Mt 28.19-20 - Discipulado e RDLl como estratégia de crescimento

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Ministração culto de ensino na IEADSJP
Pr. Natalino das Neves - Coordenador Geral do Discipulado e RDL da IEADSJP

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Mt 28.19-20 - Discipulado e RDLl como estratégia de crescimento

  1. 1. DISCIPULADO E RDL COMO ESTRATÉGIA DE CRESCIMENTO DA IGREJA - PARTE 1 Pr. Natalino das Neves
  2. 2. TEXTO BÍBLICO Sugestão HC: 115, 127 e 132 “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém.” (Mt 28.19-20 ).
  3. 3. TEXTO BÍBLICO E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações [...], perseverando unânimes todos os dias no templo e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar. (Atos 2.42,46-47)
  4. 4. INTRODUÇÃO • Igreja como hospital? • Existência e manutenção da Igreja local = evangelização + discipulado (Mt 28.19-20; 2 Tm 2.2). • A conversão é uma obra espiritual realizada pelo ES, mas fazer discípulos é responsabilidade de cada cristão. • A tarefa da igreja somente estará completa quando o novo crente for integrado à vida da igreja e ser capacitado para ganhar novos discípulos (2 Tm 2.2). • A igreja pentecostal primitiva evangelizava, fazia missões, discipulava, ensinava sistematicamente a Bíblia, socorria aos necessitados.
  5. 5. I – O CRESCIMENTO DA IGREJA OCORRE POR MEIO DE AÇÕES DINÂMICAS
  6. 6. O CRESCIMENTO REQUER CUIDADO CONTÍNUO • Principais medidas de crescimento da igreja: Semear (evangelização). Conservar/integrar - discipulado nos lares e EBD, outras ações de integração. Desenvolver - discipulado EBD, EBD, cursos e experiências com Deus); e Multiplicar - Reunião Devocional nos Lares como complemento ao evangelismo. • Processo contínuo e não apenas um ato isolado. A maturidade espiritual é progressiva (Cl 1.28,29). • Conhecimento das doutrinas bíblicas básicas (Hb 5.12-14) e atitudes de amor, dedicação e perseverança.
  7. 7. O DISCIPULADO FAZ PARTE DAS ORDENANÇAS DE JESUS • Ordenanças de Jesus (v. 19-20): Ir (ação de movimento proativo); Fazer discípulos (mentoreamento e atenção pessoal); Batizar (confissão pública da fé); e Ensinar (aprendizado contínuo). • O método apresentado por Jesus é dinâmico e exige uma disposição e comprometimento com seu reino. • O discipulado é um fator de transição entre a conversão e a confissão pública de fé. • Igreja como Hospital: obstretícia + pediatria + ortopedia.
  8. 8. “Nisto é glorificado meu Pai: que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos” (Jo 15.8). “O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei” (Jo 15.12). “[...] antes, crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora como no dia da eternidade. Amém!” (2 Pe 3.18) INGREDIENTES DO DISCIPULADO
  9. 9. APLICAÇÃO PRÁTICA • Você tem dado continuidade no processo de integração do novo convertido e contribuído para sua maturidade espiritual? • Você tem se dedicado na busca do conhecimento, pelo menos, das doutrinas bíblicas básicas para contribuir com o discipulado? • De do que ouviu até agora, você se considera uma pessoa comprometida com o crescimento da igreja? • A sua congregação funciona como um hospital? Tem, no mínimo, geriatria, pediatria e ortopedia?
  10. 10. II – DISCIPULADO, RESPONSABILIDADE DE QUEM?
