MATERIAIS AUXILIARES NA INICIALIZAÇÃO
DE APRENDIZAGEM DA NATAÇÃO
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Já outros vários autores defendem seu uso, como
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Aumenta a sensação de segurança da criança;
A criança fatiga-se menos, logo, a densidade motora
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Portanto, permite que a criança iniciante adquira
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Há classificações para os diferentes tipos de materiais
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 Tipo: Flutuação
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Placas
Pull-Buoys
Braçadeiras
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 Tipo: Propulsão
Principal objetivo de facilitar a propulsão da criança
no meio aquático. Aumentar a área propulsiva.
Palas
Barbatana
 Tipo: Respiração/Visão
Facilita a utilização das funções “respiração” e “visão”
no meio aquático. Com os materiais que a...
Snorkel
Mola para o nariz
Recreativos
Realizarem determinadas tarefas ou para manterem-
se mais tempo numa atividade.
Encorajam a criança iniciant...
Tapete Flutuante
Bolas
Referências Bibliográficas
 1. ABRANTES, J. (1982). Informação extroceptiva em natação. In: P. Sarmento, C. Carvalho, I.
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Referências Bibliograficas
 9. NAVARRO, F. (1995). Hacias el dominio de la Natación. Editorial Gymnos. Madrid.
 10. NOVÁ...
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Vantagens, desvantagens, tipos, descrição e objetivos destes materiais.

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  1. 1. MATERIAIS AUXILIARES NA INICIALIZAÇÃO DE APRENDIZAGEM DA NATAÇÃO Vantagens, desvantagens, tipos e descriçãoVantagens, desvantagens, tipos e descrição
  2. 2. Algo que gera discussões e controvérsias quando se fala no ensino da natação, é do grau de importância pedagógica dos materiais auxiliares. *01 - Pull-Buoys *02 - Braçadeiras *03 - Espaguetes
  3. 3.  Desvantagens... Alguns autores como Catteau e Garrof, acreditam em evitar o uso dos materiais auxiliares, com ênfase nos que ajudam a flutuação e impulsão. Chegam até condena-los afirmando que fazem o oposto de seus propósitos, ou seja, atrasam a aprendizagem de inicialização do aprendiz. A criança deve procurar por si só resolver os problemas fundamentais do equilíbrio no meio liquido.
  4. 4.  Vantagens... Já outros vários autores defendem seu uso, como Langendorfer, Bruya, Barbosa e Queirós. Porém com a ressalva que a utilização excessiva causará dependência nas crianças aprendizes na iniciação da natação, que dificilmente poderá ser abolido desta dependência posteriormente.
  5. 5.   • Através de pesquisas, autores como Navarro, Moreno e Sanmartín, que defendem a utilização destes materiais auxiliadores, no processo de adaptação ao meio aquático, apresentaram diversos argumentos, sustentando as suas opiniões.
  6. 6.   Aumenta a sensação de segurança da criança; A criança fatiga-se menos, logo, a densidade motora ou a duração da aula poderá ser superior; O ensino é mais atrativo para a criança; As crianças aprendem a realizar um maior número de habilidades num menor período de tempo.
  7. 7.   Portanto, permite que a criança iniciante adquira importantes habilidades motoras e experiências no meio aquático. Mas mostram-se bastante receosos na escolha de materiais mais convencionais, como as placas ou os pull-buoys. Segundo os autores, estes materiais, interferem com os objetivos pedagógicos e potenciam o acidente. Antes, sugerem o uso de materiais recreativos, como os arcos, as bolas, os tapetes flutuantes ou os escorregas, entre outros.
  8. 8.  Tipos de Materiais Há classificações para os diferentes tipos de materiais auxiliares que é possível utilizar no ensino de iniciação de natação. Feitos por autores que centraram suas pesquisas e atenção em diferentes tipos e objetivos destes materiais.
  9. 9.   Uma das formas de classificação é de materiais de pequenos e grandes portes, e que se distinguem em convencionais (para a própria prática das atividades aquáticas) e não convencionais (recreativas). Uma outra forma de classificar os materiais é de acordo com o principal objetivo, ou objetivos, a que se destina. Ou seja, com a principal habilidade motora aquática básica que auxilia a executar e/ou a realizar.
