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8.	c                                                                    2                                                 ...
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Ensino medio livre_edicao_2012_unidade_01_literatura

  1. 1. literatura Introdução à literatura / TrovadorismoCapítulo 1 encontrou um par. Diferentemente das outras que cumpriram um destino solitário ou trágico, ela se casou com J. PintoLiteratura: gêneros e Fernandes, uma personagem fora das relações apresentadasmomentos literários na quadrilha.Conexões T arefa proposta 1. Sugestões de fontes de pesquisa: jornais O Estado de S. Paulo, 1. d Folha de S.Paulo, revistas Veja, Época e Caros Amigos. A literatura usa, principalmente, a linguagem conotativa (figu- Sites: www.algosobre.com.br/.../origem-do-homem-e-o- rativa), buscando sentidos que transcendem o senso comum e preconceito-racial-a.html; www.wikipedia.org; www.unesco.org; se apoiam na subjetividade. http://scholar.google.com.br/ 2. c 2. Espera-se dos alunos que, orientados pelo professor, redijam A catarse, na arte, é o processo por meio do qual diferentes um projeto simples enumerando ações aplicáveis às suas rotinas reações emotivas são geradas no leitor. O texto em questão escolares bem como ao convívio em suas comunidades, além ressalta a importância do reconhecimento, por parte do leitor, de ferramentas para checar as mudanças de comportamento de traços identificadores entre ele e as personagens, o que após a aplicação das sugestões. propicia um melhor entendimento de sua própria identidade,Exercícios complementares o que desencadeia o processo catártico. 5. a) Linguagem literária: texto poético, linguagem conotativa, 3. c metafórica. A verossimilhança é a característica que garante ao texto literá- b) Linguagem não literária: texto informativo, linguagem rio o status de ficcional, produto de uma imaginação criadora denotativa. em busca de um sentido estético para o real, e não o registro objetivo do real. Nesse sentido, a verossimilhança garante uma 6. O poema apresenta características estruturais presentes nos coerência interna ao texto, uma vez que “o que pode acontecer” textos narrativos. Essa mistura de elementos — em que o verso é determinado pelo universo constituído dentro da obra. se aproxima da prosa — é uma herança da poesia modernista. Uma das características da narração, que se mostra no poema de 4. d Manoel de Barros, é a apresentação dos fatos numa sequência Essa afirmação contraria a afirmação do enunciado, já que a temporal, tal como se dá quando contamos uma história. Esse literatura não se pode medir pelos mesmos padrões da realidade traço pode ser observado na seguinte passagem do poema: concreta, social, histórica ou científica, ou seja, dos fatos. Meu pai teve uma venda no Beco da Marinha, onde nasci. 5. a Me criei no pantanal de Corumbá entre bichos do chão, O contexto de criação da obra literária não é único nem incon- aves, pessoas humildes, árvores e rios. testável, mas, sim, aberto a várias leituras, tendo em vista que o sentido na esfera do literário é construído por um processo1 1. c que leva em consideração o contexto de criação da obra. O “fazer a novena” no texto 1 e o “perguntar a Deus” no texto 2 são exemplos claros da religiosidade como única alternativa 6. b ante a força da natureza ao alcance dos sujeitos em ambos os No poema, o eu lírico reage diante do uso dado à palavra na textos. contemporaneidade, momento em que se valoriza mais o global e instantâneo. Assim, para ele, a palavra tem a função1 2. Sugestão de resposta: Os textos trazem como temática central de compor, ou seja, criar sentidos para o silêncio e, metonimi- os sentimentos amorosos que envolvem ou não as pessoas. camente, para a vida. A concepção de amor no texto 1 indica a idealização desse sentimento