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Livro irmãos gêmeos

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Livro irmãos gêmeos

  1. 1. x_ coleção , !an tan f- . | ' í l 1 X § * l i Young So Yoo Young Mi Park a_ _/ e. ” PNI . I ) D . fl | I . í "' . u n IL_ E I n , l. o com mundanu E a. , - - , r› . g ° c¡ n** , u¡ 'eauuuo Lg¡ : :f . a0, > x , l
  2. 2. Meu cabelo é comprido, o do Marco é curto. A minha bicicleta é verde, a dele é amarela. Esse é o Mavco. Eu sou o Daniel. Nós somos innãos e temos a mesma idade. Somos gémeos! Mas somos bastante diferentes.
  3. 3. 0 Marco sempre teima: "Eu sou o mais velho! Por isso, me respeitel". Eu respondo: "Temos a mesma idade e eu sou o mais alto. Como você pode dizer que é mais velho? " Nós sempre brigamos por causa disso, nunca chegamos a uma solução. E pior, acabamos sempre levando bronca da mamãe e do papai.
  4. 4. ›___ , g ; a . x5. 3 g e, - l - L Wimããl 1 Outrodía, mamãeestavacozinhandoedeixou : ~ ' *x - . ' -~ +~~ ~ a e , q -- _ | ~- afarinhacainMarcoeeufizemosumaapostapara ¡ l q' 1-) í i l verquem limparia mais rápido afarinhaque estava , lj " "" i - no chão: "Vamos limpar logo, antes que alguém pise r V ~~ " 'z ~ . r K5" _ x efique tudo sujol Rápidol Rápido! " , .s, _, / 1 z i '5- Como afarinhaépómão conseguiamos pegarumapor x , i | p (r / a a k J uma. Então, juntamos um punhado com as duas mãos l . ' M¡ -r x . X_ * . › u* w 'v “v "HJ q, e colocamos cada um na sua bandeja. , i v 1 , z xx¡ l i
  5. 5. l : T1 _ . v g' l ' l › . e “ _ i › u' ' l | _/ _ _ , x ' V» x : Í t l *~ ” x. _ _ pa] r . ¡ l _V , i l- - ' , l Q i '* l li « '“ l ii 'a ~ N. . q! e 1_ a Eupeguei iitJiiO maisfarinha! Mas Marco insistiu- - Mentira, eupeguei lili-lã farinha que o Daniel. V. ; - Não mesmo! Fui eu que peguei M à “ S farinha! Aieudei um chute nelee ele me bateu X À _.
  6. 6. _ ' , k ' x, W, .' j ' _k_ ' ¡; _ _q '-* (j / SÉ. , _J 4( ' , ~ Q / fy “É ' 7 . ' _ _ ' "SV É* ' “ 7 “J Aovernossabrigamamãefalom - Parem de brigar e venham aqui. Vamos medir a farinha Mamãe foi tirando a minha farinha com uma xícara e despejando em uma tigela. Um, dois, três, quatro, cinco, seis. sete, oitol Oba! Eu juntei oito xícaras de farinha
  7. 7. Mamãe também contou a farinha do Marco com a xícara e colocou em uma tigela. Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito! - Viram? A quantidade é IG U AL! Agora chega de brigal j *C47 ,7'”'". ¡ J' ? i/, ÀIRÍÍW r_ast*s› l* 'l l , si : nos r . r ? S z i_ _ia ( Nx) ,
  8. 8. f. . ._p4 -' i " K * i_ : Àx V A j " *c/ -Ã x. : [E1 'r ~_ 4. " - j 'à f L e x . - ql" '^ -À K1 A_ / ' -r ck" v_ */ x. L¡ . , 1 'r . › . I . c Era dia de macarrão Estávamos preparando a massa, quando vi mamãe dando ›^~ : E massa para Marco. Fiquei com vontade de chorar! -AmassadoMarcoéCFMDEelargaPorque aminha massaé FÉQi_ E Aecompridal l i e a¡ nda que n iomuto mude a quantidade Cammuara uma a
  9. 9. *rui* "Z r I . Hi' u” j¡ . _ . _~ M: - j 3 ' f i  : És i 1. j _r ; V f V. , d dm / j L d , l / -Calma, elas são do mesmo tamanho Olhem! F Mamãe juntou a massa do Marco e fez uma bola j Amassou, amassouCorn aminha massa, ela também d t_ fez uma bola Amassou, amassou. - A. _, , V _ A bola de massa de Marco e a minha tinham """". o mesmo tamanho. -Olha só, elas são IGUAIS! É mesmo! Antes uma tinha um formato largo, e a outra, um formato comprido, mas a quantidade de massa era a M ESHÀ!
