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“A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito
precede a queda” (Pv 6.18).
T E X T O D O D I A
Uma vida simples, humilde e em paz é melhor do
que uma vida de poder e prosperidade alimentada
pelo orgulho e pela inveja.
S Í N T E S E
Provérbios 16.16-20
16 - Quanto melhor é adquirir a sabedoria do que o ouro! E quanto mais
excelente, adquirir a prudência do que a prata!
17 - O alto caminho dos retos é desviar-se do mal; o que guarda o seu
caminho preserva a sua alma.
18 - A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda.
19 - Melhor é ser humilde de espírito com os mansos do que repartir o
despojo com os soberbos.
20 - O que atenta prudentemente para a palavra achará o bem, e o que
confia no SENHOR será bem-aventurado.
Leitura bíblica
Gênesis 4.1-7
16 - Quanto melhor é adquirir a sabedoria do que o ouro! E quanto mais
excelente, adquirir a prudência do que a prata!
17 - O alto caminho dos retos é desviar-se do mal; o que guarda o seu
caminho preserva a sua alma.
18 - A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda.
19 - Melhor é ser humilde de espírito com os mansos do que repartir o
despojo com os soberbos.
20 - O que atenta prudentemente para a palavra achará o bem, e o que
confia no SENHOR será bem-aventurado.
Leitura bíblica
• O orgulho e a inveja são dois temas
diretamente relacionados ao poder.
• Na lição de hoje, com base no texto de
provérbios será comentado sobre o perigo da
opção de uma vida orgulhosa e individualista
e sobre a recomendação do poeta de privilegiar
uma vida simples e humilde.
• No 2º tópico, com base em Gn 4.1-7 (Abel e
Caim), será comentado sobre as consequências
da inveja e precauções para evitar que ela
resulte em morte espiritual.
INTRODUÇÃO
I – O PODER DESTRUTIVO
DO ORGULHO
Pr. Natalino das Neves
www.natalinodasneves.blogspot.com.br
(41) 98409 8094
• As pessoas têm uma tendência de confundir
inteligência com sabedoria.
• No contexto de Provérbios a sabedoria é vista
como uma forma de antídoto contra o orgulho e
algo que deve ser buscado com todo o ânimo (v.
16). Nele, o sábio agirá com humildade (Pv
11.2).
• Assim, ser sábio é aplicar adequadamente o
conhecimento e de forma humilde.
• O orgulhoso é desprovido de lucidez e bom
senso, pois está pronto a fazer o mal quando
seus interesses estão em risco (Pv 6.18; 16.17; 27.7).
1. A sabedoria é o antidoto
contra o orgulho (v. 16-17)
• Ele não consegue se controlar quando é
confrontado, pois é inseguro, inflexível e até
mesmo ingênuo (Pv 25.39; 27.12; 26.3,9).
• A pessoa orgulhosa busca o poder para se
proteger de sua insegurança.
• Não indicada para um serviço de
responsabilidade (Pv 25.14; 26.6,10,11,13-26;
27,22) e que necessita de relacionamentos
interpessoais (Pv 26.18-22).
• Riqueza e o poder conquistado por meio de
injustiça Vs trabalho honesto e respeito ao
próximo (Pv 1.7; 16.17; 28.19,20; 29.3).
1. A sabedoria é o antidoto
contra o orgulho (v. 16-17)
• A pessoa orgulhosa leva uma vida de
prepotência e arrogância. Ela usa as pessoas
como objetos em seu benefício e para
manutenção do poder (Pv 16.19; 18.23).
• O orgulho pode estar disfarçado das melhores
intenções, o seu foco sempre é a manipulação.
2. O orgulho precede a ruína (v. 18-19)
• Pessoas orgulhosas têm:
• dificuldade de ajudar e ser relacionar com quem está
fora de seu círculo socioafetivo.
• uma vida de insegurança constante, sempre com
medo de perder o poder, por isso não dormem
enquanto não maquinarem o que fazer para se
manter no controle (Pv 4.16; Sl 36.4; Is 57.20; Mq
2.1).
• uma vida sem paz e tranquilidade, uma constante
insegurança pelo sentimento de culpa e medo.
2. O orgulho precede a ruína (v. 18-19)
• O poeta recomenda uma vida simples e
humilde, que pode ser fruto de contexto sócio-
histórico (Pv 28.6), mas construída por meio da
integridade e justiça (Pv 28.11).