amoroso e da mulher amada; a valorização da 7. b fantasia e da imaginação; a caracterização do poder absoluto À medida que o texto literário é constituído pela linguagem do amor sobre as personagens. O tema é tratado no texto 2, subjetiva e lança mão de estratégias linguísticas próprias de a partir de um tom crítico e irônico, apontando o encontro, o sua natureza artística, o leitor vê-se diante da possibilidade desencontro e o desencanto entre as personagens. Lili, a “que de interpretar por meio de outros olhos, encontrando novos não amava ninguém”, é a única do grupo que ironicamente significados para o aparentemente já conhecido. 1
  2. 2. 8. c 2 0. a A criação dramática privilegia os diálogos das personagens; a A noção de período literário é puramente cronológica (historio- lírica, por sua vez, privilegia a perspectiva interior de um “eu”, gráfica) e está relacionada a acontecimentos e estilos ligados a um “sujeito” em particular. uma época em especial. 9. c Capítulo 2 1 0. O aluno deve, com seu próprio repertório, apontar a relação trovadorismo da obra de arte literária com a história e a sociedade. Conexões 1 1. Espera-se que o aluno demonstre o entendimento de que o real é a base para a representação na obra literária, retomando o 1. Sugestões de fontes de pesquisa: dicionários, biblioteca da conceito de mimese. escola, sites: http://scholar.google.com.br/; www.wikipedia.org; http://capricho.abril.com.br/comportamento/amor-platonico- 1 2. Da mesma maneira, espera-se que o aluno demonstre como-ele-acontece-416144.shtml; http://portal.filosofia.pro.br/ o entendimento de que a literatura é um veículo para a o-que-amor-platonico.html. expressão da sensibilidade artística e de que é a percep- Espera-se que o aluno escreva sua interpretação de amor ção do mundo com um olhar apurado que permite tal platônico e demonstre que ainda nos dias de hoje, embora expressão. de forma muito diferente da Idade Média, as pessoas podem 1 3. O aluno deve, com seu próprio repertório, ser capaz de sinteti- amar a distância ou em segredo. zar as respostas anteriores, criando uma definição para a arte 2. Espera-se que o aluno observe o contexto em que vive e perceba o literária. caráter imediatista e a superficialidade que caracterizam as rela- 1 4. c ções entre muitos jovens, embora se reconheça que o sentimento O texto 1 é épico, pois se trata da obra O Uraguai, de Basílio amoroso ligado à lealdade e dedicação ainda é possível. da Gama, que retrata a guerra que portugueses e espanhóis travaram contra indígenas e jesuítas em Sete Povos das Missões, Exercícios complementares em 1759. 5. a 1 5. c O texto A não apresenta a dor amorosa, apenas expressa alegria; Para o autor, a crônica a que ele se refere “é território livre da além disso, trata-se de uma cantiga de amigo. imaginação, empenhada em circular entre os acontecimentos 6. a) O amor cortês pode ser percebido no tratamento dado pelo do dia, sem procurar influir neles” e é despretensiosa. eu lírico masculino à mulher amada, chamada de “senhor” 1 6. a ou de “mia senhor” (minha senhora). O eu lírico coloca-se Segundo Drummond, o cronista deve ser confiável e seu ponto numa posição de vassalagem amorosa. de vista não deve ser ortodoxo ou trivial, mas a sua crônica deve b) A mulher amada é vista de forma idealizada na passagem despertar no leitor o jogo da fantasia, o absurdo e a vadiação “fremosa mia senhor”. do espírito. c) O mundo afetivo do eu lírico converge para seus olhos. O eu lírico afirma que chora e cega quando não vê a amada, 1 7. e mas também fica cego quando a vê. A beleza da amada serve Ao denominar o pássaro de operário e aludir à sua casa, pode- de motivo para seu sofrimento amoroso (coita). mos identificar uma metáfora com os trabalhadores humildes. A parte 3 não se refere ao trabalho de um operário. 