  11. 11. “Discípulo era um termo comum no século I para uma pessoa que era um seguidor compromissado de um líder religioso, filosófico ou político. No mundo judaico, o termo era particularmente usado para os estudantes de um rabi, o mestre religioso. Nos Evangelhos, João Batista e os fariseus tinham grupos de discípulos (Mc 2.18; Mt 22.15,16). Esses discípulos, com frequência, eram os alunos mais promissores que passaram pelo sistema de educação judaica — os que já tinham memorizado as Escrituras hebraicas e demonstraram o potencial para aprender os ensinamentos específicos dos rabis sobre a lei e os profetas a fim de que pudesse ensinar isso a outros. Portanto, era uma grande honra e responsabilidade ser chamado por um rabi para ser seu discípulo. Os discípulos aprenderam os ensinamentos de seu rabi vivendo com ele e seguindo-o aonde quer que vá. Uma frase daquele tempo descrevia os discípulos como aqueles que ‘ficavam cobertos pela poeira do rabi’, porque, literalmente, seguiam de muito perto seus mestres” (Guia Cristão de Leitura da Bíblia, CPAD, p.69).
  12. 12. OS MEMBROS COM VIDAS TRANSFORMADAS EM CRISTO • Os próprios membros da igreja, desde que tenham suas vidas transformadas (Ef 4.13-16). • Pessoas transformadas tem prazer conduzir as pessoas aos pés do mestre. Exemplo de André: Chamado por Jesus juntamente com João (Jo 1.35-40); trouxe seu irmão Pedro (Jo 1.41,42); Também Filipe, Natanael (Jo 1.43-46) e Mateus (Mt 9.9). • Ensinar para aperfeiçoar o novo convertido (Co 1.28- 29).
  13. 13. PESSOAS DISPOSTAS A PAGAR O PREÇO • Jesus era popular em sua época, muitos o seguiam, mas nem todos eram seus discípulos. • Paulo em Romanos afirma que a salvação é de graça, enquanto Jesus afirma que o discipulado tem um alto preço a pagar (Lc 14.25-35). • Nem todas as pessoas estão dispostas a pagar esse preço. • Paulo diz “sentir dor de parto” pelos discípulos: “Meus filhinhos, por quem de novo sinto as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós” (Gl 4.19).
  14. 14. “A salvação é um presente, mas o discipulado é caro. Aqueles que seguem Jesus devem estar propensos a pagar o alto preço. Ele quer que as pessoas se deem conta de que considerar o custo antes de tomar uma decisão é assunto sério. Requer arrependimento e compromisso total a Jesus”. (Comentário Bíblico Pentecostal ,CPAD, p.418).
  15. 15. PESSOAS CAPACITADAS PARA O DISCIPULADO • A igreja precisa de uma visão celestial multiplicadora. • Selecionar e treinar homens, mulheres, jovens e adolescentes educar os novos discípulos e torná-los aptos para serem novos discipuladores. • O pastor da igreja é o ponto de partida para a dinâmica do ministério do discipulado. • Jesus priorizou grande parte do seu ministério aos seus discípulos, na formação deles (ele iria...). • Ele investiu em um pequeno grupo, mas de pessoas dispostas a pagar o preço, por isso coeso e focado.
  16. 16. “o padrão de vida que o Senhor estipulou para o discípulo é tão elevado que ninguém pode alcançá-lo baseado em sua condição natural, humana. Precisamos de uma capacitação espiritual, moral e ética que só pode ser obtida pela própria presença de Jesus Cristo. Ele vivendo em nós e através de nós. O apóstolo Paulo chega a dizer que o verdadeiro discípulo tem a ‘mente de Cristo’ (1 Co 2.16). O discípulo, portanto, deve agir e reagir como se fora o Senhor mesmo”. (CIDACO, 1996, P. 105)
  17. 17. QUER CONSERVAR OS FRUTOS DA EVANGELIZAÇÃO?
  18. 18. DISCIPULADO E RDL COMO ESTRATÉGIA DE CRESCIMENTO DA IGREJA - PARTE 2 Pr. Natalino das Neves
  19. 19. TEXTO BÍBLICO Sugestão HC: 115, 127 e 132 “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém.” (Mt 28.19-20 ).