• A excelência na vida está em extrair o melhor
das coisas simples (Pv 22; 23.5).
• Qual é a vida que vale a pena ser vivida?
2. O orgulho precede a ruína (v. 18-19)
• O acesso à educação na antiguidade era uma
exclusividade para poucos privilegiados.
• No entanto, na época da organização tribal, em
que os clãs tinham prioridade, a sabedoria
popular era algo compartilhado no ambiente
familiar (Pv 4.1-5).
• Todavia, com a instituição da monarquia, a
sabedoria faz um caminho que vai de um nível
familiar para um nível de manutenção de status
e de poder.
3. A sabedoria da Palavra dá sentido à vida
e produz bem-aventurança (v. 20)
• A sabedoria era uma das três principais fontes
de revelação divina (Jr 18.18). A poesia
hebraica tinha um papel na literatura e crença
de Israel.
• Quem busca a sabedoria viverá em segurança
(Pv 8.30-31), àquela que não é exclusiva dos
nobres, diplomatas ou burocratas, mas se faz
aparente e notória nas ruas, nas praças, nos
ambientes familiares, entre outros Pv 1.20).
• Buscar o conhecimento do texto bíblico é
importante, mas o maior aprendizado é saber
colocar a Palavra em prática.
3. A sabedoria da Palavra dá sentido à vida
e produz bem-aventurança (v. 20)
Jovem, você tem buscado a sabedoria que vem
de Deus ou buscado um estilo de vida que
privilegia o poder e o orgulho?
Segundo a Bíblia, uma vida de poder, luxo e
prosperidade obtida com base na arrogância e
humilhação das pessoas não terá um final feliz.
APLICAÇÃO PRÁTICA
II – O PODER DESTRUTIVO
DA INVEJA (GN 4.1-7)
Pr. Natalino das Neves
www.natalinodasneves.blogspot.com.br
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• Pela etimologia, inveja = in (dentro de) + videre
(olhar) = um olhar maléfico que penetra no
outro de forma destrutiva.
• O invejoso vive em função do que ele necessita
ou almeja ter, presente em outra pessoa.
• Não importa que não tenha o objeto desejado
desde que o outro também não possua.
1, Inveja,
uma das paixões da natureza humana
• A inveja é tida como uma paixão humana que
interfere no julgamento do indivíduo, causando-
lhe um peso o sucesso dos iguais (semelhantes
em idade, classe social, reputação, proximidade,
entre outros).
• Competidores diretos, que estão praticamente
“em pé de igualdade”.
• Esse sentimento está presente no mundo desde
os primeiros seres humanos.
1. Inveja,
uma das paixões da natureza humana
• Em Gn 4 é relatado o nascimento dos filhos do
primeiro casal.
• A ênfase do texto é dada para o primogênito,
Caim (alegria da mãe).
• Caim, por ser o primogênito, deveria ter uma
posição de destaque e respeito.
• A chegada do segundo filho, naturalmente
exigiu que o primogênito reorganizasse seu
espaço e sua maneira de pensar, considerando
a presença do mais novo.
2. Caim se entristece com a aprovação de Abel
• O episódio da oferta de sacrifício dos irmãos a
Deus provavelmente foi o ápice dos conflitos.
• Caim desejava ter a aprovação divina obtida
por Abel, uma legitimação de poder, uma vez
que demonstraria a sua intimidade com Deus.
• Nesse caso, a inveja ocupa o lugar do desejo e
a não aceitação de não ter o objeto desejado
pode resultar em morte biológica e/ou
espiritual.
• Caim, ressentido, se revolta contra o irmão que
conquista o lugar desejado por ele, e o mata.
2. Caim se entristece com a aprovação de Abel
• Quando Caim e Abel se posicionaram para
oferecer os sacrifícios a Deus, eles estavam em
condições de igualdade e com o mesmo
objetivo (aprovação divina).
• Quando um alcança e outro não, fica evidente
a rivalidade.
• As duas ofertas estão previstas na lei dos
israelitas: os primogênitos do rebanho e o melhor
das primícias da terra (Ex 34.19-20,22,26).
3. Deus olha a motivação e atitude do ofertante
• Somente Abel alcança o objetivo “atentou o
SENHOR para Abel e para a sua oferta” (v. 3).
• O NT deixa mais claro como Deus observa a fé e
a atitude justa de Abel em contrapartida ao
comportamento maligno de Caim (Hb 11.4 e 1
Jo 3.12).
