Gestão de projetos

4.122 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação, Negócios, Tecnologia

Gestão de projetos

  1. 1. GESTÃO DE PROJETOS Baseado no PMBOK 2004
  2. 2. DEFINIÇÃO <ul><li>O que é um projeto? </li></ul><ul><li>Porque precisamos de conhecimento sobre gestão de projetos? </li></ul>
  3. 3. DEFINIÇÃO <ul><li>Projeto é um empreendimento único , não repetitivo , caracterizado por uma seqüência clara e lógica de eventos , com início, meio e fim , que se destina a atingir um objetivo definido. </li></ul>
  4. 4. PROJETO x PROCESSOS (Rotina) Projeto Processo (Rotina) <ul><li>Planejamento, execução, controle </li></ul><ul><li>Recursos limitados </li></ul><ul><li>Envolve pessoas na sua execução </li></ul>
  5. 5. PROJETO x PROCESSOS (Rotina) Projeto Processo (Rotina) <ul><li>Temporário – início e fim determinados (cessa quando atinge o objetivo) </li></ul><ul><li>Constrói algo único </li></ul><ul><li>Permanente – o fim </li></ul><ul><li>é imprevisível (reprogra- </li></ul><ul><li>mado quando os objetivos </li></ul><ul><li>são atingidos) </li></ul><ul><li>Atividade rotineira </li></ul>
  6. 6. PROJETO x PROCESSOS (Rotina) <ul><li>Projeto é uma excepção. Um projeto envolve compilar, investigar e reportar informação em atividades que se encontram fora do trabalho habitual. </li></ul>
  7. 7. PROJETO x PROCESSOS (Rotina) <ul><li>2. Atividades de um projeto estão relacionadas. As atividades de um projeto relacionam-se para atingir um determinado resultado. </li></ul>
  8. 8. PROJETO x PROCESSOS (Rotina) <ul><li>3. As metas e objetivos de um projeto são específicos. Tarefas rotineiras podem ter metas, mas estas têm tendência para ser fixas ou mover-se de acordo com o tempo. Em um projeto as metas são singulares e únicas, sendo atingidas ou não. </li></ul>
  9. 9. PROJETO x PROCESSOS (Rotina) <ul><li>4. O resultado desejado é identificado. Rotinas têm como objetivo a manutenção de processos, enquanto um projeto desenvolve procedimentos e tarefas que têm como objetivo um resultado específico. </li></ul>
  10. 10. GERENCIAMENTO DO PROJETO Aplicação de conhecimento, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto para atender aos requisitos das partes envolvidas.
  11. 11. PARTES ENVOLVIDAS Gerência de Projetos Equipe Usuários Contratados Sociedade Cliente Patroci- nador
  12. 12. POR QUE GERENCIAR ? Fonte: PMI-RJ – Estudo de Benchmark em GP - 2003
  13. 13. HISTÓRICO <ul><li>1915 – Henry Gantt – Cronograma de Gantt </li></ul><ul><li>1957 – Marinha EUA – Submarino Polaris – PERT </li></ul><ul><li>1957 – Projeto Apolo – CPM </li></ul><ul><li>1969 – Criação do PMI – Pennsylvania </li></ul><ul><li>1979 – Criação do PMI Chapter Brasil </li></ul><ul><li>1987 – Edição do PMBOK </li></ul><ul><li>1998 – 1o exame de certificação no Brasil </li></ul><ul><li>2000 – Edição do PMBOK 2000 </li></ul><ul><li>2004 – Edição do PMBOK 2004 </li></ul>
  14. 14. CONDIÇÕES DE CONTORNO Tempo Riscos Qualidade Custos Escopo
  15. 15. <ul><li>Um projeto bem sucedido é … </li></ul>SUCESSO aquele que é realizado conforme o planejado. Escopo C R T
  16. 16. O que é o PMI? O que é o PMBOK? O que é certificação PMP? PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE
  17. 17. ÁREAS DE CONHECIMENTO DO GP
  18. 18. EXPERTISE Conhecimentos necessários à equipe de projetos Corpo de Conhecimentos da Gerência de Projetos Gerênciamento Geral Relações Humanas Ambiente do Projeto Área de Aplicação PMBOK
  19. 19. ESTRUTURA FUNCIONAL Executivo Chefe Gerente Funcional Gerente Funcional Gerente Funcional Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal Coordenação do Projeto Pessoal envolvido no projeto Fluxo da informação