1 1. d Em A demanda do Santo Graal, os cavaleiros, especialmente 1 8. b Galaaz, estão a serviço do rei Artur. A intertextualidade presente nos textos configura-se pela rela- ção entre os dois versos finais do primeiro poema e a afirmação 1 2. e de que “Nem existir é mais que um exercício / de pesquisar da O texto I é uma cantiga de amigo e o texto II é do nosso tempo. vida vago indício”. Ambos mostram o amor possível de ser realizado, diferente da vassalagem amorosa. 1 9. c O plágio configura-se cópia indiscriminada de obra já existente, Tarefa proposta pleiteando sua autoria. Ao se alegar que alguém escreve no “es- tilo” de alguém, sugere-se que aspectos estilísticos e temáticos 1. São poemas feitos para serem cantados, acompanhados de da escrita do autor são reproduzidos ou servem de inspiração instrumentos musicais. Os trovadores faziam tais cantigas para para uma obra nova. animar a vida dos feudos. Esses poetas eram de origem nobre2
  3. 3. e, muitas vezes, anotavam suas letras em caderninhos escritos ondas do mar, enquanto na segunda se exalta a senhora “à à mão (chamados códices) e tocavam instrumentos, ambos moda provençal”. Além disso, a primeira contém paralelis- apenas poderiam ser aprendidos na época por aqueles que mos, enquanto a segunda contém a coita de amor. mantinham contato com o clero. 1 0. d 2. Trata-se de uma cantiga de amor, porque mostra um homem que A primeira cantiga é de uma típica cantiga de amor; a segunda, sofre por amor (“coita”), que demonstra vassalagem (“senhor”) e de amigo. A coita amorosa pode aparecer em ambas. diz que seus olhos são cativos da mulher que não pode ter. 1 1. b 3. d A voz que fala é feminina; o paralelismo é comum nas cantigas A poesia trovadoresca é indissociável da música e sua trans- de amigo medievais. missão era sobretudo oral, embora houvesse também registro 1 2. d escrito das cantigas, como se comprova no códice do Cancio- neiro da Ajuda, contemporâneo dos trovadores. A sátira contempla cantigas de escárnio e maldizer; entretanto, o palavreado chulo (explícito) é mais comum nas cantigas de 4. Nos dois primeiros versos da segunda estrofe: “Hoje contei pras maldizer, uma vez que as de escárnio tendem à sátira indireta. paredes / coisas do meu coração”. Nesses versos, evidencia-se a necessidade de se confessar a alguém o sentimento amoroso, 1 3. a) Trata-se do Trovadorismo. já que o amado está ausente. b) Cantigas (amor, amigo, escárnio e maldizer). 5. O abandono pelo amado. Não existe essa característica explícita 1 4. b no texto de Arnaldo Antunes, apenas a ausência da pessoa O eu lírico é feminino, o sentimento é de dor amorosa e sau- amada. dade, típicos da cantiga de amigo. 6. a 1 5. e As cantigas de amor, de inspiração provençal, têm ambientações 1 6. c urbanas, palacianas ou citadinas, ao passo que as cantigas de Na cantiga de escárnio, a crítica é indireta. amigo têm ambientações rurais. 1 7. d 7. O poema estrutura-se em duas séries de estrofes paralelas. D. Dinis compôs cantigas de amor, de amigo e de maldizer. A primeira é composta pelas duas primeiras estrofes e a segunda pelas duas estrofes finais do poema. 1 8. B, C, A 8. A primeira série enfatiza a figura da mulher em seus afazeres 1 9. Os três cavaleiros são tementes a Deus e por ele protegidos. domésticos de costura e de bordado, e a segunda concentra-se O fato de a torre ter caído e matado os que ali estavam, com em seu sofrimento amoroso. exceção deles, pouco depois da prece de Galaaz, comprova a proteção de Deus. 9. a) A cantiga 1 é uma cantiga de amigo e a 2 é uma cantiga de amor. 2 0. Serem tementes (fiéis) a Deus; terem coragem, qualidade de- b) A primeira cantiga apresenta um eu lírico feminino, enquan- monstrada ao tentarem salvar as donzelas; tratamento gentil to a segunda, masculino. Na primeira, o interlocutor são as dispensado às mulheres. 3

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