  10. 10.   Pelo que foi dito parece ser mais adequada uma classificação dos materiais de acordo com a sua função do que com base na sua dimensão, por causa da falta de importância que este critério acarreta. Assim, são considerados os materiais que auxiliem à execução das habilidades motoras aquáticas básicas “equilíbrio”, “respiração” e “propulsão”, bem como, os materiais recreativos.
  11. 11.  Tipo: Flutuação Principal objetivo é auxiliar a criança a atingir equilíbrio (vertical ou horizontal), pouco denso mas resistente.
  12. 12. Placas
  13. 13. Pull-Buoys
  14. 14. Braçadeiras
  15. 15. Espaguete
  16. 16.  Tipo: Propulsão Principal objetivo de facilitar a propulsão da criança no meio aquático. Aumentar a área propulsiva.
  17. 17. Palas
  18. 18. Barbatana
  19. 19.  Tipo: Respiração/Visão Facilita a utilização das funções “respiração” e “visão” no meio aquático. Com os materiais que auxiliam a respiração, a criança iniciante tem a possibilidade de ventilar livremente, não tendo necessidade de sincronizar a respiração com a ação dos segmentos propulsivos nem vencer a densidade da agua.
  20. 20. Snorkel
  21. 21. Mola para o nariz
  22. 22. Recreativos Realizarem determinadas tarefas ou para manterem- se mais tempo numa atividade. Encorajam a criança iniciante a interagir com a água, especialmente em fases iniciais de adaptação ao meio aquático. Também servem como “distração” ao medo pela falta de afetividade que a criança tenha a este meio, novamente, nas fases iniciais da adaptação.
  23. 23. Tapete Flutuante
  24. 24. Bolas
  25. 25. Referências Bibliográficas  1. ABRANTES, J. (1982). Informação extroceptiva em natação. In: P. Sarmento, C. Carvalho, I. Florindo e A. Vasconcelos Raposo (eds.). Aprendizagem Motora e Natação. pp. 47-66. Edições do Instituto Superior de Educação Física da Universidade Técnica de Lisboa. Lisboa.  2. CATTEAU, R. e GAROFF, G. (1988). O ensino da Natação. Editora Manole. São Paulo  3. BARBOSA, T. e QUEIRÓS, T. (2000). Manual prático de Actividades Aquáticas e Hidroginástica. Ed. Xistarca. Lisboa.  4. JOHNSTRON, K.; BRUYA, L. e LANGENDORFER, S. (1994). Ready to paddle. Parks & Recreation. (feb): 50-56.  5. LANGENDORFER, S. (1987). Children's movement in the water: a developmental and environmetal perspective. Children's envioremental quertely. 4(2): 25-32.  6. LANGENDORFER, S. e BRUYA, L. (1995). Aquatic readiness. Developing water competence in young children. Human Kinetics. Champaign, Illinois.  7. MONTEIL, K. e ROUARD, A. (1992). Influence of the size of the paddles in front crawl stroke. In: D. MacLaren, T. Reilly e A. Lees (eds.). Biomechanics and Medicine in Swimming VI. pp. 99- 104. E & FN SPON. London.  8. MORENO, J. e SANMARTÍN, M. (1998). Bases metodológicas para el aprendizaje de las actividades acuáticas educativas. INDE Publicaciones. Barcelona.
  26. 26. Referências Bibliograficas  9. NAVARRO, F. (1995). Hacias el dominio de la Natación. Editorial Gymnos. Madrid.  10. NOVÁK, J. (1983). Swimming direction and visual control. In: P. Hollander, P. Huijing e G. de Groot (eds.). Biomechanics and medicine in swimming. pp. 345-349. Human Kinetics Publishers. Champaign, Illinois.  11. REJMAN, COLMAN, V.; SOONS, B. e PERSYN, U. (2003). A preliminary study of the kinematics and dynamics of single fin movement. In: J.C. Chatard (ed.). Biomechanics and Medicine in Swimming IX. pp. 511-515. University of Saint-Etienne. Saint-Etienne.  12. SEBASTIANI, E. e GONZÁLEZ, C. (2000). Actividades acuáticas recreativas. INDE Publicaciones. Barcelona.  http://www.ipb.pt/~barbosa/materiais.html

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