  20. 20. TEXTO BÍBLICO E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações [...], perseverando unânimes todos os dias no templo e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar. (Atos 2.42,46-47)
  21. 21. REVISANDO... I. O CRESCIMENTO DA IGREJA OCORRE POR MEIO DE AÇÕES DINÂMICAS:  O crescimento requer cuidado contínuo;  O discipulado faz parte das ordenanças de jesus;  Ingredientes do discipulado (frutos, amor, graça e conhecimento). II. DISCIPULADO, RESPONSABILIDADE DE QUEM?  Os membros com vidas transformadas em cristo ;  Pessoas dispostas a pagar o preço;  Pessoas capacitadas para o discipulado.
  22. 22. III – JESUS, O MODELO IDEAL DE DISCIPULADOR (Lc 14.27)
  23. 23. O EXEMPLO DE JESUS ENQUANTO MESTRE • Jesus primeiro deu o exemplo (Lc 4.15,31; 11.1-4; Tg 1.22) “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também” (Jo 13.15). • Exortou os seus discípulos a serem exemplos assim como ele (Mt 5.16). • Durante o seu ministério ensinou mais do que pregou. • Jesus deu exemplo de oração (Lc 11.1-4). • Ele abriu mão de sua própria vontade, desejos pessoais para obedecer o Pai.
  24. 24. O CHAMADO DOS DISCÍPULOS • Jesus não induzia as pessoas para o seguirem apenas por empolgação (Lc 14.25-27). • Jesus utilizava vários métodos para escolher seus discípulos/discipuladores: Enquanto pregava e ensinava, Jesus observava as pessoas(Mc 1.16-20); Por indicação (Jo 1.35-39); Pessoas que se ofereceram para serem discípulas (Lc 9.57,58,61,62); Pessoas que foram conduzidas pelos amigos até Jesus de amigos (Jo 1.40-42,45,46).  Todas as classes foram alcançadas por Jesus.
  25. 25. O CHAMADO DOS DISCÍPULOS • Dentre esses discípulos, Jesus chamou doze para serem seus apóstolos (Lc 6.13-16). • Os doze discípulos estavam disponíveis: para aprender aos pés de Jesus; desaprender o que haviam aprendido de forma equivocada; Para imitar o Mestre dos mestres, Jesus Cristo. • O chamado de Jesus é um convite: para não mais olhar para si mesmo, mas para olhar para o próximo; para renunciar aos próprios anseios; e para viver a vida projetada por Deus para si.
  26. 26. “A escolha dos doze discípulos por Jesus é relevante, considerando-se que havia inicialmente doze tribos em Israel, provenientes dos doze filhos de Jacó (veja Gn 49). Depois do exílio, apenas a tribo de Judá permanecera visivelmente intacta. Quando escolheu os doze discípulos, Jesus estava anunciando a restauração do povo de Deus, agora reconfigurado em torno do próprio Jesus. [...] Pedro era o mais proeminente de todos os discípulos. Mateus ou Levi, era cobrador de impostos, um publicano, que, por essa razão, era considerado um proscrito social por causa de seu emprego com as desprezadas autoridades romanas”. (Guia Cristão de Leitura da Bíblia, 2013, p.70).
  27. 27. O TREINAMENTO DOS DISCÍPULOS • A maior parte do ministério de Jesus foi dedicado ao ensino e preparação dos discípulos (Lc 4.15,31; 5.3,17; 6.6; 11.1,2; 13.10; 19.47). • Os ensinos de Jesus maravilhavam as pessoas (Lc 4.22), diferente dos mestres judaicos (Lc 4.20; Mt 7.28-29; 23.3; Jo 7.16). • Jesus passa instruções claras para as tarefas de seus discípulos (Lc 9.1-6). • Jesus era transparente e firme com seus discípulos (Lc 9.23-26).
