O educador atraente e a metodologia de ensino_Pr Natalino ds Neves

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Conteúdo de palestra ministrada no dia 03 e 04 de junho pelo pastor Natalino das Neves no Simpósio para educadores(as) de EBD na Regional de Boa Vista em Joinville-SC. Evento coordenado pelo pastor Josias Rosa, Coordenador Geral de EBD da IEADJO.

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  • Penso que ser professor da Escola dominical deve ser considerado um grande privilégio. Por esta razão aqueles que se engajaram nesta tarefa devem lutar para melhorar a si mesmo e atrair mais e mais ouvintes para os ensinamentos da Palavra de Deus. Se queremos ser professores com metodologias atraentes, precisamos sair do comum e buscar métodos diferentes. O professor Natalino, neste documento, procura chamar a nossa atenção para esta necessidade de inovar. Particularmente, gostei bastante da forma como ele expõe as suas ideias. Julgo pertinente a leitura deste material, tenho por certo que será bem esclarecedor.
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O educador atraente e a metodologia de ensino_Pr Natalino ds Neves

  1. 1. 1 O EDUCADOR ATRAENTE E A METODOLOGIA DE ENSINO E APRENDIZAGEM Natalino das Neves1 INTRODUÇÃO As faixas etárias da EBD - Escola Bíblica Dominical – são diferenciadas e carecem de cuidados especiais devido às suas particularidades. As faixas etárias são bem próximas, mas os comportamentos de cada uma se alteram de forma significativa. Isto pode ser observado nos conteúdos específicos no currículo elaborado pela CPAD. O corpo docente de qualquer instituição, que atua nesta área, precisa de atenção especial no planejamento de suas aulas. Conhecer bem essas características é fundamental para a elaboração dos objetivos a serem alcançados, bem como a forma de alcançar estes objetivos, a metodologia de ensino, como no devido acompanhamento dos resultados alcançados. Nesta oportunidade será abordado a segunda etapa, como alcançar os objetivos traçados por meio da aplicabilidade de metodologia de ensino e ser um (a) professor(a) atraente e motivador(a). Por conseguinte, esta abordagem tem como objetivos principais: 1 Pastor, membro da Convenção das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus no Estado do Paraná – CIEADEP; Comentarista das Lições Bíblicas da CPAD – Jovens; Doutor em Teologia pela PUC-PR, Mestre em Teologia pela PUC-PR, Bacharel em Teologia pela Faculdade Teológica Batista do Paraná (FTBP); Mestre em Tecnologia pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR); Licenciado em Contabilidade e Estatística pela Universidade Paranaense (UNIPAR); Especialista em Planejamento, Operação e Comercialização na Indústria de Energia Elétrica pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e em Contabilidade Gerencial pela Universidade Estadual do Centro-oeste (UNICENTRO); Autor de diversos livros como: Justiça e Graça: um Estudo da Doutrina da Salvação em Romanos, publicado pela CPAD em 2015; Educação Cristã Libertadora, publicado pela Fonte Editorial em 2013, também de 03 livros didáticos utilizados no curso de Bacharel em Teologia pela Faculdade de Administração Ciências e Letras – FACEL (Livros Poéticos, Apocalipse e Filosofia da Religião); 02 capítulos de livros (Editora Reflexão – educação cristã; Paulinas - Miqueias); diversos artigos de teologia e tecnologia em revistas especializadas (Qualis). Foi Coordenador Geral de EBD do Campo Ministerial da IEADC de 2005 a 2010, superintendente de EBD da IEADC- Sede (2007 a 2012), Coordenador Geral de Discipulado e Reunião Devocional no Lar da IEADSJP (2015-2016); professor nos cursos de Administração, Contábeis, Tecnologia e Teologia da FACEL, professor no curso de bacharel em Teologia da Faculdade Cristã de Curitiba. Atuou em diversos cargos gerenciais da Copel e foi membro do Conselho de Administração da Copel em três mandatos.
  2. 2. 2  Orientar os(as) educadores(as), no planejamento das ações, com vistas à melhoria de resultados do ensino e aprendizagem;  Oferecer ferramentas que contribuam para o processo de autoaprendizagem de estratégias, técnicas e métodos para o alcance da atenção dos educandos;  Estimular competências e habilidades dos(as) educadores(as) na aplicação de métodos participativos e eficazes, tornando as escolas bíblicas dominicais mais atrativas. 1. O(A) EDUCADOR(A) E O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM Algumas pessoas podem se perguntar: qual a importância de se refletir sobre métodos de ensino? O método não é o mesmo para crianças, jovens e adultos? Ao elaborar o planejamento, a adequação de métodos deve ser prevista? Conhecer o conceito de método possibilita o entendimento de que para cada faixa etária são necessários além de conteúdos específicos, também métodos, técnicas e tecnologias apropriadas. Desta forma, destaco três componentes essenciais do processo ensino e aprendizagem: o método (procedimento didático para a eficácia do ensino aprendizagem), a técnica (meio operacional para alcance dos objetivos propostos) e a criatividade de quem executa a aula (utilização dos conhecimentos e experiências práticas para dinamização e alcance de melhores resultados). A palavra método tem sua origem do grego “methodos” que significa “caminho” ou “via”, que se utiliza para chegar a determinado fim. A palavra método pode referir-se a diversos conceitos e é aplicada em várias áreas do conhecimento, mas para simplificar, método é o caminho a ser seguido para alcançar o objetivo proposto. Assim sendo, primeiro deve ser definido o objetivo a ser alcançado, depois se verifica qual a metodologia que proporcionará o melhor resultado,
  3. 3. 3 que deverá ser o caminho a ser percorrido para que os objetivos sejam alcançados e com os melhores resultados possíveis. Outros fatores também são importantes serem observados, como exemplo: número e idade dos educandos, local onde será ministrada a aula, equipamentos e instalações disponíveis, tempo, entre outros. O(a) educador(a) deve conhecer o público para quem vai falar, bem como também as leis específicas, quando aplicável. Por exemplo, no caso das crianças e adolescentes, o(a) educador(a) precisa conhecer, no mínimo, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que foi instituído pela Lei 8.069 de 13 de julho de 1990, em substituição ao chamado Código de Menores, que fora instituído em 1979. O ECA considera criança, a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente a pessoa entre doze e dezoito anos de idade. Excepcionalmente, nos casos expressos em lei, aplica-se às pessoas entre dezoito e vinte e um anos de idade. Com a instituição do ECA, as crianças e adolescentes passaram a ser considerados cidadãos, com direitos pessoais e sociais garantidos. O ECA tem um conjunto de normas que tem como objetivo proteger a integridade da criança e do adolescente no Brasil. Ele resgata juridicamente a atenção universalizada a todas as crianças e adolescentes, inclusive com respeito à Declaração dos Direitos da Criança da ONU (Resolução 1.386, de 20 de novembro de 1959). O(a) educador(a) deve ensinar a Palavra de Deus, mas também demonstrar na prática que respeita as leis. Entender como ocorre o processo de aprendizagem das crianças e adolescentes é de suma importância para o(a) educador(a) cristão, pois segundo estatísticas “85% de todos os crentes aceitaram a Jesus Cristo antes de completarem 18 anos” (GANGEL; HENDRICKS, 2005, p. 117). O(a) educador(a) necessita conhecer, no mínimo, como se dá o desenvolvimento da inteligência da criança (sensação, atenção, percepção, memoria, simbolização e conceituação), bem como o desenvolvimento cognitivo da criança (habilidades características de cada faixa etária), além dos estilos de aprendizagem característicos para identificar a(s) metodologia(s) mais adequada para cada faixa etária.
  4. 4. 4 Jesus é o maior exemplo bíblico de um educador que estava atento ao processo de aprendizagem de seus ouvintes. Pastor Antônio Gilberto, apresenta algumas características do ensino de Jesus que merece nossa atenção (GILBERTO, 1981, p. 165-166): a) Jesus conhecia a matéria que ensinava (Lc 24:27) – abrangência para dois alunos; Mt 4:4, 7,10 – citações das Escrituras); b) Jesus conhecia os seus alunos – andava com eles e os visitava (Mt 13; Lc 15:8-10; Jo 21); c) Jesus reconhecia o que havia de bom em seus alunos (Jo 1:47) – exemplos citados por Paulo (Rm 16; Fp 2:20-25); d) Jesus ensinava as verdades bíblicas de modo simples e claro – usava o conhecimento comum para ensinar verdades eternas (Lc 5:17- 26; 13:3; Jo 14:6; Mt 9:16; 11:16); e) Jesus variava o método de ensino conforme a ocasião e o tipo de ouvintes – Com a mulher samaritana, usou o método de perguntas; com os discípulos, usou o de preleção; f) Jesus ensinava através do exemplo – sua própria vida (Jo 13:15; AT 1:1; 1 Pe 2:21). O resultado alcançado pelo ensino de Jesus repercute para além de nossos dias, pois soube valorizar as pessoas e os conhecimentos que já possuíam, adaptando os métodos de acordo com as situações e pessoas. Por isso, a importância de entendermos os métodos e suas aplicações. O(a) educador(a) tem a oportunidade de transformar seu(ua) aluno(a) em uma obra prima. Afinal, o processo ensino e aprendizagem é uma arte, como afirma Lemov (2011, p. 18): “O bom ensino é uma arte. Em outras artes – pintura, escultura, literatura - grandes mestres alavancavam seu talento com ferramentas básicas para transformar o material mais cru (pedra, papel, tinta) no patrimônio mais valioso da sociedade”. Tuler (2005, p. 27) argumenta que o método didático é imprescindível para um ensino participativo e destaca cinco princípios fundamentais na sua utilização, são eles:
  5. 5. 5 1. Princípio da finalidade – a eficácia do método depende de objetivos claros, distintos e atingíveis. Os objetivos propostos pelas revistas servem como modelo para o(a) educador(a), que deverá adaptá-los à realidade de sua comunidade, região, classe, entre outros. 2. Princípio da ordenação – o conteúdo, os auxílios didáticos e os procedimentos de ensino devem ser planejados antecipadamente e ordenados de forma adequada e lógica. 3. Princípio da adequação – o conteúdo deve ser adequado à realidade dos educandos, considerando meio em que estão inseridos, bem como suas limitações. 4. Princípio da economia – a definição de um método claro, com objetivos bem definidos reduz as dificuldades do processo de aprendizagem e, consequentemente, o tempo necessário para sua aplicação. 5. Princípio da orientação – o método didático orientado para cada faixa etária explora corretamente os mecanismos mentais, desencadeando as ideias dos educandos de maneira lógica e coerente. O conhecimento do desenvolvimento da aprendizagem auxilia na escolha do método mais apropriado para cada publico alvo. 2. ESCOLHENDO O MÉTODO ADEQUADO O exemplo de Jesus demonstra que a utilização de métodos de acordo com o público e as circunstâncias é fator preponderante para a eficácia do ensino. O método deve adaptar a lição ao aluno e não o contrário. O fato de um determinado método ter dado bons resultados ao ser aplicado para determinado público não garante que dará certo para todos os demais públicos. A diferença entre o saber e o saber expor não pode ser ignorado no processo do ensino e aprendizagem, o diferencial é ter conhecimento e saber expô-lo, por meio do método mais adequado. O ensino de uma aula não pode
  6. 6. 6 ficar limitado a um único método, mas sim deve ter dois ou mais métodos em uma mesma situação. A escolha do método, bem como sua combinação depende de fatores como: grupo de idade, capacidade de compreensão e o grau de envolvimento do aluno, tipos de interesses do aluno, recursos materiais a serem utilizados, tempo de duração da aula, o preparo e conhecimento do professor, a infraestrutura do local, entre outros (GILBERTO, 1981, p.167; AYRES, 1994, p. 65). Apresentarei abaixo alguns métodos de ensino, existem outros, mas levando em consideração o tempo para aplicação do conteúdo e a realidade das escolas dominicais, entendo que estes são os mais exequíveis: a) Método expositivo, exposição oral ou de preleção – deve ser diversificado com outro para ser mais produtivo. “Sozinho tem mais desvantagem do que vantagem” (GILBERTO, 1981, p. 168). Segundo Ayres (1994, p. 66) “é o método mais criticado, mas também mais utilizado”. Não é adequado para as crianças, principalmente, sem a combinação com outros métodos. b) Método de perguntas e respostas, catequético ou socrático – exige da habilidade do professor. Este método foi utilizado desde a antiguidade por grandes pensadores como exemplo de Sócrates. Consiste na utilização de perguntas desafiadoras, que conduzem o aluno a pensar, mexendo com sua motivação. Um dos métodos mais eficazes, se utilizado por um professor habilitado e experiente. c) Método de discussão ou debate orientado – se bem conduzido, tende a mobilizar toda a sala, pois o assunto principal e seus tópicos são colocados para ser discutidos entre os membros dos grupos e entre grupos. O professor deve possuir um bom domínio de turma para utilizar este método, atuando como moderador das discussões para inibir a falta de respeito mútuo e a perda de controle. A sequência lógica do procedimento deste método é: pergunta, argumentação, análise e resposta.