• O verdadeiro adorador não se preocupa com a
adoração alheia, mas oferece o seu melhor, em
termos de sinceridade de coração, em gratidão a
Deus.
3. Deus olha a motivação e atitude do ofertante
• Antes de Caim assassinar Abel, Deus o alerta
sobre o perigo da inveja que o assediava.
• A primeira atitude de Deus é levar Caim a refletir
sobre seu sentimento: “Por que te iraste? E por
que descaiu o teu semblante?”
• A pior forma de superação da inveja é ignorá-la.
• Tiago adverte sobre o engodo da própria
concupiscência como um processo que se forma
no interior das pessoas, podendo ser interrompido
(Tg 1.14-15).
4. Caim teve tempo de tratar
o sentimento de inveja (v. 6-7)
• Infelizmente, Caim optou por dar vazão ao seu
impulso invejoso e comete o primeiro
homicídio.
• Antes de tirar a vida de seu irmão, Caim já havia
o assassinado em sua mente.
• Jesus advertiu que o pecado acontece
primeiro na mente das pessoas (Mt 5.27ss).
• O exemplo de Caim é o retrato de muitas
pessoas, que em busca do poder ignora os
sentimentos destrutivos dentro de si e se
distanciam do projeto de Deus.
4. Caim teve tempo de tratar
o sentimento de inveja (v. 6-7)
Jovem, você tem administrado os sentimentos
destrutivos? Tem inveja de alguém? Trate esses
sentimentos diante de Deus, pois podem ser
mortais!
Não ignore a inveja, pois ela pode levá-lo à morte
espiritual.
APLICAÇÃO PRÁTICA
1. o orgulho precede a ruina e afasta o crente
do caminho e da presença de Deus;
2. alimentar sentimentos destrutivos e
invejosos resulta na morte espiritual do
cristão. Por isso, é melhor ser grato a Deus e
ter uma vida simples e humilde do que uma
vida de poder, luxo e prosperidade
financeira, mas distante de Deus.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
REFERÊNCIAS
Pr. Natalino das Neves
www.natalinodasneves.blogspot.com.br
natalino6612@gmail.com
Natalino.neves@ig.com.br
(41) 98409 8094 (WhatsApp/TIM)
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Orgulho e inveja levam à ruína

  • 1.
  • 2.
  • 3. “A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda” (Pv 6.18). T E X T O D O D I A
  • 4. Uma vida simples, humilde e em paz é melhor do que uma vida de poder e prosperidade alimentada pelo orgulho e pela inveja. S Í N T E S E
  • 5. Provérbios 16.16-20 16 - Quanto melhor é adquirir a sabedoria do que o ouro! E quanto mais excelente, adquirir a prudência do que a prata! 17 - O alto caminho dos retos é desviar-se do mal; o que guarda o seu caminho preserva a sua alma. 18 - A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda. 19 - Melhor é ser humilde de espírito com os mansos do que repartir o despojo com os soberbos. 20 - O que atenta prudentemente para a palavra achará o bem, e o que confia no SENHOR será bem-aventurado. Leitura bíblica
  • 6. Gênesis 4.1-7 16 - Quanto melhor é adquirir a sabedoria do que o ouro! E quanto mais excelente, adquirir a prudência do que a prata! 17 - O alto caminho dos retos é desviar-se do mal; o que guarda o seu caminho preserva a sua alma. 18 - A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda. 19 - Melhor é ser humilde de espírito com os mansos do que repartir o despojo com os soberbos. 20 - O que atenta prudentemente para a palavra achará o bem, e o que confia no SENHOR será bem-aventurado. Leitura bíblica
  • 7. • O orgulho e a inveja são dois temas diretamente relacionados ao poder. • Na lição de hoje, com base no texto de provérbios será comentado sobre o perigo da opção de uma vida orgulhosa e individualista e sobre a recomendação do poeta de privilegiar uma vida simples e humilde. • No 2º tópico, com base em Gn 4.1-7 (Abel e Caim), será comentado sobre as consequências da inveja e precauções para evitar que ela resulte em morte espiritual. INTRODUÇÃO
  • 8. I – O PODER DESTRUTIVO DO ORGULHO Pr. Natalino das Neves www.natalinodasneves.blogspot.com.br (41) 98409 8094