  28. 28. O TREINAMENTO DOS DISCÍPULOS • Jesus ensinava o que priorizar (Lc 10.17-20). • No treinamento de Jesus, a cruz ocupa o lugar central (Lc 9.23; 14.27). • O treinamento de Jesus mudou o destino de seus discípulos. • Jesus ensinou a priorização do reino de Deus (Lc 10.22-31).
  29. 29. IV – REUNIÃO DEVOCIONAL NOS LARES - RDL
  30. 30. PERFIL DO LÍDER DA RDL • Entre outras características o líder precisa saber delegar tarefas, saber ouvir, mentorear novos líderes e incentivar a multiplicação do grupo, quando necessário. • Os líderes envolvidos precisam compreender e estarem comprometidos com a visão do projeto, de outra forma poderão comprometer o sucesso na implantação do modelo.
  31. 31. PERFIL DO LÍDER DA RDL • Ter o coração comprometido com Deus (ser obediente e dependente de Deus); • Ter compromisso com as pessoas ( servir as pessoas em vez de se servir delas; desenvolver as pessoas em vez de usá-las; encorajar as pessoas em vez de criticá-las; e procurar as pessoas problemáticas em vez de evita-las); • Ter compromisso com a Palavra (dedicar-se ao estudo sistemático da Bíblia); • Prova de disciplina (fiel nas contas, hospitaleiro, apto para ensinar, entre outros requisitos explícitos em 1 Tm 3.2 e Sl 37.21); • Liderança por meio de serviço (pessoas atraídas mais pelo serviço do que pela liderança – exemplo de João Batista em Jo 3.20).
  32. 32. AMBIENTE INFORMAL E DE ENSINO • Conseguir casas para a realização das reuniões nem sempre é uma tarefa fácil. • A equipe deve estar preparada para a sobrecarga na estrutura organizacional, pois os compromissos irão aumentar. • “Eu não tenho tempo”. • Modelo tradicional de gestão Vs modelo de crescimento integral de igrejas. • Liturgia flexível e com foco no ensino.
  33. 33. AMBIENTE INFORMAL E DE ENSINO • Orientações gerais:  pontualidade;  oração realizada somente por uma pessoa;  louvor com hinos com facilidade para cantar;  Espaço para testemunhos, desde que sejam rápidos e objetivos;  A reunião terá em média 1 hora de duração;  Multiplicação.
  34. 34. FORMAÇÃO DE GRUPOS DE AFINIDADE • Mista (gênero, faixa etárias, entre outros); • Adultos (homens e mulheres); • Mulheres; • Jovens; • Adolescentes; • Infantil; • Músicos; • Empresários; • Entre outros.
  35. 35. CONSIDERAÇÕES FINAIS 1. A igreja deve funcionar como um “hospital geral espiritual”(obstretícia, pediatria e ortopedia). 2. O discipulado é uma ordenança de Jesus; 3. O discipulado é de responsabilidade de todas pessoas que foram transformadas, dispostas a pagar o preço e ser capacitada. 4. Jesus é o modelo ideal de discipulador e discipulado. 5. A RDL é uma volta ao modelo da igreja primitiva e envolve um maior número de pessoas para o trabalho, bem como possibilita a participação de visitantes reticentes aos templos.
  36. 36. CONSIDERAÇÕES FINAIS 1. A igreja deve funcionar como um “hospital geral espiritual”(obstretícia, pediatria e ortopedia). 2. O discipulado é uma ordenança de Jesus; 3. O discipulado é de responsabilidade de todas pessoas que foram transformadas, dispostas a pagar o preço e ser capacitada. 4. Jesus é o modelo ideal de discipulador e discipulado. 5. A RDL é uma volta ao modelo da igreja primitiva e envolve um maior número de pessoas para o trabalho, bem como possibilita a participação de visitantes reticentes aos templos.