  20. 20. ESTRUTURA PROJETIZADA Executivo Chefe Gerente de Projetos Gerente de Projetos Gerente de Projetos Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal Coordenação do Projeto Pessoal envolvido no projeto Fluxo da informação
  21. 21. ESTRUTURA MATRICIAL FRACA Executivo Chefe Gerente Funcional Gerente Funcional Gerente Funcional Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal envolvido no projeto Fluxo da informação
  22. 22. ESTRUTURA MATRICIAL BALANCEADA Executivo Chefe Gerente Funcional Gerente Funcional Gerente Funcional Pessoal Pessoal Gerente do Projeto Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal envolvido no projeto Fluxo da informação
  23. 23. ESTRUTURA MATRICIAL FORTE Executivo Chefe Gerente Funcional Gerente Funcional Gerente Geral de Projetos Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal Pessoal Gerente de Projetos Gerente de Projetos Gerente de Projetos Pessoal envolvido no projeto Fluxo da informação
  24. 24. ATRIBUTOS DO GERENTE DE PROJETOS <ul><li>Saber delegar e monitorar </li></ul><ul><li>Saber comunicar </li></ul><ul><li>Saber negociar </li></ul><ul><li>Saber encontrar soluções </li></ul><ul><li>Saber articular </li></ul><ul><li>Ter conhecimento técnico </li></ul>
  25. 25. PROCESSOS do PROJETO Processos de Iniciação Processos de Planejamento Processos de Execução Processos de Controle Processos de Encerramento Autorização do projeto ou fase Processos de Iniciação Processos de Planejamento Processos de Execução Processos de Controle Processos de Encerramento Definição dos objetivos e seleção das melhores alternativas de ação Coordenar as pessoas e os recursos para realizar o plano Monitorar e agir de forma corretiva para assegurar o cumprimento dos objetivos Formalizar a aceitação do projeto e organizar o encerramento
  26. 26. CICLO dos PROCESSOS Planejamento Iniciação Encerra- mento Execução Controle
  27. 27. FASES DO PROJETO Fase 1 Fase 2 Fase 3
  28. 28. INTERAÇÕES dos PROCESSOS Processos de Iniciação Processos de Planejamento Processos de Execução Processos de Controle Processos de Encerramento Tempo Nível de atividade
  29. 29. PERGUNTAS A REALIZAR PELO GP <ul><li>Qual o objetivo e propósito deste projeto? </li></ul><ul><li>Qual é o resultado esperado? </li></ul><ul><li>Que problemas poderemos encontrar e como resolvê-los? </li></ul><ul><li>Qual é a minha responsabilidade? </li></ul><ul><li>Qual é o âmbito da minha autoridade? </li></ul><ul><li>Qual é o meu orçamento? </li></ul><ul><li>Qual é o prazo para término? </li></ul>
  30. 30. PROCESSOS DE INICIAÇÃO <ul><li>Iniciação: obter o comprometimento da organização para o início do projeto ou da próxima fase </li></ul>
  31. 31. DEFININDO OS OBJETIVOS DO PROJETO <ul><li>Definir os problemas que a equipe terá que resolver e enumerar possíveis soluções </li></ul><ul><li>Descrever informação que a equipe irá necessitar </li></ul><ul><li>Propor responsabilidades iniciais para a equipe </li></ul><ul><li>Iniciar o planejamento básico de todo o projeto </li></ul>
  32. 32. ELEMENTOS CHAVE <ul><li>Informação </li></ul><ul><li>Orçamento </li></ul><ul><li>Comprometimento da equipe </li></ul>
  33. 33. PROCESSOS DE PLANEJAMENTO
  34. 34. DEFININDO A EQUIPE DO PROJETO <ul><li>As pessoas que fazem parte da equipe de um projeto, em ultima instância, é o que define o sucesso ou o fracasso de um projeto </li></ul>
  35. 35. EAP – Estrutura analítica de processos
  36. 36. PROCESSOS DE EXECUÇÃO
  37. 37. PROCESSOS DE CONTROLE
  38. 38. GARANTIA DA QUALIDADE <ul><li>Estabelecimento de processos que minimizem a ocorrência de falhas </li></ul><ul><li>Fluxogramas de processos </li></ul><ul><li>Diagramas de causa e efeitos </li></ul><ul><li>Auditorias: </li></ul><ul><ul><li>Sistemas </li></ul></ul><ul><ul><li>Processos </li></ul></ul><ul><ul><li>Produtos </li></ul></ul>
