PREVENÇÃO AO USO  DE DROGAS
HISTÓRIA DA PREVENÇÃO <ul><li>INÍCIO   </li></ul><ul><li>Final século XIX nos Estados Unidos e na Europa. </li></ul><ul><l...
A SITUAÇÃO BRASILEIRA <ul><li>A PROPAGANDA </li></ul><ul><li>Drogas Lícitas e Ilícitas </li></ul><ul><li>INTERNAÇÕES E MOR...
FATORES DE RISCO <ul><li>“ É uma condição que pode estar presente no indivíduo, na família, na escola, entre os pares ou n...
SÃO ELES: <ul><li>1. FATORES PRESENTES NO INDIVÍDUO: </li></ul><ul><li>Filhos de pais dependentes de drogas. </li></ul><ul...
2. FATORES PRESENTES NA FAMÍLIA <ul><li>Os pais apresentam comportamento de abuso ou dependência de drogas. </li></ul><ul>...
3. FATORES PRESENTES NA ESCOLA <ul><ul><li>A identificação de normas ou a falta de controle  sobre a presença de drogas. <...
4. FATORES PRESENTES ENTRE OS PARES <ul><li>A existência de vínculo mais forte com usuário de droga do que a família ou qu...
5.FATORES PRESENTES NA COMUNIDADE <ul><li>A falta de oportunidades socioeconômicas para a construção de um projeto de vida...
FATORES DE PROTEÇÃO <ul><li>“ É uma condição que também pode estar presente no indivíduo, na família, na escola, entre os ...
1. FATORES PRESENTES NO INDIVÍDUO <ul><li>É autoconfiante e responsável. </li></ul><ul><li>Tem condições intelectuais para...
2. FATORES PRESENTES NA FAMÍLIA   <ul><li>Laços afetivos significativos entre seus membros. </li></ul><ul><li>A educação f...
3. FATORES PRESENTES NA ESCOLA <ul><li>O estímulo à continuidade dos estudos. </li></ul><ul><li>O estímulo ao exercício do...
4. FATORES PRESENTES ENTRE OS PARES <ul><li>A participação em grupos com objetivos sociais ou comunitários. </li></ul><ul>...
5. FATORES PRESENTES NA COMUNIDADE <ul><li>O estabelecimento de normas de controle social para prevenir o uso de drogas. <...
MODELOS DE PREVENÇÃO
EPIDEMIOLÓGICO <ul><li>  Vê a droga como  uma doença contagiosa que precisa ser combatida evitando a expansão da epidemia ...
1. PREVENÇÃO NA ADOLESCÊNCIA <ul><li>Modelo jurídico-moral ou ético-jurídico </li></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Modelo de S...
2. PREVENÇÃO NA ESCOLA <ul><li>Aumento do  controle social   </li></ul><ul><li>Aumentar o controle e diminuir a tolerância...
3. EDUCACIONAL <ul><li>Princípio moral:   </li></ul><ul><li>Modelo do amedrontamento: </li></ul><ul><li>Modelo do conhecim...
REDUÇÃO DE DANOS <ul><li>O que é? </li></ul><ul><li>substituição de drogas </li></ul><ul><li>afirma ser  impossível uma so...
Onde surgiu? <ul><li>Surge em 1926, na Inglaterra  </li></ul><ul><li>Cresce na década de 80, devido ao surgimento dos prim...
POLÊMICA “ Grande parte dos usuários de drogas não consegue ou não quer parar de usa-las. Essas pessoas encontram nos Prog...
REDUÇÃO DE DANOS NO BRASIL <ul><li>INÍCIO </li></ul><ul><li>As primeiras iniciativas de redução de danos no Brasil datam d...