  • 9. • As pessoas têm uma tendência de confundir inteligência com sabedoria. • No contexto de Provérbios a sabedoria é vista como uma forma de antídoto contra o orgulho e algo que deve ser buscado com todo o ânimo (v. 16). Nele, o sábio agirá com humildade (Pv 11.2). • Assim, ser sábio é aplicar adequadamente o conhecimento e de forma humilde. • O orgulhoso é desprovido de lucidez e bom senso, pois está pronto a fazer o mal quando seus interesses estão em risco (Pv 6.18; 16.17; 27.7). 1. A sabedoria é o antidoto contra o orgulho (v. 16-17)
  • 10. • Ele não consegue se controlar quando é confrontado, pois é inseguro, inflexível e até mesmo ingênuo (Pv 25.39; 27.12; 26.3,9). • A pessoa orgulhosa busca o poder para se proteger de sua insegurança. • Não indicada para um serviço de responsabilidade (Pv 25.14; 26.6,10,11,13-26; 27,22) e que necessita de relacionamentos interpessoais (Pv 26.18-22). • Riqueza e o poder conquistado por meio de injustiça Vs trabalho honesto e respeito ao próximo (Pv 1.7; 16.17; 28.19,20; 29.3). 1. A sabedoria é o antidoto contra o orgulho (v. 16-17)
  • 11. • A pessoa orgulhosa leva uma vida de prepotência e arrogância. Ela usa as pessoas como objetos em seu benefício e para manutenção do poder (Pv 16.19; 18.23). • O orgulho pode estar disfarçado das melhores intenções, o seu foco sempre é a manipulação. 2. O orgulho precede a ruína (v. 18-19)
  • 12. • Pessoas orgulhosas têm: • dificuldade de ajudar e ser relacionar com quem está fora de seu círculo socioafetivo. • uma vida de insegurança constante, sempre com medo de perder o poder, por isso não dormem enquanto não maquinarem o que fazer para se manter no controle (Pv 4.16; Sl 36.4; Is 57.20; Mq 2.1). • uma vida sem paz e tranquilidade, uma constante insegurança pelo sentimento de culpa e medo. 2. O orgulho precede a ruína (v. 18-19)
  • 13. • O poeta recomenda uma vida simples e humilde, que pode ser fruto de contexto sócio- histórico (Pv 28.6), mas construída por meio da integridade e justiça (Pv 28.11). • A excelência na vida está em extrair o melhor das coisas simples (Pv 22; 23.5). • Qual é a vida que vale a pena ser vivida? 2. O orgulho precede a ruína (v. 18-19)
  • 14. • O acesso à educação na antiguidade era uma exclusividade para poucos privilegiados. • No entanto, na época da organização tribal, em que os clãs tinham prioridade, a sabedoria popular era algo compartilhado no ambiente familiar (Pv 4.1-5). • Todavia, com a instituição da monarquia, a sabedoria faz um caminho que vai de um nível familiar para um nível de manutenção de status e de poder. 3. A sabedoria da Palavra dá sentido à vida e produz bem-aventurança (v. 20)
  • 15. • A sabedoria era uma das três principais fontes de revelação divina (Jr 18.18). A poesia hebraica tinha um papel na literatura e crença de Israel. • Quem busca a sabedoria viverá em segurança (Pv 8.30-31), àquela que não é exclusiva dos nobres, diplomatas ou burocratas, mas se faz aparente e notória nas ruas, nas praças, nos ambientes familiares, entre outros Pv 1.20). • Buscar o conhecimento do texto bíblico é importante, mas o maior aprendizado é saber colocar a Palavra em prática. 3. A sabedoria da Palavra dá sentido à vida e produz bem-aventurança (v. 20)
  • 16. Jovem, você tem buscado a sabedoria que vem de Deus ou buscado um estilo de vida que privilegia o poder e o orgulho? Segundo a Bíblia, uma vida de poder, luxo e prosperidade obtida com base na arrogância e humilhação das pessoas não terá um final feliz. APLICAÇÃO PRÁTICA
  • 17. II – O PODER DESTRUTIVO DA INVEJA (GN 4.1-7) Pr. Natalino das Neves www.natalinodasneves.blogspot.com.br (41) 98409 8094
  • 18. • Pela etimologia, inveja = in (dentro de) + videre (olhar) = um olhar maléfico que penetra no outro de forma destrutiva. • O invejoso vive em função do que ele necessita ou almeja ter, presente em outra pessoa. • Não importa que não tenha o objeto desejado desde que o outro também não possua. 1, Inveja, uma das paixões da natureza humana
