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Os Maias - Análise

Proposta de análise de "Os Maias"

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Proposta de análise,[object Object],“Os Maias”, ,[object Object],de ,[object Object],Eça de Queirós,[object Object]
Os Maias - Análise
Importância da Analepse:,[object Object],A intriga secundária, presente na grande analepse, permite ,[object Object],enquadrar e explicar grande parte dos acontecimentos e ,[object Object],comportamentos que terão lugar na intriga principal (a ,[object Object],separação de dos dois irmãos, a educação dada a Carlos,,[object Object],o peso da hereditariedade, o sentimentalismo exagerado das ,[object Object],personagens).,[object Object]
Os Maias - Análise
- Fim da grande analepse.,[object Object],- Elipse.,[object Object],- Tempo histórico.,[object Object],[object Object], Carlos da Maia no meio lisboeta.,[object Object]
Pag. 63,[object Object],O bom Vilaça, no entanto, dando estalinhos aos dedos, preparava,[object Object],uma observação. Não se podia decerto ter melhor prenda que,[object Object],montar a cavalo com as regras... Mas ele queria dizer se o Carlinhos,[object Object],já entrava com o seu Fedro, o seu Tito Liviozinho...,[object Object],— Vilaça, Vilaça — advertiu o abade, de garfo no ar e um sorriso,[object Object],de santa malícia — não se deve falar em latim aqui ao nosso,[object Object],nobre amigo... Não admite, acha que é antigo... Ele, antigo é...,[object Object],— Ora sirva-se desse fricassé, ande, abade — disse Afonso —,[object Object],que eu sei que é o seu fraco, e deixe lá o latim...,[object Object],O abade obedeceu com deleite; e escolhendo no molho rico os,[object Object],bons pedaços de ave, ia murmurando:,[object Object],— Deve-se começar pelo latinzinho, deve-se começar por lá... É,[object Object],a base; é a basezinha!,[object Object],— Não! latim mais tarde! — exclamou o Brown, com um gesto,[object Object],possante. Prrimeiroforrça! Forrça! Músculo...,[object Object],E repetiu, duas vezes, agitando os formidáveis punhos:,[object Object],— Prrimeiro músculo, músculo!...,[object Object],Afonso apoiava-o, gravemente. O Brown estava na verdade. O,[object Object],latim era um luxo de erudito... Nada mais absurdo que começar a,[object Object],ensinar a uma criança numa língua morta quem foi Fábio, rei dos,[object Object],Sabinos, o caso dos Gracos, e outros negócios de uma nação extinta,,[object Object],deixando-o ao mesmo tempo sem saber o que é a chuva que o,[object Object],molha, como se faz o pão que come, e todas as outras coisas do universo,[object Object],em que vive...,[object Object],— Mas enfim os clássicos — arriscou timidamente o abade.,[object Object],— Qual clássicos! O primeiro dever do homem é viver. E para,[object Object],isso é necessário ser são, e ser forte. Toda a educação sensata consiste,[object Object],nisto: criar a saúde, a força e os seus hábitos, desenvolver,[object Object],exclusivamente o animal, armá-lo de uma grande superioridade,[object Object],física. Tal qual como se não tivesse alma. A alma vem depois... A,[object Object],alma é outro luxo. É um luxo de gente grande...,[object Object],[object Object],(uso do diminutivo: traduz a ideia de,[object Object],pequenez, mesquinhice…),[object Object],[object Object],o corpo deve ser desenvolvido, para,[object Object],que depois se desenvolva a mente:,[object Object],“Mente sã em corpo são”,[object Object],[object Object],a experiência, o contacto,[object Object],com a natureza (conhecimento,[object Object],empírico),[object Object],[object Object],menosprezada,[object Object]

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