  39. 39. DUAGRAMA DE CAUSA E EFEITO
  40. 40. ORGANOGRAMA - Exemplo
  41. 41. PROCESSOS DE ENCERRAMENTO
  42. 42. PROCESSO COMUNICACIONAL <ul><li>COMUNICAÇÃO </li></ul><ul><li>Origem: latim – communis , significa «comum» </li></ul><ul><li>Só há comunicação quando o que é transmitido tem um significado comum para os dois polos: emissor e receptor </li></ul>Emissor Receptor Retorno Mensagem Codificação Descodificação
  43. 43. PROCESSO COMUNICACIONAL <ul><li>ELEMENTOS </li></ul><ul><li>O emissor </li></ul><ul><li>O receptor </li></ul><ul><li>A ideia a transmitir </li></ul><ul><li>O código (conjunto de simbolos) </li></ul><ul><li>A mensagem </li></ul><ul><li>O meio </li></ul><ul><li>Ruído </li></ul><ul><li>Interpretação </li></ul>
  44. 44. LEIS DA COMUNICACÃO <ul><li>Lei do emissor </li></ul><ul><li>A comunicação é tanto mais eficaz quanto mais importante for o emissor </li></ul><ul><li>Lei da congruência </li></ul><ul><li>O emissor deve ser congruente com a mensagem a transmitir </li></ul><ul><li>Lei do receptor </li></ul><ul><li>A comunicação é tanto mais difícil quanto maiores forem o número de receptores e a respectiva heterogeneidade </li></ul>
  45. 45. LEIS DA COMUNICACÃO <ul><li>Lei da repetição </li></ul><ul><li>Quanto mais vezes uma mensagem for repetida, maior a possibilidade de ser memorizada </li></ul><ul><li>Lei da simplificação </li></ul><ul><li>Quanto mais simples for uma mensagem, mais fácil será a sua compreensão e memorização </li></ul><ul><li>Lei da distorção </li></ul><ul><li>O conteúdo de uma mensagem altera-se à medida que é retransmitida de uma pessoa para outra </li></ul>
  46. 46. LEIS DA COMUNICACÃO <ul><li>Efeito boomerang </li></ul><ul><li>O efeito de uma mensagem pode ser exatamente o oposto do pretendido pelo emissor </li></ul><ul><li>Ordem das mensagens </li></ul><ul><li>As pessoas tendem a memorizar mais facilmente as mensagens ouvidas no ínicio e no fim de um discurso comunicacional </li></ul><ul><li>Lei do diferencial de percepções </li></ul><ul><li>O receptor tem, em média, uma capacidade de percepção cinco vezes superior ao emissor </li></ul>
  47. 47. REDES DE COMUNICACÃO <ul><li>REDES FORMAIS </li></ul><ul><li>REDES INFORMAIS </li></ul>
  48. 48. BARREIRAS A COMUNICACÃO <ul><li>Ouvir o que esperamos ouvir </li></ul><ul><li>Desconsideração das informações que entram em conflito com o que «sabemos» (percepção seletiva) </li></ul><ul><li>Avaliação da fonte </li></ul><ul><li>Pressões sociais </li></ul><ul><li>Problemas semânticos </li></ul><ul><li>Sinais não-verbais </li></ul><ul><li>Efeito das emoções </li></ul><ul><li>Ruído </li></ul><ul><li>Excesso de informação </li></ul><ul><li>Diferenças inter-culturais </li></ul><ul><li>Distância física </li></ul><ul><li>O timing </li></ul>
  49. 49. FÓRMULA DO SUCESSO <ul><li>“ 5% de tecnologia e 95% de psicologia e atitude” </li></ul><ul><li>Tom Peters </li></ul>
  50. 50. BIBLIOGRAFIA <ul><li>PMBOK 2004 – www.pmi.org </li></ul><ul><li>Dinsmore, Paul Campbell. Como se tornar um Profissional em Gerenciamento de Projetos </li></ul><ul><li>Figueiredo, Francisco Constant de. Dominando o Ger. Proj. com o MS Project </li></ul><ul><li>Hickson, Rosângela. Projeto de Sistemas WEB </li></ul><ul><li>King, David. Project Management Made Simple </li></ul><ul><li>Martins, José Carlos C. Gestão de Projetos de Desenv. de Software – PMI/UML </li></ul><ul><li>Molinari, Leonardo. Gestão de Projetos – Técnicas e Práticas com ênfase em Web </li></ul><ul><li>Quadros, Moacir. Gerência de Projetos de Software </li></ul><ul><li>Vargas, Ricardo Viana. Gerenciamento de Projetos </li></ul><ul><li>Como Gerenciar Projetos. Grupo Publifolha </li></ul>

×