<ul><li>Em 1989 era proibida a distribuição de seringas limpas para usuários de drogas injetáveis.De acordo com o Ministér...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Fatores de Riscos

8.938 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação, Saúde e medicina
  • Seja o primeiro a comentar

Fatores de Riscos

  1. 1. PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS
  2. 2. HISTÓRIA DA PREVENÇÃO <ul><li>INÍCIO </li></ul><ul><li>Final século XIX nos Estados Unidos e na Europa. </li></ul><ul><li>MOTIVAÇÃO </li></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Controle social dos trabalhadores; </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>     Atribuição de Responsabilidade </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Avanço tecnológico   </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>MOVIMENTOS DE PREVENÇÃO </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><li> Foram crescendo e prosperando na modernidade. </li></ul>
  3. 3. A SITUAÇÃO BRASILEIRA <ul><li>A PROPAGANDA </li></ul><ul><li>Drogas Lícitas e Ilícitas </li></ul><ul><li>INTERNAÇÕES E MORTES </li></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>90% das internações psiquiátricas - ÁLCOOL </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>ocorrem mortes violentas </li></ul></ul></ul></ul></ul>
  4. 4. FATORES DE RISCO <ul><li>“ É uma condição que pode estar presente no indivíduo, na família, na escola, entre os pares ou na comunidade e que propicia o uso indevido de drogas, ocorrendo isoladamente,ou em um conjunto.” </li></ul><ul><li>( FREITAS, 1999) </li></ul>
  5. 5. SÃO ELES: <ul><li>1. FATORES PRESENTES NO INDIVÍDUO: </li></ul><ul><li>Filhos de pais dependentes de drogas. </li></ul><ul><li>Iniciou as atividades sexuais precocemente. </li></ul><ul><li>Tem tendência à ansiedade e a depressão. </li></ul><ul><li>Apresentou comportamento contrário às normas e as regras na infância. </li></ul><ul><li>Teve contato precoce com drogas. </li></ul>
  6. 6. 2. FATORES PRESENTES NA FAMÍLIA <ul><li>Os pais apresentam comportamento de abuso ou dependência de drogas. </li></ul><ul><li>As relações entre seus membros são conflituosas ou excessivamente permissivas. </li></ul><ul><li>Não existem diálogo e afetividade na comunicação entre pais e filhos. </li></ul><ul><li>Não existem critérios na aplicação de regras disciplinares. </li></ul><ul><li>Os pais não manifestam interesse pelas atividades realizadas pelos filhos. </li></ul><ul><li>Os pais são tolerantes quanto ao uso de drogas lícitas (álcool e tabaco). </li></ul>
  7. 7. 3. FATORES PRESENTES NA ESCOLA <ul><ul><li>A identificação de normas ou a falta de controle sobre a presença de drogas. </li></ul></ul><ul><ul><li>A tolerância ao uso do cigarro. </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>A utilização de rótulos para a identificação do aluno </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>como forma de punição ou de exclusão . </li></ul></ul></ul></ul>
  8. 8. 4. FATORES PRESENTES ENTRE OS PARES <ul><li>A existência de vínculo mais forte com usuário de droga do que a família ou qualquer outro grupo. </li></ul><ul><li>A existência de relação de amizade com usuários de álcool, tabaco e outras drogas. </li></ul><ul><li>O contato freqüente com colegas que apresentem comportamento transgressor. </li></ul>
  9. 9. 5.FATORES PRESENTES NA COMUNIDADE <ul><li>A falta de oportunidades socioeconômicas para a construção de um projeto de vida. </li></ul><ul><li>A falta de oportunidade de empregos para jovens. </li></ul><ul><li>O fácil acesso ao álcool ao tabaco e a outras drogas. </li></ul><ul><li>A permissividade da comunidade em relação ao consumo de drogas. </li></ul><ul><li>A negligência no cumprimento de normas e leis que regulamentam o uso de drogas. </li></ul>
  10. 10. FATORES DE PROTEÇÃO <ul><li>“ É uma condição que também pode estar presente no indivíduo, na família, na escola, entre os pares ou na comunidade, e que pode contribuir para diminuir a probabilidade de envolvimento com a droga, impedindo o aparecimento de novos casos, mesmo quando há fatores de risco presentes.” </li></ul><ul><li>(FREITAS, 1999) </li></ul>
  11. 11. 1. FATORES PRESENTES NO INDIVÍDUO <ul><li>É autoconfiante e responsável. </li></ul><ul><li>Tem condições intelectuais para a tomada de decisão. </li></ul><ul><li>Tem interesse pelos estudos. </li></ul><ul><li>Mantém relação afetiva de confiança com os pais, professores, parentes e outros. </li></ul>
  12. 12. 2. FATORES PRESENTES NA FAMÍLIA <ul><li>Laços afetivos significativos entre seus membros. </li></ul><ul><li>A educação formal é estimulada e valorizada. </li></ul><ul><li>Existe relação de confiança entre pais e filhos. </li></ul><ul><li>Os pais mostram-se interessados pela vida dos filhos e participam de seus sucessos e fracassos. </li></ul><ul><li>Predominam o estilo de vida compreensivo sem autoritarismo ou permissividade. </li></ul>