  7. 7. 7 d) Método de estudo de caso ou narrativo – A Bíblia está repleta de exemplos de utilização deste método, o próprio Jesus usou muito ele em seus ensinos. Consiste na utilização de um texto narrativo que apresenta um caso a ser estudado, com intuito de evidenciar uma verdade. Pode ser utilizado para contemplar toda a lição ou partes dela (introdução ou como ilustração em determinado estágio da lição). e) Método audiovisual – Este método permite ao ouvinte também ver imagens, se bem cominado com outros métodos trazem grandes contribuições para o aprendizado, pois além de reter a atenção dos alunos permitem uma boa retenção do conteúdo. De grande valia, principalmente, para o público infantil. Exemplo das civilizações da antiguidade e o uso de desenhos. f) Método de Leitura – consiste na indicação de leituras selecionadas em textos bíblicos ao aluno, com objetivo de trazer lições específicas. g) Método de Tarefas – Pr. Antônio Gilberto (GILBERTO, 1981, p.170) classifica-o como “um grande método – aprender fazendo” e considera- o “ideal para crianças desde a mais tenra idade”. Se bem instruída pelo professor, com instruções bem claras e objetivas, a criança aprende fazer a lição com tarefas como: trabalhos de pesquisa, trabalhos de redação, trabalhos manuais (desenhos, esboços, enigmas, palavras cruzadas, entre outras). h) Método da dramatização – indicado para todas as faixas etárias, mesmos os adultos. Segundo Tuler (2005, p. 32) a dramatização “faz com que histórias, ideias e princípios ganhem vida, colocando o aluno no contexto da lição”, apropriada para a solução de problemas rotineiros de nosso dia a dia, pois podemos nos identificar com os personagens, “e aceitar que as soluções propostas pelos personagens possam ser aplicadas à nossa vida em situações idênticas”. i) Jogos bíblicos – auxiliam a eficácia na retenção de conteúdos. As crianças tem uma facilidade para lembrar verdades específicas ensinadas por meio de jogos bíblicos. Eles conseguem manter a
  8. 8. 8 atenção delas, de forma divertida e agradável. “Várias editoras oferecem jogos bíblicos que podem ser usados para revisar e reforçar a lição bíblica” (GANGEL; HENDRICKS, 2005, p. 142). j) Júri simulado – consiste na divisão da classe em dois grupos: um de defesa e outro de acusação. O tema da lição e os textos bíblicos específicos são distribuídos para os grupos, que deverão argumentar de acordo com suas funções. O professor atua como o juiz e deverá dar o veredicto final, com base na Bíblia. Conforme já mencionado, esta lista não finaliza todos os métodos de ensino, mas considero os principais, levando em consideração o público e o ambiente da escola dominical. Gangel e Hendricks (2005, p. 199) apresentam seis normas cruciais para a seleção de métodos de ensino criativos: 1. Certifique-se de que o método ou atividade combina com o nível de habilidade e maturidade dos alunos. 2. Disponibilize várias opções de atividades para estimular o interesse do estudante. 3. Forneça variedade para manter o interesse dos alunos e prevenir o enfado. 4. Insira orientações claras para assegurar o sucesso do estudante. 5. Inclua perguntas planejadas que ajudem o aluno a refletir nos níveis de conhecimento, compreensão e aplicação. 6. Proporcione direção e incentivo que sustentem o interesse e a motivação do estudante. Observe estas orientações e escolha o(s) método(s), bem como a combinação destes, que mais sejam adequados para seu público alvo e verás a melhoria nos resultados de suas aulas. Sugiro que a preferência seja para as metodologias participativas, pois contribuem para uma maior atuação efetiva dos envolvidos no processo da aprendizagem, como participantes e detentores de saber e conhecimentos, não