  • 19. • A inveja é tida como uma paixão humana que interfere no julgamento do indivíduo, causando- lhe um peso o sucesso dos iguais (semelhantes em idade, classe social, reputação, proximidade, entre outros). • Competidores diretos, que estão praticamente “em pé de igualdade”. • Esse sentimento está presente no mundo desde os primeiros seres humanos. 1. Inveja, uma das paixões da natureza humana
  • 20. • Em Gn 4 é relatado o nascimento dos filhos do primeiro casal. • A ênfase do texto é dada para o primogênito, Caim (alegria da mãe). • Caim, por ser o primogênito, deveria ter uma posição de destaque e respeito. • A chegada do segundo filho, naturalmente exigiu que o primogênito reorganizasse seu espaço e sua maneira de pensar, considerando a presença do mais novo. 2. Caim se entristece com a aprovação de Abel
  • 21. • O episódio da oferta de sacrifício dos irmãos a Deus provavelmente foi o ápice dos conflitos. • Caim desejava ter a aprovação divina obtida por Abel, uma legitimação de poder, uma vez que demonstraria a sua intimidade com Deus. • Nesse caso, a inveja ocupa o lugar do desejo e a não aceitação de não ter o objeto desejado pode resultar em morte biológica e/ou espiritual. • Caim, ressentido, se revolta contra o irmão que conquista o lugar desejado por ele, e o mata. 2. Caim se entristece com a aprovação de Abel
  • 22. • Quando Caim e Abel se posicionaram para oferecer os sacrifícios a Deus, eles estavam em condições de igualdade e com o mesmo objetivo (aprovação divina). • Quando um alcança e outro não, fica evidente a rivalidade. • As duas ofertas estão previstas na lei dos israelitas: os primogênitos do rebanho e o melhor das primícias da terra (Ex 34.19-20,22,26). 3. Deus olha a motivação e atitude do ofertante
  • 23. • Somente Abel alcança o objetivo “atentou o SENHOR para Abel e para a sua oferta” (v. 3). • O NT deixa mais claro como Deus observa a fé e a atitude justa de Abel em contrapartida ao comportamento maligno de Caim (Hb 11.4 e 1 Jo 3.12). • O verdadeiro adorador não se preocupa com a adoração alheia, mas oferece o seu melhor, em termos de sinceridade de coração, em gratidão a Deus. 3. Deus olha a motivação e atitude do ofertante
  • 24. • Antes de Caim assassinar Abel, Deus o alerta sobre o perigo da inveja que o assediava. • A primeira atitude de Deus é levar Caim a refletir sobre seu sentimento: “Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante?” • A pior forma de superação da inveja é ignorá-la. • Tiago adverte sobre o engodo da própria concupiscência como um processo que se forma no interior das pessoas, podendo ser interrompido (Tg 1.14-15). 4. Caim teve tempo de tratar o sentimento de inveja (v. 6-7)
  • 25. • Infelizmente, Caim optou por dar vazão ao seu impulso invejoso e comete o primeiro homicídio. • Antes de tirar a vida de seu irmão, Caim já havia o assassinado em sua mente. • Jesus advertiu que o pecado acontece primeiro na mente das pessoas (Mt 5.27ss). • O exemplo de Caim é o retrato de muitas pessoas, que em busca do poder ignora os sentimentos destrutivos dentro de si e se distanciam do projeto de Deus. 4. Caim teve tempo de tratar o sentimento de inveja (v. 6-7)
  • 26. Jovem, você tem administrado os sentimentos destrutivos? Tem inveja de alguém? Trate esses sentimentos diante de Deus, pois podem ser mortais! Não ignore a inveja, pois ela pode levá-lo à morte espiritual. APLICAÇÃO PRÁTICA
  • 27. 1. o orgulho precede a ruina e afasta o crente do caminho e da presença de Deus; 2. alimentar sentimentos destrutivos e invejosos resulta na morte espiritual do cristão. Por isso, é melhor ser grato a Deus e ter uma vida simples e humilde do que uma vida de poder, luxo e prosperidade financeira, mas distante de Deus. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  • 29. Pr. Natalino das Neves www.natalinodasneves.blogspot.com.br natalino6612@gmail.com Natalino.neves@ig.com.br (41) 98409 8094 (WhatsApp/TIM) Contatos: