciais para a avaliação e interpretação dos dados (indicadores qualitativos e quantitativos).
  • Atenção aos indicadores quantitativos e às realidades globais que expressam.
  • O Método da Educação Comparada

    1. 1. O Método da Educação Comparada
    2. 2. <ul><li>Garcia Garrido (1986) classifica: </li></ul>Predominantemente analíticas Predominantemente sintéticas Indução : raciocínio que, de factos particulares, tira uma conclusão genérica. Metodologias base predominantemente indutivas Capacidades fundamentais do entendimento humano Metodologia descritiva Capacidade de observação Metodologia experimental Capacidade de manipulação Metodologia histórica Capacidade de compreensão temporal Metodologia comparativa Capacidade de compreensão espacial
    3. 3. <ul><li>A inexistência de uma só metodologia de base traduz, desde logo, o esforço de adaptação do pensamento à natureza do objecto sobre o qual se debruça. </li></ul><ul><li>O aprofundamento do conhecimento levou os teóricos a procurar métodos cada vez mais adequados à natureza dos objectos. </li></ul>
    4. 4. <ul><li>Cada ciência procurou desenvolver a sua metodologia de base (apropriada ao seu objecto). </li></ul><ul><li>Noutros casos, a ciência procurou noutras metodologias ajuda para a resolução de problemas particulares. </li></ul><ul><li>Actualmente, quase todas as ciências socorrem-se de vários métodos ou técnicas, num trabalho consonante com a sua metodologia de base . </li></ul>
    5. 5. <ul><li>A Educação Comparada acaba por indicar na sua denominação a comparação como método principal de acesso ao saber. </li></ul><ul><li>Estando perante um método que se pretende científico poder-se-ia pensar que ele é único; que exigiria uma só forma de investigar e que as fases do processo estariam perfeitamente determinadas. </li></ul>
    6. 6. <ul><li>O método comparativo com maior peso na história da EC contemporânea foi proposto por BEREDAY . </li></ul>
    7. 7. Método Comparativo de Bereday Fases do Método Descrição O comparatista devia tentar obter dados necessários a uma exposição dos factos tão objectiva quanto sucinta . (…) de natureza primordialmente descritiva. Interpretação (…) tentar interpretar os dados com recurso a métodos de outras ciências sociais. Justaposição Fazer o primeiro confronto para estabelecer o Tertium comparationis e definir a hipótese sujeita a estudo na etapa seguinte. Comparação Devia proceder-se à comparação, isto é, à análise simultânea da educação além fronteiras nacionais.
    8. 8. Método Comparativo de Noah e Eckstein (1970) <ul><li>Discípulos de Bereday. </li></ul><ul><li>Interessados na abordagem de problemas concretos assente numa investigação de tipo quantitativo com recurso a técnicas estatísticas. </li></ul><ul><li>Não excluíram que determinados fenómenos da educação e da sociedade tivessem necessidade de ser tratados de outra forma. </li></ul><ul><ul><li>Indicadores qualitativos + indicadores quantitativos. </li></ul></ul>
    9. 9. <ul><li>Consideraram não ser desejável que o especialista em EC descartasse da sua bagagem intelectual as inquietudes e técnicas do humanista, do filósofo e do artista. </li></ul><ul><li>Redesenharam o método de Bereday. </li></ul>
    10. 10. Noah e Eckstein – fases fundamentais da investigação comparativa <ul><li>Identificação do problema </li></ul><ul><li>Formulação das hipóteses </li></ul><ul><li>Definição de conceitos e indicadores </li></ul><ul><li>Selecção de casos (ou sistemas educativos a estudar) </li></ul><ul><li>Recolha de dados </li></ul><ul><li>Tratamento de dados </li></ul><ul><li>Interpretação dos resultados </li></ul>
    11. 11. A investigação comparativa segundo Lê Thành Khôi (1981) <ul><li>Identificação do problema </li></ul><ul><li>Formulação das hipóteses ou das questões </li></ul><ul><li>Reunião, tratamento e análise dos dados: observação dos factos </li></ul><ul><li>Verificação das hipóteses </li></ul><ul><li>Generalização </li></ul>
    12. 12. <ul><li>Diferentes definições  uma observação mais atenta permite constatar que eles não divergem assim tanto e que, por vezes, mais não são do que refinamentos classificatórios ou efeitos de preocupações didácticas. </li></ul>
    13. 13. O método comparativo segundo Garcia Garrido (1986) <ul><li>1. Identificação do problema e emissão de uma ou várias pré-hipóteses. </li></ul><ul><li>2. Delimitação da investigação. </li></ul><ul><li>3. Estudo descritivo – FASE ANALÍTICA </li></ul><ul><li>a) compilação e análise dos dados </li></ul><ul><li>b) conclusões analíticas. </li></ul><ul><li>4. Formulação de ou das hipóteses comparativas. </li></ul>
    14. 14. <ul><li>5. Estudo comparativo – FASE SINTÉTICA </li></ul><ul><li>a) Selecção de dados e de conclusões analíticas. </li></ul><ul><li>b) Justaposição de conclusões e dados seleccionados. </li></ul><ul><li>c) Comparação valorativa e ou prospectiva. </li></ul><ul><li>d) Conclusões comparativas. </li></ul><ul><li>6. A investigação comparativa interdisciplinar. </li></ul><ul><li>7. Redacção do trabalho de investigação comparativa. </li></ul>
    15. 15. O método comparativo segundo António Gomes Ferreira <ul><li>Fase pré-descritiva </li></ul><ul><li>Fase descritiva </li></ul><ul><li>Fase Comparativa </li></ul>
    16. 16. O método comparativo segundo António Gomes Ferreira <ul><li>Fase pré-descritiva </li></ul><ul><li>Importa nesta fase dar especial atenção à: </li></ul><ul><ul><li>Identificação do problema . </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Feita a escolha do problema é conveniente fazer uma primeira aproximação ao mesmo com o objectivo de: </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Estabelecer relações entre os diferentes factores implicados. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Saber se, de facto, há necessidade de ser estudado em profundidade no âmbito da EC. </li></ul></ul></ul></ul>
    17. 17. <ul><ul><li>Emissão da ou das primeiras hipóteses. </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Deve-se procurar objectivar tanto quanto possível as primeiras hipóteses. O objectivo é facilitar a delimitação da investigação  recolha e selecção de dados. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Delimitação da investigação. </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Há que definir melhor o âmbito do estudo porque disso depende a coerência e a eficácia da investigação. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A delimitação deve incidir sobre o objecto como sobre a metodologia . </li></ul></ul></ul>
    18. 18. <ul><ul><ul><ul><li>Delimitação do objecto : quanto maior amplitude tiver o campo de estudo tanto maior será a dificuldade da investigação comparativa. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Importa definir o mais concretamente possível sobre o que deve incidir o estudo, para que o conjunto das pré-hipóteses sirva de linha orientadora à recolha de dados. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Delimitação dos conceitos : é necessário indagar sobre os termos e averiguar se correspondem exactamente à realidade a que os associa o investigador. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Exemplos: </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Abandono Escolar: Saída do sistema de ensino antes da conclusão da escolaridade obrigatória, dentro dos limites etários previstos na lei. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Saída Precoce: Situação dos indivíduos, num escalão etário (normalmente entre os 18-24 anos), que não concluíram o ensino secundário e não se encontram a frequentar a escola. </li></ul></ul></ul></ul></ul>
    19. 19. <ul><ul><li>Delimitação da área de estudo : </li></ul></ul><ul><ul><li>Comparações internacionais (entre Nações ou Estados) </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Comparações entre nações globalmente consideradas. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Comparações entre amostras nacionais. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Comparações intra-nacionais. </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Unidades espaciais: zonas urbanas; zonas rurais; NUTS I II e III. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Unidades étnicas: raça; língua; comunidades de imigrantes. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Unidades sectoriais: sectores público e privado; masculino e feminino; classes sociais. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Unidades institucionais: estabelecimentos escolares. </li></ul></ul></ul>
    20. 20. <ul><ul><li>Comparações supra-nacionais. </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Unidades geográficas: América Latina; Países Árabes; Europa Comunitária. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Unidades culturais: Países Católicos; Países Latinos. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Unidades económicas: Países desenvolvidos; Países agrícolas. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Unidades políticas: Países Democráticos; Países Socialistas. </li></ul></ul></ul>
    21. 21. <ul><ul><li>Delimitação do método : </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Absolutamente indispensável, antes de avançar na investigação, é: </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Verificar se há suficientes fontes documentais. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Qual a qualidade e o tipo da informação. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Questionar a necessidade de recorrer-se a observações directas. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Convém advertir que todas estas precauções iniciais não evitam que surjam situações imprevistas que impliquem uma revisão dos recursos metodológicos. </li></ul></ul></ul>
    22. 22. <ul><ul><ul><li>Métodos e técnicas auxiliares </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Importa questionar e perspectivar a informação tendo em conta procedimentos próprios de outras áreas disciplinares como a Filosofia, a Histórias e as Ciências Sociais. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Técnicas mais usualmente empregues: questionários escritos, entrevistas, testes e observação directa. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>A necessidade de se recorrer a fontes de natureza discursiva e de se proceder à sua análise de forma mais objectiva tem levado a EC a recorrer à análise de conteúdo. </li></ul></ul></ul></ul>
    23. 23. <ul><li>Fase descritiva (esta fase tende a ser a que mais tempo exige durante a investigação) </li></ul><ul><ul><li>Recolha e apresentação dos dados </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>A recolha dos dados deve ser antecedida e acompanhada de reflexões (pertinência dos dados). </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Averiguar se o estudo necessita de recorrer à utilização de dados qualitativos ou somente quantitativos. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Nesta fase deve-se procurar elaborar uma descrição clara, ordenada e rigorosa o que requer uma análise sistemática dos dados. (mutação). </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>ALERTA : nem sempre um mesmo número traduz uma mesma realidade. </li></ul></ul></ul>
    24. 24. <ul><ul><li>Interpretação dos dados e conclusões analíticas </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>É praticamente impossível avançar na descrição sem fazer uso da INTERPRETAÇÃO. Ela é imprescindível na apreciação , classificação e selecção dos dados mais pertinentes. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Perde-se em objectividade mas ganha-se em inteligibilidade. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Nesta fase a formação científico-cultural e ideológica do investigador tende a impor-se  sobrevalorização de carácter histórico, sociológico ou económico em conformidade com a sua formação. </li></ul></ul></ul>
    25. 25. <ul><li>Esta fase descritivo-analítica deve ser concluída com a apresentação das conclusões. </li></ul><ul><li>Trata-se de conclusões descritivas e explicativas que devem ser formuladas da forma mais concisa e clara possível. </li></ul><ul><li>As conclusões descritivas devem traduzir tudo quanto se pode concluir da análise efectuada. </li></ul>
    26. 26. <ul><li>Fase Comparativa </li></ul><ul><li>Realizada a recolha e a análise dos dados e formuladas as conclusões analíticas estão reunidas as condições para se avançar sem precipitações para o estudo comparado. </li></ul><ul><ul><li>Formulação das hipóteses comparativas </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Agora, como a informação é seguramente mais qualificada e a reflexão mais fundamentada existem melhores condições para se saber o que deve ou não ser contemplado como hipótese. </li></ul></ul></ul>
    27. 27. <ul><ul><li>Justaposição de dados e de conclusões analíticas </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>O que se pretende com a justaposição é propiciar instrumentos que permitam a confrontação dos dados ou das conclusões analíticas, necessárias à confirmação ou refutação da hipótese, de forma concisa, clara e objectiva. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Neste sentido, há uma tendência para uma abordagem fundamentalmente gráfica, concretizada em quadros de várias colunas, esquemas, e diagramas. </li></ul></ul></ul>
    28. 28. <ul><ul><li>Comparação </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Atinge-se o auge da investigação. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Estão reunidas as condições para se examinarem com rigor as semelhanças e diferenças: </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Entre os dados </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Entre as conclusões analíticas organizadas pela justaposição e pelo designado Tertium comparationis . </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O investigador avança para uma abordagem comparativa sintética, articulada e globalizante. (não são permitidas narrações puramente impressionistas). </li></ul></ul></ul>
    29. 29. <ul><ul><ul><li>A formação científica e ideológica do investigador se revela uma vez mais fundamental. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A investigação comparativa deve propiciar conclusões de tal modo precisas que seja possível verificar até que ponto se conseguiu confirmar a hipótese formulada anteriormente. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Não se deve esquecer que a investigação comparativa não pode aspirar a uma eficácia nomotética absoluta. </li></ul></ul></ul>

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