Natureza E Características Da Comparação

1.330 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.330
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
26
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
5
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Natureza E Características Da Comparação

  1. 1. 02-11-2009 Natureza e  características da  comparação A acção de comparar Segundo Hilker podemos examinar a operação de comparar por  g p p ç p p 2 vias distintas: (…) ponto de vista descritivo: Comparar exige ver, analisar e ordenar. (…) perspectiva funcional: Comparar implica estabelecer relações entre fenómenos de um  mesmo género através das quais se devem deduzir: Congruências. Afinidades. Discrepâncias. 1
  2. 2. 02-11-2009 Critério de comparação Para além dos factos, fenómenos ou dos aspectos a ser  , p comparados é normal que o processo comparativo  compreenda um outro [critério] que serve como referência ou modelo mental denominado pelos comparatistas de  Tertium Comparationis 2 Problemas de fundo Primeiramente que se reconheça a relação da  Pi i t h l ã d investigação comparativa com uma teoria da  educação. Quanto mais fundamento o Tertium mais se poderá exigir  da investigação. Há que admitir uma constante presença de factores  subjectivos na investigação comparativa, pois esta  depende da formação do sujeito que a realiza. 2
  3. 3. 02-11-2009 Propriedades e limites da comparação A investigação comparativa não pode ambicionar abordar a  educação de qualquer modo. A comparação encerra características e limites que  condicionam a investigação quer no tocante ao seu alcance  quer no que diz respeito aos modos de abordagem. Propriedades Segundo Hilker:  Segundo Hilker: carácter fenomenológico; pluralidade; homogeneidade; globalidade. globalidade 3
  4. 4. 02-11-2009 Carácter fenomenológico A comparação deve exercer‐se sobre fenómenos, sobre  A ã d b f ó b factos ou aspectos observáveis. Nenhuma comparação pode ter pretensões de  proporcionar um conhecimento total. O resultado da comparação será sempre um  conhecimento aproximado da realidade. Pluralidade Para se fazer uma comparação é preciso que exista  pelo menos dois factos ou fenómenos. O aumento do número de objectos submetidos a  comparação poderá significar uma maior força  probatória mas, por outro, complica o estudo. b ó l d Há que seleccionar um determinado número de  realidades. 4
  5. 5. 02-11-2009 Homogeneidade A comparação não deve recair sobre realidades absolutamente  p ç heterogéneas mas também não retiraria qualquer proveito em  debruçar‐se sobre aspectos evidentemente iguais. Para que exista comparatibilidade é preciso haver semelhança  entre os fenómenos que se comparam. Globalidade A natureza fundamentalmente sintética da metodologia comparativa  obriga que se tenha em atenção esta propriedade. obriga que se tenha em atenção esta propriedade A globalidade estaria já incluída mesmo que se tratasse de estudar  um só fenómeno educativo. O fenómeno educativo nunca pode ser tido como desligado de uma  Of ó d i d id d li d d complexa realidade que o envolve. Quantos mais factores forem tidos em consideração, maior será a  profundidade e a qualidade do estudo. 5
  6. 6. 02-11-2009 Limites O Problema da objectividade. O P bl d bj i id d O Problema da eficácia nomotética. O Problema da normatividade O Problema da objectividade Afecta todas as ciências em particular as ciências sociais. Aspectos que prejudicam a objectividade: Implicação do sujeito sobre o objecto estudado. Influência ideológica dos conceitos pessoais. Participação interessada do sujeito na eleição dos assuntos e até  dos dados. Inexistência de dados socialmente objectivos. Inexistência de dados socialmente objectivos Importa clarificar qual é ou qual vai ser o critério de  comparação. 6
  7. 7. 02-11-2009 O Problema da eficácia nomotética Como todo cientista, o comparatista aspira descobrir “leis”  gerais que expliquem os fenómenos e até de certo modo os  i li f ó té d t d predigam. É praticamente impossível controlar todas as variáveis que  intervêm num facto social. Convém que o comparatista não se arrogue portador duma  chave da verdade absoluta. O Problema da normatividade A EC não deve definir ou sequer sugerir ideais educativos. Pode,  A EC ã d d fi i i id i d i P d no entanto, dar indicações preciosas sobre as tendências e os  problemas da educação e sobre a relação entre a teoria e a  prática. 7

×