Lição 10 a ascensão econômica ebd

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DISSERTAR a respeito da justiça social e do profetismo no Antigo Testamento.
COMPREENDER como se dá a política econômica na atualidade.
CONSCIENTIZAR do perigo do “casamento” da igreja com o estado.

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Lição 10 a ascensão econômica ebd

  1. 1. 1 A ascensão econômica 3º Trimestre de 2015 Lição 10 Profa. Nayara Damasceno
  2. 2. TEXTO DO DIA 2 “E disse-lhes: Acautelai-vos e guardai- vos da avareza, porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui” (Lc 12.15). Profa.NayaraDamasceno
  3. 3. SÍNTESE 3 A ética e a moral cristãs são tão essenciais quanto a justiça social. Profa.NayaraDamasceno
  4. 4. OBJETIVOS 4 DISSERTAR a respeito da justiça social e do profetismo no Antigo Testamento. COMPREENDER como se dá a política econômica na atualidade. CONSCIENTIZAR do perigo do “casamento” da igreja com o estado.
  5. 5. ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA 5 “Qual seria o papel do governo em relação às políticas sociais?” e “Como igreja do Senhor, o que devemos fazer quando os governos não têm políticas sociais justas?”.
  6. 6. INTRODUÇÃO 6 Na breve lição de hoje, refletiremos acerca das mudanças políticas que vêm alterando a organização familiar e social. A implementação de novas políticas com a ascensão de governos que nunca haviam chegado ao poder surpreende, causando impacto econômico positivo. Entretanto, ao mesmo tempo em que proporcionam melhorias na qualidade de vida dos cidadãos, esses mesmos regimes introduzem políticas de minorias bastante perigosas. Até que ponto o populismo não está “dando com uma mão” para “tirar com dez outras”, fazendo com que até mesmo a moralidade seja extinta?
  7. 7. I. A JUSTIÇA SOCIAL E O PROFETISMO 7 Profa.NayaraDamasceno 1. O cuidado divino com a justiça social. 2. Justiça divina não é paternalismo. 3. O ministério profético e a justiça social.
  8. 8. 8 1. O cuidado divino com a justiça social. Desde a Queda, devido às consequências do pecado, a desonestidade e a ganância fazem parte das relações humanas. Pessoas acham-se no direito de oprimir as outras. I. A JUSTIÇA SOCIAL E O PROFETISMO
  9. 9. 9 1. O cuidado divino com a justiça social. Assim, quando da promulgação da Lei, é possível observar o cuidado divino com os menos favorecidos (Êx 22.25-27; 23.6; Lv 19.10; 23.22), diferentemente de outros códigos legislativos do mundo antigo que pouco se importavam com a situação das pessoas. I. A JUSTIÇA SOCIAL E O PROFETISMO
  10. 10. 10 2. Justiça divina não é paternalismo. A despeito do amor de Deus pelos órfãos, viúvas e pobres, o Senhor não age de forma paternalista, favorecendo um em detrimento do outro, pois Ele é justo (Êx 23.1-3; Lv 19.15). A Lei é tão precisa que chega a orientar o legislador a não aceitar presentes, de uma ou de outra parte, para que tenha isenção e não seja levado a favorecer alguém no processo de julgamento (Êx 23.8). I. A JUSTIÇA SOCIAL E O PROFETISMO
  11. 11. 11 3. O ministério profético e a justiça social. Quando no período dos reis os judeus, de forma deliberada e em demonstração de rebeldia, passaram a negligenciar o que a Lei prescrevia sobre a questão social (Êx 23.10,11; Dt 24.14-22) — sobretudo, do jubileu que incluía, entre outras coisas, a obrigatoriedade de libertar os escravos e liquidar as contas e/ou empréstimos dos endividados (Lv 25.1-55) —, o Senhor então levantava os profetas para condenar essa postura (Jr 34.8-22). I. A JUSTIÇA SOCIAL E O PROFETISMO
  12. 12. 12 3. O ministério profético e a justiça social. Na realidade, é impossível não notar que o profetismo, como movimento, nasce justamente por causa da injustiça social e da falta de defesa dos menos favorecidos, pois se o próprio Deus que libertara Israel era esquecido, que dirá aqueles que, sem posse alguma, ficavam à mercê da sensibilidade dos seus irmãos no cumprimento da Lei (Is 3.12-15; 58.1-14; Dn 4.27; Am 2.6-12). O Senhor, porém, não permitiu que tal descaso ficasse impune (Sl 9.1-20; 12.5; Zc 7.5-14). I. A JUSTIÇA SOCIAL E O PROFETISMO
  13. 13. 13 PENSE! Mudando-se o modo de a humanidade relacionar-se com Deus, isto é, havendo a graça substituído a Lei, existe ainda a necessidade de se cuidar do necessitado? Profa.NayaraDamasceno
  14. 14. 14 PONTO IMPORTANTE! A leitura de Isaías 58.1-14 mostra claramente que Deus não se importa com ritualismo desprovido de prática. Profa.NayaraDamasceno
  15. 15. II. A POLÍTICA ECONÔMICA 15 1. O governo e a justiça social. 2. O governo e as classes populares. 3. O perigo do populismo.
  16. 16. 16 1. O governo e a justiça social. Em qualquer civilização, existem os liderados e os que lideram (Rm 13.1-7). Um dos principais deveres dos governantes é justamente assegurar o cumprimento da ordem e do direito. Em qualquer sociedade, a dependência dos governos por parte dos menos favorecidos é uma realidade. Não havendo justiça social, as classes populares certamente serão as mais prejudicadas. II. A POLÍTICA ECONÔMICA