  9. 9. 9 como meros receptores de conhecimento, como defende o grande educador Paulo Freire (NEVES, 2013, p. 47-74). Metodologias participativas valorizam as experiências dos participantes, envolvendo-os na discussão, identificação e busca de soluções para as problemáticas de cada lição. Os educandos se sentem incluídos no processo, emitindo opiniões e tendo confiança na busca de novos conhecimentos e na interação entre os demais participantes. A utilização de várias técnicas grupais e individuais incentivam a opinião e o engajamento coletivo. Metodologias participativas, além de propiciar uma melhor abordagem individual e coletiva, permite uma organização de vários saberes, incluindo o saber da experiência familiar, permite também um processo avaliativo permanente a partir de diferentes olhares, visando o aprimoramento das potencialidades dos educandos. Uma reportagem sobre o ensino para adolescentes da revista Ensinador Cristão (2011, p. 45) com o título “Professor repelente X professor atraente” algumas características de um(a) educador(a) atraente:  Conhece e gosta dos alunos;  Planeja positivamente aulas;  Procura surpreender e cativar os alunos;  Utiliza recursos didáticos;  Avalia para ensinar melhor. A análise dessas características e a aplicação das metodologias expostas anteriormente certamente contribuirão de forma significativa na melhoria da prática de ensino aprendizagem na EBD de nossas igrejas. CONSIDERAÇÕES FINAIS Ficou evidenciado que um(a) educador(a) não pode abrir mão de um bom planejamento de aulas para o exercício de suas atividades, muito menos o líder das crianças e adolescentes, cujo impacto repercutirá para toda uma vida.
  10. 10. 10 Os métodos de ensino são essenciais para uma boa aprendizagem, eles não são um fim em si mesmo, mas devem ser utilizados com vistas atingir os objetivos da lição. Nunca devem ser empregados solitariamente, mas a combinação de métodos se mostra como a melhor alternativa. Fica a sugestão para a aplicação de métodos que incentivem a maior participação possível dos educandos, lembrando que os métodos existem para ser usados, mas seu melhor aproveitamento depende da criatividade e a melhor aplicação do(a) educador(a). Seja você também um(a) educador(a) atraente e motivador(a)! REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANDRADE, Claudionor de. Teologia da educação cristã. Rio de Janeiro: CPAD, 2014. AYRES, Antônio Tadeu. Como tornar o ensino eficaz. Rio de Janeiro: CPAD, 1994. COSTA, Ivanilson. Novas tecnologias e aprendizagem. Rio de Janeiro: Wak, 2014. ENSINADOR CRISTÃO. Professor repelente X professor atraente. Revista Ensinador Cristão, número 47, Ano 12, 2011, CPAD. GANGEL, Kenneth O.; HENDRICKS, Howard G. Manual de Ensino para o educador Cristão. Rio de Janeiro: CPAD, 2005 GILBERTO, Antônio. A Escola Dominical. Rio de Janeiro: CPAD, 1999. GILBERTO, Antônio. Manual da Escola Dominical. Rio de Janeiro: CPAD, 1997. GRIGGS, Donald. Manual do professor eficaz. São Paulo: Cultura Cristã, 2015.
  11. 11. 11 LEMOV, Doug. Aula nota 10: 49 técnicas para ser um professor campeão de audiência. São Paulo: Da Boa Prosa & Fundação Leman, 2011. MARCHIORE, Rogério Lacerda. Os desafios da Educação Cristã na Escola Bíblica Dominical do Século 21. Revista Ensaios Teológicos, vl 2, nº 2, Dez. 2016 MORAN, José Manuel. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas: Papirus, 2015. MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez, 2011. NEVES, Natalino das. Educação Cristã Libertadora: a caminho de uma pedagogia humanizadora na igreja. São Paulo: Fonte Editorial, 2013. PRICE, J.M. A pedagogia de Jesus: o mestre por excelência. Tradução de Waldemar W. Wey. 5.ed. Rio de Janeiro: JUERP, 1986. TULER, Marcos. Ensino Participativo na Escola Dominical: Rio de Janeiro: CPAD, 2005. TULER, Marcos. Manual do professor de Escola Dominical. Rio de Janeiro: CPAD, 2012. Contato com o autor: Natalino das Neves Fones: (41) 98409-8094. E-mail: natalino6612@gmail.com

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