A Reforma protestante

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Slide sobre Reforma protestante , passado pelo Pastor Tarcísio na EBD 02/11/2014 IBM-SLM

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A Reforma protestante

  1. 1. A REFORMA PROTESTANTE
  2. 2. UM POUCO DE HISTÓRIA • A Reforma Protestante foi um movimento que visou trazer a igreja à pureza original do cristianismo segundo o Novo Testamento. • Depois do Pentecostes, a Reforma do século XVI foi o maior movimento espiritual ocorrido dentro da Igreja. • Representou uma volta à Bíblia, ao ensino dos apóstolos e, por isso, a rejeição total a qualquer doutrina sem base nas Escrituras.
  3. 3. • Martinho Lutero (1483-1546) foi o instrumento que Deus usou para dar o brado da Reforma, depois que homens como John Wycliff, John Huss e Jerônimo Savonarola já haviam se dedicado a esta causa. • Lutero era filho de camponeses, tornou-se monge agostiniano e entrou para o convento de Erfurt, depois de uma dramática experiência numa tempestade, onde fez o voto de ser sacerdote se fosse poupado da morte.
  4. 4. • Buscava com avidez a salvação de sua alma. Em 1512, aos 29 anos, o texto de Romanos 1:17, “o justo viverá por fé”, abriu os olhos do seu coração para compreender a verdade de Deus. Ali ele descobriu a gloriosa doutrina da Justificação pela Fé. • Mais tarde, quando o papa Leão X estava construindo a basílica de São Pedro, seu emissário Johannes Tetzel foi à Alemanha vender indulgências, que ofereciam redução das penas do purgatório.
  5. 5. • Convencido pelas Escrituras de que o tráfico de indulgências desviava o povo da verdade, oferecendo-lhe falsas esperanças, Lutero decidiu enfrentar esse abuso e, no dia 31 de outubro de 1517, pregou nas portas da igreja de Wittenberg as 95 teses contra as indulgências e os desmandos do papado. • Estava deflagrado o movimento da Reforma Protestante. Essas teses foram um golpe no poder papal e no poder da Igreja Romana que desviara da fé apostólica.
  6. 6. • Lutero foi excomungado pelo papa. Em 1521, em Worms, na Dieta Imperial, sob ameaça de morte, ele defendeu sua fé diante do imperador, clérigos, nobres, condes e embaixadores. • A partir daí, o evangelho passou a ser pregado na língua do povo. Nos púlpitos e nos bancos das igrejas havia cópias da Bíblia traduzida por Lutero. • Cantavam-se por toda a Alemanha hinos evangélicos e salmos, muitos dos quais escritos pelo próprio Lutero. Dentre eles, destacava-se a Marselhesa da Reforma, “Castelo Forte é o nosso Deus”.
  7. 7. • As teses combateram o pretenso poder da Igreja de ser mediadora entre o homem e Deus, vendendo o perdão dos pecados. • Dentro de 30 anos, a igreja cristã na Alemanha tinha sido reformada, como ninguém jamais poderia ter sonhado. Os abundantes escritos de Lutero tiveram larga aceitação. • E assim o movimento se espalhou pela Boêmia, Hungria, Polônia, Inglaterra, Escócia, França, Países Baixos, Escandinávia e até mesmo pela Espanha e Itália.
  8. 8. • Deus levantou outros esteios da Reforma como João Calvino, Zwinglio, John Knox e outros para darem continuidade a esse movimento reformador. A Reforma chegou até nós e hoje somos herdeiros desse bendito legado. • Precisamos manter acesa a mesma chama que ardeu no coração desses gigantes do passado, mantendo pura a nossa consciência e firme a nossa fé, a fim de que as gerações pósteras possam herdar o fiel legado da verdade de Deus.
  9. 9. • A Reforma não foi uma inovação na igreja, mas uma volta à doutrina dos apóstolos. Não foi um desvio de rota, mas uma volta às Escrituras. • A Reforma colocou a igreja de volta nos trilhos da verdade.