  10. 10. j' d . e Fi ' _ ~ - »v , í/' -~¡: . / l v j Lol_ x' * . ç O: tã _ , Í 1,: ;a v 'J ru' a: v** t " / ' n K I Ontem, nós brigamos por causa do leite. Mamãe também tinha dado mais leite para meu innão. Eu pedi para ele trocar o leite dele com o meu. Mas Marco não quis. Eu bati nele. E ele também me bateu Eu chorei, gritando: - Por que eu tenho *. ' E ' . 'CS leite? s. ; -. ' I . a. 4 F . .z F' l › ~ : - ' , Já f' '/ Jipe) . i -, “ “ça 'â i x. : i L, _ g / W _ / J cx» _, Li à* 2 _______› ; Ç _ / i N_ r 5 ^ r , . A . /'% .21 a¡ 0 mesmo acontece com líquidos. Faça a crianca perceber que a mesm quantidade de leite pode parecer maior ou menor se colocada em copos de formatos diferentes. '°*"e, ~'3,_¡ . -v ~. :fã
  11. 11. A; 3 Papai trouxe dois copos iguais. _l l - Crianças, olhem! Vocês têm 473_ g . ' o mesmo volume de leite. ! Ê I j_ Papai pós o leite de Marco em um 3:¡ _L_ . i 1 J copo e o meu em outro. “ , , «-- L_ L r, q l Í hi1/ J 1 F _ k ' JJ): l 7 . f v', i 4 - i xx" ' t" K / / " “ ›L. » . '~ x , .j _ l _l k . f Ka , x / g-xí, verdadelAsquantidadessópareciam Í' ' 'L j; DISEÊENTESporqueestavamemcoposde k . f l _r _ a _ __›- _ç_ _ _ formatosdliferentesmasovolumedeleite 'w . i era
  12. 12. Hoje. brigamos quando estávamos desenhando com areia. - passamos cola no desenho e jogamos areia em cima. E, de novo. Marco tinha muito mais areia que eu Eu pedi um pouco mais de areia para mirn, mas ele não quis me dar. Então, eu fui pegar à forca e acabamos brigando. Eu ñquei bravo e gritei: - Mas eu tenho N! É NCIS areia! i; 'v f A . o, 'x “ j / . 'EEK N /4 -' : VÁ a , . , I
  13. 13. - A quantidade de areia é a mesma! . 'l Querem ver? ~ _ . j g' Mamãe colocou a minha areia num -_; 5 . ~ . u potinho vazio. E colocou a areia de ' e -'- ' e_ __~ Marco em outro potinho vazio. '^ ¡ ' , _ _ __ - - _1 L_ . . f¡ _/ '“ X j: .¡- . 1/2 éíí ' *~ '- K x 'x 0lha, é verdade. 0 Marco tinha a mesma quantidade de areia que eu!