  37. 37. CONSIDERAÇÕES FINAIS 1. A igreja deve funcionar como um “hospital geral espiritual”(obstretícia, pediatria e ortopedia). 2. O discipulado é uma ordenança de Jesus; 3. O discipulado é de responsabilidade de todas pessoas que foram transformadas, dispostas a pagar o preço e ser capacitada. 4. Jesus é o modelo ideal de discipulador e discipulado. 5. A RDL é uma volta ao modelo da igreja primitiva e envolve um maior número de pessoas para o trabalho, bem como possibilita a participação de visitantes reticentes aos templos.
  38. 38. CONSIDERAÇÕES FINAIS 1. A igreja deve funcionar como um “hospital geral espiritual”(obstretícia, pediatria e ortopedia). 2. O discipulado é uma ordenança de Jesus; 3. O discipulado é de responsabilidade de todas pessoas que foram transformadas, dispostas a pagar o preço e ser capacitada. 4. Jesus é o modelo ideal de discipulador e discipulado. 5. A RDL é uma volta ao modelo da igreja primitiva e envolve um maior número de pessoas para o trabalho, bem como possibilita a participação de visitantes reticentes aos templos.
  39. 39. CONSIDERAÇÕES FINAIS 1. A igreja deve funcionar como um “hospital geral espiritual”(obstretícia, pediatria e ortopedia). 2. O discipulado é uma ordenança de Jesus; 3. O discipulado é de responsabilidade de todas pessoas que foram transformadas, dispostas a pagar o preço e ser capacitada. 4. Jesus é o modelo ideal de discipulador e discipulado. 5. A RDL é uma volta ao modelo da igreja primitiva e envolve um maior número de pessoas para o trabalho, bem como possibilita a participação de visitantes reticentes aos templos.
  40. 40. GRATO PELA ATENÇÃO PR. NATALINO DAS NEVES www.natalinodasneves.blogspot.com.br
  41. 41. REFERÊNCIAS CIDACO, J. A. Um grito pela vida da igreja. Rio de Janeiro: CPAD, 1996. Comentário Bíblico Pentecostal Volume 1. Rio de Janeiro, CPAD. FERREIRA, I. A. Igreja lugar de soluções. Rio de Janeiro: CPAD, 2001. Guia Cristão de Leitura da Bíblia. 1ª Edição. Rio de Janeiro: CPAD, 2013. MELLO, C. Manual do discipulador cristão. Rio de Janeiro: CPAD, 2004. RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2014. RICHARDS, Lawrence O. Guia do leitor da Bíblia: uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. Rio de Janeiro: CPAD, 2012.
  42. 42. “No início do seu ministério, Jesus escolheu doze seguidores de um grupo enorme para formar um grupo mais próximo de discípulos (Mc 3.13-19). Conforme Ele os fez recordar posteriormente, o fato de se tornarem parte integrante desse grupo mais íntimo devia-se ao fato de Ele os ter escolhido, e não de eles terem feito uma escolha (Jo 15.16). Tinham dois propósitos principais: estar ‘com’ Jesus, como seguidores, e também para que eles os ‘enviasse a pregar’, como os representantes de Jesus (Mc 3.14). Em grego, o termo para enviar a pregar é apostolos, e, assim, os Doze também passaram a ser conhecidos como ‘os apóstolos’. Tinham de estar com Jesus durante todo o seu ministério para ouvir a mensagem e aprender sua forma de viver; depois, eles foram enviados por Jesus para as cidades e vilarejos de Israel, para disseminar a mensagem de Jesus sobre o Reino e para demonstrar isso por intermédio dos mesmos sinais milagrosos que Jesus usara (Mc 3.14,15). Depois da ressurreição, esses discípulos (com exceção de Judas, que traiu Jesus) tinham de levar a mensagem sobre Ele ao mundo (Mt 28.19)” (Guia Cristão de Leitura da Bíblia. 1ª Edição. RJ: CPAD, pp.69-70).

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