  10. 10. QUAIS FORAM AS GRANDES ÊNFASES DA REFORMA? • 1. A singularidade das Escrituras. • O conhecido SOLA SCRIPTURA, acentua que as Escrituras são a nossa única regra de fé e prática e que devemos rejeitar, peremptoriamente, qualquer doutrina que não esteja fundamentada na Palavra de Deus.
  11. 11. • Não podemos acrescentar nada às Escrituras nem retirar delas qualquer de seus ensinamentos. A Palavra de Deus é inspirada, inerrante, infalível e suficiente. Sua origem não é humana, mas divina. • É inerrante quanto ao seu conteúdo, infalível quanto às suas profecias e suficiente quanto ao seu propósito. Não precisamos nem podemos acrescentar nossas experiências nem as tradições da igreja à Palavra de Deus.
  12. 12. • Não são nossas experiências que legitimam as Escrituras, mas ELAS é que julgam as nossas experiências.
  13. 13. • 2. A singularidade da Fé. • O conhecido SOLA FIDE, enfatiza que a salvação é recebida por meio da fé e não através das obras. Não somos aceitos por Deus por causa das nossas obras. Somos aceitos em Cristo, por causa de seus méritos, e recebemos essa salvação gratuita por meio da fé.
  14. 14. • A fé não é a causa meritória da nossa salvação, mas a causa instrumental. Não somos salvos por causa da fé, mas através da fé. A causa meritória da salvação é o sacrifício substitutivo de Cristo, enquanto a fé se apropria dos benefícios desse sacrifício. • O apóstolo Paulo é meridianamente claro a esse respeito: “Pela graça sois salvos, mediante a fé, e isso não vem de vós, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2.8,9).
  15. 15. • 3. A singularidade da graça. • O conhecido SOLA GRATIA, destaca que não somos salvos pelas obras que fazemos para Deus, mas pela obra que Cristo fez por nós. Graça é um dom precioso concedido a alguém que não merece, mas precisa. Deus nos amou quando éramos fracos, ímpios, pecadores e inimigos.
  16. 16. • Deus nos buscou quando estávamos perdidos. Deus nos deu vida quando estávamos mortos. Atraiu-nos para ele, quando todas as inclinações da nossa carne eram inimizades contra ele. • Seu amor foi incompreensível, pois sendo nós filhos da ira, ele nos amou incondicinalmente, e enviou-nos seu Unigênito Filho para morrer em nosso lugar, para nos adotar como filhos e nos receber em sua família, constituindo-nos filhos do seu amor. Isso é graça! Graça bendita, maravilhosa graça!
  17. 17. • 4. A singularidade de Cristo. • O conhecido SOLUS CHRISTUS, evidencia que Jesus Cristo, o Filho de Deus, é o único Mediador entre Deus e os homens. Ele é a Porta do céu, o Caminho que nos leva ao Pai.
  18. 18. • Por sua morte na cruz, rasgou o véu do santuário e abriu-nos um novo e vivo caminho para Deus. Jesus é o único Salvador e não há nenhum outro nome dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos.
  19. 19. • 5. A singularidade de Deus. • O conhecido SOLI DEO GLORIA, destaca que tudo foi criado por Deus e existe para a glória de Deus. O fim último da nossa própria existência é glorificar a Deus e gozá-lo para sempre.
  20. 20. • O homem não é o centro do universo, Deus é. A salvação é pela graça, pela fé, para as obras, com o único propósito de que Deus seja glorificado por toda a eternidade. • Diz o apóstolo Paulo: “Porque dele, por meio dele e para ele são todas as coisas”. A Deus, portanto, honra, glória e louvor, agora, e pelos séculos eternos! Romanos 11:36
  21. 21. CONCLUSÃO As bases de uma reforma espiritual: Doutrina > Experiência > Prática Estamos precisando de uma nova reforma. Estamos precisando voltar à Palavra.

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