  14. 14. Eu resolvi pegar areia no parquinho _ 'G l S que o Marco! EE ¡p! para ter uns dez potinhos cheios Quando eu estava correndo para o parquinho, apareceu um cachorro enorme na minha frente! - Iirhh, ê o cachorro do Rodrigo Ele é bravoJ 0 pai do Rodrigo não estava perto. .l i Ç f' cr' r. aiii . all M: g/ / / l . h Í l _l í_ *(757*
  15. 15. Nessa hora, Marco, que estava me seguindo, gritou para o cachorro: - Ei, sai pra lã! Fique longe do meu innãozinho! 0 cachono ficou com medo do vozerão do Marco, que parecia um trovão. 0 pai do Rodrigo apareceu , _ _ e levou o cachono embora ; a , 'Z ~ M _ . x L_ _ _« _W «to j r~l ” f; Í/ V"7 l x: ' ~ n s ^' àd: _ " ” f¡ t' 5. _ g ) j- _ , e x , L¡ V x -' I r I , .í X _ , Í __¡-'› s E'. j , t x : g r . 'i i t I . . ig_ , _ , vw _ »ar-Qu é; “i W M* . á ' ls K y 1V/ ^ r Í 'c r 'lr A , r I _. - ~ i. Mas Marco tinha ficado muito assustado! Eu cheguei perto, só encostei, e ele começou a chorar. - Não chora, irmão-
  16. 16. ' _v m” ' ' - l , da. - l “i ' l '“ ““' i" À ~ ' / l 1' l i l s, '__ 7 7_ I FW s» I 7"** › . i * w r j . Y zw N l- 'l , r l¡ l I e ~ i , r 'l r T'« , › . _// w I g “j I . q. A , j v* “t” , I I' “ i a l j. . ' f, l x , p I * I 'Í . z . _ . .v / j z Nós somos irmãos da mesma idade. _j Somos gêmeos! Somos um pouco diferentes, z: : mas tudo que comemos, usamos e brincamos, nós dividimos. Afinal somos grandes amigos.
  17. 17. Qual será que tem MAIS? Comparando volumes Marco ia beber leite com Daniel e colocou a mesma quantidade em dois Marco trouxe areia para brincar com Daniel. /ec I _ _ , _ , - . __. . - f i/ "nos co ocar em copos. Para testar Daniel, ele pos o leite em copos de formatos diferentes. E Daniel nao conseguia saber qua! balde r ; pos demmtos tinha mais areia A 'cruas' fx¡ Qual balde tem / q_ v' maisareia' 'A _ _, .' s», ,_ Ah, tem MENOS a. , I , ,r r ; j l Í leite no meu copo. ' , › i _ç ”' t 'Õ N. .. ' L4 g ~: i a . 7 ' ' Olha, colocando 'xx' em copos iguais, ,v4 fica igual. Eai? Agora você x14' a' percebem Para comparar j_ as quantidades basta “ . coloca-las em recipientes ! N _ _~ 'guas' -/ ' 'I' . t; i i Se colocamos › I. r. - L, em copos iguais, j. . . › * 7 *i podemos ver que g4 , __ _y _ V ovolumeeo . m_ jl e e x k , ,- sF_'1-' mesmo! ^ r. Ff. - , ""“? ' i l j”- , j , 'Uggfv g p , _ a I e' › t. _ - ~ ' v: _ L: [ _l_ " l _N 1;¡ i s» fl : - l* * s ' 1 5 e c, u! w m; as» w ¡ '
  18. 18. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . _ _ __ . - - › - . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . - - ~ . . . . . . . . . . . . . . - . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . - Também podemos comparar quantidades do ÁGUA! Distñbuiu também a água da jarra da direita Ao ver jarras com quantidades diferentes de água, Marco perguntou: _ em copinhos. Quanto de agua : jarra dam, - Quanto de água a jarra da esquerda tem a menos que a jarra da direita dim¡ t"" a ma” que alma “que ' Il s» »fl kn- ~ s' 'x li k; l": 54 I _ - i I «f/ o: !fl l jlfj ã _'/ I 2~ . .4 l _›_ y É _ _c j' j L 7.' t l _, x i I I e? “' , Lá u' l i ' l j k J) b , t_ , a k- a7/ xe. . , ? j t! , _l 'g Marco pegou a água da jarra da esquerda, colocou em copinhos e contou. Um copo, dois copos, três copos. .. No total são seis copinhos. Farinha e grãos de ma¡ nmbe-m __ _ podemser medidos com copinhos. 4;' A “ i ea** i* l* i I Ti " I i * = ã' I! U i Ú - d"" É, N L* z e, à- w *_ z . . . . . . . . . . ' ' ' - - - - - u . . . . . a. . . . . . . . . . - . › . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