  17. 17. 17 1. O governo e a justiça social. No mundo antigo, cria-se que o apoio aos pobres era uma das condições para o êxito de qualquer governante (Pv 29.14). Um exemplo claro dessa verdade pode ser visto no “conselho” dado por Daniel a Nabucodonosor: “Portanto, ó rei, aceita o meu conselho e desfaze os teus pecados pela justiça e as tuas iniquidades, usando de misericórdia para com os pobres, e talvez se prolongue a tua tranquilidade” (Dn 4.27). II. A POLÍTICA ECONÔMICA
  18. 18. 18 2. O governo e as classes populares. Quando partidos, cujas propostas de governo incluem políticas sociais voltadas ao menos favorecidos, ascendem ao poder, teoricamente acontecem melhorias que beneficiam os pobres. Estes, mesmo não realizando todos os seus sonhos, ao conseguir um pouco mais de recursos — seja através de programas sociais, seja com a geração de empregos veem-se como devedores dos governantes e assim passam a concordar com todas as ações do governo. II. A POLÍTICA ECONÔMICA
  19. 19. 19 3. O perigo do populismo. Se imediatamente o assistencialismo melhora a situação dos pobres, em longo prazo, ele em nada contribui para a efetiva ascensão social destes. Em países emergentes, o populismo proporciona a perpetuação de tais governos no poder, acabando por instaurar um despotismo em lugar da democracia. II. A POLÍTICA ECONÔMICA Democracia No governo democrático, há participação do povo por meio do voto secreto e universal. Existem vários partidos políticos disputando as eleições, autonomia dos poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário). Esse termo também se refere à liberdade de pensamento e expressão, ao acesso dos cidadãos à educação, à saúde, ao trabalho e à justiça. Populismo É uma forma de governar em que o chefe de Estado se dirige diretamente ao povo de forma carismática e utiliza vários recursos para obter o apoio popular.
  20. 20. 20 3. O perigo do populismo. Isso porque a ajuda que deveria proporcionar as condições de as pessoas adquirirem autonomia econômica, transforma-se em moeda de troca, gerando dependência e, consequentemente, manutenção da pobreza ao mesmo tempo em que garante a perpetuação do governo. II. A POLÍTICA ECONÔMICA
  21. 21. 21 PENSE! Em sua opinião, se o assistencialismo não fosse a política utilizada para atender as classes populares, qual seria a melhor forma de se cuidar dos menos favorecidos? Profa.NayaraDamasceno
  22. 22. 22 PONTO IMPORTANTE! Na perspectiva do Evangelho, a justiça social precisa ser uma realidade em nosso meio. Profa.NayaraDamasceno
  23. 23. III. O PERIGO DO CASAMENTO DA IGREJA COM O ESTADO 23 1. O artifício romano para obter o apoio dos líderes religiosos. 2. A era Constantino. 3. O cuidado da Igreja atual. Profa.NayaraDamasceno
  24. 24. 24 1. O artifício romano para obter o apoio dos líderes religiosos. O chamado “Templo de Herodes” é a melhor explicação para o “bom relacionamento” entre os governadores romanos e os sacerdotes dos tempos de Jesus. De alguma forma, eles recebiam apoio do governo para manter o povo submisso ao jugo romano, pois, quando da acusação de Jesus Cristo, vemos claramente que havia entre eles uma ligação que transcendia a obediência estritamente civil (Lc 23.2; Jo 19.12,15). III. O PERIGO DO CASAMENTO DA IGREJA COM O ESTADO
  25. 25. 25 2. A era Constantino. Em 313, o imperador romano Constantino, depois de se tornar “cristão” de forma inusitada, decretou, no chamado Edito de Milão, a liberdade de culto, terminando por oficializar o cristianismo como uma religião estatal. Foi assim que se deu o espúrio e danoso casamento da Igreja com o Estado. Tanto é verdade que o primeiro Concílio da Igreja, ocorrido em 325, foi convocado por ele. III. O PERIGO DO CASAMENTO DA IGREJA COM O ESTADO
  26. 26. 26 3. O cuidado da Igreja atual. Tais lições da história devem servir-nos como alerta para os nossos dias. Antes, assim como a Igreja do primeiro século, éramos ignorados; hoje, devido ao número de evangélicos, os poderosos cada vez mais se aproximam de nós. III. O PERIGO DO CASAMENTO DA IGREJA COM O ESTADO
  27. 27. 27 3. O cuidado da Igreja atual. Que a nossa relação com os políticos seja ética e que jamais venhamos a negociar com eles os nossos valores supremos (2Tm 2.4). Que o Senhor nos ajude a sempre agirmos assim. III. O PERIGO DO CASAMENTO DA IGREJA COM O ESTADO
  28. 28. 28 PENSE! O que você acha do “casamento” da Igreja com o Estado? Profa.NayaraDamasceno
  29. 29. 29 PONTO IMPORTANTE! Se o Estado, e a Igreja, cada qual em seus respectivos âmbitos, cumprir o seu papel, é possível haver justiça social. Profa.NayaraDamasceno
  30. 30. 30 CONCLUSÃO Não há dúvida de que a função do governo é proporcionar melhores condições para a população ter assegurada a sua qualidade de vida. Não obstante, isso não pode acontecer como sistema de troca de voto para que projetos imorais sepultem os bons valores. Que possamos ser vigilantes para que isso não venha acontecer.
  31. 31. 31 HORA DA REVISÃO 1. Cite um dos principais cuidados divinos. 2. O assistencialismo resolve o problema da pobreza? 3. Em sua opinião, qual seria o papel do governo em relação aos pobres: alimentá-los ou proporcionar-lhes trabalho? Explique. 4. Como deve ser a nossa relação com os políticos? 5. De acordo com a lição, qual deve ser a função do governo? Profa.NayaraDamasceno

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