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Semiotica

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Análise dos elementos teóricos da semiótica de base greimasiana.
O slide é altamente pedagógico e visa a informa e complementar o conhecimento do leitor estudante da teoria.
Claro, didático, completinho e pronto para ser usado em apresentaçõe spara sala de aula e para o público em geral.

Análise dos elementos teóricos da semiótica de base greimasiana.
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Semiotica

  1. 1. O có digo no qual se estrutura determinada linguagem, ou seja, a sua forma, estáligada a certos traç os da matéria de expressão.
  2. 2. Assim então, cada linguagem é uma combinaç ão específica de có digos, isto significa que o agrupamento total de có digos de uma linguagem nunca é idêntico de uma linguagem para outra.
  3. 3. Existem em cada linguagem có digos de expressão e có digos de conteúdo específicos. A multimídia ( hipermídia) é uma forma eletrô nica de informaç ão tecnoló gica, um modo de publicaç ão, e uma linguagem.
  4. 4. Seu espaç o pode materializar o diálogo de múltiplas mídias. São informaç ões tecnoló gicas, algorítimicas sem matéria visível.
  5. 5. O designer ou o artista da multimídia relaciona-se com dados numéricos, com funç ões e operaç ões ló gicas. Concebendo e elaborando modos flexíveis de realidades paralelas.
  6. 6. Sua matéria-prima é abstrata, são números e leis conceituais que permitem dar forma à simulaç ões por meio de programas tradutores desses números em imagens, texto e som.
  7. 7. Multimídia é um retalho de linguagens, e os procedimentos do percurso criativo reproduzem algumas etapas de produç ão das mídias que compõem o seu retalho.
  8. 8. LINGUAGEM O termo é usado para determinar um sistema de signos. Esse sistema pode ser verbal, visual e/ou oral. A linguagem dáforma à construç ão do pensamento.
  9. 9. A linguagem é um instrumento que dá lugar à composiç ão de signos, ou sistema de signos para possibilitar a comunicaç ão.
  10. 10. Onde quer que uma informaç ão seja transmitida tem-se um ato de comunicaç ão. Não hácomunicaç ão sem informaç ão.
  11. 11. Não hátambém transmissão de informaç ão sem um canal ou veículo através do qual essa informaç ão transite.
  12. 12. Para que haja comunicaç ão é preciso que partilhe-se, pelo menos parcialmente, o có digo através da qual essa informaç ão se organiza na forma de mensagem.
  13. 13. A linguagem é um instrumento que dá lugar à composiç ão de signos, ou sistema de signos para possibilitar a comunicaç ão
  14. 14. A linguagem é usada para significar todos os tipos de signos e símbolos. Desta forma, não existe pensamento sem linguagem.
  15. 15. teoria geral dos signos
  16. 16. Phaneron, ou fenô meno, é tudo aquilo que podemos sentir, perceber, inferir (deduzir por raciocínio), lembrar ou algo que podemos localizar na ordem espaç o-temporal, melhor, o que identificamos como “mundo real”.
  17. 17. Fenô meno é qualquer coisa que aparece à mente, seja ela sonhada, imaginada, concebida, vislumbrada, alucinada...Um devaneio, um cheiro, um desejo, uma idéia geral e abstrata. Enfim, qualquer coisa.
  18. 18. Peirce observou como os fenô menos se apresentam à experiência. Esse exame tinha como objetivo revelar os diferentes tipos de elementos detectáveis nos fenô menos.
  19. 19. Agrupou os fenô menos a partir dos seus modos de combinaç ão. E conclui que hátrês elementos formais, ou categorias universalmente presentes em todos os fenô menos.
  20. 20. Essas três categorias são tão gerais que podem ser vistas como tons, humores ou finos “esqueletos de pensamentos”, pontos para os quais tendem a convergir.
  21. 21. categoria dos fenômenos primeiridade: acaso, indeterminaç ão, frescor, originalidade, qualidade. secundidade: forç a bruta, aç ão-reaç ão, conflito, aqui-e-agora, esforç o, resistência. terceiridade: diz respeito às idéias de generalidade, continuidade, crescimento, representaç ão, lei.
  22. 22. O QUE É SIGNO ? Signo é uma coisa que representa uma outra coisa. Só é signo se ele carregar com ele esse caráter de representar, ou seja, de substituir uma coisa que é diferente dele.
  23. 23. interpretante objetosigno
  24. 24. Signo é alguma coisa que representa algo para alguém. Dirige-se à alguém, ou à uma mente. Para esse signo criado ele denominou interpretante do primeiro signo
  25. 25. Signo e representamen o signo representa algo para alguém, mas não condiciona a sua existência à percepç ão desse alguém.
  26. 26. Estas definiç ões apontam para um engedramento ló gico entre os três termos. Algo é gerado, produzido, originado da relaç ão entre os termos: signo - objeto - interpretante.
  27. 27. Peirce afirma que o signo é determinado pelo objeto, isso nos leva a pensar que o objeto tem primazia sobre o signo. Mas na forma ordenada de um processo triádico, o objeto é um segundo em relaç ão com o signo que é um primeiro.
  28. 28. O objeto só é acessível pela mediaç ão do signo. O objeto é algo diverso do signo, daí haver determinaç ão do signo pelo objeto e não uma mera substituiç ão.
  29. 29. O terceiro nesta relaç ão triádica é o interpretante. Aqui aparece a forma de agir do signo, aqui estáa sua ló gica, a sua aç ão.
  30. 30. O interpretante é aquilo que é determinado pelo signo ou pelo pró prio objeto através da mediaç ão do signo.
  31. 31. O interpretante é um vir a ser, um tornar-se da interpretaç ão, portanto anterior à interpretaç ão.
  32. 32. Uma relaç ão de representaç ão é uma relaç ão triádica. Representaç ão não se confunde com representamen ou signo. Representaç ão estárelacionada com a relaç ão triádica.
  33. 33. ícones: dáênfase à qualidade, ao acaso, indeterminaç ão, presentidade, imediaticidade. Signo compartilha os caracteres do objeto.
  34. 34. índices: relaç ão existencial, material, de resistência. Existe uma conexão existencial. Existe realmente uma conexão direta com o objeto.
  35. 35. símbolos: quando o fundamento da relaç ão de pende de um caráter imputado, convencionado ou de lei.

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