  19. 19. r m: «› WV. S_ KAI Guia para pais e educadores Irmãos gêmeos ensina a comparar quantidades de substâncias como leite, areia, farinha, utilizando unidades não-convencionais de medida, uma vez que os elementos que as compõem não podem ser contados um a um. Esta é uma etapa importante antes de se realizar com as crianças atividades de medida utilizando unidades padronizadas, como litro e grama, ou instrumentos convencionais, como a balança. Ao comparar volumes e quantidades continuas (ou seja, quantidades que não podem ser contadas unidade a unidade), as crianças podem ter dificuldades para antecipar os resultados apenas por meio da observação dos elementos. Por exemplo, se observarem um rolinho e uma bolinha feitos com a mesma quantidade de massa, podem achar que o objeto de formato mais comprido (o rolinho) tem mais massa do que o outro. Construir o conceito de conservação das quantidades implica compreender que o formato dos corpos pode se alterar sem que a quantidade. o peso e o volume se alterem. Mostre a criança que, no dia a dia, para comparar volumes e quantidades, é preciso estabelecer um A 1- 3_ padrão. Ajude-a a compreender 7 i o conceito de conservação com repetidas experiências. . rf w rt * ' i Sugestão de atividade: Objetivos da brincadeira estimar e comparar quantidadu. brincando corn massimlu Material par¡ a brincadeira: ;capas de farinha, rlz capo de óleo¡ tigela, r colher, : mp0 de água qucrrtetint¡ ou cmntea copo de sal refinado- l MlSNYE bem a farnba e o sal. e acrescente o oleo, , wsture a massa de íanrha com a hm. ou o corante e amasse bem at! incorporar o sal, de modo que ele não A sera mais sentido nas mãos Então. 'wtf tera uma massrnha de modelar que não gmda nas rrãas g Os adrftos e a criança pegam uma beim¡ . egpemamerte. e modelam o formato que desqarerr. pessoas animais e até carros. 7 , Coloque a tinta, ou o (arame, na agua cuenta e mexa-a ben ccrn a (Eber l I_ s: ' . ' Dum/ ia a massrn na z-; ualmente e Em a bolinhas, 'deste a cnança qae as duas quantidades de massinha são iguais é Depois de modelar, compare como as duas quantidades de rrassrnha se transformaram em coisas drierentes Amasse as massrnhas raramente. 'amando duas boWrhas iguais
  20. 20. nbr-Wal'. :r: -r-rl' ; rn-rms qu; (qhmlu uruiro. uu u: naun . , -rluqu ¡Íljnnrhliirh rprur¡ 01431'. :mui: krniaint m mas_ nnum run HIKIL' corriam: at; unr. .:¡nr. 'i», 'IHCJII run uni* ruin; no atum a: : Nite' ¡Hr- unrgitur a : :Junio (uniu, nur» tenhu', di: : ¡clrrlo . .nr 1; puaçulnntlq¡ Ilu un¡ u truth, ieunr l-rurrr riçzullrfuk» . JL : Hullrrr . qr. liallírrall. :Alnliilint al, #mms . r @Manim ¡Hqurt/ uull krnwrromrl_ _w , ..L. ¡.. ='›«c› 'nràrsi-¡L- -. '<. .'rIIT= ›:| '.. :ru- . lilqrllültf animal mAh Mir ! drum rt. IJl-. ».*'l0-l0ll'-V| L|! . Ui- vuJÇ" 1!¡ A. ; í- ; rrltíiiqur : :ru . r. : :nr-u iiuria; ira-natura. : 'I-rrur¡ . '.i'r'-ru - -wxrq-akriLsr -Arr girnuraui: ; lllrllllilitl! › Iris-clio' . .a-rm íntnlrirlarr, .i. true. , miwnil: "ârr uurm. gut: : cl-rutlwl - HH-Hrr-rf_ m. .. rm- qu r. . nrum- rn. : auauariuo; v; u. r um; punir. ,- m qu. lunar ›ii~. r., ›.. .r . a.i: ... ›r. í lr lrudpqinrr. .. .mu orrranhrwt u; unai---L : riu-rim -ivhr-¡i-iw 'Iurfitw ; funil-r 'lI/ l. . un . , uniu-Jr . n. u-liuuz- n-r-r ruim m» callis ¡nruauriíiqu-

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