  13. 13. 3. FATORES PRESENTES NA ESCOLA <ul><li>O estímulo à continuidade dos estudos. </li></ul><ul><li>O estímulo ao exercício dos princípios de cooperação, solidariedade, etc. </li></ul><ul><li>A promoção de atividades criativas e extracurriculares para a criação de vínculo entre aluno, escola, pais e comunidade. </li></ul><ul><li>Atuação da escola como veículo de informação adequada sobre a questão das drogas. </li></ul>
  14. 14. 4. FATORES PRESENTES ENTRE OS PARES <ul><li>A participação em grupos com objetivos sociais ou comunitários. </li></ul><ul><li>O envolvimento em atividades antidrogas. </li></ul><ul><li>A aceitação de autoridade situada fora de seu grupo, seja na comunidade, na escola ou na família. </li></ul>
  15. 15. 5. FATORES PRESENTES NA COMUNIDADE <ul><li>O estabelecimento de normas de controle social para prevenir o uso de drogas. </li></ul><ul><li>A satisfação das necessidades básicas nas áreas de saúde, educação, habitação, profissionalização, emprego e lazer. </li></ul><ul><li>A existência ao envolvimento dos jovens em serviços comunitários. </li></ul>
  16. 16. MODELOS DE PREVENÇÃO
  17. 17. EPIDEMIOLÓGICO <ul><li> Vê a droga como uma doença contagiosa que precisa ser combatida evitando a expansão da epidemia da dependência </li></ul>
  18. 18. 1. PREVENÇÃO NA ADOLESCÊNCIA <ul><li>Modelo jurídico-moral ou ético-jurídico </li></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Modelo de Saúde pública ou </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Médico-sanitarista </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><li>Modelo Psicossocial </li></ul><ul><li>Modelo Sociocultural </li></ul>
  19. 19. 2. PREVENÇÃO NA ESCOLA <ul><li>Aumento do controle social </li></ul><ul><li>Aumentar o controle e diminuir a tolerância. </li></ul><ul><li>Oferta de alternativas </li></ul><ul><li>Propõe opções de lazer e cultura, programas de instrução profissional e participação política com o objetivo de entretenimento. </li></ul><ul><li>Educacional </li></ul><ul><li>Destaca-se seis práticas </li></ul>
  20. 20. 3. EDUCACIONAL <ul><li>Princípio moral: </li></ul><ul><li>Modelo do amedrontamento: </li></ul><ul><li>Modelo do conhecimento científico </li></ul><ul><li>Modelo da educação afetiva </li></ul><ul><li>Modelo do estilo de vida saudável </li></ul><ul><li>Modelo da pressão positiva do grupo </li></ul>                                                  
  21. 21. REDUÇÃO DE DANOS <ul><li>O que é? </li></ul><ul><li>substituição de drogas </li></ul><ul><li>afirma ser impossível uma sociedade sem drogas </li></ul><ul><li>a guerra contra as drogas fere princípios éticos e direitos individuais. </li></ul>
  22. 22. Onde surgiu? <ul><li>Surge em 1926, na Inglaterra </li></ul><ul><li>Cresce na década de 80, devido ao surgimento dos primeiros casos de Aids nos Estados Unidos entre os usuários de de drogas injetáveis (UDI). </li></ul>
  23. 23. POLÊMICA “ Grande parte dos usuários de drogas não consegue ou não quer parar de usa-las. Essas pessoas encontram nos Programas de Redução de Danos quem as aceite e oriente, de modo a evitar conseqüências mais graves do uso” (www.relard.net) “ A redução de danos teve um preço trágico onde foi aplicada. Os programas de R.D. em alguns países europeus, como Holanda, Suíça e Suécia, resultaram num dramático aumento do uso de drogas. Como conseqüência, a Suécia, por exemplo, para reverter o quadro, adotou uma severa política antidrogas, ao constatar que as leis mais brandas causaram efeito devastador na sociedade. A Holanda é apresentada como modelo internacional de liberalização. Na realidade, a descriminalização de certas drogas, propiciou um aumento do crime e do uso de drogas”. (www.rio.rj.gov.br)
  24. 24. REDUÇÃO DE DANOS NO BRASIL <ul><li>INÍCIO </li></ul><ul><li>As primeiras iniciativas de redução de danos no Brasil datam de 1989, na cidade de Santos </li></ul>
  25. 25. <ul><li>Em 1989 era proibida a distribuição de seringas limpas para usuários de drogas injetáveis.De acordo com o Ministério Público era um incentivo ao uso de drogas e que não havia como comprovar cientificamente que a distribuição de seringas era a melhor forma de prevenção. </li></ul><ul><li>Em 1993, profissionais passaram a sair às ruas e iam aos locais de consumo de drogas injetáveis para ensinar aos usuários técnicas de desinfecção de agulhas e seringas. </li></ul><ul><li>Em 1998, foi regulamentada a distribuição de seringas (Decreto 42.927, de 13 de maio de 1998). </li></ul>HISTÓRIA

×